Métodos de Análise Regional e Urbana II Modelos Aplicados de Equilíbrio Geral Modelos Regionais EGC.

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<ul><li> Slide 1 </li> <li> Mtodos de Anlise Regional e Urbana II Modelos Aplicados de Equilbrio Geral Modelos Regionais EGC </li> <li> Slide 2 </li> <li> Equilbrio geral computvel e anlise regional Caracterticas Desejveis Possveis Aplicaes Questes de modelagem </li> <li> Slide 3 </li> <li> Referncias Isard, W., I. J. Azis, M. P. Drennan, R. E. Miller, S. Salzman, and E. Thorbecke. Methods of Interregional and Regional Analysis. Ashgate, Brookfield, VT., 1998. Partridge, M. D. and D. Rickman. "Regional Computable General Equilibrium Modeling: A Survey and Critical Appraisal." International Regional Science Review 21 (1998): 205-248. Vargas, E., D. Schreiner, G. Tembo, and D. Marcouiller. Computable General Equilibrium Modeling for Regional Analysis. Regional Research Institute, West Virginia University, 1999. (www.rri.wvu.edu/WebBook/Schreiner/contents.htm) </li> <li> Slide 4 </li> <li> Slide 5 </li> <li> http://www.usp.br/nereus/ </li> <li> Slide 6 </li> <li> Equilbrio geral computvel e anlise regional Insumo-Produto regional ou inter-regional Equilbrio geral walrasiano com preos fixos Alteraes na economia regional so proporcionais s variaes exgenas EGC regional ou inter-regional Equilbrio geral walrasiano com preos flexveis Alteraes na economia regional no so proporcionais s variaes exgenas Elasticidades de oferta e demanda </li> <li> Slide 7 </li> <li> Equilbrio geral computvel e anlise regional Modelos EGC Trabalhos aplicados surgem nos anos 70 Exploso de aplicaes para diversos pases e temas Tributao, comrcio, meio-ambiente, energia, etc.. Modelos EGC regionais Aplicaes aparecem em meados dos anos 80 Menor disseminao Limitao de dados Questes tericas no-resolvidas Ainda uma melhor alternativa a modelos de equilbrio parcial, I-P ou MCS (matriz de contabilidade social) </li> <li> Slide 8 </li> <li> Modelos EGC regionais Bottom-upBottom-up Duas ou mais regies endgenas Comportamento dos agentes modelado no espao regional Resultados amplos (e.g. nacionais) so agregaes dos resultados regionais Top-downTop-down Uma regio (ou pas) endgena Comportamento dos agentes modelado no espao amplo (nacional) Resultados regionais via decomposio por participaes (shares) </li> <li> Slide 9 </li> <li> Modelos EGC regionais (bottom-up) Modelagem Em geral, segue padro de modelos nacionais Firmas maximizam lucro, famlias max. utilidade, mercados de bens e fatores competitivos, etc.. Complicaes adicionais Comrcio inter-regional Mobilidade de fatores (trabalho) Poupana e investimento regionais podem diferir Interao entre governos locais e nacionais (transfer6encias, poltica tributria, etc.) </li> <li> Slide 10 </li> <li> Produo Predominam Cobb-Douglas e CES Estruturas hierarquizadas: tratamento diferenciado entre insumos intermedirios e fatores primrios Insumos intermedirios: locais ou importados (regies ou resto do mundo) Substituio imperfeita por origem via CES (hiptese de Armington) Fatores primrios: CES Modelos EGC regionais modelagem </li> <li> Slide 11 </li> <li> Produo Composto intermedirio e composto de fatores primrios Substituio imperfeita via CES, ou Leontief (proporo fixa) Uso de fatores responde a preo Importaes de bens intermedirios respondem a preo Modelos EGC regionais modelagem </li> <li> Slide 12 </li> <li> Demandas privadas Famlia regional demanda bens locais e importados (outras regies ou resto do mundo) Gerao de renda: emprego do fator ou residncia do proprietrio p. ex. propriedade inter-regional do capital </li> <li> Slide 13 </li> <li> Modelos EGC regionais modelagem Funo de utilidade regional Cobb-Douglas ou CES (mais comuns) Stone-Geary gera o sistema linear de gastos, LES Generalizao da