OPERAÇÕES AEROMÉ DICAS - ?· Aerocinetose Ritmo circadiano ...

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  • OPERAES AEROMDICAS ARCABOUO LEGAL/ REGULATRIO

    Ricardo Galesso Cardoso Mdico do GRAU Grupo de Resgate e Ateno s Urgncias e

    Emergncias SES/SP Mdico do 4 Esquadro de Transporte Areo FAB

  • DISCLOSURE NO H CONFLITO DE INTERESSE

  • ROTEIRO

    Lista de regulamentos/legislaes

    Definies

    Operao Aeromdica

    Consideraes Finais

  • REGULAMENTOS/LEGISLAO

    IAC 3134, de 09/jul/1999

    RBAC 135

    RBHA 91 Portaria n 2048/GM/MS, de 05/nov/2002

    Res. CFM 1671, de 09/jul/2003

    Res. CFM 1672, de 09/ju/2003

    Res. CFM 2110, 2014

  • DEFINIES

    Meio Militar: (Definies Manual Tactical Combat Casulaty Care)

    TACEVAC (Tactical Evacuation) CASEVAC (Casualty Evacuation)

    MEDEVAC (Medical Evacuation) Evacuao Aeromdica

    Meio Civil: Resgate X Transporte X Remoo ???

  • CASEVAC Evacuao de feridos utilizando plataformas no preparadas especificamente para a misso aeromdica

    Podem possuir armamento embarcado/fixo

    Utilizado em ambientes com elevado nvel de ameaa hostil

  • MEDEVAC

    Transporte de feridos por meio de plataformas preparadas especificamente para esse tipo de misso

    Identificadas com a CRUZ VERMELHA

    Equipes e equipamentos especializados

    Utilizadas preferencialmente em ambientes com baixo nvel de ameaa

  • Evacuao Aeromdica

    Transporte programado

    Entre estabelecimentos de sade

    Ambiente controlado

    Paciente estabilizado

  • DEFINIES

    Meio Civil: Resgate X Transporte X Remoo

    APH X Inter-hospitalar

  • DEFINIES

    Ministrio da Sade: Atendimento Pr-hospitalar Mvel Considera-se como nvel pr-hospitalar mvel na rea de urgncia, o atendimento que procura chegar precocemente vtima, aps ter ocorrido um agravo sua sade (de natureza clnica, cirrgica, traumtica, inclusive as psiquitricas), que possa levar a sofrimento, sequelas ou mesmo morte, sendo necessrio, portanto, prestar-lhe atendimento e/ou transporte adequado a um servio de sade devidamente hierarquizado e integrado ao Sistema nico de Sade

  • DEFINIES

    Ministrio da Sade: Podemos cham-lo de atendimento pr-hospitalar mvel primrio quando o pedido de socorro for oriundo de um cidado ou de atendimento pr-hospitalar mvel secundrio quando a solicitao partir de um servio de sade, no qual o paciente j tenha recebido o primeiro atendimento necessrio estabilizao do quadro de urgncia apresentado, mas necessite ser conduzido a outro servio de maior complexidade para a continuidade do tratamento.

  • PORTARIA 2048 GM/MS

    Definio dos Veculos de Atendimento Pr-hospitalar Mvel

    Ambulncias:

    Define-se ambulncia como um veculo (terrestre, areo ou aquavirio) que se

    destine exclusivamente ao transporte de enfermos

  • PORTARIA 2048 GM/MS

    TIPO E Aeronave de Transporte Mdico: aeronave de asa fixa ou rotativa utilizada para transporte inter-hospitalar de pacientes e aeronave de asa rotativa para aes de resgate, dotada de equipamentos mdicos homologados pelo Departamento de Aviao Civil - DAC.

  • DEFINIES

    Resgate Aeromdico

    Resgate: Tcnicas de Salvamento

  • DEFINIES

    IAC 3134:

    Aeronave ambulncia : a aeronave

    configurada para transportar enfermos com equipamentos mdicos, fixos ou removveis, e com materiais mdicos necessrios ao nvel de atendimento a ser prestado durante o voo por profissional de sade

    Transporte de enfermo : a misso de

    transportar um paciente sob cuidados mdicos, incluindo o deslocamento para o local de atuao

  • DEFINIES

    Atendimento Pr-Hospitalar Mvel Primrio por meio de Aeronave de Transporte Mdico ?

    Transporte de Enfermo por Aeronave Ambulncia ??

