ministÉrio da educaÇÃo instituto federal de educaÇÃo ... · superior em reunião realizada na...

131
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS Conselho Superior Avenida Vicente Simões, 1111 – Bairro Nova Pouso Alegre – 37550-000 - Pouso Alegre/MG Fone: (35) 3449-6150/E-mail: [email protected] RESOLUÇÃO Nº 75/2016, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2016 Dispõe sobre a aprovação do Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Pedagogia – Modalidade Educação a Distância. O Reitor e Presidente do Conselho Superior do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais, Professor Marcelo Bregagnoli, nomeado pelos Decretos de 12 de agosto de 2014, DOU nº 154/2014 – seção 2, página 2 e em conformidade com a Lei 11.892/2008, no uso de suas atribuições legais e regimentais, considerando a deliberação do Conselho Superior em reunião realizada na data de 15 de dezembro de 2016, RESOLVE: Art. 1º – Aprovar o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Pedagogia – Modalidade Educação a Distância. (Anexo) Art. 2º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua assinatura, revogadas as dis- posições em contrário. Pouso Alegre, 15 de dezembro de 2016. Marcelo Bregagnoli Presidente do Conselho Superior IFSULDEMINAS

Upload: phamtram

Post on 17-Sep-2018

214 views

Category:

Documents


0 download

TRANSCRIPT

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃOINSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS

Conselho SuperiorAvenida Vicente Simões, 1111 – Bairro Nova Pouso Alegre – 37550-000 - Pouso Alegre/MG

Fone: (35) 3449-6150/E-mail: [email protected]

RESOLUÇÃO Nº 75/2016, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2016

Dispõe sobre a aprovação do Projeto Pedagógico doCurso de Licenciatura em Pedagogia – ModalidadeEducação a Distância.

O Reitor e Presidente do Conselho Superior do InstitutoFederal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais, ProfessorMarcelo Bregagnoli, nomeado pelos Decretos de 12 de agosto de 2014, DOU nº154/2014 – seção 2, página 2 e em conformidade com a Lei 11.892/2008, no usode suas atribuições legais e regimentais, considerando a deliberação do ConselhoSuperior em reunião realizada na data de 15 de dezembro de 2016, RESOLVE:

Art. 1º – Aprovar o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Pedagogia –Modalidade Educação a Distância. (Anexo)

Art. 2º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua assinatura, revogadas as dis-posições em contrário.

Pouso Alegre, 15 de dezembro de 2016.

Marcelo BregagnoliPresidente do Conselho Superior

IFSULDEMINAS

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

LICENCIATURA EM PEDAGOGIA –MODALIDADE EDUCAÇÃO A

DISTÂNCIA

Muzambinho/MG – 2016

GOVERNO FEDERALMinistério da Educação

PRESIDENTE DA REPÚBLICAMichel Temer

MINISTRO DA EDUCAÇÃOJosé Mendonça Bezerra Filho

SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICAEline Neves Braga Nascimento

REITOR DO IFSULDEMINASMarcelo Bregagnoli

PRÓ-REITOR DE ADMINISTRAÇÃOHonório José de Morais Neto

PRÓ-REITOR DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONALFlávio Henrique Calheiros Casimiro

PRÓ-REITOR DE ENSINOCarlos Alberto Machado Carvalho

PRÓ-REITOR DE EXTENSÃOCleber Ávila Barbosa

PRÓ-REITOR DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃOJosé Luiz de Andrade Rezende Pereira

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA ETECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS

Conselho Superior

PresidenteMarcelo Bregagnoli

Representantes dos diretores-gerais dos campiCarlos Henrique Rodrigues Reinato, João Paulo de Toledo Gomes, João Olympiode Araújo Neto, Luiz Carlos Machado Rodrigues, Marcelo Carvalho Bottazzini,

Miguel Angel Isaac Toledo del Pino, Thiago Caproni Tavares

Representante do Ministério da EducaçãoEdson Silva da Fonseca

Representantes do corpo docenteCarlos Cezar da Silva, Eugênio José Gonçalves, Fábio Caputo Dalpra, FátimaSaionara Leandro Brito, Jane Piton Serra Sanches, Luciano Pereira Carvalho,

Rodrigo Cardoso Soares de Araújo

Representantes do corpo técnico-administrativoAna Marcelina de Oliveira, Eliane Silva Ribeiro, Márcio Feliciano do Prado,

Otávio Soares Paparidis, Rogério William Fernandes Barroso, Sílvio Boccia Pintode Oliveira Sá, Sissi Karoline Bueno da Silva

Representantes do corpo discenteAlysson Bonjorne de Morais Freitas, Cristiano Sakai Mendes, Guilherme VilhenaVilasboas, Jhuan Carlos Fernandes de Oliveira, Luciano de Souza Prado, Paulo

Antônio Batista, Raphael de Paiva Gonçalves

Representantes dos egressosAndressa Rodrigues Silva, Éder Luiz Araújo Silva, Jorge Vanderlei Silva, Keniara

Aparecida Vilas Boas, Vinícius Puerta Ramos

Representantes das entidades patronaisJorge Florêncio Ribeiro Neto, Rodrigo Moura

Representantes das entidades dos trabalhadoresCélio Antônio Leite, Elizabete Missasse de Rezende

Representantes do setor público ou estataisJosé Carlos Costa, Rubens Ribeiro Guimarães Júnior

Membros natosRômulo Eduardo Bernardes da Silva, Sérgio Pedini

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA ETECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS

Diretores-gerais dos campi

Campus InconfidentesMiguel Angel Isaac Toledo del Pino

Campus MachadoCarlos Henrique Rodrigues Reinato

Campus MuzambinhoLuiz Carlos Machado Rodrigues

Campus PassosJoão Paulo de Toledo Gomes

Campus Poços de CaldasThiago Caproni Tavares

Campus Pouso AlegreMarcelo Carvalho Bottazzini

Campus Avançado Carmo de MinasJoão Olympio de Araújo Neto

Campus Avançado Três CoraçõesFrancisco Vítor de Paula

COORDENADORA DO CURSOValdirene Pereira Costa

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA ETECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS

EQUIPE ORGANIZADORA DO PROJETO PEDAGÓGICO

DOCENTES

Campus MuzambinhoMaria Lúcia Queiroz Guimarães Hernandez

Valdirene Pereira Costa

Campus InconfidentesLenise Grasiele de Oliveira

Ivan Paulino Pereira

Campus MachadoMaria Aparecida Cangussu

Michele Correia Freitas Soares

Campus Poços de CaldasLuciana Abreu Nascimento

Campus Pouso AlegreSueli Machado Pereira de Oliveira

Campus PassosLuciana Vanessa de Almeida Buranello

Campus Avançado Carmo de MinasGiovane José da Silva

Campus Avançado Três CoraçõesAntonio Sérgio da Costa

ELABORAÇÃO DOS PLANOS DAS UNIDADES CURRICULARES

NOME TITULAÇÃO ÁREA DE ATUAÇÃOAdriana Correia Almeida Batista - Graduação em Pedagogia

- Mestrado e Doutorado emEducação

Metodologia do Ensino daMatemática I

Andrei Venturini Martins - Graduação em Filosofia.Mestrado em Ciências dareligião.Doutorado em Filosofia

Elaboração de Projeto de Pesquisa

Andrezza Simonini Souza - Graduação em Letras.- Especialização em LínguaInglesa.- Mestrado em LingüísticaAplicada e Estudos daLinguagem.

Alfabetização e Letramento ILinguagem Brasileira de Sinais -LIBRAS

Antonio Sérgio da Costa - Graduação em Geografiae Ciências Sociais.- Especialização emgeografia;- Mestrado em Educação;

Metodologia do Ensino daGeografia

Ediano Dionísio do Prado - Graduação em ciênciassociais.- Mestrado em sociologia.

Diversidade e Educação

Everaldo Rodrigues Ferreira - Graduação em Letras.- Mestrado em Linguística

Leitura e Produção de Texto

Flávia Duarte Ribeiro -Graduação em Pedagogia.-Especialização Lato sensuem Letras.

Fundamentos do currículo doEnsino Fundamental

Giovane José da Silva - Graduação (licenciatura ebacharelado), mestrado edoutorado em História.- Graduação em filosofia.

Educação aberta e a distânciaElaboração de Trabalho deConclusão de Curso

Hugo Baldan Junior - Graduação em estudossociais.- Mestrado Meio Ambientee Recursos Hídricos.

Educação Ambiental

Ieda Mayumi Sabino Kawashita - Graduação em Educaçãofísica.- Mestrado em Educação.

Fundamentos da Educação Especial

Ivan Paulino Pereira - Graduação em TecnologiaAnálise e desenvolvimentode Sistema.Licenciatura emcomputação.- Especialização emEngenharia de SoftwareCom Ênfase em SoftwareLivre

Tecnologia da Informação eComunicação na Educação

Ricardo Aparecido Avelino - Graduação, Especialização Metodologia do Ensino da

e mestrado em EducaçãoFísica.

Educação Física

Karla Aparecida Zucoloto -Graduação em Pedagogia.- Mestrado e Doutoradoem educação.

Fundamentos de Currículo naEducação Infantil

Larissa Sales Martins Graduação em enfermagemPós graduação em Gestãoda saúde

Saúde da Criança

Lenise Grasiele de Oliveira Graduação e mestrado emletras

Metodologia do Ensino da LínguaPortuguesa

Ligia Lopes Rueda Kocian Graduação em educaçãofísica. Graduação emPedagogia

Educação, Corpo e MovimentoLudicidade na Escola

Lorena Temponi Boechat Reis Graduação em Pedagogia.Mestrado em educação,administração ecomunicação. Doutoradoem engenharia agrícola

Tecnologia Educacional

Luciana de Abreu Nascimento Graduação em Pedagogia.Mestrado em educação esaúde na infância eadolescência

Metodologia do Ensino de Ciências

Luciana Vanessa de AlmeidaBuranello

Graduação em ciências ematemática. Mestrado edoutorado em educaçãopara ciência

Metodologia do Ensino daMatemática II

Marcos Roberto Cândido Graduação em historia.Mestrado em lingüística

Metodologia do Ensino de História

Marcus Fernandes Marcusso Graduação em historia.Mestrado em educação

História da Educação

Maria Aparecida RodriguesCangussu

Graduação em Pedagogia.Mestrado e doutorado emeducação

Metodologia da Pesquisa emEducação

Maria Lúcia de Queiroz G.Hernandes

Graduação em Pedagogia.Mestrado e doutorado emeducação.

Didática do Ensino

Educação de Jovens e AdultosMichele Correa Freitas Soares Graduação em Pedagogia

Mestrado em EducaçãoMetodologia da Educação InfantilAlfabetização e Letramento II

Patrícia Ribeiro do Valle Coutinho Graduação em letras.Mestrado e doutorado emlingüística

Elaboração de TrabalhosAcadêmicos

Renato Brasil Mazzeu Graduação em ciênciassociais. Mestrado emsociologia

Sociologia da Educação

Sueli Machado Pereira de Oliveira Graduação em Pedagogia.Mestrado e Doutorado emeducação, conhecimento e

Política e Organização da EducaçãoBásica

inclusão socialValdirene Pereira Costa Graduação em Pedagogia.

Mestrado em EducaçãoPsicologia do Desenvolvimento e daAprendizagem

Gestão Escolar

SUMÁRIO

1. DADOS DA INSTITUIÇÃO......................................................................................12

1.1. IFSULDEMINAS – Reitoria................................................................................12

1.2 Entidade Mantenedora.......................................................................................12

1.3. IFSULDEMINAS – Pólo: Campus Muzambinho – Campus Proponente............12

2. DADOS GERAIS DO CURSO.................................................................................13

3. HISTÓRICO DO IFSULDEMINAS...........................................................................14

4. CARACTERIZAÇÃO INSTITUCIONAL DO CAMPUS PROPONENTE..................15

5. APRESENTAÇÃO DO CURSO...............................................................................18

5.1 Características dos estudantes graduados em Pedagogia..........................19

6. JUSTIFICATIVA.......................................................................................................22

7. OBJETIVOS DO CURSO........................................................................................22

7.1. Objetivo Geral...................................................................................................23

7.2. Objetivos Específicos........................................................................................23

8. FORMA(S) DE INGRESSO.....................................................................................23

9. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO E ÁREAS DE ATUAÇÃO..................25

10. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR...........................................................................25

10.1. Matriz..............................................................................................................25

10.2 – Descrição do Curso.......................................................................................29

11. EMENTÁRIO..........................................................................................................31

12. POLÍTICA DE AQUISIÇÃO DE ACERVO BIBLIOGRÁFICO................................61

12.1. Bibliotecas dos Polos de Apoio Presencial......................................................62

13. METODOLOGIA....................................................................................................63

13.1. Tecnologias da informação e comunicação – TIC’s no processo ensino aprendizagem...........................................................................................................65

13.2. Mecanismos de interação e tutoria..................................................................68

13.3 Papel do Professor e Papel do Tutor................................................................69

13.4 Os encontros presenciais obrigatórios..............................................................70

14. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO.....................................................71

15. ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS (AACC)/ ATIVIDADESCOMPLEMENTARES..................................................................................................75

15.1 Regulamento das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC)/ Atividades Complementares.....................................................................................77

16 PRÁTICAS ENQUANTO COMPONENTE CURRICULAR - PCCs.........................85

17. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM...87

17.1. Terminalidade Específica e Flexibilização Curricular.......................................93

17.1.1. Terminalidade Específica..........................................................................93

17.1.2 Flexibilização Curricular..........................................................................95

17.2 Avaliação Inclusiva......................................................................................95

18. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO..............98

19. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC.............................................100

20. APOIO AO DISCENTE........................................................................................101

20.1 Atendimento a pessoas com Deficiência ou com Transtornos Globais. .105

21. MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL............................................................107

22. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIASANTERIORES...........................................................................................................108

23. CORPO DOCENTE..............................................................................................111

23.1. Núcleo Docente Estruturante - NDE..............................................................113

23.2. Funcionamento do Colegiado de Curso.........................................................114

23.3. Atuação do(a) Coordenador(a)......................................................................116

24. INFRAESTRUTURA DO CAMPUS MUZAMBINHO (CAMPUS PROPONENTE)117

24.1 Setor Pedagógico.........................................................................................117

24.2 O Centro de Educação a Distância – CEAD do Campus Muzambinho...........118

24.2.1 Infraestrutura do Polo de Apoio Presencial do Campus Muzambinho......118

24.3 Biblioteca Monteiro Lobato.............................................................................119

24.4 Laboratórios específicos do curso de Licenciatura em Pedagogia.................120

24.4.1 Laboratório Específico: Brinquedoteca do IFSULDEMINAS – Câmpus Muzambinho.......................................................................................................121

24.4.2 Laboratório Específico: Laboratório Interdisciplinar de Formação de Educadores – Programa LIFE da CAPES...........................................................123

25. CERTIFICADOS E DIPLOMAS...........................................................................123

26. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS....................................................................124

1. DADOS DA INSTITUIÇÃO

1.1. IFSULDEMINAS – Reitoria

Nome do Instituto Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais

CNPJ 10.648.539/0001-05Nome do Dirigente Marcelo BregagnoliEndereço do Instituto Av. Vicente Simões, 1.111Bairro Nova Pouso AlegreCidade Pouso AlegreUF Minas GeraisCEP 37550-000DDD/Telefone (35)3449-6150E-mail

1.2 Entidade Mantenedora

Entidade Mantenedora Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica–

SETECCNPJ 00.394.445/0532-13Nome do Dirigente Eline Neves Braga Nascimento Endereço da Entidade Mantenedora

Esplanada dos Ministérios Bloco l, 4ºandar – Ed.

SedeBairro Asa NorteCidade BrasiliaUF Distrito FederalCEP 70047-902DDD/Telefone (61)2022-8597E-mail

1.3. IFSULDEMINAS – Pólo: Campus Muzambinho – Campus Proponente

Nome do Campus Ofertante CNPJ

Instituto Federal do Sul de Minas Gerais – Campus

Muzambinho

10.648.538/0002-96

Nome do Dirigente

Luiz Carlos Machado Rodrigues

Endereço do Instituto

Estrada de Muzambinho, km 35, Cx Postal 02

Bairro

Morro Preto

Cidade UF CEP DDD/Telefone/Fax

35 3571 5053

Endereço Eletrônico

Muzambinho MG 37890000 www.muz.ifsuldeminas.edu.br

2. DADOS GERAIS DO CURSO

Nome do Curso: Pedagogia

Modalidade: Licenciatura - A distância – EaD. O Curso é institucional, isto é,

mantido com recursos humanos dos campi do IFSULDEMINAS e financeiros

do campus proponente e Reitoria. Segue a Resolução CONSUP 009/2014 e

suas alterações pela Resolução CONSUP 038, de 30 de junho de 2015.

Local de Funcionamento: IFSULDEMINAS – Campus Muzambinho (Campus

Proponente). Pólos de Apoio Presencial - campi: Muzambinho, Machado e

Inconfidentes.

Ano de Implantação: 2017

Habilitação: Educação Infantil, Anos iniciais do Ensino Fundamental, Gestão

da Unidade Escolar

Número de Vagas Oferecidas: 300 vagas.

Requisitos de Acesso: Estudante com Ensino Médio completo ou equivalente

e aprovação em exame de processo seletivo ou atender as normas

institucionais para transferência interna e externa.

Forma de ingresso: Processos seletivos – Vestibular

Duração do Curso: Quatro (4) anos – Oito (8) semestres

Tempo Máximo para Integralização do Curso: 8 anos

Periodicidade de oferta: Anual

Estágio Supervisionado: 400 horas.

Carga Horária total: 3.240 h

Ato Autorizativo: Aguarda autorização do CONSUP

3. HISTÓRICO DO IFSULDEMINAS

O IFSULDEMINAS foi constituído pela Lei nº 11.892, de 29 de dezembro

de 2008, que delimitou seus serviços educacionais dentre aqueles

pertencentes à educação profissional, técnica de nível médio e superior, e

estabeleceu sua finalidade de fortalecer o arranjo produtivo, social e cultural

regional.

A instituição se organiza como autarquia educacional multicampi, com

proposta orçamentária anual para cada campus e para a Reitoria, exceto no

que diz respeito a pessoal, encargos sociais e benefícios ao servidor, os quais

têm proposta unificada. Possui autonomia administrativa e pedagógica.

Suas unidades físicas se distribuem no Sul de Minas Gerais da seguinte

forma: Campus de Inconfidentes; Campus de Machado; Campus de

Muzambinho; Campus de Passos; Campus de Poços de Caldas; Campus de

Pouso Alegre; Campus avançado de Carmo de Minas; Campus avançado de

Três Corações; Reitoria em Pouso Alegre

A estrutura multicampi começou a constituir-se em 2008, quando a Lei

11.892/2008 transformou as escolas agrotécnicas federais de Inconfidentes,

Machado e Muzambinho em campus Inconfidentes, campus Machado e

campus Muzambinho do IFSULDEMINAS, cuja Reitoria situa-se, desde então,

em Pouso Alegre.

Em 2009, estes três campi iniciais lançaram polos de rede em Passos,

Poços de Caldas e Pouso Alegre, os quais se converteram nos campus

Passos, campus Poços de Caldas e campus Pouso Alegre.

Em 2013, foram criados os campus avançados de Carmo de Minas e de

Três Corações. Ambos os campus avançados derivaram de polos de rede

estabelecidos na região do circuito das águas mineiro, que fora protocolada no

Ministério da Educação, em 2011, como região prioritária da expansão.

Compete aos campi prestar os serviços educacionais para as

comunidades em que se inserem. A competência estruturante da Reitoria

influência a prestação educacional concreta no dia a dia dos campi.

A Reitoria comporta cinco pró-reitorias: Pró-Reitoria de Ensino, Pró-

Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Pró-Reitoria de Extensão,

Pró-Reitoria de Planejamento e Administração, Pró-Reitoria de

Desenvolvimento Institucional. As pró-reitorias são competentes para estruturar

suas respectivas áreas.

A Pró-Reitoria de Ensino, a Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e

Inovação e a Pró-Reitoria de Extensão concentram serviços de ensino,

pesquisa científica e integração com a comunidade. As outras duas pró-

reitorias – Pró-Reitoria de Planejamento e Administração e Pró-Reitoria de

Desenvolvimento Institucional – concentram as competências de execução

orçamentária, infraestrutura e monitoramento de desempenho

(IFSULDEMINAS. Plano de Desenvolvimento Institucional, 2014-2018).

4. CARACTERIZAÇÃO INSTITUCIONAL DO CAMPUS PROPONENTE

A cidade de Muzambinho está localizada em Minas Gerais, estado com

586.528 Km² e dividido em 853 municípios, sendo caracterizado pela

regionalização e diversidade de sua economia e recursos naturais. De acordo

com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (2006), a

mesorregião do sul de Minas Gerais, onde está localizado o IFSULDEMINAS, é

formada por dez microrregiões, 146 municípios e aproximadamente 2,5 milhões

de habitantes.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),

em 2015, o município de Muzambinho apresenta uma população estimada de

21.017 habitantes, e área territorial de 409,948 km² (IBGE, 2010). Sua

economia fundamenta-se, primeiramente, no setor de serviços, depois no setor

de agropecuária e, por último, no setor de indústria, ao contrário do padrão

estadual e nacional que apresentam o setor de indústria mais representativo

que o setor agropecuário.

No município de Muzambinho também se localiza o Instituto Federal de

Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais – campus

Muzambinho – que está situado na Estrada de Muzambinho – km 35 – Bairro

Morro Preto, a 5 km da sede do município. Está inserido em uma região

eminentemente agropastoril. Entre os principais produtos que movimentam a

economia local, assim como verificado em todo o sul de Minas Gerais,

encontra-se a cultura do café. Neste sentido, a missão do IFSULDEMINAS –

campus Muzambinho, nos seus 67 anos de ensino agrícola, tem sido voltada

para a formação profissional em áreas consideradas prioritárias para o

desenvolvimento da região.

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas

Gerais – campus Muzambinho, é hoje uma Instituição orientada pela SETEC –

Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica- e vinculado ao MEC –

Ministério da Educação - e sua origem é de 31 de dezembro de 1948, quando a

comunidade muzambinhense entregou à União a gleba de terra necessária

para a instalação de uma instituição de educação voltada para a agropecuária,

obedecendo ao acordo firmado entre as partes em 22 de outubro de 1948.

Durante sua existência, o IFSULDEMINAS, campus Muzambinho,

esteve permanentemente ligado ao ensino agrícola. De forma ininterrupta,

desempenhou sua função de formação de profissionais ligados à agropecuária,

numa prática educativa que sempre privilegiou a cidadania crítica, obtendo

grande sucesso. Ao longo dos anos da história da referida instituição, esta

recebeu três denominações: de 1953 a 1964, Escola Agrotécnica de

Muzambinho; de 1964 a 1979, Colégio Agrícola de Muzambinho; então, por

meio do Decreto nº 83.935/1979, recebeu o nome de Escola Agrotécnica

Federal de Muzambinho - MG.

A transformação da Escola Agrotécnica Federal de Muzambinho em

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais –

campus Muzambinho, foi uma conquista que ressaltou a importância de sua

área de atuação e, que durante toda sua existência, procurou o aprimoramento

da qualidade do ensino ofertado, assim como a ampliação de sua função

social.

Uma das missões do IFSULDEMINAS, campus Muzambinho,

corresponde à capacitação, promoção e apoio aos agricultores familiares, às

associações comunitárias rurais, cooperativas e associações de produtores,

bem como toda a iniciativa de desenvolvimento rural sustentável. Deste modo,

a instituição visa promover uma educação de excelência por meio da tríade

ensino, pesquisa e extensão, possibilitando a interação entre as pessoas,

estabelecendo parcerias com outros órgãos e instituições, ampliando o

conhecimento e construindo novas tecnologias e, ainda, proporcionando o

desenvolvimento da região sul-mineira. Simultaneamente, objetiva-se a

formação dos seus ingressos, a proposição de alternativas de renda

compatíveis com o equilíbrio ecológico, a fixação do homem ao campo como

agente difusor das tecnologias de convivência e recuperador dos fatores

ambientais essenciais a sua sobrevivência.

O IFSULDEMINAS – campus Muzambinho – oferta cursos em nível

técnico e superior, os quais podem ser desenvolvidos em modalidades

presenciais ou à distância. Atualmente, os cursos oferecidos são:

Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio; Técnico em Alimentos

Integrado ao Ensino Médio; Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio.

Técnico Subsequente em Administração; em Agropecuária; em

Contabilidade; em Enfermagem; em Informática; em Segurança do Trabalho;

em Meio Ambiente.

Especialização Técnica em Enfermagem do Trabalho.

PROEJA - Ensino Médio e Técnico em Edificações

Graduação, com titulação de Bacharel, em Engenharia Agronômica; em

Ciência da Computação; em Medicina Veterinária.

Graduação, com titulação de Licenciado, em Educação Profissional e

Tecnológica; em Ciências Biológicas.

Graduação, com titulação de Bacharel e ou Licenciado, em Educação Física.

Tecnologia em Cafeicultura

Pós-graduação em Cafeicultura; Gestão Pública; Educação Infantil; Gestão

Escolar; Alfabetização e Letramento

Educação à Distância em Técnico em Alimentos; Técnico em Análises

Clínicas; Técnico em Cafeicultura; Técnico em Informática; Técnico em

Logística; Técnico em Meio Ambiente; Técnico em Vigilância em Saúde;

Especialização Técnica em Enfermagem do Trabalho.

O IFSULDEMINAS – campus Muzambinho, teve declarada a sua

regularidade de oferta de cursos pela Portaria nº 072/1980, da Secretaria de

Ensino, vinculada ao MEC. Foi transformado em Autarquia Federal pela Lei nº

8.731/1993, o que proporcionou maior agilidade na gestão de recursos e

racionalização dos gastos, resultando em significativas melhorias nas

estruturas física e pedagógica da Instituição.

O IFSULDEMINAS – campus Muzambinho - é uma instituição pensada a

partir do ambiente onde se situa e se origina. Comum às demais instituições de

Ensino, organiza-se para desenvolver sua missão cultural que significa:

transmissão, perseverança e transformação do saber para atender a geração

de uma investigação criativa; formação de profissionais necessários à

sociedade; bem como a missão social de manter-se a serviço da região e do

desenvolvimento científico e tecnológico nacional.

Considerando o cenário nacional relativo à expansão do ensino superior

e do ensino técnico e, também, a condição de Muzambinho frente a este

contexto, é imprescindível que a cidade disponha de instituições que ofereçam

cursos de qualidade capazes de atender às necessidades e expectativas do

mercado de trabalho, assim como às demandas da sociedade em geral. É

justamente nessa perspectiva que se inserem as atividades do

IFSULDEMINAS - campus Muzambinho.

5. APRESENTAÇÃO DO CURSO

O curso de Licenciatura em Pedagogia teve as atividades autorizadas

pela Resolução CONSUP nº 041 de 08 de agosto de 2011, que dispõe sobre a

aprovação “ad referendum” da criação do Curso Superior de Pedagogia junto

aos campi do IFSULDEMINAS.

A criação de um curso de licenciatura decorreu da elevada demanda

pela formação de educadores no Brasil, com caráter crítico, e que auxiliassem

na construção de uma sociedade igualitária e justa. Especificamente, o curso

de Pedagogia surge da preocupação do IFSULDEMINAS com a qualidade da

formação do professor que é um dos fatores que contribui fortemente para a

construção de uma escola de boa qualidade. Mas essa qualidade não pode ser

apenas relacionada ao conteúdo do ensino. A formação dos professores deve

proporcionar-lhes, além do conhecimento específico de sua área ou nível de

atuação, os recursos necessários para que sejam capazes de desenvolver um

trabalho pedagógico que ofereça às crianças as condições necessárias para

que elas possam construir um mundo orientado pela solidariedade e respeito

às diferenças. O crescimento do número de crianças que, por vários motivos,

são atendidas em creches e pré- escolas, vem exigindo que o IFSULDEMINAS

também se comprometa com a formação de educadores para a educação

infantil (0 a 5 anos). Essa necessidade é ainda maior quando se constata que

esse atendimento é feito pelas Prefeituras que, em muitos casos, não contam

com profissionais formados para atender as crianças, especialmente aquelas

que por sua condição social mais necessitam de apoio. O atendimento

proporcionado na educação infantil deve ir além do pedagógico por si só, ele

deve ampliar-se num trabalho especial do educador que deve ser responsável

pelo educar e cuidar. Essas duas palavras desvelam novas responsabilidades

para esse profissional que, portanto, deve ter uma formação humana e cidadã.

