civil direito civil - concurseria · ementa da disciplina de direito civil: decreto-lei nº 4.657,...

Post on 21-Jul-2020

2 Views

Category:

Documents

0 Downloads

Preview:

Click to see full reader

TRANSCRIPT

Direito Civil CFO

Dir

eito

Civ

il

Ementa da Disciplina de Direito Civil:

Decreto-lei nº 4.657, de 4 de setembro de 1942, Lei de introdução às normas do direito brasileiro. Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, institui o Código Civil. Das Pessoas (art. 1º a 78). Dos Bens (art. 79 a 103). Do negócio jurídico (art. 104 a 184). Dos atos jurídicos lícitos (art. 185). Dos atos ilícitos (art. 186 a 188). Da responsabilidade civil (art. 927 a 954).

Ed

ita

lnº

09

1/2

01

7

Art. 1º: Toda pessoa é capaz de direitos e deveres na ordem civil.

Conceito de sujeito de direitos, e não de capacidade jurídica.

Su

jeit

od

e D

ire

ito

s

Art. 2º: A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro.

Conceito de personalidade jurídica, que começa com o nascimento com vida. Pode-se falar em nascituro quando se tem a nidação do zigoto, ou seja, a implantação da célula ovo (óvulo fecundado) na parede do útero. Não confundir com embrião, cuja definição é a concepção artificial e ultrauterina.P

ers

on

ali

da

de

Ju

ríd

ica

Não confudir personalidade jurídica com capacidade jurídica.

Capacidade jurídica é o poder de praticar pessoalmente os atos da vida civil, sem a necessidade de representação ou assistência

Não confudir capacidade de direito (gozo, aquisição, sinônimo de personalidade jurídica) com capacidade de fato (exercício).

Pe

rso

na

lid

ad

eJ

urí

dic

a

MP/AM/Promotor de Justiça 2007/ Adaptada: Aquisição da personalidade jurídica da pessoal natural opera-se desde a sua concepção. Por isso, embora ainda não nascida, a pessoa tem capacidade jurídica e pode ser titular de direitos e obrigações.

ANALISTA/TRT/2007/CESPE – Os maiores de dezesseis anos e menores de dezoito anos de idade são destituídos da personalidade jurídica, razão pela qual são absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil.

Qu

est

õe

sd

e C

on

curs

o

FINEP/ANALISTA/2009/CESPE – A capacidade de fato é inerente a toda pessoa, pois se adquire com o nascimento com vida, a capacidade de direito somente se adquire com o fim da menoridade ou com a emancipação.

Qu

est

õe

sd

e C

on

curs

o

Art. 3º: São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil os menores de 16 (dezesseis) anos.

Atenção: A deficiência mental e a impossibilidade de expressar a vontade não são mais causas de incapacidade absoluta.

A Lei 13.146 de 06 de julho de 2015 – Estatuto da Pessoa com Deficiência, definiu como plenamente capazes, em seu art. 6º, os portadores de deficiência.

Inca

pa

cid

ad

eA

bso

luta

Art. 4º: São incapazes, relativamente a certos atos ou à maneira de os exercer:

I - os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos;

II - os ébrios habituais e os viciados em tóxico;

III - aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir sua vontade;

IV - os pródigos;

P. único: A capacidade dos indígenas será regulada por legislação especial.

Inca

pa

cid

ad

eR

ela

tiv

a

Promotor de Justiça/MPRS/2016/Adaptada - Assinale a alternativa incorreta:

a) Os ébrios habituais e os viciados em tóxico são relativamente incapazes;

b) São relativamente incapazes os pródigos;

c) Aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir sua vontade são relativamente incapazes;

d) São absolutamente incapazes os que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiverem o necessário discernimento;

Promotor de Justiça/MPRS/2016/Adaptada - Assinale a alternativa incorreta:

a) Os ébrios habituais e os viciados em tóxico são relativamente incapazes;

b) São relativamente incapazes os pródigos;

c) Aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir sua vontade são relativamente incapazes;

d) São absolutamente incapazes os que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiverem o necessário discernimento;

Art. 5º: A menoridade cessa aos dezoito anos completos, quando a pessoa fica habilitada à prática de todos os atos da vida civil.

P. único: Cessará, para os menores, a incapacidade:

I - pela concessão dos pais, ou de um deles na falta do outro, mediante instrumento público, independentemente de homologação judicial (EMANCIPAÇÃO VOLUNTÁRIA), ou por sentença do juiz, ouvido o tutor, se o menor tiver dezesseis anos completos (EMANCIPAÇÃO JUDICIAL); [...]

Em

an

cip

açã

o

Emancipação é a antecipação da capacidade plena, equiparando-se à declaração de maioridade.

Em regra, apenas o relativamente incapaz pode ser emancipado, constituindo uma exceção o art. 1.520 do CC, quando permite ao juiz que autorize o casamento (e, por conseguinte, admita a emancipação legal) do menor de 16 anos, quando houver gravidez. Com o casamento, conforme veremos a seguir, opera-se a emancipação legal.

Em

an

cip

açã

o

Como visto anteriormente no inciso I, há hipóteses de emancipação voluntária e judicial. A seguir, veremos os casos de emancipação legal, que se dão em decorrência de um fato previsto em lei, que por consequência confere ao menor a cessação de sua incapacidade.E

ma

nci

pa

ção

II - pelo casamento; (se houver separação posteriormente, não volta a ser incapaz)

III - pelo exercício de emprego público efetivo (ainda é possível, no caso de emancipação legal do menor militar, que possui 17 anos e que esteja prestando tal serviço, nos termos do art. 73 da Lei n. 4.375/64, reproduzido pelo art. 239 do Decreto 57.654/1966);

IV - pela colação de grau em curso de ensino superior;

Em

an

cip

açã

o

V - pelo estabelecimento civil ou comercial, ou pela existência de relação de emprego (não se exige emprego formal), desde que, em função deles, o menor com dezesseis anos completos tenha economia própria.

Ex: cantores, jogadores de futebol etc.

Em

an

cip

açã

o

JUIZ/TRT/2007 – Dentre as hipóteses legais de cessação da incapacidade para os menores estão o casamento, o exercício de emprego público efetivo e a colação de grau em curso de ensino superior. FINEP/ANALISTA/2009/CESPE – Acerca da capacidade e emancipação no direito brasileiro, assinale a opção correta: A emancipação pela concessão dos pais ocorre mediante instrumento público, independentemente de homologação judicial.

Qu

est

õe

sd

e C

on

curs

o

STM/Analista Judiciário/2011 – Com a maioridade civil, adquire-se a personalidade jurídica, ou capacidade de direito, que consiste na aptidão para ser sujeito de direito na ordem civil.

STM/Analista Judiciário/2011 – O menor que for emancipado aos dezesseis anos de idade em razão de casamento civil e que se separar judicialmente aos dezesseis anos retornará ao status de relativamente incapaz.

Qu

est

õe

sd

e C

on

curs

o

Art. 6º: A existência da pessoa natural termina com a morte; presume-se esta, quanto aos ausentes, nos casos em que a lei autoriza a abertura de sucessão definitiva.

Morte real, ocorre com o diagnóstico de paralisação da atividade encefálica, segundo o art. 3º da Lei n. 9.434/97, que dispõe sobre o transplante de órgãos, e extingue a capacidade.

Mo

rte

Auditor Fiscal/Prefeitura de Juiz de Fora/MG/AOCP/2016 - A existência da pessoa natural termina:a) com a morte, passível de presunção em relação aos ausentes, com observância aos casos em cuja abertura de sucessão definitiva é autorizada por lei.b) com a morte, sempre que comprovada pelo atestado de óbito e pela presença física do morto.c) com a morte excepcionalmente não presumida em relação aos ausentes e sem observância aos casos em cuja abertura de sucessão definitiva é autorizada por lei.

d) com a morte, que pode ser presumida exclusivamente para os casos de ausência de absolutamente capaz, e com observância aos casos em cuja abertura de sucessão definitiva é autorizada por lei.e) com a morte jurídica, pela extinção da certidão de nascimento, por ato do detentor do pátrio poder e sem presunção de ausência.

Auditor Fiscal/Prefeitura de Juiz de Fora/MG/AOCP/2016 - A existência da pessoa natural termina:a) com a morte, passível de presunção em relação aos ausentes, com observância aos casos em cuja abertura de sucessão definitiva é autorizada por lei.b) com a morte, sempre que comprovada pelo atestado de óbito e pela presença física do morto.c) com a morte excepcionalmente não presumida em relação aos ausentes e sem observância aos casos em cuja abertura de sucessão definitiva é autorizada por lei.

Art. 7º: Pode ser declarada a morte presumida, sem decretação de ausência:

I - se for extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida;

II - se alguém, desaparecido em campanha ou feito prisioneiro, não for encontrado até dois anos após o término da guerra.

P. único: A declaração da morte presumida, nesses casos, somente poderá ser requerida depois de esgotadas as buscas e averiguações, devendo a sentença fixar a data provável do falecimento.

Mo

rte

Pre

sum

ida

TJ/AC/JUIZ/2007 – Considere a seguinte situação hipotética. Uma embarcação naufragou no rio Amazonas e uma pessoa desapareceu no acidente. Apesar das inúmeras buscas e diligências das autoridades encarregadas da investigação, tal pessoa não foi encontrada. Nessa situação, é lícito que a mencionada pessoa tenha sua morte declarada sem a exigência da prévia decretação da ausência.

Qu

est

ão

de

Co

ncu

rso

Art. 8º: Se dois ou mais indivíduos falecerem na mesma ocasião, não se podendo averiguar se algum dos comorientes precedeu aos outros, presumir-se-ão simultaneamente mortos.Importantíssima para fins de direitos sucessórios.

Co

mo

riê

nci

a

Art. 9º: Serão registrados em registro público:

I - os nascimentos, casamentos e óbitos;

II - a emancipação por outorga dos pais ou por sentença do juiz;

III - a interdição por incapacidade absoluta ou relativa;

IV - a sentença declaratória de ausência e de morte presumida.Re

gis

tro

bli

co

Art. 10: Far-se-á averbação em registro público:

I - das sentenças que decretarem a nulidade ou anulação do casamento, o divórcio, a separação judicial e o restabelecimento da sociedade conjugal;

II - dos atos judiciais ou extrajudiciais que declararem ou reconhecerem a filiação.

Av

erb

açã

o

Titular de Serviços de Notas e de Registros/ 2017/ TJ-RJ –No caso de a criança morrer na ocasião do parto, tendo, entretanto, respirado, serão feitos:

a) O assento de natimorto.

b) Apenas o assento de óbito, com os elementos cabíveis e com remissões recíprocas.

c) O assento de nascituro.

d) Os dois assentos, o de nascimento e o de óbito, com os elementos cabíveis e com remissões recíprocas.

Titular de Serviços de Notas e de Registros/ 2017/ TJ-RJ –No caso de a criança morrer na ocasião do parto, tendo, entretanto, respirado, serão feitos:

a) O assento de natimorto.

b) Apenas o assento de óbito, com os elementos cabíveis e com remissões recíprocas.

c) O assento de nascituro.

d) Os dois assentos, o de nascimento e o de óbito, com os elementos cabíveis e com remissões recíprocas.

Procurador/Paraty/2016: Conforme o Código Civil, devem ser registrados em registro público:

I - Os nascimentos, casamentos e óbitos.

II - A emancipação por outorga dos pais ou por sentença do juiz.

III - A interdição por incapacidade, desde que absoluta.

IV - A sentença declaratória de ausência e de morte presumida.

Procurador/Paraty/2016: Conforme o Código Civil, devem ser registrados em registro público:

I - Os nascimentos, casamentos e óbitos.

II - A emancipação por outorga dos pais ou por sentença do juiz.

III - A interdição por incapacidade, desde que absoluta.

IV - A sentença declaratória de ausência e de morte presumida.

São direitos inalienáveis, que se encontram fora do comércio, e que são inerentes à pessoa humana. São consagrados pelo direito natural e ligam-se ao indivíduo de maneira perpétua e permanente, destacando-se, entre outros, o direito à vida, à liberdade, ao nome, ao próprio corpo, à imagem e à honra.

Dir

eit

os

da

Pe

rso

na

lid

ae

de

Art. 11: Com exceção dos casos previstos em lei, os direitos da personalidade são intransmissíveis e irrenunciáveis, não podendo o seu exercício sofrer limitação voluntária.

Dir

eit

os

da

Pe

rso

na

lid

ae

de

Art. 12: Pode-se exigir que cesse a ameaça, ou a lesão, a direito da personalidade, e reclamar perdas e danos, sem prejuízo de outras sanções previstas em lei.

P. único: Em se tratando de morto, terá legitimação para requerer a medida prevista neste artigo o cônjuge sobrevivente, ou qualquer parente em linha reta, ou colateral até o quarto grau.

Dir

eit

os

da

Pe

rso

na

lid

ae

de

Art. 13: Salvo por exigência médica, é defeso o ato de disposição do próprio corpo, quando importar diminuição permanente da integridade física, ou contrariar os bons costumes.

P. único. O ato previsto neste artigo será admitido para fins de transplante, na forma estabelecida em lei especial.

Dir

eit

os

da

Pe

rso

na

lid

ae

de

Art. 14: É válida, com objetivo científico, ou altruístico, a disposição gratuita do próprio corpo, no todo ou em parte, para depois da morte.

P. único: O ato de disposição pode ser livremente revogado a qualquer tempo

Dir

eit

os

da

Pe

rso

na

lid

ae

de

Art. 15: Ninguém pode ser constrangido a submeter-se, com risco de vida, a tratamento médico ou a intervenção cirúrgica.

Dir

eit

os

da

Pe

rso

na

lid

ae

de

Juiz/TRT8ªR/2007 – Com a finalidade da preservação do direito à integridade física é possível, mediante determinação judicial, a adoção coativa de tratamento médico ou a intervenção cirúrgica. DEFENSOR PÚBLICO/ES/2009/CESPE – De acordo com o Código Civil, o indivíduo não pode ser constrangido a submeter-se a tratamento ou a intervenção cirúrgica com risco de morte.

Qu

est

õe

sd

e C

on

curs

o

Auditor Fiscal/Juiz de Fora/AOCP/2016 - Em relação aos direitos da personalidade, o vigente Código Civil brasileiro é categórico no sentido de que: a) os direitos da personalidade são intransmissíveis e irrenunciáveis, não podendo o seu exercício sofrer limitação voluntária.b) os direitos da personalidade são transmissíveis e renunciáveis, de acordo com a liberdade de exercício de manifestação voluntária.c) os direitos da personalidade apenas poderão ser transferidos e renunciados por instrumento público.d) o nome não integra o elenco dos chamados direitos da personalidade.[...]

e) o nome da pessoa pode, livremente, ser empregado por outremem publicações ou representações que a exponham ao desprezopúblico.

Auditor Fiscal/Juiz de Fora/AOCP/2016 - Em relação aos direitos da personalidade, o vigente Código Civil brasileiro é categórico no sentido de que: a) os direitos da personalidade são intransmissíveis e irrenunciáveis, não podendo o seu exercício sofrer limitação voluntária.b) os direitos da personalidade são transmissíveis e renunciáveis, de acordo com a liberdade de exercício de manifestação voluntária.c) os direitos da personalidade apenas poderão ser transferidos e renunciados por instrumento público.d) o nome não integra o elenco dos chamados direitos da personalidade.[...]

Art. 22: Desaparecendo uma pessoa do seu domicílio sem dela haver notícia, se não houver deixado representante ou procurador a quem caiba administrar-lhe os bens, o juiz, a requerimento de qualquer interessado ou do Ministério Público, declarará a ausência, e nomear-lhe-á curador.

- Primeira fase da ausência, chamada de curadoria dos bens do ausente.

Au

sên

cia

Art. 23: Também se declarará a ausência, e se nomeará curador, quando o ausente deixar mandatário que não queira ou não possa exercer ou continuar o mandato, ou se os seus poderes forem insuficientes.

Cu

rad

ori

a

Art. 24: O juiz, que nomear o curador, fixar-lhe-á os poderes e obrigações, conforme as circunstâncias, observando, no que for aplicável, o disposto a respeito dos tutores e curadores.

Cu

rad

ori

a

Art. 25: O cônjuge do ausente, sempre que não esteja separado judicialmente, ou de fato por mais de dois anos antes da declaração da ausência, será o seu legítimo curador.

§ 1o Em falta do cônjuge, a curadoria dos bens do ausente incumbe aos pais ou aos descendentes, nesta ordem, não havendo impedimento que os iniba de exercer o cargo.

§ 2o Entre os descendentes, os mais próximos precedem os mais remotos.[...]

Cu

rad

ori

a

[...] § 3o Na falta das pessoas mencionadas, compete ao juiz a escolha do curador.

Cu

rad

ori

a

Advogado/IBFC/2017: Assinale a alternativa correta sobre a ausência: a) Desaparecendo uma pessoa do seu domicílio sem dela haver notícia, ainda que tenha deixado representante ou procurador a quem caiba administrar-lhe os bens, o Ministério Público, a requerimento de qualquer interessado, declarará a ausência, e nomear-lhe-á curador;b) O cônjuge do ausente, estando ou não separado judicialmente, ou de fato por mais de dois anos antes da declaração da ausência, será o seu legítimo curador;

c) O cônjuge do ausente, ainda que separado de fato por qualquer tempo antes da declaração da ausência, será o seu legítimo curador;d) Para ser curador, entre os descendentes, o mais remoto precede o mais próximo;e) Em falta do cônjuge, a curadoria dos bens do ausente incumbe aos pais ou aos descendentes, nesta ordem, não havendo impedimento que os iniba de exercer o cargo.

c) O cônjuge do ausente, ainda que separado de fato por qualquer tempo antes da declaração da ausência, será o seu legítimo curador;d) Para ser curador, entre os descendentes, o mais remoto precede o mais próximo;e) Em falta do cônjuge, a curadoria dos bens do ausente incumbe aos pais ou aos descendentes, nesta ordem, não havendo impedimento que os iniba de exercer o cargo.

Art. 26: Decorrido um ano da arrecadação dos bens do ausente, ou, se ele deixou representante ou procurador, em se passando três anos, poderão os interessados requerer que se declare a ausência e se abra provisoriamente a sucessão.

