Revista de Ciências da Administração - ?· 3 Bolsista do CNPQ e Professor do Programa de Pós-graduação…

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  • Revista de Cincias da Administrao

    ISSN: 1516-3865

    rca.cse@contato.ufsc.br

    Universidade Federal de Santa Catarina

    Brasil

    Milano Falco Vieira, Eleonora; Schuelter, Giovana; Medina Kern, Vincius; Bosco da Mota Alves,

    Joo

    A TEORIA GERAL DE SISTEMAS, GESTO DO CONHECIMENTO e EDUCAO A DISTNCIA:

    Reviso e integrao dos temas dentro das organizaes

    Revista de Cincias da Administrao, vol. 7, nm. 14, julio-diciembre, 2005, pp. 1-13

    Universidade Federal de Santa Catarina

    Santa Catarina, Brasil

    Disponvel em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=273520153003

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  • A TEORIA GERAL DE SISTEMAS,

    GESTO DO CONHECIMENTO e EDUCAO A DISTNCIA:

    Reviso e integrao dos temas dentro das organizaes

    Eleonora Milano Falco Vieira1Giovana Schuelter2

    Vincius Medina Kern3Joo Bosco da Mota Alves4

    Resumo O artigo apresenta a Gesto do Conhecimento nas organizaes onde pessoas, tecnologias e processos de negcios tm participao no seu desempenho. O material est dividido em partes, citando Teoria Geral dos Sistemas, Gesto do Conhecimento e Educao a Distncia abordando uma discusso de autores das trs reas e mostrando tambm a integrao entre as mesmas. O conhecimento o instrumento fundamental gesto das organizaes que trabalham com a viso sistmica, assim o capital intelectual das mesmas possui grande importncia j que os bens intangveis so muito valorizados. Para manter tais valores, a educao a distncia serve como meio de grande agilidade e facilitao dos processos.

    Palavras-chave: Teoria Geral de Sistemas. Gesto do Conhecimento. Educao a Distncia.

    1 INTRODUO

    O conhecimento um instrumento habilitador para o sucesso, tanto na dimenso das

    organizaes como na dimenso pessoal. Atualmente todos os setores da vida interagem com

    as novas formas de ao, produzidas pela renovao permanente do conhecimento. Tudo o

    que se faz, se pensa e se constri est indissocivel idia de uma forma de conhecimento ou

    1 Doutoranda do Programa de Ps-graduao em Engenharia e Gesto do Conhecimento e Professora do

    Departamento de Cincias Contbeis da Universidade Federal de Santa Catarina. Rua Almirante Barroso, 22 apto. 402 Joo Paulo-SC. CEP 88030-460. E-mail: emfv0006@yahoo.com.br

    2 Doutoranda do Programa de Ps-graduao em Engenharia e Gesto do Conhecimento e Analista em Cincia e Tecnologia do Instituto Virtual de Estudos Avanados (VIAS). Rua Prof. Ayrton Roberto de Oliveira, 32, 6o e 7o andares.Itacorubi - Florianpolis-SC. CEP 88034050. E-mail: giovana@vias.org.br

    3 Bolsista do CNPQ e Professor do Programa de Ps-graduao em Engenharia e Gesto do Conhecimento da Universidade Federal de Santa Catarina. Instituto STELA, Diretoria de Projetos e Pesquisa. Rua Prof. Ayrton Roberto de Oliveira, 32, 7o andar. Florianpolis-SC. CEP 88034-050. E-mail: kern@stela.org.br

    4 Professor do Departamento de Informtica e Estatstica da Universidade Federal de Santa Catarina e Professor do Programa de Ps-graduao em Engenharia e Gesto do Conhecimento da Universidade Federal de Santa Catarina. RExLab/INE/CTC/UFSC. Campus Universitrio da Trindade - UFSC Florianpolis-SC. CEP 88040-900. E-mail: jbosco@inf.ufsc.br. Artigo recebido em: 07/06/2005. Aceito em: 02/09/2005.

    Revista de Cincias da Administrao v.7, n.14, jul/dez 2005 1

  • A Teoria Geral de Sistemas, Gesto do Conhecimento e Educao a Distncia: reviso e integrao dos temas dentro das organizaes

    construo de um novo conhecimento. Essa a dinmica da sociedade evoluda, qual se

    voltam aquelas em processo de desenvolvimento, por isto est poca reconhecida como a

    era da informao e do conhecimento.

    A sociedade, ou grupos sociais, que se distancia demais dos processos evolutivos, cujo

    princpio ativo o conhecimento, tende a se tornar retardatria. Na modernidade, as

    categorias de sociedades, diferenciadas pela informao e conhecimento ficam bem distintas.