A concretização dessa proposta exige um grande esforço de todas as

instituições responsáveis pela formação de professores. Nesse contexto, a

Reitoria do IFSULDEMINAS tomou a iniciativa de acolher e dar tramitação a

uma proposta de curso de nível superior para formação de professores para

atuar na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, ligados

às redes públicas (estadual e municipal) e privada. O pressuposto para tal

iniciativa funda-se na especificidade da clientela, que será objeto de formação

em exercício. Para o seu desenvolvimento serão mobilizados docentes do

IFSULDEMINAS. O curso está organizado em oito períodos com disciplinas

que abrangem as grandes áreas de formação. Tem a duração mínima de 3.240

horas.

5.1 Características dos estudantes graduados em Pedagogia

De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de

Pedagogia, Resolução CNE/CP nº 1/2006, o egresso do curso de Pedagogia

deverá estar apto a:

I - atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma

sociedade justa, equânime, igualitária;

II - compreender, cuidar e educar crianças de zero a cinco anos, de

forma a contribuir, para o seu desenvolvimento nas dimensões, entre outras,

física, psicológica, intelectual, social;

III - fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do

Ensino Fundamental, assim como daqueles que não tiveram oportunidade de

escolarização na idade própria;

IV - trabalhar, em espaços escolares e não-escolares, na promoção da

aprendizagem de sujeitos em diferentes fases do desenvolvimento humano, em

diversos níveis e modalidades do processo educativo;

V - reconhecer e respeitar as manifestações e necessidades físicas,

cognitivas, emocionais, afetivas dos educandos nas suas relações individuais e

coletivas;

VI - ensinar Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História,

Geografia, Artes, Educação Física, de forma interdisciplinar e adequada às

diferentes fases do desenvolvimento humano;

VII - relacionar as linguagens dos meios de comunicação à educação,

nos processos didático-pedagógicos, demonstrando domínio das tecnologias

de informação e comunicação adequadas ao desenvolvimento de

aprendizagens significativas;

VIII - promover e facilitar relações de cooperação entre a instituição

educativa, a família e a comunidade;

IX - identificar problemas socioculturais e educacionais com postura

investigativa, integrativa e propositiva em face de realidades complexas, com

vistas a contribuir para superação de exclusões sociais, étnico-raciais,

econômicas, culturais, religiosas, políticas e outras;

X - demonstrar consciência da diversidade, respeitando as diferenças de

natureza ambiental-ecológica, étnico-racial, de gêneros, faixas geracionais,

classes sociais, religiões, necessidades especiais, escolhas sexuais, entre

outras;

XI - desenvolver trabalho em equipe, estabelecendo diálogo entre a área

educacional e as demais áreas do conhecimento;

XII - participar da gestão das instituições contribuindo para elaboração,

implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto

pedagógico;

XIII - participar da gestão das instituições planejando, executando,

acompanhando e avaliando projetos e programas educacionais, em ambientes

escolares e não-escolares;

XIV - realizar pesquisas que proporcionem conhecimentos, entre outros:

sobre alunos e alunas e a realidade sociocultural em que estes desenvolvem

suas experiências não escolares; sobre processos de ensinar e de aprender,

em diferentes meios ambiental-ecológicos; sobre propostas curriculares; e

sobre organização do trabalho educativo e práticas pedagógicas;

XV - utilizar, com propriedade, instrumentos próprios para construção de

conhecimentos pedagógicos e científicos;

XVI - estudar, aplicar criticamente as diretrizes curriculares e outras

determinações legais que lhe caiba implantar, executar, avaliar e encaminhar o

resultado de sua avaliação às instâncias competentes.

Portanto, os estudantes graduados em Pedagogia estão aptos a exercer

funções de magistério na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino

Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, de

Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar e em outras áreas

nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos.

As atividades docentes também compreendem participação na

organização e gestão de sistemas e instituições de ensino, englobando: I -

planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de

tarefas próprias do setor da Educação; II - planejamento, execução,

coordenação, acompanhamento e avaliação de projetos e experiências

educativas não-escolares; III - produção e difusão do conhecimento científico-

tecnológico do campo educacional, em contextos escolares e não-escolares.

O conjunto de valores e procedimentos presente nos licenciados em

Pedagogia pelo IFSULDEMINAS está de acordo com o Plano de

Desenvolvimento Institucional (PDI 2014 – 2018) e viabiliza tanto o incremento

institucional como a geração e fortalecimento de uma sociedade justa e

equilibrada.

O licenciado em Pedagogia tem a profissão regulamentada pela base

legal: 1) Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96); 2)

Parecer CNE/CP nº 1/2006, que estabelece as Diretrizes Curriculares

Nacionais para os cursos de Pedagogia; 3) Resolução CNE/CP nº 02/2015,

que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível

superior e formação continuada.

6. JUSTIFICATIVA

A utilização de recursos tecnológicos na ação pedagógica implica a

fixação de balizas para identificar a iniciativa do IFSULDEMINAS. São elas as

seguintes:

• O uso de computadores interligados no ambiente universitário é hoje

ferramenta diária de trabalho. Esse meio permite não só a difusão como

também a otimização e geração do saber científico. Bastam alguns exemplos

para confirmar essa assertiva, como das bibliotecas virtuais, do projeto

Genoma.

• Em diversas regiões do país, programas de formação que utilizam

intensamente recursos tecnológicos de comunicação vêm sendo

desenvolvidos. O IFSULDEMINAS pretende inserir-se nesse campo com uma

proposta inovadora, que visa aplicar diversas possibilidades de interação para

formação de educadores.

Esse programa é, portanto, orientado por dois fundamentos: oferecer

novas possibilidades de organização para programas de formação de

professores e explorar os recursos tecnológicos de comunicação e informação

reconhecendo as possibilidades existentes para ações educacionais.

Diferentes perspectivas norteiam este programa e podem ser

sumariadas em três idéias mestras:

• formação de um professor reflexivo;

• desenvolvimento de saberes relacionados a ação docente;

• assegurar uma articulação entre formação inicial e continuada. Essas

perspectivas traduzem um compromisso com uma formação baseada na

reflexão permanente e conhecimento construído, também, a partir da prática.

7. OBJETIVOS DO CURSO

7.1. Objetivo Geral

Oferecer formação em nível superior por meio da Licenciatura em

Pedagogia, modalidade a distância (EaD), para o público que queira se habilitar

ao exercício do magistério da Educação Infantil e dos anos iniciais do ensino

Fundamental, bem como das funções previstas no art. 64 da LDB.

7.2. Objetivos Específicos

Desenvolver processos pedagógicos que visem à elaboração de

conhecimentos teóricos e competências relativas à docência, otimizando

a reflexão, a prática pedagógica e a autonomia intelectual. Estimular a reflexão sobre a prática pedagógica cotidiana do aluno,

possibilitando-lhe a reconstrução do processo de análise da prática

docente, tendo como instrumental os fundamentos da perspectiva de

intervenção. Possibilitar aos alunos o domínio crítico do uso das novas tecnologias

disponíveis na sociedade e, especialmente, nas escolas. Contribuir para a interação entre os diversos níveis e modalidades de

ensino, especialmente entre a Educação Infantil e o Ensino

Fundamental. Formar o gestor para a Unidade escolar.

8. FORMA(S) DE INGRESSO

As formas de acesso ao curso foram elaboradas com base na

Resolução CONSUP n.º 071/2013, que dispõe sobre a aprovação das Normas

Acadêmicas dos cursos de Graduação do IFSULDEMINAS. Conforme Plano de

Desenvolvimento Institucional (PDI 2014 – 2018), os requisitos mínimos para

ingresso no curso superior de Licenciatura em Pedagogia – modalidade EaD –

do IFSULDEMINAS, são: ter concluído o Ensino Médio ou equivalente e ter

sido aprovado em exame de processo seletivo ou atender às normas

institucionais para transferência interna, externa e ex officio.

O acesso ao curso de Licenciatura em Pedagogia – modalidade EaD -

ocorre mediante processo seletivo, pautado nos princípios institucionais, de

acordo com a legislação vigente, e presente em edital próprio, sendo realizada

entradas anuais. Em cada processo seletivo são ofertadas 300 (trezentas)

vagas. No IFSULDEMINAS, a forma de acesso ao curso superior ocorre a

partir de processos seletivos por meio da modalidade:

- Vestibular: na forma de prova escrita, com instruções e orientações

estabelecidas em edital específico.

Conforme PDI 2014 - 2018, os estudantes ingressam no

IFSULDEMINAS por meio de processos seletivos promovidos de acordo com a

Lei n.º 12.711/2012, que dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e

nas instituições federais de ensino técnico de nível médio, e ao Decreto n.º

7.824/2012, que regulamenta a citada lei; o IFSULDEMINAS, do total de vagas

ofertadas, reserva vagas às ações afirmativas e de inclusão social pelo sistema

de cotas. O referido decreto determina que os editais dos concursos seletivos

das instituições federais de educação indicarão, de forma discriminada, por

curso e turno, o número de vagas reservadas.

Outra forma de acesso ao curso de Licenciatura em Pedagogia –

modalidade EaD - é a partir de transferências interna, externa e ex officio, com

regulamentações específicas, conforme Resoluções CONSUP nº 028/2011 e

CONSUP nº 071/2013. As transferências internas e externas estão

condicionadas pela disponibilidade de vagas no curso pretendido,

compatibilidade curricular e aprovação em teste de conhecimentos. A

transferência ex officio está condicionada à compatibilidade curricular e à

comprovação de que o interessado ou o familiar do qual o interessado depende

teve o local de trabalho alterado por remoção ou transferência, conforme a Lei

nº 9.536/1997.

Finalmente, após aprovação e ingresso - seja por meio do processo

seletivo ou via transferência, a matrícula e rematrícula do estudante ocorrerá

conforme Resolução CONSUP nº 047/2012. Os períodos de matrícula e

rematrícula serão definidos em Calendário Escolar.

9. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO E ÁREAS DE ATUAÇÃO

Considerando-se as necessidades educacionais decorrentes do estágio

atual do desenvolvimento social do País, e a formação profissional exigida para

o exercício das atividades referentes à docência na educação infantil e nas

séries iniciais do ensino fundamental e à gestão escolar, espera-se que o

profissional formado possa:

• Desenvolver o domínio do processo de ensino-aprendizagem em suas

múltiplas dimensões interdisciplinares.

• Desenvolver competências para conceber, executar e avaliar projetos

educacionais/pedagógicos (coletivos e interativos), articulando teoria e prática.

• Desenvolver senso-crítico e participativo no âmbito educacional e social.

• Desenvolver competências para a avaliação do curso e de programas de

ensino e/ou atividades nos anos iniciais do ensino fundamental e na educação

infantil.

10. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

10.1. Matriz

PRIMEIRO PERÍODODISCIPLINAS CH DOCENTE TITULAÇÃO CAMPUS DE

ORIGEM DO

DOCENTEEducação Aberta e aDistância

45 Giovane José da Silva Doutor NDE - CampusCarmo de Minas

Leitura e Produção de Texto 75 Everaldo RodriguesFerreira

Mestre CampusInconfidentes

Elaboração de TrabalhosAcadêmicos

60 Patrícia Ribeiro doValle Coutinho

Doutora CampusMuzambinho

Filosofia da Educação 75 Andrei VenturiniMartins

Doutor CampusInconfidentes

Prática como ComponenteCurricular I

75 Comissão formadapelos docentes doPeríodo

- Comissãoformada pelosdocentes doPeríodo

TOTAL DA CARGA HORÁRIA DO PRIMEIRO PERÍODO: 330 horas

SEGUNDO PERÍODODISCIPLINAS CH DOCENTE TITULAÇÃO CAMPUS DE

ORIGEM DO

DOCENTE

Sociologia da Educação 75 Renato Brasil Mazzeu MestreCampus Muzambinho

História da Educação I 60Marcus Fernandes Marcusso Mestre

Campus Inconfidentes

Fundamentos de Currículo No Ensino Fundamental 75 Flávia Duarte Ribeiro Especialista

Campus Machado

Tecnologia Educacional 60Lorena Temponi Boechat Reis Doutora

Campus Poços de Caldas

Prática como Componente Curricular II 60

Comissão formada pelos docentes do Período

Comissão formada pelos docentes do Período

TOTAL DA CARGA HORÁRIA DO SEGUNDO PERÍODO: 330 horas

TERCEIRO PERÍODODISCIPLINAS CH DOCENTE TITULAÇÃO CAMPUS DE

ORIGEM DO

DOCENTEPsicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem 75

Valdirene Pereira Costa Mestre

Coord. - NDE - Campus Muzambinho

Educação, Corpo e Movimento 45

Ligia Lopes Rueda Kocian

Especialização

Campus Carmo de Minas

História da Educação II 30Marcus Fernandes Marcusso Mestre

Campus Inconfidentes

Didática do Ensino 75Maria Lúcia de Queiroz G. Hernandes Doutora

NDE - Campus Muzambinho

Metodologia do Ensino da Matemática I 75

Adriana Correia Almeida Batista Doutora Campus Passos

Prática como Componente Curricular III 60

Comissão formada pelos docentes do Período

Comissão formada pelos docentes do Período

TOTAL DA CARGA HORÁRIA DO TERCEIRO PERÍODO: 360 horas

QUARTO PERÍODODISCIPLINAS CH DOCENTE TITULAÇÃO CAMPUS DE

ORIGEM DO

DOCENTEMetodologia do Ensino de Artes 45 Emerson José Simões Graduação

Campus Pouso Alegre

Metodologia do Ensino da Matemática II 75

Luciana Vanessa de Almeida Buranello Doutora

NDE - Campus Passos

Metodologia do Ensino de Ciências 60

Luciana de Abreu Nascimento Doutora

NDE - Campus Poços de Caldas

Educação Ambiental 45 Hugo Baldan Junior DoutorCampus Muzambinho

Saúde da Criança 45 Larissa Sales Martins EspecialistaCampus Muzambinho

Prática como Componente Curricular IV 60

Comissão formada pelos docentes do Período

Comissão formada pelos docentes do Período

TOTAL DA CARGA HORÁRIA DO QUARTO PERÍODO: 330 horas

QUINTO PERÍODODISCIPLINAS CH DOCENTE TITULAÇÃO CAMPUS DE

ORIGEM DO

DOCENTEFundamentos de Currículo na Educação Infantil 75

Karla Aparecida Zucoloto Doutora

Campus Pouso Alegre

Ludicidade na Escola 45Amauri Araújo Antunes Doutor

Campus Três Corações

Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa 75

Lenise Grasiele de Oliveira Mestre

NDE - Campus Inconfidentes

Metodologia do Ensino da Educação Física 45

Ricardo Aparecido Avelino Mestre

Campus Muzambinho

Prática como Componente Curricular V 75

Comissão formada pelos docentes do Período

Comissão formada pelos docentes do Período

TOTAL DA CARGA HORÁRIA DO QUINTO PERÍODO: 315 horas

SEXTO PERÍODODISCIPLINAS CH DOCENTE TITULAÇÃO CAMPUS DE

ORIGEM DO

DOCENTE

Alfabetização e Letramento I 75Andrezza Simonini Souza Mestre

Campus Poços de Caldas

Metodologia do Ensino da Geografia 60

Antonio Sérgio da Costa Mestre

NDE - Campus Três Corações

Metodologia da Educação Infantil 75

Michele Correia Freitas Soares Mestre

NDE - Campus Machado

Metodologia da Pesquisa emEducação 45

Maria Aparecida Rodrigues Cangussu Doutora

NDE - Campus Machado

Prática como Componente Curricular VI 75

Comissão formada pelos docentes do Período

Comissão formada pelos docentes do Período

TOTAL DA CARGA HORÁRIA DO SEXTO PERÍODO: 330 horas

SÉTIMO PERÍODODISCIPLINAS CH DOCENTE TITULAÇÃO CAMPUS DE

ORIGEM DO

DOCENTEAlfabetização e Letramento II 75

Michele Correia Freitas Soares Mestre

NDE - Campus Machado

Metodologia do Ensino de História 60

Marcos Roberto Cândido Mestre

Campus Muzambinho

Diversidade e Educação 60Ediano Dionísio do Prado Mestre

Campus Inconfidentes

Elaboração de Projeto de Pesquisa 60

Andrei Venturini Martins Doutor

Campus Inconfidentes

Política e Organização da Educação Básica 60

Sueli Machado Pereira de Oliveira Doutora

NDE - Campus Pouso Alegre

TOTAL DA CARGA HORÁRIA DO SÉTIMO PERÍODO: 315 horas

OITAVO PERÍODODISCIPLINAS CH DOCENTE TITULAÇÃO CAMPUS DE

ORIGEM DO

DOCENTETecnologia da Informação e Comunicação na Educação 45 Ivan Paulino Pereira Especialista

NDE - Campus Inconfidentes

Fundamentos da Educação Especial 60

Ieda Mayumi Sabino Kawashita Mestre

Campus Muzambinho

Linguagem Brasileira de Sinais – LIBRAS 60

Andrezza Simonini Souza Mestre

Campus Poços de Caldas

Educação de Jovens e Adultos 60

Maria Lúcia de Queiroz G. Hernandes Doutora

NDE - Campus Muzambinho

Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso 45 Giovane José da Silva Doutor

NDE - Carmo de Minas

TOTAL DA CARGA HORÁRIA DO OITAVO PERÍODO: 330 horas

C. H. TOTAL DAS DISCIPLINAS, INCLUINDO AS PRÁTICAS COMOCOMPONENTE CURRICULAR - PCC 2640

C. H. ESTÁGIO SUPERVISIONADO 400

C. H. ATIVIDADES TEÓRICO-PRÁTICA 200

TOTAL DA CARGA HORÁRIA DO CURSO 3240TITULAÇÃO DO CORPO

DOCENTE

QUANTIDADE DE DOCENTES PORCENTAGEM

DOUTORES 13 44,9%MESTRES 11 37,9%

ESPECIALISTAS 4 13,8%GRADUADO 1 3,4%

TOTAL 29 Docentes 100%

10.2 – Descrição do Curso

O curso de licenciatura em Pedagogia ofertado pelo IFSULDEMINAS,

apresenta carga horária total de 3.240 (três mil, duzentas e quarenta) horas,

sendo 2.240 (duas mil, duzentas e quarenta) horas ligadas às atividades

formativas, 400 (quatrocentas) horas decorrentes de Práticas como

Componentes Curriculares, 400 (quatrocentas) horas decorrentes do Estágio

Supervisionado, 200 (duzentas) horas de atividades teóricas e práticas para

aperfeiçoamento.

O curso de Licenciatura em Pedagogia do IFSULDEMINAS, oferece

atividades diversificadas para os alunos, tais como: Disciplinas com aulas

teóricas e práticas; Práticas pedagógicas dentro das disciplinas de conteúdos

específicos; Atividades de pesquisa dentro do projeto do trabalho de conclusão

de curso e em iniciação científica; Atividades de Campo .

A formação de licenciados em Pedagogia pelo IFSULDEMINAS contempla

uma abordagem transversal entre as disciplinas e projetos, em conformidade

com a legislação vigente, salientando-se:

- Política de atendimento a portadores de necessidades especiais

O IFSULDEMINAS, campus Muzambinho, conta com o NAPNE - Núcleo

de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais – sendo este, em parceria

com o corpo docente e demais setores institucionais, os responsáveis pela

garantia de acesso e permanência dos estudantes com necessidades especiais

no espaço educacional da IES. Na perspectiva da educação inclusiva, o Núcleo

tem desenvolvido ações em conformidade com o Decreto Federal nº

7.611/2011, que dispõe sobre a educação especial e o atendimento

educacional especializado.

A equipe do NAPNE é composta por representantes do corpo técnico-

administrativo, docentes, discentes e representantes das famílias assistidas. O

NAPNE tem como objetivo incluir todos os estudantes e servidores que

possuem qualquer tipo de barreira motora, intelectual ou social. Situações

envolvendo gestantes; estudantes acidentados; deficientes físicos; alunos com

problemas de visão, audição e fala; vítimas de preconceito racial ou de

orientação sexual; são alguns exemplos de atuações assistidas pelo NAPNE.

- Relações étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-

Brasileira e Indígena

Em atendimento à Lei nº 10.639/2003; Lei nº 11.645/2008; Resolução

CNE/CP nº 01/2004, as relações étnico-raciais e o ensino de História e Cultura

Afro-Brasileira e Indígena, serão trabalhadas em conteúdos abordados nas

disciplinas Sociologia da Educação e Diversidade e Educação, as quais

abordam conteúdos atrelados à riqueza cultural e, também, de

comportamentos e hábitos observados na sociedade brasileira, preparando os

licenciados em Pedagogia para o convívio harmônico em uma sociedade

multifacetada e, deste modo, habilitando-os para as práticas profissionais e

cidadãs.

- Libras

Em atendimento ao Decreto nº 5.626/2005, a oferta da disciplina

LIBRAS é obrigatória em todos os cursos. Neste caso, a disciplina será

ofertada no 8º período do curso, sendo obrigatória a todos os licenciados em

Pedagogia do IFSULDEMINAS.

- Educação Ambiental

Em atendimento à Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto nº

4.281 de 25 de junho de 2002; Resolução CNE/CP nº 2/2012, os cursos devem

prever em seus projetos o trabalho com Educação Ambiental. Neste caso, a

disciplina que engloba tal conteúdo é ofertada no 4º período.

- Educação em Direitos Humanos

Em atendimento à Resolução nº 01/2012, os cursos devem atender às

Diretrizes Nacionais para Educação em Direitos Humanos. Nesse caso, o

conjunto de conteúdos abordados nas disciplinas Sociologia da Educação e

Estudos Étnicos, Raciais, da Diversidade e Educação atendem a essa

demanda específica.

O maior conhecimento e vivência sobre as atividades e práticas ligadas

à licenciatura também serão contemplados em conteúdos trabalhados e

debatidos por diversas disciplinas ao longo do curso, a se destacar: Didática do

Ensino; Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem; Tecnologia

Educacional; Educação de Jovens e Adultos – EJA; Educação Ambiental;

Gestão Escolar; Educação Inclusiva; LIBRAS; Estudos Étnicos, Raciais, da

Diversidade e Educação; Sociologia da Educação.

Finalmente, os estudantes do curso de Pedagogia – modalidade

Licenciatura – do IFSULDEMINAS, ao longo do desenvolvimento acadêmico,

realizarão obrigatoriamente 400 (quatrocentas) horas de Práticas enquanto

Componentes Curriculares (PCCs). Isso proporcionará, aos futuros licenciados,

atividades práticas e teóricas relacionadas ao exercício da docência junto à

Educação Básica – educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental,

além de apresentá-los à vivência de práticas educativas relacionadas a ações

cotidianas não escolares.

Deste modo, caberá aos estudantes de Licenciatura em Pedagogia, a

partir da integração dos conhecimentos obtidos ao longo do semestre letivo, a

elaboração de material (is)-técnico, científico, didático e pedagógico –

relacionado aos conteúdos de Pedagogia.Objetiva-se, então, o rompimento das

ideias que segregam, ao longo do desenvolvimento acadêmico do discente, as

disciplinas específicas de conteúdos voltadas para área pedagógica, o que não

raramente repercute na redução da interdisciplinaridade, com conseqüências

negativas para o perfil do futuro professor.

11. EMENTÁRIO

1º PeríodoDisciplina: Educação Aberta e a Distância – Carga Horária: 45 horasEmenta:A modalidade de Educação a Distância: histórico, características, definições,

regulamentações. A Educação a Distância no Brasil. O que é educação a

distância? Conceitos fundamentais da Educação a Distância. Métodos de

ensino: presencial e a distância. A convergência entre educação virtual e

presencial. O papel do aluno na EaD: organização, autonomia, motivação. A

mediação pedagógica na modalidade de educação a distância. Organização

de situações de aprendizagem. Ambientes Virtuais de ensino-aprendizagem.

Particularidades do AVA utilizado pelo IFSULDEMINAS.

Referências BibliográficasBÁSICACAMPOS, F. C. A.; SANTORO, F. M. et all. Cooperação e aprendizagem

online. Rio de Janeiro: DP & A, 2003.

GOEDERT, L., SILVA, M. C. R. F., MACIEL, V. de A. Fundamentos da

Educação a Distância. Caderno Pedagógico. UDESC: Florianópolis, 2010.

GUTIÉRREZ, F. & PIETRO, D. A Mediação Pedagógica: Educação a

Distância Alternativa. Campinas, Papirus, 1994.

COMPLEMENTARBELLONI, M. L. Educação a Distância. Campinas, SP: Autores Associados,

1999.

MOORE, M.; G. KEARSLEY. Educação a Distância: uma visão integrada.

São Paulo: THOMSON, 2007.

PALLOF R. M.; PRATT, K. Construindo comunidades de aprendizagem no

ciberespaço: estratégias eficientes para salas de aula on-line. Porto Alegre:

Artmed, 2002.

PETERS, O. Didática do ensino a distância. Trad. Ilson Kayser. São

Leopoldo/RS: Editora UNISINOS, 2001.

__________. A educação a distância em transição: tendências e desafios.

Trad. Leila Ferreira de Souza Mendes. São Leopoldo: Unisinos, 2003.

1º PeríodoDisciplina: Leitura e Produção de Texto – Carga Horária: 75 horasEmenta:

Língua Portuguesa: gramática, literatura, produção e análise de textos orais e

escritos, verbais e não-verbais. Interdisciplinaridade.Referências Bibliográficas

BÁSICA

CUNHA, C.; CINTRA, L. F. L. Nova gramática do português

contemporâneo. 4.ed. Rio de Janeiro: LEXIKON, 2007.

GARCIA, Othon M. (Othon Moacyr).Comunicação em prosa moderna:

aprenda a escrever, aprendendo a pensar. 27. ed. Rio de Janeiro: Editora FGV,

2010.

FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Para entender o texto: leitura e redação. 17.ed.

São Paulo: Ática, 2007.

COMPLEMENTAR

BLIKSTEIN, I. Técnicas de comunicação escrita. 22. ed. São Paulo: Ática,

2006.

MAIA, J. D. Gramática: teoria e exercícios. São Paulo: FTD, 2000.

SOARES, M. Linguagem e escola: uma perspectiva social. 12. ed. São

Paulo, 1994.

SOLÉ, I. Estratégias de leitura. 6. ed. Porto Alegre: ARTMED, 1998.

VANOYE, Francis; OSAKABÉ, Haquira. Usos da linguagem: problemas e

técnicas na producao oral e escrita. 11. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998

1º PeríodoDisciplina: Elaboração de Trabalhos Acadêmicos – Carga Horária: 60 horasEmenta:

O texto acadêmico e o processo de construção do conhecimento. A divulgação

científica e o desenvolvimento do pensamento crítico por meio da leitura e

produção de gêneros textuais acadêmicos: Fichamento, Resumo, Resenha,

Projeto e Artigo. Técnicas de paráfrase e objetividade no discurso. Revisão da

norma padrão culta da língua portuguesa.

Referências Bibliográficas

BÁSICA

MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos,

resumos, resenhas. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 306 p. ISBN 978-85-224-

4814-2 .

SECAF, Victória. Artigo científico: do desafio à conquista: enfoque em tese e

outros trabalhos acadêmicos. 5. ed. rev. e atual. São Paulo: Atheneu, 2010.

138 p. ISBN 978-85-388-0132-0.

SILVA, Ezequiel Theodoro da. O ato de ler: fundamentos psicológicos para

uma nova pedagogia da leitura. 11. ed. São Paulo: Cortez, 2011. 119 p. ISBN

978-85-249-1719-6 (broch.).

COMPLEMENTAR

BLIKSTEIN, Izidoro,. Técnicas de comunicação escrita. 22. ed. São Paulo:

Ática, 2012. 102 p. (Princípios ; 12). ISBN 978-85-08-10225-9 (broch.).

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do

trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e

relatório, publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 225

p. ISBN 978-85-224-4878-4 (broch.).

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português

instrumental: de acordo com as atuais normas da ABNT. 29. ed. São Paulo:

Atlas, 2010. 560 p. ISBN 978-85-224-5722-9 (broch.).

SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed.

rev. atual. São Paulo: Cortez, 2007. 304 p. ISBN 978-85-249-1311-2 (broch.).

VOLPATO, Gilson Luiz. Ciência: da filosofia à publicação. 5. ed. amp., reest.,

rev. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2007. 245 p. ISBN 978-85-98605-23-4.

1º PeríodoDisciplina: Filosofia da Educação – Carga Horária: 75 horasEmenta:

Fundamentos filosóficos da educação. O processo educativo e a imagem do

homem. A reflexão filosófica e o pensamento pedagógico.

Referências Bibliográficas

BÁSICA

ARANHA, M. L. A. de. Filosofia da educação. 3. ed. São Paulo: Moderna,

2006.

