Parecer da Comissão de Avaliação - siaia. da ca qta... · (provenientes da moradia unifamiliar e…

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<ul><li><p>Parecer da Comisso de Avaliao</p><p>Explorao Suincola da Quinta dos Canios</p><p>Processo de AIA n </p><p>Comisso de Avaliao:</p><p>CCDR-LVT (entidade que </p><p>CCDR-LVT (participao pblica) </p><p>CCDR-LVT Dr. Fernando Pereira</p><p>APA, I.P./ARH do Tejo </p><p>DRAP-LVT Eng. Carmen</p><p>DGPC Dr. Joo Marques</p><p>Rua Alexandre Herculano, 37 Rua Alexandre Herculano, 37 Rua Alexandre Herculano, 37 Rua Alexandre Herculano, 37 1250125012501250----009 Lisboa Tel. 213 837 100 009 Lisboa Tel. 213 837 100 009 Lisboa Tel. 213 837 100 009 Lisboa Tel. 213 837 100 Rua Zeferino Brando 2005Rua Zeferino Brando 2005Rua Zeferino Brando 2005Rua Zeferino Brando 2005----240 Santarm Tel. 243 323 976 Fax 243 323 289240 Santarm Tel. 243 323 976 Fax 243 323 289240 Santarm Tel. 243 323 976 Fax 243 323 289240 Santarm Tel. 243 323 976 Fax 243 323 289</p><p>Rua de Cames, 85 2500Rua de Cames, 85 2500Rua de Cames, 85 2500Rua de Cames, 85 2500----174 Caldas da Rainha 174 Caldas da Rainha 174 Caldas da Rainha 174 Caldas da Rainha </p><p>Parecer da Comisso de Avaliao </p><p>Explorao Suincola da Quinta dos Canios</p><p>PORVAL Agropecuria, S.A. </p><p>Processo de AIA n 1194/2016 </p><p>Comisso de Avaliao: </p><p>LVT (entidade que preside) Dr. Helena Silva </p><p>LVT (participao pblica) Eng. Ldia Amorim </p><p>Dr. Fernando Pereira </p><p> Eng. Conceio Ramos </p><p> Carmen Azevedo </p><p>Dr. Joo Marques </p><p>dezembro 2016 </p><p> www.ccdrwww.ccdrwww.ccdrwww.ccdr----lvt.pt geral@ccdrlvt.pt geral@ccdrlvt.pt geral@ccdrlvt.pt geral@ccdr----lvt.ptlvt.ptlvt.ptlvt.pt </p><p> 009 Lisboa Tel. 213 837 100 009 Lisboa Tel. 213 837 100 009 Lisboa Tel. 213 837 100 009 Lisboa Tel. 213 837 100 Fax 213 837 192Fax 213 837 192Fax 213 837 192Fax 213 837 192 240 Santarm Tel. 243 323 976 Fax 243 323 289240 Santarm Tel. 243 323 976 Fax 243 323 289240 Santarm Tel. 243 323 976 Fax 243 323 289240 Santarm Tel. 243 323 976 Fax 243 323 289 </p><p> Tel. 262 841 981 Fax 262 842 537Tel. 262 841 981 Fax 262 842 537Tel. 262 841 981 Fax 262 842 537Tel. 262 841 981 Fax 262 842 537 </p><p>1</p><p>Explorao Suincola da Quinta dos Canios </p></li><li><p>EIA 1194/2016 Explorao Suincola da Quinta dos Canios </p><p>1 </p><p> PARECER DA COMISSO DE AVALIAOPARECER DA COMISSO DE AVALIAOPARECER DA COMISSO DE AVALIAOPARECER DA COMISSO DE AVALIAO </p><p>IDENTIFICAOIDENTIFICAOIDENTIFICAOIDENTIFICAO </p><p>DESIGNAO DO DESIGNAO DO DESIGNAO DO DESIGNAO DO EIA/PROJETOEIA/PROJETOEIA/PROJETOEIA/PROJETO </p><p>Explorao Explorao Explorao Explorao Suincola Quinta dos CaniosSuincola Quinta dos CaniosSuincola Quinta dos CaniosSuincola Quinta dos Canios </p><p>TIPOLOGIA DE TIPOLOGIA DE TIPOLOGIA DE TIPOLOGIA DE PROJETOPROJETOPROJETOPROJETO </p><p>Instalaes de pecuria intensiva 3000 porcos de produo (+ 30 kg) </p><p>Fase em Fase em Fase em Fase em que se que se que se que se encontra o projeto:encontra o projeto:encontra o projeto:encontra o projeto: </p><p>Projeto de execuo </p><p>PROPONENTEPROPONENTEPROPONENTEPROPONENTE