    Aps a humanidade passar por vrios sculos numa sociedade essencialmente agrcola, os ltimos duzentos anos foram dominados por um tipo de organizao social em torno da indstria. Estaramos agora em vias de passar para o outro tipo de organizao social com novas caractersticas, novas formas de trabalho e de vida. (TEIXEIRA FILHO, 2000, p.19).

    Hoje, o destaque maior para o conhecimento que at o fim do sculo XIX teve uma

    evoluo lenta de certo modo. Eram inmeras as restries s novas idias motivadas, quase

    sempre, por condicionamentos religiosos. Mas a partir do momento em que a cincia foi se

    impondo ao pensamento universal, o conhecimento foi alargando seu espao e se

    reproduzindo rapidamente, conduzido pelos avanos das tecnologias da informao. A

    amplitude tecnolgica, desenvolvida a partir dos anos 1970, estabeleceu novos marcos,

    paradigmas e modelos de organizao da sociedade. Assim, produziu-se uma transposio de

    poca. A modernidade, que marcou o longo perodo da era industrial e que produziu

    costumes, modos de produo, relaes sociais, tendncias polticas e confrontos ideolgicos,

    esgotou-se com as transformaes que introduziram a ps-modernidade (VIEIRA; VIEIRA,

    2004, p.80).

    A gesto da informao e do conhecimento no momento uma das fontes da

    qualificao do sujeito individual e da coletividade. Por si s, informao e conhecimento no

    resolvem todos os problemas da organizao social, contudo, contribuem, decisivamente, para

    contornar os desequilbrios da ordem social e econmica.

    Por outro lado, as organizaes sociais, econmicas e culturais tm que disponibilizar

    a informao e conhecimento de modo a garantir uma ordem suficientemente inteligente e

    diferenciada a todos os que nela se inserem. Da a importncia fundamental dos processos de

    gesto da informao e do conhecimento.

    O conhecimento, ao contrrio das informaes e dos dados, sempre envolve um fator

    humano (DAFT, 2002, p. 239). O fator humano , pois, o que determina o sentido evolutivo

    do conhecimento. So a mente humana, o pensamento, as estruturas cognitivas que

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  • Eleonora Milano Falco Vieira, Giovana Schuelter, Vincius Medina Kern, Joo Bosco da Mota Alves

    respondem pelo avano do conhecimento. Esse o diferencial da espcie, aquilo que torna o

    ser humano um ente evolutivo.

    Na organizao da sociedade atual importante criar formas de conhecimento para

    gerir o prprio conhecimento. As organizaes esto investindo na aprendizagem de seus

    profissionais, usando formas que ofeream qualidade, disponibilidade e supram as

    necessidades das organizaes que normalmente so identificadas pela falta de

    disponibilidade de extrao dos funcionrios do campo de trabalho para somente fazer

    capacitao. Com o objetivo de suprir tais necessidades as organizaes atuais esto

    trabalhando fortemente com a educao a distncia, uma forma de educao apoiada por

    tecnologias de informao e comunicao.

    A educao a distncia passa a ser conhecida e a movimentar-se internamente,

    produzindo resultados externos ao processo de ensino e aprendizagem. A educao a distncia

    j uma notvel conquista nas reas de maior desenvolvimento no mundo. As grandes

    organizaes culturais, e de formao cultural e tcnica desenvolvem programas e sistemas de

    educao a distncia.

    A abertura de novas fronteiras a essa tcnica de educao facilitada pelos multimeios

    da tecnologia da informao. nesse sentido que se busca, por meio de novos projetos,

    delimitar novos campos de ao, proporcionando aos usurios instrumentos legais prtica da

    autoformao. A educao a distncia oferece uma grande oportunidade de se racionalizar a

    transmisso do conhecimento, bem como a gerao de novos conhecimentos. Percebe-se aqui

    o repasse de conhecimentos j elaborados e a perspectiva de se gerar novos conhecimentos

    por meio de programas orientados de pesquisa.

    2 REVISES BIBLIOGRFICAS DOS TEMAS

    2.1 Teoria Geral de Sistemas

    A Teoria Geral dos Sistemas (TGS) apresenta-se como uma forma de organizao de

    sistemas complexos que podem ser representados como uma base para a unificao dos

    conhecimentos cientficos nas ltimas dcadas. Bertalanffy (1975) utilizou este conceito para

    descrever as caractersticas principais das organizaes como sistemas, pouco antes da

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  • A Teoria Geral de Sistemas, Gesto do Conhecimento e Educao a Distncia: reviso e integrao dos temas dentro das organizaes

    Segunda Guerra Mundial, antes mesmo da criao da ciberntica, da engenharia de sistemas e

    outros campos afins. A Teoria Geral dos Sistemas tem por objetivo identificar as

    propriedades, princpios e leis caractersticos dos sistemas, em geral, independentemente do

    tipo de cada um, da natureza de seus elementos componentes e das relaes entre eles.