CHAUÍ, M. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2000

LUCKESI, Cipriano Carlos. Introdução a filosofia: aprendendo a pensar. 7.

ed. São Paulo: Cortez, 2012.

COMPLEMENTAR

ARANHA, M. L. A. História da Educação e da pedagogia: geral e Brasil. 3.

ed. São Paulo: Moderna, 2006.

MESZAROS, I. A educação para além do capital. 2. ed. São Paulo:

Bointempo, 2008.

SAVIANI, D. Escola e democracia: teorias da educação, curvatura da vara,

onze teses sobre a educação política. 41. ed. Campinas: Autores Associados,

2009.

SAVIANI, D. Educação: do senso comum à consciência filosófica. 18. ed.

Campinas: Autores Associados, 2009.

VEIGA, I. P. A. Formação de professores: políticas e debates. 5. ed. São

Paulo: Cortez, 2012.

2º PeríodoDisciplina: Sociologia da Educação – Carga Horária: 75 horasEmenta:Introdução aos conceitos básicos da sociologia e às diferentes escolas

sociológicas. A sociologia como ciência. As relações entre a educação e a

sociedade e entre a educação e a sociologia. Estudo das concepções teóricas

sobre a educação no discurso sociológico dos autores clássicos das Ciências

Sociais: Emile Durkheim, Max Weber e Karl Marx.

Referências Bibliográficas

BÁSICA

BOURDIEU, Pierre. Escritos de Educação. Petrópolis/R.J.: Vozes, 2012.

CARVALHO, Alonso Bezerra de (org.). Sociologia e educação. São Paulo:

AVERCAMP, 2006.

DURKHEIM, E. Educação e sociologia. Portugal: Edições 70, 2011.

COMPLEMENTAR

COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo:

Moderna, 2005.

FORACCHI, M.; MARTINS, José de Souza (orgs.) Sociologia e sociedade.

Rio de Janeiro: LTC, 2008.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

GIDDENS, A. Sociologia. São Paulo: ARTMED, 2001.

GUIMARAES NETO, Euclides. Educar pela sociologia: contribuições para a

formação do cidadão. Belo Horizonte: RHJ, 2012.

OLIVEIRA, P. S. de. Introdução a sociologia.19. ed. São Paulo: Ática, 1999.

2º Período

Disciplina: História da Educação I – Carga Horária: 60 horasEmenta:

Os sentidos da História e da Educação. A História da Educação e sua

importância na formação do educador.Referências Bibliográficas

BÁSICA

ARANHA, M. L. A. História da Educação e da pedagogia: geral e Brasil. 3.

ed. São Paulo: Moderna, 2006.

RIBEIRO, Maria Luisa Santos. História da educação brasileira: a

organização escolar. 21. ed. Campinas: Autores Associados, 2010.

SAVIANI, D. História das ideias pedagógicas no Brasil. 2. ed. Campinas:

Autores Associados, 2008.

COMPLEMENTAR

GADOTTI, Moacir. História das idéias pedagógicas. 8. ed. São Paulo: Ática,

2002.

LIMA, Katia. Contra-reforma na Educação Superior: de FHC a Lula. São

Paulo: Xama, 2007.

SAVIANI, D. História e história da educação: o debate teórico-metodológico

atual. 3. ed. Campinas: Autores Associados, 2006.

SAVIANI, D. Escola e democracia: teorias da educação, curvatura da vara,

onze teses sobre a educação política. 41. ed. Campinas: Autores Associados,

2009.

TEIXEIRA, Anísio. Educação no Brasil. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2011

2º PeríodoDisciplina: Fundamentos de Currículo no Ensino Fundamental – Carga Horária: 75 horasEmenta:Fundamentos histórico, cultural, epistemológico social e ideológico das

concepções de currículo nos anos iniciais do Ensino Fundamental.

Componentes curriculares. Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN’s.Referências BibliográficasBÁSICAAPPLE, M. W. Ideologia e currículo. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.

GARCIA, R. L.; MOREIRA, A. F. B. Currículo na contemporaneidade:

incertezas e desafios. São Paulo: Cortez, 2003.

GARCIA, R. L.; PACHECO, J. A.; MOREIRA, A. F. B. Currículo: pensar, sentir

e diferir. Rio de Janeiro: DP&A, 2004

COMPLEMENTARARIÈS, P. História Social da Criança e da Família. 2. ed. Rio de janeiro:

Zahar, 1981.

BRASIL, MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros

Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1999.

ESTEBAN, M. T. Escola, currículo e avaliação. São Paulo: Cortez, 2003.

GARCIA, R. L.; MOREIRA, A. F. B.; ALVES, M. P. C. Currículo, cotidiano e

tecnologias. São Paulo: Junqueira & Marin, 2006.

SILVA, T. T. da.; MOREIRA, A. F. B. Currículo, cultura e sociedade. 3. ed.

São Paulo: Cortez, 2001.

2º PeríodoDisciplina: Tecnologia Educacional – Carga Horária: 60 horasEmenta:

As tecnologias educacionais. Informática e educação. O computador como

recurso tecnológico no processo de ensino aprendizagem e ferramenta para

confecção de material didático. O uso dos recursos audiovisuais na Educação.

Impactos da Internet na educação escolar e na formação continuada do

professor. O uso de Softwares educativos e Softwares Livres como ferramenta

de apoio ao docente. Educação a distância.

Referências Bibliográficas

BÁSICA

FREIRE, Wendel (Org). Tecnologia e educação: as mídias na prática

docente. Rio de Janeiro: Wak, 2008. 128 p. ISBN 978-85-7854-014-2 (broch.).

KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distância. 8. ed.

Campinas: Papirus, 2010. 157 p. (Prática pedagógica). ISBN 85-308-0708-1

(broch.).

LEITE, Lígia Silva (Coord.). Tecnologia educacional: descubra suas

possibilidades na sala de aula. [8. ed.]. Petrópolis: Vozes, c2003. 133 p. ISBN

978-85-3262-798-6 (broch.)

COMPLEMENTAR

ALMEIDA, Fernando Jose de. Educação e informática: os computadores na

escola .5. ed. São Paulo: Cortez, 2012. 127 p. (Questões da nossa época; 36).

ISBN 978-85-249-1878-0 (broch.).

COX, Kenia Kodel. Informática na educação escolar. 2. ed. Campinas:

Autores Associados, 2008. 124 p. (Polêmicas do nosso tempo; 87.). ISBN 978-

85-7496-071-5 (broch.).

SANCHO, Juana M. Tecnologias para transformar a educação. Porto Alegre

Bookman 2014 1 recurso online ISBN 978-85-3630-879-1

TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática na educação: novas ferramentas

pedagógicas para o professor na atualidade. 8. ed. São Paulo: Érica, 2008.

224 p. ISBN 978-85-365-0200-7 (broch.).

VELOSO, Renato. Tecnologia da Informação e Comunicação. São Paulo,

Saraiva: 2008. ISBN : 978-85-0214-592-4

3º PeríodoDisciplina: Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem – Carga Horária: 75 horasEmenta:

O objeto de estudo da psicologia. Psicologia do desenvolvimento e da

aprendizagem. As abordagens do desenvolvimento humano: inatista-

maturacionista, comportamentalista, interacionista (Piaget) e histórico-cultural

(Vygotsky). O papel do professor que emerge mediante as abordagens

estudadas. A concepção de aluno que emerge mediante as abordagens

estudadas. Temas contemporâneos: bullyng, a síndrome de Burnout, drogas,

família e escola, adolescência.

Referências BibliográficasBÁSICABIAGGIO, A.M.B. Psicologia do desenvolvimento. 22. ed. Petrópolis: Vozes,2011. FONTANA, R.A.C.; CRUZ, M.N. Psicologia e trabalho pedagógico. SãoPaulo: Atual, 1999. GOULART, I.B. Psicologia da educação: fundamentos teóricos e aplicaçõesà prática pedagógica. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2012.

COMPLEMENTAR

CARVALHO, A.M.; SALLES, F.; GUIMARÃES, M. Desenvolvimento e

aprendizagem. Belo Horizonte: Ed. UFMG: Proex, 2006

PIAGET, J. Experiências básicas para utilização pelo professor. 25. ed.

Petrópolis: Vozes, 2009.

PIAGET, J. A psicologia da criança. 19. ed. Rio de Janeiro: DIFEL, 2003.

SANTOS, M.S.; XAVIER, A.S.; NUNES, A.I.B. Psicologia do

desenvolvimento: temas e teorias contemporâneas. Brasília: Liber Livro,

2009.

VIGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes,

2007.

3º PeríodoDisciplina: Educação, Corpo e Movimento – Carga Horária: 45 horasEmenta:

Dimensões do movimento e da corporeidade da criança. Ludicidade, jogos e

brincadeiras como estratégia na aquisição do movimento. Cultura corporal,

expressão e ritmo. Interdisciplinaridade.Referências Bibliográficas

BÁSICA

FONSECA, V. Psicomotricidade: perspectivas multidisciplinares. Porto

Alegre: Artmed, 2004.

GALLARDO, J. S. P. Educação física escolar: do berçário ao Ensino Médio.

2. ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005.

VENÂNCIO, Silvana; FREIRE, João Batista (Orgs.). O Jogo Dentro e Fora da

Escola. Campinas: Autores Associados, 2005.

COMPLEMENTAR

RANGEL, I. C. A. Educação Física na Infância. Rio de Janeiro: Guanabara

Koogan, 2010.

FREIRE, J. B. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da Educação

Física. 5. ed. São Paulo: Scipione, 2009.

PINTO, J. R. Corpo, movimento e educação: o desafio da criança e do

adolescente. Rio de Janeiro: Sprint, 1997.

DANTAS, E. Pensando o corpo e o movimento. 2. ed. Rio de Janeiro:

Shape, 2005

SANCHEZ, P. A. A psicomotricidade na educação infantil: uma prática

preventiva e educativa. Porto Alegre: Artmed, 2003.

3º PeríodoDisciplina: Didática do Ensino – Carga Horária: 75 horasEmenta:Educação e Sociedade. Educação Escolar. Concepções de educação:

tradicional, escolanovista, tecnicista e progressista. Noções de Currículo.

Plano de Curso, de unidade e de aula. Avaliação. Interdisciplinaridade.

Relação professor-aluno.

Referências Bibliográficas

BÁSICA

FAZENDA, I. Didática e interdisciplinaridade. 17. ed. Campinas: Papirus,

2011.

LIBÂNEO, J. C. Didática. 34. ed. São Paulo: Cortez, 1994.

LUCKESI, Cipriano. Avaliação da aprendizagem escolar. 22. ed. São Paulo:

Cortez, 2011.

COMPLEMENTAR

SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às

teorias do currículo. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 1999

HAYDT, R.C.C. Curso de didática Geral. 8. ed. São Paulo: Ática, 2010

PILETTI,Claudino.Didática Geral.24.ed.SãoPaulo:Ática,2010.

ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed,1998.

CANDAU, V. M. A didática em questão. 32. ed. Campinas: Papirus, 2011.

3º PeríodoDisciplina: História da Educação II – Carga Horária: 30 horasEmenta:História da educação do Brasil a partir da constituição de seus sistemas de

ensino: os jesuítas, reforma pombalina, a educação no Império, a transição do

século XIX para o século XX. Século XX e a organização do Estado Moderno e

da identidade a partir da educação. Lei nº 4024/61. Lei nº 5692/71. Lei nº

9394/96.Referências BibliográficasBÁSICA

ARANHA, M. L. A. História da Educação e da pedagogia: geral e Brasil. 3.ed. São Paulo: Moderna, 2006.

RIBEIRO, Maria Luisa Santos. História da educação brasileira: aorganização escolar. 21. ed. Campinas: Autores Associados, 2010.

SAVIANI, D. História das ideias pedagógicas no Brasil. 2. ed. Campinas:Autores Associados, 2008.

COMPLEMENTAR

GADOTTI, Moacir. História das idéias pedagógicas. 8. ed. São Paulo: Ática,2002.

LIMA, Katia. Contra-reforma na Educação Superior: de FHC a Lula. SãoPaulo: Xama, 2007.

SAVIANI, D. História e história da educação: o debate teórico-metodológicoatual. 3. ed. Campinas: Autores Associados, 2006.

SAVIANI, D. Escola e democracia: teorias da educação, curvatura da vara,onze teses sobre a educação política. 41. ed. Campinas: Autores Associados,2009.

TEIXEIRA, Anísio. Educação no Brasil. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

3º PeríodoDisciplina: Metodologia do Ensino da Matemática I – Carga Horária: 75 horasEmenta:Conceito de número (aspectos qualitativos e quantitativos). O Sistema de

Numeração Decimal. Operações fundamentais: Adição, subtração e diferentes

tipos de problemas envolvendo suas propriedades. A resolução de problemas

como perspectiva metodológica. Jogos matemáticos como recurso

pedagógico. Planejamento de atividades e materiais de ensino na área da

matemática nos anos iniciais da alfabetização.Referências BibliográficasBÁSICABRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares

Nacionais: adaptações curriculares. Brasília: MEC/SEF/SEESP, 1999

ALVES, E. M. S. A ludicidade e o ensino de matemática: uma prática

possível. Campinas: Papirus, 2012.

GERALDO, A. C. H. Didática das ciências naturais na perspectiva

histórico-crítica. Campinas: Autores Associados, 2009.

COMPLEMENTARKAMII, C. A criança e o número. 31. ed. Campinas: Papirus, 2003.

POLYA, G. A arte de resolver problemas. 2ª ed. Rio de Janeiro: Interciencia,1995.

SMOLE, K. C. S.; DINIZ, M. I.; CANDIDO, P. Coleção Matemática: Figuras e

formas. V. 3. Porto Alegre: Artmed, 2003.

________________. Jogos matemáticos de 1º a 5º ano. Porto Alegre:

Artmed, 2006.

________________. Coleção matemática: Brincadeiras infantis nas aulas de

matemática. V. 2. Porto Alegre: Artmed, 2000.

4º PeríodoDisciplina: Metodologia do Ensino de Artes – Carga Horária: 45 horasEmenta:Conteúdos programáticos fundamentais da Arte e diferentes linguagens da

expressão artística (dança, música, desenho, teatro, pintura, modelagem) na

escola. Estudo de conceitos e princípios básicos. Criatividade.

Interdisciplinaridade. Planejamento e desenvolvimento de atividades e

materiais de ensino na área de Artes.

Referências BibliográficasBÁSICABRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares

nacionais: Artes. Brasília: MEC/SEF, 2001.

FERRAZ, M. H. T. & FUSARI, M. F. R. Metodologia do ensino de arte:fundamentos e preposições. São Paulo: Cortez, 2009.

KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O brincar e suas teorias. São Paulo:CENGAGE Learning, 2011.

COMPLEMENTAR

BENJAMIM, W. Reflexões: a criança, o brinquedo e a educação. 5. ed. SãoPaulo: Editora 34, 2002.

COX, M. Desenho da criança. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010

FERRAZ, M. H. T. & FUSARI, M. F. R. Metodologia do ensino de arte:fundamentos e preposições. São Paulo: Cortez, 2009.

JEANDOT, N. Explorando o universo da música. 3. ed. São Paulo: Scipione,2008

KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogos tradicionais infantis : o jogo, acriança e a educação. São Paulo: Vozes, 1993.

4º PeríodoDisciplina: : Metodologia do Ensino da Matemática II – Carga Horária: 75 horasEmenta:Operações fundamentais: multiplicação, divisão e suas propriedades;

diferentes tipos de problemas envolvendo o campo multiplicativo: raciocínio

combinatório e multiplicação retangular. Frações, números decimais e

porcentagem; geometria; grandezas e medidas e tratamento da informação.

Jogos matemáticos como recurso pedagógico. Planejamento de atividades e

materiais de ensino na área da matemática nos anos finais do ciclo de

alfabetização.Referências BibliográficasBÁSICABRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares

Nacionais: adaptações curriculares. Brasília: MEC/SEF/SEESP, 1999

ALVES, E. M. S. A ludicidade e o ensino de matemática: uma prática

possível. Campinas: Papirus, 2012.

GERALDO, A. C. H. Didática das ciências naturais na perspectiva

histórico-crítica. Campinas: Autores Associados, 2009.

COMPLEMENTARKAMII, C. A criança e o número. 31. ed. Campinas: Papirus, 2003.

PARRA, C. Didática da Matemática. Porto Alegre: Artmed, 1996.

SMOLE, K. C. S.; DINIZ, M. I.; CANDIDO, P. Coleção Matemática: Figuras e

formas. V. 3. Porto Alegre: Artmed, 2003.

________________. Jogos matemáticos de 1º a 5º ano. Porto Alegre:

Artmed, 2006.

________________. Coleção matemática: Brincadeiras infantis nas aulas de

matemática. V. 2. Porto Alegre: Artmed, 2000.

4º PeríodoDisciplina: : Metodologia do Ensino de Ciências – Carga Horária: 60 horasEmenta:

O Ensino Ciências: abordagens teóricas e pesquisas da área. Papel do ensino

de ciências e inter-relações com os demais componentes curriculares.

Referências nacionais para a construção do currículo e para ensino de

ciências naturais na educação infantil e nos anos iniciais do Ensino

Fundamental. Metodologia do ensino de ciências: planejamento,

desenvolvimento e avaliação

Referências Bibliográficas

BÁSICA

ARCE, Alessandra; SILVA, Debora A. S. M. da; VAROTTO, Michele.

Ensinando ciências na educação infantil. Campinas: Alínea, 2011. 133 p.

ISBN 978-85-7516-529-4 (broch)

DELIZOICOV, Demétrio; SILVA, Antonio Fernando Gouvêa da (Colab.). Ensino

de ciências: fundamentos e métodos. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2011. 364 p.

(Docência em formação - ensino fundamental). ISBN 978-85-249-0858-3

(broch.).

TEIXEIRA, Paulo Marini (Org.). Ensino de ciências: pesquisas e reflexões.

Ribeirão Preto: Holos, 2006. 144 p. ISBN 85-86699-53-5 (broch.).

COMPLEMENTAR

ASTOLFI, Jean-Pierre; DEVELAY, Michel. Didática das ciências. 16. ed.

Campinas: Papirus, 2011. 123 p. ISBN 85-308-0116-4 (broch.).

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares

Nacionais: Ciências Naturais. Brasília, MEC/SEF, 1997.

CARVALHO, Anna Maria Pessoa de et al. Ciências no ensino fundamental:

o conhecimento físico. 1. ed. São Paulo: Scipione, 2010. 199 p. (Pensamento

e ação no magistério). ISBN 978-85-262-3447-5 (broch.).

GERALDO, Antonio Carlos Hidalgo. Didática de ciências naturais na

perspectiva histórico-crítica. Campinas: Autores Associados, 2009. xii, 170

p. (Formação de professores). ISBN 978-85-7496-227-6 (broch.).

KRASILCHIK, Myriam; MARANDINO, Martha. Ensino de ciências e

cidadania. 1. ed. São Paulo: Moderna, 2004. 88 p. (Cotidiano escolar). ISBN

85-16-04422-X (broch.).

4º PeríodoDisciplina: Educação Ambiental – Carga Horária: 45 horasEmenta:

1. Introdução: inter-relação entre Educação, Sociedade e Ambiente -

1.1.Educação para a mudança; 1.2. A crise socioambiental; 1.3.

Problematizando as concepções de meio ambiente, desenvolvimento

sustentável e educação ambiental. 2. O campo da Educação Ambiental - 2 1.

Políticas Públicas em EducaçãoAmbiental; 2.2. Concepções de Educação

Ambiental na produção teórico-prática; 2.3. A formação da prática docente em

Educação Ambiental; 2.4. O diagnóstico da Educação Ambiental na educação

formal; 2.5. Análise de material didático e paradidático voltados para Educação

Ambiental. 3. Avaliação e auto-avaliação – 3.1. Apresentação dos trabalhos

finais; 3.2.Avaliação da disciplina; 3.3. Auto-avaliaçãoReferências BibliográficasBÁSICABRÜGGER, P. Educação ou adestramento ambiental? Editora LetrasContemporâneas, 2004.

GAUDIANO, E. G. Educação Ambiental. São Paulo: Instituto Piaget, 2005.

PENTEADO, H. D. Meio Ambiente e Formação de Professores. 7. Ed. SãoPaulo: Cortez, 2010.

COMPLEMENTARBARCELOS, V. Educação Ambiental e complexidade. Santa Catarina:EDUNISC, 2008.

GUIMARÃES, M. A dimensão ambiental na educação. Campinas: Papirus,1995. 107 p. (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico).

LISBOA, C. P. Educação ambiental: da teoria à prática. São Paulo:Mediação, 2012TRISTÃO, M. A educação ambiental na formação de professores: redes desaberes.São Paulo: Annablume; Vitória, 2004. 236 p.

LOUREIRO, C.F.B. Trajetórias e fundamentos da educação ambiental. SãoPaulo:Cortez, 2004a. 176 p.

4º PeríodoDisciplina: Saúde da Criança – Carga Horária: 45 horasEmenta:

Saúde da criança de 0 a 10 anos. Conceitos de saúde, nutrição e higiene.

Políticas de Atenção à saúde da criança. Programas de saúde, higiene e

nutrição na educação infantil e nos anos Iniciais do Ensino Fundamental.

Desnutrição: determinantes, desenvolvimento físico, psíquico e social da

criança. Puericultura e imunização. Prevenção de acidentes na infância.

Violência doméstica na infância.

Referências Bibliográficas

BÁSICA

BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares

nacionais: adaptações curriculares. Brasília: MEC/SEF/SEESP,1999.

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde da criança: crescimento e

desenvolvimento. Brasília: Ministério da Saúde, 2012. (Cadernos de Atenção

Básica, n. 33)

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento

materno e alimentação complementar. Brasília: Ministério da Saúde, 2009.

COMPLEMENTAR

BEE, H. A criança em desenvolvimento. 9 ed. Porto Alegre: Artmed, 2003.

BRASIL, Ministério da Educação. Referencial curricular nacional para a

educação infantil. Brasília: MEC / SEF, 1998. v. 1-2.

BRASIL. Ministério da Saúde. Ministério da Criança. Estatuto da criança e do

adolescente. 3.ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2008.

ENGEL, J. Avaliação em Pediatria. 3 ed. Rio de Janeiro: Reichmann &

Affonso Editores, 2002.

NEBIA. M.A.F. Ensinando a cuidar da criança. Rio de Janeiro: Difusão

Enfermagem, 2003.

5º PeríodoDisciplina: Fundamentos de Currículo na Educação Infantil – Carga Horária:

75 horasEmenta:

Análise dos fundamentos e pressupostos históricos, culturais, políticos,

econômicos e sociais da Educação Infantil e sua função no sistema escolar. A

criança e a sociedade contemporânea. O lugar social da criança na

modernidade. Diversidade cultural e práticas infantis. A cultura da infância e a

infância na cultura. Diferentes visões de infância: literatura, cinema, televisão,

propaganda, museus, artes plásticas. A criança e a indústria cultural. Criança,

natureza, mundo social e conhecimento. Os projetos didáticos e as áreas

curriculares integradas.

Referências Bibliográficas

BÁSICA

ARIÈS, P. História Social da Criança e da Família. 2. ed. Rio de janeiro:

Zahar, 1981.

KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogos infantis: o jogo, a criança e a

educação. 17. ed. Petrópolis: Vozes, 2012.

KRAMER, Sonia et al. (Org.). Infância e educação infantil. Campinas:

Papirus, 2012.

COMPLEMENTAR

BENJAMIN, Walter. Reflexões sobre a criança, o brinquedo e a educação.

1. ed. São Paulo: Duas Cidades: Ed. 34, 2002.

BRASIL, MEC. Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil.

Brasília: MEC/SEF, 1998.

KORCZAK, Janusz. Quando eu voltar a ser criança. São Paulo: Summus,

1981. 155 p. (Novas buscas em educação; 9).

KRAMER, Sonia. A política do pré-escolar no Brasil: a arte do disfarce. 9.

ed. São Paulo: Cortez, 2011.

OLIVEIRA, Zilma de (Org.). A criança e seu desenvolvimento: perspectivas

para se discutir a educação infantil. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2012.

5º PeríodoDisciplina: Ludicidade na Escola – Carga Horária: 45 horasEmenta:Conceito de jogo, brinquedo e brincadeira. Jogo na educação: aspectos

histórico e cultural. Jogo simbólico e a ação pedagógica. Ludicidade e prática

pedagógica. Brinquedoteca. Referências BibliográficasBÁSICA

ALVES, E. M. S. A ludicidade e o ensino de matemática: uma prática

possível. Campinas: Papirus, 2012.

KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O brincar e suas teorias. São Paulo:CENGAGE Learning, 2011.

SANTOS, Santa M. P. Brinquedoteca – o lúdico em diferentes contextos.14. ed. Petrópolis: Vozes, 2011.

COMPLEMENTAR

BENJAMIM, W. Reflexões: a criança, o brinquedo e a educação. 5. ed. SãoPaulo: Editora 34, 2002.

COX, M. Desenho da criança. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010

FERRAZ, M. H. T. & FUSARI, M. F. R. Metodologia do ensino de arte:fundamentos e preposições. São Paulo: Cortez, 2009.

JEANDOT, N. Explorando o universo da música. 3. ed. São Paulo: Scipione,2008

KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogos tradicionais infantis: o jogo, a criançae a educação. São Paulo: Vozes, 1993.

5º PeríodoDisciplina: Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa – Carga Horária: 75horasEmenta:A evolução do currículo de Língua Portuguesa no país. A Linguística e

Sociolinguística no ensino de Língua Portuguesa. Estratégias de leitura em

sala de aula. A construção de enunciados (Matriz de Língua Portuguesa-

Descritores). Estudo do cruzamento de diferentes linguagens e sua

significação. Discussão da leitura, literatura, literatura infantil, televisão, história

em quadrinhos, desenho animado, pintura, fotografia. Diferentes gêneros e

formas discursivas, instâncias singulares de produção de conhecimento.

Estudo da intertextualidade presentes na produção e leitura de textos.

Interdisciplinaridade.Referências BibliográficasBÁSICA

CUNHA, C.; CINTRA, L. F. L. Nova gramática do portuguêscontemporâneo. 4.ed. Rio de Janeiro: LEXIKON, 2007.

FARACO, C. E. Gramática. 20 ed. São Paulo: Ática, 2010

FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Para entender o texto: leitura e redação. 17.ed.São Paulo: Ática, 2007.

COMPLEMENTAR

BLIKSTEIN, I. Técnicas de comunicação escrita. 22. ed. São Paulo: Ática,

2006.

MAIA, J. D. Gramática: teoria e exercícios. São Paulo: FTD, 2000.

SOARES, M. Linguagem e escola: uma perspectiva social. 12. ed. SãoPaulo, 1994.

SOLÉ, I. Estratégias de leitura. 6. ed. Porto Alegre: ARTMED, 1998.

TERRA, E. Gramática, Literatura e Redação. São Paulo: Scipione, 1999.

5º PeríodoDisciplina: Metodologia do Ensino de Educação Física – Carga Horária: 45horasEmenta:Educação Física e diferentes linguagens da expressão corporal.

Conhecimentos sobre o corpo: esportes, jogos, lutas e ginásticas; atividades

rítmicas; atividades expressivas. Dimensões metodológicas do ensino da

Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental.

Interdisciplinaridade. O lúdico e a importância do brincar. Jogos na formação

da criança. Planejamento e desenvolvimento de atividades e materiais de

ensino na área de Educação Física.Referências BibliográficasBÁSICAARRIBAS, T. L. A educação física de 3 a 8 anos. 7. ed. Porto Alegre: Artmed,

2002.

BRACHT, V. Educação Física e aprendizagem social. Porto Alegre: Magister,

1992.

DANTAS, E. Pensando o corpo e o movimento. 2. ed. Rio de Janeiro:

Shape, 2005

COMPLEMENTARBROTTO, F. O. Jogos cooperativos. Vol. I. 7. ed. São Paulo: Projeto

cooperação, 2003.

BROTTO, F. O. Jogos cooperativos. Vol. II. São Paulo: Projeto Cooperação,

2001.

DEACOVE, J. Manual dos jogos cooperativos. São Paulo: Projeto

cooperação, 2002.

KISHIMOTO, T. M. Jogos infantis: o jogo, a criança e a educação. 13. e. São

Paulo: Vozes, 2004.

6º PeríodoDisciplina: Alfabetização e Letramento I – Carga Horária: 75 horasEmenta:Bases epistemológicas da aprendizagem da leitura e da escrita. Conceitosfundamentais de alfabetização e letramento. Interdisciplinaridade.

