CÂMARA TÉCNICA DE ENFERMAGEM MATERNO ?· Câmara Técnica de Gestão e Assistência em Enfermagem…

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    SEDE: Av. Presidente Vargas, 502 3 4 5 6 e 9 andar Centro RJ CEP: 20071-000

    Telefax: (21) 3232-8730 - 2233-6337 - 2516-1353 - 2253-4814 - 2233-1025 HOME PAGE www.coren-rj.org.br

    SUBSEES: Cabo Frio (22) 2645-2662 - Campo Grande (21) 2415-3813 - Campos dos Goytacazes (22) 2726-0053 - Duque de Caxias (21) 2672-0875 - Itaperuna (22) 3822-2883 - Maca (22) 2772-6524 - Niteri (21) 2613-1751 -

    Nova Iguau (21) 2668-3771 - Nova Friburgo (22) 2521-1596 - Petrpolis (24) 2237-0921 - So Gonalo (21) 2605-7181 - Volta Redonda (24) 3342-7210

    Coordenao Geral das Cmaras Tcnicas

    Cmara Tcnica de Gesto e Assistncia em Enfermagem CTGAE

    Comisso de Gesto do Cuidado na Mdia e Alta Complexidade

    PAD n 800/2013

    Parecer CTGAE n 002/2013

    EMENTA: Cuidados com a traqueostomia e aspirao traqueal

    de paciente em domiclio.

    SUMRIO

    Pag.

    1.Histrico 2

    2. Legislao pertinente 2

    3. Anlise 3

    4. Consideraes 5

    5. Concluso 7

    6. Referncias 7

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    1. HISTRICO:

    O parecer visa instruir o PAD n 800/2013 de 13 de maio de 2013, encaminhado pela

    Coordenadora Geral das Cmaras Tcnicas, referente a consultas formuladas, atravs de e-mail,

    sobre a realizao de cuidados com a traqueostomia e aspirao traqueal em domiclio.

    2. LEGISLAO PERTINENTE

    A Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria- ANVISA dispe sobre o Regulamento Tcnico de Funcionamento de Servios que prestam Ateno Domiciliar atravs da RDC

    n11, de 26 de janeiro de 2006, e estabelece as definiessobre: Ateno domiciliar,

    assistncia domiciliar, internao domiciliar.

    RDC/ANVISA n 11/2006 caracteriza o Servio de Ateno Domiciliar SAD como instituio pblica ou privada responsvel pelo gerenciamento e operacionalizao de

    assistncia e/ou internao domiciliar.

    Decreto 94.406/87 que regulamenta a Lei 7.498/86 que dispe do exerccio da Enfermagem, em seu artigo 8, inciso II, alnea i, que determina as competncias

    profissionais do Enfermeiro como membro da equipe de sade.

    Portaria do Ministrio da Sade n 400, de 16 de novembro de 2009, estabelece diretrizes nacionais para a ateno sade das pessoas ostomizadas no mbito do

    Sistema nico de Sade-SUS:

    O Cdigo de tica dos Profissionais de Enfermagem, na SEO I, DAS RELAES COM A PESSOA, FAMLIA E COLETIVIDADE, RESPONSABILIDADES E

    DEVERES, que determina nos artigos 12 e 13:

    Art. 12 - Assegurar pessoa, famlia e coletividade assistncia de enfermagem livre de

    danos decorrentes de impercia, negligncia ou imprudncia.

    Art. 13 - Avaliar criteriosamente sua competncia tcnica, cientfica, tica e legal e

    somente aceitar encargos ou atribuies, quando capaz de desempenho seguro para si e

    para outrem;

    Resoluo COFEN-267/2001, que aprova atividades de Enfermagem em domiclio - Home Care;

    Resoluo COFEN-270/2002, que aprova a regulamentao das empresas que prestam servios de enfermagem domiciliar - Home Care;

    RDC n. 11, de 26 de janeiro de 2006 da Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria ANVISA, que dispe sobre o Regulamento Tcnico de Funcionamento de Servio

    http://site.portalcofen.gov.br/node/4307http://site.portalcofen.gov.br/node/4307

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    Parecer do COREN-SP n 006/2013.

    3. ANLISE:

    A traqueostomia um orifcio artificial na traqueia, com o objetivo de oferecer ventilao

    mecnica, desviar obstruo em vias areas superiores ou de remover secrees traqueobrnquicas,

    podendo ser temporria ou permanente (TAYLOR et al, 2007).

    O paciente pode estar com traqueostomia em situaes agudas, sob ventilao mecnica, ou em

    situaes onde ser necessria a permanncia da cnula metlica para a manuteno das vias areas.