    A Teoria Geral dos Sistemas interdisciplinar, isto , pode ser utilizada para

    fenmenos investigados nos diversos ramos tradicionais da pesquisa cientifica. Ela

    trabalhada seguindo dois modelos de linha de raciocnio: um deles o reducionismo ou

    elementarismo: fundamentalmente o termo d nfase a sistemas de relacionamento e

    unificao das partes e dos subsistemas em um todo funcional. O reducionismo procura

    identificar nos sistemas suas partes componentes, realando que cada elemento tem uma

    funo a desempenhar no sistema mais amplo. Isto significa que cada elemento de um

    subsistema tem um papel a desempenhar isoladamente para depois juntar seu resultado ao

    todo da organizao. O outro o holismo ou sistmico: a concepo de que todos os

    sistemas se compem de subsistemas e seus elementos esto inter-relacionados. Isto significa

    que o todo no uma simples soma das partes, e que o prprio sistema s pode ser explicado

    como uma globalidade. O holismo representa o oposto do reducionismo, que considera o total

    como soma das partes individuais.

    Os sistemas podem ser fechados ou abertos. Embora, como afirma Daft (2002), no

    possam na verdade existir sistemas fechados, eles foram estudados como sistemas internos.

    Os sistemas abertos devem interagir com o ambiente para sobreviver; ele consome e exporta

    recursos para o ambiente do qual parte indissocivel. No pode se isolar (DAFT, 2002,

    p.12). Um sistema aberto produz seus subsistemas. O ambiente onde se produz o sistema

    formado por objetos materiais, virtuais, entidades vivas e recursos. Essas partes constituintes

    formam o subsistema. Assim, no sistema de educao a distncia, o ambiente formado pelos

    usurios, pelo material tecnolgico utilizado, pelas tcnicas de ensino-aprendizagem em

    modelos informticos, recursos financeiros e pessoal tcnico especializado.

    Na atual sociedade do conhecimento utiliza-se muito o pensamento sistmico, que,

    segundo Kast e Rosenzweig (1976), tem uma particular importncia para as cincias sociais,

    alm de apresentar um estreito relacionamento entre a teoria e sua aplicao a diversas reas

    do conhecimento humano.

    A sociedade humana a sociedade das organizaes. Todas as atividades que o homem

    desenvolve tm um pressuposto de organizao. Por outro lado, toda organizao um

    Revista de Cincias da Administrao v.7, n.14, jul/dez 2005 4

  • Eleonora Milano Falco Vieira, Giovana Schuelter, Vincius Medina Kern, Joo Bosco da Mota Alves

    sistema, no s de mtodos como de interao de pessoas e funes em torno de um objetivo

    comum. Uma organizao existe quando as pessoas interagem para realizar funes essenciais

    que auxiliam a alcanar metas (DAFT, 2002, p.11). As organizaes so sistemas interagindo

    em vrias partes. Desta forma, o mundo um sistema, a vida um sistema, a educao um

    sistema, a educao a distncia, particularmente, um sistema (e tambm um subsistema). A

    atualidade, a informao e o conhecimento retratam o avano da cincia e da tecnologia. A

    idia sistmica est alm do senso comum. Temos, todos os que tm um entendimento lgico

    da sociedade da informao, clara idia da sociedade em rede (CASTELLS, 1999).

    Para termos um adequado enfoque sistmico das organizaes a Teoria Geral dos

    Sistemas oferece, seguindo o pensamento de Alves (2005), uma alternativa, estabelecendo os

    princpios comuns a todos os tipos de sistemas. Para o autor, o estudo dos sistemas tem carter

    transdisciplinar. Na verdade, todo conhecimento, na era da informao ou dos sistemas (redes,

    enlaces) supera a fragmentao do conhecimento.

    A gesto do conhecimento e a educao a distncia inserem-se no contexto da Teoria

    Sistmica das Organizaes. A educao como um todo um processo que conduz ao

    treinamento da mente a novas conquistas da sociedade. Trata-se de um sistema amplo,

    complexo, organizacional, e parte da nsia sempre incontida do ser humano pelo

    aperfeioamento; um imperativo do tempo-espao social.

    2.2 Gesto do Conhecimento

    Atualmente as organizaes trabalham seguindo o modelo holista da Teoria Geral dos

    Sistemas e, devido s exigncias de qualidade e produtividade aliadas competitividade,

    torna-se fundamental criar condies de apoiar o desenvolvimento e a comunicao das

    pessoas envolvidas com o conhecimento da empresa, de forma que possam executar os

    processos da melhor maneira possvel, visando sempre a um bom nvel de satisfao do

    cliente. Para alcanar tais objetivos as informaes referentes aos processos e administrao

    da empresa precisam ser mensuradas e organizadas.