Referências BibliográficasBÁSICACARVALHO, M. Alfabetizar e letrar: um diálogo entre a teoria e a prática. 9.ed. Petrópolis: Vozes, 2012.

FERREIRO, E.; TEBEROSKY, A.Psicogênese da língua escrita. PortoAlegre: Artmed, 1999

SOARES, M. Alfabetização e Letramento. 6. ed. São Paulo: Contexto, 2013.

COMPLEMENTARCAGLIARI, L. C. Alfabetização & Linguística. 11. ed. São Paulo: Scipione,2009.

CAGLIARI, G. M.; CAGLIARI, L. C. Diante das letras: a escrita naalfabetização. Campinas: Mercado de Letras, 1999.

FERREIRO, E. Reflexões sobre alfabetização. 26. ed. São Paulo: Cortez,2011.

KLEIMAN, A.; MORAES, S. E. Leitura e Interdisciplinaridade: tecendo redesnos projetos da escola. Campinas: Mercado das Letras, 2001.

SOARES, M. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte:Autêntica, 2001.

6º PeríodoDisciplina: Metodologia do Ensino de Geografia – Carga Horária: 60 horasEmenta:

As noções de espacialidade e temporalidade apreendidas e vivenciadas pelo

educando nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Ressignificando o

conhecimento e a percepção do espaço: a construção da identidade, cidadania

e sustentabilidade a partir do espaço sensorial-afetivo no cotidiano infantil.

Alfabetização cartográfica: construção de conhecimentos, signos e

representações no espaço imediato da criança. Os componentes de

metodologia do ensino aplicados à prática educativa em Geografia: diretrizes e

pressupostos teórico-metodológicos. Intervenções e aplicações pedagógicas

na metodologia do ensino geográfico. As novas tendências metodológicas no

ensino de Geografia.

Referências Bibliográficas

BÁSICA

LESANN, Janine. Geografia no ensino fundamental I: Formação Docente.

Belo Horizonte, MG: Argvmentvm Editora Ltda, 2009.

PENTEADO, H. D. Metodologia do ensino de história e geografia. 3. ed.

São Paulo: Cortez, 2010.

STRAFORINI, R. Ensinar geografia: o desafio da totalidade-mundo nas

séries iniciais. São Paulo: Annablume, 2004.

COMPLEMENTAR

CASTROGIOVANNI, A. C., CALLAI, H. C., KAERCHER, N. A. Ensino de

Geografia: práticas e contextualizações no cotidiano. Porto Alegre:

Mediação, 2009.

CARLOS, Ana Fani A. (org.) etalli. Geografia em sala de aula:práticas e

reflexões. 3. ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2001.

MENDES, João. Fundamentos e metodologia do ensino de geografia.

Editora Fael, 2010.

REGO, Nelson; MOLI, Jaqueline; AIGNER, Carlos. Saberes e práticas na

construção de sujeitos e espaços sociais.Porto Alegre: UFRGS, 2006.

SHOKO, Kimura. Geografia no ensino básico – questões e propostas. São

Paulo: Contexto, 2008.

6º PeríodoDisciplina: Metodologia da Educação Infantil – Carga Horária: 75 horasEmenta:

Aspectos teóricos que orientam a ação docente. Diagnóstico dos componentes

metodológicos envolvidos. Organização do tempo e do espaço. Utilização das

várias linguagens. Adaptação da criança à escola. Planejamento didático em

educação infantil: introdução, justificativa, objetivos, conteúdos específicos,

etapas previstas, coleta e análise de dados.

Referências BibliográficasBÁSICA

DE VRIES, Rheta e ZAN, Bety. Ética na Educação Infantil: o ambiente sócio-

moral na escola. Porto Alegre: Artmed, 1998.

HORN, Maria das Graças S. Sabores, Cores, Sos, Aromas: a organização

dos espaços na Educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, 2004.

OLIVEIRA, Zilma Ramos. Educação Infantil: fundamentos e métodos. 2. ed.

São Paulo: Cortez, 2005

COMPLEMENTAR

ANGOTTI, Maristela. O trabalho Docente na Pré-Escola: revisitando teorias,

descortinando práticas. 2. ed. São Paulo: Livraria Pioneira, 2002.

BASSEDAS, Eulália; HUGUET, Teresa e SOLÉ, Isabel. Aprender e ensinar

na Educação Infantil. Porto alegre: Artmed, 1999.

RIZZO, Gilda. Creche: organização, currículo, montagem e

funcionamento. 4. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2006.

ZABALZA, Miguel. Qualidade em educação infantil. Porto Alegre: Artmed,

1998.

6º PeríodoDisciplina: Metodologia da Pesquisa em Educação – Carga Horária: 45 horasEmenta:Normas técnicas para trabalhos científicos. A produção de fichamentos,

resumos e sínteses através de uma abordagem crítica. Coleta de dados e

pesquisa de campo. Lógica e argumentação científica. Classificação das

pesquisas e suas abordagens: quantitativa, qualitativa e pesquisa participante.

A elaboração de projetos. A produção de relatórios. Espaço de introdução do

aluno às linguagens de acesso às diferentes fontes de produção da pesquisa

educacional: biblioteca, meios informatizados, leitura, interpretação e produção

de textos e artigos com diferentes abordagens. O método científico e a prática

da pesquisa.Referências BibliográficasBÁSICA

COSTA, C.B.G. Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Sul deMinas Gerais (Org.). Normas e padrões para elaboração de trabalhosacadêmico-científicos, monografias e teses (ABNT). Muzambinho, 2006.

MEDEIROS, J.B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos,resenhas. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2012.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed.São Paulo: Cortez, 2007.

COMPLEMENTAR

BARROS, A. J. S. B.; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos da metodologiacientífica. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 2007.

BRANDÃO, C. R. Pesquisa participante. 8. ed. São Paulo: Brasiliense, 2006.

FAZENDA, I. Metodologia da pesquisa educacional. 12. ed. São Paulo:Cortez, 2010.

MARCONI, M. A Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos,pesquisa bibliográfica, projeto e relatórios. 7. ed. São Paulo: Ática, 2011.

SANTOS, A.R. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 6. ed.Rio de Janeiro: DP&A, 2006.

7º PeríodoDisciplina: Alfabetização e Letramento II – Carga Horária: 75 horasEmenta:A apropriação da linguagem escrita. Pressupostos teórico-epistemológicos na

alfabetização. Relações entre alfabetização, construção do conhecimento e

letramento. Oralidade e função social da escrita. Interdisciplinaridade.

Referências BibliográficasBÁSICA

CAGLIARI, L. C. Alfabetização e lingüística. 10. ed. São Paulo: Scipione,

2002.

SOARES, M. B. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto: 2003.

TEIXIDÓ, M. M.; MORILO, M. M.; CURTO, L. M. Escrever e ler: como as

crianças aprendem e como os professores podem ensiná-las a escrever e a

ler. V. 1. Porto Alegre: Artmed, 2000.

COMPLEMENTAR

BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares

nacionais: adaptações curriculares. Brasília: MEC/SEF/SEESP, 1999

KAUFMAN, A. M.; CASTEDO, M. Alfabetização de crianças: construção e

intercâmbio – experiências pedagógicas na educação infantil e no ensino

fundamental. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998

MORAIS, A. G. de. Ortografia: ensinar e aprender. 4. ed. São Paulo: Ática,

2000.

TEIXIDÓ, M. M. Escrever e ler: materiais e recursos para a sala de aula. V. 2.

Porto Alegre: Artmed, 2000.

WEISZ, T. Por trás das letras. São Paulo: FTD, 1992.

7º PeríodoDisciplina: Metodologia do Ensino de História – Carga Horária: 60 horasEmenta:

O ensino da História e suas implicações no processo educativo. História na

Sala de Aula. A realidade do ensino de História no Brasil. Alternativas

metodológicas e elementos didáticos no ensino de História.

Referências Bibliográficas

BÁSICA

BITTENCOURT, Circe M. F. O saber histórico em sala de aula. São Paulo:

Contexto, 1998.

BORGES, Vavy P. O que é História? São Paulo: Brasiliense, 1980.

PINSKY, Jaime. O ensino de historia e a criação do fato. São Paulo:

Contexto, 1997.

COMPLEMENTAR

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental – Brasília: MEC – Parâmetros

Curriculares Nacionais: história, 1998.

BITTENCOURT, Circe M.F. Ensino de História: fundamentos e métodos. São

Paulo: Cortez, 2004.

BLOCH, Marc Leopold Benjamim. Apologia da história, ou, o ofício de

historiador. São Paulo: Zahar, 2001.

HOBSBAW, Eric. Era dos Extremos: o breve Século XX. São Paulo:

Companhia das Letras, 1995.

KARNAL, Leandro. História na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2004.

7º PeríodoDisciplina: Diversidade e Educação – Carga Horária: 60 horasEmenta:Educação para as relações étnico-raciais. Conceitos de raça e etnia,

mestiçagem, racismo e racialismo, preconceito e discriminação. Configurações

dos conceitos de raça, etnia e cor no Brasil: entre as abordagens acadêmicas

e sociais. Cultura afro-brasileira e indígena. Políticas de ações afirmativas e

discriminação positiva: a questão das cotas.

Referências Bibliográficas

BÁSICA

ANDRÉ, M. Pedagogia das diferenças na sala de aula. 7. Ed. Campinas:

Papirus, 2006.

DINIZ, M.; VASCONCELOS, R.N. Pluralidade cultural e inclusão na

formação de professores e professoras. Belo Horizonte: Editora Formato,

2004.

RIBEIRO, D. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo:

Companhia das Letras, 2008.

COMPLEMENTAR

BRASIL. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: primeira a quarta série:

temas transversais: pluralidade cultural e orientação sexual. Brasília,

MEC/SEF, v. 2, 2. Ed. 2000.

FARIAS, P.S.; PINHEIRO, M.L. Novos estudos em relações étnicos-raciais.

São Paulo: Contra Capa, 2014.

FÁVERO, O.; IRELAND, T.D. Educação como exercício de diversidade.

Brasília: Unesco, 2007.

LOURO, G.L.; FELIPE, J.; GOELLNER, S.V. Corpo, gênero e sexualidade:

um debate contemporâneo na educação. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

SILVERIO, V.R.; MATTIOLI, E.A.K. Relações étnico-raciais: um percurso

para educadores. São Carlos: EDUFSCAR, 2013.

7º PeríodoDisciplina: Elaboração de Projetos de Pesquisa – Carga Horária: 60 horasEmenta:

Refletir o método científico; analisar os caminhos necessários para cumprir os

objetivos determinados em uma pesquisa; auxiliar o discente no rigor científico

necessário para o estudo de seu respectivo objeto de estudo; proporcionar

maior excelência na produção escrita, nos seminários, nas resenhas e, por fim,

na projeção do artigo que fechará este curso de pós-graduação.Referências Bibliográficas

BÁSICA

CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2003.

SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 20. ed.

São Paulo: Cortez, 2000.

SEVERINO, Antonio Joaquim. Como ler um texto de filosofia. 2. ed. São

Paulo: Paulus, 2009. 72 p.

COMPLEMENTAR

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520:

informação e documentação: apresentação de citações em documentos. Rio

de Janeiro, 2002. ()

CORRÊA, E. José; VASCONCELOS, Mara & Souza, M. S. de

Lemos. Iniciação à metodologia científica: participação em eventos e

elaboração de textos científicos. Belo Horizonte, UFMG, 2011. <>.

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 12. ed.. SP: Perspectiva, 1995.

MAIA, Paulo Leandro. O abc da metodologia: métodos e técnicas para

elaborar trabalhos científicos (ABNT). 3. ed. São Paulo: Universitária de

Direito, 2011. 136 p

SEVERINO, Antonio Joaquim. Como ler um texto de filosofia. 2. ed. São

Paulo: Paulus, 2009. 72 p.

7º PeríodoDisciplina: Política e Organização da Educação Básica – Carga Horária: 60

horasEmenta:

O Público, o Estatal e o Privado na educação brasileira. Estrutura e

Funcionamento da Educação Básica: impasses e perspectivas das políticas

educacionais. Organização dos sistemas de ensino. Políticas públicas

educacionais e legislação de ensino: a Lei nº 9.394/96 e suas implicações nos

diferentes níveis de modalidade de ensino.

Referências Bibliográficas

BÁSICA

BRANDÃO, Carlos da Fonseca. LDB passo a passo: Lei de diretrizes e bases

da educação nacional: Lei n. 9.394/96 comentada e interpretada, artigo por

artigo. 5. ed. rev. atual. São Paulo: Avercamp, 2015. (broch.).

LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSCHI, Mirza Seabra.

Educação escolar: políticas, estrutura e organização. 10. ed. São Paulo:

Cortez, 2013. (Docência em formação saberes pedagógicos).

SAVIANI, D. Educação brasileira: estrutura e sistema. 11. ed. Campinas:

Autores Associados, 2012.

COMPLEMENTAR

AMARAL, Nelson Cardoso. Para compreender o financiamento da

educação básica no Brasil. Brasília: Liber Livro, 2012. (Coleção formar).

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. O Sistema Nacional de

Educação: diversos olhares 80 anos após o manifesto. Brasília: MEC, 2014.

JEFFREY, Debora Cristina; AGUILAR, Luis Enrique (Org.). Política

educacional brasileira: análises e entraves: (níveis e modalidades).

Campinas: Mercado de Letras, 2012.

MÉSZÁROS, István. A educação para além do capital. 2. ed. São Paulo:

Boitempo, 2008. (Mundo do trabalho).

VIEIRA, Sofia Lerche; FARIAS, Isabel Maria Sabino de. Política educacional

no Brasil: introdução histórica. 3. ed. Brasília: Liber Livro, 2011.

8º PeríodoDisciplina: Tecnologia da Informação e Comunicação na Educação – Carga

Horária: 45 horasEmenta:

Tecnologias: intrumentais, intelecutais e educacionais; Espaços diferenciados

de aprendizagem; Mídias na Educação; Informática na Educação; Softwares

Educacionais; Objetos de Aprendizagem; Redes Virtuais de Aprendizagem.Referências Bibliográficas

BÁSICA

COX, K. K. Informática na educação escolar. Campinas: Autores

Associados, 2003.

OLIVEIRA, Ramos de. Informática educativa: dos planos e discursos a sala

de aula. Campinas, Papirus, 1997.

SOBRAL, A. V. Internet na escola: o que é? Como se faz? 3. ed. Rio de

Janeiro: Loyola, 2002.

COMPLEMENTAR

MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida.

Novas tecnologias e mediação pedagógica. 19. ed. Campinas: Papirus,

2012.

FERRETI, C. J.; FRANCO, M. L.; ZIBAS, D. Novas tecnologias, trabalho e

educação: um debate multidisciplinar. 14. ed. Petrópolis: Vozes, 2012.

MASSETTO, M. T.; MORAN, J. M.; BEHRENS, M. Novas tecnologias e

mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2000.

ROSINI, A. M. Novas tecnologias da informação e a educação a distância.

São Paulo: Pioneira, 2007.

TAJRA, S. F. Informática na educação: novas ferramentas pedagógicas para

o professor. São Paulo: Érica, 2012.

8º PeríodoDisciplina: Fundamentos da Educação Especial – Carga Horária: 60 horasEmenta:Análise histórica da Educação Especial, contemplando o estudo das políticas

públicas para a educação inclusiva. Estudo sobre os sujeitos do processo da

educação inclusiva com ênfase na aprendizagem. Análise da organização e

estrutura de currículos e conteúdos programáticos utilizados na educação

especial.

Referências BibliográficasBÁSICABEYER, Hugo Otto. Inclusão e avaliação na escola de alunos com

necessidades educacionais especiais. 2 ed. Porto Alegre: Mediação, 2006.

PADILHA, Ana Maria. Práticas Pedagógicas na Educação Especial. São

Paulo: Ed. Aut. Assoc, 2005.

MAZZOTTA, M. J. S., Educação Especial no Brasil: histórias e políticas

públicas, 6 ed. São Paulo: Cortez, 2011.

COMPLEMENTAR

BRASIL, Lei nº13.146 de 6 de julho/2015. Estatuto da Pessoas com Deficiência. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13146.htm.

CARVALHO, Rosita Edler. Educação inclusiva: com os pingos nos “is”. BeloHorizonte: Mediação, 2004.

FERREIRA, Maria Elisa Caputo; GUIMARÃES, Marly. Educação Inclusiva.Rio de Janeiro: Dp&a, 2003.

GONZÁLES, E. (Colab.). Necessidades educacionais específicas,intervenção psicoeducacional. Porto Alegre: Artmed, 2007. Disponível em:.

dp?search_id=3392405&search_results_type=Edition Acesso em: 02. mar.2010

MANTOAN, Maria Tereza Égler. Inclusão escolar: o que é? Como fazer? SãoPaulo: Moderna, 2003.

8º PeríodoDisciplina: Linguagem Brasileira de Sinais - LIBRAS – Carga Horária: 60

horasEmenta:

Aspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez. A Língua de

Sinais Brasileira - Libras: características básicas da fonologia. O intérprete de

Libras e seus principais requisitos. Noções básicas de léxico, demorfologia e

de sintaxe com apoio de recursos audiovisuais. Noções de variação.Praticar

Libras: desenvolver a expressão visual-espacial para a docência.

Referências BibliográficasBÁSICAFIGUEIRA, A. S. Material de Apoio para o aprendizado em LIBRAS. PortoAlegre: mediação, 2011.

GESSER, A. LIBRAS: que língua é essa? São Paulo: Parábola, 2009.

QUADROS, R.M. de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. PortoAlegre: Artmed, 1997.

COMPLEMENTARALMEIDA, E. C. de.; DUARTE, P. M. Atividades ilustradas em sinais daLIBRAS. São Paulo: Revinter, 2004

CAPOVILLA, F.; RAPHAEL, W. D. Dicionário Enciclopédico IlustradoTrilíngue da Língua de Sinais. São Paulo: Imprensa Oficial, 2001.

LACERDA, C.B.F. de. Intérprete de LIBRAS. 3. ed. Porto Alegre: Mediação,2009.

REIS, B. A.C. Dos.; SEGALLA, S. R. ABC em LIBRAS. São Paulo: PandaBooks, 2009.

SANTANA, A P. Surdez e linguagem: aspectos e implicaçõesneurolinguísticas. São Paulo:Plexus, 2007.

8º PeríodoDisciplina: Gestão Escolar – Carga Horária: 60 horasEmenta:

Educação escolar e não escolar. Instituições escolares ou não escolares.

Gestão democrática. Papel do gestor. Organização do trabalho pedagógico.

Superação da dicotomia entre os aspectos administrativos e pedagógicos da

gestão.

Referências Bibliográficas

BÁSICA

LIBÂNEO, J.C. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 5. ed. rev. e

ampl. Goiânia: MF Livros, 2008.

LUCK, H. Liderança em gestão escolar. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 2012.

PARO, V.H. Administração escolar: introdução crítica. 17. ed. São Paulo:

Cortez, 2012.

COMPLEMENTAR

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Conselho escolar e direitos

humanos. Brasília: MEC, 2008.

LUCH, H. Gestão participativa na escola. Petrópolis: Vozes, 2006.

PRAIS, M.L.M. Administração colegiada na escola pública. 3. ed.

Campinas: Papirus, 1994.

SANTOS, C.R. A gestão educacional e escolar para a modernidade. São

Paulo: Cengage Learning, 2009.

SILVA, A.M.M. et al. Educação formal e não formal, processos formativos e

saberes pedagógicos: desafios para a inclusão social. Recife: ENDIPE,

2006.

8º PeríodoDisciplina: Educação de Jovens e Adultos (EJA) – Carga Horária: 60 horasEmenta:Aspectos históricos da educação de jovens e adultos (EJA) do Brasil. A

educação de adultos nas Campanhas de educação de massa. Concepção

freireana de Educação: educação bancária, educação problematizadora e

dialogicidade. Pressupostos teórico-metodológicos da educação de jovens e

adultos. Análise da EJA como instrumento de inclusão social, considerando as

formas de atuação dos docentes nos primeiros anos do ensino fundamental e

a especificidade do trabalho com jovens e adultos.

Referências BibliográficasBÁSICAFREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 55. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,2013.

PAIVA, V.P. História da educação popular no Brasil: educação popular eeducação de adultos. 6. ed. São Paulo: Loyola, 2003.

SOARES, L.; GIOVANETTI, M.A.G.C.; GOMES, N.L. Diálogos na educaçãode jovens e adultos. 4. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2011.

COMPLEMENTARBRASIL. Ministério da Educação. Decreto nº 5840, de 13 de julho de 2006.

Institui no âmbito federal o Programa Nacional de Integração da Educação

Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e

Adultos – PROEJA.

BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a

Educação de Jovens e Adultos. Parecer nº 11 de 10 de maio de 2000.

BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a

Educação de Jovens e Adultos. Resolução do Conselho Nacional de

Educação e da Câmara de Educação Básica nº 01 de 5 de Julho de 2000.

GADOTTI, M.; ROMÃO, J.E. Educação de jovens e adultos: teoria, prática eproposta. 11. ed. São Paulo: Cortez, 2010.

VÓVIO, C.L.; IRELAND, T.D. Construção coletiva: contribuições à educação

e jovens e adultos. 2. ed. Brasília: MEC, 2008.

8º PeríodoDisciplina: Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso – Carga Horária: 45 horasEmenta:A dialética da pesquisa em educação: escolha, delimitação e abordagem

teórico-metodológica do tema de pesquisa e sua reelaboração constante.

Pesquisa qualitativa e pesquisa quantitativa. Orientação do trabalho final de

graduação: abordagem teórica, organização, coerência, finalização do trabalho

de pesquisa. Reflexão sobre o papel do orientador e o papel do orientando no

processo de elaboração da monografia. Debates dirigidos sobre questões

relacionadas à plágio, direitos autorais, pesquisas em internet (qualidade

versus quantidade). Apresentação e defesa.

Referências BibliográficasBÁSICA

FAZENDA, I. C. A. Metodologia da pesquisa educacional. 12. ed. SãoPaulo: Cortez, 2010.

DEMO. P. Pesquisa: principio cientifico e educativo. 14. ed. São Paulo:Cortez, 2011.

_____. Avaliação qualitativa. 5. ed. Campinas: Autores Associados, 2005.

COMPLEMENTAR

BARROS, A. J. S. B.; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos da metodologiacientífica. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 2007.

FAZENDA, I. C. A. Metodologia da pesquisa educacional. 12. ed. SãoPaulo: Cortez, 2010.

GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Altas,2009.

MARCONI, M. A Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos,pesquisa bibliográfica, projeto e relatórios. 7. ed. São Paulo: Ática, 2011.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed.

São Paulo: Cortez, 2007.

TRIVINOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em Ciências Sociais: a pesquisaqualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 2011.

12. POLÍTICA DE AQUISIÇÃO DE ACERVO BIBLIOGRÁFICO

Uma política de aquisição do acervo é importante tendo em vista que os

cursos na modalidade a distância estão igualmente submetidos aos processos

de avaliação e reconhecimento do MEC.

No entanto, vale corroborar Robson Santos da Silva (2013:24), para

quem a legislação brasileira para a EaD “ainda é um grande obstáculo não só

para separar a EAD das demais questões educacionais, mas também por fazer

com que ela seja estruturada com base nas práticas já estabelecidas na

educação presencial, não atendendo assim aos aspectos didático-pedagógicos

que lhe são peculiares”.

Isso fica patente quando se analisa o Instrumento MEC/INEP de

Avaliação dos Cursos de Graduação Presenciais e a Distância, que propõe

para atribuição de conceito 5:

[…] bibliografia básica, com no mínimo três títulos por unidadecurricular, disponível na proporção média de um exemplar paramenos de 5 vagas anuais pretendidas/autorizadas, de cada uma dasunidades curriculares, de todos os cursos que efetivamente utilizamo acervo, além de estar informatizado e tombado junto ao patrimônioda IES (MEC/INEP, 2015: 30).

Portanto, no caso do curso em questão, com previsão de oferta de

trezentas (300) vagas anuais, trinta e cinco (35) componentes curriculares

principais, com três (3) referências básicas cada e um exemplar para cada

cinco (5) alunos, têm-se o total de seis mil e trezentos (6.300) exemplares a

serem distribuídos nos três polos de apoio presencial.

Quanto à bibliografia complementar não há exigência de que os títulos

sejam impressos ou estejam presentes no acervo da biblioteca do campus

proponente e nos polos do curso.

Portanto, uma ação inicial realizada foi a de orientar os docentes do

NDE do curso de Pedagogia EaD, quando do processo de escolha das

referências bibliográficas, a se utilizarem do acervo presente nas bibliotecas do

IFSULDEMINAS, sobretudo do campus proponente e seus polos.

Ao final do processo uma lista do acervo necessário será enviado para

consulta junto ao responsável pela biblioteca do campus proponente e polos do

curso.

Tal lista, certificada pelo responsável da biblioteca do campus

proponente e polos do curso, tornar-se-á um documento elucidativo dos títulos

constantes e ausentes no acervo, bem como um instrumento norteador da

política de aquisição de novos títulos pelo campus proponente e seus polos.

Para tanto, será realizado um pedido formal de aquisição dos títulos pelo NDE

e o campus/polos terão dois/três anos para se organizar o orçamento e adquirir

o acervo necessário.

12.1. Bibliotecas dos Polos de Apoio Presencial

Os alunos que buscam os pólos de apoio presencial para ter suporte as

suas necessidades de ensino-aprendizagemprecisam das bibliotecas e,

consequentemente, do profissional bibliotecário. Logo, este aluno deverá

encontrar a infraestrutura necessária para um atendimento eficiente e eficaz de

suas demandas de conhecimento, já que os polos funcionam como extensão

do IFSULDEMINAS.

O MEC estabelece os critérios para o funcionamento das bibliotecas nos

polos de apoio presencial. O documento “Referenciais de Qualidade para

Educação Superior a Distância” estabelece que os mesmos cursos devam ter

em sua infraestrutura de apoio polos com uma biblioteca contendo: “[...] um

acervo mínimo para possibilitar acesso dos estudantes à bibliografia, além do

material instrucional utilizado pelo curso; sistema de empréstimo de livros e

periódicos ligados à sede da IES para possibilitar acesso à bibliografia mais

completa, além do disponibilizado no polo (BRASIL. Ministério da Educação,

2007: 19)

Ainda de acordo com o documento em questão, é importante quem as

bibliotecas dos polos possuam acervo atualizado, amplo e compatível com as

disciplinas ministradas nos cursos ofertados. Seguindo a concepção de

amplitude de meios de comunicação e informação da educação à distância, o

material oferecido na biblioteca deve ser disponibilizado igualmente em

diferentes mídias. É importante também que a biblioteca esteja informatizada,

permitindo que sejam realizadas consultas online, solicitação virtual de

empréstimos dos livros, entre outras atividades de pesquisa que facilitem o

acesso ao conhecimento. Além disso, a biblioteca deve dispor em seu espaço

interno de salas de estudos individuais e em grupo (BRASIL. Ministério da

Educação, 2007: 26).

Todos os serviços supracitados são possíveis de ser oferecidos pelas

bibliotecas do campus proponente e dos polos do curso. De qualquer modo,

uma solicitação formal das necessidades de atendimento dos estudantes foi

enviada à coordenação de bibliotecas do IFSULDEMINAS e aos Diretores

Gerais dos campi envolvidos, de modo a fomentar ações e práticas no sentido

de atender à legislação e aos referenciais de qualidade exigidos.

13. METODOLOGIA

Como ensinar na educação a distância, por meio de atividades

assíncronas e/ou por meio de uma sincronia mediada por tecnologias de

informação e comunicação?

Uma resposta a esta pergunta passará ao largo do tradicional modelo

“explicar a matéria - aplicar o exercício”, já criticado no âmbito da educação

presencial.

Na EaD, é possível – e preciso – pensar em metodologias que

ultrapassem este modelo, sobretudo diante de uma realidade de alunos-

trabalhadores, público que predomina nos cursos a distância. Os “estudos de

caso”, por exemplo, constituem uma excelente alternativa: dão o problema

primeiro e exigem o estudo em sequência.

Nos encontros presenciais obrigatórios a diversificação das

metodologias será incentivada, tais como seminários, trabalhos de campo,

pesquisas em bibliotecas, seminários entre outros, de modo a se evitar o abuso

da aula expositiva. Isso não significa dizer que a aula expositiva não seja

necessária, mas de fomentar a aula expositiva dialogada que permite, com

maior sucesso, a participação e envolvimento dos alunos.

Já na perspectiva das atividades à distância, o discente será informado

sobre os processos acadêmicos previstos para a modalidade a distância, bem

como dos mecanismos de comunicação e de interação disponibilizados.

