Separata 127 abr mai 2013

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Separata 127 Abr_Mai_2013

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<ul><li> 1. Ascomemoraesdo25deAbriledo1deMaiorevestem-se,esteano,deimportnciaacrescida.Depois do Tribunal Constitucional ter considerado inconstitucionais algumas das matrias importantes contidas noOramento de Estado para 2013,o Governo apressa-se para liquidaras funes sociais do Estado, com cortes brutais daSade,naEducaoenaSeguranaSocial.O aprofundamento desta poltica de austeridade e de retrocesso social e civilizacional, com os efeitos brutais que temna vida dos trabalhadores, dos reformados, dos jovens, dos desempregados, do povo portugus, exige que todosfaamosdascomemoraesdo25deAbriledo1deMaiograndesacesdedenncia,protestoeluta!Grndola, vila morenaTerra da fraternidadeO povo quem mais ordenaDentro de ti, cidadeDentro de ti, cidadeO povo quem mais ordenaTerra da fraternidadeGrndola, vila morenaEm cada esquina, um amigoEm cada rosto, igualdadeGrndola, vila morenaTerra da fraternidadeTerra da fraternidadeGrndola, vila morenaEm cada rosto, igualdadeO povo quem mais ordena sombra duma azinheiraQue j no sabia a idadeJurei ter por companheiraGrndola, a tua vontadeGrndola a tua vontadeJurei ter por companheira sombra duma azinheiraQue j no sabia a idade</li></ul> <p> 2. 22O 1 de Maio um dia histrico do melhores condies de vida e lutaram contra a ditadura fascista,movimento sindical e da luta de trabalho. A represso e o sofrendo a represso, a priso e ageraes de trabalhadores pela redu- assassinato de que alguns foram tortura, persistiram em empenhar ao do horrio de trabalho, pelo vitimas no impediu, antes dina- bandeira do trabalho, reclamandodireitoaoempregocomdireitos,pela mizou, uma onda reivindicativa e de Po,Paz,Liberdade.melhoria dos salrios e a valorizao solidariedade que inundou oHoje, apesar da ofensiva neoliberal,edignificaodequemtrabalha. mundo.o Dia do Trabalhador continua a serEste um dia em que honramos a Porque compreender o passado um elemento de referncia da lutacoragem e determinao dos traba- condio vital para precaver o pre- contra a explorao e pela trans-lhadores de Chicago, que, em 1886, sente e prevenir o futuro, neste dia formao da sociedade, numaousaram enfrentar o Governo e o honramos, tambm, a memria de perspectiva de progresso e justiapatronato norte-americanos e exigir todos aqueles que, em Portugal, social.A despesa social do Estado (2011) na Sade, Educaoe Proteco Social, era de 63,4% da despesa total doEstado,quandonaUEatingiaos65,7%.Reduzir o nmero de trabalhadores e de servios naAdministrao Pblica, Central, Regional e Local,levaria ao encarecimento e a uma perigosa degradaoda qualidade dos servios pblicos a prestar populao.O Servio Nacional de Sade, a Escola Pblica e aSegurana Social so indissociveis do bem-estar equalidade de vida dos trabalhadores e das famlias, dacoesosocialedodesenvolvimentodopas.Nos juros da dvida (8 mil milhes de euros, em?2013);Nasparceriaspblico-privadas;?Nas rendas excessivas no sector da energia?(cartelizao dos preos dos combustveis eelectriciade).O Tribunal Constitucional declarou, como j tinha sucedido em 2012, inconstitucionais o confisco do Subsdio de Friasaos trabalhadores da Funo Pblica e aos pensionistas, e ainda mais duas outras normas da Lei do OE-2013 (o ImpostosobreoSubsdiodeDesempregoedeDoenaeoscortesnoscontratosdedocnciaedeinvestigao),oque,emtermosilquidos,correspondeacercade1.600milhesdeeuros.Emvalorliquido(eestequetemefeitosnoOE-2013),deverrepresentar um aumento na despesa reposio dos Subsdios de Frias e um corte na receita que, somados, deverorondaros1.200milhesdeeuros. 