    Ao receber alta hospitalar com a traqueostomia o paciente dever ser orientado para o auto cuidado

    e em caso de impossibilidade de desenvolv-lo, familiares sero treinados para esta tarefa

    (SMELTZER; BARE, 2002).

    A aspirao traqueal, de acordo com diversos autores, exige tcnica assptica, com uso de sonda

    estril (TAYLOR et al, 2007; SMELTZER; BARE, 2002). Potter e Perry (2001) evidenciam a

    necessidade de percia para a execuo do procedimento quando afirmam que: A retirada das

    secrees da traqueia precisa ser assptica, atraumtica e eficaz. A aspirao s deve ser realizada

    durante a fase de retirada da sonda. Assim, esta tcnica est descrita na literatura especializada de

    enfermagem, cabendo equipe de sade a sua realizao dentro do ambiente hospitalar.

    Entretanto, de acordo com Smeltzer e Bare (2002, p.486), se o paciente est no domiclio

    com uma traqueostomia, a enfermeira instrui o paciente e a famlia sobre o cuidado dirio, assim

    como as medidas a serem tomadas no caso de uma emergncia. Tambm a aspirao traqueal pode

    ser realizada por pacientes e familiares em domiclio, desde que treinados pelo enfermeiro,

    especialmente nos casos de pacientes com ventilao mecnica no domiclio (IBID, p. 491).

    Segundo as autoras, os membros da famlia devem ser competentes, confiveis e desejosos de

    investir o tempo necessrio para o treinamento adequado com apoio profissional disponvel.

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    A modalidade de tratamento domiciliar, tambm conhecido como home care, vem

    avanando e se aperfeioando no Brasil como uma especialidade em sade, com a finalidade de

    prestar assistncia dentro de uma perspectiva humanizada no atendimento ao paciente e sua

    famlia (COREN-DF, 2010).

    Compete ao enfermeiro realizar o julgamento clnico das situaes onde ser necessrio um

    profissional capacitado para o cuidado ao cliente, que deve ser avaliado de modo global. O grau de

    complexidade do paciente ser o fator determinante.

    A Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria- ANVISA dispe sobre o Regulamento Tcnico

    de Funcionamento de Servios que prestam Ateno Domiciliar atravs da RDC n11, de 26 de

    janeiro de 2006, que estabelece as seguintes definies:

    A Ateno domiciliar envolve aes de promoo sade, preveno, tratamento de

    doenas e reabilitao desenvolvidas em domiclio, exigindo internao e alta. Portanto, o paciente

    sob ateno domiciliar est sob a responsabilidade do enfermeiro, cabendo a este avaliar a quem

    compete a prestao do cuidado, se ao enfermeiro, tcnico ou auxiliar de enfermagem, com base na

    complexidade do paciente (ANVISA, 2006). A admisso em ateno domiciliar o processo que se

    caracteriza pelas seguintes etapas: indicao, elaborao do Plano de Ateno Domiciliar e incio da

    prestao da assistncia ou internao domiciliar. A assistncia domiciliar constituda pelo

    conjunto de atividades de carter ambulatorial, programadas e continuadas desenvolvidas em

    domiclio. Esta pode ser realizada por familiar ou cuidador, desde que capacitado para auxiliar o

    paciente em suas necessidades e atividades da vida cotidiana. J a internao domiciliar

    caracterizada pela ateno em tempo integral ao paciente com quadro clnico mais complexo e com

    necessidade de tecnologia especializada. A alta da ateno domiciliar o ato que determina o

    encerramento da prestao de servios de ateno domiciliar em funo de: internao hospitalar,

    alcance da estabilidade clnica, cura, a pedido do paciente e/ou responsvel, bito.

    Ainda a RDC/ANVISA n 11/2006 caracteriza o Servio de Ateno Domiciliar SAD

    como instituio pblica ou privada responsvel pelo gerenciamento e operacionalizao de

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    assistncia e/ou internao domiciliar. O SAD deve fornecer aos familiares dos pacientes e/ou

    cuidadores orientaes verbais e escritas, em linguagem clara, sobre a assistncia a ser prestada,

    desde a admisso at a alta. Deve prover por meio de recursos prprios ou terceirizados,

    profissionais, equipamentos, materiais e medicamentos de acordo com a modalidade de ateno

    prestada e o perfil clnico do paciente.