Nesse sentido, além das capacitações e formações específicas para a

EaD realizadas em disciplinas específica no primeiro semestre e ao longo do

curso nas Práticas como Componentes Curriculares (PCC), um Guia do

Aluno/Disciplina será oferecido aos estudantes.

Nele, descrevem-se as metodologias empregadas com o uso das TIC’s

e as estratégias que possibilitam aos alunos construírem ativamente o

conhecimento; descrevem também o ambiente virtual de aprendizagem (AVA) e

os recursos disponíveis aos discentes; igualmente, informam as práticas

pedagógicas que serão desenvolvidas pelos professores no decorrer do curso

e sua coerência com a metodologia prevista/implantada.

Os recursos disponibilizados no AVA e sua escolha serão orientados por

um Designer Instrucional e buscarão atender aos diferentes perfis de

aprendizagem, a saber:

Ativos: Tendem a reter e compreender melhor a informação

participando ativamente de alguma atividade, discutindo, ou explicando para

outros. Gostam do trabalho em grupo.

Reflexivos: Preferem refletir calmamente sobre a informação; podem

ser mais lentos para iniciar uma atividade e gostam do trabalho individual ou

em equipe.

Sensoriais: Gostam de resolver problemas através de procedimentos

bem estabelecidos e não apreciam complicações e surpresas. Tendem a ser

práticos e cuidadosos e não gostam de disciplinas que não têm uma conexão

aparente com o mundo real.

Intuitivos: Preferem descobrir possibilidades e interrelações; gostam de

inovação e não apreciam a repetição. São rápidos, criativos e apreciam a

variedade.

Visuais: Lembram-se mais do que viram e preferem as representações

visuais, como quadros, gráficos, vídeos e demonstrações.

Verbais: Tiram mais proveito das explanações escritas e faladas;

gostam de ouvir e de tomar notas. Materiais de apoio impressos são úteis para

eles; repetem as palavras, falando ou escrevendo; fazem a leitura de suas

notas em silêncio e transformam diagramas em palavras.

Sequenciais: Constroem conhecimentos em passos lineares, com cada

passo derivado do anterior. Tendem a seguir caminhos lógicos e graduais,

enfatizando a análise e os detalhes.

Globais: Aprendem em grandes saltos, absorvendo o material sem

enxergar conexões e repentinamente compreendem tudo. Precisam do

contexto e têm facilidade para juntar elementos. O foco está na síntese e no

pensamento sistêmico.

Para tanto, diferentes Tecnologias da Informação e Comunicação serão

utilizadas no processo de ensino-aprendizagem.

13.1. Tecnologias da informação e comunicação – TIC’s no processo ensino aprendizagem

São recursos didáticos constituídos por diferentes mídias e

tecnologias, síncronas e assíncronas, com destaque para aquelas

disponíveis no próprio ambiente virtual de aprendizagem Moodle.

As Tecnologias de Informação e Comunicação previstas no processo

de ensino-aprendizagem permitirão a execução do projeto pedagógico do

curso

O Ambiente Virtual de Aprendizagem se define para além de simples

repositório de textos, imagens e vídeos, ou mero veículo de transmissão de

conteúdos lineares, mas uma mídia composta de ferramentas síncronas e/ou

assíncronas que oportunizam novas competências, habilidades, formas de ser

e fazer discente e docente.

Nesse sentido, o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) será

construído atendendo aos princípios do Design Instrucional e da Aprendizagem

e-Learning, permitindo a realização das seguintes atividades, a saber:

Atividades assíncronas (autoinstrucionais e colaborativas): atividades

nas quais o discente desenvolve sem horário determinado e dirigido por

recursos de ensino e aprendizagem (REAs), tais como efetuar leituras, assistir

a vídeo aulas, percorrer objetos de estudos, efetuar pesquisas, participar de

fóruns de discussão dentre outras.

Atividades síncronas (interativas e supervisionadas): atividades nas

quais os discentes participam, a partir de horários previamente agendados,

tendo sua participação e interação supervisionadas pelo docente e/ou

mediador (tutor), que podem ser virtuais (chat, videoconferência ou

webconferência) ou ainda presenciais (aulas e avaliações).

Tele aulas: síncronas (aula com horário previamente agendado e com a

participação dos discentes) e assíncronas (aulas gravadas para serem

assistidas pelos discentes sem horário previamente agendado).

Para cumprir os objetivos mínimos previstos é necessário que o AVA

contenha recursos mínimos de atividades e que os docentes as utilizem

diversificadamente, tais como aquelas presentes no Ambiente Virtual de

Aprendizagem Moodle, que é o AVA escolhido para a oferta do curso.

Destacam-se, dentre outros:

– Referendo: atividade que permite ao docente realizar sondagens de

opinião sobre diversos assuntos. O docente produz uma questão diagnóstica e

as opções de resposta das quais os discentes terão que assinalar.

– Diário: ferramenta que permite atividades reflexivas. O docente propõe

questões para reflexão ou permite que os discentes produzam narrativas livres.

Os discentes poderão em qualquer momento continuar ou alterar suas

reflexões e os docentes poderão intervir a qualquer momento. Trata-se de uma

ferramenta privada na qual apenas o discente autor do diário e o respectivo

docente têm acesso ao seu conteúdo.

- Diálogo: ferramenta que permite a troca de mensagens entre dois

participantes (docente-discente/discente-discente). Desde que a atividade

tenha sido criada, qualquer participante pode iniciar um diálogo, convidando

alguém para uma conversa assíncrona.

– Lição: utilizada quando é necessário transmitir aos discentes

informações sobre um assunto complexo organizando-o em tópicos. O assunto

é dividido em tópicos menores a serem apresentados por partes e de acordo

com uma estrutura de navegação.

– Glossário: dicionário que pode ser utilizado para escrever alguns

termos relacionados com um determinado assunto. Uma das suas

funcionalidades mais importantes é a possibilidade de realçar termos existentes

no glossário ao aparecerem num recurso ou atividade da página (hiperlinks).

– Trabalho: permite ao docente agendar /propor a realização de tarefas

que envolvam a elaboração de algum produto em formato digital a ser

submetido na plataforma em prazo definido. As tarefas mais comuns neste tipo

de atividade incluem artigos, ensaios, projetos e relatórios. O docente dispõe

de um campo para comentar cada trabalho.

– Inquérito: o moodle disponibiliza Inquéritos orientados para o

conhecimento das atitudes e práticas relativamente à aprendizagem on-line.

– Questionário: permite ao docente criar testes objetivos com diferentes

tipos de perguntas (múltipla escolha; verdadeiro/falso; respostas curtas). Os

questionários e as perguntas ficam registados na base de dados para

reutilização em diferentes cursos e contextos. Na construção de um

questionário, o professor pode fazer algumas escolhas, como mostrar ou não

os resultados no final do questionário.

– Workshop: atividade de avaliação entre pares (participantes) com uma

vasta gama de opções. Os participantes podem avaliar os projetos e trabalhos

de outros participantes.

– Fórum: forma de interação e comunicação assíncrona fundamental em

ambiente de aprendizagem a distância. É nos fóruns que tem lugar o debate, a

partilha de ideias e o esclarecimento de dúvidas. Um fórum pode ser

configurado para que os alunos sejam automaticamente inscritos na discussão,

o que significa que receberão cada mensagem colocada no fórum na sua caixa

de e-mail.

– Chat: chat ou conversa síncrona permite aos participantes discutir um

tema ou afinar estratégias a distância mas em tempo real. A atividade de Chat

pode ser agendada e associada apenas a determinada sessão com objetivos

definidos ou constituir um espaço aberto, informal, sempre disponível. Um

aspecto importante para o docente é a possibilidade de manter em arquivo o

conteúdo das conversas realizadas.

– Wiki: página web que pode ser editada colaborativamente, ou seja,

qualquer participante pode inserir, editar, apagar textos. Oferece suporte a

processos de aprendizagem colaborativa. As versões antigas são arquivadas e

podem ser recuperadas a qualquer momento.

13.2. Mecanismos de interação e tutoria

Não basta garantir as estruturas tecnológicas de TIC, ao contrário,

elas devem ser efetivas na comunicação dos envolvidos. Portanto, para

além da descrição do AVA, importa descrever os mecanismos de

atendimento ao público e as estratégias utilizadas para motivar estudantes,

tutores e professores a promoverem ensino-aprendizagens colaborativas no

AVA.

Uma estratégia é a oferta de uma disciplina específica de

Ambientação, com o titulo de Educação Aberta e a Distância, que não irá se

restringir ao ensino das condições de acesso e introdução ao Moodle, além

da produção do Guia de Curso/Estudo aos alunos, já referenciados.

Além disso, busca-se introduzir novas formas de interação capazes

de realizar um acompanhamento efetivo dos estudantes, evitando sua

evasão. Para tanto, os tutores são essenciais, pois tem o mérito de

estabelecerem uma comunicação permanente e continuada em diferentes

espaços geográficos e tempos, de modo a possibilitar ao discente a

aquisição de conhecimentos e habilidades, bem como desenvolver a

sociabilidade, por meio de atividades da comunicação, interação e troca de

experiências.

O tutor, no exercício da função auxiliar docente participa ativamente

da prática pedagógica. Trata-se de um profissional que deverá ser graduado

na área do curso e selecionado pelo campus proponente, no mínimo em

número de três (3), ou seja, um para cada polo de apoio presencial e com

carga horária de trabalho semanal de 20 horas, incluindo fins de semana.

Os tutores serão responsáveis pela mediação do processo

pedagógico com estudantes geograficamente distantes ou presentes nos

polos de apoio presencial. São atribuições do tutor a distância, a saber:

esclarecer dúvidas; promover espaços de construção coletiva de

conhecimentos; selecionar material de apoio e sustentar teoricamente os

conteúdos; assistir ou auxiliar o professor nos processos avaliativos de

ensino-aprendizagem.

Os tutores deverão também ser devidamente capacitados para utilização

das TICs, atuando por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem,

preferencialmente na sede do campus proponente e seus polos.

13.3 Papel do Professor e Papel do Tutor

Sobre a relação do professor com o tutor, o Núcleo Docente Estruturante

- NDE do Curso de Pedagogia definiu que o professor deverá fazer uma

apresentação da disciplina para o tutor que acompanhará o seu trabalho, pois

acredita-se na importância de ter a figura do tutor como co-formador.

O NDE, quanto ao papel do tutor e ao papel do professor, definiu

algumas questões: o tutor deverá ser responsável pelos lançamentos de notas

no Moodle; já o professor fará o lançamento de notas no Webgiz; o tutor deverá

corrigir questões online, apesar de existir alguns questionários que já são

fechados e o próprio sistema corrige. O tutor precisa participar de fóruns que

são online, portanto, para que o tutor realize correções nos fóruns são

necessários alguns esclarecimentos por parte dos professores; o tutor também

deverá realizar correções de provas escritas desde que tenha um roteiro

elaborado pelo professor para que fique claro o que deve ser considerado na

correção; todos os professores de cada semestre deverão realizar uma reunião

com o tutor; toda a comunicação do professor com o tutor deve ocorrer por

meio do Moodle para que fique tudo registrado; o professor é responsável pela

elaboração da apostila e do guia da disciplina; o professor é responsável em

elaborar as questões da prova presencial bem como do gabarito e encaminhar

ao tutor para aplicação; o professor deverá elaborar três provas, sendo uma

para aplicar normalmente, uma segunda prova que seria uma forma de

“segunda chance” para quem não atingiu a nota e uma terceira prova para

aqueles alunos que faltaram no dia da avaliação presencial; o professor da

disciplina deve participar de pelo menos uma videoconferência ou

webconferência. O NDE definiu ser importante o professor marcar um fórum

para esclarecer duvidas dos alunos antes das provas.

13.4 Os encontros presenciais obrigatórios

O NDE definiu que os encontros presenciais ocorrerão por

videoconferência, ou seja, o tutor se reunirá com os alunos e a aula será

transmitida por videoconferência.

- Aula Inaugural do Curso

No início do curso haverá uma aula inaugural com a presença de todos

os docentes do primeiro semestre, bem como a presença de DDE’s e CGE’s,

do Coordenador do Curso e dos professores do NDE do Campus. Nesta aula

inaugural, que também poderá ocorrer por videoconferência, é importante que

os DDE’s e CGE’s façam uma explanação sobre a instituição e o “Aluno de

EaD”; que o Coordenador do Curso explique a estrutura pedagógica do Curso

e, que os docentes falem sobre suas disciplinas.

Assim, os trezentos alunos deverão se reunir com seus tutores em seus

respectivos Pólos. Os tutores devem aproveitar o máximo a presença dos

alunos nos Pólos para ensinar a logar, esclarecer as dúvidas, treinar esses

alunos para a utilização da plataforma. Neste dia o aluno receberá o material

impresso referente ao primeiro semestre: Guia Geral do Curso, Materiais

impressos das disciplinas (Apostila e Guia da Disciplina). O tutor distribuirá o

material aos alunos.

Demais encontros presenciais

Para cada disciplina deverá ocorrer, no mínimo, um encontro presencial

para a realização da prova presencial que será aplicada pelo tutor, portanto, o

número de disciplinas será o número de encontros presenciais.

14. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

Ao instituir as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial e

Continuada em Nível Superior de Profissionais do Magistério para a Educação

Básica, a Resolução nº 2, de 1º de Julho de 2015, prevê no Art. 1º: princípios,

fundamentos, dinâmica formativa e procedimentos a serem observados nas

políticas, na gestão e nos programas e cursos de formação, bem como no

planejamento, nos processos de avaliação e de regulação das instituições de

educação que as ofertam (BRASIL, 2015, p.2).

Com o intuito de garantir aos docentes a formação plena para o

exercício integrado e indissociável da docência na educação básica, incluindo o

ensino e a gestão educacional, e os processos educativos escolares e não

escolares, da produção e difusão do conhecimento científico, tecnológico e

educacional, a Resolução nº 2, de 1º de Julho de 2015, define uma base

comum nacional quanto à estrutura e currículo dos cursos de licenciatura,

destacando a obrigatoriedade para o cumprimento do Estágio Curricular

Supervisionado:

(...) II - 400 (quatrocentas) horas dedicadas ao estágiosupervisionado, na área de formação e atuação na educação básica,contemplando também outras áreas específicas, se for o caso,conforme o projeto de curso da instituição;

(...) § 6º O estágio curricular supervisionado é componente obrigatórioda organização curricular das licenciaturas, sendo uma atividadeespecífica intrinsecamente articulada com a prática e com as demaisatividades de trabalho acadêmico. (BRASIL, 2015, p. 2).

Segundo Tardif (2002, p. 13), os professores possuem, desenvolvem e

adquirem saberes variados, provenientes de suas experiências pessoais e

profissionais. Os conhecimentos curriculares adquiridos na universidade, ou

seja, na formação inicial, assim como os didático-pedagógicos que advém da

formação profissional são entendidos como cultura pessoal que constituem sua

prática pedagógica.

Quanto à formação inicial do professor, o mesmo deve compreender que

assumir-se como sujeito também da produção do saber, desenvolvendo a

concepção de que ensinar não é apenas transmitir conhecimento, mas articular

vários conhecimentos e criar possibilidades para sua produção ou construção

constitui um dos saberes indispensáveis para sua prática docente

(RAYMUNDO, 1996, p.364).

O Estágio Curricular Supervisionado, constitui um terreno fértil para a

construção de saberes que permitirão ao futuro docente estruturar sua prática

pedagógica, por meio da articulação de fundamentos teóricos, metodológicos e

práticos adquiridos nas disciplinas do curso de licenciatura em pedagogia,

assim como, viabilizar a relação próxima do futuro pedagogo com o ambiente

que envolve seu cotidiano; assim, a partir desta experiência os acadêmicos

começarão a se compreenderem como futuros professores, pela primeira vez

encarando o desafio de conviver, falar e ouvir, com linguagens e saberes

distintos do seu meio, mais acessível à criança. (PIMENTA, 1997).

Elemento indispensável na formação docente, o estágio supervisionado

constitui o currículo do Curso Superior de Licenciatura em Pedagogia,

modalidade à distância do Instituto Federal do Sul de Minas e é regido pelas

Normas de Estágio Curricular Supervisionado oferecido pelo IFSULDEMINAS

em consonância com a Lei nº 11.788/08. Este deverá ser realizado junto a

pessoas jurídicas de direito público ou privado, obrigatoriamente em

instituições de ensino, sob a supervisão de um professor habilitado desta. O

discente poderá iniciar suas atividades de estágio a partir do 5º (quinto) período

do curso, com professor supervisor definido e com carta de aceite assinada.

A carga horária total do estágio supervisionado compreenderá 400

(quatrocentas) horas, sendo estas organizadas entre a Educação Infantil, anos

iniciais do Ensino Fundamental e a gestão destes e dos anos intermediários e

finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio, regular ou EJA, distribuídas

entre atividades de orientação, observação, pesquisa e regência, conforme

Quadro 01.

Segundo a Resolução nº 2, de 1º de Julho de 2015, Art. 15, parágrafo 7,

os portadores de diploma de licenciatura com exercício comprovado no

magistério e exercendo atividade docente regular na educação básica poderão

ter redução da carga horária do estágio curricular supervisionado até o máximo

de 100 (cem) horas (BRASIL, 2015, p. 13).

Caso o acadêmico realize estágio não obrigatório antes do 5º (quinto)

período e este não será contabilizado como horas de estágio obrigatório.

Quadro 01 – Organização da distribuição de horas de Estágio CurricularSupervisionado em seus respectivos semestres.

DisciplinasSemestres e quantidade dehoras de estágio por disciplinaCarga Horária por Semestre

5º 6º 7º 8ºAlfabetização 30 30 - -

Artes 15 15 - -Ciências - 10 20 -

Educação Física 15 15 - -Gestão Escolar - - 35 35

Língua Portuguesa 20 20 20 -Geografia - 10 20 -História - 10 20 -

Matemática 20 20 20 -Total por semestre 100 130 135 35

Legenda:

Nível de Ensino Cor

Educação Infantil.Anos iniciais do Ensino Fundamental –1º, 2º e 3º anos.

Anos iniciais do Ensino Fundamental – 4º e 5º anos.

Ensinos Fundamental I e II e Médio – Regulares ou EJA.

As atividades vinculadas ao estágio supervisionado devem compreender

desde a observação nas unidades escolares no que concerne às reuniões

pedagógicas e de pais, assim como da prática pedagógica de professores já

atuantes em sala de aula para as devidas problematizações. A análise de

planos de ensino, projetos político pedagógicos, currículos oficiais da educação

infantil, ensinos fundamental e médio, resultados das avaliações em larga

escala, viabilizaram o entendimento de questões relacionadas à gestão escolar.

Quanto à regência, os futuros professores deverão realizar um trabalho

de pesquisa e planejamento, devidamente orientados pelos coordenadores de

estágio, a fim de desenvolver em sala de aula atividades que os permitam

vivenciar práticas de ensino inovadoras e que estejam à luz dos fundamentos

teórico-metodológicos trabalhados durante o curso de pedagogia (articulação

com as disciplinas). Serão levadas em consideração, as horas destinadas à

pesquisa e planejamento das aulas que serão ministradas nas diferentes áreas

do conhecimento, conforme determinação conjunta dos coordenadores de

estágio dos polos, assim como a quantidade de horas de observação e

regência.

O estágio supervisionado será avaliado por meio de fichas de registro

contendo itens fundamentais da observação em sala de aula ou na instituição

de ensino: local de realização do estágio, endereço, telefone, quantidade de

horas realizadas e suas respectivas datas, atividades observadas e assinatura

do professor e diretor da escola. Quanto à regência, será avaliado relatório

final contendo: plano de aula, narrativa elaborada a partir da execução da aula,

sistematização das impressões do futuro professor quanto a suas observações

e regência.

As fichas e relatórios terão seus formatos definidos pelos coordenadores

de polos também em parceira.

Vale ressaltar que a observação e a regência serão realizadas na

Educação Infantil e Ensino Fundamental (1º ao 5º ano), somadas às questões

de análise da gestão escolar, estas por sua vez, devem se estender da

Educação Infantil até o Ensino Médio, regular ou EJA.

Os coordenadores de polo serão contratados mediante abertura de edital

e deverão ter formação específica em pedagogia, com especialização na área

de educação.

A realização do estágio dar-se-á mediante termo de compromisso

celebrado entre o acadêmico e a parte concedente,com interveniência

obrigatória da Instituição de Ensino. Entende-se por parte concedente, escolas

de educação infantil, ensino fundamental ou médio, privadas, municipais ou

estaduais. O estágio não gera vínculo empregatício de qualquer natureza.

15. ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS (AACC)/ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Conforme a Resolução nº 2/2015, para os cursos de formação docente,

compreendemos que as atividades acadêmicas, científicas e culturais

complementares à formação são aquelas previstas no Núcleo de Estudos

integradores para enriquecimento curricular, compreendendo a participação

em:

[...] a) seminários e estudos curriculares, em projetos de iniciaçãocientífica, iniciação à docência, residência docente, monitoria eextensão, entre outros, definidos no projeto institucional da instituiçãode educação superior e diretamente orientados pelo corpo docente damesma instituição; b) atividades práticas articuladas entre ossistemas de ensino e instituições educativas de modo a propiciarvivências nas diferentes áreas do campo educacional, assegurandoaprofundamento e diversificação de estudos, experiências e utilizaçãode recursos pedagógicos; c) mobilidade estudantil, intercâmbio eoutras atividades previstas no PPC; d) atividades de comunicação eexpressão visando à aquisição e à apropriação de recursos delinguagem capazes de comunicar, interpretar a realidade estudada ecriar conexões com a vida social. (Resolução CNE/CP 02/2015, p. 10)

Dessa forma, tais atividades não se resumem a ações de naturezas

didática e acadêmica, envolvendo práticas socioculturais que estejam, de

algum modo, relacionadas à formação do docente. Entende-se que, também no

Ensino Superior, os discentes devem estar imersos em atividades que

contribuam tanto para sua formação cidadã, quanto para a sua prática

profissional, principalmente porque, os professores a serem formados serão os

educadores futuros. As atividades aqui consideradas se revestem, portanto, de

singular relevância para a complementação da formação do pedagogo.

Essas atividades, que totalizam 200 horas, são obrigatórias, e podem

ser realizadas pelos graduandos durante o período de integralização do curso,

devendo ser devidamente comprovadas por meio da apresentação de

certificados ou declarações cuja veracidade deverá ser passível de verificação.

A análise e a validação das atividades em questão, bem como a pontuação

máxima a ser permitida para cada categoria entre as que foram acima

elencadas serão de responsabilidade do Colegiado de Curso, conforme registro

a ser definido pelo NDE do curso,

O(A) discente deverá comprovar, mediante a programação ajustada com

a Coordenação de AACC, e sob acompanhamento e supervisão desta,

atividades complementares extra-classes, que perfaçam a duração

estabelecida na estrutura curricular, concernente às seguintes modalidades:

I - Iniciação Científica

II - Pesquisa Orientada

III - Eventos na Área de Educação

IV - Atividades de Extensão

V - Monitoria

VI - Gestão ou Representação Estudantil

VII - Laboratório de Informática ou de Idiomas

VIII - Atividades Artísticas e Culturais

Segue abaixo o Regulamento das Atividades Acadêmico-Científico-

Culturais (AACC)/ Atividades Complementares (AC) do curso de

Licenciatura em Pedagogia – modalidade EaD.

15.1 Regulamento das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC)/Atividades Complementares

As Atividades Acadêmico-Científico-Culturais constituem um conjunto de

ações que o aluno realiza, perfazendo um total de 200 (duzentas) horas,

visando enriquecer a formação acadêmica oferecida pelo curso de Pedagogia.

A ideia subjacente é que a formação do pedagogo não se resume ao

conhecimento que é apresentado no âmbito escolar. O graduando, sujeito de

sua própria formação, deve procurar outras maneiras de agregar elementos à

constituição de sua pessoa e de seu ser profissional.

O regulamento, abaixo descrito, orienta as atividades do curso de

Pedagogia no sistema Superior à Distância.

I – DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1o. Este regulamento dispõe sobre o regime de atividades

complementares próprias do Curso de Pedagogia à Distância do Instituto

Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais e

estabelece a sua forma de realização, atendendo à normatização da CP 02 de

fevereiro de 2002/CNE e publicadas no DOU de 04.03.2002, Resoluções do

MEC.

Art. 2o. Compreende-se como atividade complementar aquela

acadêmico-científico-cultural especificada ou não, na organização curricular do

curso de Pedagogia EaD que visa complementar a formação do acadêmico

de acordo com o perfil profissiográfico do graduando.

Art. 3o. As atividades complementares devem atender integralmente à

legislação e estar articuladas com os objetivos da IFSULDEMINAS e do Curso

de Pedagogia EaD.

Art. 4o. As atividades complementares previstas e quantificadas na

organização curricular serão cumpridas nas formas e condições descritas neste

regulamento, abrangendo as seguintes modalidades: extensão, eventos na

área de educação, pesquisa e iniciação científica, monitoria, participação em

congressos apresentando trabalhos, frequentando cursos, mini-cursos, "work-

shops" e/ou como ouvinte, representação estudantil, laboratórios de informática

e/ou de idiomas, atividades culturais e artísticas de cunho educacional e em

consonância com o perfil profissiográfico do curso.

Art. 5o. A escolha e a validação das atividades complementares deverão

objetivar a flexibilização do currículo pleno e a contextualização do processo

ensino-aprendizagem, propiciando ao acadêmico a ampliação epistemológica,

a diversificação temática e o aprofundamento interdisciplinar como parte do

processo de individualização da sua formação acadêmica.

II- DO ÓRGÃO GESTOR

Art. 6o. A Coordenação de AAC será o órgão responsável pela

administração do regime de atividades complementares e cumprimento das

normas regimentais e regulamentares aplicáveis.

Art. 7o. Cabe à Coordenação de AACC:

I - coordenar e controlar a oferta e atendimento das diversas modalidades

de atividades complementares do Curso;

II - acompanhar a execução das programações específicas por

modalidades;

III -validar a participação discente nas atividades complementares;

IV - registrar e gerenciar, para efeitos curriculares, as bases de dados sobre

a participação e avaliação de cada discente do curso;

III – DA VALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Art. 8o. O conjunto das atividades complementares será desenvolvido

observando o limite global mínimo de 200 (duzentas) horas e específico de

carga horária por modalidade durante o curso regular, inclusive habilitação

específica, conforme a discriminação constante da respectiva organização

curricular e as normas estabelecidas no presente documento.

Art. 9o. Serão consideradas válidas, as atividades complementares

oferecidas pelo IFSULDEMINAS, bem como aquelas em parceria ou co-

patrocínio com outras instituições, desde que articuladas como o perfil

profissiográfico do curso.

Art. 10o. A apresentação, para registro, de atividades complementares

realizadas em outras instituições, entidades ou órgãos, sem o prévio

conhecimento e autorização da Coordenação de AACC, será invalidada.

§ 1º.O(A) discente que desejar participar de atividades complementares

promovidas por outra instituição deverá requerer autorização e justificar sua

participação, cabendo à Coordenação de AACC emitir parecer a respeito.

§ 2o. A validação da atividade complementar, autorizada e realizada em

outra instituição, será validada para efeito de registro como AACC quando: a) o

acadêmico apresentá-la no prazo máximo de 30 (trinta) dias após a execução

da mesma comprovando, inclusive, seu aproveitamento.

§ 3o O processo de requerimento, comprovação e validação da atividade

complementar será encaminhado aos setores competentes, para os

necessários registros acadêmicos, que deverão constar dos históricos

escolares individuais.

§ 4o É vedada a validação de qualquer modalidade de atividade

complementar realizada anteriormente ao ingresso do acadêmico no curso,

salvo em se tratando de situação de transferência.

IV – DA IMPLEMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARE

Art. 11. O (A) discente deverá desenvolver uma programação com

duração prevista na organização curricular do Curso de Pedagogia EaD.

Art. 12. A carga horária reservada às atividades complementares será

de, no mínimo, 200 (duzentas) horas, desenvolvidas durante o tempo de

integralização do curso.

Art. 13. É vedado o cômputo concomitante ou sucessivo, como atividade

complementar, de cargas horárias ou conteúdos, trabalhos, atividades ou

práticas próprios das disciplinas do currículo pleno, do Estágio Curricular

Obrigatório, da Prática do Componente Curricular (PCC)ou ainda os destinados

à elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

Parágrafo Único - Não serão consideradas a esse efeito as atividades de

pesquisa ou extensão e demais modalidades que não estejam expressa e

previamente vinculadas ao regime de atividades complementares.

