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Ed 11 Set Out 11

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  • Ano IX - Edio 11

    E os objetivos para o desenvolvimento do pr-sal, pgina 4.

    Palavra da DiretoriaPor Jair Villar, pgina 2

    Oil & GasPr Sal, um novo horizonte para conduzir o Brasil, pg. 5; Distribuio de Royalties; Desenvolvimento Sustentvel, pg. 6.

    Em DestaqueFenasucro 2011, o maior evento do setor sucroenergtico, pginas 7, 8 e 9.

    Bem EstarSade, pgina 10; Gente excelente no tem emprego, tem responsabilidade; Culinria, pg. 11

    Nossa GenteDupla Rally dos Sertes e Campanha do Agasalho 2011, pg. 12; Saindo de Frias, Gente Nova, Piadas, pgina 13; Aniversa-riantes Carmar e HCI, pginas 14 e 15

  • EXPE

    DIEN

    TE

    02

    Palavra da DiretoriaO Jornal Conexo uma

    publicao internadirigida a seus funcionrios e clientes das empresas do grupo HCI e realizada pela

    poca+ comunicaes.

    Comisso de Edio:Marcos Caruso

    (HCI)Patrcia Martins

    (HCI)Tassia Dalanora

    (HCI)Rosangela Andrade

    (HCI)Solange Ferraz(CARMAR)

    Leonidas Rodrigues(CARMAR)

    Criao:Andr Scaringella

    Editorao:Reivisson Cas

    Textos:Andressa Noitel

    Ano IX,Edio de n 11 - 2011Tiragem desta edio

    2.000 exemplares

    Jair VillarDiretorComercialHCI

    Prezados colaboradores e clientes, esta edio do Conexo HCI est ainda mais interessante, pois durante este ano de 2011, como estava planejado, participa-mos de mais uma excelente feira e tivemos um saldo bem positivo. Um dos mais im-portantes encontros do setor sucroenerg-tico, a Fenasucro & Agrocana 2011, aconte-ceu em Sertozinho/SP e estvamos l com um stand temtico, onde foi possvel rece-ber clientes, prospects e demonstrar a este exigente pblico visitante, nossos produtos e servios, bem como nos diferenciarmos neste importante setor. Esta feira tambm pode deixar mais claro, nosso comprometimento e, prin-cipalmente, foco naquilo que essencial pa-ra atingirmos nossos objetivos. Teremos a matria sobre o pr-sal, destacando seus avanos, investimentos e demonstra como este setor est altamente em expanso, direcionando as empresas a qualificao contnua, buscando mais com-petitividade e diferenciao. O subsecre-trio de Petrleo, Gs e Minerao da Secretaria de Energia do Estado de So Paulo, Sr. Antonio Henrique Costa Gross, tambm nos concedeu uma entrevista, des-tacando as principais atribuies da secre-taria, bem como os desafios do presente e futuro. Concluindo, estamos avanando em vrios setores e destacamos sempre nosso compromisso com a qualidade e o cresci-mento junto aos nossos clientes, fornece-dores e colaboradores. Muito obrigado e tenham todos uma tima leitura.

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    ENTREVISTA

    1- Por gentileza, conte-nos sobre a criao da Secre-taria da Energia e seus objetivos. AHCG - Recriada em janeiro de 2011 pelo governador Geraldo Alckmin, a Secretaria de Energia uma gestora de polticas pblicas cujo objetivo garantir o suprimento, a universaliza-o e a qualidade do fornecimento de energia no Estado de So Paulo. Sua meta assegurar a oferta dos insumos energticos necessrios ao desenvolvimento do Estado e qualidade de vi-da do cidado. O secretrio estadual de Energia o deputado federal Jos Anbal. Para atender s necessidades econmicas e sociais da populao do Estado de So Paulo, a Secretaria foi dividida em quatro subsecreta-rias, cada uma delas voltada a um setor estra-tgico: Energia Eltrica; Energias Renovveis; Petrleo e Gs Natural; e Minerao. Alm das subsecretarias, compem a Secretaria o Con-selho Estadual de Petrleo e Gs (CEPG) e o Conselho Estadual de Poltica Energtica (CEPE), cujo objetivo aumentar a inter-locuo com os diversos setores da sociedade na rea energtica. As empresas CESP e Emae tambm so ligadas Secretaria de Energia do Estado de So Paulo.

    2- O Pr-sal j est impactando na economia dire-ta e indiretamente. Como o Governo do Estado de So Paulo, atravs da Secretaria da Energia, pre-tende atuar e que condies desenvolve para este novo e crescente negcio? AHCG - A atuao da Subsecretaria de Petrleo e Gs, est voltada para a criao de condies estruturais que ajudem a catalisar o desenvolvimento econmico e social a partir dos investimentos na explorao do pr-sal no litoral paulista. O objetivo desenvolver, supervisionar e aprimorar aes que favoream a qualificao de mo de obra, a inovao tecnolgica, a com-petitividade econmica, a eficincia energtica e a sustentabilidade ambiental. O pr-sal uma alavanca para a qualifica-

    Antonio Henrique Costa Gross

    Em entrevista, Antonio Henrique Gross destaca os objetivosda Secretaria da Energia, bem como da Subsecretaria e

    Petrleo e Gs, e os desafios da atualidade.