Su

cess

ão

Pro

visó

ria

Art. 27: Para o efeito previsto no artigo anterior, somente se consideram interessados:I - o cônjuge não separado judicialmente;II - os herdeiros presumidos, legítimos ou testamentários;III - os que tiverem sobre os bens do ausente direito dependente de sua morte;IV - os credores de obrigações vencidas e não pagas.

Su

cess

ão

Pro

visó

ria

Art. 28: A sentença que determinar a abertura da sucessão provisória só produzirá efeito cento e oitenta dias depois de publicada pela imprensa;mas, logo que passe em julgado, proceder-se-á à abertura do testamento, se houver, e ao inventário e partilha dos bens, como se o ausente fosse falecido.§ 1o Findo o prazo a que se refere o art. 26, e não havendo interessados na sucessão provisória, cumpre ao Ministério Público requerê-la ao juízo competente. [...]Su

cess

ão

Pro

visó

ria

§ 2o Não comparecendo herdeiro ou interessado para requerer o inventário até trinta dias depois de passar em julgado a sentença que mandar abrir a sucessão provisória, proceder-se-á à arrecadação dos bens do ausente pela forma estabelecida nos arts. 1.819 a 1.823

Su

cess

ão

Pro

visó

ria

Art. 29: Antes da partilha, o juiz, quando julgar conveniente, ordenará a conversão dos bens móveis, sujeitos a deterioração ou a extravio, em imóveis ou em títulos garantidos pela União.

Su

cess

ão

Pro

visó

ria

Art. 30: Os herdeiros, para se imitirem na posse dosbens do ausente, darão garantias da restituiçãodeles, mediante penhores ou hipotecas equivalentesaos quinhões respectivos.§ 1o Aquele que tiver direito à posse provisória, masnão puder prestar a garantia exigida neste artigo,será excluído, mantendo-se os bens que lhe deviamcaber sob a administração do curador, ou de outroherdeiro designado pelo juiz, e que preste essagarantia. [...]Su

cess

ão

Pro

visó

ria

[...] § 2o Os ascendentes, os descendentes e o cônjuge, uma vez provada a sua qualidade de herdeiros, poderão, independentemente de garantia, entrar na posse dos bens do ausente. (HERDEIROS NECESSÁRIOS)

Su

cess

ão

Pro

visó

ria

Art. 31: Os imóveis do ausente só se poderão alienar, não sendo por desapropriação, ou hipotecar, quando o ordene o juiz, para lhes evitar a ruína.Art. 32: Empossados nos bens, os sucessores provisórios ficarão representando ativa e passivamente o ausente, de modo que contra eles correrão as ações pendentes e as que de futuroàquele forem movidas.

Su

cess

ão

Pro

visó

ria

Art. 33: O descendente, ascendente ou cônjuge que for sucessor provisório do ausente, fará seus todos os frutos e rendimentos dos bens que a este couberem; os outros sucessores, porém, deverão capitalizar metade desses frutos e rendimentos, segundo o disposto no art. 29, de acordo com o representante do Ministério Público, e prestar anualmente contas ao juiz competente.[...]

Su

cess

ão

Pro

visó

ria

[...] P. único: Se o ausente aparecer, e ficar provado que a ausência foi voluntária e injustificada, perderá ele, em favor do sucessor, sua parte nos frutos e rendimentos.Art. 34: O excluído, segundo o art. 30, da posse provisória poderá, justificando falta de meios, requerer lhe seja entregue metade dos rendimentos do quinhão que lhe tocaria.

Su

cess

ão

Pro

visó

ria

Art. 35: Se durante a posse provisória se provar a época exata do falecimento do ausente, considerar-se-á, nessa data, aberta a sucessão em favor dos herdeiros, que o eram àquele tempo. (SUCESSÃO DEFINITIVA)

Su

cess

ão

Pro

visó

ria

Art. 36: Se o ausente aparecer, ou se lhe provar a existência, depois de estabelecida a posse provisória, cessarão para logo as vantagens dos sucessores nela imitidos, ficando, todavia, obrigados a tomar as medidas assecuratórias precisas, até a entrega dos bens a seu dono.

Su

cess

ão

Pro

visó

ria

Art. 37: Dez anos depois de passada em julgado a sentença que concede a abertura da sucessão provisória, poderão os interessados requerer a sucessão definitiva e o levantamento das cauções prestadas.

Aqui há, nos termos do art. 6º, a presunção de morte do ausente.

Su

cess

ão

Pro

visó

ria

Art. 38: Pode-se requerer a sucessão definitiva, também, provando-se que o ausente conta oitenta anos de idade, e que de cinco datam as últimas notícias dele.

Provável condição de morte real.

Su

cess

ão

De

fin

itiv

a

Art. 39: Regressando o ausente nos dez anos seguintes à abertura da sucessão definitiva, ou algum de seus descendentes ou ascendentes, aquele ou estes haverão só os bens existentes no estado em que se acharem, os sub-rogados em seu lugar, ou o preço que os herdeiros e demais interessados houverem recebido pelos bens alienados depois daquele tempo.

Su

cess

ão

De

fin

itiv

a

Fase de Curadoria dos Bens:P

razo

sD

a A

usê

nci

a

TEMPO DE DURAÇÃO

1 a 03 anos (a depender se deixou ou não procurador)

VÍNCULO COM OS BENS

Mero curador (administrador) -detenção

Fase da Sucessão Provisória:P

razo

sD

a A

usê

nci

a

TEMPO DE DURAÇÃO

10 anos (podendo ser abreviada, mais de 80 anos de idade e 5 anos sem notícias)

VÍNCULO COM OS BENS

Possuidor provisório: os bens ficam sob a posse provisória dos herdeiros, em havendo o retorno do ausente serão a eles devolvidos

Fase da Sucessão Definitiva:P

razo

sD

a A

usê

nci

a

TEMPO DE DURAÇÃO

10 anos

VÍNCULO COM OS BENS

Proprietário resolúvel: os potenciaisherdeiros receberão os bens a título depropriedade resolúvel. Em havendo oretorno do ausente será resolvida apropriedade, recebendo o que retornouos bens no estado em que deixou.

PROMOTOR/PR/2014 - Assinale a alternativa incorreta:a) A morte presumida pode ser declarada, sem decretação de ausência, se for extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida;b) A morte presumida pode ser declarada, sem decretação de ausência, se alguém, desaparecido em campanha, não for encontrado até dois anos após o término da guerra;

c) Durante o período de sucessão provisória, os imóveis do ausente somente poderão ser alienados por decisão judicial;d) Se o ausente tiver deixado cônjuge ou descendente, somente estes poderão requerer a abertura do processo de ausência e a nomeação de curador ao ausente;e) Somente pode ser requerida a sucessão definitiva depois de dez anos do trânsito em julgado da sentença que concedeu a abertura da sucessão provisória.

c) Durante o período de sucessão provisória, os imóveis do ausente somente poderão ser alienados por decisão judicial;d) Se o ausente tiver deixado cônjuge ou descendente, somente estes poderão requerer a abertura do processo de ausência e a nomeação de curador ao ausente;e) Somente pode ser requerida a sucessão definitiva depois de dez anos do trânsito em julgado da sentença que concedeu a abertura da sucessão provisória.

DEFENSOR PÚBLICO/DF/CESPE/2013 - No que se refere às pessoas naturais, julgue os itens que se seguem.Aqueles que, independentemente da existência de grau de parentesco, tiverem sobre os bens do ausente direito dependente de sua morte possuem legitimidade, como interessados, em requerer que se declare a ausência e se abra provisoriamente a sucessão.

Qu

est

õe

sd

e C

on

curs

o

PROMOTOR DE JUSTIÇA/SC/2013 - A sentença que determinar a abertura da sucessão provisória sóproduzirá efeito cento e oitenta dias depois de publicada pela imprensa; mas, logo que passe em julgado, proceder-se-á à abertura do testamento, se houver, e ao inventário e partilha dos bens, como se o ausente fosse falecido.

Qu

est

õe

sd

e C

on

curs

o

DEFENSOR PÚBLICO/SC/2012- Sobre a ausência, é correto afirmar:a) Todos os sucessores provisórios do ausente deverão capitalizar metade dos frutos e rendimentos dos bens do ausente sob sua posse.b) Todos os herdeiros, para se imitirem na posse dos bens do ausente, darão garantias da restituição deles, mediante penhores ou

hipotecas equivalentes aos quinhões respectivos.c) Apenas os herdeiros testamentários, uma vez provada essa qualidade, poderão, independentemente de garantia, entrar na posse dos bens do ausente durante a sucessão provisória;

d) Regressando o ausente nos dez anos seguintes à abertura da sucessão definitiva, ou algum de seus descendentes ou ascendentes, aquele ou estes haverão só os bens existentes no estado em que se acharem, os sub - rogados em seu lugar, ou o preço que os herdeiros e demais interessados houverem recebido pelos bens alienados depois daquele tempo.e) Decorrido um ano da arrecadação dos bens do ausente, ou, se ele deixou representante ou procurador, em se passando três anos, poderão apenas os herdeiros necessários requerer que se declare a ausência e se abra provisoriamente a sucessão.

d) Regressando o ausente nos dez anos seguintes à abertura da sucessão definitiva, ou algum de seus descendentes ou ascendentes, aquele ou estes haverão só os bens existentes no estado em que se acharem, os sub - rogados em seu lugar, ou o preço que os herdeiros e demais interessados houverem recebido pelos bens alienados depois daquele tempo.e) Decorrido um ano da arrecadação dos bens do ausente, ou, se ele deixou representante ou procurador, em se passando três anos, poderão apenas os herdeiros necessários requerer que se declare a ausência e se abra provisoriamente a sucessão.

Art. 40: As pessoas jurídicas são de direitopúblico, interno ou externo, e de direitoprivado.

Da

s P

ess

oa

sJ

urí

dic

as

Art. 41: São pessoas jurídicas de direito público interno:I - a União;II - os Estados, o Distrito Federal e os Territórios;III - os Municípios;IV - as autarquias, inclusive as associações públicas;V - as demais entidades de caráter público criadas por lei.

Da

s P

ess

oa

sJ

urí

dic

as

Art. 42: São pessoas jurídicas de direito público externo os Estados estrangeiros e todas as pessoas que forem regidas pelo direito internacional público.

Da

s P

ess

oa

sJ

urí

dic

as

Art. 43: As pessoas jurídicas de direito público interno são civilmente responsáveis por atos dos seus agentes que nessa qualidade causem danos a terceiros, ressalvado direito regressivo contra os causadores do dano, se houver, por parte destes, culpa ou dolo. (Responsabilidade objetiva)

Da

s P

ess

oa

sJ

urí

dic

as

Art. 44: São pessoas jurídicas de direito privado:I - as associações;II - as sociedades;III - as fundações;IV - as organizações religiosas;V - os partidos políticos;VI - as empresas individuais de responsabilidade limitada.[...]

Da

s P

ess

oa

sJ

urí

dic

as

[...] § 1o São livres a criação, a organização, a estruturação interna e o funcionamento das organizações religiosas, sendo vedado ao poder público negar-lhes reconhecimento ou registro dos atos constitutivos e necessários ao seu funcionamento.§ 3o Os partidos políticos serão organizados e funcionarão conforme o disposto em lei específica.

Da

s P

ess

oa

sJ

urí

dic

as

Art. 45: Começa a existência legal das pessoas jurídicas de direito privado com a inscrição do ato constitutivo no respectivo registro, precedida, quando necessário, de autorização ou aprovação do Poder Executivo, averbando-se no registro todas as alterações por que passar o ato constitutivo.Estatuto para associações e cooperativas, contrato social para sociedades.D

o R

eg

istr

o

P. único: Decai em três anos o direito de anular a constituição das pessoas jurídicas de direito privado, por defeito do ato respectivo, contado o prazo da publicação de sua inscrição no registro.

Do

Re

gis

tro

Contrato social de sociedades empresárias é levado a registro na Junta Comercial, que mantém o Registro Público de Empresas Mercantis. Os estatutos e os atos constitutivos das demais pessoas jurídicas de direito privado são registrados no Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas, conforme art. 1150 do CC e 114 da Lei de Registros Públicos (Lei n. 6.015/73).D

o R

eg

istr

o

Art. 46: O registro declarará:I - a denominação, os fins, a sede, o tempo de duração e o fundo social, quando houver;II - o nome e a individualização dos fundadores ou instituidores, e dos diretores;III - o modo por que se administra e representa, ativa e passivamente, judicial e extrajudicialmente;IV - se o ato constitutivo é reformável no tocante à administração, e de que modo; [...]

Do

Re

gis

tro

[...] V - se os membros respondem, ou não, subsidiariamente, pelas obrigações sociais;VI - as condições de extinção da pessoa jurídica e o destino do seu patrimônio, nesse caso.

Do

Re

gis

tro

Art. 47: Obrigam a pessoa jurídica os atos dos administradores, exercidos nos limites de seus poderes definidos no ato constitutivo.

Do

s A

dm

inis

tra

do

res

Art. 48: Se a pessoa jurídica tiver administraçãocoletiva, as decisões se tomarão pela maioria devotos dos presentes, salvo se o ato constitutivodispuser de modo diverso.P. único: Decai em três anos o direito de anular asdecisões a que se refere este artigo, quandoviolarem a lei ou estatuto, ou forem eivadas de erro,dolo, simulação ou fraude.

Ad

min

istr

açã

oC

ole

tiv

a

Art. 49: Se a administração da pessoa jurídica vier a faltar, o juiz, a requerimento de qualquer interessado, nomear-lhe-á administrador provisório.

Fa

lta

da

Ad

min

istr

açã

o

Art. 50: Em caso de abuso da personalidade jurídica,caracterizado pelo desvio de finalidade, ou pelaconfusão patrimonial, pode o juiz decidir, arequerimento da parte, ou do Ministério Públicoquando lhe couber intervir no processo, que osefeitos de certas e determinadas relações deobrigações sejam estendidos aos bens particularesdos administradores ou sócios da pessoa jurídica.

De

sco

nsi

de

raçã

od

a P

J

A desconsideração da personalidade jurídica (disregard of legal entity ou teoria do superamentoda personalidade jurídica) permite que se retire o véu da pessoa jurídica e se busque o patrimônio de seus sócios para pagar as dívidas daquela. Tem efeitos inter partes, ou seja, restringe-se ao processo em que se decretou a desconsideração da personalidade jurídica apenas.

De

sco

nsi

de

raçã

od

a P

J

Desvio de finalidade: é o ato intencional dos sócios em fraudar terceiros utilizando a autonomia da pessoa jurídica como um escudo.Confusão patrimonial: ocorre quando, na prática, não há separação entre o que seja patrimônio da pessoa jurídica e dos sócios. Ex: despesas pessoais dos sócios são pagas pela pessoa jurídica; bens pessoais do sócio registrados em nome da sociedade.

De

sco

nsi

de

raçã

od

a P

J

Não confundir a desconsideração da personalidade jurídica do Código Civil com as previstas em legislações especiais, como o CTN, CDC e Lei 9.605/98 (Lei Ambiental), pois os requisitos destas normas são mais brandos, uma vez que calcados na chamada teoria menor.

De

sco

nsi

de

raçã

od

a P

J

Art. 51: Nos casos de dissolução da pessoa jurídica ou cassada a autorização para seu funcionamento, ela subsistirá para os fins de liquidação, até que esta se conclua.§ 1o Far-se-á, no registro onde a pessoa jurídica estiver inscrita, a averbação de sua dissolução.§ 2o As disposições para a liquidação das sociedades aplicam-se, no que couber, às demais pessoas jurídicas de direito privado.§ 3o Encerrada a liquidação, promover-se-á o cancelamento da inscrição da pessoa jurídica.

Dis

solu

ção

TCE-PA/AOCP/2012 - De acordo com o Código Civil, no que se refere às pessoas jurídicas, assinale a alternativa correta.a) Os partidos políticos são pessoas jurídicas de direito público.b) As organizações religiosas são pessoas jurídicas de direito público interno.c) A organização, a estruturação interna e o funcionamento das organizações religiosas dependem de autorização do poder público.d) São pessoas jurídicas de direito público externo os Estados estrangeiros e todas as pessoas que forem regidas pelo direito internacional público. [...]

e) Não se aplica às pessoas jurídicas a proteção dos direitos da personalidade.

TCE-PA/AOCP/2012 - De acordo com o Código Civil, no que se refere às pessoas jurídicas, assinale a alternativa correta.a) Os partidos políticos são pessoas jurídicas de direito público.b) As organizações religiosas são pessoas jurídicas de direito público interno.c) A organização, a estruturação interna e o funcionamento das organizações religiosas dependem de autorização do poder público.d) São pessoas jurídicas de direito público externo os Estados estrangeiros e todas as pessoas que forem regidas pelo direito internacional público. [...]

Analista Judiciário/TRT24/FCC/2017 - Sobre as pessoas jurídicas, à luz do Código Civil:a) O prazo decadencial para anulação da constituição das pessoas jurídicas de direito privado, por defeito do ato respectivo, é de 5 anos, contado o prazo da publicação da sua inscrição no registro.b) Os partidos políticos são considerados pessoas jurídicas de direito público.c) O juiz poderá nomear administrador provisório à sociedade, a requerimento de qualquer interessado, se a administração da pessoa jurídica vier a faltar.

d) Se uma determinada pessoa jurídica tiver administração coletiva, as decisões se tomarão, em regra, por no mínimo 1/3 dos votos dos presentes.e) Cassada a autorização para funcionamento da pessoa jurídica ela não subsistirá para os fins de liquidação, uma vez que possui efeitos imediatos.

Analista Judiciário/TRT24/FCC/2017 - Sobre as pessoas jurídicas, à luz do Código Civil:a) O prazo decadencial para anulação da constituição das pessoas jurídicas de direito privado, por defeito do ato respectivo, é de 5 anos, contado o prazo da publicação da sua inscrição no registro.b) Os partidos políticos são considerados pessoas jurídicas de direito público.c) O juiz poderá nomear administrador provisório à sociedade, a requerimento de qualquer interessado, se a administração da pessoa jurídica vier a faltar.

Adaptada: Com base no Código Civil, para a desconsideração da personalidade jurídica, é precisoa) abuso da personalidade jurídica, caracterizado pela má administração dos sócios da empresa.b) abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo desvio de finalidade e pela confusão patrimonial e o juiz decidirá de ofício.c) desvio de finalidade caracterizado pela má-fé dos administradores.d) abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo desvio de finalidade ou pela confusão patrimonial e o juiz decidirá a pedido da parte ou do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo.

