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Sachs Aftermarket Center - Molas helicoidais do disco de embreagem - A impregnação por lubrificantes - Pedal duro e ruído no acionamento - Tipos de acionamentos das embreagens - Troca de embreagens para a linha Renault - Troca de embreagens para a linha Fiat com motores 1.0, 1.3, 1.5 e 1.6. - Trepidação - Volantes da linha pesada - Tabela de volantes linha leve Embreagens sem mistério Sachs: a embreagem mundial Sachs Soluciona

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Page 1: Embreagens sem mistério Sachs Soluciona · missão às “molas folgadas” do disco de embrea-gem, o que não é real. ... Problemas de esforço excessivo de pedal e ruídos de

Sachs Aftermarket Center- Molas helicoidais do disco de embreagem

- A impregnação por lubrificantes

- Pedal duro e ruído no acionamento

- Tipos de acionamentos das embreagens

- Troca de embreagens para a linha Renault

- Troca de embreagens para a linha Fiat com

motores 1.0, 1.3, 1.5 e 1.6.

- Trepidação

- Volantes da linha pesada

- Tabela de volantes linha leve

Embreagens sem mistério

S a c h s : a e m b r e a g e m m u n d i a l

Sachs Soluciona

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Há 50 anos a melhor embreagem do Brasil

A Sachs está presente no Brasil há 50 anos.Durante todo este tempo, a busca incansável pelatecnologia e qualidade, posicionou as embreagensSachs como as melhores do Brasil. Com a liderançaincontestável em praticamente todos os mercadosque atua, a marca Sachs é hoje referência a serbatida neste segmento.

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As molas helicoidais existentes no disco de embre-agem têm a função de absorver as variações brus-cas de torque do motor, gerando um confortomaior para o motorista durante as mudanças demarcha.

É comum no mercado associar ruídos de trans-missão às “molas folgadas” do disco de embrea-gem, o que não é real. Durante a vida útil do discohá uma folga natural de suas molas de torção, oque é aceitável e não prejudica o desempenho deconjunto da embreagem. Alerta-se que a aplicaçãoinadequada ou uso abusivo do veículo (como porexemplo, veículos com alterações em suas condiçõesoriginais ou com excesso de carga) causam desgasteexcessivo das molas, podendo gerar ruídos.

Molas helicoidaisdo disco de embreagem

No caso de ruídos indesejáveis após amontagem, certifique-se de que não existamcomponentes da transmissão soltos ou comdesgaste, coxins de motor e câmbio em mauestado e que a rotação da marcha lenta es-teja correta antes de decidir-se pela remoçãodo disco de embreagem.

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A impregnação do disco de embreagem por óleoou graxa poderá ocasionar perda de potênciadevido à patinação ou vibrações indesejáveis noveículo em função da trepidação.A impregnação pode ocorrer por vários motivos,veja aqui os mais comuns:

Danos no retentor do volante do motor.

Falhas nas vedações do sistema de acionamentohidráulico.

Retentor do eixo piloto em mau estado.

Manuseio das peças com as mãos impregnadasde óleo ou graxa.

A impregnação por lubrificantescausa problemas na embreagem

Cuidados na montagem visando evitar aimpregnação do disco de embreagem:

1. Utilize graxa grafitada ao lubrificar oestriado do eixo piloto para evitarescorrimentos em função da forçacentrífuga exercida pelo motor, o quepoderia gerar a contaminação do disco deembreagem.

2. Aplique apenas uma pequenaquantidade de graxa no estriado, suficientepara o livre deslizamento do disco.

3. Deslize o disco do início ao fim doestriado. Repita a operação uma ou duasvezes para obter uma melhor distribuição dolubrificante.