3. Perante tal cenrio, previsvel que os ataques s funes sociais do Estado se intensifiquem ainda mais. E osargumentos mais utilizados para procurar manipular a opinio pblica, semelhana do que tem acontecido nosltimos tempos, sero certamente as seguintes: (1) Sem o emprstimo da "Troika" no haveria dinheiro para pagarsalrios e penses; (2) A despesa do Estado em Portugal muito superior de outros pases da EU Unio Europeia; (3)AsdespesasdoEstadoemPortugalcomaSade,EducaoeaSeguranaSocialsoinsustentveis.Porisso,interessajdesmontardeumaformaclaraeobjectivaessesfalsosargumentos.Paraisso,utilizaremososprpriosdadosoficiais.Comecemos pelo primeiro mito, sobre o emprstimo da "Troika" para pagar penses e salrios. Segundo o MinistriodasFinanas,em2011,asreceitasdosimpostosecontribuiesforamsuperioressomadasdespesascomPessoaldasAdministraesPblicas,maisdespesascompenseseoutrasprestaes(incluiSade),em+4.229,6milhesdeeuros;em2012,esseexcedentesubiupara+4.454,1milhesdeeuros.EnoconsideramostodasdasAdministraesPblicas.Ainda existem "Outras receitas" que, em 2012, foram +9.606,2 milhes de euros. Afirmar, como fazem muitoscomentadores, que o Estado foi obrigado a pedir o emprstimo "Troika" porque no tinha dinheiro para pagar salriose penses , das duas uma: pura ignorncia ou a inteno de falsear descaradamente os dados para enganar a opiniopblica. Os impostos e contribuies pagas todos os anos pelos portugueses so mais que suficientes para pagaraquelasdespesas.Outro mito que a despesa do Estado em Portugal superior de outros pases e, por isso, tem de sersignificativamente reduzida. Segundo o Eurostat, em 2011, a despesa total das Administraes Pblicas em Portugalrepresentou 49,4% do PIB portugus, quando a mdia na UE situava-se entre os 49,1% e 49,5%, portanto um valorpraticamente igual. E em 2012, segundo o Relatrio do OE-2013 do Ministrio das Finanas, a despesa de todas asAdministraes Pblicas em Portugal (Central, Local e Regional) reduziu-se para apenas 45,6%. E neste valor estoincludos os juros da divida, que atingiram 7.038,9 milhes de euros em 2012. Se o deduzirmos, desce para apenas41,4%.AfirmarouinsinuarqueadespesapblicaemPortugalexcessivaumactodepurademagogiapoltica!Finalmente, em relao afirmao de que as despesas do Estado com as funes sociais em Portugal so excessivas einsustentveis e por isso necessrio reduzi-las significativamente, interessa novamente referir os factos. Segundo oEurostat, em 2011, a despesa pblica com a Sade em Portugal correspondeu apenas 6,8% do PIB, quando a mdia naUnio Europeia variava entre7,3%e7,4%.Em euros por habitante,emPortugaleem2011,o gasto pblico com a Sadefoi apenas de 1.097, quando a mdia nos pases da UE variava entre 1.843 (+68% do que em Portugal) e 2.094(+91%). O mesmo se verifica em relao proteco social, que inclui as penses. Segundo o Eurostat, em 2011, adespesa pblica com a proteco social em Portugal correspondia apenas a 18,1% do PIB, quando a mdia na UnioEuropeia variava entre 19,6% e 20,2% do PIB. Em euros por habitante, a diferena era ainda muito maior. Em Portugal, ogastopblicocomaprotecosocialporhabitanteeraapenasde2.910,quando amdianospasesdaUnioEuropeiavariava entre 4.932 (+69% do que em Portugal) e 5.716 (+96%). E nos pases desenvolvidos, a despesa por habitanteera muito superior (Blgica: +126%; Dinamarca: +274%; Alemanha: +114%). Mesmo se consideramos a totalidade dadespesa com a Sade, Educao e Segurana Social, em 2011, ela representava em Portugal 63,4% da despesa total doEstado, quando a mdia na UE era de 65,7%. Fazer cortes significativos nadespesa com as funes sociais do Estado, com a justificao de que essasdespesas em Portugal so excessivas e superiores s dos outros pases daEU, apenas uma opo ideolgica, sem quaisquer fundamentostcnicos.O que insustentvel e inaceitvel que se esteja a aplicar em Portugalumapolticafortementerecessivaemplenarecessoeconmica,queestadestruiraeconomiaeasociedadeportuguesadeumaformairreparvel,provocando a falncia de milhares de empresas e fazendo disparar odesemprego.Causando,consequentemente,umaquebrasignificativanasreceitas do Estado e da Segurana Social e pondo em perigo asustentabilidade de todas as funes sociais do Estado e do prprioEstado.Fonte:EugnioRosa(economista)23 4. 