CIMBAL | Relatório de Atividades e Contas ?· complemento ao Aeroporto de Lisboa ... PARA O AEROPORTO…

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<ul><li><p>20122012 </p><p>Relatrio Relatrio AtividadesAtividades </p><p> e Contase Contas </p></li><li><p>RELATRIO DE ACTIVIDADESRELATRIO DE ACTIVIDADES </p></li><li><p>3</p><p>RREELLAATTRRIIOO DDEE AATTIIVVIIDDAADDEESS </p><p>NNDDIICCEE </p><p>Apresentao 1. Situao Financeira </p><p> 2. Pessoal </p><p> 3. Informao / Comunicao e Promoo </p><p> 4. Iniciativas Supramunicipais </p><p> 5. Contas </p></li><li><p>4</p><p>RREELLAATTRRIIOO DDEE AATTIIVVIIDDAADDEESS </p><p>AANNOO DDEE 22001122 </p><p>APRESENTAO De harmonia com o estabelecido na alnea c) do artigo 13 da Lei 45/2008 de </p><p>27 de Agosto e n 2 do artigo 30 do Regimento da Assembleia Intermunicipal </p><p>da CIMBAL, apresenta-se a informao da atividade e situao financeira da </p><p>Comunidade durante o ano de 2012. </p><p>O documento em presena tem por base a seguinte estrutura: </p><p> SITUAO FINANCEIRA </p><p> PESSOAL </p><p> INFORMAO / COMUNICAO E PROMOO </p><p> INICIATIVAS SUPRAMUNICIPAIS </p><p> GESTO DO QREN / CONTRATUALIZAO / CANDIDATURA ASSISTNCIA TCNICA </p><p> CONTAS </p></li><li><p>5</p><p>1. SITUAO FINANCEIRA </p><p>MAPA DA EXECUO E PREVISO ORAMENTAL </p><p>A CIMBAL tem uma situao financeira econmico-financeira estvel, cujas </p><p>disponibilidades em 31 de dezembro de 2012 eram de 31.195,75. A </p><p>totalidade das despesas importou em 344.163,95, correspondendo desta, as </p><p>despesas correntes no valor 336.242,75 e a despesas de capital no valor de </p><p>7.921,20. </p><p>Quanto candidatura da Assistncia Tcnica para 2012, ficou por receber o </p><p>valor de 58.238,04, e do Projeto InCompass o valor de 40.280,29, </p><p>totalizando uma verba de 98.518,33. </p><p>2. PESSOAL </p><p>Foram concludos dois Procedimentos Concursais com a contratao de dois </p><p>tcnicos por tempo determinado lugares de Tcnicos Superiores das reas </p><p>de Engenharia Agro-florestal/Desenvolvimento Rural e Sociologia/Planea-</p><p>mento e Ordenamento do Territrio. </p><p>Quanto ao recrutamento de um Engenheiro Civil, o processo est a decorrer, </p><p>foram notificados os candidatos excludos, sendo que brevemente ter lugar a </p><p>fase de seleo, pelo mtodo de Entrevista de Avaliao de Competncias. </p></li><li><p>6</p><p>3. INFORMAO / COMUNICAO E PROMOO </p><p>PGINA DA INTERNET </p><p>Foi adjudicado o trabalho com vista concluso da pgina. Decorreu a </p><p>formao e neste momento o carregamento de contedos encontra-se em fase </p><p>de concluso, cujo modelo se apresenta e a mesma ficar on-line no incio do </p><p>ano de 2013. </p></li><li><p>7</p><p>29 OVIBEJA </p><p>A CIMBAL participou na edio de 2012 com um stand promocional, </p><p>divulgando as potencialidades do seu territrio de influncia bem como a </p><p>contratualizao e outras iniciativas em curso. </p><p>Tambm alusivo ao evento, foram feitas duas faixas e folhetos, reivindicando: </p><p> Aeroporto de Beja Descolar com a Regio, Servir o Pas; Concluir Alqueva Um Imperativo Nacional </p></li><li><p>8</p><p>Foi ainda feita publicidade da atividade da CIMBAL na Revista da Rdio Voz </p><p>da Plancie. </p></li><li><p>9</p><p>4. INICIATIVAS SUPRAMUNICIPAIS PROJETOS ESTRUTURANTES DA REGIO </p><p>Sobre os projetos estruturantes da regio, designadamente