4. Retire o excesso de graxa utilizando umpano que não solte fiapos.

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Pedal duro e ruídono acionamento da embreagem

Substituir o conjunto deembreagem não se trataapenas de retirar o platô,disco e rolamento usadose simplesmente colocaroutros novos no lugar.Junto da embreagem,existem vários compo-nentes que se desgastamsimultaneamente e,portanto, não devem seresquecidos. Problemas deesforço excessivo de pedale ruídos de acionamento,por exemplo, estão rela-cionados a componentesque forçam o sistema deacionamento da embrea-gem. Por este motivo, o apli-cador profissional verificatodos os componentesenvolvidos e os substituisempre que necessário.Fique atento aos princi-pais causadores de pedalde embreagem duro eruídos de acionamento:

Desgaste nas áreas de contato do garfo com asbuchas. As áreas desgastadas do garfo serãoimpregnadas por resíduos, poeira ou sujeira,gerando resistência ao movimento do garfo.

Buchas quebradas ou desgastadas. As buchas emmás condições geram folgas e conseqüentesvibrações, além de dificultar o movimento dogarfo.

Desgaste ou deformação ao longo do tubo guia(moringa). O desgaste do tubo guia poderá geraro acionamento irregular do rolamento causandoruídos.

Desgaste nas hastes dogarfo de acionamento.Num garfo em boascondições de uso, a áreade contato com orolamento deve estararredondada.

Cabo de embreagemtravado. Uma forma deverificar a condição docabo é retirá-lo e verificarse permite livre aciona-mento. A verificação deveser feita com o caboflexionado.

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Tipos de acionamentos das embreagensde veículos de passeio e utilitários

Os motores à combustão não são capazes de trans-mitir o torque até que a velocidade de marcha lentaseja ultrapassada e possuem uma margem de veloci-dade relativamente limitada para ser utilizada. Uma embreagem ACIONADA EXTERNAMENTE, com-binada com uma transmissão por engrenagens, écapaz de solucionar estes dois problemas, desaco-plando o motor do restante do POWERTRAIN.Quando falamos uma embreagem “ACIONADAEXTERNAMENTE”, falamos do sistema de aciona-mento do veículo: é ele que aciona a embreagem,e se ele vai mal, a embreagem não funcionará corre-tamente. Conheça aqui soluções para os quatrotipos de acionamento e suas particularidades.

Sistema de acionamento por cabo

Muito comum nosveículos de passeio,o sistema de aciona-mento por cabo setorna bastante viáveldevido às facilidadesde sua manutenção.

Falha: embreagem duraNeste sistema, o cabo é responsável por puxar ogarfo de embreagem e transmitir o movimentoaté o mancal que acionará a mola membrana doplatô. Cabos com desgaste, garfo em mal estado ebuchas do garfo com desgaste excessivo provoca-rão pedal duro.

Falha: rangidosÉ comum neste tipo de sistema, o aparecimento derangidos durante o acionamento. Podemos afirmarque o platô não produz o rangido durante o acio-namento. Esta falha é provocada por desgaste daspartes móveis, garfo e buchas em mal estado etambém a falta de lubrificação do sistema.

Falha: trepidaçãoCabos enroscando provocarão a trepidação noveículo. Na linha pick-up, alguns veículos possuemeste tipo de acionamento. Se o cabo não estiver

tensionado, curvado, a pick-up terá a trepidação.Não podemos esquecer de verificar o paralelismodo volante e o estado dos coxins do veículo.

Sistema de acionamento tipo rígido

Este tipo de aciona-mento é utilizado nosveículos mais antigos.Ele possui varões deacionamento e sãoarticulados.

Falha: dificuldade de engateEsta falha acontece geralmente quando temos per-da de acionamento. Geralmente perdemos aciona-mento por empenamento dos varões e folgas nasarticulações.

Falha: patinação A regulagem da folga entre mancal de embreageme os dedos da mola membrana deve ser obedecida.Neste sistema, recomendamos uma folga no pedalde 2 cm. Caso o seu sistema não possua esta folga,sua embreagem estará enforcada.

Falha: trepidaçãoFolgas excessivas, que podem ser claramentepercebidas no sistema de acionamento (buchas ebalancim) e deformações nos varões, causamtrepidação.

