anatomia radiologica do coração ufal

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Não se trata de trabalho original, mas de compilação de material disponivel na internet, com objetivo didático para os alunos da FAMED - UFAL

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AE

VE

VD

AoAP

VCS

Vertical médiotorácia Medir os maiores

diametros do coração dos 2 lados dessa linha

Dividir pelo maior diametro laterolateral do tórax

Não exceder 50% (0.5)

Indice Cardiotorácico

Sombra cardíaca menor que o normal: DBPOC Desnutrição e anorexia nervosa

Sombra cardiaca meior que o normal:› Várias cardiopatias

Se há aumento generalizado de camaras cardíacas sem outros achados específicos:› Derrame pericárdico› Miocardiopatia› Multiplas valvulopatias

Vasculatura normal

Bordo cardíaco bem

definido e imóvel

Ângulo CF agudo

fluido

Coração “em botija”

Marca passo Próteses valvares Calcificações patológicas

Implante subcutâneo sobre o músculo peitoral E ou D

Através de punção subclavia um eletrodo é introduzido na VCS e sua extremidade no AD ou ápice do VD

Um outro acesso é feito via seio coronariano na parece lateral do VE

A: Atrio D C: Seio Coronariano

V: Apice do VD

Valva Aórtica

Valva Mitral

VCS

AD VD AE VE

AP

VEIA CAVA SUPERIOR: terço superior do bordo cardíaco D. VEIA CAVA INFERIOR: forma um segmento curto do bordo cardíaco

inferior D

ATRIO D: contorno da maior extensão do bordo cardíaco D – conecta-se com o VD através da válvula tricúspide situada atrás da extremidade inferior do esterno

VENTRICULO D: formato piramidal. Separado do bordo cardíaco D pelo AD e do bordo E pelo VE. Porisso não forma nenhum contorno cardíaco no RX PA. Mas forma a superficie anteriior da sombra cardíaca no perfil

VDAD

VCS

AP

4. ARTÉRIA PULMONAR: forma a concavidade do bordo E do

coração ao nível da extremidade medial do segundo espaço

intercostal

5. ATRIO E: camara oval que fica na porção central da ssombra

cardíaca. A auriculeta estende-se a E e forma a porção do bordo

cardíaco E na extremidade medial do terceiro espaço intercostal

E

VCS

AD VD AE VE

AP

VENTRICULO E: estrutura oblonga que forma a metade inferior do bordo cardíaco E, seu maior eixo dirige-se para baixo e para a E

VCS

AD VD AE VE

AP

VCS

AD VD AE VE

AP

Ascendente: estende-se para cima do lado D.

Arco aórtico: curva-se para a E e para trás

formando prominencia no bordo cardíaco E

Aorta descendente: desce postero-

medialmente e não faz parte do bordo

cardíaco

Bordo E› Arco Ao› A.Pulmonar› Auriculeta› VE

Bordo D› VCS› AD› VD› VCI

VE

VD

AoAP

VCS

VD e AP mais anteriores VD encosta no terço

inferior do esterno e acima o pulmão se interpõe (espaço retroesternal)

VE e AE são posteriores

OAD

Boa visiblização AD e VD

Esôfago contrastado

OAE

Boa visiblização ventrículos

Obliquas anterioresOADDa

posição para PA, girar o lado

esquerdo 45 graus

para longe do

filmeENCOSTA O LADO DIREITO

NO FILME

OAEDa

posição para PA, girar o lado

direito 45 graus para

longe do filme

ENCOSTA O LADO

ESQUERDO NO FILME

Camara cardíaca mais posterior Intima relação com estruturas mediastínicas,

particularmente com o esôfago, artérias pulmonares e brônquios

O corpo do átrio dilata-se preferencialmente para trás, para cima, para baixo e para direita

A auriculeta cresce para frente e para a esquerda, protruindo na borda cardíaca esquerda imediatamente abaixo do tronco da artéria pulmonar.

1- Duplo contorno atrial 2- Aparecimento do 4º arco (auriculeta) 3- Deslocamento cranial do brônquio-

fonte esquerdo 4- Deslocamento lateral do esôfago 5- Deslocamento da aorta descendente

para a esquerda

Duplo contorno

atrial Posteriormente desloca esofago

Para baixo raramente

Ângulo carinal > 75

graus

Ponta do catéter na

APEAE e vv

pulmonares opacificados

Desloca posteriormente o esofago contrastado com Bário deglutido

Abaula o bordo cardíaco D

Afasta o bordo cardíaco D da coluna

Eleva o ponto de inserção da VCS no AD

Altera o ângulo cardiofrenico

Tendencia a desviar o ápice do coração para baixo (“mergulha no diafragma”)

Alargamento e arredondamento do bordo cardíaco E

Tendencia a desviar o ápice do coração para baixo (“mergulha no diafragma”)

Alargamento e arredondamento do bordo cardíaco E

Dilatação da Ao por sobrecarga

Aumento do diametro transverso do coração

Arco médio escavado por desvio AP para a D

VE aumentado cruza a sombra da VCI e preenche o espaço retrocardíaco

A medida (A) representa a distância entre o local em que a cava inferior desemboca no átrio direito e portanto deixa de ser visível até a parede posterior do coração.

A medida (B) efetuada entre o ponto de interstício da cava vem a borda posterior do coração e o local em que a cava inferior cruza a hemicúpula frênica esquerda.

A distância A não deve ser maior de 2 cm e a B nunca menor que 0.5 cm.

Em PA os sinais são menos confiáveis que no perfil

Tende a “horizontalizar” o coração

     1) Elevação da ponta do coração com modificação do contorno inferior esquerdo;

      2) Protrusão do tronco da artéria pulmonar ao nível do arco médio;

      3) Aumento do diâmetro transversal (grande dilatação).

Oblitera o espaço retroesternal

Aumento da superfície de contato do coração com o esterno;

Aumento da convexidade do contorno anterior do coração.

Abaula o terço superior do bordo cardíaco

Abaula o terço superior do bordo cardíaco E

Abaulamento do tronco da artéria pulmonar no terço médio do bordo cardíaco

http://www.manuaisdecardiologia.med.br/Radiologia/Radio.htm

The Cardiac Shadow - Radiology of cardiac chambers in

health and disease

Dr. Khairy Abdel Dayem

Professor of Cardiology

Ain Shams University

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