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NEWSLETTER DAIMON

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16/Junho/2015

INDICADORES ECONMICOS AGENDA DO DIA

Brasil:

o Sai o IGP-10 (divulgado pela FGV): ndice Geral de Preos (Vide notcia abaixo).

Mundo:

o Estados Unidos: Reunio FOMC Incio: Comeam as sries de reunies do FOMC (Federal Open Market Committee) do FED (banco central norte-americano) que definem o rumo da taxa de juros bsica dos EUA. Housing Starts: indicadores sobre o mercado imobilirio, alvars para construo e construes iniciadas de imveis, que ajudam a medir o nvel de atividade econmica dos EUA;

o Indonsia: Sai a Balana comercial (exportaes e importaes); o Alemanha: Sai o ndice de preos ao consumidor (IPC); o Gr Bretanha: Sai o ndice de preos ao consumidor (IPC); o Europa: Sai a Percepo econmica; o Japo: Sai a Balana comercial (exportaes e importaes); o Singapura: Balana comercial (exportaes e importaes).

NOTCIAS RELEVANTES PARA O SETOR DE ENERGIA

COPPE/UFRJ estabelece contratos com o setor de leo e gs Fonte: Indstria naval e offshore

Ser lanada na Coppe/UFRJ a unidade Embrapii-Coppe de Engenharia Submarina destinada a desenvolver projetos voltados para o setor de leo e gs. Na ocasio sero assinados os primeiros contratos da nova unidade com as empresas Petrogal, FMC Technologies e TR Subsea. O evento ser realizado, s 11 horas, no auditrio da Coppe, no Centro de Tecnologia 2 (CT 2), na Cidade Universitria. A Embrapii-Coppe receber ao longo de 6 anos um total de R$ 90 milhes da Embrapii, empresa vinculada ao Ministrio da Cincia, Tecnologia e Inovao (MCTI), cujo objetivo aproximar indstria, centros de pesquisa e universidades. A unidade Embrapii-Coppe atualmente rene 22 laboratrios com larga experincia na realizao de ensaios e projetos de pesquisa na rea de

subsea. A nova unidade beneficiar, sobretudo, empresas de pequeno e mdio porte que atuam no setor de leo e gs. Os recursos financeiros, a expertise e a infraestrutura da Coppe no desenvolvimento de novos produtos e processos aumentaro a competitividade dessas empresas no mercado mundial.

https://www.portosenavios.com.br/noticias/ind-naval-e-offshore/30375-coppe-ufrj-lanca-unidade-embrapii-coppe-e-firma-contratos-com-o-setor-de-oleo-e-gashttps://www.portosenavios.com.br/noticias/ind-naval-e-offshore

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TCU responsabiliza conselho de Furnas por irregularidade em Serra do Faco Fonte: Canal energia

O Tribunal de Contas da Unio responsabilizou dirigentes e conselheiros de Furnas por irregularidades na reestruturao da empresa Serra do Faco Participaes S.A. em 2008, com a entrada na sociedade da Companhia Energtica Serra da Carioca II. A operao aprovada pelo Conselho de Administrao sem a devida cautela na avaliao do novo scio foi rejeitada pelo BNDES, que obrigou a estatal a pagar R$ 7,6 milhes por atraso na assinatura do contrato de financiamento da UHE Serra do Faco. No inicio deste ms, o TCU aplicou multa individual de R$ 15 mil a Valter Cardeal, atual diretor de gerao da Eletrobras e presidente do conselho na poca; Luiz Paulo Conde, ento diretor-presidente de Furnas e conselheiro; Carlos Agenor Magalhes da Trindade (diretor

de construo); Luiz Fernando Silva de Magalhes Couto (diretor de gesto corporativa); Fbio Machado Resende e Ricardo de Gusmo Dornelles (conselheiros). O nico membro do conselho poupado foi Mrcio Zimmermann, ex-secretrio executivo do Ministrio de Minas e Energia e atual presidente da Eletrosul. A reestruturao da Sefac, responsvel pela construo da usina, foi aprovada em janeiro de 2008, durante a gesto de Conde. Ela envolveu a substituio do scio Oliveira Trust Servicer S/A pela Cesc. Os outros acionistas da hidreltrica localizada em Gois so Alcoa Alumnio S/A, Camargo Corra Energia S/A, DME Energtica Ltda. e Camargo Corra S/A. Entre as suspeies apontadas pelo tribunal no processo esto a criao da Companhia Energtica Serra da Carioca II dias antes de seu ingresso como scia na empresa Serra do Faco, com capital social de R$ 1.000,00, em um negcio de R$ 600 milhes. O TCU apurou que a empresa no tinha experincia no setor eltrico e era desconhecida dos demais scios da Sefac.