    Vale ressaltar o previsto no Decreto 94.406/87 que regulamenta a Lei 7.498/86 que dispe do

    exerccio da Enfermagem, em seu artigo 8, inciso II, alnea i, em que determina as competncias

    profissionais do Enfermeiro como membro da equipe de sade, na participao nos programas e nas

    atividades de assistncia integral sade individual e de grupos especficos, particularmente

    daqueles prioritrios e de alto risco.

    4. CONSIDERAES

    CONSIDERANDO QUE:

    O Instituto Nacional do Cncer INCA estimula o auto cuidado aos portadores de

    traqueostomia, julgando ser importante que pacientes e seus familiares aprendam os

    cuidados bsicos com a traqueostomia para que, com o tempo, possam se tornar cada vez

    mais independentes e retomar suas atividades;

    A Portaria do Ministrio da Sade n 400, de 16 de novembro de 2009, que estabelece

    diretrizes nacionais para a ateno sade das pessoas ostomizadas no mbito do

    Sistema nico de Sade-SUS:

    Definio: servio que presta assistncia especializada de natureza

    interdisciplinar s pessoas com estoma, objetivando sua reabilitao,

    com nfase na orientao para o autocuidado, preveno de

    complicaes nas ostomias e fornecimento de equipamentos coletores

    e adjuvantes de proteo e segurana. Deve dispor de equipe

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    multiprofissional, equipamentos e instalaes fsicas adequadas,

    integrados a estrutura fsica de policlnicas, ambulatrios de hospital

    geral e especializado, unidades ambulatoriais de especialidades,

    unidades de Reabilitao Fsica.

    O Cdigo de tica dos Profissionais de Enfermagem, na SEO I, DAS RELAES COM

    A PESSOA, FAMLIA E COLETIVIDADE, RESPONSABILIDADES E DEVERES, que

    determina nos artigos 12 e 13:

    Art. 12 - Assegurar pessoa, famlia e coletividade assistncia de enfermagem livre de danos

    decorrentes de impercia, negligncia ou imprudncia.

    Art. 13 - Avaliar criteriosamente sua competncia tcnica, cientfica, tica e legal e somente

    aceitar encargos ou atribuies, quando capaz de desempenho seguro para si e para outrem;

    A Resoluo COFEN-267/2001, que aprova atividades de Enfermagem em domiclio -

    Home Care;

    A Resoluo COFEN-270/2002, que aprova a regulamentao das empresas que prestam

    servios de enfermagem domiciliar - Home Care;

    A RDC n. 11, de 26 de janeiro de 2006 da Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria

    ANVISA, que dispe sobre o Regulamento Tcnico de Funcionamento de Servios que

    prestam Ateno Domiciliar;

    O Parecer do COREN-SP n 006/2013 CT que, em resposta ao questionamento sobre a

    competncia e se h respaldo legal para a realizao de troca de cnula de traqueostomia

    pelo enfermeiro, entende que o procedimento de troca de cnula de traqueostomia metlica

    deve ser realizado pelo Enfermeiro. Salienta que da responsabilidade do profissional

    Enfermeiro, junto com a equipe de Enfermagem, oferecer assistncia sistematizada aos

    pacientes portadores de estomas o que inclui a avaliao das necessidades, o ensino e o

    acompanhamento da evoluo das condies de sade dos mesmos;

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    Nova Iguau (21) 2668-3771 - Nova Friburgo (22) 2521-1596 - Petrpolis (24) 2237-0921 - So Gonalo (21) 2605-7181 - Volta Redonda (24) 3342-7210

    Com base nestes fundamentos, o enfermeiro quem vai determinar se os cuidados devem ser

    prestados por auxiliar ou tcnico de enfermagem, ou se o paciente pode realiz-lo, com base no

    grau de complexidade da assistncia exigida.

    5. CONCLUSO:

    Somos de parecer que, quando o paciente se encontra em internao domiciliar, a assistncia

    (incluindo a aspirao traqueal) dever ser prestada por profissional capacitado, que faz parte da

    equipe multiprofissional de ateno domiciliar, seguindo protocolos que garantam a segurana e a

    normatizao institucional para a realizao dos procedimentos, bem como estrutura e

    equipamentos adequados. O profissional Enfermeiro tem competncia tcnico-cientfica para

    avaliar a complexidade dos cuidados e se este deve ser realizado por profissionais de Enfermagem

    nvel mdio ou superior, ou orientar para o auto-cuidado.

    o parecer smj.

    Rio de Janeiro-RJ, 08 de junho de 2013.

    Simone Martins Rembold

    Enfermeira - Coren-RJ 24.773 Membro da CTGAE e Relatora

    DECISO DA CTGAE

    Aps discusso e reviso pelos presentes, o parecer foi aprovado por unanimidade.

    A...

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