Cobb-Douglas mas no-homottica </li> <li> Slide 14 </li> <li> Modelos EGC regionais modelagem Estrutura de consumo em nveis Bens compostos na funo utilidade Coeficientes fixos ou pequena substituio Composto domstico Agregao CES dos bens de diferentes regies domsticas Composto importado Agregao CES dos bens importados do resto do mundo </li> <li> Slide 15 </li> <li> Modelos EGC regionais modelagem Exportaes para o resto do mundo Resto do mundo exgeno, hiptese de pas pequeno no comrcio mundial Funes de Armington Produo para merc. domstico ou externo via CES (vrios mercados) ou CET (nico bloco) Elasticidade-preo constante </li> <li> Slide 16 </li> <li> Modelos EGC regionais modelagem Governo regional, alternativas: Gasto ligado renda das famlias na regio Agregado ao governo federal, gasto exgeno regio Setor produtivo que demanda insumos, gasto ligado renda das famlias ou arrecadao de impostos </li> <li> Slide 17 </li> <li> Modelos EGC regionais modelagem Mercado de fatores Geralmente, competio perfeita Agentes tomadores de preos, equilbrio entre oferta e demanda Fatores escolhidos dependem da aplicao, em geral incluem capital e trabalho Grau de mobilidade depende a aplicao e do fator produtivo </li> <li> Slide 18 </li> <li> Modelos EGC regionais modelagem Mercado de fatores Anlises de curto prazo: imobilidade de fatores Retorno dos fatores varia por regio e, na regio, entre setores Migrao lquida nula mesmo com diferenciais de renda real (mobilidade imperfeita de trabalho) Preferncias locacionais diferenciadas Estimativas economtricas de migrao lquida </li> <li> Slide 19 </li> <li> Modelos EGC regionais modelagem Mercado de fatores Anlises de longo prazo: mobilidade de fatores Retorno dos fatores equalizado por regio e setores Diferencias compensatrios por regio ou setor Retornos diferenciados no equilbrio do caso (ano) base Mobilidade leva de volta ao caso base </li> <li> Slide 20 </li> <li> Modelos EGC regionais modelagem Mercado de fatores Anlises de longo prazo: fatores regionais especficos Terra em aplicaes para questes agrcolas ou ambientais Recursos naturais especficos para aplicaes em produo de energia Terra especfica para setor energtico Terra que pode ser transferida entre outros setores produtivos </li> <li> Slide 21 </li> <li> Modelos EGC regionais modelagem Mercado de produtos Geralmente, competio perfeita Agentes tomadores de preos, equilbrio entre oferta e demanda Receita marginal iguala preo e independente da produo Lucro zero (igualdade entre custo de produo e preo de venda) Margens de transporte e impostos: diferena entre custo de produo e preo para demanda final </li> <li> Slide 22 </li> <li> Modelos EGC regionais modelagem Mercado de produtos Barreiras entrada Distribuio do lucro excedente Oligoplio: interao estratgica, regional ou inter-regional, dos setores Preos regionais fixos pelo oligopolista nacional, lucro excedente absorvido na economia nacional </li> <li> Slide 23 </li> <li> Modelos EGC regionais modelagem Parmetros Ano-base para soluo inicial (calibragem)\ Cobb-Douglas: coeficientes de I-P representam participaes CES: elasticidades em cada nvel Obtidas da literatura ou de acordo com o julgamento do pesquisador LES: parmetros regionais adicionais Soluo reproduz o ano-base No necessrio em modelos do tipo Johansen </li> <li> Slide 24 </li> <li> Modelos EGC regionais modelagem Alteraes em variveis exgenas: equilbrio contrafactual Ano-base x Contrafactual: alteraes nas variveis endgenas Soluo GAMS Algoritmos de soluo GEMPACK Modelos linearizados, inverso matricial </li> <li> Slide 25 </li> <li> Modelos EGC regionais aplicaes Impacto regional multiplicador de alteraes na demanda final Efeitos regionais de tarifas e polticas fiscais federais Efeitos regionais de polticas agrcolas, ambientais e de recursos naturais Efeitos regionais