PORVAL PORVAL PORVAL PORVAL Agropecuria, S.A.Agropecuria, S.A.Agropecuria, S.A.Agropecuria, S.A. </p><p>ENTIDADE ENTIDADE ENTIDADE ENTIDADE LICENCIADORALICENCIADORALICENCIADORALICENCIADORA </p><p>Direo Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo </p><p>EQUIPA EQUIPA EQUIPA EQUIPA RESPONSVEL PELA RESPONSVEL PELA RESPONSVEL PELA RESPONSVEL PELA ELABORAO DO EIAELABORAO DO EIAELABORAO DO EIAELABORAO DO EIA </p><p>Biocontrol Gesto de Sistemas e Controlo Ambiental,Lda. </p><p>AUTORIDADE DE AIAAUTORIDADE DE AIAAUTORIDADE DE AIAAUTORIDADE DE AIA CCDR LVT </p><p>COMISSO DE COMISSO DE COMISSO DE COMISSO DE AVALIAOAVALIAOAVALIAOAVALIAO </p><p>Art. 9, n 2, do DL n 151-B/2013, de 31 de outubro: </p><p> CCDR LVT (DSA/DAMA) - alnea a) Dr Helena Silva, Eng. Ldia Amorim e Dr. Fernando Pereira </p><p> APA, I.P./ARH do Tejo e Oeste - alnea b) Eng Conceio Ramos </p><p> DGPC alnea d) Dr. Joo Marques </p><p> DRAP LVT alnea h) Eng Carmen Azevedo </p><p>Data:Data:Data:Data: 30303030----12121212----2016201620162016 </p><p>ENQUADRAMENTO ENQUADRAMENTO ENQUADRAMENTO ENQUADRAMENTO LEGALLEGALLEGALLEGAL </p><p>Alnea c) do n. 23, do Anexo I do Decreto-Lei n. 151-B/2013 de 31 de outubro, alterado pelo Decreto-Lei n. 47/2014, de 24 de maro, e pelo Decreto-Lei n. 179/2015, de 27 de agosto. </p><p>DESCRIO DO DESCRIO DO DESCRIO DO DESCRIO DO PROJETOPROJETOPROJETOPROJETO </p><p>Objetivos e Justificao do ProjetoObjetivos e Justificao do ProjetoObjetivos e Justificao do ProjetoObjetivos e Justificao do Projeto </p><p>Com o presente projeto pretende-se obter o licenciamento de uma explorao suincola com um efetivo de 7 872 porcos de engorda. A explorao funcionar em ciclo fechado e em regime intensivo. </p><p>A implantao da suinicultura ser uma mais-valia econmica para a PORVAL uma vez que ir absorver os leites provenientes de outras instalaes suincolas que o proponente detm. </p><p>A justificao da localizao para a implantao do projeto prende-se fundamentalmente com procura de efluentes pecurios para valorizao agrcola nas imediaes do local. </p><p>Localizao do ProjetoLocalizao do ProjetoLocalizao do ProjetoLocalizao do Projeto </p><p>A explorao fica localizada prximo da povoao da Charneca de Alcorochel, na unio de freguesias de Brogueira, Parceiros de Igreja e Alcorochel, concelho de Torres Novas. </p><p>Descrio do ProjetoDescrio do ProjetoDescrio do ProjetoDescrio do Projeto </p><p>A rea de interveno do projeto insere-se num terreno com uma rea total de 150576 m2, sendo que a rea de implantao das construes ser de 7285,36 m2. </p><p>O principal acesso Quinta dos Canios faz-se, a partir do n da Zibreira (ligao da A23 EN3) em direo povoao de Alcorochel e, desta, at Charneca de Alcorochel. </p></li><li><p>EIA 1194/2016 Explorao Suincola da Quinta dos Canios </p><p>2 </p><p>A partir da Charneca de Alcorochel acede-se explorao aps percorrer cerca de 600 metros em terra batida. </p><p>O local em que ser implantada a explorao suincola, situa-se numa rea envolvente maioritariamente ocupada por espcies de crescimento rpido, designadamente eucaliptais, em diferentes estdios de desenvolvimento. </p><p>A