prova ps2 - seriado

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  • SER

    IAD

    OMatemtica

    Qumica

    Biologia

    Fsica

    Lngua Portuguesa

    Literatura Brasileira

    Inscrio n:

    Filosofia

    Histria

    Geografia

    Lngua Estrangeira

    2

  • 02

    Na Bblia (Mt 5.13) dito que os cristos so "o sal

    da terra e a luz do mundo". Essa passagem tem um

    significado antropolgico. Os preceitos do cristia-

    nismo tiveram, alm de um significado antropol-

    gico, um importante papel na formao moral do

    Ocidente, onde as parbolas e os evangelhos da

    Bblia so tomados como mecanismos de orientao

    da vida crist. Considerando essas informaes,

    correto afirmar que a tica crist

    utilitarista, uma vez que busca oferecer aos ho-

    mens o maior de felicidade possvel,quantum

    atravs da realizao das aes que produzem

    as melhores consequncias.

    hedonista, uma vez que prioriza os aspectos

    mais frugais da vida, como a vida comunitria,

    preocupada com o preparo da terra e o ali-

    mento.

    deontolgica, uma vez que centrada num

    imperativo universal extrado da razo pura,

    livre de todas as inclinaes subjetivas.

    contratualista, uma vez que a comunidade cris-

    t adota preceitos que produzem os resultados

    racionais pretendidos por todos.

    teolgica, uma vez que os preceitos orienta-

    dores so extrados de fontes heternomas,

    como revelaes e profecias.

    e

    d

    b

    a

    c

    01

    Poeticamente, o sal metaforiza o mar, as lgrimas, a

    fora de viver. Castro Alves, em sua obra potica,

    lana mo desse recurso para unir arte e crtica so-

    cial. Observe os fragmentos:

    Fragmento 1 - A Cano do Africano

    Fonte: CASTRO ALVES, 1995, p. 100.

    L, na mida senzala,

    Sentado na estreita sala,

    Junto ao braseiro, no cho,

    Entoa o escravo o seu canto,

    E ao cantar correm-lhe em pranto

    Saudades do seu torro...

    Fragmento 2 - O Navio Negreiro

    Fonte: CASTRO ALVES, 1995, p. 137.

    Senhor Deus dos desgraados!

    Dizei-me vs, Senhor Deus!

    Se eu deliro... ou se verdade

    Tanto horror perante os cus...

    mar, por que no apagas

    Co'a esponja de tuas vagas

    De teu manto este borro?...

    Astros! noite! tempestades!

    Rolai das imensidades!

    Varrei os mares, tufo!...

    Em relao a esses versos, possvel afirmar:

    I - O canto, as saudades e o pranto do escravo, no

    primeiro fragmento, so decorrentes do cativeiro

    resultante da escravido, situao aviltante ao ser

    humano.

    II - O horror perante os cus a que se refere o eu-

    lrico, no segundo fragmento, corresponde ao

    trfico de escravos, mcula sociomoral que

    envergonha o Brasil.

    III - Em ambos os fragmentos, a crueldade da es-

    cravido se faz presente.

    02

  • 03

    Est(o) correta(s) a(s) afirmativa(s)

    Aproximadamente 30 milhes de

    hectares do planeta so afetados

    por sais, e de 0,25 a 0,5 milho de

    hectares de rea produtiva per-

    dido a cada ano em funo da sali-

    nizao do solo.

    Futuramente, todas as espcies cultivadas es-

    taro adaptadas ao excesso de sais no solo,

    pois, ao longo do seu crescimento, cada indiv-

    duo realizar adequaes metablicas profun-

    das que garantiro sua sobrevivncia.

    Para que as plantas se adaptem a solos com alta

    salinidade, basta submet-las lentamente a

    doses crescentes de soluo salina, estimu-

    lando a ocorrncia de mutaes que as tornaro

    resistentes.

    Podero ocorrer mutaes ao acaso em certos

    indivduos, algumas delas conferindo resistn-

    b

    a

    c

    Fonte

    : FA

    O,

    2002 a

    pud W

    i llad

    ino &

    Cam

    ara,

    2010.

    (adap

    tado)

    A informao apresentada tem preocupado agricul-

    tores, ambientalistas e pesquisadores. Em busca de

    novos cultivares de plantas adaptadas a solos com

    maior salinidade, pesquisadores do mundo inteiro

    esto intensificando estudos sobre espcies de

    plantas halfitas, que so naturalmente adaptadas

    a altas concentraes de sais no solo. Conside-

    rando-se os mecanismos gerais de evoluo por

    seleo natural, apresentados por Darwin e

    Wallace, possvel inferir:

    03

    cia alta salinidade e permitindo maior sucesso

    reprodutivo dos indivduos portadores dessa

    mutao nos solos com alta salinidade, em

    comparao com aqueles indivduos no porta-

    dores da mutao.