4APORTARIADEEXTENSODOCCTDE2012NOSEAPLICAAOSASSOCIADOSDOSINAPSAComotodossabem,oSINAPSAnosubscreveuoCCTde2012,queretiradireitosaostrabalhadoresdesegurosequefoiobjectodeextensopelaPortarian.134/2013,de28deMaropassado.OSINAPSA,faceaoavisodoprojectodestaportariadeextensoquetinhasidopublicadonoBTE(BoletimdoTrabalhoeEmprego),deduziudeimediatoasuaoposioaplicaodestaportariaaosseusassociados.O Ministrio da Economia e do Emprego, no cumprimento da Lei, veio inequivocamente dar razo pretenso doSINAPSA,dizendo:Eregulamentaasuadecisonon.2,doArtigo1.,destaportaria:Com efeito, o sindicato oponente celebra com a mesma associao de empregadores uma convenocolectiva de trabalho, cuja ltima publicao teve lugar no Boletim do Trabalho e Emprego, 1. srie, n. 32, 29de Agosto de 2008, objecto de extenso. Considerando que assiste ao oponente a defesa dos direitos einteresses dos trabalhadores que o sindicato representa e que a portaria de extenso s pode ser emitida nafalta de instrumento de regulamentao colectiva de trabalho negocial, de acordo com o artigo 515. doCdigo do Trabalho, procede-se excluso dos trabalhadores filiados no SINAPSA Sindicato Nacional dosProfissionaisdeSeguroseAfins.A presente extenso no se aplica aos trabalhadores filiados no SINAPSA Sindicato Nacional dosProfissionaisdeSeguroseAfins.De referir, igualmente, que a Portaria de Extenso ao CCT de 2012 (publicado no BTE n. 2, de 15 de Janeiro), nose aplica aos trabalhadores no sindicalizados que optaram pelo CCT de 2008, porque os mesmos encontram-seabrangidos pela Portaria de Extenso publicada no BTE n. 28, de 29 de Julho de 2009 (relativa ao CCT de 2008),quesemantmvlidaesubsistente.EM JEITO DE CONCLUSO: 5. 25OdireitoaoSubsdiodeLardosbeneficiriosemsituaodePr-Reforma,queestavabloqueadoporrazesdeordeminformtica(segundoosserviosdaSeguranaSocial),estassegurado.Os procedimentos para o seu processamento, incluindo os respectivos retroactivos, esto em curso, no nossendopossvel,demomento,confirmaradataemquetalseverificar.Continuamos a envidar todos os nossos esforos, junto da Segurana Social, para que a situao se normalize,dentrodomaiscurtoprazo.Sepersistiremdvidas,queiramcontactaroSindicato. 6. 6OArtigo14.,dosEstatutosdoSINAPSA,noseun.2,diz-nosque:A estrutura do Sindicato, a sua organizao e actividade assenta naparticipao activa e directa dos trabalhadores, desde o local detrabalho, e desenvolve-se, entre outras, a partir das organizaessindicaisdeempresa.Em 29 de Maio prximo, os associados do SINAPSA vo ser chamados aeleger os novos rgos dirigentes, que vo ter sob sua responsabilidadeagestodonossoSindicatoduranteomandatode2013/2017.At ao fim do ms de Abril, conforme determinam os Estatutos do SINAPSA e foi anunciado pela Mesa da AssembleiaGeral,osassociadospodemconstituirlistascandidatasDireco,MesadaAssembleiaGeral,aoConselhoGeral,aoConselho Fiscalizador de Contas, ao Conselho de Disciplina, s Delegaes Regionais e Seces Distritais e tambm aDelegadosSindicais(emcadaSeguradora).Trata-se de um acto da maior importncia para a vida do Sindicato, em que cada um tem a oportunidade de determinar,com a sua interveno, quem vai gerir os destinos do SINAPSA e, consequentemente, definir a estratgia que melhorsirva defesa dos legtimos direitos dos Trabalhadores de Seguros, durante o prximo quadrinio, que ao SINAPSAcompeteassegurar.Compete-nos, no fim do nosso mandato, apelar a cada um dos nossos associados para que intervenham activamenteneste processo, quer disponibilizando-se para integrar as listas candidatas, quer subscrevendo-as, contribuindo para oreforo do Sindicalismo em Seguros, assegurando que o SINAPSA continue a merecer a confiana e o respeito dosTrabalhadores de Seguros, e continue a ser o Sindicato de referncia no sector, pela sua aco sindical consequente,sempre orientada pelos mais sos princpios democrticos e de defesa dos legtimos interesses daqueles que defende eda sua crescente interveno pela dignificao da profisso, do desenvolvimento e progresso do sector e da sociedadeemgeral.PorumSindicatocadavezmaisforte,tomaemtuasmososeufuturo!Intervmactivamentenaseleiesde29deMaioprximo!MouraPedrogo GrandeAlbufeiraOs associados do SINAPSA efamiliares directos (cnjuges e filhos)usufruem de um desconto de 10%emalojamento,sobreamelhortarifadisponvel. Os descontos concedidosno so cumulativos com outrasofertas.Todas as reservas e servios estarosujeitos a disponibilidade e confir-mao pelas respectivas unidades hoteleiras e sero garantidas segundo os seus termos e polticas de reserva ecancelamento.ConsultejuntodoSindicatoostermosepolticasdereservaecancelamentodasunidadeshoteleirasprotocoladas.Todas as reservas efectuadas ao abrigo do presente protocolo tero que ser solicitadas ao Departamento de Reservasdasrespectivasunidadeshoteleiras,comosseguintescontactos:</p>