Adaptada: Com base no Código Civil, para a desconsideração da personalidade jurídica, é precisoa) abuso da personalidade jurídica, caracterizado pela má administração dos sócios da empresa.b) abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo desvio de finalidade e pela confusão patrimonial e o juiz decidirá de ofício.c) desvio de finalidade caracterizado pela má-fé dos administradores.d) abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo desvio de finalidade ou pela confusão patrimonial e o juiz decidirá a pedido da parte ou do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo.

PROCURADOR/PARATY/2017 - Baseando-se no CódigoCivil, assinale a alternativa INCORRETA quanto a uma daspessoas jurídicas de direito público interno.a) A União.b) Os Estados, o Distrito Federal e os Territórios.c) Os Municípios.d) As autarquias, exceto as associações públicas.e) As demais entidades de caráter público criadas por lei.

PROCURADOR/PARATY/2017 - Baseando-se no CódigoCivil, assinale a alternativa INCORRETA quanto a uma daspessoas jurídicas de direito público interno.a) A União.b) Os Estados, o Distrito Federal e os Territórios.c) Os Municípios.d) As autarquias, exceto as associações públicas.e) As demais entidades de caráter público criadas por lei.

PROCURADOR DA FAZENDA NACIONAL/2016 - Considerando o que dispõe o Código Civil acerca das pessoas jurídicas, analise os itens a seguir e assinale a opção correta.a) A existência legal das pessoas jurídicas de direito privado começa com a inscrição do ato constitutivo no respectivo registro, sendo exigível, nesse caso, autorização estatal para a sua criação e personificação.b) Se a pessoa jurídica tiver administração coletiva, as decisões se tomarão pela maioria de votos dos presentes, salvo se o ato constitutivo dispuser de modo diverso, prescrevendo em cinco anos o direito de anular essas decisões, quando violarem a lei ou o estatuto.

c) As pessoas jurídicas de direito público interno são civilmente responsáveis pelos atos dos seus agentes que nessa qualidade causem danos a terceiros, ressalvado o direito regressivo contra os causadores do dano se demonstrado que agiram com dolo.d) As organizações religiosas e as empresas individuais de responsabilidade limitada compõem, ao lado das associações, fundações, sociedades e partidos políticos, as pessoas jurídicas de direito privado.e) Em caso de abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo desvio de finalidade, ou pela confusão patrimonial, pode o juiz decidir, de ofício, que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares dos administradores ou sócios da pessoa jurídica.

c) As pessoas jurídicas de direito público interno são civilmente responsáveis pelos atos dos seus agentes que nessa qualidade causem danos a terceiros, ressalvado o direito regressivo contra os causadores do dano se demonstrado que agiram com dolo.d) As organizações religiosas e as empresas individuais de responsabilidade limitada compõem, ao lado das associações, fundações, sociedades e partidos políticos, as pessoas jurídicas de direito privado.e) Em caso de abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo desvio de finalidade, ou pela confusão patrimonial, pode o juiz decidir, de ofício, que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares dos administradores ou sócios da pessoa jurídica.

Art. 53: Constituem-se as associações pela união de pessoas que se organizem para fins não econômicos.

P. único: Não há, entre os associados, direitos e obrigações recíprocos.

Da

s A

sso

cia

çõe

s

Art. 54: Sob pena de nulidade, o estatuto das associações conterá:I - a denominação, os fins e a sede da associação;II - os requisitos para a admissão, demissão e exclusão dos associados;III - os direitos e deveres dos associados;IV - as fontes de recursos para sua manutenção;V - o modo de constituição e de funcionamento dos órgãos deliberativos;D

as

Ass

oci

açõ

es

[...] VI - as condições para a alteração das disposições estatutárias e para a dissolução.VII - a forma de gestão administrativa e de aprovação das respectivas contas.

Da

s A

sso

cia

çõe

s

Art. 55: Os associados devem ter iguais direitos, mas o estatuto poderá instituir categorias com vantagens especiais.

Ex: sócio remido.

Da

s A

sso

cia

çõe

s

Art. 56: A qualidade de associado é intransmissível, se o estatuto não dispuser o contrário.P. único: Se o associado for titular de quota ou fração ideal do patrimônio da associação, a transferência daquela não importará, de per si, na atribuição da qualidade de associado ao adquirente ou ao herdeiro, salvo disposição diversa do estatuto.

Da

s A

sso

cia

çõe

s

Art. 57: A exclusão do associado só é admissível havendo justa causa, assim reconhecida em procedimento que assegure direito de defesa e de recurso, nos termos previstos no estatuto.Art. 58: Nenhum associado poderá ser impedido de exercer direito ou função que lhe tenha sido legitimamente conferido, a não ser nos casos e pela forma previstos na lei ou no estatuto.

Da

s A

sso

cia

çõe

s

Art. 59: Compete privativamente à assembléia geral:I – destituir os administradores;II – alterar o estatuto.P. único: Para as deliberações a que se referem os incisos I e II deste artigo é exigido deliberação da assembléia especialmente convocada para esse fim,cujo quorum será o estabelecido no estatuto, bem como os critérios de eleição dos administradores.

Da

s A

sso

cia

çõe

s

Art. 60: A convocação dos órgãos deliberativos far-se-á na forma do estatuto, garantido a 1/5 (um quinto) dos associados o direito de promovê-la.

Da

s A

sso

cia

çõe

s

Art. 61: Dissolvida a associação, o remanescente do seu patrimônio líquido, depois de deduzidas, se for o caso, as quotas ou frações ideais referidas no parágrafo único do art. 56, será destinado à entidade de fins não econômicos designada no estatuto, ou, omisso este, por deliberação dos associados, à instituição municipal, estadual ou federal, de fins idênticos ou semelhantes.§ 1o Por cláusula do estatuto ou, no seu silêncio, por deliberação dos associados, [...]

Da

s A

sso

cia

çõe

s

[...] podem estes, antes da destinação do remanescente referida neste artigo, receber em restituição, atualizado o respectivo valor, as contribuições que tiverem prestado ao patrimônio da associação.§ 2o Não existindo no Município, no Estado, no Distrito Federal ou no Território, em que a associação tiver sede, instituição nas condições indicadas neste artigo, o que remanescer do seu patrimônio se devolverá à Fazenda do Estado, do Distrito Federal ou da União.

Da

s A

sso

cia

çõe

s

Cartório/MG/2017 - Em relação às Associações, assinale a alternativa correta: a) Com o registro do estatuto social no Registro Civil das Pessoas Jurídicas criam-se direitos e obrigações recíprocas entre os associados.b) Se o associado for titular de quota ou fração ideal do patrimônio da associação, a transferência daquela não importará, de per si, na atribuição da qualidade de associado ao adquirente ou ao herdeiro, salvo disposição diversa do estatuto.c) O estatuto social deverá prever que os associados têm direitos iguais, não se admitindo a instituição de categorias com vantagens especiais. [...]

d) A destituição dos administradores de associação depende decisão tomada em assembleia geral, especialmente convocada para esse fim, cujo quórum será de três quartos dos associados.

Cartório/MG/2017 - Em relação às Associações, assinale a alternativa correta: a) Com o registro do estatuto social no Registro Civil das Pessoas Jurídicas criam-se direitos e obrigações recíprocas entre os associados.b) Se o associado for titular de quota ou fração ideal do patrimônio da associação, a transferência daquela não importará, de per si, na atribuição da qualidade de associado ao adquirente ou ao herdeiro, salvo disposição diversa do estatuto.c) O estatuto social deverá prever que os associados têm direitos iguais, não se admitindo a instituição de categorias com vantagens especiais. [...]

AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO/TCE/SC/2016 - Com relação à vigência das leis, às pessoas naturais, às pessoas jurídicas e aos bens, julgue o item subsequente.A transferência de quota de associação de um associado para seu filho não importará na atribuição da qualidade de associado ao filho, salvo se houver disposição estatutária nesse sentido.

Qu

est

ão

de

Co

ncu

rso

Art. 62: Para criar uma fundação, o seu instituidorfará, por escritura pública ou testamento, dotação especial de bens livres, especificando o fim a que se destina, e declarando, se quiser, a maneira de administrá-la.P. único: A fundação somente poderá constituir-se para fins de:I – assistência social;II – cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico; [...]

Fu

nd

açõ

es

III – educação;IV – saúde;V – segurança alimentar e nutricional;VII – pesquisa científica, desenvolvimento de tecnologias alternativas, modernização de sistemas de gestão, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos;VIII – promoção da ética, da cidadania, da democracia e dos direitos humanos;X – atividades religiosas.

Fu

nd

açõ

es

Art. 63: Quando insuficientes para constituir a fundação, os bens a ela destinados serão, se de outro modo não dispuser o instituidor, incorporados em outra fundação que se proponha a fim igual ou semelhante.

Fu

nd

açõ

es

Art. 64: Constituída a fundação por negócio jurídicoentre vivos, o instituidor é obrigado a transferir-lhea propriedade, ou outro direito real, sobre os bensdotados, e, se não o fizer, serão registrados, emnome dela, por mandado judicial.

Fu

nd

açõ

es

Art. 65: Aqueles a quem o instituidor cometer a aplicação do patrimônio, em tendo ciência do encargo, formularão logo, de acordo com as suas bases (art. 62), o estatuto da fundação projetada, submetendo-o, em seguida, à aprovação da autoridade competente, com recurso ao juiz.P. único: Se o estatuto não for elaborado no prazo assinado pelo instituidor, ou, não havendo prazo, em cento e oitenta dias, a incumbência caberá ao Ministério Público.

Fu

nd

açõ

es

Art. 66: Velará pelas fundações o Ministério Público do Estado onde situadas.§ 1º Se funcionarem no Distrito Federal ou em Território, caberá o encargo ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. (ATENÇÃO PARA A ALTERAÇÃO LEGISLTATIVA RECENTE).§ 2o Se estenderem a atividade por mais de um Estado, caberá o encargo, em cada um deles, ao respectivo Ministério Público.

Fu

nd

açõ

es

Art. 67: Para que se possa alterar o estatuto da fundação é mister que a reforma:I - seja deliberada por dois terços dos competentespara gerir e representar a fundação;II - não contrarie ou desvirtue o fim desta;III - seja aprovada pelo órgão do Ministério Público no prazo máximo de 45 (quarenta e cinco) dias, findo o qual ou no caso de o Ministério Público a denegar, poderá o juiz supri-la, a requerimento do interessado.

Fu

nd

açõ

es

Art. 68: Quando a alteração não houver sido aprovada por votação unânime, os administradores da fundação, ao submeterem o estatuto ao órgão do Ministério Público, requererão que se dê ciência à minoria vencida para impugná-la, se quiser, em dez dias. F

un

da

çõe

s

Art. 69: Tornando-se ilícita, impossível ou inútil a finalidade a que visa a fundação, ou vencido o prazo de sua existência, o órgão do Ministério Público, ou qualquer interessado, lhe promoverá a extinção, incorporando-se o seu patrimônio, salvo disposição em contrário no ato constitutivo, ou no estatuto, em outra fundação, designada pelo juiz, que se proponha a fim igual ou semelhante.

Fu

nd

açõ

es

PROMOTOR DE JUSTIÇA/PR/2016/Adaptada - Assinale a alternativa correta:

a) Uma fundação pode constituir-se para fins de saúde, mas não para fins de segurança alimentar e nutricional;

b) Se uma fundação funcionar no Distrito Federal ou em Território, o encargo de sua fiscalização ao Ministério Público Federal;

c) A alteração ou reforma do estatuto de uma fundação deve ser aprovada pelo órgão do Ministério Público em até 30 dias;

d) Se o Ministério Público denegar a reforma do estatuto, o juiz pode a suprir, a requerimento do interessado.

PROMOTOR DE JUSTIÇA/PR/2016/Adaptada - Assinale a alternativa correta:

a) Uma fundação pode constituir-se para fins de saúde, mas não para fins de segurança alimentar e nutricional;

b) Se uma fundação funcionar no Distrito Federal ou em Território, o encargo de sua fiscalização ao Ministério Público Federal;

c) A alteração ou reforma do estatuto de uma fundação deve ser aprovada pelo órgão do Ministério Público em até 30 dias;

d) Se o Ministério Público denegar a reforma do estatuto, o juiz pode a suprir, a requerimento do interessado.

JUIZ DO TRABALHO/TRT2/2016 - Quanto aos objetivos, é INCORRETO afirmar que pode ser constituída fundação para fins de promover:

a) Assistência social, educação e saúde.

b) Cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico.

c) Habitação de interesse social.

d) Atividades religiosas.

e) Promoção da ética, da cidadania, da democracia e dos direitos humanos.

JUIZ DO TRABALHO/TRT2/2016 - Quanto aos objetivos, é INCORRETO afirmar que pode ser constituída fundação para fins de promover:

a) Assistência social, educação e saúde.

b) Cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico.

c) Habitação de interesse social.

d) Atividades religiosas.

e) Promoção da ética, da cidadania, da democracia e dos direitos humanos.

Art. 70: O domicílio da pessoa natural é o lugar onde ela estabelece a sua residência com ânimo definitivo.

Art. 71: Se, porém, a pessoa natural tiver diversas residências, onde, alternadamente, viva, considerar-se-á domicílio seu qualquer delas.D

o D

om

icíl

io

Art. 72: É também domicílio da pessoa natural, quanto às relações concernentes à profissão, o lugar onde esta é exercida.

P. único: Se a pessoa exercitar profissão em lugares diversos, cada um deles constituirá domicílio para as relações que lhe corresponderem.D

o D

om

icíl

io

Art. 73: Ter-se-á por domicílio da pessoa natural, que não tenha residência habitual, o lugar onde for encontrada.

Um dos artigos mais cobrados em provas objetivas, geralmente trazendo na parte final a informação: “onde por último morou”, ou “onde por último residiu”.D

o D

om

icíl

io

Art. 74: Muda-se o domicílio, transferindo a residência, com a intenção manifesta de o mudar.

P. único: A prova da intenção resultará do que declarar a pessoa às municipalidades dos lugares, que deixa, e para onde vai, ou, se tais declarações não fizer, da própria mudança, com as circunstâncias que a acompanharem.

Do

Do

mic

ílio

Art. 75: Quanto às pessoas jurídicas, o domicílio é:

I - da União, o Distrito Federal;

II - dos Estados e Territórios, as respectivas capitais;

III - do Município, o lugar onde funcione a administração municipal;

IV - das demais pessoas jurídicas, o lugar onde funcionarem as respectivas diretorias e administrações, ou onde elegerem domicílio especial no seu estatuto ou atos constitutivos. [...]

Do

Do

mic

ílio

§1o Tendo a pessoa jurídica diversos estabelecimentos em lugares diferentes, cada um deles será considerado domicílio para os atos nele praticados.

§ 2o Se a administração, ou diretoria, tiver a sede no estrangeiro, haver-se-á por domicílio da pessoa jurídica, no tocante às obrigações contraídas por cada uma das suas agências, o lugar do estabelecimento, sito no Brasil, a que ela corresponder.

Do

Do

mic

ílio

Art. 76: Têm domicílio necessário o incapaz, o servidor público, o militar, o marítimo e o preso.P. único: O domicílio do incapaz é o do seurepresentante ou assistente; o do servidor público,o lugar em que exercer permanentemente suasfunções; o do militar, onde servir, e, sendo daMarinha ou da Aeronáutica, a sede do comando aque se encontrar imediatamente subordinado; o domarítimo, onde o navio estiver matriculado; e o dopreso, o lugar em que cumprir a sentença (portanto,não se aplica aos presos provisórios).

Do

Do

mic

ílio

Art. 77: O agente diplomático do Brasil, que, citado no estrangeiro, alegar extraterritorialidade sem designar onde tem, no país, o seu domicílio, poderá ser demandado no Distrito Federal ou no último ponto do território brasileiro onde o teve.

Art. 78: Nos contratos escritos, poderão os contratantes especificar domicílio onde se exercitem e cumpram os direitos e obrigações deles resultantes.

Do

Do

mic

ílio

Auditor Fiscal/Juiz de Fora/AOCP/2017 - Relativamente ao domicílio, o vigente Código civil brasileiro determina que a) o domicílio da pessoa natural é o lugar onde ela estabelece a sua residência sem ânimo definitivo.b) quanto às relações concernentes à profissão o domicílio da pessoa natural nunca será lugar onde a profissão é exercida.c) se a pessoa exercitar profissão em lugares diversos apenas constituirá domicílio para as relações que lhe corresponderem o endereço da sede do empregador.d) tendo a pessoa jurídica diversos estabelecimentos em lugares diferentes, deverá escolher um deles para ser o domicílio para os atos nele praticados.e) o domicílio da pessoa natural, que não tenha residência habitual, será o lugar onde for encontrada.

Auditor Fiscal/Juiz de Fora/AOCP/2017 - Relativamente ao domicílio, o vigente Código civil brasileiro determina que a) o domicílio da pessoa natural é o lugar onde ela estabelece a sua residência sem ânimo definitivo.b) quanto às relações concernentes à profissão o domicílio da pessoa natural nunca será lugar onde a profissão é exercida.c) se a pessoa exercitar profissão em lugares diversos apenas constituirá domicílio para as relações que lhe corresponderem o endereço da sede do empregador.d) tendo a pessoa jurídica diversos estabelecimentos em lugares diferentes, deverá escolher um deles para ser o domicílio para os atos nele praticados.e) o domicílio da pessoa natural, que não tenha residência habitual, será o lugar onde for encontrada.

Promotor de Justiça/RN/2009 – Deve ter domicílio necessário o preso ainda não condenado.

Qu

est

õe

sd

e C

on

curs

o

ANALISTA JUD/TRT20/FCC/2016 - Flávio trabalha em empresas situadas nas cidades A, B e C, reside com ânimo definitivo na cidade D e visita sua mãe, ocasionalmente, a passeio, na cidade E. Exerce sua principal atividade na cidade C. Considera(m)-se domicílio(s) natural(is) de Flávio o(s) lugar(es) situado(s) em: a) D, somente.b) A, B e C, quanto às relações concernentes às respectivas atividades profissionais, e D.c) C, somente.d) C, quanto às relações concernentes à profissão ali exercida, e D.e) A, B, C, D e E.