    o profissional e das empresas e segundo estu-dos, o Brasil precisar de mais 200 mil profissio-nais qualificados at 2015 para atuar na indstria de petrleo e gs. Como a parcela substancial do petrleo e gs est na Bacia de Santos, o Estado de So Paulo sediar um plo petrolfero que dever produzir 1,8 milho de barris diariamente. Por is-so, o governo do Estado criou o Programa Paulis-ta de Petrleo e Gs Natural (PPPGN) e institu-iu o Conselho Estadual de Petrleo e Gs Natural do Estado de So Paulo (CEPG). Esse conselho acompanhar a implementao das aes do PPP-GN, alm de fomentar e articular aes nos dife-rentes nveis do governo, da sociedade civil e da iniciativa privada. Cabe Secretaria de Energia a coordenao executiva do CEPG, o acompanha-mento das deliberaes e articulaes do PPPGN, alm da organizao e sistematizao das informa-es e dados relacionados aos projetos e aes do setor. De acordo com a pauta da ltima reunio entre o secretrio Jos Anbal, o governador Ge-raldo Alckmin e o presidente da Petrobrs Srgio Gabrielli, foram discutidos os investimentos e pro-jetos em torno da explorao do pr-sal na Bacia de Santos. O presidente da Petrobrs citou que as novas plataformas de explorao de petrleo vo exigir, diariamente, 300 empregados altamente especializados. Ao longo dos prximos anos, esse nmero pode chegar a 20 mil novos profissionais. De acordo com o secretrio Jos Anbal, o gover-no do Estado tem feito um grande esforo para essa qualificao, incluindo, entre outros, o cen-tro Paula Souza e as universidades. A Politcnica da USP, por exemplo, est instalando em Santos o curso de Engenharia de Petrleo. 3- Como a Secretaria da Energia auxilia as empresas pre-sentes no Estado e a novas empresas estabelecendo-se no Estado cujo interesse no setor de Oil&Gs / Offshore? AHCG - A Secretaria tem atuado em vrias frentes. Por exemplo: temos buscado fomentar a capacitao rpida de mo de obra (2 meses em mdia), especialmente de qualificao bsica, pa-

    ra atender demandas da cadeia do Pr-sal. Em parceria com o Centro Paula Souza, a Secreta-ria definiu as qualificaes para os cursos volta-dos para a cadeia do Pr-sal, que comearo a ser ofertados a partir de 2012. Esto previstas 480 vagas para o litoral, voltadas reas de grande de-manda no mercado: eletricidade bsica, almoxa-rife estoquista, assistente de logstica, de logstica porturia, informtica, apoio administrativo. Os cursos devem ser ministrados em Santos, Praia Grande, Perube, Itanham, Guaruj e Bertioga.Alm disso, a Secretaria vem operacionalizando o Decreto 56.074, de 9 de agosto de 2010, que es-timula a promoo de aes de fomento para a capacitao de empresas fornecedoras de produ-tos e servios para a indstria do petrleo.

    4- Quais so os outros desafios para a Secretaria de Energia nos prximos anos? AHCG - Um dos maiores desafios da Se-cretaria de Energia manter o compromis-so do conceito de Matriz Limpa, ou seja, au-mentando a oferta de energia para sustentar o crescimento econmico sem agredir o meio ambiente. Sabe-se que o Brasil possui a matriz energtica mais limpa do mundo, com 45,3% de sua produo proveniente de fontes como recursos hdricos, biomassa e etanol, alm das energias elica e solar. As usinas hidreltricas so responsveis pela gerao de mais de 75% da eletricidade do Pas. So Paulo no dife-rente: dos quase 20 mil MW de energia eltri-ca gerada internamente, cerca de 15 mil MW so produzidos praticamente sem custo ambiental pelas hidreltricas. S a CESP, Companhia Ener-gtica de So Paulo, produz hoje 10% da eletri-cidade do Brasil. Dentre as outras formas de gerao de energia eltrica a partir de fontes renovveis, o estado detm 55% das unidades geradoras e potncia instalada no pas.

    Foto: Arquivo da Assessoria de Imprensa Secretaria de Energia do Estado de So Paulo, outubro/2011

    Subsecretrio de Petrleo e Gs,Secretaria de Energia do Estado de So Paulo

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    Pr Sal, um novo horizonte para conduzir o BrasilO Brasil de hoje um pas em constan-te crescimento, cheio de oportunidades e de consumo acelerado, cosmopolita, com uma posio geopoltica forte na Amrica Latina e repleto de toda a riqueza natural em re-cursos minerais e energticos. Mas, mesmo em tempos de crise, deve estar atento s estas rique-zas, como o pr-sal, o novo horizonte capaz de conduzir mais e melhor o pas. Em um debate sobre o pr-sal promovido em So Paulo, em agosto, muitas empresas direta e indiretamente ligadas, governo e setores envolvi-dos discutiram o presente e o futuro do pr-sal. Eloi Fernndez y Fernndez, diretor-geral da Organizao Nacional da Indstria do Petrleo (Onip), apresentou um estudo onde consta uma estimativa sobre a explorao do petrleo da ca-mada do pr-sal, que deve estimular o crescimen-to de vrios setores da indstria, gerando mais de 2 milhes de empregos at 2020. A cadeia do petrleo e gs ser a maior responsvel pe-los investimentos no Brasil at 2014, completou Fernndez. De acordo com ele, dos R$ 611 bilhes pre-vistos em investimentos pela indstria para os prximos quatro anos, R$ 378 bilhes (62%) sero aplicados por empresas do setor. Esse valor vai representar metade dos investimentos em in-fraestrutura do pas at 2014. Para Fernndez, a maior parte desse investi-mento vir da Petrobras, que segundo Jos Ser-gio Gabrielli, presidente da empresa, e que tam-bm participo