Quinta dos Canios possui uma rea total aproximada de 24 ha, dos quais cerca de 15 ha, sero ocupados pelas instalaes pecurias e pelo sistema de armazenamento dos efluentes produzidos. </p><p>As instalaes pecurias sero constitudas por oito pavilhes destinados recria e acabamento de porcos, por uma enfermaria, balnerios e uma habitao unifamiliar para funcionrios. O sistema de armazenamento de efluentes pecurios ser constitudo por uma nitreira e por duas lagoas de decantao. </p><p>Os animais entram nas instalaes com cerca 24 kg e ao atingirem cerca de 105 kg so enviados para abate. estimada uma produo anual de cerca de 25 584 porcos, estando prevista a afetao de 5 postos de trabalho. </p><p>De acordo com o PGEP apresentado, os efluentes pecurios sero valorizados atravs do seu espalhamento em terrenos de terceiros, cujas parcelas se localizam a sul da rea da explorao, nas freguesias de Azinhaga e de Pombalinho, no concelho de Goleg e freguesia de Santa Margarida de Coutada, concelho de Constncia. </p><p>As reas previstas para espalhamento se localizam em Zona Vulnervel do Tejo. </p><p>MatriasMatriasMatriasMatrias----Primas Primas Primas Primas </p><p>A matria-prima a utilizar na explorao resume-se a raes para os animais, prevendo-se que estas sejam provenientes de uma fbrica de raes localizada no concelho do Cartaxo. </p><p>Prev-se um consumo anual de rao na ordem das 5070 toneladas. </p><p>Ainda de referir o consumo de medicamentos inerentes atividade suincola, estimando-se um consumo lquido de 40 kg/ano de medicamentos. </p><p>Energia Energia Energia Energia </p><p>Toda a energia a consumir na instalao ser eltrica, no se prevendo a utilizao de qualquer outra fonte de energia, excluso de gs engarrafado para alimentao de esquentador na habitao, pese embora a sua reduzida expresso na globalidade da explorao. </p><p>A alimentao ser efetuada por um Posto de Transformao, prevendo-se um consumo anual de 124500 kWh/ano. </p><p>Abastecimento de guaAbastecimento de guaAbastecimento de guaAbastecimento de gua </p><p>A gua a utilizar na explorao ser proveniente de uma captao subterrnea que possui ttulo de utilizao (consumo humano, abeberamento animal e lavagem das instalaes) desde janeiro de 2016 mas que, data, no se encontra construda. </p><p> estimado um consumo anual de cerca de 22 413 m3 (7 900 m3- lavagem das instalaes, 14 366 m3 - abeberamento animal e 147 m3 uso domstico). </p><p>SaneamentoSaneamentoSaneamentoSaneamento </p><p>Sero produzidos efluentes domsticos e pecurios. Os efluentes domsticos (provenientes da moradia unifamiliar e balnerios) sero encaminhados para fossas estanques que sero periodicamente limpas por entidades licenciadas para o efeito. estimada uma produo anual de 132 m3 de efluentes domsticos. </p><p>Os efluentes pecurios correspondem aos dejetos produzidos pelos animais e s guas provenientes das lavagens dos pavilhes. O sistema de armazenamento de efluentes pecurios ser constitudo por um tanque de receo, um separador slido/lquido, uma nitreira e duas lagoas de reteno. </p><p>A nitreira, com uma capacidade de cerca de 429 m3 ser construda em