ANALISTA JUD/TRT20/FCC/2016 - Flávio trabalha em empresas situadas nas cidades A, B e C, reside com ânimo definitivo na cidade D e visita sua mãe, ocasionalmente, a passeio, na cidade E. Exerce sua principal atividade na cidade C. Considera(m)-se domicílio(s) natural(is) de Flávio o(s) lugar(es) situado(s) em: a) D, somente.b) A, B e C, quanto às relações concernentes às respectivas atividades profissionais, e D.c) C, somente.d) C, quanto às relações concernentes à profissão ali exercida, e D.e) A, B, C, D e E.

Art. 79: São bens imóveis o solo e tudo quanto se lhe incorporar natural ou artificialmente.

Art. 80: Consideram-se imóveis para os efeitos legais:

I - os direitos reais sobre imóveis e as ações que os asseguram;

II - o direito à sucessão aberta.

Be

ns

Imó

ve

is

PROCURADOR/TCE/RR/2008 – O direito à sucessão aberta é um bem incorpóreo considerado como imóvel para os efeitos legais, de acordo com o Código Civil. DEF/ES/2009 – Os direitos reais sobre imóveis e as ações que os asseguram, bem como o direito à sucessão aberta, são considerados bens imóveis para os efeitos legais, de acordo com o Código Civil. Q

ue

stõ

es

de

Co

ncu

rso

Art. 81: Não perdem o caráter de imóveis:

I - as edificações que, separadas do solo, mas conservando a sua unidade, forem removidas para outro local;

II - os materiais provisoriamente separados de um prédio, para nele se reempregarem.

Qu

est

ão

de

Co

ncu

rso

Analista Jud/TRT2/2007 – Consideram bens imóveis:

a) os materiais provenientes da demolição de algum prédio;

b) os materiais destinados a alguma construção, enquanto não forem empregados;

c) os materiais provisoriamente separados de um prédio, para nele se reintegrarem;

d) os direitos pessoais de carater patrimonial e respetivas ações.

Analista Jud/TRT2/2007 – Consideram bens imóveis:

a) os materiais provenientes da demolição de algum prédio;

b) os materiais destinados a alguma construção, enquanto não forem empregados;

c) os materiais provisoriamente separados de um prédio, para nele se reintegrarem;

d) os direitos pessoais de carater patrimonial e respetivas ações.

Auditor Fiscal/Juiz de Fora/AOCP/2016 - No tocante aos bens imóveis, o que a legislação civilista estabelece?a) São bens imóveis o solo e tudo quanto se lhe incorporar natural ou artificialmente.b) Para os efeitos legais, também são reputados bens imóveis os direitos irreais sobre imóveis e as ações que os asseguram.c) O direito à sucessão que ainda não foi aberta é reconhecido como bem imóvel.d) As edificações que, separadas do solo, mas conservando a sua unidade, forem removidas para outro local perdem o caráter de imóveis. e) Os materiais provisoriamente separados de um prédio, para nele se reempregarem, perdem o atributo de imóveis.

Auditor Fiscal/Juiz de Fora/AOCP/2016 - No tocante aos bens imóveis, o que a legislação civilista estabelece?a) São bens imóveis o solo e tudo quanto se lhe incorporar natural ou artificialmente.b) Para os efeitos legais, também são reputados bens imóveis os direitos irreais sobre imóveis e as ações que os asseguram.c) O direito à sucessão que ainda não foi aberta é reconhecido como bem imóvel.d) As edificações que, separadas do solo, mas conservando a sua unidade, forem removidas para outro local perdem o caráter de imóveis. e) Os materiais provisoriamente separados de um prédio, para nele se reempregarem, perdem o atributo de imóveis.

Art. 82: São móveis os bens suscetíveis de movimento próprio, ou de remoção por força alheia, sem alteração da substância ou da destinação econômico-social.

Be

ns

ve

is

Art. 83: Consideram-se móveis para os efeitos legais:

I - as energias que tenham valor econômico;

II - os direitos reais sobre objetos móveis e as ações correspondentes;

III - os direitos pessoais de caráter patrimonial e respectivas ações.B

en

s Mó

ve

is

Art. 84: Os materiais destinados a alguma construção, enquanto não forem empregados, conservam sua qualidade de móveis; readquirem essa qualidade os provenientes da demolição de algum prédio.

Be

ns

ve

is

Analista/BRDE/AOCP/2012 - Consideram-se imóveis, para os efeitos legais,

a) as energias que tenham valor econômico.

b) os direitos reais sobre objetos móveis e as ações correspondentes.

c) os direitos pessoais de caráter patrimonial e respectivas ações.

d) o direito à sucessão aberta.

e) os materiais destinados a alguma construção, enquanto não forem empregados.

Analista/BRDE/AOCP/2012 - Consideram-se imóveis, para os efeitos legais,

a) as energias que tenham valor econômico.

b) os direitos reais sobre objetos móveis e as ações correspondentes.

c) os direitos pessoais de caráter patrimonial e respectivas ações.

d) o direito à sucessão aberta.

e) os materiais destinados a alguma construção, enquanto não forem empregados.

Advogado/CASAN/AOCP/2012 - Assinale a alternativa correta.a) São bens móveis o solo e tudo quanto se lhe incorporar natural ou artificialmente.b) Não perdem o caráter de imóveis os materiais definitivamente separados de um prédio, para nele se reempregarem.c) São pertenças os bens que, não constituindo partes integrantes, se destinam, de modo duradouro, ao uso, ao serviço ou ao aformoseamento de outro.d) Consideram-se benfeitorias os melhoramentos ou acréscimos sobrevindos ao bem sem a intervenção do proprietário, possuidor ou detentor.e) Os bens públicos dominicais não podem ser alienados.

Advogado/CASAN/AOCP/2012 - Assinale a alternativa correta.a) São bens móveis o solo e tudo quanto se lhe incorporar natural ou artificialmente.b) Não perdem o caráter de imóveis os materiais definitivamente separados de um prédio, para nele se reempregarem.c) São pertenças os bens que, não constituindo partes integrantes, se destinam, de modo duradouro, ao uso, ao serviço ou ao aformoseamento de outro.d) Consideram-se benfeitorias os melhoramentos ou acréscimos sobrevindos ao bem sem a intervenção do proprietário, possuidor ou detentor.e) Os bens públicos dominicais não podem ser alienados.

Art. 85: São fungíveis os móveis que podem substituir-se por outros da mesma espécie, qualidade e quantidade. Ex: dinheiro, uma cesta de frutas, etc.

A fungibilidade do bem resulta não apenas da natureza da coisa, e sim também da vontade das partes. Porque um bem a priori fungível, como uma cédula de 50 (cinquenta) reais, pode se tornar infungível, caso as partes especifiquem a sua numeração de série, por exemplo, para uma coleção.

Be

ns

Fu

ng

íve

is

Art. 86: São consumíveis os bens móveis cujo uso importa destruição imediata da própria substância, sendo também considerados tais os destinados à alienação.

Be

ns

Co

nsu

mív

eis

ANALISTA JUDICIÁRIO/TRT20/2016/Adaptada - Marcos ganhou como presentes de casamento, um quadro assinado por seu autor; um liquidificador de marca conhecida e disponível no mercado, um relógio de parede, único, que havia pertencido a seu bisavô, e certa quantia em dinheiro. São considerados bens infungíveis o:

ANALISTA JUDICIÁRIO/TRT20/2016/Adaptada - Marcos ganhou como presentes de casamento, um quadro assinado por seu autor; um liquidificador de marca conhecida e disponível no mercado, um relógio de parede, único, que havia pertencido a seu bisavô, e certa quantia em dinheiro. São considerados bens infungíveis o:

e) quadro e o relógio.

Art. 87: Bens divisíveis são os que se podem fracionar sem alteração na sua substância, diminuição considerável de valor, ou prejuízo do uso a que se destinam.

Art. 88: Os bens naturalmente divisíveis podem tornar-se indivisíveis por determinação da lei ou por vontade das partes.

Be

ns

div

isív

eis

Art. 89: São singulares os bens que, embora reunidos, se consideram de per si, independentemente dos demais. Ex: livros, dvds, etc.

São singulares quando analisados sob a ótica individual. Assim, árvore pode ser, portanto, bem singular ou coletivo, conforme seja encarada individualmente ou agregada a outras, formando um todo (uma floresta).

Be

ns

sin

gu

lare

s

Art. 90: Constitui universalidade de fato a pluralidade de bens singulares que, pertinentes à mesma pessoa, tenham destinação unitária. Ex: biblioteca, locadora de dvds, rebanho de ovelhas.

P. único: Os bens que formam essa universalidade podem ser objeto de relações jurídicas próprias.

Un

ive

rsa

lid

ad

ed

e F

ato

Art. 91: Constitui universalidade de direito o complexo de relações jurídicas, de uma pessoa, dotadas de valor econômico.

Ex: massa falida, herança e espólio.

Un

ive

rsa

lid

ad

ed

e D

ire

ito

Analista Judiciário/TRT11/2016/Adaptada - A respeito dos bens, é correto afirmar que:a) constitui universalidade de fato o complexo de relações jurídicas de uma pessoa, dotadas de valor econômico.b) constitui universalidade de direito a pluralidade de bens singulares que, pertinentes à mesma pessoa, tenham destinação unitária.c) os bens naturalmente divisíveis podem tornar-se indivisíveis por determinação da lei ou por vontade das partes.d) as energias que tenham valor econômico são consideradas bens imóveis para os efeitos legais.

Analista Judiciário/TRT11/2016/Adaptada - A respeito dos bens, é correto afirmar que:a) constitui universalidade de fato o complexo de relações jurídicas de uma pessoa, dotadas de valor econômico.b) constitui universalidade de direito a pluralidade de bens singulares que, pertinentes à mesma pessoa, tenham destinação unitária.c) os bens naturalmente divisíveis podem tornar-se indivisíveis por determinação da lei ou por vontade das partes.d) as energias que tenham valor econômico são consideradas bens imóveis para os efeitos legais.

Art. 92: Principal é o bem que existe sobre si, abstrata ou concretamente; acessório, aquele cuja existência supõe a do principal.

Be

mP

rin

cip

al/

Ace

ssó

rio

Art. 93: São pertenças os bens que, não constituindo partes integrantes, se destinam, de modo duradouro, ao uso, ao serviço ou ao aformoseamento de outro.

Ex: órgão na igreja; piano no conservatório, acessórios de um carro na exposição de concessionária, objetos de decoração de uma residência, etc.

Pe

rte

nça

s

Partes integrantes são os frutos, os produtos e as benfeitorias.

Frutos são as utilidades que uma coisa periodicamente produz, sem que se opere sua diminuição, como o café, o leite, etc. Produtos são as utilidades que se retiram da coisa, diminuindo-lhe a quantidade, porque não se reproduzem periodicamente, como as pedras e os metais, que se extraem das pedreiras e das minas. Benfeitorias são obras ou despesas feitas em bem já existente.

Pe

rte

nça

s

Art. 94: Os negócios jurídicos que dizem respeito ao bem principal não abrangem as pertenças, salvo se o contrário resultar da lei, da manifestação de vontade, ou das circunstâncias do caso.

Pe

rte

nça

s

Art. 95: Apesar de ainda não separados do bem principal, os frutos e produtos podem ser objeto de negócio jurídico.

Fru

tos

e P

rod

uto

s

Art. 96: As benfeitorias podem ser voluptuárias, úteis ou necessárias.§ 1o São voluptuárias as de mero deleite ou recreio, que não aumentam o uso habitual do bem, ainda que o tornem mais agradável ou sejam de elevado valor. Ex: decoração luxuosa de um aposento.§ 2o São úteis as que aumentam ou facilitam o uso do bem. Ex: construção de uma garagem.§ 3o São necessárias as que têm por fim conservar o bem ou evitar que se deteriore. Ex: troca do encanamento enferrujado.

Be

nfe

ito

ria

s

A classificação das benfeitorias não é absoluta pois uma mesma benfeitoria pode enquadrar-se em uma ou outra espécie, dependendo das circunstâncias. Uma piscina, por exemplo, pode ser considerada benfeitoria voluptuária em uma casa ou condomínio, mas útil ou necessária em uma escola de natação. (GONÇALVES, 2011).

Be

nfe

ito

ria

s

Art. 97: Não se consideram benfeitorias os melhoramentos ou acréscimos sobrevindos ao bem sem a intervenção do proprietário, possuidor ou detentor.

Be

nfe

ito

ria

s

Art. 98: São públicos os bens do domínio nacional pertencentes às pessoas jurídicas de direito público interno; todos os outros são particulares, seja qual for a pessoa a que pertencerem.

Be

ns

bli

cos

Art. 99: São bens públicos:I - os de uso comum do povo, tais como rios, mares, estradas, ruas e praças;II - os de uso especial, tais como edifícios ou terrenos destinados a serviço ou estabelecimento da administração federal, estadual, territorial ou municipal, inclusive os de suas autarquias;III - os dominicais, que constituem o patrimônio das pessoas jurídicas de direito público, como objeto de direito pessoal, ou real, de cada uma dessas entidades.

Be

ns

bli

cos

P. único: Não dispondo a lei em contrário, consideram-se dominicais os bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito público a que se tenha dado estrutura de direito privado.

Be

ns

bli

cos

Art. 100: Os bens públicos de uso comum do povo e os de uso especial são inalienáveis, enquanto conservarem a sua qualificação, na forma que a lei determinar.

Art. 101: Os bens públicos dominicais podem ser alienados, observadas as exigências da lei.

Be

ns

bli

cos

Art. 102: Os bens públicos não estão sujeitos a usucapião.

Súmula 340 do STF: bens dominicais também não podem ser usucapidos.

Art. 103: O uso comum dos bens públicos pode ser gratuito ou retribuído, conforme for estabelecido legalmente pela entidade a cuja administração pertencerem.

Be

ns

bli

cos

Juiz do Trabalho/TRT9/AOCP/2004 - Considere as seguintes proposições: I. Os bens naturalmente divisíveis podem tornar-se indivisíveis por determinação da lei ou por vontade das partes. II. São benfeitorias voluptuárias as que aumentam ou facilitam o uso do bem. III. Os bens públicos e os privados estão sujeitos ao usucapião. IV. São bens públicos de uso comum, os edifícios ou terrenos destinados a serviço ou estabelecimento da administração federal, estadual, territorial e municipal, e as autarquias. V. Os bens públicos dominicais nunca podem ser alienados.

Juiz do Trabalho/TRT9/AOCP/2004 - Considere as seguintes proposições: I. Os bens naturalmente divisíveis podem tornar-se indivisíveis por determinação da lei ou por vontade das partes. II. São benfeitorias voluptuárias as que aumentam ou facilitam o uso do bem. III. Os bens públicos e os privados estão sujeitos ao usucapião. IV. São bens públicos de uso comum, os edifícios ou terrenos destinados a serviço ou estabelecimento da administração federal, estadual, territorial e municipal, e as autarquias. V. Os bens públicos dominicais nunca podem ser alienados.

PROCURADOR/UECE/2017 - Os bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito público a que se tenha dado estrutura de direito privado são considerados bens:

a) de uso comum do povo.

b) de uso especial.

c) dominicais.

d) de uso excepcional.

PROCURADOR/UECE/2017 - Os bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito público a que se tenha dado estrutura de direito privado são considerados bens:

a) de uso comum do povo.

b) de uso especial.

c) dominicais.

d) de uso excepcional.

Delegado de Polícia/BA/2016 - Segundo o regime previsto pelo Código Civil brasileiro para os bens:

a) as praias e as ruas são bens públicos de uso especial.

b) consideram-se benfeitorias todos os acréscimos sobrevindos ao bem, independentemente de intervenção do proprietário, possuidor ou detentor. [...]

[...]

c) os negócios jurídicos que dizem respeito ao bem principal não abrangem as pertenças, salvo disposição legal, contratual ou circunstâncias do caso.

d) constitui universalidade de direito a pluralidade de bens singulares que, pertinentes à mesma pessoa, tenham destinação unitária.

e) os bens dominicais são inalienáveis, enquanto conservarem a sua qualificação.

[...]

c) os negócios jurídicos que dizem respeito ao bem principal não abrangem as pertenças, salvo disposição legal, contratual ou circunstâncias do caso.

d) constitui universalidade de direito a pluralidade de bens singulares que, pertinentes à mesma pessoa, tenham destinação unitária.

e) os bens dominicais são inalienáveis, enquanto conservarem a sua qualificação.

Defensor Público/BA/2016 - Segundo o Código Civil de 2002, os bens públicos são:

I. inalienáveis, os dominicais.

II. alienáveis, desde que haja prévia justificativa e autorização do Poder Legislativo.

III. inalienáveis, os bens de uso comum, enquanto conservar a sua qualificação; e inalienáveis os bens dominicais, observadas as determinações legais. [...]

IV. alienáveis, os bens dominicais, observadas as determinações legais.

V. inalienáveis, os bens públicos de uso comum do povo na forma que a lei determinar.

IV. alienáveis, os bens dominicais, observadas as determinações legais.

V. inalienáveis, os bens públicos de uso comum do povo na forma que a lei determinar.

Corretas IV e V, apenas.

Art. 104: A validade do negócio jurídico requer:

I - agente capaz;

II - objeto lícito, possível, determinado ou determinável;

III - forma prescrita ou não defesa em lei.

Ne

cio

Ju

ríd

ico

Agente capaz: a capacidade do agente é a aptidão para intervir em negócios jurídicos como declarante ou declaratário.

A incapacidade de exercício é suprida, conforme prevê o CC, pela assistência ou pela representação. Os absolutamente incapazes são representados, logo não participam do ato. Os relativamente incapazes participam do ato, juntos com seus representantes, que assim os assistem.

Ag

en

teC

ap

az

Objeto:

a) Lícito: que não atenta contra a lei, a moral e os bons costumes.

b) Possível: se for impossível, nulo será o negócio. A impossibilidade pode ser física (como a que contraria as leis da física ou da natureza –ex: correr a 100 km/h sem auxílio de nenhum veículo – ou jurídica, quando é vedada pelo ordenamento jurídico, tal qual negociar-se a herança de pessoa viva (CC, art. 426).

Ob

jeto

c) Determinado ou determinável: o objeto deve ser conhecido/identificado desde o início, ou, ao menos, suscetível de determinação no momento da execução. Admite-se, assim, a venda de coisa incerta, indicada ao menos pelo gênero e pela quantidade (CC, art. 243), que será determinada pela escolha, bem como a venda alternativa, cuja indeterminação cessa com a concentração (CC, art. 252).