o Aeroporto de </p><p>Beja o IP8, o IP2 e Empreendimento de Fins Mltiplos do Alqueva, a CIMBAL </p><p> Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo, e a AMBAAL Associao de </p><p>Municpios do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral, iniciaram no final do ano de </p><p>2011 um ciclo de reunies com as entidades representativas da regio </p><p>designadamente: NERBE/AEBAL Associao Empresarial do Baixo Alentejo </p><p>e Litoral, AMBAAL Associao de Municpios do Baixo Alentejo e Alentejo </p><p>Litoral, Turismo do Alentejo ERT, ARPTA Agncia Regional de Promoo </p><p>Turstica do Alentejo, IPB Instituto Politcnico de Beja, CMB Cmara </p><p>Municipal de Beja, ACSDB Associao do Comercio, Servios e Turismo do </p><p>Distrito de Beja, ACOS Agricultores do Sul e FABA Federao das </p><p>Associaes de Agricultura do Baixo Alentejo. </p><p>ACESSIBILIDADES IP2 E IP8 E A26 </p><p>Neste mbito a CIMBAL, conjuntamente com o NERBE /AEBAL e a Turismo </p><p>Alentejo, ERT (Comisso Organizadora) e as demais entidades representativas </p><p>da regio ARPTA Agncia Regional de Promoo Turstica do Alentejo, IPB </p><p> Instituto Politcnico de Beja, ACSDB Associao do Comercio, Servios e </p><p>Turismo do Distrito de Beja, ACOS Agricultores do Sul e FABA Federao </p><p>das Associaes de Agricultura do Baixo Alentejo, Unio dos Sindicatos de </p><p>Beja e o Municpio de Grndola. Para as iniciativas desenvolvidas foram ainda </p><p>convidadas a participar a CIMAL (municpios associados) e a UGT. </p><p>Face ao exposto, desenvolveram-se um conjunto de reunies e as iniciativas </p><p>que seguidamente se identificam: </p></li><li><p>10</p></li><li><p>11</p></li><li><p>12</p></li><li><p>13</p></li><li><p>14</p></li><li><p>15</p></li><li><p>16</p></li><li><p>17</p><p>EMPREENDIMENTO DE FINS MLTIPLOS DE ALQUEVA O objetivo das entidades representativas da Regio, ligadas ao setor, foi a </p><p>necessidade conjunta, de ver clarificados todos os aspetos associados a esta </p><p>infraestrutura. Promoveram-se vrias reunies, tomaram-se posies pblicas </p><p>de estruturas representativas dos municpios e dos agricultores do Baixo </p><p>Alentejo em defesa da concluso do Empreendimento de Fins Mltiplos de </p><p>Alqueva (EFMA) at ao final de 2013. Solicitaram-se aos membros do Governo </p><p>com a tutela audincias e deslocaes ao Alqueva, sem que estas se tenham </p><p>concretizado. </p><p>Destaca-se tambm o Encontro realizado em 19 de janeiro, para o qual foram </p><p>convidados todos os Municpios, os atores locais ligados agricultura, a </p><p>Senhora Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do </p><p>Territrio, os deputados eleitos pelo crculo de Beja e representante do CDS-</p><p>PP em Beja. Neste encontro no se fizeram representar nem a Ministra, nem </p><p>os Deputados. </p><p>Contudo, o trabalho desenvolvido neste mbito, culminou com a entrega aos </p><p>membros do Governo, no decurso da OVIBEJA, de uma Tomada de Posio da </p><p>CIMBAL e da FAABA Rpida concluso de Alqueva um imperativo nacional. </p><p>Aps entrega aos membros do Governo, no decurso da OVIBEJA, da Tomada </p><p>de Posio da CIMBAL e da FAABA Rpida concluso de Alqueva um </p><p>imperativo nacional (documento j identificado no primeiro relatrio), a CIMBAL, ainda que tenha acompanhado as iniciativas da FAABA e outras </p><p>entidades, no