Art. 14. O(A) discente deverá comprovar, mediante a programação

ajustada com a Coordenação de AACC, e sob acompanhamento e supervisão

desta, atividades complementares extra-classes, que perfaçam a duração

estabelecida na estrutura curricular, concernente às seguintes modalidades:

I - Iniciação Científica

II - Pesquisa Orientada

III - Eventos na Área de Educação

IV - Atividades de Extensão

V - Monitoria

VI - Gestão ou Representação Estudantil

VII - Laboratório de Informática ou de Idiomas

VIII - Atividades Artísticas e Culturais

I - iniciação científica:

a) elaboração de estudos ou trabalhos monográficos de iniciação científica,

de artigos, ensaios, opúsculos ou similares no campo da educação, de autoria

individual comprovada e/ou em equipe, sob orientação de docente e supervisão

da Coordenação de AACC, totalizando no máximo 20 (vinte) horas por obra, a

juízo da Coordenação;

b) os trabalhos intelectuais, sob qualquer das formas referidas na alínea

anterior, que, por sua extensão, valor intrínseco e contribuição doutrinária,

tenham sido aceitos e publicados em revista ou seção especializada de

periódicos (não computados para efeito da alínea “a”), totalizando no máximo

20 (vinte) horas por obra, a juízo da Coordenação.

II - pesquisa orientada, observado o limite máximo de 40 (quarenta) horas,

não se computando as exigidas em cada disciplina específica:

a) elaboração de trabalhos de pesquisa no campo da Educação, sob

orientação docente e supervisão da Coordenação de AACC, exceto as exigidas

como disciplinas curriculares, na forma da regulamentação específica,

totalizando no máximo até 20 (vinte) hora por obra, a juízo da Coordenação do

Curso;

b) participação em projetos de pesquisa institucional, inter-institucional ou

de iniciativa docente, com supervisão da Coordenação de AACC, devidamente

comprovada por certidão ou declaração do órgão responsável, de que conste o

aproveitamento e a carga horária efetiva cumprida pelo acadêmico, na forma

da regulamentação específica, totalizando no máximo20 (vinte) horas por obra,

a juízo da Coordenação.

III - eventos na área de Educação, patrocinados ou não pelo

IFSULDEMINAS, desde que aceitos pela Coordenação de AACC, na forma da

regulamentação específica, excetuado o exigido como disciplina curricular, com

o mínimo de 50 (cinquenta) horas e o máximo de 100 (cem) horas:

a) comparecimento em palestras, defesas de teses ou dissertações, em

seminários, simpósios, congressos ou conferências e afins, totalizando no

máximo 4 (quatro) horas por evento, a juízo da Coordenação;

b) participação como debatedor em eventos na área de Educação,

totalizando no máximo 8 (oito) horas por evento, a juízo da Coordenação;

c) apresentação de trabalhos, como expositor em eventos na área de

Educação (exceto os computados para efeito das alíneas a ou b do inciso 1),

totalizando no máximo 10 (dez) horas-aula por evento, a juízo da Coordenação

do Curso.

IV - atividades de extensão, com o mínimo de 20 (vinte) horas e o máximo

de 60 (sessenta) horas, não se computando para esse efeito as atividades

inseridas na programação específica do estágio supervisionado:

a) participação efetiva em projetos, programas ou serviços de extensão na

área de Educação (extensão solidária ou comunitária), como função específica

ou associados ao ensino, patrocinados ou não pelo IFSULDEMINAS, mediante

a Coordenação de AACC, ou por esta aceito e validado, na forma da

regulamentação específica, totalizando no máximo 20 (vinte) horas, a juízo da

Coordenação;

b) participação em atividades ou eventos culturais, patrocinados pelo

IFSULDEMINAS ou outra instituição congênere, desde que aprovados pela

Coordenação de AACC, na forma da regulamentação específica, totalizando no

máximo 20 (vinte) horas, a juízo da Coordenação.

V - monitoria, perfazendo o máximo de 40 (quarenta) horas:

a) exercício, com proficiência, da função de monitor em disciplina do Curso,

comprovada perante a Coordenação de AACC, na forma da regulamentação

específica, totalizando no máximo 40 (quarenta) horas, a juízo da

Coordenação.

Obs.: o(a)discente monitor será selecionado pelo regimento regular do Curso,

obedecendo à Edital próprio.

VI - gestão ou representação estudantil, comprovada perante a Coordenação

de AACC, na forma da regulamentação específica, totalizando no máximo 40

(quarenta) horas:

a) participação em órgão de direção de entidades de natureza acadêmica e

sócio-cultural no âmbito do IFSULDEMINAS, totalizando no máximo 10 (dez)

horas por período letivo, a juízo da Coordenação;

b) investidura como representante estudantil junto a colegiados

acadêmicos ou administrativos do IFSULDEMINAS, cuja composição a preveja,

totalizando no máximo, 10 (dez) horas por período letivo, a juízo da

Coordenação.

VII - laboratório de informática ou de idiomas, totalizando no máximo 50

(cinquenta) horas: participação em cursos especiais e programas de

capacitação ou treinamento, na área de informática, com utilização de recursos

computacionais em laboratório, sob orientação docente, no âmbito

doIFSULDEMINAS, ou fora del e, desde que validados, na forma da

regulamentação específica, perante a Coordenação de AACC, totalizando no

máximo 10 (dez) horas por período letivo, a juízo do Coordenação de AACC;

participação em cursos especiais e programas de aprendizagem e

aperfeiçoamento de idiomas estrangeiros, com utilização de laboratórios e

recursos multimídia, sob orientação docente, no âmbito doIFSULDEMINAS, ou

fora dele, desde que aceitos e validados, na forma da regulamentação

específica perante a Coordenação deAACC, totalizando no máximo 10 (dez)

horas por período letivo, a juízo da Coordenação;

VIII - atividades artísticas e culturais, totalizando no máximo 40 (quarenta)

horas: participação em peças teatrais de natureza cultural e educacional,

totalizando no máximo 10 (dez) horas por período letivo, a juízo da

Coordenação de AACC; participação em eventos musicais, de pintura, dança,

artesanato, educação física, exposições culturais, lançamentos de livros,

poesia de natureza cultural e educacional, totalizando no máximo 10 (dez)

horas por período letivo, a juízo da Coordenação de AACC.

V – DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 15. Cabe à Coordenação de AACC e à Coordenação do Curso de

Pedagogia EaD, conforme o caso, na forma das regulamentações específicas,

a co-responsabilidade de promover, gerenciar, coordenar e implementar as

atividades complementares, e de fazer observar o regime respectivo e a

programação ajustada, a cada módulo letivo, com os acadêmicos participantes.

Art. 16. Será designado pela Coordenação do Curso de Pedagogia EaD,

um docente responsável pelo acompanhamento e registro das Atividades

Complementares realizadas pelo (a) acadêmico (a), a quem será estabelecida

a Coordenação de AACC.

§ 1º.A Coordenação de AACC deverá apresentar, ao final de cada

módulo letivo,um relatório detalhado das atividades complementares

executadas pelo(a) discente à Coordenação do Curso.

Art. 17. Dos atos ou decisões da Coordenação de AACC, caberá

recurso à Coordenação do Curso.

Art. 18. As propostas deverão atender o desenvolvimento administrativo

e pedagógico do IFSULDEMINAS e corroborados pelo Colegiado do Curso de

Pedagogia EaD.

Art. 19. Os casos omissos serão dirimidos pela Coordenação do Curso

conjuntamente com seu Colegiado.

16 PRÁTICAS ENQUANTO COMPONENTE CURRICULAR - PCCs

Conforme § 1º, inciso I, do artigo 13º da Resolução CNE/CP nº 02/2015,

que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível

superior e formação continuada, fica estabelecida a obrigatoriedade da

realização de 400 (quatrocentas) horas de práticas enquanto componentes

curriculares (PCCs). Com isso, os cursos de licenciatura devem propiciar

atividades práticas e teóricas aos estudantes relacionadas ao exercício da

docência do futuro professor da educação infantil e do ensino fundamental,

além de apresentá-los à vivência de práticas educativas relacionadas a ações

cotidianas não escolares.

A referida Resolução aponta ainda que o caráter integrador de

conteúdos deve ser adotado em fases iniciais do curso. Deste modo, o curso

de Licenciatura em Pedagogia, modalidade EaD, do IFSULDEMINAS,

disponibiliza aos estudantes 6 (seis) disciplinas de Práticas enquanto

Componentes Curriculares (PCCs), as quais encontram-se distribuídas ao

longo da grade curricular e, ofertadas desde o 1º período do curso. Essas

disciplinas totalizam 400 (quatrocentas) horas ao final do curso.

Nas disciplinas de Práticas enquanto Componentes Curriculares, cabe

aos estudantes de Licenciatura em Pedagogia, a partir da integração dos

conhecimentos obtidos ao longo do semestre letivo, a elaboração de material

(is) - técnico, científico, didático e pedagógico - relacionado aos conteúdos de

Pedagogia ministrados. Cabe também aos estudantes a confecção de

Portfólios relativos às ações e atividades realizadas pelos discentes durante o

desenvolvimento das disciplinas de PCCs. Neste caso, o portfólio corresponde

à produção de documentação descritiva das atividades planejadas e

executadas pelos estudantes de Pedagogia ao longo da disciplina de PCC,

contendo registro textual e fotográfico.

Os estudantes serão divididos em grupos para planejamento, execução,

implantação, avaliação e apresentação das atividades desenvolvidas ao longo

das disciplinas de Práticas enquanto Componentes Curriculares. Isso

incrementará a capacidade dos discentes quanto às práticas frequentes e

comuns à profissão de professor, em que a execução de tarefas e ações

constitui-se em trabalho em equipe.

Ao final do semestre letivo, o (s) material (is) elaborado (s) deverá (ão)

ser apresentado (s) a uma comissão de avaliação composta por docentes

vinculados ao IFSULDEMINAS. Essa comissão será composta por, no mínimo,

3 (três) docentes, os quais também serão responsáveis pela orientação das

atividades desenvolvidas pelos estudantes ao longo do processo de elaboração

do(s) material(is) técnico-científico-didático-pedagógico. Após confecção e

apresentação do(s) material(is) pelos estudantes, a comissão de avaliação

deverá qualificar o(s) material(is) e respectivos documentos apresentados(s)

como suficiente (aprovado) ou insuficiente (reprovado).

O material produzido pelos estudantes e que auxiliará o registro das

ações e atividades implementadas pelos discentes para cumprimento das

disciplinas de PCCs poderá ser constituído por:

criação de material de áudio, visual ou audiovisual relacionado à área da

Educação;

proposição, execução e avaliação de atividades lúdicas voltadas para

práticas educacionais;

planejamento e criação de projetos associados à área de Educação,

envolvendo os níveis de ensino: Educação Infantil e Ensino

Fundamental;

planejamento, criação, organização e desenvolvimento de campanhas

destinadas à sensibilização da comunidade quanto a assuntos atrelados

à Educação;

planejamento, criação, organização e desenvolvimento de campanhas

de integração escola-comunidade;

A PCC, em cada uma das disciplinas que a abrigará, será uma reflexão

sobre o conteúdo de Pedagogia que está sendo aprendido pelo estudante e

que será ensinado por este quando de sua atuação profissional como

professor. As atividades são desenvolvidas no ambiente educativo, futuro

campo de atuação do profissional, e servem como oportunidade para o

confronto entre a teoria e a prática, com vistas à investigação científica. Tais

atividades respeitam os níveis de assimilação, o que depende das condições

teórico-metodológicas do aluno.

A inserção da prática enquanto componente curricular objetiva associá-la à

dimensão do conhecimento por meio da reflexão sobre a atuação profissional e

permite ainda a articulação entre as demais disciplinas, não se restringindo

apenas ao estágio, e tendo como finalidade a articulação das diferentes

práticas, numa perspectiva interdisciplinar.

Finalmente, o não cumprimento das 400 horas associadas às Práticas

enquanto Componentes Curriculares implicará na reprovação e suspensão

da emissão do diploma.

17. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO EAPRENDIZAGEM

Aproveitamento de Estudos

O Curso de Pedagogia, na modalidade EaD do IFSULDEMINAS, poderá

realizar aproveitamento de estudos de disciplinas cursadas com aprovação, em

instituição congênere.

O aluno deverá fazer a solicitação, acompanhada do Histórico Escolar e

Conteúdos Programáticos.

Caberá a análise e aprovação ao Colegiado do Curso de Pedagogia, na

modalidade EaD.

Sistema de Avaliação: instrumentos e valores

A Avaliação da Aprendizagem das disciplinas do Curso de Pedagogia, na

modalidade EaD do IFSULDEMINAS, deverá ser realizada de dois modos:

- de forma presencial e

- através do ambiente virtual.

Avaliação da Aprendizagem de forma presencial:

a) Serão realizadas de forma presencial a Prova Presencial, a Reavaliação

e a Segunda Oportunidade;b) O docente da disciplina deverá elaborar três (03) provas, sendo:

- uma primeira Prova Presencial;

- uma segunda prova como Reavaliação, para aqueles alunos que

faltaram no dia marcado para a aplicação da Prova Presencial;

- uma terceira prova, como Segunda Oportunidade, para os alunos que

não atingiram 60% dos pontos na Prova Presencial ou na Reavaliação.

c) O valor das avaliações elencadas na letra “a” será de sessenta por cento

(60%) do valor da nota total da disciplina;d) Nas avaliações elencadas na letra “a”, cinquenta por cento (50%) das

questões deverão ser dissertativas e os demais cinquenta por cento

(50%) das questões deverão ser objetivas, tais como: múltipla escolha,

V ou F, etc.;e) As avaliações elencadas na letra “a”deverão ser formuladas com 10

questões cada uma;f) São exceções à regra contida na letra “d” as disciplinas de Elaboração

de Projetos de Pesquisa e Elaboração de TCC;g) O docente da disciplina é o responsável pela elaboração das questões

das avaliações elencadas na letra “a” bem como dos gabaritos;h) O tutor será responsável pela aplicação das avaliações elencadas na

letra “a”;i) Em todas as disciplinas deverá ser planejada uma webconferência via

hangout ou (Moodle) referente a uma revisão do conteúdo para a Prova

Presencial, até uma semana antes da mesma ocorrer.

Avaliação da Aprendizagem através do Ambiente Virtual

a) O valor total das avaliações no ambiente virtual será de quarenta por

cento (40%) do valor total da nota da disciplina, com notas atribuídas de

0 a 10 (Resolução 071/2013);

b) Deverá ser planejada pelo docente uma atividade online a cada quinze

horas (por exemplo, uma disciplina de quarenta e cinco horas terá três

(03) questões online);

c) As atividades no ambiente virtual deverão ser planejadas utilizando-se

recursos distintos do Moodle, tais como: Fórum, Chat, V ou F, Múltipla

Escolha, Tarefa, Lição, Enquete e Palavra Cruzada.

d) O docente poderá solicitar ainda, como atividades avaliativas, trabalhos,

fichas de observações, relatórios e auto-avaliação.

Atribuições do Docente em relação às avaliações

O docente deverá elaborar um texto ou gravar um vídeo apresentando a

si mesmo e à sua disciplina – com esclarecimentos e orientações sobre os

encontros presenciais, divisão da carga horária da disciplina, formas de

avaliação da aprendizagem, unidades trabalhadas, etc. – que deverá ser

postado no ambiente virtual.

O docente deverá planejar pelo menos uma videoconferência– os

alunos se reúnem nos pólos e o professor realiza sua aula ao vivo – ou uma

webconferência– o aluno assiste de onde estiver e a aula fica gravada no

ambiente virtual.

O docente deverá elaborar um roteiro, claro e conciso – para a correção

das questões dissertativas – ou gabarito – para a correção das questões

objetivas – contendo o que deve ser considerado na correção da Prova

Presencial, Reavaliação, Segunda Oportunidade e das atividades avaliativas

realizadas no ambiente virtual.

O docente será o responsável pelo lançamento de todas as notas no

Webgiz, até duas semanas após a data de aplicação.

Atribuições do Tutor em relação às avaliações

O tutor será o responsável pelo lançamento de todas as notas no

Moodle, até duas semanas após a data de aplicação.

O tutor será o responsável pela correção das questões dissertativas de

atividades avaliativas realizadas de forma presencial e através do ambiente

virtual.

O tutor deverá participar de todos os fóruns e, a atribuição de notas pela

participação dos alunos nos fóruns, será de sua responsabilidade, desde que

devidamente orientado pelo docente da disciplina, através de um roteiro claro e

conciso do que deverá ser considerado.

Itens regulados pela Resolução nº 071 de 25 de novembro de 2013.

As avaliações aplicadas pelos docentes deverão ser graduadas de 0,0

(zero) a 10,0 (dez) pontos, admitida, no máximo, à fração decimal.

Será atribuída nota 0,0 (zero) à avaliação do estudante que deixar de

comparecer às aulas nas datas das avaliações sem a justificativa legal.

Será concedida uma nova avaliação para cada avaliação, desde que a

ausência do estudante seja devidamente justificada em formulário adquirido na

coordenação do curso ou na SRA.

Para efeito de aprovação ou reprovação em disciplina, cursos de

graduação, serão aplicados os critérios abaixo, resumidos no Quadro 1:

I. O estudante será considerado APROVADO quando obtiver média semestral

na disciplina (MD) igual ou superior a 6,0 (seis) pontos e frequência por

disciplina (FD) igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento), sendo a

composição das notas semestrais feitas através da média das avaliações.

II. Terá direito ao exame final da disciplina o estudante que obtiver MD igual ou

superior a 4,0 e inferior a 6,0 e FD igual ou superior a 75%. Após o exame final,

será considerado aprovado o estudante que obtiver nota final (NF) maior ou

igual a 6,0. A média final da disciplina após o exame final (NF) será calculada

pela média ponderada do valor de sua média da disciplina (MD), peso 1, mais o

valor do exame final (EF), peso 2, sendo essa soma dividida por 3. O exame

final poderá abordar todo o conteúdo contemplado na disciplina.

Fórmula: NF= MD + (EF x 2) onde, NF= nota final; MD = média da disciplina e

EF = exame final 3

Estará REPROVADO o estudante que obtiver MD inferior a 4,0 (quatro) pontos

ou nota final (NF) inferior a 6,0 (seis) pontos ou FD inferior a 75%,

representado no quadro a seguir

Quadro 1. Resumo de critérios para efeito de promoção ou retenção nos

Cursos de Graduação do IFSULDEMINAS.

CONDIÇÃO SITUAÇÃO FINALMD ≥ 6,0 e FD ≥ 75% APROVADO

4,0 ≤ MD < 6,0 e FD ≥ 75% EXAME FINALMD < 4,0 ou NF < 6,0 ou FD < 75% REPROVADOMD – média da disciplina;

FD – frequência na disciplina;

NF – nota final.

Prevalecerá como nota final (NF) do semestre a média ponderada entre

a média da disciplina e o exame final.

O Coeficiente de rendimento acadêmico (CoRA) é integral e tem por

finalidade principal acompanhar o Rendimento Acadêmico do estudante sendo

definido pela fórmula que segue:

CoRA = __________

onde:

CoRA = Coeficiente de Rendimento Acadêmico

CH = Carga horária da disciplina i

N = Nota da disciplina i

As disciplinas que forem aproveitadas para a integralização do curso, no caso

de transferência e aproveitamento de estudos, serão consideradas para o

cálculo do CoRA.

As reprovações em disciplinas serão somente consideradas para o cálculo do

CoRA até o momento de sua aprovação. Com a aprovação, somente este

resultado será considerado.

As disciplinas optativas e eletivas cursadas comporão o CoRA.

(CH x N)i

CH i

O estudante terá direito à revisão de nota do exame final, desde que requerida

na SRA num prazo máximo de 2 (dois) dias úteis após a publicação da nota.

O estudante terá o dobro do tempo normal do curso contados a partir da data

de ingresso no primeiro semestre, como prazo máximo para conclusão do

mesmo.

Não serão computados, para efeito de contagem do prazo máximo para

conclusão, os períodos de trancamento de matrícula.

O estudante reprovado terá direito à matrícula no semestre seguinte, desde

que não ultrapasse o prazo máximo para a conclusão do curso.

O estudante terá direito a cursar disciplinas nas quais tenha sido reprovado sob

forma de dependência desde que o número total de dependentes solicitantes

não exceda a 10% do total de vagas de seu processo seletivo de ingresso

regular ofertadas pelo curso ou de acordo com o número de vagas

disponibilizadas pelo Colegiado de Curso. Caso haja um número de

dependentes solicitantes que exceda a 50% do total de vagas de seu processo

seletivo de ingresso regular ofertadas pelo curso, a instituição deverá abrir uma

turma específica para os dependentes.

A ordem para a matrícula dos dependentes será:

1. estudante com maior tempo no curso;

2. estudante com maior CoRA e

3. estudante de idade mais elevada.

As disciplinas de dependência deverão ser oferecidas, ao menos, uma vez por

ano.

O estudante em dependência terá direito à matrícula no período posterior do

seu curso desde que apresente CoRA igual ou maior que 60%.

O estudante em dependência com CoRA menor que 60%, não sendo ofertadas

as disciplinas em dependência, poderá dar continuidade ao curso e cumprirá

obrigatoriamente todas as dependências quando ofertadas.

17.1. Terminalidade Específica e Flexibilização Curricular

Conforme Resolução CONSUP Nº 102/2013, que define as diretrizes

de Educação Inclusiva do IFSULDEMINAS, têm-se:

17.1.1. Terminalidade Específica

Segundo a Resolução CNE/CEB nº 02/2001, que instituiu as Diretrizes

Nacionais para Educação Especial - DNEE, a terminalidade específica

[...] é uma certificação de conclusão de escolaridade –fundamentada em avaliação pedagógica – com históricoescolar que apresente, de forma descritiva, as habilidades ecompetências atingidas pelos educandos com grave deficiênciamental ou múltipla.

A terminalidade específica é, então, um recurso possível aos alunos com

necessidades especiais, devendo constar do regimento e do projeto

pedagógico institucional. As Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na

Educação Básica (2001) acrescentam que, após a educação infantil, a

escolarização do estudante com necessidades educacionais especiais deve

processar-se nas mesmas etapas e modalidades de educação e ensino que os

demais educandos, ou seja, no ensino fundamental, no ensino médio, na

educação profissional, na educação de jovens e adultos, e na educação

superior. Essa educação deve ser suplementada e complementada, quando

necessário, por meio dos serviços de apoio pedagógico especializado.

Segundo o Parecer MEC/SEESP/DPEE nº 14/2009,

O direito de alunos obterem histórico escolar descritivo de suashabilidades e competências, independente da conclusão doensino fundamental, médio ou superior, já constitui um fatorotineiro nas escolas, não havendo necessidade de explicitá-loem Lei (MEC/SEESP/DPEE, 2009).

Desta forma, as escolas devem buscar alternativas em todos os níveis

de ensino que possibilitem aos estudantes com deficiência mental grave ou

múltipla o desenvolvimento de suas capacidades, habilidades e competências,

sendo a certificação específica de escolaridade uma destas alternativas. Essa

certificação não deve servir como uma limitação, ao contrário, deve abrir novas

possibilidades para que o estudante tenha acesso a todos os níveis de ensino

possíveis, incluindo a educação profissional e a educação de jovens e adultos,

possibilitando sua inserção no mundo do trabalho.

A mesma legislação (Resolução CNE/CEB nº 02/2001) prevê que as

escolas da rede de educação profissional poderão avaliar e certificar

competências laborais de pessoas com necessidades especiais não

matriculadas em seus cursos, encaminhando-as, a partir deste procedimento,

para o mundo do trabalho. Assim, essas pessoas poderão se beneficiar,

qualificando-se para o exercício de funções. Cabe aos sistemas de ensino

assegurar, inclusive, condições adequadas para aquelas pessoas com

dificuldades de inserção no mundo do trabalho, mediante articulação com os

órgãos oficiais afins, bem como para aqueles que apresentam uma habilidade

superior nas áreas artística, intelectual ou psicomotora.

A terminalidade específica, bem como as demais certificações das

competências laborais de pessoas com necessidades especiais, configura-se

como um direito e uma possibilidade de inserção deste público no mundo do

trabalho, com vistas a sua autonomia e a sua inserção produtiva e cidadã na

vida em sociedade.

17.1.2 Flexibilização Curricular

As adaptações curriculares devem acontecer no nível do projeto

pedagógico e focalizar principalmente a organização escolar e os serviços de

apoio. As adaptações podem ser divididas em:

1. Adaptação de Objetivos: estas adaptações se referem a ajustes que o

professor deve fazer nos objetivos pedagógicos constantes do seu plano de

ensino, de forma a adequá-los às características e condições do aluno com

necessidades educacionais especiais. O professor poderá também acrescentar

objetivos complementares aos objetivos postos para o grupo.

2. Adaptação de Conteúdo: os tipos de adaptação de conteúdo podem

englobar a priorização de áreas ou unidades de conteúdos, a reformulação das

sequências de conteúdos ou, ainda, a eliminação de conteúdos secundários,

acompanhando as adaptações propostas para os objetivos educacionais.

3. Adaptação de Métodos de Ensino e da Organização Didática: modificar

os procedimentos de ensino, tanto introduzindo atividades alternativas às

previstas, como introduzindo atividades complementares àquelas originalmente

planejadas para obter a resposta efetiva às necessidades educacionais

especiais do estudante. Modificar o nível de complexidade delas,

apresentando-as passo a passo. Eliminar componentes ou dividir a cadeia em

passos menores, com menor dificuldade entre um passo e outro.

4. Adaptação de materiais utilizados: são vários recursos – didáticos,

pedagógicos, desportivos, de comunicação - que podem ser úteis para atender

às necessidades especiais de diversos tipos de deficiência, seja ela

permanente ou temporária.

5. Adaptação na Temporalidade do Processo de Ensino e Aprendizagem: o

professor pode organizar o tempo das atividades propostas para o estudante,

levando-se em conta tanto o aumento como a diminuição do tempo previsto

para o trato de determinados objetivos e os seus conteúdos.

17.2 Avaliação Inclusiva

O fazer docente se objetiva na relação ensino-aprendizagem que permeia

a relação professor-estudante, constituindo a base de qualquer instituição

escolar. É preciso enfatizar que tal fazer não se concretiza em um grau maior

de importância, é um fazer que parte de uma concepção de relação horizontal

com os estudantes não podendo haver uma valorização maior tanto de um

como de outro.

Dentre as ações que compõem o fazer docente encontra-se a avaliação,

com o objetivo de refletir sobre o processo ensino-aprendizagem. O importante,

porém, mais do que o instrumento em si, é o referencial teórico que direciona o

fazer docente e esclarece a intencionalidade com que esse instrumento é

utilizado. Na avaliação classificatória o resultado é tido como verdadeiro e

imutável. Assim, o papel político pedagógico da nota legitima o fracasso devido

ao caráter de terminalidade da prova, o que dificulta a superação e o

crescimento, estereotipando o estudante.

A avaliação em uma perspectiva inclusiva e democrática deve considerar

a aprendizagem não a partir dos mínimos possíveis, mas sim, a partir dos

mínimos necessários, possibilitando o acompanhamento do desenvolvimento

do processo ensino aprendizagem, propiciando reflexão tanto da eficácia do

fazer docente diante da especificidade deste educando, quanto do progresso

no desempenho deste aluno.

Para Luckesi (2004), o ato de avaliar a aprendizagem implica em

acompanhamento e reorientação permanente da aprendizagem. Ela se realiza

através de um ato rigoroso e diagnóstico, tendo em vista a obtenção dos

melhores resultados possíveis, frente aos objetivos que se pretendem alcançar.

Como expõe Luckesi (2004), avaliar, na perspectiva inclusiva, significa

subsidiar a construção do melhor resultado possível e não pura e simplesmente

aprovar ou reprovar algo. A realização de avaliação diagnóstica é

extremamente pertinente à realidade do ensino técnico/tecnológico para

identificação dos conhecimentos, experiências e saberes resultantes da

trajetória pessoal e de vida. Essa avaliação permite também a identificação de

insuficiências formativas. Sua utilização pode orientar o estudante na

complementação e/ou prosseguimento dos estudos e no exercício profissional.

Para se realizar uma avaliação inclusiva faz-se necessário considerar alguns

pressupostos, entre eles:

disponibilidade do professor em fazer da avaliação mais um

momento de aprendizagem;

estabelecimento de um ambiente de confiança;

esclarecimento aos alunos do que se espera da avaliação;

previsão de tempo adequado para resolução das atividades

avaliativas;

atribuição de valores às questões, conforme a singularidade das

necessidades especiais;

consideração do processo de resolução, do raciocínio;

utilização de enunciados sucintos, elaborados com objetividade e

clareza, com apoio de figuras que auxiliem na interpretação da

questão, quando a deficiência for intelectual;

adequação do ambiente e dos instrumentos necessários para

realização da atividade avaliativa, quando a deficiência for física ou

sensorial;

comunicação dos resultados o mais rápido possível objetivando

discriminar as necessidades o quanto antes;

valorização das habilidades em detrimento das limitações.