Ob

jeto

Deve ser a prescrita (determinada) ou não defesa (não proibida) em lei.

Assim, havendo previsão de forma, esta deve ser seguida, sob pena de nulidade. Não havendo, toda forma que não seja proibida será admitida. F

orm

a

Art. 105: A incapacidade relativa de uma das partes não pode ser invocada pela outra em benefício próprio, nem aproveita aos co-interessados capazes, salvo se, neste caso, for indivisível o objeto do direito ou da obrigação comum.

Como a incapacidade relativa é uma exceção pessoal, apenas o próprio incapaz ou seu representante legal pode alegá-la em defesa, salvo a hipótese de obrigação indivisível.

Inca

pa

cid

ad

eR

ela

tiv

a

Art. 106: A impossibilidade inicial do objeto não invalida o negócio jurídico se for relativa, ou se cessar antes de realizada a condição a que ele estiver subordinado.

Art. 107: A validade da declaração de vontade não dependerá de forma especial, senão quando a lei expressamente a exigir.

Ne

cio

Ju

ríd

ico

Art. 108: Não dispondo a lei em contrário, a escritura pública é essencial à validade dos negócios jurídicos que visem à constituição, transferência, modificação ou renúncia de direitos reais sobre imóveis de valor superior a trinta vezes o maior salário mínimo vigente no País.

Esc

ritu

raP

úb

lica

Art. 109: No negócio jurídico celebrado com a cláusula de não valer sem instrumento público, este é da substância do ato.

Decorre da convenção das partes, que deve ser observada, sob pena de invalidar o negócio.

Fo

rma

Esp

eci

al

Art. 110: A manifestação de vontade subsiste ainda que o seu autor haja feito a reserva mental de não querer o que manifestou, salvo se dela o destinatário tinha conhecimento.

Re

serv

aM

en

tal

Art. 111: O silêncio importa anuência, quando as circunstâncias ou os usos o autorizarem, e não for necessária a declaração de vontade expressa.

Sil

ên

cio

Art. 112: Nas declarações de vontade se atenderá mais à intenção nelas consubstanciada do que ao sentido literal da linguagem.

Art. 113: Os negócios jurídicos devem ser interpretados conforme a boa-fé e os usos do lugar de sua celebração.

Inte

rpre

taçã

oe

Bo

a F

é

Art. 114: Os negócios jurídicos benéficos e a renúncia interpretam-se estritamente. Ex: doação.

ATENÇÃO: MUITO COBRADO EM CONCURSOS

Inte

rpre

taçã

oR

est

rtit

iva

Art. 115: Os poderes de representação conferem-se por lei ou pelo interessado.

Há três espécies de representação: legal, judicial e convencional.

Art. 116: A manifestação de vontade pelo representante, nos limites de seus poderes, produz efeitos em relação ao representado.

Da

Re

pre

sen

taçã

o

Art. 117: Salvo se o permitir a lei ou o representado, é anulável o negócio jurídico que o representante, no seu interesse ou por conta de outrem, celebrar consigo mesmo.

P. único: Para esse efeito, tem-se como celebrado pelo representante o negócio realizado por aquele em quem os poderes houverem sido subestabelecidos.Da

Re

pre

sen

taçã

o

Art. 118: O representante é obrigado a provar às pessoas, com quem tratar em nome do representado, a sua qualidade e a extensão de seus poderes, sob pena de, não o fazendo, responder pelos atos que a estes excederem.

Da

Re

pre

sen

taçã

o

Art. 119: É anulável o negócio concluído pelo representante em conflito de interesses com o representado, se tal fato era ou devia ser do conhecimento de quem com aquele tratou.

P. único: É de cento e oitenta dias, a contar da conclusão do negócio ou da cessação da incapacidade, o prazo de decadência para pleitear-se a anulação prevista neste artigo.Da

Re

pre

sen

taçã

o

AUDITOR/TCE/RJ/2015/Adaptada - Augusto conferiu mandato, com poderes representativos, a Angélica, com a finalidade de venda de um imóvel do mandante. Em seguida, a mandatária substabeleceu os poderes para Semprônio. O substabelecido, por sua vez, vendeu o bem para Angélica e repassou o preço para Augusto, que reagiu, tendo em vista a confiança depositada na mandatária.

AUDITOR/TCE/RJ/2015/Adaptada - Augusto conferiu mandato, com poderes representativos, a Angélica, com a finalidade de venda de um imóvel do mandante. Em seguida, a mandatária substabeleceu os poderes para Semprônio. O substabelecido, por sua vez, vendeu o bem para Angélica e repassou o preço para Augusto, que reagiu, tendo em vista a confiança depositada na mandatária.

a) a venda é anulável, configurado o conflito de interesses no chamado “negócio consigo mesmo”;

PROMOTOR DE JUSTIÇA/RO/2010/Adaptada - Com relação à representação, assinale a opção correta.

a) Os poderes de representação podem ser conferidos pelo interessado ou pela lei.

b) É necessária a demonstração de prejuízo para se anular negócio jurídico concluído pelo representante em conflito de interesse com o representado.

c) É anulável o negócio jurídico que o representante celebra consigo mesmo, ainda que o permita o representado.

PROMOTOR DE JUSTIÇA/RO/2010/Adaptada - Com relação à representação, assinale a opção correta.

a) Os poderes de representação podem ser conferidos pelo interessado ou pela lei.

b) É necessária a demonstração de prejuízo para se anular negócio jurídico concluído pelo representante em conflito de interesse com o representado.

c) É anulável o negócio jurídico que o representante celebra consigo mesmo, ainda que o permita o representado.

Art. 121: Considera-se condição a cláusula que, derivando exclusivamente da vontade das partes, subordina o efeito do negócio jurídico a evento futuro e incerto.

Ex: se passar em um concurso público, prometo pagar um churrasco.

Condição suspensiva: é a condição que impede a eficácia do negócio jurídico até que seja implementada, como a do exemplo acima.

Co

nd

içã

o

Condição resolutiva: é a condição cujo implemento põe fim ao negócio jurídico. Ele é eficaz até que ela aconteça.

Ex: prometo pagar-lhe uma mesada de R$ 10.000,00 até sua aprovação no CFO.

Co

nd

içã

o

Art. 122: São lícitas, em geral, todas as condições não contrárias à lei, à ordem pública ou aos bons costumes; entre as condições defesas se incluem as que privarem de todo efeito o negócio jurídico, ou o sujeitarem ao puro arbítrio de uma das partes.

Ex: a venda de um prédio sob a condição dele não poder ser ocupado (absurda); celebração de contrato de mútuo se o mutuário ficar 24 horas de pé no dia seguinte (puramente potestativa).

Co

nd

içã

o

Art. 123: Invalidam os negócios jurídicos que lhes são subordinados:

I - as condições física ou juridicamente impossíveis, quando suspensivas;

II - as condições ilícitas, ou de fazer coisa ilícita;

III - as condições incompreensíveis ou contraditórias.

Co

nd

içã

o

Art. 124: Têm-se por inexistentes as condições impossíveis, quando resolutivas, e as de não fazer coisa impossível.

Co

nd

içã

o

Art. 125: Subordinando-se a eficácia do negócio jurídico à condição suspensiva, enquanto esta se não verificar, não se terá adquirido o direito, a que ele visa.

Co

nd

içã

o

Art. 126: Se alguém dispuser de uma coisa sob condição suspensiva, e, pendente esta, fizer quanto àquela novas disposições, estas não terão valor, realizada a condição, se com ela forem incompatíveis.

Co

nd

içã

o

Art. 127: Se for resolutiva a condição, enquanto esta se não realizar, vigorará o negócio jurídico, podendo exercer-se desde a conclusão deste o direito por ele estabelecido.

Co

nd

içã

o

Art. 128: Sobrevindo a condição resolutiva, extingue-se, para todos os efeitos, o direito a que ela se opõe; mas, se aposta a um negócio de execução continuada ou periódica, a sua realização, salvo disposição em contrário, não tem eficácia quanto aos atos já praticados, desde que compatíveis com a natureza da condição pendente e conforme aos ditames de boa-fé.

Co

nd

içã

o

Art. 129: Reputa-se verificada, quanto aos efeitos jurídicos, a condição cujo implemento for maliciosamente obstado pela parte a quem desfavorecer, considerando-se, ao contrário, não verificada a condição maliciosamente levada a efeito por aquele a quem aproveita o seu implemento.C

on

diç

ão

Art. 130: Ao titular do direito eventual, nos casos de condição suspensiva ou resolutiva, é permitido praticar os atos destinados a conservá-lo.

Co

nd

içã

o

Art. 132: Salvo disposição legal ou convencional em contrário, computam-se os prazos, excluído o dia do começo, e incluído o do vencimento.

§ 1o Se o dia do vencimento cair em feriado, considerar-se-á prorrogado o prazo até o seguinte dia útil.

§ 2o Meado considera-se, em qualquer mês, o seu décimo quinto dia.

Do

Te

rmo

§ 3o Os prazos de meses e anos expiram no dia de igual número do de início, ou no imediato, se faltar exata correspondência.

§ 4o Os prazos fixados por hora contar-se-ão de minuto a minuto.

Do

Te

rmo

Art. 133: Nos testamentos, presume-se o prazo em favor do herdeiro, e, nos contratos, em proveito do devedor, salvo, quanto a esses, se do teor do instrumento, ou das circunstâncias, resultar que se estabeleceu a benefício do credor, ou de ambos os contratantes.D

o T

erm

o

Art. 134: Os negócios jurídicos entre vivos, sem prazo, são exeqüíveis desde logo, salvo se a execução tiver de ser feita em lugar diverso ou depender de tempo.Art. 135: Ao termo inicial e final aplicam-se, no que couber, as disposições relativas à condição suspensiva e resolutiva.D

o T

erm

o

Art. 136: O encargo não suspende a aquisição nem o exercício do direito, salvo quando expressamente imposto no negócio jurídico, pelo disponente, como condição suspensiva.

Encargo é uma cláusula acessória usualmente utilizada em atos de liberalidade (doação ou testamento), embora também possa ser empregada em outros atos unilaterais, promessas de pagamento, p ex, que impõem ao contemplado um ônus ou uma obrigação.

Do

En

carg

o

Art. 137: Considera-se não escrito o encargo ilícito ou impossível, salvo se constituir o motivo determinante da liberalidade, caso em que se invalida o negócio jurídico.

Do

En

carg

o

Art. 138: São anuláveis os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio.

Erro acidental, ao contrário do substancial, é aquele de somenos importância, que acaso detectado, não impediria a realização do negócio.

Do

Err

o

No erro, o agente engana-se sozinho.

Quando é induzido em erro pelo outro contratante ou por terceiro, caracteriza-se o dolo, que é outro vício.

Do

Err

o

Art. 139: O erro é substancial quando:

I - interessa à natureza do negócio, ao objeto principal da declaração, ou a alguma das qualidades a ele essenciais;

Natureza do negócio: a parte pressupõe realizar determinado negócio jurídico, quando na verdade realiza outro diferente. Exemplo: o contrato é de compra e venda e o adquirente imagina tratar-se de doação;

Do

Err

o

Qualidades do objeto:

- erro in corpore: Ex: adquire um terreno na Rua Beira Mar, em bairro afastado da praia.

- error in substantia. Exemplo: aquisição de candelabros prateados, mas de material inferior, como se fossem de prata; compra de um relógio dourado, pensando ser de ouro.

Do

Err

o

Art. 139: O erro é substancial quando:

II - concerne à identidade ou à qualidade essencial da pessoa a quem se refira a declaração de vontade, desde que tenha influído nesta de modo relevante.

Ex: Contrata artista Claudia Leyte, pensando se tratar da celebridade;

Do

Err

o

III - sendo de direito e não implicando recusa à aplicação da lei, for o motivo único ou principal do negócio jurídico.

Ex: pessoa que contrata a importação de determinada mercadoria ignorando existir lei que proíbe tal importação. Como tal ignorância foi a causa determinante do ato, pode ser alegada para anular o contrato, sem com isso se pretender que a lei seja descumprida.

Do

Err

o

Art. 140: O falso motivo só vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante.

Ex: faz a doação a quem lhe salvou a vida. O motivo fica claro e expresso no ato. Provando-se que o donatário não foi o verdadeiro responsável pelo salvamento, pode-se anular a doação.

Do

Err

o

Art. 141: A transmissão errônea da vontade por meios interpostos é anulável nos mesmos casos em que o é a declaração direta.

Art. 142: O erro de indicação da pessoa ou da coisa, a que se referir a declaração de vontade, não viciará o negócio quando, por seu contexto e pelas circunstâncias, se puder identificar a coisa ou pessoa cogitada.

Do

Err

o

Art. 143: O erro de cálculo apenas autoriza a retificação da declaração de vontade.

Art. 144: O erro não prejudica a validade do negócio jurídico quando a pessoa, a quem a manifestação de vontade se dirige, se oferecer para executá-la na conformidade da vontade real do manifestante.

Do

Err

o

Advogado/EBSERH/2016 - Assinale a alternativa correta sobre os defeitos do negócio jurídico, após analisar os itens a seguir e considerar as normas da Lei Federal nº 10.406, de 10/01/2002 (Código Civil).

a) São nulos os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio

b) O erro não é substancial, mesmo quando interessa à natureza do negócio, ao objeto principal da declaração, ou a alguma das qualidades a ele essenciais

c) O erro é substancial, quando concerne à identidade ou à qualidade essencial da pessoa a quem se refira a declaração de vontade, desde que tenha influído nesta de modo relevante

d) O erro é substancial, quando sendo de direito e não implicando recusa à aplicação da lei, não for o motivo único ou principal do negócio jurídico

e) A transmissão errônea da vontade por meios interpostos é nula nos mesmos casos em que o é a declaração direta

c) O erro é substancial, quando concerne à identidade ou à qualidade essencial da pessoa a quem se refira a declaração de vontade, desde que tenha influído nesta de modo relevante

d) O erro é substancial, quando sendo de direito e não implicando recusa à aplicação da lei, não for o motivo único ou principal do negócio jurídico

e) A transmissão errônea da vontade por meios interpostos é nula nos mesmos casos em que o é a declaração direta

Art. 145: São os negócios jurídicos anuláveis por dolo, quando este for a sua causa.

É o artificio astucioso para induzir alguém a prática de um ato que o prejudica e beneficia o autor.

Art. 146: O dolo acidental só obriga à satisfação das perdas e danos, e é acidental quando, a seu despeito, o negócio seria realizado, embora por outro modo.

Do

lo

Art. 147: Nos negócios jurídicos bilaterais, o silêncio intencional de uma das partes a respeito de fato ou qualidade que a outra parte haja ignorado, constitui omissão dolosa, provando-se que sem ela o negócio não se teria celebrado.D

olo

Art. 149: O dolo do representante legal de uma das partes só obriga o representado a responder civilmente até a importância do proveito que teve; se, porém, o dolo for do representante convencional, o representado responderá solidariamente com ele por perdas e danos.

Do

lo

Art. 150: Se ambas as partes procederem com dolo, nenhuma pode alegá-lo para anular o negócio, ou reclamar indenização.

Do

lo

Procurador do Estado/MT/2016/Adaptada - Pedro adquiriu de João veículo que, segundo afirmou o vendedor, a fim de induzir o comprador em erro, seria do tipo “flex”, podendo ser abastecido com gasolina ou com álcool. Mas Pedro não fazia questão desta qualidade, e teria realizado o negócio ainda que o veículo não fosse bicombustível. No entanto, em razão do que havia afirmado João, Pedro acabou por abastecer o veículo com combustível inapropriado, o que causou avaria no motor. O negócio jurídico é:

Procurador do Estado/MT/2016/Adaptada - Pedro adquiriu de João veículo que, segundo afirmou o vendedor, a fim de induzir o comprador em erro, seria do tipo “flex”, podendo ser abastecido com gasolina ou com álcool. Mas Pedro não fazia questão desta qualidade, e teria realizado o negócio ainda que o veículo não fosse bicombustível. No entanto, em razão do que havia afirmado João, Pedro acabou por abastecer o veículo com combustível inapropriado, o que causou avaria no motor. O negócio jurídico é:e) não é passível de anulação, pois o dolo acidental sóobriga às perdas e danos.

Art. 151: A coação, para viciar a declaração da vontade, há de ser tal que incuta ao paciente fundado temor de dano iminente e considerável à sua pessoa, à sua família, ou aos seus bens.

P. único: Se disser respeito a pessoa não pertencente à família do paciente, o juiz, com base nas circunstâncias, decidirá se houve coação.

Coação moral (vis compulsiva), e não coação física (vis absoluta).

Da

Co

açã

o

Art. 152: No apreciar a coação, ter-se-ão em conta o sexo, a idade, a condição, a saúde, o temperamento do paciente e todas as demais circunstâncias que possam influir na gravidade dela.

Art. 153: Não se considera coação a ameaça do exercício normal de um direito, nem o simples temor reverencial.

Da

Co

açã

o

Art. 154: Vicia o negócio jurídico a coação exercida por terceiro, se dela tivesse ou devesse ter conhecimento a parte a que aproveite, e esta responderá solidariamente com aquele por perdas e danos.

Da

Co

açã

o

Art. 155: Subsistirá o negócio jurídico, se a coação decorrer de terceiro, sem que a parte a que aproveite dela tivesse ou devesse ter conhecimento; mas o autor da coação responderá por todas as perdas e danos que houver causado ao coacto.

Da

Co

açã

o

Art. 156: Configura-se o estado de perigo quando alguém, premido da necessidade de salvar-se, ou a pessoa de sua família, de grave dano conhecido pela outra parte, assume obrigação excessivamente onerosa.P. único: Tratando-se de pessoa não pertencente à família do declarante, o juiz decidirá segundo as circunstâncias.Ex: “A” está se afogando e, desesperado, promete a “B” toda sua fortuna para ser salvo.

Est

ad

o d

e P

eri

go

TCE/PA/AOCP/2012 - De acordo com o Código Civil, quando alguém, premido da necessidade de salvar-se, ou a pessoa de sua família, de grave dano conhecido pela outra parte, assume obrigação excessivamente onerosa, configura-se um defeito do negócio jurídico denominado dea) dolo.b) erro.c) coação.d) lesão.e) estado de perigo.

