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  • H 25 anos,

    compromisso radical

    com Pernambuco

    e com o Recife

  • MUNDO

    BRASIL

    PERNAMBUCO

    RECIFE SADAS DA CRISE

  • MUNDO

  • AUMENTO DOS JUROS

  • QUEDA DO CRESCIMENTO

  • EUROPA

  • FONTE HUMORPOLITICO.COM.BR

    DESCONTROLE DO EURO

  • CRISE

    SOCIAL

  • 13 DE NOVEMBRO DE 2015

  • PESQUISA

  • 403 RESPOSTAS

    PESQUISA

  • 77% EMPRESA INSTITUIES PBLICAS

    ASSOCIAO EMPRESARIAL

    15%

    4%

    4% ORGANIZAO DO SETOR SOCIAL

    TRABALHAM EM

    PESQUISA

  • PESQUISA

    A situao da Europa no que diz

    respeito emigrao e ao terrorismo

    75% VAI PIORAR

    14% FICA DO JEITO

    QUE EST

    11% VAI MELHORAR

  • BRASIL

  • FONTE NANIHUMOR.COM

    10%

  • 3,3 3,7 3,8

    3,2

    LULA 1

    3,3 3,4

    2,0

    2,7

    LULA 2

    Em porcento do PIB,

    por ano

    FONTE BANCO CENTRAL DO BRASIL

    Mdia do Governo

    1

    0

    2

    3

    4

    -1

    3,1

    2,4

    1,9

    DILMA 1

    -0,6 1999

    2003

    2007

    2011

    2015

    2,9 3,2 3,4

    3,2

    FHC 2

    2016

    -1,0

    -2,0

    DILMA 2

    BRASIL: SUPERVIT PRIMRIO

  • Todavia,

    bom no esquecer,

    j esteve

    bem pior!

  • FONTE PROF. CRISTIANO PISSOLATO

    MORATRIA 1982

  • Em 1982 o Brasil

    decretou a moratria

    da dvida externa.

    FONTE PROF. CRISTIANO PISSOLATO

    MORATRIA 1982

  • DESABASTECIMENTO

  • Substitudo o Ministro da Fazenda Dlson Funaro por

    Bresser Pereira em abril de1987.

    FONTE PROF. CRISTIANO PISSOLATO

    MORATRIA 1987

  • Capa da revista Veja de

    janeiro de 1987

    criticando a moratria,

    em abril com o novo

    ministro Bresser Pereira,

    so retomadas as

    renegociaes sobre o

    pagamento da dvida

    externa.

    FONTE PROF. CRISTIANO PISSOLATO

    MORATRIA 1987

  • Dcada de 1980 Dcada de 1990 Dcada de 2000 Dcada de

    2010

    Variao mensal da inflao pelo IPCA | Em %

    60

    20

    40

    80

    100

    FONTE IBGE

    82,39

    HIPERINFLAO DE 82,39%/MS

    MARO de 1990

    Plano Collor

  • CONFISCO MONETRIO

  • CONFISCO MONETRIO

  • Plano Cruzado, fevereiro 1986. 1 Plano Cruzado II, novembro 1986. 2 Plano Bresser, julho 1987. 3 Plano Vero, janeiro 1989. 4 Plano Collor, maro 1990. 5 Plano Collor II, maro 1991. 6 Plano Real, junho 1993. 7

    PLANOS ECONMICOS

  • 7 MOEDAS

    EM

    7 ANOS

  • Apesar de tudo,

    tivemos

    trs dcadas

    de avanos

  • A primeira condio

    para modificar a

    realidade consiste

    em conhec-la.

    Eduardo Galeano

  • O PMDB E A DEMOCRACIA

  • O PSDB E A ESTABILIZAO

  • O PT E A INCLUSO

  • DEMOCRACIA POLTICA Dcada 1980

    ECONMICA Dcada 1990

    ESTABILIZAO

    SOCIAL Dcada 2000

    INCLUSO

    CONQUISTAS SOMADAS

  • 1995

    1996

    1997

    1998

    1999

    2000

    2001

    2002

    2003

    2004

    2005

    2006

    2007

    2008

    2009

    2010

    2011

    2012

    2013

    LULA

    270%

    FHC

    -23%

    111 86 77

    291 322

    FONTE IBGE - IPEA

    Valo

    r do S

    MR

    c

    onvert

    ido e

    m d

    la

    r am

    ericano

    U$

    Salrio Mnimo Real (SMR) em dlar (U$): 1995 - 2013

    % - evoluo do

    SMR em relao ao

    dlar entre o incio

    e o fim do mandato

    SMR Salrio Mnimo

    oficial mdio do ano e

    convertido ao dlar do

    ms do reajuste anual

    AUMENTO REAL DO SALRIO MNIMO

  • DLAR REAL

    Moeda americana atualizada pela inflao

    FONTE BANCO NACIONAL

    3

    4

    5

    6

    7

    8 EM R$

    19

    91

    19

    93

    19

    95

    19

    97

    19

    99

    20

    01

    20

    03

    20

    05

    20

    07

    20

    09

    20

    11

    20

    13

    20

    15

    JA

    NE

    IRO

    3,85

    7,64

    DLAR A R$ 4,00

  • Imprensa livre e independente. 1 Judicirio, Ministrio Pblico e Polcia

    Federal atuando com independncia. 2

    Congresso funcionando normalmente. 3

    DEMOCRACIA CONSOLIDADA

  • Reservas internacionais na casa dos

    US$ 350 bilhes. 1

    Sistema financeiro slido e

    profissionalizado. 2

    Amplo mercado de capitais. 3

    Indstria complexa e diversificada. 4

    Agronegcio competitivo. 5

    ECONOMIA FORTALECIDA

  • Diminuio da pobreza e da

    desigualdade desde o Plano Real. 1

    Sociedade de classe mdia

    intolerante com a inflao e adepta

    da progresso social.

