viii seminÁrio rio-grandense sobre orÇamento pÚblico tema: as leis orÇamentÁrias como...

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VIII SEMINÁRIO RIO-GRANDENSE SOBRE ORÇAMENTO PÚBLICO

TEMA: AS LEIS ORÇAMENTÁRIAS COMO INSTRUMENTOS DE GESTÃO

Palestrante: Domingos Poubel de Castro

Porto Alegre, 28 de abril de 2009

E-mail: domingos.poubel@globo.com

CONTABILIDADE PÚBLICA

INSTRUMENTO DE CONTROLE E SUPORTE À GESTÃO

RESUMO DA PALESTRA

E-mail: domingos.poubel@globo.com

PONTOS FORTES E FRACOS DA LEI 4320/64;

A IMPORTÂNCIA DA LEI 4320/64 PARA A CONTABILIDADE;

COMO APLICAMOS A FILOSOFIA DA LEI NO SEBRAE;

COMO OS GOVERNANTES BURLAM A LEI 4320/64;

AS MUDANÇAS EM CURSO NA CONTABILIDADE PÚBLICA

NECESSIDADES DO GESTOR

INFORMAÇÕES

CONTROLE

E-mail: domingos.poubel@globo.com

TÉCNICAS UTILIZADAS

ORÇAMENTO CONTABILIDADE AUDITORIA

• estrutura, e• limita

• registra, e• informa

• confirma, e• avalia controles

E-mail: domingos.poubel@globo.com

A INTEGRAÇÃO QUE A LEI 4320/64 EXIGIU

1921 - CONTADORIA GERAL DA REPÚBLICA 1921 - CONTADORIA GERAL DA REPÚBLICA

1922 - CÓDIGO DE CONTABILIDADE PÚBLICA1922 - CÓDIGO DE CONTABILIDADE PÚBLICA

1964 - LEI 4.320 (ORÇAMENTO)1964 - LEI 4.320 (ORÇAMENTO)

1986 - DEC. 93.874 - STN (FINANÇAS)1986 - DEC. 93.874 - STN (FINANÇAS)

2001 - LEI 10.180 (SISTEMA DE CONTABILIDADE)2001 - LEI 10.180 (SISTEMA DE CONTABILIDADE)2000 - LC 101 LRF (ECONOMIA) 2000 - LC 101 LRF (ECONOMIA)

2009 - NBCASP - NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE 2009 - NBCASP - NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICOAPLICADAS AO SETOR PÚBLICO

1987 - IMPLANTAÇÃO DO SIAFI1987 - IMPLANTAÇÃO DO SIAFI

1988 - IMPLANTAÇÃO DA CONTA ÚNICA1988 - IMPLANTAÇÃO DA CONTA ÚNICA

2004 - CPR - CONTAS A PAGAR E A RECEBER2004 - CPR - CONTAS A PAGAR E A RECEBER

2010 - PLANO DE CONTAS ÚNICO (União; Estados/DF e Municípios)2010 - PLANO DE CONTAS ÚNICO (União; Estados/DF e Municípios)

E-mail: domingos.poubel@globo.com

EVOLUÇÃO DA CONTABILIDADE PÚBLICA

PRODUZIR INFORMAÇÕES

FOCO DA INFORMAÇÃO CONTÁBILFOCO DA INFORMAÇÃO CONTÁBIL

OBJETIVO DA CONTABILIDADE

ÁREA PÚBLICAÁREA PÚBLICAÁREA PRIVADAÁREA PRIVADA

PATRIMÔNIO ORÇAMENTO

RECEITAS E DESPESASRECEITAS E DESPESAS RECEITAS E DESPESASRECEITAS E DESPESAS

NBC TSP - 16 de 01 a 10…?NBC TSP - 16 de 01 a 10…?