    Resgate Aeromdico ???

    Transporte Aeromdico Medevac ????

  • IAC 3134

    TRANSPORTE AREO PBLICO DE ENFERMOS

  • IAC 3134

    TRANSPORTE AREO PBLICO DE ENFERMOS

    Operadores que se proponham a iniciar um servio de transporte areo de enfermos, mas que ainda no so detentores de um Certificado de Homologao de Empresa de Transporte Areo (CHETA),devem conhecer esta IAC, cumprir o que for determinado ou considerar suas recomendaes. Independentemente disso, as normas do RBHA 135 so de aplicao obrigatria

    O transporte areo pblico de enfermos segue tambm as normas do CFM e dos CRM

  • IAC 3134

    HOMOLOGAO

    Os seguintes itens devem ser includos no

    manual: Um organograma da empresa onde um mdico, devidamente registrado no CRM, ocupe funo de mesmo nvel do Chefe de Operaes ou do Chefe de Manuteno

  • IAC 3134

    OPERAES Transporte de enfermos no significa, a priori, operaes sob as condies de emergncia autorizadas pela Seo 135.19 (RBAC

    135)

  • RBAC 135 135.19 Operaes de emergncia (a) Em uma emergncia envolvendo a segurana de pessoas e propriedades, o detentor de certificado pode desviar-se das regras deste regulamento relativas aeronave, aos equipamentos e aos mnimos meteorolgicos na extenso requerida para fazer frente a essa emergncia. (b) Em uma emergncia envolvendo a segurana de pessoas ou propriedades, o piloto em comando pode desviar-se das regras deste regulamento na extenso requerida para fazer frente a essa emergncia

  • IAC 3134

    reas de pouso e decolagem

    As operaes de pouso e decolagem de helicpteros em locais no homologados ou registrados devero cumprir as determinaes

    estabelecidas pela IMA 100-4 e a seo 91.327 do RBHA 91.

  • RBHA 91 91.327 - OPERAO DE HELICPTEROS EM LOCAIS NO HOMOLOGADOS OU REGISTRADOS:

    Pousos e decolagens de helicpteros em locais no homologados ou registrados podem ser realizados, como operao ocasional,

    sob total responsabilidade do operador (caso de operaes segundo o RBHA 135) e/ou do piloto em comando, conforme aplicvel,

    desde que:

  • RBHA 91 No haja proibio de operao no local escolhido;

    O proprietrio ou responsvel pelo local haja autorizado a operao;

    O operador do helicptero tenha tomado as providncias cabveis para garantir a segurana da operao, da aeronave e seus ocupantes e de terceiros;

    A operao no se torne rotineira e/ou frequente;

    Se em rea controlada, a operao seja conduzida em contato rdio bilateral com o Controle de Trfego Areo;

    Seja comunicado ao SERAC da rea, to logo seja praticvel, qualquer anormalidade

  • RBHA 91 O local selecionado atenda, necessariamente, s seguintes caractersticas fsicas: rea de pouso: a rea de pouso deve ser suficiente para conter, no mnimo, um crculo com dimetro igual maior dimenso do helicptero a ser utilizado;

    rea de segurana: a rea de pouso deve ser envolvida por uma rea de segurana, isenta de obstculos, com superfcie em nvel no superior ao da rea de pouso, estendendo-se alm dos limites dessa rea por metade do cumprimento total do helicptero a ser utilizado;

    superfcies de aproximao e de decolagem: as superfcies de aproximao e de decolagem devem fazer entre si um ngulo de, no mnimo, 90, com rampas de, no mximo, 1:8; e

    superfcies de transio: alm das superfcies definidas no pargrafo (a)(7)(iii) desta seo, e no coincidentes com elas, devem existir superfcies de transio, com incio nos limites da rea de segurana, estendendo-se para cima e para fora desses

  • IAC 3134

    OPERAES:

    O transporte de enfermos de locais onde existem condies ativas de risco (incndios, tumulto, tiroteio etc.), com a ameaa segurana da aeronave e da tripulao, no pode ser conduzido por empresas de transporte areo. Tais operaes so reguladas pela subparte K do RBHA 91 Operaes Areas Policiais e de Defesa

    Civil.

  • RESOLUO CFM n 1.671/03

    Dispe sobre a regulamentao do atendimento pr-hspitalar e d outras providncias

  • RESOLUO CFM n 1.671/03

    Tripulao mnima

    Ambulncia do tipo A: motorista

    Ambulncia do tipo B: motorista com

    treinamento em APH e um auxiliar de enfermagem habilitado em APH.