Falha: embreagem duraO sistema de acionamento tem papel fundamentalpara o esforço do pedal. Necessitamos verificar alubrificação das articulações, oxidação no tuboguia, desgaste do parafuso olhal e empenamentodos varões.

cabo

mancal deembreagem

garfo

olhal

garfo

varão

olhal

mancal deembreagem

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Tipos de acionamentos das embreagensde veículos de passeio e utilitários

Sistema de acionamento hidráulicoconvencional

No sistema de aciona-mento hidráulicotemos como benefícioa diminuição do esfor-ço do pedal e umacionamento suave esem ruídos.

Falha: dificuldade de engateGeralmente esta falha acontece após a troca daembreagem. É necessário a verificação do nível deóleo do reservatório, a realização da sangria paraeliminação de ar no sistema, verificar possíveisempenamentos das hastes dos cilindros e tubula-ção do óleo com restrições.

Falha: patinaçãoEste tipo de falha acontece quando o sistema fica“enforcado”, ou seja, o óleo não retorna para oreservatório e assim mantém a haste do cilindroatuador acionada, provocando a patinação no veí-culo.

Falha: embreagem duraO atuador hidráulico está sujeito a desgastes inter-nos que prejudicam seu desempenho. As paredesinternas dos cilindros são polidas e com o tempode uso elas vão criando rugosidades que afetam ocurso do êmbolo devido ao atrito. Nem sempreocorrem vazamentos nestas situações, mas mesmoassim recomendamos a troca do atuador sempreque for efetuada a substituição da embreagem.Obs.: geralmente o veículo já apresenta esteproblema com o conjunto de embreagem anterior.

Sistema de acionamento hidráulico com mancalhidráulico

Este sistema é um dosmais atuais, aplica-setanto à linha levequanto à linha pesada.Ele não possui o garfode acionamento:o mancal de embrea-gem faz o papel dogarfo e do cilindroatuador.

São duas funções em um só componente.

Falha: embreagem duraProblema similar ao do sistema de acionamentohidráulico convencional.

Falha: dificuldade de engateA perda de pressão no sistema causa a dificuldadede engate, assim como também a presença de arno sistema ou tubulação com restrição.É necessário verificar todo o sistema hidráulicoantes da remoção do conjunto de embreagem.

Falha: trepidaçãoA trepidação também poderá surgir quando osistema de acionamento estiver vazando. Noscasos de volante “tipo pot” é extremamentenecessária a verificação da profundidade dorebaixo após a usinagem. Alguns mecânicos sóretrabalham a superfície de atrito do disco eesquecem de retrabalhar a superfície de apoio doplatô.

Falha: patinação A patinação, neste sistema, ocorre por motivosemelhante ao do sistema de acionamento hidráu-lico convencional. Também é necessária a verifica-ção de um possível travamento da haste do cilin-dro mestre ou restrição na tubulação. Ambosimpedem o retorno do óleo ao reservatório.

A Sachs recomenda a substituição do mancalhidráulico a cada troca de embreagem.

tubulação

atuador

reservatório

cilindro mestre

olhal

mancal de embreagem

cilindromestre

tubulação

mancal hidráulico

reservatório

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Diagnóstico requer inspeção detalhada nadesmontagemAo desmontar a caixa seca, observe o pino olhal(no destaque) e verifique se ele ainda está cobertocom uma bucha de nylon. No caso mostrado aqui,o pino já aparece sem a bucha. O desgaste da bucha causa perda de curso deacionamento do platô, dificultando o engate dasmarchas. Sua completa ausência, devido ao usoexcessivo, causa o contato do garfo com um pa-rafuso da caixa seca, dando a sensação de degrautoda vez que se aciona a embreagem.

Lavagem é indicada para verificar o estado geralAntes de realizar a substituição da embreagem, éindicado lavar a caixa seca. Além de eliminarresíduos e poeira que poderiam afetar ofuncionamento suave da nova embreagem, esteselementos devem ser retirados para garantir aeficiência da nova lubrificação que será aplicadaao sistema. Áreas que apresentarem sinais de oxi-dação devem ser igualmente tratadas, eliminando-se os mesmos por completo. Fora isto, a lavagemtambém é aconselhável para poder checar acondição geral da caixa. Somente assim é possível verificar fissuras ourachaduras.