TCE/PA/AOCP/2012 - De acordo com o Código Civil, quando alguém, premido da necessidade de salvar-se, ou a pessoa de sua família, de grave dano conhecido pela outra parte, assume obrigação excessivamente onerosa, configura-se um defeito do negócio jurídico denominado dea) dolo.b) erro.c) coação.d) lesão.e) estado de perigo.

Art. 157: Ocorre a lesão quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta.

§ 1o Aprecia-se a desproporção das prestações segundo os valores vigentes ao tempo em que foi celebrado o negócio jurídico.

§ 2o Não se decretará a anulação do negócio, se for oferecido suplemento suficiente, ou se a parte favorecida concordar com a redução do proveito.

Le

são

Promotor de Justiça/MG/2017 - A lesão, como defeito do negócio jurídico, ocorre quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional, admitindo-se a revisão quando oferecido o suplemento suficiente, ou se a parte favorecida concordar com a redução do proveito.

Qu

est

ão

de

Co

ncu

rso

RECEITA ESTADUAL/MA/2016 - Raul foi picado por uma cobra e levado às pressas para hospital particular. Ao chegar ao local, informaram-lhe que, para que recebesse tratamento, teria que realizar depósito no valor de R$ 50.000,00 em favor do hospital. Premido pela necessidade de salvar-se, Raul realizou o depósito, apesar de julgar a obrigação excessivamente onerosa. O negócio jurídico padece do vício:

a) coação, que é causa de nulidade.

b) lesão, que é causa de nulidade.

c) estado de perigo, que é causa de anulabilidade.

d) dolo, que é causa de anulabilidade.

e) coação, que é causa de anulabilidade.

a) coação, que é causa de nulidade.

b) lesão, que é causa de nulidade.

c) estado de perigo, que é causa de anulabilidade.

d) dolo, que é causa de anulabilidade.

e) coação, que é causa de anulabilidade.

DEFENSOR PÚBLICO/BA/2016 - Hugo, ao descobrir que sua filha precisava de uma cirurgia de urgência, emite ao hospital, por exigência deste, um cheque no valor de cem mil reais. Após a realização do procedimento, Hugo descobriu que o valor comumente cobrado para a mesma cirurgia é de sete mil reais. Agora, está sendo cobrado pelo cheque emitido e, não tendo a mínima condição de arcar com o pagamento da cártula, procura a Defensoria Pública de sua cidade. Diante desta situação, é possível [...]

[...] judicialmente a anulação do negócio com a alegação de vício do consentimento chamado de:

a) coação.

b) erro substancial.

c) lesão.

d) estado de perigo.

e) dolo.

[...] judicialmente a anulação do negócio com a alegação de vício do consentimento chamado de:

a) coação.

b) erro substancial.

c) lesão.

d) estado de perigo.

e) dolo.

Art. 158: Os negócios de transmissão gratuita de bens ou remissão de dívida, se os praticar o devedor já insolvente, ou por eles reduzido à insolvência, ainda quando o ignore, poderão ser anulados pelos credores quirografários, como lesivos dos seus direitos.

Quirografários são os credores cujo crédito não está garantido.

[...]

Fra

ud

eco

ntr

a c

red

ore

s

§ 1o Igual direito assiste aos credores cuja garantia se tornar insuficiente.

§ 2o Só os credores que já o eram ao tempo daqueles atos podem pleitear a anulação deles.

Fra

ud

eco

ntr

a c

red

ore

s

Art. 159: Serão igualmente anuláveis os contratos onerosos do devedor insolvente, quando a insolvência for notória, ou houver motivo para ser conhecida do outro contratante.

Fra

ud

eco

ntr

a c

red

ore

s

Art. 160: Se o adquirente dos bens do devedor insolvente ainda não tiver pago o preço e este for, aproximadamente, o corrente, desobrigar-se-á depositando-o em juízo, com a citação de todos os interessados.P. único: Se inferior, o adquirente, para conservar os bens, poderá depositar o preço que lhes corresponda ao valor real.

Fra

ud

eco

ntr

a c

red

ore

s

Art. 161: A ação, nos casos dos arts. 158 e 159, poderá ser intentada contra o devedor insolvente, a pessoa que com ele celebrou a estipulação considerada fraudulenta, ou terceiros adquirentes que hajam procedido de má-fé.

Fra

ud

eco

ntr

a c

red

ore

s

Art. 162: O credor quirografário, que receber do devedor insolvente o pagamento da dívida ainda não vencida, ficará obrigado a repor, em proveito do acervo sobre que se tenha de efetuar o concurso de credores, aquilo que recebeu.Art. 163: Presumem-se fraudatórias dos direitos dos outros credores as garantias de dívidas que o devedor insolvente tiver dado a algum credor.

Fra

ud

eco

ntr

a c

red

ore

s

Art. 164: Presumem-se, porém, de boa-fé e valem os negócios ordinários indispensáveis à manutençãode estabelecimento mercantil, rural, ou industrial, ou à subsistência do devedor e de sua família.

Fra

ud

eco

ntr

a c

red

ore

s

Art. 165: Anulados os negócios fraudulentos, a vantagem resultante reverterá em proveito do acervo sobre que se tenha de efetuar o concurso de credores.P. único: Se esses negócios tinham por único objeto atribuir direitos preferenciais, mediante hipoteca, penhor ou anticrese, sua invalidade importará somente na anulação da preferência ajustada.

Fra

ud

eco

ntr

a c

red

ore

s

PROCURADOR/POA/2016 - Em relação às causas de invalidade, é correto afirmar que:

a) A lesão não será decretada caso a parte favorecida aceite a redução do seu proveito.

b) Quando a declaração de vontade emanar de erro não essencial, a invalidade só será decretada por provocação de uma das partes.

c) Quando as duas partes agirem com dolo, o negócio é considerado nulo de pleno direito, e não apenas anulável, podendo a declaração de invalidade ser requerida por qualquer uma das partes.

d) O exercício regular de um direito, quando capaz de gerar graves dificuldades à parte contrária, caracteriza coação.e) O erro de cálculo vicia o negócio, retirando-lhe todos os efeitos.

PROCURADOR/POA/2016 - Em relação às causas de invalidade, é correto afirmar que:

a) A lesão não será decretada caso a parte favorecida aceite a redução do seu proveito.

b) Quando a declaração de vontade emanar de erro não essencial, a invalidade só será decretada por provocação de uma das partes.

c) Quando as duas partes agirem com dolo, o negócio é considerado nulo de pleno direito, e não apenas anulável, podendo a declaração de invalidade ser requerida por qualquer uma das partes.

Procurador/Araguari-MG/2016 - Com relação aos negócios jurídicos, julgue a alternativa incorreta dentre as proposições abaixo:

a) Os negócios de transmissão gratuita de bens ou remissão de dívida, se os praticar o devedor por eles reduzido à insolvência, quando o ignore, não poderão ser anulados pelos credores quirografários, como lesivos dos seus direitos, em respeito à boa-fé do devedor, que ignorava a sua condição de insolvente;

b) Se os negócios fraudulentos tinham por único objetivo atribuir direitos preferenciais, mediante hipoteca, penhor ou anticrese, sua invalidade importará somente na anulação da preferência ajustada;

c) Serão anuláveis os contratos onerosos do devedor insolvente, quando a insolvência for notória, ou houver motivo para ser conhecida do outro contratante;d) Anulados os negócios jurídicos fraudulentos, a vantagem resultante reverterá em proveito do acervo que se tenha de efetuar o concurso de credores.

Procurador/Araguari-MG/2016 - Com relação aos negócios jurídicos, julgue a alternativa incorreta dentre as proposições abaixo:

a) Os negócios de transmissão gratuita de bens ou remissão de dívida, se os praticar o devedor por eles reduzido à insolvência, quando o ignore, não poderão ser anulados pelos credores quirografários, como lesivos dos seus direitos, em respeito à boa-fé do devedor, que ignorava a sua condição de insolvente;

b) Se os negócios fraudulentos tinham por único objetivo atribuir direitos preferenciais, mediante hipoteca, penhor ou anticrese, sua invalidade importará somente na anulação da preferência ajustada;

Delegado de Polícia/CE/2016 - Assinale a opção correta a respeito dos defeitos dos negócios jurídicos.a) Na lesão, os valores vigentes no momento da celebração do negócio jurídico deverão servir como parâmetro para se aferir a proporcionalidade das prestações.b) Os negócios jurídicos eivados pelo dolo são nulos.c) A coação exercida por terceiro estranho ao negócio jurídico torna-o nulo.

d) Age em estado de perigo o indivíduo que toma parte de um negócio jurídico sob premente necessidade ou por inexperiência, assumindo obrigação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta ferindo o caráter sinalagmático do contrato.e) Se em um negócio jurídico, ambas as partes agem com dolo, ainda assim podem invocar o dolo da outra parte para pleitear a anulação da avença.

Delegado de Polícia/CE/2016 - Assinale a opção correta a respeito dos defeitos dos negócios jurídicos.a) Na lesão, os valores vigentes no momento da celebração do negócio jurídico deverão servir como parâmetro para se aferir a proporcionalidade das prestações.b) Os negócios jurídicos eivados pelo dolo são nulos.c) A coação exercida por terceiro estranho ao negócio jurídico torna-o nulo.

Art. 166: É nulo o negócio jurídico quando:I - celebrado por pessoa absolutamente incapaz;II - for ilícito, impossível ou indeterminável o seu objeto;III - o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito;IV - não revestir a forma prescrita em lei;V - for preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade;VI - tiver por objetivo fraudar lei imperativa; [...]Nu

lid

ad

ed

o N

egó

cio

[...]VII - a lei taxativamente o declarar nulo, ou proibir-lhe a prática, sem cominar sanção.

Nu

lid

ad

ed

o N

egó

cio

Art. 167: É nulo o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na substância e na forma.§ 1o Haverá simulação nos negócios jurídicos quando:I - aparentarem conferir ou transmitir direitos a pessoas diversas daquelas às quais realmente se conferem, ou transmitem;II - contiverem declaração, confissão, condição ou cláusula não verdadeira; [...]

Sim

ula

ção

[...] III - os instrumentos particulares forem antedatados, ou pós-datados.§ 2o Ressalvam-se os direitos de terceiros de boa-fé em face dos contraentes do negócio jurídico simulado.

Sim

ula

ção

Possibilidade de convalidação da simulação relativa. A simulação absoluta, que é aquela em que não se pretendia realizar negócio algum, apenas prejudicar terceiro, não admite convalidação. Ex: marido que emite títulos de crédito em favor de amigo, para depois dar bens em pagamento a essas dívidas, os quais são repassados a amante, para lesar a esposa na partilha de bens do casal. Exemplos de simulação relativa: preço declarado a menor na escritura pública de compra e venda de imóvel para reduzir o imposto ao Fisco; mútuo, que no contrato é declarado como compra e venda etc.

Sim

ula

ção

ANALISTA JUD/ TRE/SP/2017/Adaptada - Para se furtar à legislação eleitoral, Paulo transferiu para si patrimônio da empresa na qual é sócio. Na sequência, simulou doar o dinheiro a candidato, pela pessoa física. Na verdade, porém, foi a empresa quem realizou, de fato, a doação. O negócio simulado é:a) válido, se atender à forma prescrita em lei e não prejudicar direito de terceiros.b) nulo, matéria cognoscível de ofício, não se sujeitando a declaração de nulidade a prazo de decadência ou de prescrição.

ANALISTA JUD/ TRE/SP/2017/Adaptada - Para se furtar à legislação eleitoral, Paulo transferiu para si patrimônio da empresa na qual é sócio. Na sequência, simulou doar o dinheiro a candidato, pela pessoa física. Na verdade, porém, foi a empresa quem realizou, de fato, a doação. O negócio simulado é:a) válido, se atender à forma prescrita em lei e não prejudicar direito de terceiros.b) nulo, matéria cognoscível de ofício, não se sujeitando a declaração de nulidade a prazo de decadência ou de prescrição.

Art. 168: As nulidades dos artigos antecedentes podem ser alegadas por qualquer interessado, ou pelo Ministério Público, quando lhe couber intervir.

P. único: As nulidades devem ser pronunciadas pelo juiz, quando conhecer do negócio jurídico ou dos seus efeitos e as encontrar provadas, não lhe sendo permitido supri-las, ainda que a requerimento das partes.

Efeito: ex tunc.

Nu

lid

ad

es

Art. 169: O negócio jurídico nulo não é suscetível de confirmação, nem convalesce pelo decurso do tempo.

Art. 170: Se, porém, o negócio jurídico nulo contiver os requisitos de outro, subsistirá este quando o fim a que visavam as partes permitir supor que o teriam querido, se houvessem previsto a nulidade.

Nu

lid

ad

es

Advogado/EBSERH/2016 - Assinale a INCORRETA:a) É nulo o negócio jurídico, quando celebrado por pessoa absolutamente incapazb) É nulo o negócio jurídico, quando o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícitoc) É nulo o negócio jurídico quando não revestir a forma prescrita em leid) É nulo o negócio jurídico simulado, inclusive o que se dissimuloue) Haverá simulação nos negócios jurídicos, quando aparentarem conferir ou transmitir direitos a pessoas diversas daquelas às quais realmente se conferem, ou transmitem.

Advogado/EBSERH/2016 - Assinale a INCORRETA:a) É nulo o negócio jurídico, quando celebrado por pessoa absolutamente incapazb) É nulo o negócio jurídico, quando o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícitoc) É nulo o negócio jurídico quando não revestir a forma prescrita em leid) É nulo o negócio jurídico simulado, inclusive o que se dissimuloue) Haverá simulação nos negócios jurídicos, quando aparentarem conferir ou transmitir direitos a pessoas diversas daquelas às quais realmente se conferem, ou transmitem.

Art. 171: Além dos casos expressamente declarados na lei, é anulável o negócio jurídico:

I - por incapacidade relativa do agente;

II - por vício resultante de erro, dolo, coação, estado de perigo, lesão ou fraude contra credores.A

nu

lab

ilid

ad

es

Art. 172: O negócio anulável pode ser confirmado pelas partes, salvo direito de terceiro.

A confirmação não poderá ser efetivada se comprometer direito de terceiro. Ex: menor relativamente incapaz que vende um imóvel, sem estar assistido. E ao completar dezoito anos, vende o mesmo bem a um terceiro. A confirmação da primeira alienação prejudicaria esse terceiro.C

on

firm

açã

o

Art. 173: O ato de confirmação deve conter a substância do negócio celebrado e a vontade expressa de mantê-lo.

Co

nfi

rma

ção

Art. 174: É escusada a confirmação expressa, quando o negócio já foi cumprido em parte pelo devedor, ciente do vício que o inquinava.

Art. 175: A confirmação expressa, ou a execução voluntária de negócio anulável, nos termos dos arts. 172 a 174, importa a extinção de todas as ações, ou exceções, de que contra ele dispusesse o devedor.

Co

nfi

rma

ção

Art. 176: Quando a anulabilidade do ato resultar da falta de autorização de terceiro, será validado se este a der posteriormente.

Co

nfi

rma

ção

Art. 177: A anulabilidade não tem efeito antes de julgada por sentença, nem se pronuncia de ofício; só os interessados a podem alegar, e aproveita exclusivamente aos que a alegarem, salvo o caso de solidariedade ou indivisibilidade.

Efe

ito

sd

a a

nu

laçã

o

Art. 178: É de quatro anos o prazo de decadência para pleitear-se a anulação do negócio jurídico, contado:

I - no caso de coação, do dia em que ela cessar;

II - no de erro, dolo, fraude contra credores, estado de perigo ou lesão, do dia em que se realizou o negócio jurídico;

III - no de atos de incapazes, do dia em que cessar a incapacidade.Pra

zop

ara

an

ula

ção

Art. 179: Quando a lei dispuser que determinado ato é anulável, sem estabelecer prazo para pleitear-se a anulação, será este de dois anos, a contar da data da conclusão do ato.

Pra

zop

ara

an

ula

ção

Art. 180: O menor, entre dezesseis e dezoito anos, não pode, para eximir-se de uma obrigação, invocar a sua idade se dolosamente a ocultou quando inquirido pela outra parte, ou se, no ato de obrigar-se, declarou-se maior.

Art. 181: Ninguém pode reclamar o que, por uma obrigação anulada, pagou a um incapaz, se não provar que reverteu em proveito dele a importância paga.

Re

lati

va

me

nte

inca

pa

z

Art. 182: Anulado o negócio jurídico, restituir-se-ão as partes ao estado em que antes dele se achavam, e, não sendo possível restituí-las, serão indenizadas com o equivalente.

Efe

ito

sd

a A

nu

laçã

o

Art. 183: A invalidade do instrumento não induz a do negócio jurídico sempre que este puder provar-se por outro meio.

Inv

ali

da

de

inst

rum

en

tal

Art. 184: Respeitada a intenção das partes, a invalidade parcial de um negócio jurídico não o prejudicará na parte válida, se esta for separável; a invalidade da obrigação principal implica a das obrigações acessórias, mas a destas não induz a da obrigação principal.

Inv

ali

da

de

pa

rcia

l

Juiz do Trabalho/TRT9/AOCP/2004 - Considere as proposições a seguir:

I. Considera-se condição, a cláusula que, derivando exclusivamente da vontade das partes, subordina o efeito do negócio jurídico a evento futuro e incerto.

II. Considera-se nulo o negócio jurídico quando celebrado por pessoa relativamente incapaz.

III. O negócio jurídico nulo não é suscetível de confirmação, mas convalece pelo decurso de tempo.

IV. O prazo de decadência para pleitear a anulação de um negócio jurídico é de três anos, contado no caso de coação do dia que ela cessar.

Juiz do Trabalho/TRT9/AOCP/2004 - Considere as proposições a seguir:

I. Considera-se condição, a cláusula que, derivando exclusivamente da vontade das partes, subordina o efeito do negócio jurídico a evento futuro e incerto.

II. Considera-se nulo o negócio jurídico quando celebrado por pessoa relativamente incapaz.

III. O negócio jurídico nulo não é suscetível de confirmação, mas convalece pelo decurso de tempo.

IV. O prazo de decadência para pleitear a anulação de um negócio jurídico é de três anos, contado no caso de coação do dia que ela cessar.

Advogado/DESENBAHIA/AOCP/2009: Em relação aos defeitos e invalidades do negócio jurídico, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. O falso motivo só vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante.