beto, sendo totalmente coberta com telha em fibrocimento. Cada uma das lagoas ser impermeabilizada (fundo e taludes) com tela 1,5 mm de espessura em Polietileno de Alta Densidade (PEAD) e ter uma capacidade de armazenamento de cerca de 5 952 m3 </p><p>Na lavagem das instalaes, com a abertura das comportas existentes nas valas dos pavilhes, o efluente pecurio ir drenar por gravidade para o tanque de receo, </p></li><li><p>EIA 1194/2016 Explorao Suincola da Quinta dos Canios </p><p>3 </p><p>equipado com um agitador mecnico e uma bomba submersvel que eleva o efluente ao separador de slidos de tipo tambor rotativo, com uma eficincia de remoo de slidos de cerca de 10%. </p><p>Aps a separao os slidos (tamisados) so descarregados e armazenados na nitreira para posterior aplicao no solo agrcola. A fase lquida (efluente) encaminhada por gravidade, para o sistema de lagunagem sendo posteriormente aplicado no solo, com vista valorizao agrcola. </p><p> prevista uma produo anual de cerca de 1 260 t de estrume e de cerca de 19 236 m3 de chorume, dos quais cerca de 7 900 m3 correspondem ao volume das guas de lavagem. </p><p>guas Pluviaisguas Pluviaisguas Pluviaisguas Pluviais </p><p>As guas pluviais provenientes da rea edificada infiltram-se naturalmente no solo. </p><p>Resduos Resduos Resduos Resduos </p><p>A explorao pecuria ser munida de rgos de armazenamento adequados ao tipo de resduos que sero gerados na explorao. Assim, os resduos urbanos e equiparados sero depositados em contentor camarrio e os resduos de embalagens de medicamentos e de produtos de uso veterinrio sero sujeitos gesto da Valormed, sendo encaminhados por um operador licenciado para o efeito (Ambimed). </p><p>O armazenamento dos cadveres ser efetuado no necrotrio, sendo os cadveres recolhidos por operador licenciado. </p><p>SISTEMATIZAO DA APRECIAO SISTEMATIZAO DA APRECIAO SISTEMATIZAO DA APRECIAO SISTEMATIZAO DA APRECIAO </p><p>APRECIAO TCNICA DOS IMPACTES AMBIENTAIS DO PROJECTOAPRECIAO TCNICA DOS IMPACTES AMBIENTAIS DO PROJECTOAPRECIAO TCNICA DOS IMPACTES AMBIENTAIS DO PROJECTOAPRECIAO TCNICA DOS IMPACTES AMBIENTAIS DO PROJECTO </p><p>Tendo em considerao o projeto em avaliao, foram considerados como fatores ambientais mais relevantes os seguintes: Ordenamento do Territrio, Recursos Hdricos, Solo e Usos do Solo, Scio-economia, Ambiente Sonoro e Patrimnio Arqueolgico </p><p>OrdenamentoOrdenamentoOrdenamentoOrdenamento do Territrio do Territrio do Territrio do Territrio </p><p>Plano Regional de Ordenamento do Territrio do Oeste e Vale do Tejo (PROTPlano Regional de Ordenamento do Territrio do Oeste e Vale do Tejo (PROTPlano Regional de Ordenamento do Territrio do Oeste e Vale do Tejo (PROTPlano Regional de Ordenamento do Territrio do Oeste e Vale do Tejo (PROT----OVT), OVT), OVT), OVT), aprovado pela Resoluo de Conselho de Ministros n. 64-A/2009 de 6 de agosto. </p><p>De acordo com este plano regional o projeto insere-se nas Unidades Territoriais UT13 - Eixo Ribeirinho - V. N. Barquinha/ Abrantes (ZE JVicente5, em Constncia) e UT10 - Lezria do Tejo (remanescente, incluindo a explorao). </p><p>Segundo o Esquema de