participou diretamente nas mesmas. </p></li><li><p>18</p><p>AEROPORTO DE BEJA Ainda que o Conselho Executivo tenha deliberado que o dossier da EDAB, SA </p><p>seja gerido pela AMBAAL, acionista da referida empresa, e que as tomadas de </p><p>posio pblicas podero ser subscritas pelas duas entidades, e tendo sido o </p><p>processo acompanhado tambm pela CIMBAL, presta-se aqui informao </p><p>sobre o desenvolvimento deste processo. </p><p> Aps vrias insistncias da CIMBAL com vista deslocao a Beja do Senhor </p><p>Secretrio das Obras Pblicas Transportes e Comunicaes, a mesma </p><p>aconteceu no dia 19 de Dezembro, para uma reunio de trabalho sobre o </p><p>Aeroporto, com as Cmaras Municipais e agentes regionais, mas cuja </p><p>organizao coube Assembleia Distrital de Beja. </p><p>Esta reunio foi aguardada com grande expectativa, com vista ao </p><p>esclarecimento por parte daquele membro do Governo sobre a posio </p><p>relativamente situao atual e futura deste importante projeto, como </p><p>tambm sobre o processo de extino da EDAB Empresa de Desenvolvi-</p><p>mento do Aeroporto de Beja. </p><p> Aps este perodo e das inmeras insistncias, a AMBAAL e o NERBE foram </p><p>recebidos no Gabinete do Senhor Secretrio de Estado das Obras Pblicas, </p><p>Transportes e Comunicaes, por dois tcnicos. Sem que at ao momento se </p><p>conhea a composio do anunciado grupo de trabalho. </p><p>Aguarda-se tambm a realizao da Assembleia Geral da EDAB, convocada </p><p>para o dia 21 de maio de 2012. </p><p>Todo este trabalho, que envolveu as entidades referidas inicialmente, </p><p>culminou, no decurso da OVIBEJA, com a entrega ao Senhor Primeiro-</p><p>Ministro de um documento subscrito por todos, e enviado ao Senhor </p><p>Secretrio de Estado das Obras Pblicas, Transportes e Comunicaes, </p></li><li><p>19</p><p>defendendo o Aeroporto de Beja como Alternativa a considerar como </p><p>complemento ao Aeroporto de Lisboa Baixo Alentejo a uma s voz em defesa de uma soluo para Aeroporto de Beja, que se anexa. Ainda que o dossier da EDAB, SA seja gerido pela AMBAAL, acionista da </p><p>referida empresa, e que as tomadas de posio pblicas sejam subscritas </p><p>pelas duas entidades, e tendo sido o processo acompanhado tambm pela </p><p>CIMBAL, presta-se aqui informao sobre o desenvolvimento deste processo, </p><p>salientando-se: </p><p>Encontro Todos Juntos pelo Aeroporto de Beja Considerando que seria importante envolver outras entidades, quer na </p><p>subscrio do documento, quer no envio de contributos para o melhorar, </p><p>promoveu-se no dia 21 de Maio, no auditrio da Expobeja, um Encontro sobre </p><p>o tema em presena. </p><p>O GRUPO DE TRABALHO PARA A ANLISE DA VIABILIDADE E PERSPETIVAS DE FUTURO, PARA O AEROPORTO DE BEJA </p><p>No que concerne a constituio do Grupo de Trabalho anunciado pelo </p><p>Secretrio de Estado de Transportes e Comunicaes, anunciado no final do </p><p>ano de 2011 e sobre o qual a AMBAAL fez saber que no abdicaria de </p><p>participar do mesmo e aps vrias insistncias com vista a referida </p><p>constituio, o que veio a acontecer em 5 de Junho de 2012 atravs da </p><p>publicao do despacho n 7740/2012, que cria o Grupo de Trabalho para a </p><p>anlise da viabilidade e perspetivas de futuro, para aeroporto de Beja. </p><p> O grupo de trabalho teve como misso revisitar os pressupostos de procura </p><p>que estiveram na base do investimento nesta infraestrutura e propor formas </p><p>de rentabilizao das vertentes civil e comercial, adequadas realidade do </p><p>mercado, para as quais: </p></li><li><p>20</p><p> Exista uma concreta manifestao de interesse por parte de </p><p>companhias areas e outros agentes econmicos; </p><p> Exista viabilidade, do ponto de vista tcnico, econmico e </p><p>financeiro, para equilibrar os custos de operao e manuteno </p><p>deste equipamento. </p><p>A equipa de misso foi constituda pelos seguintes elementos: </p><p> Eng. Joo Paulo Assuno Rama, que coordena; </p><p> Um elemento a designar pela Fora Area Portuguesa; </p><p> Um elemento a designar pela ANA Aeroportos, SA; </p><p> Um elemento a designar pela Comisso de Coordenao e </p><p>Desenvolvimento Regional do Alentejo; </p><p> Um elemento a designar pela Entidade Regional de Turismo do </p><p>Alentejo; </p><p> Um elemento a designar pela Associao de Municpios do Baixo </p><p>Alentejo e Alentejo Litoral; </p><p> Um elemento a designar pelo NERBE/AEBAL Associao </p><p>Empresarial do Baixo Alentejo e Litoral. </p><p>O grupo de trabalho nomeado pde chamar colaborao as entidades que </p><p>entendeu por convenientes, tendo presentes as reas de trabalho abrangidas </p><p>no mbito da sua misso. </p><p>Dentro do prazo estabelecido o Grupo de Trabalho entregou ao Governo. </p><p>EXTINO DA EDAB ASSEMBLEIA GERAL </p><p>Quanto ao processo de extino da EDAB, a AMBAAL e o NERBE, tomaram </p><p>vrias posies pblicas, responsabilizando o Estado pelos sucessivos </p><p>adiamentos da Assembleia Geral da EDAB, de abril a Agosto de 2012. </p></li><li><p>21</p><p>Realizou-se no passado dia 03 de Setembro de 2012 em Beja mais uma </p><p>sesso da Assembleia-Geral da EDAB (Empresa de Desenvolvimento do </p><p>Aeroporto de Beja) que, desta vez, foi decisiva, tendo sido aprovada por </p><p>unanimidade a proposta do acionista maioritrio para a sua extino. </p><p>A proposta foi feita no sentido do acionista Estado absorver a totalidade do </p><p>Ativo e do Passivo da sociedade, responsabilizando-se pela liquidao da </p><p>totalidade dos seus passivos, com a contrapartida do pagamento do valor </p><p>nominal das aes aos acionistas minoritrios. </p><p>Comtempla ainda a proposta, a liquidao imediata do passivo corrente da </p><p>sociedade, tendo-se responsabilizado o acionista maioritrio pela mesma. </p><p>AMBAAL e o NERBE congratularam-se pela deciso de extinguir a sociedade, </p><p>embora tenham expresso que, ao serem ressarcidos ao valor nominal das </p><p>aes, admitem o risco deste valor ser inferior ao justo valor atual, sendo que, </p><p>na conjuntura presente e no intuito de contribuir para a clere resoluo </p><p>deste processo, aceitam o valor que lhes foi proposto. </p><p> ASSOCIATIVISMO INTERMUNICIPAL </p><p>O Conselho Executivo deliberou solicitar ANMP que tomasse a iniciativa de, </p><p>atravs dos seus rgos, Conselho Diretivo e Conselho Geral, suscitar a </p><p>realizao de um Encontro Nacional de Eleitos, para debate destas questes. </p><p>O Conselho deliberou associar-se iniciativa da Assembleia Intermunicipal da </p><p>CIMBAL que teve lugar no dia 14 de Abril Conferncia / Sesso Pblica sobre a Reforma da Administrao Local e novas competncias das CIM, informao infra. </p></li><li><p>22</p><p>Beja, 14 de Abril de 