inconsistÊncias contÁbeis no terceiro .-integrante da comissão de negociações do sinepe –

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  • INCONSISTNCIAS CONTBEIS NO TERCEIRO SETORRoberto Medeiros

    20 de abril de 2016

  • Roberto Medeiros

    -Coordenador da Comisso de Estudos do 3 Setor do CRCRS

    -Empresrio da rea Contbil, Diretor da Patrimonial Assessoria Contbil (1988), com atuao exclusiva para Entidades do Terceiro Setor (Ensino, Assistncia Social, Sade, Esporte e Cultura).

    - Integrante da Comisso de Negociaes do SINEPE RS

    -Diversas palestras, seminrios e treinamentos sobre o Terceiro Setor.

    robertomedeiros14@gmail.com

    mailto:robertomedeiros14@gmail.com

  • PROGRAMA:- APRESENTAO DA COMISSO DE ESTUDOS DO TERCEIRO SETOR- CENRIO DO TERCEIRO SETOR- DEMONSTRAES CONTBEIS- ATUAO PROFISSIONAL NO TERCEIRO SETOR- IMPORTNCIA DOS CONTROLES INTERNOS (Contas a

    Receber/Pagar, Imobilizado, Estoques...)- RECEPO AOS AUDITORES INDEPENDENTES

  • BIBLIOGRAFIA:- LEI 11.638/2007- LEI 12.101/2009- LEI 12.868/2013- MANUAL DE CONTROLES INTERNOS Dias, Srgio Vidal dos Santos

    Editora Atlas.- ANLISE DIDTICA DAS DEMONSTRAES CONTBEIS Martins, Eliseu e outros Editora Atlas.- TERCEIRO SETOR: GUIA DE ORIENTAO PARA O PROFISSIONAL DA CONTABILIDADE CRCRS 2012- Site Internet: http://www.portaldeauditoria.com.br/controles-internos/

    http://www.portaldeauditoria.com.br/controles-internos/

  • Comisso de Estudos do Terceiro Setor 2016/2017(Estatuda atravs da Resoluo CRCRS 571/16)

    - Roberto Medeiros Coordenador (Porto Alegre)- Dany Jos Petry (Lajeado)- Marcone Hahan de Souza (Porto Alegre)- Ana Maria Silveira de Santana (Porto Alegre)- Gabriel Filber Ribas (Porto Alegre)- Patrcia Azevedo de Aguiar (Porto Alegre)- Gabriele Schmidt da Silva (Porto Alegre)- Gervzio Parizotto (Caxias do Sul)- Dalmir do Amaral Ferreira (Passo Fundo)- Jos Almir Rodrigues de Mattos (Porto Alegre)- Adilson Catto (Santa Maria)

  • Breve histrico da Comisso

    Instituda em 2010. Iniciou com 7 componentes, atualmente so 11 So realizadas reunies ordinrias mensais Participantes atuam de forma voluntria

  • Atividades Desenvolvidas

    Treinamento anual dos fiscais do CRCRS Participao nos eventos promovidos pelo CRCRS Lanamento e Atualizao do Livro: Guia do Terceiro Setor Promoo de eventos de capacitao dos profissionais

  • Objetivos da Comisso

    Orientar os profissionais da contabilidade para atuao nessa rea.

    Estudar a legislao pertinente ao Terceiro Setor e suas implicaes na contabilidade.

    Colaborar como instrutores e palestrantes nos eventos do CRCRS.

    Assessorar o Conselho Diretor e o Plenrio do CRCRS, quando solicitado.

  • Contexto do Terceiro Setor

    Pesquisa IBGE (IPEA, ABONG e GIFE)

    Dados de 2005 338.162 fundaes privadas eassociaes sem fins lucrativos (includas as inativas)

    Dados de 2010 290.692 so fundaes privadas eassociaes sem fins lucrativos, destas 25.377 esto no RS.

    Mdia de criao - 12 mil entidades/ano

  • Distribuio quanto aos seguimentos de aAtuao Habitao 292 Sade 6.029 Cultura e recreao 36.921 Educao e pesquisa 17.664 Assistncia social 30.414 Religio 82.853 Patronais e profissionais 44.939 Meio Ambiente e prot. Animal 2.242 Desenvolvimento e defesa direitos 42.463 Outras 26.875 Total 290.692

  • REGULAMENTAO

    Resoluo CFC n 1.409/2012 de 21 de setembro de 2012 institui a:

    Interpretao ITG 2002 Entidade sem Finalidade de Lucros

    Revoga as Resolues CFC ns. 837/99, 838/99, 852/99, 877/00, 926/01 e 966/03

  • Sob o aspecto fiscalizatrio

    A partir do avano e do uso de novas tecnologias

    a ao fiscalizatria do governo vem

    implementando novas exigncias aplicveis ao

    Terceiro Setor.

  • Cenrio

    No Brasil o termo Terceiro Setor utilizado para

    designar as organizaes sem fins lucrativos, de

    carter no governamental, contando tambm com a

    participao de voluntrios, alm de contribuir com

    prticas de caridade e de cidadania.

  • As entidades que atuam no Terceiro Setor, sem fins lucrativos, devem trabalhar visando sua viabilidade e sustentabilidade.

  • No caso de eventual supervit este no deve ser distribudo aos associados/membros.

    O resultado superavitrio dever ser reinvestido nas Atividades - fins das entidades.

  • Denominao das contas

    Conta Capital = Patrimnio Social,(integrante do grupo Patrimnio Lquido)

    Lucro = Supervit

    Prejuzo = Dficit .