de polticas fiscais locais Efeitos regionais de polticas de transporte </li> <li> Slide 26 </li> <li> Modelos EGC regionais aplicaes no Brasil Fonte: Santos (2010) </li> <li> Slide 27 </li> <li> Modelos EGC regionais problemas e questes Representao do subsistema de consumo Estrutura de produo Economias de escala em transportes, externalidades e imperfeies de mercado Comportamento do governo, do Resto do Mundo e sequncias de feedbacks Parmetros </li> <li> Slide 28 </li> <li> Modelos EGC regionais problemas e questes Representao do subsistema de consumo Cobb-Douglas pode ser problemtica Participao constante no gasto Estudos sugerem diferenciao entre bens (luxo, normais, inferirores) CES ou LES so preferveis, se estimativas de diferenciao no consumo esto disponveis AIDS e GAIDS podem ser adotadas </li> <li> Slide 29 </li> <li> Modelos EGC regionais problemas e questes Estrutura de produo Coeficientes fixos de capital e trabalho (Cobb- Douglas) pouco realistas Leontief entre intermedirios e valor adicionado questionvel para um modelo geral CES/nveis limitada se existe substituio entre VA e elementos de consumo intermedirio (e.g. energia e capital) Soluo pode ser diferentes estruturas de produo para grupos de setores regionais </li> <li> Slide 30 </li> <li> Modelos EGC regionais problemas e questes Economias de escala em transportes, externalidades e imperfeies de mercado Retornos crescentes e economias de escala em transportes no so adequadamente modeladas Incorporao de retornos crescentes gera problemas quanto escolha do numerrio e o sistema de preos relativos Incorporao de oligoplios e monoplios Questes quanto ao comportamento, interaes e externalidades </li> <li> Slide 31 </li> <li> Modelos EGC regionais problemas e questes Comportamento do governo, do Resto do Mundo e sequncias de feedbacks Planos de longo-prazo do governo no so adequadamente modeladas Feedbacks do resto do mundo e do governo (qdo exgenos) no so considerados Relevncia das recomendaes de poltica so questionveis, mas insights so valiosos </li> <li> Slide 32 </li> <li> Modelos EGC regionais problemas e questes Parmetros Estimativas na literatura inconsistentes com o modelo utilizado Estimao economtrica do modelo prefervel Falta de dados, custo Ao invs de ano-base, mdia de vrios perodos para calibragem Anlise de sensibilidade Robustez dos resultados, identificao de parmetros-chave Mtodos computveis j desenvolvidos (GEMPACK) </li> <li> Slide 33 </li> <li> TCDP Modelo EGC didtico baseado no TERM para o Brasil </li> <li> Slide 34 </li> <li> Modelo didtico TCDP TCDP: verso didtica do TERM para o Brasil 1) Ano base 2003 2) 5 macro-regies do IBGE (Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste) 3) 7 setores: agropecuria, extrativa mineral, indstria, SIUP, construo, margens de transporte e comrcio, servios 4) 11 categorias de uso: 7 setores, famlias, investimento, exportaes e governo 5) Estrutura similar ao modelo TERM I. HORRIDGE, M., J. MADDEN e G. WITTWER. The impact of the 2002-2003 drought on Australia. Journal of Policy Modeling, v.27, n.3, 2005/4, p.285-308. 2005. II. http://www.monash.edu.au/policy/term.htm http://www.monash.edu.au/policy/term.htm III. DOMINGUES, E. P. ; MAGALHES, A. S. ; FARIA, W. R. Infra-estrutura, crescimento e desigualdade regional: uma projeo dos impactos dos investimentos do PAC em Minas Gerais. Pesquisa e Planejamento Econmico (Rio de Janeiro), v. 39, p. 121-158, 2009. 