II. As causas de anulabilidade do negócio jurídico podem ser pronunciadas pelo juiz de ofício.

III. O negócio jurídico nulo não é suscetível de confirmação, nem convalesce pelo decurso do tempo.

IV. A invalidade do instrumento induz a do negócio jurídico ainda que este possa ser provado por outro meio.

Advogado/DESENBAHIA/AOCP/2009: Em relação aos defeitos e invalidades do negócio jurídico, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. O falso motivo só vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante.

II. As causas de anulabilidade do negócio jurídico podem ser pronunciadas pelo juiz de ofício.

III. O negócio jurídico nulo não é suscetível de confirmação, nem convalesce pelo decurso do tempo.

IV. A invalidade do instrumento induz a do negócio jurídico ainda que este possa ser provado por outro meio.

b) Apenas I e III.

TCE/PA/AOCP/2012 - De acordo com o Código Civil, no que se refere aos negócios jurídicos, assinale a alternativa correta.a) A manifestação de vontade subsiste ainda que o seu autor haja feito a reserva mental de não querer o que manifestou, salvo se dela o destinatário tinha conhecimento.b) A impossibilidade inicial do objeto invalida o negócio jurídico mesmo se for relativa, ou se cessar antes de realizada a condição a que ele estiver subordinado.c) Não dispondo a lei em contrário, a escritura pública é essencial à validade dos negócios jurídicos que visem à constituição, transferência, modificação ou renúncia de direitos reais sobre imóveis de valor superior a [...]

[...] dez vezes o maior salário mínimo vigente no País;

d) O silêncio importa anuência, mesmo quando for necessária a declaração de vontade expressa.

e) A incapacidade relativa de uma das partes não pode ser invocada pela outra em benefício próprio, nem aproveita aos cointeressados capazes, mesmo que, neste caso, seja indivisível o objeto do direito ou da obrigação comum.

TCE/PA/AOCP/2012 - De acordo com o Código Civil, no que se refere aos negócios jurídicos, assinale a alternativa correta.a) A manifestação de vontade subsiste ainda que o seu autor haja feito a reserva mental de não querer o que manifestou, salvo se dela o destinatário tinha conhecimento.b) A impossibilidade inicial do objeto invalida o negócio jurídico mesmo se for relativa, ou se cessar antes de realizada a condição a que ele estiver subordinado.c) Não dispondo a lei em contrário, a escritura pública é essencial à validade dos negócios jurídicos que visem à constituição, transferência, modificação ou renúncia de direitos reais sobre imóveis de valor superior a [...]

Analista Fundiário/CODEM-PA/ AOCP/2017 - Para a realização de um determinado negócio jurídico, Fulano e Beltrano firmaram entre si um acordo para entrega e pagamento. Uma vez cumprido o pacto sem qualquer malícia de quaisquer das partes, Beltrano é surpreendido com a visita de Cicrano, pai de Fulano, afirmando que este último possui 16 (dezesseis) anos e não é emancipado. Com base no presente caso narrado e nas regras gerais da legislação civil, assinale a alternativa correta.a) A nulidade no referido negócio jurídico é gritante, uma vez que Fulano, por ser menor de 18 anos, deveria estar devidamente representado para a validade do presente negócio jurídico.

b) A invalidade desse negócio jurídico depende exclusivamente da manifestação realizada ou por Fulano ou por Beltrano, uma vez que foram estes que se obrigaram.

c) Supondo que Cicrano convalide posteriormente o referido negócio jurídico, este será válido e não poderá mais ser anulado.

d) O referido negócio jurídico será obrigatoriamente anulado, independente de prejuízo, cabendo a Beltrano requerer tal fato em juízo.

e) A idade das partes envolvidas no negócio jurídico é irrelevante, razão pela qual este deve ser mantido.

b) A invalidade desse negócio jurídico depende exclusivamente da manifestação realizada ou por Fulano ou por Beltrano, uma vez que foram estes que se obrigaram.

c) Supondo que Cicrano convalide posteriormente o referido negócio jurídico, este será válido e não poderá mais ser anulado.

d) O referido negócio jurídico será obrigatoriamente anulado, independente de prejuízo, cabendo a Beltrano requerer tal fato em juízo.

e) A idade das partes envolvidas no negócio jurídico é irrelevante, razão pela qual este deve ser mantido.

Promotor de Justiça/MPE/PR/2016 - Assinale a alternativa incorreta:

a) Serão nulos os contratos onerosos do devedor insolvente, quando a insolvência for notória, ou houver motivo para ser conhecida do outro contratante;

b) O falso motivo só vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante;

c) Não se decretará a anulação do negócio lesivo, se for oferecido suplemento suficiente, ou se a parte favorecida concordar com a redução do proveito;d) O dolo do representante convencional de uma das partes obriga o representado a responder solidariamente com ele por perdas e danos;e) A manifestação de vontade subsiste ainda que o seu autor haja feito a reserva mental de não querer o que manifestou, salvo se dela o destinatário tinha conhecimento.

Promotor de Justiça/MPE/PR/2016 - Assinale a alternativa incorreta:

a) Serão nulos os contratos onerosos do devedor insolvente, quando a insolvência for notória, ou houver motivo para ser conhecida do outro contratante;

b) O falso motivo só vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante;

Procurador do Estado/AC/2017 - Considere as seguintes afirmativas sobre o tema dos negócios jurídicos no âmbito do Código Civil.

I - A incapacidade relativa de uma das partes pode ser invocada pela outra em benefício próprio, aproveitando aos co-interessados capazes, exceto quando, neste caso, for indivisível o objeto do direito ou da obrigação comum.

II - Os negócios jurídicos benéficos e a renúncia interpretam-se estritamente.

III - São anuláveis os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio.

IV - É nulo o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na substância e na forma.

III - São anuláveis os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio.

IV - É nulo o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na substância e na forma.

e) II, III e IV.

Delegado/BA/2017 – Sobre o negócio jurídico, é correto afirmar que o(a):

a) negócio jurídico anulável pode ser confirmado pelas partes, mesmo que envolva direito de terceiro.

b) prazo de decadência para se pleitear a anulação do negócio jurídico é de três anos.

c) anulabilidade negócio jurídico pode ser pronunciada de ofício pelo juiz.

d) negócio jurídico simulado é nulo subsistindo o que se simulou desde que válido na forma e na substância.

e) negócio jurídico nulo pode ser confirmado pelo decurso do tempo.

d) negócio jurídico simulado é nulo subsistindo o que se simulou desde que válido na forma e na substância.

e) negócio jurídico nulo pode ser confirmado pelo decurso do tempo.

Analista Jud/TRT24/2017 - À luz do Código Civil, NÃO é nulo o negócio jurídico celebrado entre duas partes quando

a) for preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade.

b) o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito.

c) tiver por objetivo fraudar lei imperativa.

d) for indeterminável o seu objeto.

e) houver vício resultante de coação.

Analista Jud/TRT24/2017 - À luz do Código Civil, NÃO é nulo o negócio jurídico celebrado entre duas partes quando

a) for preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade.

b) o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito.

c) tiver por objetivo fraudar lei imperativa.

d) for indeterminável o seu objeto.

e) houver vício resultante de coação.

Advogado/EBSERH/2017 - O Código Civil - Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002-, especificamente no capítulo que trata da invalidade do negócio jurídico, aponta, expressamente, as hipóteses de nulidade absoluta. Avalie as alternativas abaixo e assinale a CORRETA.

a) Por incapacidade relativa do agente;

b) For preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade;

c) Por vício resultante de erro, dolo, coação, estado de perigo, lesão ou fraude contra credoresd) A lei taxativamente o declarar nulo, ou permitir-lhe a prática, cominando sançãoe) For lícito, possível e determinável o seu objeto

Advogado/EBSERH/2017 - O Código Civil - Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002-, especificamente no capítulo que trata da invalidade do negócio jurídico, aponta, expressamente, as hipóteses de nulidade absoluta. Avalie as alternativas abaixo e assinale a CORRETA.

a) Por incapacidade relativa do agente;

b) For preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade;

Procurador/Mogi das Cruzes/SP/2017 - Quando a lei dispuser que determinado ato é anulável, sem estabelecer prazo para pleitear-se a anulação, será este de:

a) dois anos, a contar da data da conclusão do ato.

b) cinco anos, a contar da data da conclusão do ato.

c) dez anos, a contar da data da conclusão do ato.

d) dois anos, a contar da data do conhecimento da causa de anulabilidade.

e) dez anos, a contar da data do conhecimento da causa de anulabilidade.

Procurador/Mogi das Cruzes/SP/2017 - Quando a lei dispuser que determinado ato é anulável, sem estabelecer prazo para pleitear-se a anulação, será este de:

a) dois anos, a contar da data da conclusão do ato.

b) cinco anos, a contar da data da conclusão do ato.

c) dez anos, a contar da data da conclusão do ato.

d) dois anos, a contar da data do conhecimento da causa de anulabilidade.

e) dez anos, a contar da data do conhecimento da causa de anulabilidade.

Procurador do Estado/AM/2016 - Julgue o item subsequente, relativos a atos jurídicos e negócios jurídicos.

Situação hipotética: Para se eximir de obrigações contraídas com o poder público, Aroldo alienou todos os seus bens, tendo ficado insolvente. Assertiva: Nesse caso, o poder público terá o prazo decadencial de quatro anos, contados da data em que Aroldo realizou os negócios jurídicos, para requerer a anulação destes. CQ

ue

stã

od

e C

on

curs

o

Art. 185: Aos atos jurídicos lícitos, que não sejam negócios jurídicos, aplicam-se, no que couber, as disposições do Título anterior. Ex: ocupação, achado de tesouro. Atos jurídicos que não são negócios jurídicos, por não haver autonomia de vontade, seus efeitos decorrem da lei.

Ato

s J

urí

dic

os

Líc

ito

s

Art. 186: Aquele que, por ação ou omissãovoluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.

Ato

s J

urí

dic

os

Ilíc

ito

s

Art. 187: Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.

Ato

s J

urí

dic

os

Ilíc

ito

s

Art. 188: Não constituem atos ilícitos:I - os praticados em legítima defesa ou no exercício regular de um direito reconhecido;II - a deterioração ou destruição da coisa alheia, ou a lesão a pessoa, a fim de remover perigo iminente.P. único: No caso do inciso II, o ato será legítimo somente quando as circunstâncias o tornarem absolutamente necessário, não excedendo os limites do indispensável para a remoção do perigo.

Ex

clu

de

nte

sd

e Il

icit

ud

e

Art. 927: Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.P. único: Haverá obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividadenormalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem. (RESPONSABILIDADE OBJETIVA)

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

O art. 927, combinado com os arts. 186 e 187 do Código Civil, regulamenta a responsabilidade civil extracontratual, também chamada de responsabilização aquiliana. Dela se extraem quatro elementos essenciais: ação ou omissão, culpa ou dolo do agente, relação de causalidade e dano.

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

Art. 928: O incapaz responde pelos prejuízos que causar, se as pessoas por ele responsáveis não tiverem obrigação de fazê-lo ou não dispuserem de meios suficientes. (RESPONSABILIDADE CIVIL SUBSIDIÁRIA DO INCAPAZ)P. único: A indenização prevista neste artigo, que deverá ser eqüitativa, não terá lugar se privar do necessário o incapaz ou as pessoas que dele dependem.

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

A responsabilidade civil do incapaz pela reparação dos danos é subsidiária, condicional, mitigada e equitativa. STJ. 4ª Turma. REsp 1.436.401-MG, Rel. Min. Luis Felipe Salomão, julgado em 2/2/2017 (Info 599).

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

Art. 929: Se a pessoa lesada, ou o dono da coisa, no caso do inciso II do art. 188, não forem culpados do perigo, assistir-lhes-á direito à indenização do prejuízo que sofreram.O autor do prejuízo, nesse caso, se demandado, terá ação regressiva contra aquele que provocou o perigo, conforme se extrai do artigo seguinte.

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

Art. 930: No caso do inciso II do art. 188, se o perigo ocorrer por culpa de terceiro, contra este terá o autor do dano ação regressiva para haver a importância que tiver ressarcido ao lesado.P. único: A mesma ação competirá contra aquele em defesa de quem se causou o dano (art. 188, inciso I). Ex: A é agredido por B. C, na defesa de A, joga um objeto de arte, pertencente a D, em B, danificando-o. Se C vier a indenizar D, poderá reclamar o reembolso de A (DINIZ, 2008).R

esp

on

sab

ilid

ad

eC

ivil

Art. 931: Ressalvados outros casos previstos em lei especial, os empresários individuais e as empresas respondem independentemente de culpa pelos danos causados pelos produtos postos em circulação.Aplicável aos casos em que não há relação de consumo – art. 12 do CDC.

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

Art. 932: São também responsáveis pela reparação civil:I - os pais, pelos filhos menores que estiverem sob sua autoridade e em sua companhia;II - o tutor e o curador, pelos pupilos e curatelados, que se acharem nas mesmas condições;III - o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele;

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

IV - os donos de hotéis, hospedarias, casas ou estabelecimentos onde se albergue por dinheiro, mesmo para fins de educação, pelos seus hóspedes, moradores e educandos;V - os que gratuitamente houverem participado nos produtos do crime, até a concorrente quantia.

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

Art. 933: As pessoas indicadas nos incisos I a V doartigo antecedente, ainda que não haja culpa de suaparte, responderão pelos atos praticados pelosterceiros ali referidos. (RESPONSABILIDADE CIVILOBJETIVA)

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

Art. 934: Aquele que ressarcir o dano causado por outrem pode reaver o que houver pago daquele por quem pagou, salvo se o causador do dano for descendente seu, absoluta ou relativamente incapaz.

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

Art. 935: A responsabilidade civil é independente da criminal, não se podendo questionar mais sobre a existência do fato, ou sobre quem seja o seu autor, quando estas questões se acharem decididas no juízo criminal.

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

Art. 936: O dono, ou detentor, do animal ressarcirá o dano por este causado, se não provar culpa da vítima ou força maior. Responsabilidade presumida, basta que a vítima prove o dano sofrido e a relação de causalidade com o fato do animal. O dono apenas se exime se provar ter ocorrido uma das excludentes mencionadas no art. 936: culpa da vítima ou força maior.

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

Art. 937: O dono de edifício ou construção responde pelos danos que resultarem de sua ruína, se esta provier de falta de reparos, cuja necessidade fosse manifesta.Facilita-se a ação de reparação para a vítima, que sóprecisa provar o dano e a relação de causalidade. Presunção de responsabilidade para o proprietário.

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

Art. 938: Aquele que habitar prédio, ou parte dele, responde pelo dano proveniente das coisas que dele caírem ou forem lançadas em lugar indevido.Responsabilidade objetiva, apenas removível mediante prova de culpa exclusiva da vítima (por ter provocado a queda do objeto) ou caso fortuito (que afasta a relação de causalidade).

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

Art. 939: O credor que demandar o devedor antes de vencida a dívida, fora dos casos em que a lei o permita, ficará obrigado a esperar o tempo que faltava para o vencimento, a descontar os juros correspondentes, embora estipulados, e a pagar as custas em dobro.

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

Art. 940: Aquele que demandar por dívida já paga, no todo ou em parte, sem ressalvar as quantias recebidas ou pedir mais do que for devido, ficará obrigado a pagar ao devedor, no primeiro caso, o dobro do que houver cobrado e, no segundo, o equivalente do que dele exigir, salvo se houver prescrição.

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

Art. 941: As penas previstas nos arts. 939 e 940 não se aplicarão quando o autor desistir da ação antes de contestada a lide, salvo ao réu o direito de haver indenização por algum prejuízo que prove ter sofrido.

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

Art. 942: Os bens do responsável pela ofensa ou violação do direito de outrem ficam sujeitos à reparação do dano causado; e, se a ofensa tiver mais de um autor, todos responderão solidariamente pela reparação.P. único: São solidariamente responsáveis com os autores os co-autores e as pessoas designadas no art. 932.

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

Art. 943: O direito de exigir reparação e a obrigação de prestá-la transmitem-se com a herança.

Re

spo

nsa

bil

ida

de

Civ

il

Advogado/CRM/MG/2017 - Sobre a responsabilidade civil do particular, assinale a afirmativa INCORRETA.a) A responsabilidade civil surge em face do descumprimento obrigacional, pela desobediência de uma regra estabelecida em um contrato ou por deixar determinada pessoa de observar um preceito normativo que regula a vida.b) Haverá obrigação de reparar o dano, desde que provada a culpa, quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem.

c) A responsabilidade civil é independente da criminal, não se podendo questionar mais sobre a existência de fato, ou sobre quem seja o seu autor, quando essas questões se acharem decididas no juízo criminal.d) Para que o abuso de direito esteja presente, nos termos do que está previsto na atual codificação privada, é importante que tal conduta seja praticada quando a pessoa exceda um direito que possui, atuando em exercício irregular de direito.

Advogado/CRM/MG/2017 - Sobre a responsabilidade civil do particular, assinale a afirmativa INCORRETA.a) A responsabilidade civil surge em face do descumprimento obrigacional, pela desobediência de uma regra estabelecida em um contrato ou por deixar determinada pessoa de observar um preceito normativo que regula a vida.b) Haverá obrigação de reparar o dano, desde que provada a culpa, quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem.

Delegado/AC/2017 - Sobre a responsabilidade civil extracontratual, é correto afirmar que:

a) o ato ilícito que dá ensejo à responsabilização civil não pode decorrer de omissão do agente.

b) depende da verificação dos seguintes elementos: ação ou omissão do agente, dano e nexo de causalidade.

c) o direito de exigir reparação civil não se transmite com a herança.

d) o dano experimentado pela vítima não pode ser de natureza moral.

e) a responsabilidade objetiva, para ser configurada, requer a culpa do agente.

Delegado/AC/2017 - Sobre a responsabilidade civil extracontratual, é correto afirmar que:

a) o ato ilícito que dá ensejo à responsabilização civil não pode decorrer de omissão do agente.

b) depende da verificação dos seguintes elementos: ação ou omissão do agente, dano e nexo de causalidade.

c) o direito de exigir reparação civil não se transmite com a herança.

d) o dano experimentado pela vítima não pode ser de natureza moral.

e) a responsabilidade objetiva, para ser configurada, requer a culpa do agente.