    Ambulncia do tipo C: dois profissionais com

    treinamento em APH e resgate e motorista capacitado em APH.

    Ambulncia do tipo D: motorista, enfermeira e mdico com treinamento em APH.

    Aeronaves e naves devem ter tripulao

    equivalente, conforme a gravidade do paciente a ser resgatado ou transportado

  • RESOLUO CFM 2.110/2014

    Art. 6 Os servios pr-hospitalares mveis privados de urgncia e emergncia devero ter central de regulao mdica prpria, com mdicos reguladores e intervencionistas, e estar subordinada Central de Regulao de Urgncia e Emergncia do Sistema nico de Sade (SUS),

    sempre que necessitar encaminhar pacientes para o SUS, a qual definir os fluxos de encaminhamentos para os servios pblicos

  • RESOLUO CFM 2.110/2014

    Art. 7 A responsabilidade da transferncia de pacientes na rede privada de competncia das instituies ou operadoras dos planos de sade, devendo as mesmas oferecer as condies ideais para a remoo.

  • PORTARIA 2048 GM/MS

    POLTICA NACIONAL DE ATENO S URGNCIAS

    Regulamento Tcnico dos Sistemas Estaduais de Urgncia e Emergncia

  • PORTARIA 2048 GM/MS TRIPULAO

    Aeronaves: o atendimento feito por aeronaves deve ser sempre considerado como de suporte avanado de vida

    Para os casos de atendimento pr-hospitalar mvel primrio no traumtico e secundrio, deve contar com o piloto, um mdico, e um

    enfermeiro

  • PORTARIA 2048 GM/MS Condutor de veculos de urgncia (veculo areo). Competncias/Atribuies:

    Acatar as orientaes do mdico da aeronave

    Estabelecer contato radiofnico (ou telefnico) com a central de regulao mdica e seguir suas orientaes

    Auxiliar a equipe de sade nos gestos bsicos de suporte vida

    Auxiliar a equipe nas imobilizaes e transporte de vtimas

    Realizar medidas reanimao cardiorrespiratria bsica

    Identificar todos os tipos de materiais existentes nas aeronaves de socorro e sua

  • PORTARIA 2048 GM/MS Capacitao Especfica dos Profissionais de Transporte Aeromdico

    Os profissionais devem ter noes de aeronutica e de fisiologia de voo. Estas noes de aeronutica e noes bsicas de

    fisiologia de voo devem seguir as determinaes da Diretoria de Sade da Aeronutica, e da Diviso de Medicina

    Aeroespacial, abrangendo:

  • PORTARIA 2048 GM/MS

    Noes de aeronutica: Terminologia aeronutica

    Procedimentos normais e de emergncia em voo

    Evacuao de emergncia Segurana no interior e em

    torno de aeronaves Embarque e desembarque de

    pacientes

    Noes bsicas de fisiologia de voo:

    Atmosfera

    Fisiologia respiratria Estudo clnico da hipxia

    Disbarismos Foras acelerativas em voo e

    seus efeitos sobre o organismo humano

    Aerocinetose Ritmo circadiano Gases, lquidos e vapores

    txicos em aviao Rudos e vibraes Cuidados de sade com

    paciente em voo

  • PORTARIA 2048 GM/MS

  • FLUXOGRAMA DE ATENDIMENTO

    NASCER AO POR DO SOL

    SOLICITAO (COBOM, SAMU, CONCESSIONRIAS, OUTROS)

    ANLISE DO CHAMADO

    (mdico GRAU/ Equipe guia)

    DECOLAGEM E ATENDIMENTO TERRESTRE

    TRANSPORTE AREO

    CONTATO C/ REGULAO

    E HOSPITAL DE DESTINO

  • CONSIDERAES FINAIS

    Operaes Aeromdicas no Brasil:

    Pr-Hospitalar/Resgate: Aviao de Estado e Foras Armadas

    Possibilidade de incluso de

    empresas privadas: SIM! Necessrio: desenvolver

    fluxogramas operacionais em conjunto com os rgos

    governamentais envolvidos na operao

  • CONSIDERAES FINAIS

    Operaes Aeromdicas no Brasil:

    Atentar para treinamento especfico para a operao SEGURANA!

    Desejvel: desenvolver legislao e regulamentao especficas

  • OBRIGADO!

    rgalesso@gmail.com

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