    O supervit ou dficit deve ser incorporado ao Patrimnio Social

  • Em se tratando de FUNDAO PRIVADA a dotao inicial disponibilizada pelo instituidor/fundador em ativo monetrio ou no monetrio, no caso das fundaes, considerada doao patrimonial e reconhecida em conta do patrimnio social.

  • NATUREZA JURDICA

    -Conforme, incisos I, III, IV e V do art. 44 do Cdigo Civil, Lei n 10.406, de 10 de janeiro de 2002:

    Art. 44. So pessoas jurdicas de direito privado:I as associaes;II as sociedades;III as fundaes.IV as organizaes religiosas; (Includo pela Lei n 10.825,de 22.12.2003);V os partidos polticos. (Includo pela Lei n 10.825, de22.12.2003).

  • TITULAES E CERTIFICAES

    Ttulo de utilidade Pblica Municipal Ttulo de utilidade Pblica Estadual Ttulo de utilidade Pblica Federal Certificado de Entidade Beneficente de

    Assistncia Social (Sade e Educao) (CEBAS)

    Ttulo de Organizao da Sociedade Civil de Interesse Pblico (OSCIP)

    Ttulo de Organizao Social (OS)

  • Benefcios:

    Imunidade de tributos na esfera federal, estadual emunicipal, conforme art. 150 da Constituio Federal.

    Iseno do recolhimento da quota patronal para oINSS e das demais contribuies sociais, conforme a legislao infraconstitucional referida (Portadoras do CEBAS).

  • rgos de concesso do CEBAS:

    Ministrio da Sade (MS),

    Ministrio da Educao (MEC)

    Ministrio do Desenvolvimento Social eCombate Fome (MDS).

  • O CEBAS concedida pela Unio s organizaes sem fins lucrativos que atuem especificamente nas reas da sade e/ou educao e/ou assistncia social, conforme definido no art. 1 da Lei Federal n 12.101- 2009

  • APRESENTAO DAS DEMONSTRAES CONTBEIS

    Na elaborao das demonstraes contbeis das entidades sem fins lucrativos, deve-se observar a Resoluo CFC n 1.409/2012 e ITG 2002 (Interpretao Tcnica Geral) (alterada pela ITG 2002-R1, de 21 de agosto de 2015), compatibilizadas com a Lei n 11.638-2007 e Lei n 11.941-2009, que alteraram artigos relativos elaborao e divulgao das demonstraes contbeis.

  • DEMONSTRAES CONTBEIS

    O conjunto completo de demonstraes contbeis inclui:

    -Balano patrimonial ao final do perodo;-Demonstrao do resultado do perodo (*);-Demonstrao do resultado abrangente do perodo;-Demonstrao das mutaes do patrimnio lquido do perodo;-Demonstrao dos fluxos de caixa do perodo;-Demonstrao do valor adicionado do perodo, conforme NBC TG 09 demonstrao do valor adicionado, se exigida legalmente ou por algum rgo regulador ou mesmo se apresentada voluntariamente. -Notas Explicativas, que compreendem um resumo das polticas contbeis significativas e outras informaes explanatrias.

    (Complementarmente acompanhados do Parecer do Conselho Fiscal da Entidade)

  • (*) DRE - No caso de entidades, portadoras do Certificado deEntidade Beneficente de Assistncia Social (CEBAS), quedesenvolvem atividades em mais de uma rea (sade,educao e assistncia social), devem apresentar asdemonstraes de resultado de forma segregada, conformeas respectivas atividades

  • Atuao Profissional no Terceiro Setor

    O Contador ou Tcnico em Contabilidade o responsvel por toda a contabilidade da OTS, responde criminalmente por fraudes e no cumprimento de exigncias tributrias.

  • Atuao Profissional no Terceiro Setor

    indispensvel ter o amplo conhecimento da Instituio.

    Deve atuar em sintonia com os interesses institucionais e seus dirigentes, compatibilizando-os com as Normas e os Princpios Contbeis e com as legislaes pertinentes.

  • Atuao Profissional no Terceiro Setor

    Atuar de forma a manter o amplo conhecimento de uma Instituio do Terceiro Setor exige movimentaes estratgicas e protagonismo na gesto.

    No suficiente a atuao eminentemente operacional.

  • Atuao Profissional no Terceiro Setor

    Ser suficientemente controlado e provocador das leituras e interpretaes dos resultados contbeis.

    Estudar os propsitos institucionais visando contribuir no atendimento das respectivas metas.

  • Atuao Profissional no Terceiro Setor

    Promover controles eficientes, consistentes e seguros.

    Atuar sempre de forma tempestiva.

    Utilizar recursos (equipamentos, sistemas, RH, controles, etc.) modernos, integrados, acessveis e hierarquizados.

    Orientar e capacitar sua equipe e usurios das informaes contbeis.

    Ser colega, solidrio e sensvel, prevalecendo a TICA PROFISSIONAL.

  • Importncia dos Controles Internos nas Instituies do Terceiro Setor

    Os Controles Internos envolvem o Planejamento Organizacional, os Mtodos e Procedimentos adotados dentro de uma Instituio do Terceiro Setor, a fim de salvaguardar seus ativos, verificar a adequao e o suporte dos dados contbeis, promover a eficincia operacional e encorajar a aderncia s polticas definidas pelas diretorias, com o objetivo de evitar ERROS, FRAUDES, INEFICINCIAS e C

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