    Podero ocorrer mutaes especficas, causa-

    das pelo excesso de sais, que sero direciona-

    das pela planta para resistncia alta sali-

    nidade.

    intil procurar novas plantas adaptadas alta

    salinidade do solo alm das j conhecidas, pois

    as espcies so imutveis.

    e

    d

    No Imprio Romano, o sal era um dos fundamentos

    tradicionais da vida e da cultura. Esse hbito per-

    maneceu entre os europeus e, apesar de ser conhe-

    cido nos vrios continentes, o sal no era usual na

    dieta dos povos africanos ou indgenas at o contato

    mais sistemtico com os brancos, ocorrido a partir

    do sculo XVI. Qual das situaes histricas a seguir

    NO influiu no processo de difuso da cultura

    europeia no perodo?

    04

    Expanso martima da Era Moderna.

    Trfico de escravos da frica para a Amrica.

    Estabelecimento de misses e redues pela

    Companhia de Jesus.

    Revoluo Gloriosa.

    Fundao de fortes lusitanos na Guin e na

    Costa do Marfim.

    e

    d

    b

    a

    c

    I apenas.

    II apenas.

    I e II apenas.

    III apenas.

    I, II e III.e

    d

    b

    a

    c

  • 04

    Fonte: . Disponvel em: http://www.norsal.com.br/o_sal/historia.html.O sal na histria

    Acesso em: 01 ago. 2014. (adaptado)

    Texto 1

    1

    5

    10

    Um dos primeiros registros de que as

    salinas naturais do Nordeste brasileiro cha-

    maram a ateno dos portugueses o relato

    de um capito-mor, Pero Coelho, em 1627.

    Derrotado por piratas franceses numa batalha

    na serra de Ibiapaba, no Cear, Coelho recuou

    suas foras para o litoral e encontrou na

    regio onde se localiza hoje o Municpio de

    Areia Branca extenses de sal suficientes

    para abarrotar muitos navios. Em 1641,

    Gedeo Morritz, o chefe da guarnio batava

    no Cear, chegou s mesmas salinas; a

    partir da, os holandeses, que em seus

    primeiros anos no Nordeste importavam sal,

    trazido pelos navios da Companhia das ndias

    Ocidentais, iniciaram a extrao do mineral.

    O sal do Rio Grande do Norte s comeou a ser

    comercializado em outras provncias a partir

    de 1808, com a suspenso das proibies por

    D. Joo VI.

    15

    20

    Texto 2

    1

    5

    na terra do Tio Sam que fica uma das

    regies mais ricas do mundo nesse mineral.

    Salt Lake City, capital do Estado de Utah, est

    beira de um dos maiores lagos salgados do

    planeta. Sorte dos americanos, que precisam

    do sal para muito mais do que temperar

    guloseimas. Menos de 10% do sal que os

    Estados Unidos produzem de mesa, alis. A

    grande fatia cerca de 50% serve para

    derreter a neve das estradas no inverno.

    1

    5

    10

    Fonte: PAIVA, U.; PENNA, M. Imprio do sal. . Disponvel em:Superinteressante

    http://super.abril.com.br/ciencia/imperio-sal-443351.shtml. Publicado em set. 2012.

    05

    No Texto 1, tanto um capito-mor ( 4) quanto.

    o chefe da guarnio batava no Cear ( 11-12).

    funcionam como apostos que especificam os

    cargos ocupados, respectivamente, por Pero

    Coelho ( 4) e Gedeo Morritz ( 11), ambos. .

    sujeitos nas oraes.

    No Texto 1, em relato de um capito-mor ( 3-.

    4) e extrao do mineral ( 16), um capito.

    mor e mineral so representados como

    agentes no contexto.

    No Texto 2, os travesses que intercalam cerca

    de 50% ( 9) poderiam ser substitudos por vr-.

    gulas, sem infrao norma-padro, consi-

    derando-se a mesma razo por que capital do

    Estado de Utah ( 3) aparece entre vrgulas..

    ( )

    A sequncia correta

    Com relao ao uso de recursos lingusticos nos tex-

    tos, assinale V (verdadeira) ou F (falsa) na(s) afir-

    mativa(s) a seguir.

    V V F.

    F F V.

    V F F.

    F V F.

    V F V.e

    d

    b

    a

    c

    ( )

    ( )

  • 05

    Na vida comum, pode haver erros de deliberao ou

    raciocnio prtico. Esses erros costumam levar a jul-

    gamentos e aes erradas. Alguns erros de racio-

    cnio lgico tm tambm uma dimenso moral,

    como a falcia do apelo autoridade, que frequen-

    temente est na base de abusos de autoridade e

    algumas formas de diferenciao social injustas.

    Qual dos argumentos a seguir comete a falcia do

    apelo autoridade?

    O professor Antnio Lavoisier afirmou que sdio

    um metal que faz parte da composio do sal

    de cozinha. Pode-se concluir que isso verdade,

    pois esse professor um especialista em

    qumica.

    O professor Antnio Lavoisier analisou amos-

    tras de sal de cozinha comum nos laboratrios

    de Qumica da UFSM e concluiu que essa

    substncia composta principalmente por

    cloreto de sdio.

    Se uma amostra do sal de cozinha comum, ao

    ser analisada em laboratrios de Qumica, mos-

    trar no conter sdio, pode-se concluir que o sal

    de cozinha comum no composto principal-

    mente por cloreto de sdio.

    Segundo especialistas ligados ao Ministrio da

    Sade, o consumo excessivo de sal prejudicial

    sade. Logo, recomendvel que o consumo

    excessivo dessa sub