Ressalta-se que o processo de avaliação dependerá de conhecimento

sobre especificidade de cada caso, considerando a trajetória do sujeito para

promover, o melhor possível, o seu desenvolvimento integral. Os objetivos não

atingidos pelos estudantes deverão ser retomados em sala de aula. Deve-se

considerar que também, na perspectiva inclusiva, os resultados advindos da

utilização de instrumentos avaliativos, são provisórios e não definitivos. O que o

estudante demonstrou não conhecer em um momento, poderá vir a conhecer

em outro, superando, inclusive, o determinismo de um prognóstico

preestabelecido.

18. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

A Avaliação Institucional tem como objetivo geral promover a qualidade

da oferta dos cursos do IFSULDEMINAS, sendo constituída pela autoavaliação,

sob responsabilidade da Comissão Permanente de Avaliação – CPA. Essa

comissão é composta por representantes da comunidade externa ao Instituto,

do corpo técnico-administrativo, e por representantes discentes e docentes.

Para avaliação, adota método participativo da comunidade acadêmica, de

forma aberta e cooperativa, utilizando-se diferentes instrumentos, como o uso

de questionários validados previamente e, também, por meio de reuniões

pedagógicas com discentes e docentes, e avalia as seguintes dimensões:

projeto pedagógico do curso (condições de oferta do curso), estrutura física,

corpo docente e discente, corpo técnico administrativo.

As avaliações são realizadas por toda a comunidade acadêmica e

ocorrem no início de cada semestre, sempre referente ao semestre anterior

cursado. Decorrido o processo de avaliação, os resultados são tabulados e

analisados estatística e qualitativamente pelos membros da CPA para

divulgação e propostas de melhoria.

Além da autoavaliação institucional conduzida pela CPA, ocorre também,

periodicamente, a avaliação externa do curso instituída pela Lei nº

10.861/2004, que institui o SINAES (Sistema Nacional de Avaliação da

Educação Superior - Sistema e-MEC). Essa avaliação externa é constituída por

uma análise in loco realizada por especialistas da área, que se utilizam de um

Instrumento de Avaliação dos Cursos Superiores.

Outra forma de avaliação corresponde ao ENADE (Exame Nacional de

Desempenho do Estudante), que permite o reconhecimento ou

recredenciamento do curso avaliado. Esse instrumento avalia o desempenho

dos estudantes do Ensino Superior por meio da aplicação de um exame de

conhecimentos adquiridos, e integra o Sistema Nacional de Avaliação do Curso

Superior (SINAES). Tem como objetivo acompanhar o processo de

aprendizagem e o rendimento dos alunos dos cursos de graduação em relação

aos conteúdos programáticos, às habilidades e competências desenvolvidas.

De acordo com a Lei nº 10.861/2004, Art. 5º, § 5º: o ENADE é componente

curricular obrigatório dos cursos de graduação. Por isso, os estudantes

selecionados pelo INEP para participarem do ENADE deverão comparecer e

realizar, obrigatoriamente, o Exame, como condição indispensável para sua

colação de grau e emissão de histórico escolar. São avaliados pelo Exame

todos os alunos do primeiro ano do curso, como Ingressantes, e do último ano

do curso, como Concluintes.

Ingressantes são todos aqueles que, até uma determinada data

estipulada a cada ano pelo Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio

Teixeira (INEP), tiverem concluído entre 7% e 22% da carga horária mínima do

currículo do curso. Já, os concluintes são todos os estudantes que

integralizaram pelo menos 80% da carga horária mínima do currículo do

respectivo curso, até uma determinada data estipulada pelo INEP a cada ano,

ou ainda, os que tenham condições acadêmicas de conclusão do curso durante

o referido ano letivo.

A partir dos resultados oriundos do conjunto de avaliações exposto

acima, são implantadas, no âmbito do curso, ações acadêmico-administrativas

que objetivam tanto o aperfeiçoamento da formação discente como o

incremento da estrutura institucional. Os resultados dessas avaliações são

divulgados a toda a comunidade acadêmica por meio de reuniões, endereços

eletrônicos das IES e confecção de documentos informativos. Tais resultados

exibem as informações coletadas ao longo do processo avaliativo, assim como

as ações planejadas e propostas para melhoria das condições de oferta do

curso e das demais dimensões avaliadas, sendo uma ferramenta importante

para identificar forças e fragilidades.

A partir das informações disponibilizadas, os diferentes setores e

atores envolvidos passam a traçar propostas juntamente com o Núcleo

Docente Estruturante (NDE), objetivando a correção de rumos que

assegurem a melhoria na qualidade do processo ensino-aprendizagem.

Ressalta-se que o Colegiado de Curso juntamente com o Núcleo Docente

Estruturante deverá organizar espaços de discussão e acompanhamento do

processo didático-pedagógico do curso, por meio de reuniões e

levantamentos semestrais que permitirão observar, além da produção dos

professores, o investimento realizado no sentido da socialização de

pesquisas em diferentes espaços da comunidade e o desempenho dos

estudantes.

19. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC

Com o intuito de promover a articulação entre os fundamentos teórico-

metodológicos e a prática educacional, o Trabalho de Conclusão de Curso,

TCC, previsto como componente curricular nesse curso, viabilizará a iniciação

à pesquisa e investigação educacionais dos futuros professores, por meio da

problematização da prática docente, visto que ao escrever; levantar temas;

elaborar hipóteses, comprovando-as ou refutando-as; observar e intervir sobre

a realidade, o futuro professor pedagogo constituirá o seu processo de

desenvolvimento profissional reflexivo para futuras tomadas de decisões.

Serão contempladas como Trabalho de Conclusão de Curso, as

seguintes propostas:

1. Produção de pesquisa educacional que resulte em resumo expandido,

pôster, texto completo publicados em anais ou apresentados em forma de

comunicação oral em eventos científicos;

2. Relatos de Experiências apresentados por meio de pôster ou

comunicação oral em eventos da área de educação;

3. Escrita de artigo científico para a publicação ou avaliação por meio de

bancas avaliadoras compostas por professores do IFSULDEMINAS.

O TCC será realizado individualmente ou em duplas, sob a orientação

de um professor do IFSULDEMINAS, preferencialmente do Curso de

Pedagogia. O Trabalho de Conclusão de Curso a ser desenvolvido será

elaborado no sexto, sétimo e oitavo períodos, durante o desenvolvimento das

disciplinas: Metodologia da Pesquisa em Educação, Elaboração de Projeto de

Pesquisa e Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso, respectivamente.

Vale ressaltar que cada docente orientador deverá ter no máximo cinco

(5) trabalhos para orientação, caso seja necessário, será aberto edital para

convocação de orientadores voluntários, que não façam parte da equipe de

docentes do presente curso.

Caso os TCCs sejam submetidos a uma banca avaliadora, os mesmos

devem ser apresentados por escrito e oralmente. A composição da banca será

três professores, sendo um deles o orientador do aluno. Esta banca julgará os

quesitos: trabalho escrito; apresentação pública (tempo, segurança,

profundidade e clareza) e domínio do conteúdo.

A banca emitirá um dos seguintes conceitos finais: Suficiente (S) ou

Insuficiente (I). Para os casos de reprovações, a banca emitirá um parecer

sobre os procedimentos a serem realizados pelo discente para nova investidura

no pleito: reordenação e revisão do projeto conforme as observações

propostas; ou elaboração de novo projeto e apresentação em período posterior.

20. APOIO AO DISCENTE

No primeiro encontro presencial, referente á Aula Inaugural, os

estudantes do curso de Licenciatura em Pedagogia do IFSULDEMINAS, são

recepcionados pela equipe gestora das atividades de ensino, pesquisa e

extensão do Instituto em cerimônia onde os discentes são acolhidos e recebem

informações sobre o cotidiano acadêmico, com respectivas oportunidades,

desafios e responsabilidades. Posteriormente, a coordenação do curso de

licenciatura em Pedagogia torna-se responsável pelo detalhamento e

clarificação das informações transmitidas na cerimônia de recepção dos

discentes.

O coordenador do curso de Licenciatura em Pedagogia informa aos

estudantes ingressantes sobre as características gerais do curso e as aptidões

apresentadas pelos egressos, que as qualificam profissionalmente. Durante

esse contato, os alunos são informados a respeito da matriz do curso e dos

professores vinculados às disciplinas, enfatizando os docentes que lecionam

no primeiro período do curso.

Cada campus conta com apoio para assuntos didáticos, pedagógicos,

socioeconômicos e emocionais ligados aos discentes, a partir dos serviços

ofertados pela orientação educacional e, também, pela Coordenadoria Geral de

Assistência ao Educando (CGAE), um setor diretamente ligado ao discente,

procurando oferecer-lhes o apoio necessário ao seu bem-estar.

A equipe da CGAE tem como objetivo primordial a formação de cidadãos

críticos e responsáveis. Para isso, busca intervir positivamente na formação

dos alunos da instituição e proporcionar-lhes ambiente e condições adequadas

ao seu processo de aprendizagem. Coordenar, acompanhar, e avaliar o

atendimento aos alunos, bem como orientar aqueles que apresentam

problemas que interferem no seu desempenho acadêmico e no cumprimento

das normas disciplinares da instituição fazem parte das ações desenvolvidas

pela CGAE.

Como forma de apoio financeiro, o IFSULDEMINAS oferece

oportunidades aos discentes por meio da participação em processos seletivos

como: bolsas nas modalidades “estágio” e “monitoria”; assistência estudantil;

projetos de pesquisa financiados por órgãos de fomento; e projetos de

extensão com bolsas.

A Política de Assistência Estudantil do IFSULDEMINAS será norteada

pelos seguintes princípios:

i. Oferta do ensino público, gratuito e de qualidade;

ii. Garantia da qualidade dos serviços prestados ao discente;

iii. Atendimento às necessidades socioeconômicas, culturais, esportivas e

pedagógicas, visando à formação integral do discente;

iv. Igualdade de condições para o acesso, permanência e conclusão nos cursos

do IFSULDEMINAS, garantindo a equidade no atendimento aos discentes;

v. Promoção da educação inclusiva, entendida como defesa da justiça social e

eliminação de todas as formas de preconceitos e/ou discriminação

relacionadas às pessoas com deficiência, à classe social, ao gênero, à

etnia/cor, à religião, nacionalidade, orientação sexual, idade e condição

física/mental/intelectual;

vi. Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o

pensamento, a arte e o saber;

vii. Garantia do acesso à informação a respeito dos programas e projetos

oferecidos pela Instituição.

A gratuidade do ensino compreende a proibição de cobrança de taxas e

contribuições vinculadas à matrícula e primeira via de emissão de documentos

de identificação escolar e comprobatórios de situação acadêmica para todos os

níveis de ensino, bem como uniformes para cursos de nível técnico integrado e

subsequente. A compra de apostilas e livros didático-pedagógicos pelo

estudante, colocados à venda por empresas terceirizadas, não pode ser

condição obrigatória para acompanhamento das disciplinas e essa

comercialização não pode causar prejuízos ao processo ensino-aprendizagem.

A Política de Assistência Estudantil do IFSULDEMINAS é composta

pelos seguintes programas: Programa de Assistência à Saúde; Programa de

Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais;

Programa de Acompanhamento do Serviço Social; Programa Auxílio Estudantil

(modalidade moradia, alimentação, transporte, material didático e auxílio

creche); Auxílio Participação em Eventos-EVACT; Auxílio para Visitas Técnicas;

Programa Mobilidade Estudantil – Nacional e Internacional; Programa de

Acompanhamento Psicológico; Programa de Acompanhamento Pedagógico;

Programa de Incentivo ao Esporte, Lazer e Cultura; Programa de Inclusão

Digital.

As ações desenvolvidas no âmbito desses programas estão explicitadas

na Resolução CONSUP nº 101/2013, que dispõe sobre a aprovação das

Políticas de Assistência Estudantil do IFSULDEMINAS e suas formas de

implementação. A Resolução CONSUP nº 012/2013, dispõe sobre o

Regulamento do Programa de Monitoria de Ensino.

Tem por objetivos:

estimular a participação de discentes dos cursos Técnicos de Nível

Médio e dos cursos de Graduação no processo educacional, nas

atividades relativas ao ensino e na vida acadêmica do IFSULDEMINAS;

favorecer o processo de ensino-aprendizagem e o oferecimento de

atividades de reeducação escolar ao discente, com vistas à redução de

repetência escolar, de evasão e de falta de motivação;

criar condições para a iniciação da prática da docência, por meio de

atividades de natureza pedagógica, desenvolvendo habilidades e

competências próprias desta atividade;

propor formas de acompanhamento de discentes em suas dificuldades

de aprendizagem;

utilizar métodos alternativos ao ensino da disciplina participante do

programa;

contribuir, por meio da formação de monitores de ensino, com a

formação de recursos humanos para o ensino.

Nos planos de acessibilidade, o IFSULDEMINAS prevê nos seus

regulamentos:

Acessibilidade arquitetônica – condição para utilização, com segurança e

autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos, das

edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de

comunicação e informação, por pessoa com deficiência ou com mobilidade

reduzida.

Acessibilidade atitudinal – refere-se à percepção do outro sem preconceitos,

estigmas, estereótipos e discriminações. Os demais tipos de acessibilidade

estão relacionados a essa, pois é a atitude da pessoa que impulsiona a

remoção de barreiras.

Acessibilidade pedagógica – ausência de barreiras nos métodos e técnicas de

estudo. Está relacionada diretamente à concepção subjacente à atuação

docente. A forma como os professores concebem conhecimento,

aprendizagem, avaliação e inclusão educacional determinará, ou não, a

remoção das barreiras pedagógicas.

Acessibilidade nas comunicações – eliminação de barreiras na comunicação

interpessoal (face a face, língua de sinais), escrita (jornal, revista, livro, carta,

apostila, etc., incluindo textos em Braille, grafia ampliada, uso do computador

portátil) e virtual (acessibilidade digital).

Acessibilidade digital – direito de eliminação de barreiras na disponibilidade de

comunicação, de acesso físico, de tecnologias assistivas, compreendendo

equipamentos e programas adequados, de conteúdo e apresentação da

informação em formatos alternativos.

20.1 Atendimento a pessoas com Deficiência ou com Transtornos Globais

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB

(Lei nº 9.394/96), Art. 59, os sistemas de ensino devem assegurar aos

educandos com necessidades especiais, “currículos, métodos, técnicas,

recursos educativos e organização específicos, para atender as suas

necessidades”. Cabe às instituições educacionais prover os recursos

necessários ao desenvolvimento dos alunos com necessidades educacionais

específicas, garantindo aos mesmos o acesso, a permanência e a conclusão

com êxito no processo educacional. Conforme PDI 2014-2018 do

IFSULDEMINAS, os Núcleos de Atendimento às Pessoas com Necessidades

Especiais analisam os laudos médicos quando apresentados e, no caso de

ingresso do candidato, encaminham as providências para que os novos

estudantes tenham pleno acesso aos serviços pedagógicos.

Os campi contam com o Núcleo de Apoio às Pessoas com

Necessidades Educacionais Especiais (NAPNE), instituído pela Resolução

CONSUP nº 030/2012, órgão responsável por assessorar e acompanhar as

ações no âmbito da Educação Inclusiva, tendo as seguintes competências:

I. Refletir e promover a cultura da inclusão no âmbito do IFSULDEMINAS por

meio de projetos, assessorias e ações educacionais, contribuindo para as

políticas e ações inclusivas nas esferas municipal, estadual e federal;

II. Implantar e implementar políticas de acesso, permanência e conclusão do

processo educacional com êxito, respeitando as especificidades do discente,

em articulação com os poderes públicos e sociedade civil;

III. Assegurar ao discente com necessidades especiais o espaço de

participação, de modo que, em seu percurso formativo, adquira conhecimentos

e também valores sociais consistentes que o levem a atuar na sociedade de

forma autônoma e crítica;

IV. Propiciar o envolvimento da família do discente com necessidades especiais

nas ações inclusivas, visando sua participação no processo educacional e

inserção do educando no mundo do trabalho;

V. Zelar para que, na elaboração de documentos institucionais, seja

contemplada a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da

Educação Inclusiva no ensino regular;

VI. Promover eventos que envolvam a sensibilização e capacitação da

comunidade escolar e sociedade civil;

VII. Captar e gerir os recursos financeiros disponibilizados pelo poder público e

iniciativa privada, definindo prioridades de ações e aquisição de equipamentos,

softwares, materiais didático-pedagógicos e materiais para a Sala de Recursos

Multifuncionais;

VIII. Sugerir a contratação de profissionais especializados para atuarem junto

aos discentes com necessidades especiais, possibilitando a estruturação dos

Núcleos de Acessibilidade;

IX. Fazer cumprir a organização curricular diferenciada, bem como a

adequação de métodos, técnicas, recursos educativos e demais

especificidades pedagógicas que se fizerem necessárias;

X. Incentivar projetos de pesquisa e projetos de extensão na área da Educação

Inclusiva.

PARÁGRAFO ÚNICO: Entende-se por Núcleo de Acessibilidade aquele

composto por profissionais, não necessariamente que compõem o NAPNE, que

auxiliarão diretamente os discentes com necessidades especiais.

Assim, objetiva-se garantir o que determina a legislação em vigor - Lei

de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB nº 9.394/96), Decreto

7.611/2011, Resolução nº 04/2009 e Decreto nº 5.626/2005, as quais devem

ser observadas por todos os envolvidos no processo educativo.

Os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e

altas habilidades/superdotação que ingressarem no Curso de Licenciatura em

Pedagogia poderão ser acompanhados pelo NAPNE, com apoio dos setores de

Assistência ao Educando e Pedagógico, docentes, familiares e demais

integrantes da comunidade escolar, que fará uma primeira avaliação dos

mesmos, encaminhando-os se necessário a profissionais da área da saúde,

bem como, acompanhando-os em seu processo educativo, a fim de garantir a

permanência e a conclusão do curso com êxito, dentro de suas possibilidades,

auxiliar sua inserção no mercado de trabalho e, sobretudo, assegurar o

cumprimento da legislação nacional e das Políticas de Inclusão do

IFSULDEMINAS.

21. MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL

O material didático a ser disponibilizado ao aluno será elaborado pelo

professor responsável pela disciplina que irá ministrar e deverá contemplar a

ementa da mesma. Esse poderá constituir-se de gravações feitas pelo

professor, pelas transmissões simultâneas estabelecidas entre professor e

aluno que poderão ser gravadas e disponibilizadas e, ainda, obrigatoriamente

por material impresso no formato de apostila.

O aluno terá acesso a essas gravações tanto pelo Ambiente Virtual de

Aprendizagem (AVA), ou por outro veículo midiático, como, por exemplo, o

canal do Youtube. O material impresso será disponibilizado ao discente no

primeiro encontro presencial que antecede um novo semestre. Para tanto, o

professor deverá entregar sua apostila pronta com 30 dias de antecedência ao

início do semestre letivo no qual irá lecionar.

O mesmo material da apostila poderá ser disponibilizado no AVA, e para

tanto, deverá ser entregue em formato de arquivo a ser lançado na plataforma,

no prazo de 30 dias que antecedem o início da disciplina que irá ministrar. Essa

postagem deverá ser feita pelo professor, mas que contará com todo apoio e

auxílio de um profissional responsável. Nessa mesma data, o professor deverá

entregar, ainda, um Guia explicativo da disciplina a ser postado no AVA, e três

avaliações a serem realizadas ao longo do processo de ensino e

aprendizagem, sendo: uma primeira Prova Presencial; uma segunda prova

como Reavaliação, para aqueles alunos que faltaram no dia marcado para a

aplicação da Prova Presencial; uma terceira prova, como Segunda

Oportunidade, para os alunos que não atingiram 60% dos pontos na Prova

Presencial ou na Reavaliação.

O professor terá autonomia para a confecção do material didático a fim de

garantir o trabalho pedagógico contemplado no ementário. A apostila poderá

ser montada da seguinte forma: digitada por ele, montada por meio de recortes

que poderão constar de referências bibliográficas (considerando que poderá

utilizar até 30% de cópias de uma obra), e webgrafia com textos e artigos de

repositórios de domínio público disponibilizados na internet, como a exemplo,

os da Universidade Aberta do Brasil (UAB).

22. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS EEXPERIÊNCIAS ANTERIORES

A Resolução CONSUP nº 071/2013 prevê a possibilidade de

aproveitamento de estudos pelos estudantes dos cursos de graduação:

Art. 53. O IFSULDEMINAS poderá realizar aproveitamento de estudos de

disciplinas cursadas com aprovação, em instituição congênere, quando

solicitado pelo estudante.

Parágrafo único – A solicitação de que trata o caput deste artigo deverá ser

acompanhada do Histórico Escolar e Conteúdos Programático, sendo

analisada pela Coordenadoria do Curso.

[...]

Art. 60. Não haverá aproveitamento de conteúdos curriculares entre os

diferentes níveis de ensino. Desta forma, aos alunos interessados, poderá ser

concedido o aproveitamento de estudos mediante requerimento protocolado e

dirigido à coordenação do curso de Pedagogia do IFSULDEMINAS,

acompanhado dos seguintes documentos autenticados e assinados pela

instituição de origem:

a) histórico acadêmico/escolar;

b) programa(s) da(s) disciplina(s) cursada(s), objeto da solicitação, com carga

horária.

O coordenador do curso encaminhará o pedido de análise de

equivalência entre ementários, carga horária e programa da disciplina para o

docente especialista da disciplina objeto do aproveitamento, que emitirá

parecer sobre o pleito e o encaminhará ao Colegiado de Curso para emissão

do parecer final que comunicará a Secretaria de Registro Acadêmico. A análise

do conteúdo será efetuada apenas no caso de disciplinas cujas cargas horárias

apresentadas correspondam a, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) da

carga horária prevista na disciplina do curso pleiteado. Sendo assim, serão

aproveitadas as disciplinas cujos conteúdos coincidirem em, no mínimo, 75%

(setenta e cinco por cento) com os programas das disciplinas do curso de

Pedagogia oferecido pelo IFSULDEMINAS.

A análise e avaliação da correspondência de estudos deverá recair

sobre os conteúdos/ementas que integram os programas das disciplinas

apresentadas e não sobre a denominação das disciplinas cursadas. Com vistas

ao aproveitamento de estudos, os alunos de nacionalidade estrangeira ou

brasileiros com estudos no exterior deverão apresentar documento de

equivalência de estudos legalizados por via diplomática. O pedido só será

analisado quando feito dentro do período previsto no calendário acadêmico do

campus.

O processo de aproveitamento de estudos/disciplina para alunos de

nacionalidade estrangeira consistirá em avaliação teórica ou teórico-prática,

conforme as características da disciplina, realizada por uma banca

examinadora indicada pelo dirigente da respectiva Unidade Acadêmica e

constituída por um membro da equipe pedagógica e, no mínimo, dois docentes

especialistas da(s) disciplina(s) em que o aluno será avaliado, cabendo a esta

comissão emitir parecer conclusivo sobre o pleito.

Será dispensado de cursar uma disciplina, o aluno que alcançar

aproveitamento igual ou superior a 60 (sessenta) nessa avaliação, sendo

registrado no seu histórico acadêmico o resultado obtido no processo. O aluno

poderá obter certificação de conhecimentos de, no máximo, 30% da carga

horária das disciplinas do curso.

Da mesma forma, estudantes do IFSULDEMINAS que participem de

programas de mobilidade estudantil, firmados por acordos e convênios oficiais,

poderão ter validadas as disciplinas cursadas em outras instituições de ensino

superior no Brasil ou no exterior. Para tanto, os estudantes deverão cumprir

integralmente os requisitos legais previstos nos acordos, programas e planos

de trabalho, ainda que estes sejam passíveis de alteração com autorização

institucional, assim como cumprir as normas presentes neste documento.

O IFSULDEMINAS, incentivará a participação nos programas oficiais de

mobilidade acadêmica, de forma que os estudantes façam estágios e cursos no

exterior, colaborando, assim, com a ideia de promover a consolidação,

expansão e internacionalização da ciência e tecnologia por meio do

intercâmbio e da mobilidade internacional. O estudante, regularmente

matriculado no curso de Pedagogia, que participar em algum dos programas de

mobilidade acadêmica será amparado pela legislação vigente à época de sua

realização, não se aplicando a esta situação os pedidos de transferência, que

são enquadrados em normas específicas.

O aluno participante desse programa, durante e após o afastamento,

terá sua vaga assegurada no curso de origem, quando de seu retorno,

lembrando que somente serão aceitas e lançadas em seu histórico escolar

as disciplinas cursadas em outra instituição de ensino que foram aprovadas

previamente em seu plano de trabalho.

23. CORPO DOCENTE

Os nomes, titulações, regime de trabalho e área de atuação dos

docentes vinculados ao curso de Licenciatura em Pedagogia – modalidade

EaD do IFSULDEMINAS, encontram-se listados no quadro abaixo.

Quadro 2. Nome, titulação, regime de trabalho e área de atuação dos docentesvinculados ao curso de Licenciatura em Pedagogia – modalidade EaD doIFSULDEMINAS.

Nome Titulação Regimede

trabalho

Área de atuação

Adriana Correia Almeida Batista

- Graduação em Pedagogia- Mestrado e Doutorado emEducação

Dedicação exclusiva

- Educação.

Andrei Venturini Martins

- Graduação em Filosofia- Mestrado em Ciências da religião.Doutorado em Filosofia

Dedicação Exclusiva

- Filosofia.

Andrezza Simonini Souza

- Graduação em Letras;- Especialização em Língua Inglesa. - Mestrado em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem.

Dedicação Exclusiva.

- Português.

Antonio Sérgio da Costa

- Graduação em Geografia e Ciências Sociais;

Dedicação Exclusiva.

- Geografia e Sociologia.

- Especialização em geografia;- Mestrado em Educação;

Ediano Dionísio do Prado

- Graduação em ciências sociais.- Aperfeiçoamento em Licenciatura Plena em Sociologia.- Mestrado em sociologia.

Dedicação Exclusiva.

Sociologia

Everaldo Rodrigues Ferreira

- Graduação e Mestrado emLetras.- Especialização em Língua Portuguesa, Redação e Leitura.

Dedicação Exclusiva.

Língua portuguesa

Flávia Duarte Ribeiro -Graduação em Pedagogia.-Especialização Lato sensu.

Dedicação exclusiva

- Educação

Giovane José da Silva - Graduação (licenciatura e bacharelado), mestrado e doutorado em História.- Graduação em filosofia.

40 hrs - História;

Hugo Baldan Junior - Graduação em estudos sociais.- Mestrado Meio Ambiente e Recursos Hídricos.

Dedicação exclusiva

-Educação Ambiental.

Ieda Mayumi Sabino Kawashita

- Graduação em Educação física.- Mestrado em Educação.

Dedicação Exclusiva.

-Educação física

Ivan Paulino Pereira - Graduação em Tecnologia em Análise e desenvolvimento de SistemaLicenciatura em computação.- Especialização em Engenharia de Software Com Ênfase em Software Livre

Dedicação Exclusiva.

- Informática.

Karla Aparecida Zucoloto

-Graduação em Pedagogia.- Mestrado e Doutorado em educação.

Dedicação Exclusiva.

- Educação.

Larissa Sales Martins Graduação em enfermagem 20 horas Saúde LeniseGrasiele de Oliveira

Graduação e mestrado em letras

Dedicação Exclusiva.

Língua portuguesa

Ligia Lopes Rueda Kocian

Graduação em educação física. Graduação em pedagogia

Dedicação Exclusiva.

Educação física e pedagogia

Lorena TemponiBoechat Reis

Graduação em pedagogia. Mestrado em educação, administração e comunicação. Doutorado em engenharia agrícola

Dedicação Exclusiva.

Educação e informática

Luciana de Abreu Nascimento

Graduação em pedagogia. Mestrado em educação e saúde na infância e adolescência

Dedicação Exclusiva.

Educação

Luciana Vanessa de Almeida Buranello

Graduação em ciências e matemática. Mestrado e doutorado em educação para ciência

Dedicação Exclusiva.

Educação matemática

Marcos Roberto Cândido

Graduação em historia. Mestrado em linguística

20 horas História

Marcus Fernandes Marcusso

Graduação em historia. Mestrado em educação

Dedicação Exclusiva.

História

Maria Aparecida Rodrigues Cangussu

Graduação em pedagogia. Mestrado e doutorado em educação

Dedicação Exclusiva.