34 </li> <li> Slide 35 </li> <li> Base de dados: TERM-Cedeplar e TCDP 1. Matriz de insumo-produto nacional de 2003, com as desagregaes de contas a partir da metodologia proposta em Guilhoto e Sesso Filho (2005); 2. Matrizes de comrcio interestadual (Vasconcelos e Oliveira, 2006; Magalhes (2007); 3. Comrcio externo estadual por setor e porto de comercializao (ALICEWEB, SECEX); 4. Consumo das famlias por produto e unidade da federao - POF (Pesquisa de Oramento Familiar); 5. Contas regionais do Brasil; 6. Contas Nacionais; 7. Regionalizao das Transaes do setor pblico; 8. Regionalizaes especficas da Pesquisa Industrial Anual e Pesquisa Anual dos Servios (Lemos, Moro, Domingues et al.,2005; Domingues, Ruiz, Moro et al., 2006); 9. Atualizao do banco de dados automatizada para a incorporao de novas informaes 35 </li> <li> Slide 36 </li> <li> Fluxos do banco de dados do modelo TCDP </li> <li> Slide 37 </li> <li> Base de dados matrizes de comrcio (TRADE) 37 TRADE (AGP, dom)1 Norte2 Nordeste3 Sudeste4 Sul5 COeste 1 Norte 7,730 3,222 2,116 91 219 2 Nordeste 108 26,668 4,441 118 173 3 Sudeste 52 266 74,029 175 105 4 Sul 490 2,697 21,311 57,577 865 5 COeste 644 936 10,684 3,627 12,925 TRADE (AGP, imp)1 Norte2 Nordeste3 Sudeste4 Sul5 COeste 1 Norte 59 1 - - - 2 Nordeste 13 359 2 10 2 3 Sudeste 100 318 2,292 445 283 4 Sul 34 113 199 1,073 88 5 COeste 1 - - 4 13 origem destino origem destino Agropecuria Comercio Domstico Comrcio Importado </li> <li> Slide 38 </li> <li> 38 USE (Norte, dom)1 AGP2 EXT3 IND4 SIUP5 CNT6-Mar7 SERV8 HOU9 INV10 GOV11 EXP 1 AGP243953078401432236943210190 2 EXT482021040258110001126 3 IND292461115535260439640494920162023242011710 4 SIUP71997271244211476681292000 5 CNT1116419476424480750002 6-Mar277929161560942785329000190 7 SERV89141527653578251449636414914119246861404 Base de dados matrizes de uso (BSMR) USE (Norte, imp)1 AGP2 EXT3 IND4 SIUP5 CNT6-Mar7 SERV8 HOU9 INV10 GOV11 EXP 1 AGP46611725106704263900 2 EXT481011068812281370000 3 IND241279735918810318438267483185771108900 4 SIUP1236366586560196223000 5 CNT00000000000 6-Mar2042713411228117229000 7 SERV221545254233941722778498433932700 Norte Uso de bens Domsticos Uso de bens Importados Demanda Final </li> <li> Slide 39 </li> <li> Mecanismo de composio da demanda no modelo fluxos domsticos 39 Note que todos os usurios domsticos do bem i na regio r compartilham a mesma estrutura de oferta por origem (pool) Alimentos em MG </li> <li> Slide 40 </li> <li> 40 Mecanismo de composio da demanda no modelo fluxos importados Alimentos em MG Note que todos os usurios domsticos do bem i na regio r compartilham a mesma estrutura de oferta por origem (pool) </li> <li> Slide 41 </li> <li> Mecanismo de composio da demanda no modelo Exportaes 41 As exportaes domsticos do bem i na regio r representam o ponto de sada e podem ser produzidas em diversas regies Exportaes de Alimentos por MG </li> <li> Slide 42 </li> <li> 42 bem 1...bem 36 Fatores Primrios Outros custos CES TrabalhoCapital CES Trabalho 1... Trabalho 10 Leontief bem 1...bem 36 Atividade CET Terra Estrutura hierrquica da tecnologia de produo Substituio por origem </li> <li> Slide 43 </li> <li> Estrutura hierrquica da demanda regional das famlias </li> <li> Slide 44 </li> <li> Estrutura hierrquica da composio do investimento </li> <li> Slide 45 </li> <li> Taxas de retorno e investimento No caso de expectativas estticas, a taxa de retorno real : gret(i,d)= pcap(i,d) - pinvitot(i,d); ggro(i,d) = finv1(i,d) + 0.33*[2.0*gret(i,d) -invslack]; xinvitot(i,d) = ggro(i,d) + xcap(i,d) </li> <li> Slide 46 </li> <li> Taxas de retorno e investimento Exemplo : gret(i,d)= pcap(i,d) - pinvitot(i,d); ggro(i,d) = finv1(i,d) + 0.33*[2.0*gret(i,d) -invslack]; xinvitot(i,d) = ggro(i,d) + xcap(i,d) </li> <li> Slide 47 </li> <li> Mercado de trabalho/migrao Equation E_flabsup # Inter-regional labour migration or labour supply # (all,o,OCC)(all,d,DST) ! 1.0 represents an elasticity value ! xlab_i(o,d) = 1.0*[plab_i(o,d)-pfin("Hou",d)] + flabsup(o,d) + labslack(o) + labslack_o; No fechamento padro: Exogenous labslack ; ! OCC Slack to allow occ-specific employment constraint Exogenous l...</li></ul>

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