    A gesto do conhecimento tem papel de grande importncia em todos os

    procedimentos da empresa, ela pode ser considerada um subsistema de um sistema maior que

    o da empresa como um todo. Este subsistema tem o objetivo de auxiliar na transformao de

    dados em informao e essa em conhecimento, para isto necessrio um trabalho preciso e

    Revista de Cincias da Administrao v.7, n.14, jul/dez 2005 5

  • A Teoria Geral de Sistemas, Gesto do Conhecimento e Educao a Distncia: reviso e integrao dos temas dentro das organizaes

    unificado dentro da organizao, sendo que, em muitos casos, preciso que haja at mudana

    de comportamento ou de cultura no trabalho.

    Segundo Teixeira Filho (2000) a gesto do conhecimento uma nova rea na unio

    entre a tecnologia de informao e administrao, um campo novo entre a estratgia, a cultura

    e os sistemas de informao de uma organizao. Com o enfoque de gesto do conhecimento,

    comea-se a ver a empresa, suas estratgias e sua cultura.

    Nessa seqncia, dados so considerados abstraes quantificveis, pensamento formal que pode ser representado e transformado pelo computador; informao como representao por meio de texto, figuras, sons ou animaes que tm significado para algum, ou seja, algum dado que faz sentido; e conhecimento, como algo pessoal, inseparvel do sujeito, abstrao de algo que foi experimentado por algum (NONAKA; TAKEUCHI apud FONSECA, 2001, p.12).

    A realidade dos acontecimentos nas organizaes como: o compromisso com a

    excelncia na gesto, exigncia de altos ndices de produtividade, demanda por competncia

    sempre renovada de seus quadros, incremento da aprendizagem automotivada e outras levou

    Drucker (1987) a traar expresses como: organizaes de conhecimento, trabalhador do

    conhecimento e economia do conhecimento.

    Caracterizando uma era onde a gesto do conhecimento se torna um trabalho de

    grande importncia nos processos das organizaes, efetuando anlises sobre os fatos

    ocorridos nas organizaes para que estes possam servir de base para as tomadas de decises.

    Salienta-se, tambm, que na busca pela qualidade profissional gerando grandes resultados ao

    capital intelectual de uma organizao encontra-se a subdiviso de gesto por competncias

    que enfoca a aplicao desse conhecimento associada ao negcio e aos processos da

    organizao.

    Para o gerenciamento do conhecimento empresarial necessrio estimular uma cultura

    organizacional em que trabalho e aprendizagem se tornem coesos e que essa aprendizagem se

    faa de modo contnuo, no prprio ambiente de trabalho, focada nos resultados de negcio e

    para todos os envolvidos na cadeia de valor. As organizaes com estas preocupaes

    recebem a titulao de organizaes que aprendem.

    Para Fonseca (2001, p.14), estas organizaes pertencem a um tipo que cria um

    ambiente onde aprender um valor cultural, considerado como a melhor vantagem

    competitiva. Um lugar em que aprender se torna sinnimo de trabalhar e cuja estrutura

    assemelha-se a um organismo vivo com processos totalmente integrados e interdependentes,

    Revista de Cincias da Administrao v.7, n.14, jul/dez 2005 6

  • Eleonora Milano Falco Vieira, Giovana Schuelter, Vincius Medina Kern, Joo Bosco da Mota Alves

    cuja capacidade de interao, interveno e adaptao constante gera a capacidade de criar o

    futuro da empresa e do prprio mercado.

    J para Senge, (1998, p.11), as organizaes de aprendizagem so aquelas nas quais as

    pessoas expandem continuamente sua capacidade de criar os resultados que realmente

    desejam, onde surgem novos e elevados padres de raciocnio, onde a aspirao coletiva

    libertada e onde as pessoas adquirem continuamente o conhecimento de como aprender em

    grupo.

    Acredita-se que as empresas que obtero maior sucesso sero aquelas que se

    constiturem como organizaes de aprendizagem e que conseguirem descobrir como

    despertar o empenho e a capacidade de aprender das pessoas em todos os nveis da

    organizao.

    2.3 Educao a Distncia

    A aprendizagem no meio organizacional vista hoje como uma estratgia para a

    gesto do conhecimento, isto leva as empresas a investir em formas educacionais para

    aumentar o capital intelectual dos seus colaboradores. Convm citar que somente investir em

    educao no suficiente, importante que a empresa saiba administrar os novos

    conhecimentos.

    Conforme Angeloni (2002) o grande desafio para as organizaes compreender o

    que significa aprendizagem, como ela ocorre no indivduo e como se processa a transferncia

    dessa aprendizagem individual para organizacional, e, ainda, como este novo conhecimento

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