2012</p><p> INTERMUNICIPALISMO / REUNIO SEALRA </p><p>Realizou-se no passado dia 7 de maro uma reunio com o Senhor Secretrio </p><p>de Estado da Administrao Local e Reforma Administrativa, Dr. Paulo Jlio, </p><p>que se fez acompanhar pelo Adjunto Senhor Dr. Ricardo Carvalho, na sede da </p><p>CIMBAL, onde estiveram presentes representantes dos Municpios de </p><p>Aljustrel, Almodvar, Barrancos, Beja, Castro Verde, Cuba Ferreira do </p><p>Alentejo, Mrtola, Ourique e Serpa. </p><p>Nesta sequncia foi lanado o desafio a cada Comunidade Intermunicipal, no </p><p>sentido de fazer chegar quela Secretaria de Estado contributos relativos s </p><p>matrias discutidas, nomeadamente: </p><p>1. Modelos de Governao das Comunidades Intermunicipais; 2. Atribuies e Competncias das Comunidades Intermunicipais; 3. Modelos de Financiamento das Comunidades Intermunicipais; 4. Relaes das Comunidades Intermunicipais com o Estado; 5. Lei das Finanas Locais. </p></li><li><p>23</p><p>Neste sentido o Conselho Executivo em reunio de 14 de maio de 2012, </p><p>deliberou tomar posio sobre as matrias evidenciadas, acrescentando mais </p><p>um ponto sobre a Reorganizao Administrativa, conforme documento anexo. </p><p>ASSOCIATIVISMO INTERMUNICIPAL ENCONTRO DEFENDER AS POPULAES, VALORIZAR O PODER LOCAL DEMOCRTICO, CUMPRIR PORTUGAL </p><p>A CIMBAL participou no Encontro em referncia, que teve lugar no dia 3 de </p><p>Maio, no auditrio Municipal de Vendas Novas e foi promovida pelas </p><p>seguintes entidades: CIMBAL Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo, </p><p>CIMAC Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central e Associao de </p><p>Municpios da Regio de Setbal. </p><p>Do Encontro a seguir identificado, anexamos a respetiva resoluo. </p></li><li><p>24</p><p> Perante a situao em que se encontram os projetos estruturantes da regio, </p><p>designadamente o Aeroporto de Beja, as Acessibilidades IP8, IP2 e A26 e </p><p>Empreendimento de Fins Mltiplos do Alqueva, a CIMBAL Comunidade </p><p>Intermunicipal do Baixo Alentejo e os seus Municpios, tm vindo a </p><p>desenvolver um conjunto de iniciativas em articulao com as entidades </p><p>representativas da regio. </p><p>O Associativismo Intermunicipal uma dos temas centrais da atividade desta </p><p>Comunidade. Neste sentido, desenvolveu algumas aes, isoladamente, ou em </p><p>conjunto com as Comunidades Intermunicipais do Alentejo CIMAC, CIMAL e </p><p>a Associao de Municpios da Regio de Setbal (AMRS), preocupadas com a </p><p>situao que os Municpios esto a viver decorrente da profunda crise </p><p>econmica e financeira que o Pas atravessa e de opes polticas </p><p>governamentais limitadoras da autonomia do Poder Local. </p><p>Destacam-se designadamente: Encontro de Autarcas sobre o Papel das </p><p>Autarquias Locais no Pas, em Alvito, e Encontro sobre o Regime Jurdico das </p><p>Autarquias Locais e Estatutos das Entidades Intermunicipais, em Beja. </p></li><li><p>25</p></li><li><p>26</p></li><li><p>27</p></li><li><p>28</p></li><li><p>29</p></li><li><p>30</p></li><li><p>31</p></li><li><p>32</p></li><li><p>33</p></li><li><p>34</p></li><li><p>35</p><p> ORAMENTO DE ESTADO PARA 2012/13 </p><p>Sobre a proposta de Lei do Oramento de Estado (OE) para 2012, na </p><p>sequncia da tomada de posio da ANMP Associao Nacional dos </p><p>Municpios Portugueses o Conselho e a