Importante: trocar o garfo e a buchaFora o desgaste (ou mesmo a ausência) da buchano pino olhal, a redução das áreas de contato dogarfo (mesmo sendopequenas) tambémcontribui para umaperda de curso deacionamento e assim,dificuldade nos enga-tes das marchas. Em função disto, todavez que o platô e odisco forem trocadosé recomendávelsubstituir o garfo ebucha por peçasnovas.

A embreagem em carros da linha RenaultCuidados durante a substituição

Pino olhal SEM bucha

Detalhe da parte interior de um garfousado. Note o acúmulo de poeira e sujei-ra. São elementos abrasivos que aumen-tam o atrito e diminuem a vida útil dabucha de nylon e mesmo do garfo, crian-do folgas. Folgas que, posteriormente,causarão a dificuldade no engate dasmarchas.Área de contato

com desgaste

Bucha nova:ela deve ser montada sobreo pino olhal.

Garfo novo:ele deve substitur ogarfo antigo paragarantir engatessuaves.

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A embreagem em carros da linha RenaultCuidados durante a substituição

O toque final: lubrificar o garfo e a buchaPor fim, para assegurar o funcionamento suave eprevenir o desgaste prematuro do novo garfo e dabucha, é indicado lubrificar ambos antes deproceder a montagem final do sistema.

LembreteAo trocar a embreagem de um Renault, sempretroque também o garfo e a bucha de nylon.O sinal mais claro do desgaste destas peças é anecessidade de calços no cabo de embreagempara permitir mais curso no acionamento.

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A embreagem em carros da linha Fiatcom motores 1.0, 1.3, 1.5 e 1.6

Sistema de amortecimento torcional absorvevibrações e reduz ruídosObserve os componentes do novo kit de embreagemSachs para a linha Fiat, motores 1.0,1.3, 1.5 e 1.6.O disco é do tipo VTB com pré-amortecimentopara absorver os ruídos da marcha-lenta. Conta tam-bém com amortecimento principal robusto e degrande angulação para absorver vibrações domotor, reduzir ruídos e proteger a caixa de trans-missão.O resultado é um desempenho superior na absor-ção das vibrações do motor. Isto, por sua vez,reduz sensivelmente os ruídos do câmbio. Tudoisto tem um objetivo claro e definido: aumentar oconforto e a segurança de quem dirige.

Atenção para a posição CORRETA de montagemdo mancal Para o funcionamento correto e livre de problemasda embreagem da linha Fiat, é muito importanteverificar a posição de montagem do mancal.Aqui vemos a posição correta do mancal quandoele é instalado. O dente de fixação no garfo precisa ser montadopara baixo e a orelha do mancal para cima.Em destaque nos retângulos amarelos é possívelidentificar o dente de fixação no garfo e a orelhado mancal. São eles que determinam a montagemcorreta do mancal. A orelha do mancal sempredeve ficar PARA CIMA e o dente de fixação nogarfo PARA BAIXO.

Dente defixação no garfo

Orelha do mancal

Repare como o mancal encaixa no tuboguia, deixando uma boa parte dele à mostra. É esta área marcada pela linha amarela.Este é o modo CORRETO DE INSTALAÇÃO domancal. Se por algum motivo o tubo guia nãoestiver descoberto como nesta foto ao lado, ainstalação está errada!

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A embreagem em carros da linha Fiatcom motores 1.0, 1.3, 1.5 e 1.6

Veja o mancal montado na posição ERRADATome muito cuidado ao montar o mancal. Na fotoao lado, vemos o dente de fixação montado paracima e a orelha do mancal para baixo (indicadopelo dedo). Isto irá causar o seguinte problema: omancal vai tocar a caixa seca, impedindo o seuretorno. O platô ficará então pré-acionado,causando a popular “patinação” do sistema. Outro problema decorrente da montagem errada:será possível engatar as marchas sem que seacione o pedal de embreagem.