    2

    Consolidao da rede de proteo

    social aos segmentos mais

    vulnerveis da populao.

    3

    AVANOS SOCIAIS

  • 38% 52%

    104 milhes

    de pessoas 57%

    48%

    28% 14%

    FONTE INSTITUTO DATA POPULAR

    Classe alta

    Classe mdia

    Classe baixa

    2012 2002 2022

    13% 20%

    30%

    CRESCIMENTO DA CLASSE C

  • 104 milhes de pessoas na

    classe mdia, ou

    53% da populao

    35 milhes de pessoas

    ascenderam na

    ltima dcada

    PERFIL SOCIOECONOMICO

    Outras classes

    47%

  • A e B

    42%

    C

    48%

    D e E

    10%

    FONTE INSTITUTO DATA POPULAR

    Os brasileiros que

    passaram pelos

    aeroportos em 2010

    pertenciam s

    seguintes classes:

    EMERGENTES NO AR

  • Jovens com menor renda ampliam

    presena nas salas das

    universidades do pas (em %)

    57% 63,1%

    29,6% 37%

    7,3%

    6%

    Classe alta Classe mdia Classe baixa

    2010 2002

    OS DONOS DA CLASSE

  • FONTE INSTITUTO DATA POPULAR

    Por regio O maior crescimento relativo da Classe C

    se deu nas reas rurais e no Nordeste

    +35%

    +50%

    +29%

    +21%

    +16%

    CRESCIMENTO DA NOVA CASSE C

  • CLASSE MDIA

    R$ 923 BILHES

    ELITE

    R$ 71 BILHES

    Em valores

    absolutos,

    esse grupo

    compra mais

    que a elite 23% A MAIS

    POR ANO

    FONTE INSTITUTO DATA POPULAR

    O PODER VEM DO BOLSO

  • ROUPAS

    62%

    PERFUME

    55%

    VINHO

    35%

    USQUE

    14%

    Boa parte consome artigos importados,

    antes exclusividade dos mais ricos

    FONTE INSTITUTO DATA POPULAR

    Consumo Classe Mdia

    de produtos importados O PODER VEM DO BOLSO

  • Situao

    Atual

  • Crise

    Econmica

    Severssima

    Crise

    Poltica

    Desastrosa

    Crise de Confiana

    Paralisante

    RETROALIMENTAO

  • RETROALIMENTAO

    RISCO CRISE

    SOCIAL

  • Pode-se dizer que a atual crise

    brasileira tem uma vertente

    econmica e outra poltica.

    Juntas, promovem uma queda

    acentuada dos ndices de confiana

    responsveis por refrear as decises

    de consumo e de investimento

    dos agentes econmicos,

    retroalimentando a crise.

    1

  • AG

    O 2

    00

    8

    FE

    V 2

    009

    AG

    O 2

    00

    9

    FE

    V 2

    010

    AG

    O 2

    01

    0

    FE

    V 2

    011

    AG

    O 2

    011

    FE

    V 2

    012

    AG

    O 2

    01

    2

    FE

    V 2

    013

    AG

    O 2

    01

    3

    FE

    V 2

    014

    AG

    O 2

    01

    4

    FE

    V 2

    015

    AG

    O 2

    01

    5

    NO

    V 2

    015

    128.0

    122.0

    116.0

    110.0

    104.0

    98.0

    92.0

    86.0

    80.0

    76.0

    Com

    ajuste Sazonal

    ICC

    Mdia Mvel Trimestral

    ABR 2012

    127,8

    NOV

    2015

    76,7

    110.9 Mdia dos ltimos 5 anos

    NDICE DE CONFIANA DO CONSUMIDOR

  • Janeiro

    89,8%

    Fevereiro

    85,8%

    Maro

    82,9%

    Abril

    85,6% Maio

    85,1% Junho

    83,9% Julho

    82% Agosto

    80,6%

    Esse o menor nvel do indicador

    em sua srie histrica, iniciada

    em 2005, e a nica vez que ele

    ficou abaixo de 80 pontos

    Novembro

    76,7%

    NDICE DE CONFIANA DO CONSUMIDOR

    FONTE FGV, REVISTA VEJA 22/10/2015

    Pontuao do indicador entre janeiro e novembro de 2015

  • A vertente econmica da crise

    compe-se de uma recesso

    purgativa para combater uma

    demanda que estava aquecida

    e uma inflao que estourou o teto

    da meta (chegando a dois dgitos

    novamente).

    Alm de um desajuste fiscal

    que requer todo um esforo

    de recomposio das contas pblicas

    para refrear a trajetria da dvida

    pblica que se tornou explosiva.

    2

  • *de julho dezembro

    ** 12 meses acumulado at julho

    1995*

    1996

    1997

    1998

    1999

    2000

    2001

    2002

    2003

    2004

    2005

    2006

    2007

    2008

    2009

    2010

    2011

    2012

    2013

    2014