Modelo Territorial o projeto insere-se em reas de Desenvolvimento Agrcola e Florestal como Floresta de Produo e Olivicultura (ZE JVicente5), como Agricultura intensiva de regadio (ZE: Saldanha, Bernardo2, Joo Coimbra) e Viticultura e Olivicultura (explorao e ZE Bernardo1). </p><p>Em termos de Riscos, o projeto localiza-se, em: </p><p>Perigo de incndio (poente explorao, ZE Bernardo1, Saldanha poente) </p><p>Perigo ssmico moderado (nascente da explorao e ZE JVicente5);Perigo ssmico elevado (remanescente) </p><p>Perigo de inundao por cheia progressiva (todos menos a explorao e Bernardo1) </p><p>No mbito da Estrutura Regional de Proteo e Valorizao Ambiental, ERPVA, a rea do projeto insere-se em: </p><p>Rede Complementar, rea ecolgica complementar, como Paisagem Notvel (todo o projeto) </p><p>Rede Secundria: Corredor Estruturante Secundrio (Bernardo 1,2,4-6); rea Nuclear Secundria (ZE Joo Coimbra 27, 32,33,36). </p><p>Rede primria, rea Nuclear Estruturante (ZE Bernardo 2); </p><p>Em concreto sobre a explorao suincola, esta insere-se na UT 10, Lezria do Tejo, em reas de Desenvolvimento Agrcola e Florestal, integralmente como Viticultura e Olivicultura. Em termos de ERPVA, o local abrange apenas Paisagem Notvel. O local em termos de Riscos abrangido por risco de incndio moderado (a poente) e perigosidade ssmica moderada (a nascente). </p></li><li><p>EIA 1194/2016 Explorao Suincola da Quinta dos Canios </p><p>4 </p><p>Em termos da ERPVA importa ter em considerao (2.2 O Sistema Ambiental) as Orientaes para esta Estrutura, designadamente a orientao 7. (Nas reas Nucleares Estruturantes aplicam-se os regimes que decorrem do seu estatuto de classificao e dos instrumentos de gesto territorial eficazes) e a orientao 9 Recuperao da qualidade ecolgica dos cursos de gua do Oeste e Vale do Tejo, na ptica da Directiva Quadro da gua e das orientaes dos Planos de Bacia Hidrogrfica das Ribeiras do Oeste e do Rio Tejo, designadamente atravs da recuperao da qualidade dos cursos de gua, incluindo a reduo das cargas poluentes, renaturalizao das margens e recuperao das galerias ripcolas, nos termos da Lei n. 58/2005, de 29 de Dezembro (Lei da gua). </p><p>Sublinha-se que parte significativa do espalhamento se far na rea Nuclear Estruturante, ANE, da Reserva Natural do Pal do Boquilobo, onde nos termos do PROT se dever aplicar o IGT eficaz (plano de ordenamento da Reserva do Pal). </p><p>Considera-se que o presente projeto na vertente do espalhamento de efluentes no colide diretamente com as orientaes estratgicas do PROT OVT, para o local. </p><p>Plano de Ordenamento da Reserva Natural do Paul do Boquilobo.Plano de Ordenamento da Reserva Natural do Paul do Boquilobo.Plano de Ordenamento da Reserva Natural do Paul do Boquilobo.Plano de Ordenamento da Reserva Natural do Paul do Boquilobo. (zona de espalhamento de efluentes) (ZE Bernardo2), RCM n. 50/2008, publicada a 19-03-2008. </p><p>O espalhamento ser efetuado em reas de proteo parcial e complementar desta Reserva Natural, pelo que fica condicionado aos pareceres do ICNF e APA/ARH do Tejo e Oeste. </p><p>O parecer do ICNF desfavor...</p></li></ul>