Verificação das buchas guia da caixa seca éaconselhávelAs buchas guia da caixa seca são o próximo itemque deve ser observado com atenção. Se elasestiverem quebradas, amassadas ou até mesmoausentes, isto causará o desalinhamento entremotor e câmbio.Este desalinhamento vai fazer com que o discotrabalhe forçado. A diminuição sensível de suavida útil e até uma quebra, serão as conseqüên-cias. Portanto, deve-se checar as buchas antes dese reiniciar a montagem do sistema e trocá-las, sehouver necessidade.

Veja como a área marcada pela linha amare-la é menor quando o mancal está instalado demodo ERRADO. Ele não está encaixadodevidamente e a embreagem não funcionarácomo deveria.

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A embreagem em carros da linha Fiatcom motores 1.0, 1.3, 1.5 e 1.6

Para evitar a trepidação, verifique os coxinsPara otimizar o conforto e a segurança após asubstituição da embreagem, é aconselhávelverificar os coxins do câmbio e do motor. Seapresentarem sinais de fadiga ou estiverem danifi-cados, troque-os por novos. Coxins desgastados ouquebrados causam trepidação ao veículo.

O toque final para um funcionamento suaveOs kits de embreagem Sachs vem acompanhadosde um sachê com graxa especial. Faça uso do mes-mo de forma cuidadosa. O novo mancal possui pista interna autolubrifican-te, que dispensa manutenção e lubrificação exter-na. Use a graxa somente para lubrificar levementea guia do rolamento, bem como o garfo.

Dica para a montagem daembreagem (veja maisdetalhes na página ao lado).

Montar o platôacionado é outraação que vai evitar ostranstornos causadospela trepidação.

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Evite problemas de trepidaçãoem embreagens de automóveis de passeio eutilitários

Grande parte dos problemas de trepidação emautomóveis e caminhonetes equipados com platôde carcaça estampada (como por exemplo osveículos VW 1.6, 1.8 e 2.0) se deve ao apertoirregular na instalação, ocasionando deformaçãoda carcaça ou dos dedos da mola membrana.

Quando o platô está na condição livre (antes doaperto dos parafusos de fixação), sua placa depressão está avançada e recua forçadamente àmedida que o mecânico aperta os parafusos.

Dependendo da força exercida e da seqüênciade aperto dos parafusos, pode haver adeformação da carcaça de chapa ou odesalinhamento dos dedos da mola da membrana,provocando a trepidação da embreagem.

É fácil prevenir este defeito mantendo-se oplatô acionado. Para isso, basta colocar um cabometálico ou plástico entre a carcaça do platô e amola membrana, o qual fará com que a placa depressão recue, permitindo instalar o conjunto deembreagem mais facilmente. Recomenda-seutilizar um cabo de aço, como por exemplo, o“arame” de um cabo de embreagem.

1. Com o auxílio de uma pequena prensa,pressione a mola membrana (chapéu-chinês) demodo que o platô fique acionado. Aconselha-se autilização de um volante como base de fixação.

2. Com o platô acionado, insira o cabo metálicoentre a carcaça e a mola membrana.

3. Retire o platô da prensa e instale o conjuntode embreagem normalmente, apertando osparafusos progressivamente (aos poucos) ealternadamente (em cruz). Naturalmente, vocêperceberá um aperto mais fácil.

4. Retire o cabo.

Conforme o tamanho do platô e o espaçoentre a carcaça e a mola membrana, verifi-que qual o melhor diâmetro para o cabo autilizar. No caso dos veículos VW 1.8 e 2.0(Kit 6561 / platô 1307) recomenda-se utilizarum cabo de aço de aproximadamente 5mmou um cabo de vela.

Não pressione a mola membrana excessi-vamente, o que poderia comprometer seufuncionamento.

Utilize um calço no contato do punção daprensa com a mola membrana para protegeros dedos da mola.Seguindo estes passos você realiza umserviço de qualidade e evita problemas detrepidação.