E-mail: domingos.poubel@globo.com

OBJETIVOS DA INFORMAÇÃO

Contas do Presidente

B.G.U

Contas dos Dirigentes

T.C.U

Contas doGoverno

L.R.FE-mail:domingos.poubel@globo.com

OBJETIVOOBJETO

INFORMAÇÕESORÇAMENTO

BALANÇOORÇAMENTÁRIO

BALANÇOFINANCEIRO

BALANÇOPATRIMONIAL

DEMONSTRAÇÃODAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS-DVP

DEMONSTRATIVOS ORÇAMENTÁRIOS

E FISCAIS

DOCUMENTOS

REGISTROS

BALANCETE

ESTÁGIOS DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA

E-mail: domingos.poubel@globo.com

RECEITA DESPESA

PREVISÃO DOTAÇÃO

EMPENHO

ARRECADAÇÃO LIQUIDAÇÃO

RECOLHIMENTO PAGAMENTO

ATOS ADMINISTRATIVOS

FATOS ADMINISTRATIVOS

LEI

4320

LRF

SISTEMA DE CONTABILIDADE PÚBLICA - RESUMOSISTEMA DE CONTABILIDADE PÚBLICA - RESUMO

E-mail: domingos.poubel@globo.com

E-mail: domingos.poubel@globo.com

O QUE TEMOS NO SEBRAE

ADMINISTRAÇÃO PRIVADA COM LÓGICA PÚBLICA DA LEI 4320/64;

GESTÃO VOLTADA PARA RESULTADO, OBEDECENDO OS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS E UTILIZANDO O QUE É LÓGICO DOS INSTRUMENTOS:DIRETRIZES ESTRATÉGICAS; PPA E ORÇAMENTO PÙBLICO;

NA CONTABILIDADE, UTILIZAMOS A LÓGICA COMERCIAL COM VISÃOPATRIMONIAL (PROVISÕES; DEPRECIAÇÃO), AGREGANDO A LÓGICA DOCONTROLE ORÇAMENTÁRIO; DE CONTRATOS E DE CONVÊNIOS;

O ORÇAMENTO ESTÁ EQUILIBRADO COM AS FINANÇAS EM TERMOS GLOBAIS, INTEGRADO COM O PPA (ORÇAMENTO É O PRIMEIRO ANO DO PLANO) E AS DESPESAS ESTÃO VINCULADAS AO FATOS GERADORES;

RECEITAS E DESPESAS DESDOBRADAS POR PROJETOS E AÇÕES E A EXECUÇÃO DE CONVÊNIOS COMPATÍVEL COM A EXECUÇÃO FÍSICA: (RECEITA QUANDO GASTA E DESPESA QUANDO EXECUTA FISICAMENTE).

E-mail: domingos.poubel@globo.com

O QUE NÃO TEMOS NO SEBRAE

NOTA DE EMPENHO; RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS; PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA E VINCULAÇÃO DE FONTES E NATUREZAS DE DESPESAS.

Eliminamos a necessidade de Nota de Empenho vinculando despesa com contratos e convênios e fixando indicadores para pessoal (55%) e gastos administrativos (15%);

Eliminamos a figura dos restos a pagar não processados vinculando a despesa orçamentária com a realização física; Eliminamos a Programação Financeira, valorizando a Programação Orçamentária. Garantimos recursos para as despesas que executam e não tomamos recursos de quem economiza ou arrecada; Eliminamos a vinculação por fonte e naturezas de despesas, criando indicadores e cobrando responsabilidades dos gestores.

20062006 20072007 20082008 2010201020092009 2015201520142014201320132012201220112011

PPAPPA 20092009 20102010 20112011 Destaca Projetos e Atividades; Destaca Projetos e Atividades;

Define indicadores; Define indicadores;

Fixa valores anuais. Fixa valores anuais.

OrçamentoOrçamento 20092009

Define metas; Define metas;

Desdobra ações; Desdobra ações;

Fixa valores mensais. Fixa valores mensais.

2006 a 20102006 a 2010 2011 a 20152011 a 2015

2009/20112009/2011

E-mail: domingos.poubel@sebrae.com.br

Direcionamento Estratégico do Sistema SebraeDirecionamento Estratégico do Sistema Sebrae

DESPESA DISPÊNDIO

GASTO

CUSTO

FATO GERADOR

E-mail: domingos.poubel@globo.com

VINCULAÇÃO DOS PRODUTOS COM RECURSOS FINANCEIROS

INTEGRAÇÃO ORÇAMENTO E CONTABILIDADEOBJETIVO DA CONTABILIDADE

MENSURAR O PATRIMÔNIO E SUAS VARIAÇÕES COM

DESTAQUE P/ O PAT. LÍQUIDO

OBJETIVO DO ORÇAMENTOMATERIALIZAR O PLANEJAMENTOCOM DESTAQUE PARA AS AÇÕES

(FÍSICAS E FINANCEIRAS)

PONTOCOMUM

FATOGERADOR

(realização física)

PATRIMÔNIO LÍQUIDO

PLNÃO FINANCEIRO

Ativo menos Passivo Não Financeiro

PLFINANCEIRO

Ativo menos Passivo Financeiro

CONTROLAR O QUE A ENTIDADE POSSUICONTROLAR O QUE A ENTIDADE FAZ

Despesa(GASTO)

açãofísica

=

CUSTOFINANCEIRO +

CUSTO NÃOFINANCEIRO(CONTÁBIL)

CUSTOTOTAL

R D

Receita

E-mail: domingos.poubel@sebrae.com.br

E-mail: domingos.poubel@globo.com

No dicionário:

gasto;

dispêndio;

custo.