Analista Jud/TRT11/2017 - Um empregado de João causou culposamente o atropelamento de um pedestre, causando-lhe ferimentos. Luiza esqueceu a panela no fogo e causou incêndio na casa de sua empregadora. O filho menor de Pedro, que estava sob sua autoridade e em sua companhia, arremessou um objeto contra outro menor, ferindo-o. A responsabilidade de João, de Luiza e de Pedro pela reparação civil éa) objetiva.b) subjetiva, objetiva e objetiva, respectivamente.c) objetiva, objetiva e subjetiva, respectivamente.d) objetiva, subjetiva e objetiva, respectivamente.e) subjetiva.

Analista Jud/TRT11/2017 - Um empregado de João causou culposamente o atropelamento de um pedestre, causando-lhe ferimentos. Luiza esqueceu a panela no fogo e causou incêndio na casa de sua empregadora. O filho menor de Pedro, que estava sob sua autoridade e em sua companhia, arremessou um objeto contra outro menor, ferindo-o. A responsabilidade de João, de Luiza e de Pedro pela reparação civil éa) objetiva.b) subjetiva, objetiva e objetiva, respectivamente.c) objetiva, objetiva e subjetiva, respectivamente.d) objetiva, subjetiva e objetiva, respectivamente.e) subjetiva.

Art. 944: A indenização mede-se pela extensão do dano.

P. único: Se houver excessiva desproporção entre a gravidade da culpa e o dano, poderá o juiz reduzir, eqüitativamente, a indenização.

Ind

en

iza

ção

Art. 945: Se a vítima tiver concorrido culposamente para o evento danoso, a sua indenização será fixada tendo-se em conta a gravidade de sua culpa em confronto com a do autor do dano.

Ind

en

iza

ção

Art. 946: Se a obrigação for indeterminada, e não houver na lei ou no contrato disposição fixando a indenização devida pelo inadimplente, apurar-se-á o valor das perdas e danos na forma que a lei processual determinar.Art. 947: Se o devedor não puder cumprir a prestação na espécie ajustada, substituir-se-á pelo seu valor, em moeda corrente.In

de

niz

açã

o

Art. 948: No caso de homicídio, a indenização consiste, sem excluir outras reparações:I - no pagamento das despesas com o tratamento da vítima, seu funeral e o luto da família;II - na prestação de alimentos às pessoas a quem o morto os devia, levando-se em conta a duração provável da vida da vítima.

Ind

en

iza

ção

-H

om

icíd

io

Art. 949: No caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Ind

en

iza

ção–

Le

são

Art. 950: Se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer o seu ofício ou profissão, ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas do tratamento e lucros cessantes até ao fim da convalescença, incluirá pensão correspondente à importância do trabalho para que se inabilitou, ou da depreciação que ele sofreu.P. único: O prejudicado, se preferir, poderá exigir que a indenização seja arbitrada e paga de uma sóvez.

Ind

en

iza

ção

-L

esã

o

Art. 952: Havendo usurpação ou esbulho do alheio, além da restituição da coisa, a indenização consistirá em pagar o valor das suas deteriorações e o devido a título de lucros cessantes; faltando a coisa, dever-se-á reembolsar o seu equivalente ao prejudicado.P. único: Para se restituir o equivalente, quando não exista a própria coisa, estimar-se-á ela pelo seu preço ordinário e pelo de afeição, contanto que este não se avantaje àquele.

Ind

en

iza

ção

-E

sbu

lho

Art. 953: A indenização por injúria, difamação ou calúnia consistirá na reparação do dano que delas resulte ao ofendido.P. único: Se o ofendido não puder provar prejuízo material, caberá ao juiz fixar, eqüitativamente, o valor da indenização, na conformidade das circunstâncias do caso.

Ind

en

iza

ção

-O

fen

sa

Art. 954: A indenização por ofensa à liberdade pessoal consistirá no pagamento das perdas e danos que sobrevierem ao ofendido, e se este não puder provar prejuízo, tem aplicação o disposto no parágrafo único do artigo antecedente.P. único: Consideram-se ofensivos da liberdade pessoal:I - o cárcere privado;II - a prisão por queixa ou denúncia falsa e de má-fé;III - a prisão ilegal.

Ind

en

iza

ção

-L

ibe

rda

de

Juiz do Trabalho/TRT9/AOCP/2004 – Considere as proposições a seguir:I. O direito de exigir reparação e a obrigação de prestá-la não se transmite com a herança.II. A responsabilidade civil é independente da criminal, podendo-se questionar sobre a existência do fato, ou sobre quem seja o autor, quando estas questões se acharem decididas no juízo criminal.III. São responsáveis pela reparação civil, o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.

IV. O dono ou detentor de animal ressarcirá o dano por este causado, apenas se provar a culpa da vítima.V. Se houver excessiva desproporção entre a gravidade da culpa e o dano, poderá o juiz reduzir eqüitativamente, a indenização.

IV. O dono ou detentor de animal ressarcirá o dano por este causado, apenas se provar a culpa da vítima.V. Se houver excessiva desproporção entre a gravidade da culpa e o dano, poderá o juiz reduzir eqüitativamente, a indenização.

Advogado/FEF-SUS/AOCP/2010 - Assinale a alternativa que NÃO corresponde a um dever de indenizar, em decorrência da responsabilidade civil. a) A indenização pode ser reduzida equitativamente pelo juiz se houver excessiva desproporção entre a gravidade da culpa e o dano. b) Se a vítima tiver concorrido culposamente para o evento danoso, a sua indenização será fixada levando-se em conta a gravidade de sua conduta em confronto com a do autor do dano. c) A indenização, em caso de homicídio, exclui o dano moral.

d) A indenização em caso de homicídio e de lesão corporal é devida por aquele que tenha causado o dano no exercício de atividade profissional, por negligência, imprudência e imperícia.e) A prisão ilegal gera indenização consistente no pagamento das perdas e danos que sobrevierem ao ofendido.

Advogado/FEF-SUS/AOCP/2010 - Assinale a alternativa que NÃO corresponde a um dever de indenizar, em decorrência da responsabilidade civil. a) A indenização pode ser reduzida equitativamente pelo juiz se houver excessiva desproporção entre a gravidade da culpa e o dano. b) Se a vítima tiver concorrido culposamente para o evento danoso, a sua indenização será fixada levando-se em conta a gravidade de sua conduta em confronto com a do autor do dano. c) A indenização, em caso de homicídio, exclui o dano moral.

ADVOGADO/UECE/2017 - No que concerne à indenização por responsabilidade civil, é correto afirmar que

a) se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer o seu ofício ou profissão, ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas do tratamento e lucros cessantes até ao fim da convalescença, incluirá pensão correspondente à importância do trabalho para que se inabilitou, ou da depreciação que ele sofreu.

b) se o ofendido não puder provar prejuízo material, não cabe ao juiz fixar o valor da indenização.

c) havendo usurpação ou esbulho do alheio, além da restituição da coisa, a indenização consistirá em pagar o valor das suas deteriorações e o devido a título de lucros cessantes; faltando a coisa, resta prejudicada a obrigação de indenizar.d) no caso de homicídio, a indenização consiste, somente, no pagamento das despesas com o tratamento da vítima, seu funeral e o luto da família, e na prestação de alimentos às pessoas a quem o morto os devia, levando-se em conta a duração provável da vida da vítima.

ADVOGADO/UECE/2017 - No que concerne à indenização por responsabilidade civil, é correto afirmar que

a) se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer o seu ofício ou profissão, ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas do tratamento e lucros cessantes até ao fim da convalescença, incluirá pensão correspondente à importância do trabalho para que se inabilitou, ou da depreciação que ele sofreu.

b) se o ofendido não puder provar prejuízo material, não cabe ao juiz fixar o valor da indenização.

ADVOGADO/SAMAE/2016 - No que diz respeito à responsabilidade civil, nos termos do Código Civil, analisar os itens abaixo:I - O direito de exigir reparação e a obrigação de prestá-la transmite-se com a herança.II - A responsabilidade civil é independente da criminal, não se podendo questionar mais sobre a existência do fato, ou sobre quem seja o seu autor, quando estas questões se acharem decididas no juízo criminal.III - No caso de homicídio, a indenização consiste, exclusivamente, no pagamento das despesas com o tratamento da vítima, seu funeral e o luto da família.

ADVOGADO/SAMAE/2016 - No que diz respeito à responsabilidade civil, nos termos do Código Civil, analisar os itens abaixo:I - O direito de exigir reparação e a obrigação de prestá-la transmite-se com a herança.II - A responsabilidade civil é independente da criminal, não se podendo questionar mais sobre a existência do fato, ou sobre quem seja o seu autor, quando estas questões se acharem decididas no juízo criminal.III - No caso de homicídio, a indenização consiste, exclusivamente, no pagamento das despesas com o tratamento da vítima, seu funeral e o luto da família.Estão CORRETOS: a) Somente os itens I e II.

Analista Jud/TRT20/2016 - Gabriel, pessoa menor de 16 anos, lançou pedras no veículo de Rogério, causando-lhe danos materiais. No momento do ato ilícito, Gabriel estava sob a autoridade e companhia de seu pai, Arnaldo. Rogério ajuizou ação contra Arnaldo, quea) responde objetivamente pelo ato de Gabriel e não tem direito de regresso contra o filho, que é pessoa absolutamente incapaz.b) responde subjetivamente pelo ato de Gabriel e tem direito de regresso contra o filho, que é pessoa relativamente incapaz.c) não responde pelo ato de Gabriel, tendo em vista que a responsabilidade civil é pessoal e intransferível.

d) responde objetivamente pelo ato de Gabriel e tem direito de regresso contra o filho, que deverá ressarci-lo quando atingir a maioridade civil.e) responde subjetivamente pelo ato de Gabriel e não tem direito de regresso contra o filho, que é pessoa absolutamente incapaz.

Analista Jud/TRT20/2016 - Gabriel, pessoa menor de 16 anos, lançou pedras no veículo de Rogério, causando-lhe danos materiais. No momento do ato ilícito, Gabriel estava sob a autoridade e companhia de seu pai, Arnaldo. Rogério ajuizou ação contra Arnaldo, quea) responde objetivamente pelo ato de Gabriel e não tem direito de regresso contra o filho, que é pessoa absolutamente incapaz.b) responde subjetivamente pelo ato de Gabriel e tem direito de regresso contra o filho, que é pessoa relativamente incapaz.c) não responde pelo ato de Gabriel, tendo em vista que a responsabilidade civil é pessoal e intransferível.

Cartorário/MA/2016 - No que diz respeito ao instituto jurídico da Responsabilidade Civil é correto afirmar, EXCETO:a) A responsabilidade civil é independente da criminal, não se podendo questionar mais sobre a existência do fato, ou sobre quem seja o seu autor, quando estas questões se acharem decididas no juízo criminal.b) Aquele que, por ato ilícito, causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.

c) Aquele que ressarcir o dano causado por outrem pode reaver o que houver pago daquele por quem pagou, mesmo que o causador do dano for descendente seu, absoluta ou relativamente incapaz.d) O incapaz responde pelos prejuízos que causar, se as pessoas por ele responsáveis não tiverem obrigação de fazê-lo ou não dispuserem de meios suficientes.

c) Aquele que ressarcir o dano causado por outrem pode reaver o que houver pago daquele por quem pagou, mesmo que o causador do dano for descendente seu, absoluta ou relativamente incapaz.d) O incapaz responde pelos prejuízos que causar, se as pessoas por ele responsáveis não tiverem obrigação de fazê-lo ou não dispuserem de meios suficientes.

Art. 1o Salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país quarenta e cinco dias depois de oficialmente publicada.§ 1o Nos Estados, estrangeiros, a obrigatoriedade da lei brasileira, quando admitida, se inicia três meses depois de oficialmente publicada.§ 3o Se, antes de entrar a lei em vigor, ocorrer nova publicação de seu texto, destinada a correção, o prazo deste artigo e dos parágrafos anteriores começará a correr da nova publicação.

LIN

DB

§ 4o As correções a texto de lei já em vigor consideram-se lei nova.

LIN

DB

Art. 2o Não se destinando à vigência temporária, a lei terá vigor até que outra a modifique ou revogue.§ 1o A lei posterior revoga a anterior quando expressamente o declare, quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior.§ 2o A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já existentes, não revoga nem modifica a lei anterior.

LIN

DB

§ 3o Salvo disposição em contrário, a lei revogada não se restaura por ter a lei revogadora perdido a vigência. (Repristinação).Art. 3º: Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.

LIN

DB

Art. 4º: Quando a lei for omissa, o juiz decidirá o caso de acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais de direito.Art. 5º: Na aplicação da lei, o juiz atenderá aos fins sociais a que ela se dirige e às exigências do bem comum.

LIN

DB

Art. 6º: A Lei em vigor terá efeito imediato e geral, respeitados o ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada.§ 1º Reputa-se ato jurídico perfeito o já consumado segundo a lei vigente ao tempo em que se efetuou.§ 2º Consideram-se adquiridos assim os direitos que o seu titular, ou alguém por ele, possa exercer, como aqueles cujo começo do exercício tenha termo pré-fixo, ou condição pré-estabelecida inalterável, a arbítrio de outrem.

LIN

DB

§ 3º Chama-se coisa julgada ou caso julgado a decisão judicial de que já não caiba recurso.

LIN

DB

Art. 11: As organizações destinadas a fins de interesse coletivo, como as sociedades e as fundações, obedecem à lei do Estado em que se constituirem.§ 1o Não poderão, entretanto ter no Brasil filiais, agências ou estabelecimentos antes de serem os atos constitutivos aprovados pelo Governo brasileiro, ficando sujeitas à lei brasileira.

LIN

DB

§ 2o Os Governos estrangeiros, bem como as organizações de qualquer natureza, que eles tenham constituido, dirijam ou hajam investido de funções públicas, não poderão adquirir no Brasil bens imóveis ou susceptiveis de desapropriação.

§ 3o Os Governos estrangeiros podem adquirir a propriedade dos prédios necessários à sede dos representantes diplomáticos ou dos agentes consulares.

LIN

DB

Art. 12: É competente a autoridade judiciária brasileira, quando for o réu domiciliado no Brasil ou aqui tiver de ser cumprida a obrigação.§ 1o Só à autoridade judiciária brasileira compete conhecer das ações relativas a imóveis situados no Brasil.

LIN

DB

Art. 13: A prova dos fatos ocorridos em país estrangeiro rege-se pela lei que nele vigorar, quanto ao ônus e aos meios de produzir-se, não admitindo os tribunais brasileiros provas que a lei brasileira desconheça.

LIN

DB

Analista Jur/ALGAS/2017 - Assinale a alternativa INCORRETA:a) Salvo disposição em contrário, a lei revogada não se restaura por ter a lei revogadora perdido a vigência.b) A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já existentes, revoga e modifica a lei anterior.

c) A lei posterior revoga a anterior quando expressamente o declare, quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior.d) Não se destinando à vigência temporária, a lei terá vigor até que outra a modifique ou revogue.

Analista Jur/ALGAS/2017 - Assinale a alternativa INCORRETA:a) Salvo disposição em contrário, a lei revogada não se restaura por ter a lei revogadora perdido a vigência.b) A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já existentes, revoga e modifica a lei anterior.

Procurador/IPREV/2107 - Considerando o disposto na Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro, assinale a alternativa correta:a) A vigência das leis, que os Governos Estaduais elaborem por autorização do Governo Federal, depende da aprovação deste e começa no prazo que a legislação estadual fixar; b) A lei começa a vigorar em todo o país quarenta dias depois de oficialmente publicada, salvo disposição em contrário;

c) As correções a texto de lei já em vigor consideram-se lei nova;d) Salvo disposição em contrário, a lei revogada se restaura por ter a lei revogadora perdida a vigência;e) Destinando-se à vigência temporária, a lei terá vigor até que outra a modifique ou revogue.

c) As correções a texto de lei já em vigor consideram-se lei nova;d) Salvo disposição em contrário, a lei revogada se restaura por ter a lei revogadora perdida a vigência;e) Destinando-se à vigência temporária, a lei terá vigor até que outra a modifique ou revogue.

Delegado/GO/2017 - A Lei n.º XX/XXXX, composta por quinze artigos, elaborada pelo Congresso Nacional, foi sancionada, promulgada e publicada.A respeito dessa situação, assinale a opção correta, de acordo com a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro.a) Se algum dos artigos da lei sofrer alteração antes de ela entrar em vigor, será contado um novo período de vacância para o dispositivo alterado.b) Caso essa lei tenha revogado dispositivo da legislação anterior, automaticamente ocorrerá o efeito repristinatório se nela não houver disposição em contrário.

c) A lei irá revogar a legislação anterior caso estabeleça disposições gerais sobre assunto tratado nessa legislação.d) Não havendo referência ao período de vacância, a nova lei entra em vigor imediatamente, sendo eventuais correções em seu texto consideradas nova lei.e) Não havendo referência ao período de vacância, a lei entrará em vigor, em todo o território nacional, três meses após sua publicação.

Delegado/GO/2017 - A Lei n.º XX/XXXX, composta por quinze artigos, elaborada pelo Congresso Nacional, foi sancionada, promulgada e publicada.A respeito dessa situação, assinale a opção correta, de acordo com a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro.a) Se algum dos artigos da lei sofrer alteração antes de ela entrar em vigor, será contado um novo período de vacância para o dispositivo alterado.b) Caso essa lei tenha revogado dispositivo da legislação anterior, automaticamente ocorrerá o efeito repristinatório se nela não houver disposição em contrário.

Analista Fundiário/CODEM-PA/AOCP/2017/Adaptada - Considerando o exposto, assinale a alternativa correta.

a) A vacatio legis corresponde ao período de vigência das leis temporárias.

b) A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já existentes, não revoga nem modifica a lei anterior.

c) As leis temporárias permanecem em vigor até que sejam modificadas ou revogadas por outra lei de mesma natureza.

d) A analogia, os costumes e os princípios gerais de direito são entendidos como as fontes não formais do direito.

e)A alegação de ignorância legislativa implica escusa obrigacional.

Analista Fundiário/CODEM-PA/AOCP/2017/Adaptada - Considerando o exposto, assinale a alternativa correta.

a) A vacatio legis corresponde ao período de vigência das leis temporárias.

b) A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já existentes, não revoga nem modifica a lei anterior.

c) As leis temporárias permanecem em vigor até que sejam modificadas ou revogadas por outra lei de mesma natureza.

d) A analogia, os costumes e os princípios gerais de direito são entendidos como as fontes não formais do direito.

e)A alegação de ignorância legislativa implica escusa obrigacional.

Direito Civil CFO

Dir

eito

Civ

il

top related