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Volantes da linha pesadaSintomas de defeitos

Volante em mau estado

Verificação da planicidade

O volante do motor é um componente essencialdo sistema de embreagem. Ele possui uma dasfaces de atrito que é responsável pela transmissãode torque do motor. Neste capítulo, veremos alguns cuidados quedevem ser tomados para evitar problemas.

Inspeção dos volantes1. Após a remoção da embreagem, limpar ovolante com um pano embebido em solvente.

2. Examiná-lo quanto à existência de fissuras emanchas produzidas por superaquecimento.

NOTA: Na maioria das vezes, quando houvesuperaquecimento, os volantes empenam. Quandoas fissuras atingirem uma região de 50% da áreado volante, o mesmo deve ser usinado. Se após ausinagem essas fissuras não desaparecerem, ovolante deve ser substituído.

3. Com o auxílio de uma régua de aço de precisão,controlar a planicidade da superfície de atrito.

NOTA 1: Quanto mais estrias, riscos e/ouondulações a superfície de atrito apresentar,menor será a durabilidade do conjunto.

NOTA 2: Esta operação pode ser realizada com ovolante montado no virabrequim.

4. Controlar as condições das roscas de fixação doplatô e da superfície de atrito.

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Volantes da linha pesadaSintomas de defeitos

5. Controlar o desvio total (empenamento dovolante).

NOTA 1: A ponta do relógio comparador devetocar na região de apoio do platô e fora dos furosde fixação do mesmo.

NOTA 2: Girar o motor para verificar a variação dodesvio lateral.Verificar valores na Tabela de Dimensões paraControle dos Volantes.Se for o caso, remover o volante para retífica.

NOTA 3: Ainda que em alguns motores não sejapossível montar o volante fora de posição, marcara posição de montagem.

NOTA 4: O desvio lateral, quando fora das especi-ficações, causará o desgaste da região de apoio damola membrana, do anel de debreagem e dasalavancas do platô de gafanhoto. As conseqüên-cias destas falhas são sentidas pelo motoristaimediatamente. O sistema de embreagem nãofuncionará como deve.

Exemplo de um conjunto com desvio lateral do volanteacima do permitido, o que ocasionou o desgaste nasalavancas e no anel de debreagem.

Aqui o desvio lateral estava igualmente acima do permitido.Isto ocasionou o desgaste no cordão da placa de pressão. O motorista terá dificuldade para engatar as marchas.

Verificação do desvio lateral

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Volantes da linha pesadaSintomas de defeitos

Usinagem do volanteVerificação da profundidade do volante

6. Retificar o volante, observando a rugosidade doacabamento.

NOTA: Observar dimensões permitidas na Tabelade Dados sobre Volantes.

7. Aproveitar para verificar a cremalheira. No caso de desgaste excessivo, inverter o seu ladoou trocá-la, antes de retificar o volante.

8. Após usinagem do volante, observar a profundi-dade do furo de fixação do platô, pois os furosnão são passantes e podem provocar um falsoaperto do platô no volante.

Dimensões para Controle dos Volantes Mercedes-Benz

Motor Profundidade Profundidade Desvio Momento de aperto Comprimento Diâmetro mínima (mm) mínima após retífica lateral (mm) (Nm) máximo (mm) mínimo (mm)

OM 314 23,1/22,5 21,5 0,10 3 a 4 26,3 -OM 352 23,1/22,5 21,5 0,10 3 a 4 26,3 -OM 355 20 18 0,25 7 - 11,8OM 355/5 20 18 0,25 7 - 11,8OM 355/5 O 20 18 0,25 7 - 11,8OM 355/5 A 20 18 0,25 7 - 11,8OM 355 A 44 42 0,25 7 - 11,8OM 355 LA 34 32 0,25 7 - 11,8OM 364 29,1/28,5 27,5 0,1 3 a 4 26,3 -OM 364 A 29,1/28,5 27,5 0,1 3 a 4 26,3 -0M 366 23,1/22,5 21,5 0,1 3 a 4 26,3 -OM 366 A 23,1/22,5 21,5 0,1 3 a 4 26,3 -OM 366 LA 23,1/22,5 21,5 0,1 3 a 4 26,3 -OM 449 A 62,1/61,9 60,0 0,1 20 a 22 75 -OM 449 LA 62,1/61,9 60,0 0,1 20 a 22 75 -OM 447 A 62,1/61,9 60,0 0,1 20 a 22 75 -OM 447 LA 62,1/61,9 60,0 0,1 20 a 22 75 -

Nota: Após momento de aperto inicial, o aperto final deve ser dado com um torque angular de 90º a 110º.