O QUE É DESPESA ?

orçamento

LRF

contabilidade

E-mail:domingos.poubel@globo.com

TÍTULO IV Do Exercício Financeiro

Art. 34. O exercício financeiro coincidirá com o ano civil.        Art. 35. Pertencem ao exercício financeiro:        I - as receitas nele arrecadadas;        II - as despesas nele legalmente empenhadas.

LEI No 4.320, DE 17 DE MARÇO DE 1964.

Estatui Normas Gerais de Direito Estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal.Distrito Federal.

        Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei;

DISPOSIÇÃO PRELIMINAR

 Art. 1º Esta lei estatui normas gerais de direito financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, de acordo com o disposto no art. 5º, inciso XV, letra b, da Constituição Federal.

E-mail: domingos.poubel@globo.com

E-mail:domingos.poubel@globo.com

RESTOS A PAGAR: PROPOSTA DE MODIFICAÇÕES Está ficando cada vez mais distante o conceito de quem cuida do orçamento

(SOF) do conceito utilizado por quem cuida do dinheiro (STN).

A pressão dos congressistas, recai sobre a SOF e a pressão dos bancos sobre a STN. O Governo, na tentativa de atender aos dois lados, acabou deixando surgir o “monstro” dos chamados “restos a pagar” que, a cada ano, vai se transformando em restos a fazer. O órgão tem orçamento, mas a STN não libera o dinheiro. Hoje os restos a pagar já são pagos com receita do ano seguinte, prova inconteste de que aquele orçamento aprovado não podia ser executado com os recursos daquele ano.

RESTOS A PAGAR: PROJETO DA LRF

Três condições básicas deveriam ser estabelecidas para se aceitar uma despesa como obrigação (liquidada):

1 - Bem ou serviço efetivamente entregue;

2 - Crédito orçamentário para a realização da despesa;

3 - Disponibilidade de Recursos Financeiros.

E-mail: domingos.poubel@globo.com

E-mail:domingos.poubel@globo.com

LRF - LEI COMPLEMENTAR Nº 101, DE 4 DE MAIO DE 2000 (DOU de 05/05/00)

Seção VI Dos Restos a Pagar

Art. 41. (VETADO)

Art. 42. É vedado ao titular de Poder ou órgão referido no art. 20, nos últimos dois quadrimestres do seu mandato, contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para este efeito.

E-mail: domingos.poubel@globo.com

E-mail:domingos.poubel@globo.com

Art. 39. São vedados quaisquer procedimentos pelos ordenadores de despesa que viabilizem a execução de despesas sem comprovada e suficiente disponibilidade de dotação orçamentária.

§ 1o A contabilidade registrará os atos e fatos relativos à gestão orçamentário-financeira efetivamente ocorridos, sem prejuízo das responsabilidades e providências derivadas da inobservância do caput deste artigo.

§ 2o É vedada a realização de atos de gestão orçamentária, financeira e patrimonial no âmbito do Siafi após o último dia útil do exercício, exceto para fins de apuração do resultado, os quais deverão ocorrer até o trigésimo dia de seu encerramento.

§ 3o Os Restos a Pagar não processados, relativos a despesas discricionárias e não financeiras, inscritos no exercício de 2003 não excederão a 50% (cinqüenta por cento) do valor inscrito no exercício de 2002.

LDO 2003: LEI Nº 10.524, DE 25/07/2002

Art. 37. São vedados quaisquer procedimentos pelos ordenadores de despesa que viabilizem a execução de despesas sem comprovada e suficiente disponibilidade de dotação orçamentária.

§ 1o A contabilidade registrará os atos e fatos relativos à gestão orçamentário-financeira efetivamente ocorridos, sem prejuízo das responsabilidades e providências derivadas da inobservância do caput deste artigo.

§ 2o É vedada a realização de atos de gestão orçamentária, financeira e patrimonial no âmbito do Siafi após o último dia útil do exercício, exceto para fins de apuração do resultado, os quais deverão ocorrer até o trigésimo dia de seu encerramento.