Educação

Maria Lúcia de Queiroz G. Hernandes

Graduação em pedagogia. Mestrado e doutorado em educação.

Dedicação Exclusiva.

Educação

Michele Correa Freitas Soares

Graduação em PedagogiaMestrado em Educação

Dedicação Exclusiva.

Educação

Patrícia Ribeiro do Valle Coutinho

Graduação em letras. Mestrado e doutorado em linguística

Dedicação Exclusiva.

Língua portuguesa

Renato Brasil Mazzeu Graduação em ciências sociais. Mestrado em sociologia

Dedicação Exclusiva.

Sociologia

Ricardo Avelino Arantes

- Graduação e mestrado emEducação Física.

Dedicação Exclusiva.

- Educação Física.

Sueli Machado Pereira de Oliveira

Graduação em pedagogia. Mestrado e Doutorado em educação, conhecimento e inclusão social

Dedicação Exclusiva.

Educação

Valdirene Pereira Costa

Graduação em pedagogia. Mestrado em educação

Dedicação Exclusiva.

Educação

23.1. Núcleo Docente Estruturante - NDE

A Resolução CONSUP nº 107/2014 dispõe sobre a aprovação do

Regimento do Núcleo Docente Estruturante (NDE) dos Cursos de Graduação

do IFSULDEMINAS. O NDE é um órgão consultivo responsável pela

concepção e consolidação do Projeto Pedagógico dos Cursos (PPC) de

Graduação e tem por finalidade a atualização e revitalização dos mesmos. São

atribuições do NDE:

a) contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;

b) colaborar com a atualização periódica do PPC;

c) conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação nos

Colegiados dos respectivos Cursos, sempre que necessário;

d) contribuir para a análise e avaliação do PPC, das ementas, dos conteúdos

programáticos e dos planos de ensino dos componentes curriculares;

e) zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos

de graduação;

f) indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e

extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado

de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de

conhecimento do curso;

g) auxiliar o acompanhamento das atividades do corpo docente;

h) analisar e propor ações a partir dos resultados das avaliações institucionais.

O NDE será constituído pelo Coordenador do Curso e, pelo menos, mais

4 (quatro) docentes do curso, devendo eleger entre eles o presidente, por um

período de no mínimo 3 anos.

Pelo menos 60% (sessenta por cento) dos docentes que compõem o

NDE deverão possuir titulação acadêmica obtida em programas de pós-

graduação Stricto Sensu e preferencialmente com formação acadêmica na

área do curso. Soma-se que pelo menos 60% dos docentes que compõem o

NDE devem ser efetivos, com atividades profissionais exercidas em regime de

tempo integral.

O NDE reunir-se-á ordinariamente 2 (duas) vezes por semestre e

extraordinariamente sempre que convocado pelo presidente. As decisões serão

tomadas por maioria simples de votos,com base no número de presentes. O

quorum mínimo para dar início à reunião é de 50% + 1(cinquenta por cento

mais um) dos membros.

23.2. Funcionamento do Colegiado de Curso

O Colegiado de Cursos é um órgão vinculado ao Departamento de

Desenvolvimento Educacional/Diretoria de Ensino, Pesquisa e Extensão, que

possui função normativa, executiva e consultiva, dentro do princípio

pedagógico da indissociabilidade ensino, pesquisa e extensão; com

composição, competências e funcionamento definidos nestas Normas

Acadêmicas.

A Resolução CONSUP nº 032/2011 dispõe sobre a aprovação do

Regimento Interno do Colegiado de Cursos. O Colegiado de Curso é órgão

primário normativo, deliberativo, executivo e consultivo.

A coordenação didática e a integração de estudos de cada Curso de

Graduação serão efetuadas por um Colegiado. São atribuições do Colegiado

do Curso:

I. estabelecer o perfil profissional e a proposta pedagógica do curso;

II. elaborar o seu regimento interno;

III. elaborar, analisar e avaliar o currículo do curso e suas alterações;

IV. analisar, aprovar e avaliar programas, cargas horárias e plano de ensino

das disciplinas componentes da estrutura curricular do curso, propondo

alterações quando necessárias;

V. fixar normas para a coordenação interdisciplinar e promover a integração

horizontal e vertical dos cursos, visando garantir sua qualidade didático-

pedagógica;

VI. fixar o turno de funcionamento do curso;

VII. fixar normas quanto à matrícula e integração do curso, respeitando o

estabelecido pelo Conselho Superior;

VIII. deliberar sobre os pedidos de prorrogação de prazo para conclusão de

curso;

IX. emitir parecer sobre processos de revalidação de diplomas de Cursos de

Graduação,expedidos por estabelecimentos estrangeiros de ensino superior;

X. deliberar, em grau de recurso, sobre decisões do Presidente do Colegiado

do Curso;

XI. apreciar, em primeira instância, as propostas de criação, reformulação,

desativação,extinção ou suspensão temporária de oferecimento de curso,

habilitação ou ênfase,de acordo com as normas expedidas pelo CEPE

(Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão);

XII. elaborar a demanda de novas vagas para docentes do Curso,

manifestando-se sobre as formas de seleção e admissão, em consenso com o

Núcleo Docente Estruturante (NDE);

XIII. conduzir e validar o processo de eleição de Coordenador e Vice-

Coordenador do Curso, observando o regimento próprio;

XIV. receber, analisar e encaminhar solicitações de ações disciplinares

referentes ao corpo docente ou discente do Curso;

XV. julgar solicitações de afastamento de docentes do Curso, nos casos de

participação em eventos científicos e atividades acadêmicas;

XVI. emitir parecer sobre processos de transferência interna e externa de

alunos a serem admitidos ou desligados do Curso.

O Colegiado do Curso será constituído de: um presidente; dois docentes

da área básica; três docentes da área profissionalizante e dois discentes. O

Coordenador do Curso ocupará o cargo de Presidente do Colegiado de Curso,

com mandato de 2 (dois) anos, podendo participar de mais um mandato

subsequente conforme as Normas Eleitorais estabelecidas pelo Colegiado do

Curso.

Os docentes representantes da área básica e da área profissional terão

o mandato de 2 (dois) anos.Esses serão eleitos por seus pares. Serão eleitos

também por seus pares os docentes suplentes da área básica e da área

profissional. A representação discente será eleita pelo segmento, que também

elegerá os suplentes, com duração do mandato de 1 (um) ano.

O Colegiado do Curso reunir-se-á, ordinariamente a cada bimestre, por

convocação de iniciativa do seu Presidente ou atendendo ao pedido de 1/3 (um

terço) dos seus membros. As reuniões extraordinárias serão convocadas com

antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas,mencionando-se a pauta.

Em caso de urgência ou excepcionalidade, o prazo de convocação previsto no

parágrafo anterior poderá ser reduzido e a indicação de pauta omitida,

justificando-se a medida do início da reunião.

23.3. Atuação do(a) Coordenador(a)

A atuação do(a) Coordenador(a) considera, em uma análise sistêmica

e global, os seguintes aspectos: gestão do curso, relação com os docentes e

discentes e representatividade nos colegiados superiores.

Professora Valdirene Pereira Costa possui graduação em Pedagogia

pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Guaxupé (1998),

Especialização em Psicopedagogia Institucional (2002) pela mesma Instituição

e é Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da UNICAMP - área

Filosofia, História e Educação (2007).

Desde 2002 exerce o cargo de Professora do Ensino Superior. Durante

o período de 2005 a 2008 foi Coordenadora do Curso de Pedagogia de uma

instituição de ensino da rede particular e, no período de 2011 a 2014, atuou

como coordenadora do curso de Programa Especial de Formação Pedagógica

Docente do IFSULDEMINAS – Campus Muzambinho.

Desde 2011 está vinculada ao Instituto Federal de Educação, Ciência e

Tecnologia IFSULDEMINAS – Câmpus Muzambinho/MG, na qual é Servidora

Pública Federal e atua como Professora em regime Integral com Dedicação

exclusiva.

24. INFRAESTRUTURA DO CAMPUS MUZAMBINHO (CAMPUSPROPONENTE)

O patrimônio imobiliário do IFSULDEMINAS – campus Muzambinho -

está constituído de glebas de terras distribuídas nos municípios de

Muzambinho, Minas Gerais (183 ha) e Guaxupé, Minas Gerais (80,01 ha),

perfazendo uma área total de 263,01 hectares. As áreas encontram-se

ocupadas por construções civis, áreas de produção, áreas naturais e demais

estruturas.

24.1 Setor Pedagógico

O IFSULDEMINAS – campus Muzambinho, conta com uma área de

2.245 m² destinada ao setor pedagógico, abrangendo as seguintes instalações:

Secretaria de Registros Escolares: destinada ao cadastro, transcrição,

manutenção e emissão de registros escolares dos que frequentam ou

frequentaram a Escola. O ambiente de trabalho está informatizado com

o software GIZ.

Sala de reprografia: destinada à confecção de provas e apostilas,

equipada com máquinas fotocopiadoras.

Sala de professores.

Sala do Departamento de Desenvolvimento Educacional.

Auditório com capacidade para 200 pessoas, destinado a fins diversos,

com TV 29”, vídeo e DVD, com acesso à internet e projeto do tipo

Datashow.

Laboratórios de informática: destinados a ensino-aprendizagem,

operação e utilização de softwares na área profissionalizante e com

acesso à internet. Serve ainda de infraestrutura para cursos técnicos.

Sala de multimídia com TV 29”, vídeo, DVD e projeto do tipo Datashow,

além de contar com lousa digital.

Sala da Coordenação de Orientação Educacional.

Sala da Coordenação Geral de Ensino.

Sala da Seção de Integração Escola – Comunidade - SIE-C.

Coordenação de Cursos e Coordenação Pedagógica.

24.2 O Centro de Educação a Distância – CEAD do Campus Muzambinho

A Instituição possui o Centro de Educação a Distancia – CEAD com toda

infraestrutura necessária: Sala de Coordenadores de Curso, Sala de

Coordenadores de Tutoria, Sala de Armazenamento e distribuição de Material

Didático, sala de apoio didático-pedagógico, sala de apoio aos professores na

postagem do material instrucional, sala de elaboração de material didático,

estúdio para gravação e transmissão de aulas, banheiros, biblioteca,

laboratório de informática, sala de aula e reunião.

24.2.1 Infraestrutura do Polo de Apoio Presencial do Campus Muzambinho

o Sala de Coordenação do polo

o Sala de Tutoria

o Laboratório de Informática com internet banda larga

o Laboratórios específicos do Curso ou Convênios de uso pelos

alunos

o Sala de aula equipada com Multimídia, tela, televisão, computa-

dor

o Sanitários por sexo e com atendimento a pessoas com necessi-

dades especiais.

o Biblioteca

o Sala de vídeoconferência

o Equipamentos de televisão, vídeocassetes, áudio-cassetes, foto-

grafia, impressoras, linhas telefônicas, inclusive dedicadas para

Internet e serviços 0800, fax, equipamentos para produção audio-

visual computadores ligados em rede e/ou stand alone e outros,

dependendo da proposta do curso.

o Centros de documentação e informação ou midiatecas (que arti-

culam bibliotecas, videotecas, audiotecas, hemerotecas e infote-

cas, etc.) para prover suporte a estudantes, tutores e professores.

24.3 Biblioteca Monteiro Lobato

A área da Biblioteca "Monteiro Lobato", atualmente, corresponde a

713,3e m², sendo a área do acervo equivalente a 93 m². Possui cerca de

23.000 obras e todos os livros possuem sistema magnético de segurança. O

empréstimo de livros pode ser realizado por via eletrônica - Programa GIZ e

todo o acervo cadastrado pode ser consultado via web, no endereço eletrônico

do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais,

campus Muzambinho, no link da Biblioteca (link:

http://www.muz.ifsuldeminas.edu.br/index.php/estrutura/biblioteca) – Consulta

de livros.

A consulta ao acervo é feita por meio de terminais específicos para

busca on-line e todas as obras seguem o sistema de Classificação Decimal

Dewey (CDD). Para catalogação utiliza-se a tabela AACR2.

Concomitantemente ao acervo, estão disponíveis para consulta periódicos

assinados pelo IFSULDEMINAS e, também, periódico doados à Instituição. A

biblioteca apresenta também Sala para Estudo Individual, Sala de Estudos em

Grupo, Sala de Multimídia, que oferece suporte aos professores, alunos e

funcionários para aulas, palestras e sessões de filmes técnicos e de lazer;

Videoteca e Mapoteca; Sala de Leitura; Gibiteca; Núcleo de Conectividade com

acesso à Internet.

Possui ainda sala de Processamento Técnico, com área de 13 m²,

reservada para o tratamento do material bibliográfico. Esse ambiente conta

com 01 microcomputador, 01 impressora e 01 scanner. Há também uma área

reservada à Reprografia de 4,5 m², com máquina de fotocópia e impressora a

laser. O horário de funcionamento da Biblioteca é de segunda à sexta feira das

7 horas às 23 horas, e aos sábados funciona esta encontra-se aberta ao

público entre 8 horas às 14 horas.

A biblioteca conta ainda com a assinatura do portal de periódicos da

CAPES. O portal de periódicos, da Coordenação de Aperfeiçoamento de

Pessoal de Nível Superior (CAPES), é uma biblioteca virtual que reúne e

disponibiliza às instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da

produção científica internacional. Esse conta com um acervo de acima de 33

mil títulos com textos completos, 130 bases referenciais, dez bases dedicadas

exclusivamente a patentes, além de livros, enciclopédias e obras de referência,

normas técnicas, estatísticas e conteúdo audiovisual.

O portal de periódicos foi criado devido ao déficit de acesso das

bibliotecas brasileiras à informação científica internacional, dentro da

perspectiva de que seria demasiadamente caro atualizar o acervo a partir da

compra de periódicos impressos para cada uma das universidades do sistema

superior de ensino federal. Foi desenvolvido ainda com o objetivo de reduzir os

desnivelamentos regionais ao acesso dessa mesma informação no Brasil. O

portal de periódicos ofertado pela CAPES é considerado um modelo de

consórcio de bibliotecas único no mundo, pois é inteiramente financiado pelo

governo brasileiro. É também a iniciativa do gênero com a maior capilaridade

no planeta, cobrindo todo o território nacional.

O portal de periódicos atende às demandas dos setores acadêmico,

produtivo e governamental e propicia o aumento da produção científica

nacional e o crescimento da inserção científica brasileira no exterior. Portanto,

trata-se de uma ferramenta fundamental às atribuições da CAPES de fomento,

avaliação e regulação dos cursos brasileiros técnicos, de graduação e pós-

graduação.

24.4 Laboratórios específicos do curso de Licenciatura em Pedagogia

O Câmpus Muzambinho conta com dois laboratórios didáticos

específicos para atender a área da Educação: Brinquedoteca e Laboratório

Interdisciplinar de Formação de Educadores – projeto LIFE da CAPES.

24.4.1 Laboratório Específico: Brinquedoteca do IFSULDEMINAS –Câmpus Muzambinho

A brinquedoteca do IFSULDEMINAS – Câmpus Muzambinho será um

núcleo de apoio pedagógico ao curso de Licenciatura em Pedagogia, bem

como ao Programa Especial de Formação Pedagógica Docente, no qual os

alunos poderão pensar, discutir, analisar, e investigar o valor do brinquedo e

das brincadeiras no desenvolvimento da criança e, ainda, compreender que

esta é livre para brincar, aprender, interagir, criar e, nesse sentido, o lúdico

desenvolve um papel essencial.

A brinquedoteca do IFSULDEMINAS – Câmpus Muzambinho terá como

objetivo:

Contribuir para a conceituação de jogo, brinquedo e brincadeira e sua

importância na educação;

Formar profissionais que valorizem o lúdico;

Desenvolver pesquisas que apontem a relevância dos jogos, brinquedos

e brincadeiras para a educação;

Oferecer informações, organizar cursos e divulgar experiências;

Estimular ações lúdicas entre os alunos do curso e as crianças que

frequentarem a brinquedoteca (Projeto Casa Lar);

Oportunizar o brincar para as crianças envolvidas no Projeto “Casa Lar”.

A brinquedoteca terá como apoio pedagógico a Brinquedista, com

formação pedagógica necessária para compreender o desenvolvimento da

criança, curiosidade e disposição para descobrir brinquedos, jogos e

brincadeiras novas, gostar e saber brincar. O papel dessa profissional é

favorecer a ação do brincar, elaborar projetos coletivos com professores e

alunos a longo, médio e curto prazo sobre o trabalho metodológico, as aulas

práticas, as tarefas de iniciação científica e demais atividades que garantam a

missão e objetivos que se propõem alcançar com a brinquedoteca.

Nesse contexto de brinquedoteca, podemos contar com o apoio da

Associação Brasileira de Brinquedotecas, uma associação filantrópica de

caráter cultural e educacional, que tem como objetivos:

Divulgar o conceito de Brinquedotecas;

Evidenciar a importância do brincar e das atividades lúdicas na infância;

Fornecer subsídios e orientação ara pessoas interessadas em montar

Brinquedotecas;

Promover cursos para a conscientização do valor do brinquedo no

desenvolvimento infantil, para organização de Brinquedotecas, para

preparação de profissionais especializados e para orientação

educacional aos pais;

Manter um banco de dados e uma biblioteca sobre brinquedos e

Brinquedotecas;

Estimular a criação de Brinquedotecas e o resgate da criatividade;

Realizar projetos que estendam a possibilidade de brincar a todas as

crianças;

Defender o direito das crianças e uma infância saudável e digna.

A Associação Brasileira de Brinquedotecas – ABBRI oferece cursos de

preparação de brinquedistas e organização de brinquedotecas e certifica a

participante com o título de “Brinquedista”.

De acordo com KISHIMOTO, T. M. (USP, 2001), as brinquedotecas

devem propiciar situações de interação e aprendizagem bem como possibilitar

o desenvolvimento da autonomia e das capacidades afetivas, cognitivas e

sociais, constituindo-se uma espaço onde a liberdade, a arte, a vontade, a

sensibilidade, a cultura, o prazer de brincar e o respeito à criança estejam

sempre presentes.

SOBRE A ORGANIZAÇÃO DE UMA BRINQUEDOTECA

. Linha científica: atividades relativas ao conhecimento da natureza, ao

funcionamento dos organismos e das máquinas, buscando despertar toda

forma de curiosidade nas crianças e adolescentes;

• Linha artística: atividades criativas envolvendo todas as formas de arte,

promovendo um conhecimento maior das técnicas e formas de arte como uma

forma de educação dos sentidos para o belo;

• Linha lúdica: atividades em grupo em forma de jogo ou brincadeira que

despertem e desenvolvam habilidades diversas, em particular a capacidade de

imaginar e sonhar.

24.4.2 Laboratório Específico: Laboratório Interdisciplinar de Formaçãode Educadores – Programa LIFE da CAPES

O IFSULDEMINAS foi contemplado com a verba de R$ 200 mil para

aquisição de bens e materiais permanentes, destinados à criação de

Laboratórios Interdisciplinares de Formação de Educadores através do

programa LIFE, da CAPES. Os laboratórios foram criados nos campus

Inconfidentes, Machado e Muzambinho, objetivando promover a integração

entre os cursos graduação/Licenciatura e a articulação com os projetos PIBID

(Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência) e Novos Talentos.

Com a implantação das unidades, foi possível incentivar o desenvolvimento de

metodologias voltadas para a inovação das práticas pedagógicas, elaboração

de materiais didáticos de caráter interdisciplinar e o uso de tecnologia da

informação e comunicação.

A estrutura do LIFE do IFSULDEMINAS – Campus Muzambinho

encontra-se a disposição de todos os alunos matriculados nos cursos de

Licenciaturas.

25. CERTIFICADOS E DIPLOMAS

Para obtenção do grau de Licenciado em Pedagogia, o aluno deverá

concluir com aprovação todos os componentes curriculares descritos na matriz,

o Trabalho de Conclusão de Curso, o Estágio Curricular Supervisionado,

Atividades Complementares, Práticas enquanto Componentes Curriculares e

demais atividades previstas neste Projeto Pedagógico de Curso.

Em relação à expedição de Diplomas e Certificados, as Normas

Acadêmicas dos Cursos de Graduação do IFSULDEMINAS (Resolução

CONSUP nº 071/2013) disciplina:

Art. 52. O IFSULDEMINAS expedirá diploma de TECNÓLOGO,

LICENCIADO ou BACHAREL aos que concluírem todas as

exigências do curso em que estiver matriculado ou de uma de

suas habilitações ou modalidades, de acordo com a legislação em

vigor.

§ 1º. A colação de grau no IFSULDEMINAS é obrigatória,

conforme a data prevista no Calendário Escolar.

§ 2º. É vedada a colação de grau antes da data prevista no

calendário escolar, salvo em caráter excepcional.

§ 3º. Caso o aluno esteja ausente na colação de grau na data

prevista no Calendário Escolar, uma nova data será definida

pelo Reitor do IFSULDEMINAS ou seu representante legal,

conforme sua disponibilidade.

26. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Decreto nº 5.296/2004, de 02 de dezembro de 2004. Regulamenta aLei nº 10.048/2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que

especifica, e dá outras providências, e nº10.098/2000, que estabelece normasgerais e critérios básicos para promoção da acessibilidade das pessoasportadoras de deficiências. Brasília, 2004.

BRASIL. Decreto nº 5.622/2005, de 19 de dezembro de 2005. Regulamenta oart. 80 da Lei nº 9394/1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da EducaçãoNacional. Brasília, 2005

BRASIL. Decreto nº 5.626/2005, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta aLei nº 10.436/2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais, LIBRAS.Brasília, 2005

BRASIL. Decreto nº 7.037/2009. Institui o Programa Nacional de DireitosHumanos – PNDH 3. Brasília, 2009.

BRASIL. Decreto nº 4.281/2002, de 25 de junho de 2002. Regulamenta a Leino 9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de EducaçãoAmbiental, e dá outras providências. Brasília, 2002.

BRASIL. Decreto nº 7.611/2011, de de 17 de novembro de 2011. Dispõesobre a educação especial e o atendimento educacional especializado e dáoutras providências. Brasília, 2011.

BRASIL. Decreto nº 7.824, de 11 de outubro de 2012. Regulamenta a Lei no12.711, de 29 de agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nasuniversidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nívelmédio. Brasília, 2012.

BRASIL. Lei nº 10.098/2000, de 19 de dezembro de 2000. Estabelece normasgerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoasportadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outrasprovidências. Brasília, 2000.

BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei nº 9.394, de 20de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educaçãonacional, para incluir no currículo oficial2 da Rede de Ensino a obrigatoriedadeda temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências.Brasília, 2003.

BRASIL. Lei nº 10.861/2004, de 14 de abril de 2004. Institui o SINAES -Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. Brasília, 2004.

BRASIL. Lei nº 11.645/2008, de 10 de março de 2008. Altera a Lei nº 9.394,de 20 de dezembro de 1996, para incluir no currículo oficial da rede de ensino aobrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.Brasília, 2008.

BRASIL. Lei nº 11.788/2008, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre oestágio de estudantes e dá outras providências. Brasília, 2008.

BRASIL. Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012. Dispõe sobre o ingresso nasuniversidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nívelmédio e dá outras providências. Brasília, 2012.

BRASIL. Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012. Define Proteção dosDireitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Brasília, 2012.

BRASIL. Lei nº 9.394/1996, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece asDiretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, 1996.

BRASIL. Lei nº 9.536, de 11 de dezembro de 1997. Regulamenta o parágrafoúnico do art. 49 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.

BRASIL. Lei nº 9.795/99, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a EducaçãoAmbiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outrasprovidências.

BRASIL. Parecer 14/2009 MEC/SEESP/DPEE. Terminalidade Específica.Brasília, 2009.

BRASIL. Parecer 67/2003. Referencial para as Diretrizes CurricularesNacionais – DCN dos Cursos de Graduação – Conselho Nacional deEducação. Brasília, 2003.

BRASIL. Parecer CNE 776/97. Orientação para as diretrizes curriculares doscursos de graduação. Brasília, 1997.

BRASIL. Parecer CNE/CEB nº 02/2013. Consulta sobre a possibilidade deaplicação de “terminalidade específica” nos cursos técnicos integrados aoEnsino Médio. Brasília, 2013.

BRASIL. Parecer CNE/CP nº28/2001. Estabelece a duração e a carga horáriados cursos de Formação de Professores, em nível superior, curso deLicenciatura, de graduação plena. Brasília, 2001.

BRASIL. Portaria MEC nº 40/2007. Institui o e-MEC. Brasília, 2007.

BRASIL. Regulamenta a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999. Institui aPolítica Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências. Brasília,1999.

BRASIL. Resolução CNE/CEB nº 2, de 11 de setembro de 2001. InstituiDiretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília,2001.

BRASIL. Resolução CNE/CES 1, de 17 de junho de 2004. Institui DiretrizesCurriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para oEnsino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Brasília, 2004.

BRASIL. BRASIL. Resolução CNE/CP 1, de 15 de maio de 2006. InstituiDiretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia,licenciatura. Brasília, 2006.

BRASIL. Resolução CNE/CES 1, de 30 de maio de 2012. EstabeleceDiretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. Brasília, 2012.

BRASIL. Resolução nº 2, de 15 de junho de 2012. Estabelece as DiretrizesCurriculares Nacionais para a Educação Ambiental. Brasília, 2012.

BRASIL. Resolução nº 2, de 1º de julho de 2015. Define as DiretrizesCurriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos delicenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos desegunda licenciatura) e para a formação continuada. Brasília, 2015.

BRASIL. Resolução nº 4, de 2 de outubro de 2009. Institui DiretrizesOperacionais para o Atendimento Educacional Especializado na EducaçãoBásica, modalidade Educação Especial. Brasília, 2009.

IFSULDEMINAS. Resolução CONSUP nº 012/2013, de 29 de abril de 2013.Dispõe sobre a aprovação do Regulamento do Programa de Monitoria deEnsino. Pouso Alegre, 2013.

IFSULDEMINAS. Resolução CONSUP nº 028/2011, de 05 de agosto de2011. Dispõe sobre a aprovação da Normativa de Transferência Interna. PousoAlegre, 2011.

IFSULDEMINAS. Resolução CONSUP nº 028/2013, de 17 de setembro de2013. Dispõe sobre a aprovação das Normas Acadêmicas dos CursosIntegrados da Educação Técnica Profissional de Nível Médio. Pouso Alegre,2013.

IFSULDEMINAS. Resolução CONSUP nº 030/2012, de 19 de julho de 2012.Dispõe sobre a aprovação do Regimento do Núcleo de Apoio às Pessoas comNecessidades Especiais – NAPNE do IFSULDEMINAS. Pouso Alegre, 2012.

IFSULDEMINAS. Resolução CONSUP nº 032/2011, de 05 de agosto de2011. Dispõe sobre a aprovação do Regimento Interno do Colegiado deCursos. Pouso Alegre, 2011. IFSULDEMINAS. Resolução CONSUP nº 059/2015, de 01 de setembro de2015. Dispõe sobre a alteração no PDI 2014/2018, Alteração no percentual deingresso de discentes no IFSULDEMINAS. Pouso Alegre, 2015.

IFSULDEMINAS. Resolução CONSUP nº 071/2013, de 25 de novembro de2013. Dispõe sobre a aprovação da reestruturação da Resolução 037/2012 –Normas Acadêmicas dos Cursos de Graduação. Pouso Alegre, 2013.

IFSULDEMINAS. Resolução CONSUP nº 101/2013, de 16 de dezembro de2013. Dispõe sobre a aprovação das Políticas de Assistência Estudantil doIFSULDEMINAS. Pouso Alegre, 2013.

IFSULDEMINAS. Resolução CONSUP nº 102/2013, DE 16 DE DEZEMBRODE 2013. Dispõe sobre a aprovação das Diretrizes de Educação Inclusiva doIFSULDEMINAS. Pouso Alegre, 2013.

IFSULDEMINAS. Resolução CONSUP nº 107/2014, de 18 de dezembro de2014. Dispõe sobre a aprovação do Regimento do Núcleo DocenteEstruturante (NDE) – Cursos de Graduação - IFSULDEMINAS. Pouso Alegre,2014.

IFSULDEMINAS. Resolução nº 047/2012, de 13 de novembro de 2012.Dispõe sobre a aprovação das Normas de Calendário Acadêmico doIFSULDEMINAS.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA ESTATÍSTICA – IBGE. 2006.Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/>

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA ESTATÍSTICA – IBGE. 2010.Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/>

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SULDE MINAS GERAIS. Plano de Desenvolvimento Institucional, PDI 2014 –2018.

LUCKESI, C.C. Avaliação da aprendizagem escolar. 4. ed. São Paulo:Cortez, 1996