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Volantes da linha pesadaDimensões para controle dos volantes

Tipo de Motor Volante nº K mín. (mm)DN/DS11 306 993 45,5

Torques de Aperto do VolanteMotores Torque inicial (Nm) Torque angularsérie 9 180 60ºsérie 11 180 60ºsérie 12 150 90ºsérie 14 230 60º

NOTA: ao usinar o volante mais de 1 mm, sua borda de guia também deve ser rebaixada 1 mm, embora tal operação deva ser evitada.

Tipo de Embreagem G 420 (*) Demais tiposKF 116 B (volantes planos)

Distância A (mm) 44,4 +/- 0,1 -Distância B (mm) 50,1 +/- 0,3 41,5 +/- 0,5 Retífica máx. (mm) 0,5 0,5 Conicidade máx. (mm) 0,3 0,3

Distância (A) entre asuperfície de atrito ea de apoio da carcaçada embreagem.

Distância (B) entre asuperfície de atrito ea de apoio do virabre-quim.

Scania

Volvo

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Tabela de volantesLinha leve

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VOLKSWAGEN e FORDPlatô Volante Aplicação1277 Rebaixo 23,8mm VW 1300 (BX)1295 Rebaixo 12,4 mm CORCEL I1278 Rebaixo 23,8mm VW 1300 até 04/731277 Rebaixo 23,8mm VW 1300 após 04/731476 Rebaixo 5,0mm GOL MI 1.0 após 11/961475 Plano VW 1.6 TODOS - Água1238 Rebaixo 21,0mm GOL - Ar1154 Rebaixo 21,0mm VW 1500 / 1600 - Ar1196 Plano CORCEL II / DEL REY1199 Plano ESCORT 1.6 L até 921494 Rebaixo 10,9mm LOGUS / ESCORT 1.61307 Plano SANTANA 1.8 / 2.01392 Rebaixo 23,4mm ESCORT / APOLLO / VERONA 1.81263 Rebaixo 12,4mm LOGUS / ESCORT / POINTER 1.8

FIAT1167 Ressalto 0,5mm FIAT 1.0 / 1050 / 13001167 Ressalto 0,5mm PALIO 1.01240 Ressalto 0,5mm FIAT 1.5 / 1.61496 Ressalto 0,5mm TEMPRA 2.0 - 8 e 16 V

Ressalto 0,5 mm PALIO FIRE 1.0

GENERAL MOTORS1285 Rebaixo 2,1mm CORSA 1.0 / 1.4 1177 Rebaixo 3,6mm CHEVETTE 1.0 / 1.4 / 1.61508 Rebaixo 19,15mm CORSA 1.61252 Rebaixo 2,1mm MONZA 1.8 / 2.0 1252 Rebaixo 2,1mm ÔMEGA 2.01117 Rebaixo 3,3 mm OPALA 4cc1284 Rebaixo 3,3mm OPALA 6cc

Rebaixo 20,3mm ÔMEGA 3.01257 Ressalto 19,5 mm KADETT 1.8 II Fase

UTILITÁRIOS 1282 Plano F100 / F1000 1294 Plano D-201300 Plano D-40 / A-401140 Plano TOYOTA Motor MBB1478 Plano F4000 Turbo CUMMINS

Page 19: Embreagens sem mistério Sachs Soluciona · missão às “molas folgadas” do disco de embrea-gem, o que não é real. ... Problemas de esforço excessivo de pedal e ruídos de
Page 20: Embreagens sem mistério Sachs Soluciona · missão às “molas folgadas” do disco de embrea-gem, o que não é real. ... Problemas de esforço excessivo de pedal e ruídos de

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