Assembleia tomaram posio sobre o </p><p>assunto e foram solicitadas Audincias s seguintes entidades: Presidente da Repblica; Primeiro-Ministro; Comisses de Oramento, Finanas e </p><p>Administrao Pblica; Ambiente, Ordenamento do Territrio e Poder Local; </p><p>Grupos Parlamentares PS, PSD, CDS-PP, PCP, BE, PEV. </p><p>Este processo iniciado no final do ano de 2011 prolongou-se at presente </p><p>data com insistncia junto da ANMP e do Governo, sobretudo manifestando </p><p>junto da ANMP a preocupao dos Municpios face gravidade das medidas </p><p>adotadas na lei do oramento de estado para 2012, associada s inseridas no </p><p>decreto-lei da execuo oramental e ainda s previstas na lei aprovada na </p><p>Assembleia de Repblica relativa s regras aplicveis assuno de </p><p>compromissos e aos pagamentos em atraso das entidades pblicas, est a </p><p>criar uma situao insustentvel na gesto das autarquias locais, que pode </p><p>conduzir sua paralisao. </p><p>Temos assistido a um acumular de medidas que esto a por em causa a </p><p>autonomia e a capacidade de interveno do Poder Local Democrtico, com </p><p>graves prejuzos para as populaes dos nossos territrios. </p><p>Considerando ser hora de tomar uma posio clara sobre estas questes, quer </p><p>na perspetiva de influenciarmos decises que invertam este percurso nefasto, </p><p>quer na perspetiva de encontrarmos em conjunto as formas e os mtodos de </p><p>garantir a continuidade do exerccio da nossa gesto por forma a honrarmos </p><p>os compromissos que temos com as nossas populaes. </p></li><li><p>36</p><p>Tem sido uma preocupao constante do Conselho Executivo, face </p><p>gravidade das medidas adotadas na lei do oramento de estado para 2012, </p><p>associada s inseridas no decreto-lei da execuo oramental e ainda s </p><p>previstas na lei aprovada na Assembleia de Repblica relativa s regras </p><p>aplicveis assuno de compromissos e aos pagamentos em atraso das </p><p>entidades pblicas, est a criar uma situao insustentvel na gesto das </p><p>autarquias locais. </p><p>Todas estas medidas que esto a por em causa a autonomia e a capacidade </p><p>de interveno do Poder Local Democrtico, com graves prejuzos para as </p><p>populaes dos nossos territrios. Tal situao sai reforada com a proposta </p><p>de Oramento de Estado para 2013. Neste sentido, a CIMBAL, conjuntamente </p><p>com a CIMAL, a CIMAC e a AMRS, apelaram aos eleitos locais para se </p><p>deslocarem Assembleia da Repblica, para manifestarem o seu repdio face </p><p> aprovao do Oramento na especialidade; tomaram uma posio conjunta, </p><p>onde evidenciaram incisivamente os aspetos mais destrutivos desta proposta </p><p>de Oramento para as Autarquias Locais. Neste sentido, solicitaram uma </p><p>reunio com carter de urgncia Comisso do Oramento da Assembleia da </p><p>Repblica, tendo a mesma tido lugar no dia 7 de novembro. Relativamente s </p><p>quais, a seguir damos nota de desenvolvimento. </p><p>. </p></li><li><p>37</p></li><li><p>38</p></li><li><p>39</p></li><li><p>40</p><p>LCPA LEI DOS COMPROMISSOS E PAGAMENTOS EM ATRASO </p><p>Face insistncia de pedidos de esclarecimento sobre o tema em presena, </p><p>junto da Associao Nacional dos Municpios Portugueses, decorreu no </p><p>passado dia 31 de julho, no auditrio da AMBAAL, uma reunio sobre a Lei <

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