Aprovado reajuste tarifrio da Copel (PR) Fonte: ANEEL

A Agncia Nacional de Energia Eltrica (ANEEL) aprovou o reajuste tarifrio da Copel Distribuio S/A. Para os consumidores residenciais (Classe B1) o reajuste ser de 14,62%. Os novos valores sero aplicados a partir de 24/6 para 4,3 milhes de unidades consumidoras localizadas em 396 municpios do Paran. O efeito mdio da alta tenso refere-se s classes A1 (>= 230 kV), A2 (de 88 a 138 kV), A3 (69 kV) e A4 (de 2,3 a 25 kV). Para a baixa tenso, a mdia engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural: subclasses, como agropecuria, cooperativa de eletrificao rural, indstria rural, servio pblico de irrigao rural); B3 (Industrial, comercial, servios e outras atividades, poder pblico, servio pblico e consumo prprio);

e B4 (Iluminao pblica). Ao calcular o reajuste, a Agncia considera a variao de custos que a empresa teve no ano. O clculo inclui custos tpicos da atividade de distribuio, sobre os quais incide o IGP-M, e outros custos que no acompanham necessariamente o ndice inflacionrio, como energia comprada, encargos de transmisso e encargos setoriais.

Efeito mdio por classes de tenso Variao (%)

Alta Tenso em mdia (indstrias) 15,61%

Baixa Tenso em mdia 15,09%

Mdia (Baixa Tenso e Alta Tenso) 15,32%

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Braslia ter estao de metr movida a energia solar Fonte: Ambiente Energia

A primeira estao de metr totalmente sustentvel e alimentada com energia solar ser inaugurada em Braslia. A obra uma parceria entre o Metr-DF e uma empresa chinesa, ser implantada na Estao Guariroba, em Ceilndia. Segundo a Companhia do Metropolitano a inaugurao do metr est prevista para setembro deste ano, como parte de uma ao do Programa Metr Sustentvel. As cidades de Milo, Nova Iorque e Nova Deli j tm projetos similares, o que ser inaugurado no DF ser o primeiro da Amrica Latina. A empresa responsvel pelo projeto afirma que a previso de que ele seja implantados em mais 23 estaes do DF. A substituio de veculos movidos a gasolina por veculos eltricos tambm uma das aes planejadas pelo Metr-DF. Testes sero

realizados no DF para verificar a viabilidade de utilizao de toda a frota, que hoje de 46 veculos, por unidades eltricas.

Japo projeta investir em energia nuclear em maior escala Fonte: Energio Nordeste

Apesar de estar em alta, a energia solar est perdendo espao no Japo para a energia nuclear. O Governo do pas considera considera que a energia solar ainda muito cara e que, por isso, ocupar um papel menor at 2030. A utilizao da energia nuclear em maior escala uma forma de reduzir o preo da energia no pas. Um estudo feito pelo Ministrio da Economia, Comrcio e Indstria do Japo, situa o custo da energia gerada por centrais fotovoltaicas em 2030 em 15,5 ienes (11 cntimos de euro) por quilowatt/hora, face aos 10.1 ienes (7 cntimos de euro) das centrais nucleares. Para os especialistas japoneses, apesar do grande investimento feito pelo pas na fonte solar, ela dever atingir apenas 7% do total de toda a eletricidade consumida em 2030, devido aos

custos elevados.

Reajuste tarifrio da Energisa Nova Friburgo (Rio de Janeiro) aprovado Fonte: ANEEL

A Agncia Nacional de Energia Eltrica (ANEEL) aprovou o reajuste tarifrio da empresa Energisa Nova Friburgo Distribuidora de Energia S/A. Para os consumidores residenciais (Classe B1) o reajuste ser de 13,32%. Os novos valores sero aplicados a partir de do dia 18/6 para 101 mil unidades consumidoras localizadas no municpio de Nova Friburgo no Rio de Janeiro. O efeito mdio da alta tenso refere-se s classes A1 (>= 230 kV), A2 (de 88 a 138 kV), A3 (69 kV) e A4 (de 2,3 a 25 kV). Para a baixa tenso, a mdia engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural: subclasses, como agropecuria, cooperativa de eletrificao rural, indstria rural, servio pblico de irrigao rural); B3 (Industrial, comercial, servios e outras atividades, poder pblico,

servio pblico e consumo prprio); e B4 (Iluminao pblica). Ao calcular o reajuste, a Agncia considera a variao de custos que a empresa teve no ano. O clculo inclui custos tpicos da atividade de distribuio, sobre os quais incide o IGP-M, e outros custos que no acompanham necessariamente o ndice inflacionrio, como energia comprada, encargos de transmisso e encargos setoriais.

https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2015/06/brasilia-tera-estacao-de-metro-movida-energia-solar/26341https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/tag/energia-solarhttps://www.ambienteenergia.com.br/index.php/tag/veiculos-eletricoshttps://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2015/06/japao-quer-investir-em-energia-nuclear-em-maior-escala/26155https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/tag/energia-nuclearhttps://www.ambienteenergia.com.br/index.php/tag/energia-nuclearhttps://www.ambienteenergia.com.br/index.php/tag/energia-nuclear

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Efeito mdio por classes de tenso Variao (%)

Alta Tenso em mdia (indstrias) 16,33%

Baixa Tenso em mdia 13,47%

Mdia (Baixa Tenso e Alta Tenso) 14,07%

Empresas poluidoras iro pagar por painis solares nos EUA Fonte: Ambiente Energia

A lei estadual que exige medidas compensatrias das companhias poluidoras no Estados Unidos trouxe uma impo