?

LDO 2004: LEI Nº 10.707, DE 30/07/2003

RESTOS A PAGAR E AS DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS

E-mail: domingos.poubel@globo.com

E-mail:domingos.poubel@globo.com

Estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2006

Estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2006

Estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2006

Estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2006

Presidência da República

Casa Civil

Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI Nº 11.306, DE 16 DE MAIO DE 2006.

Estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2006

E-mail: domingos.poubel@globo.com

Decreto nº 6.625, de 31.10.2008 Prorroga a validade dos restos a pagar não processados, inscritos nos exercícios de 2005 e 2006, dos órgãos do Poder Executivo. Pela nova regulamentação, o prazo fica prorrogado até 31.03.2009.

RESTOS A PAGAR FEREM PRINCÍPIO DA ANUALIDADE

E COLOCAM EM CHEQUE A FINALIDADE DO ORÇAMENTO

Decreto nº 6.708, de 23.12.2008 Art. 1°  A validade dos restos a pagar não processados, inscritos no exercício financeiro de 2007, fica prorrogada até 30.12.2009. Art. 2°  O art. 68 do Decreto no 93.872, de 23 de dezembro de 1986, passa a vigorar com a seguinte redação:  “Art. 68.  A inscrição de despesas como restos a pagar será automá- tica, no encerramento do exercício financeiro de emissão da Nota de Empenho, desde que satisfaça às condições estabelecidas neste Decreto para empenho e liquidação da despesa.    Parágrafo único.  A inscrição de restos a pagar relativa às despesas não processadas terá validade até 31 de dezembro do ano subseqüente.” (NR) 

E-mail: domingos.poubel@globo.com

Da inscrição de Restos a Pagar do Exercício

A Tabela abaixo demonstra a posição dos restos a pagar não - processados constantes do Balanço Geral da União no encerramento do exercício de 2008, evidenciando os valores inscritos e os reinscritos.

R$ milhões

BALANÇO ORÇAMENTÁRIO DA UNIÃO – EXERCÍCIO 2008

E-mail: domingos.poubel@globo.com

Impacto dos Restos a Pagar – Não Processados na execução do Orçamento

BALANÇO ORÇAMENTÁRIO DA UNIÃO – EXERCÍCIO 2008

E-mail: domingos.poubel@globo.com

Pagamentos, em 2008, de Restos a Pagar Não - Processados de 2005/6/7

Conselho Federal de Contabilidade

ContabilidadeCrédito Público

Gestão Financeira

ORÇAMENTO PÚBLICO

DA CONTABILIDADE COM ÊNFASE NO ORÇAMENTO

OrçamentoCrédito Público

Gestão Financeira

CONTABILIDADE(PATRIMÔNIO)

PARA CONTABILIDADE COM ÊNFASE NO PATRIMÔNIO

Plano de Contas Aplicado ao Plano de Contas Aplicado ao Setor PúblicoSetor Público

2009

Tesouro Nacional

PATRIMÔNIO LÍQUIDO

CONTROLEORÇAMENTÁRIO

CONTROLEORÇAMENTÁRIO

COMPENSAÇÕES(apenas saldos potenciais)

COMPENSAÇÕES(apenas saldos potenciais)

ATIVOCF

CO

CC

CPPASSIVO

E-mail: domingos.poubel@globo.com

CF

CPDESPESA(FOCO PATRIMONIAL)

RECEITA(FOCO PATRIMONIAL)

CDCONTROLESDIVERSOS

CONTROLESDIVERSOS

CC CUSTOS CUSTOS

ALTERAÇÕES NO PLANO DE CONTAS

NOVO PLANO DE CONTAS – PROPOSTA ATUAL

ATIVO

EMBRANCOVariações Patrimoniais

AtivasVariações Patrimoniais

Passivas

PASSIVO

Compensações do PassivoCompensações do Ativo

Controles Orçamentários

Controles Diversos

PL

Custos

““QUE O ESPÍRITO SANTO ESTEJA SEMPRE CONOSCO”QUE O ESPÍRITO SANTO ESTEJA SEMPRE CONOSCO”

OBRIGADO!

E-mail: domingos.poubel@globo.com

E-mail: domingos.poubel@globo.com

Site: WWW.domingospoubel.kit.net

E-mail:domingos.poubel@globo.com

Orkut: Domingos Poubel

FALE COM O PALESTRANTE

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