acta amazonica.pdf

8
AGRONOMIA Solo mineral N dinâmica sob misturas de folhas de leguminosas e árvores frutíferas em Amazônia Central multi-camadas agroflorestas Dinâmica do nitrogênio mineral no solo de los Misturas de Folhas de leguminosas arbóreas e de fruteiras los Sistemas Agroflorestais multiestratificados na Amazônia Central Carol Melanie Schwendener 1 , Johannes Lehmann 1 * , Marco Rondon 2 , Elisa Wandelli 3 , e Erick Fernandes 4 1 909 Bradfield Hall, Departamento de Agricultura e Ciências do Solo, Cornell University, Ithaca, NY 14853, EUA. e- mail: [email protected] * Autor correspondente: [email protected] , (1) 607 254-1236 2 Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT), AA 6713, Cali, Colômbia, m.rondon @ cgiar.org , (57) 2 445- 0000 3 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) - Amazônia Ocidental, CP 319 69011-970 Manaus-AM, Brasil, [email protected] , (55) 92 621-0412 4 Agricultura e do Desenvolvimento Rural, Banco Mundial, 1818 H Street, Washington, DC 20433, [email protected], (1) 202 473-1292 RESUMO Aplicações de longo prazo de leguminosas como adubo verde podem aumentar o nitrogênio (N) mineralizável sob árvores de cupuaçu nos Argissolos ácidos inférteis e Latossolos da Bacia Amazônica. Entretanto, a baixa qualidade da liteira de cupuaçu pode interferir com adubo verde N liberação e mineralização de N no solo. Este estudo comparou mineral N, N total e N da biomassa microbiana sob árvores de cupuaçu cultivadas em dois sistemas agroflorestais, ao norte de Manaus, Brasil, após sete anos de diferentes taxas de aplicação usada como adubo verde. Para testar as interações entre o adubo verde ea liteira de cupuaçu, folhas secas de gliricídia e ingá folhas foram misturadas com as folhas senescentes de cupuaçu, na superfície de um solo Latossolo Vermelho, e incubados em estufa para 162 dias. A decomposição das folhas, N liberação e mineralização de N no solo foram medidos periodicamente nos tratamentos maca espécies mistas e em comparação com aplicações de uma única espécie. O efeito da biomassa de leguminosas e lixo cupuaçu no N mineral do solo foi aditivo, indicando que o uso de adubação verde em plantas de cupuaçu pode ser baseada na dinâmica do N da espécie usada como adubo verde. Os resultados demonstraram que a qualidade do resíduo, e não a quantidade, foi o principal fator que influenciou a taxa de liberação de N a partir de folhas e no solo N mineralização em um ambiente controlado. No campo, o complexo ciclo do N e outros fatores, incluindo a fauna do solo, raízes e os efeitos do microclima, tiveram uma influência mais forte em N disponível no solo do que a qualidade do resíduo. PALAVRAS-CHAVE: Theobroma grandiflorum, gliricídia , Agroflorestal, Mineral N, cobertura verde RESUMO Aplicações a Longo Prazo de leguminosas Como adubo verde PODEM Aumentar o nitrogênio (N) mineralizável soluço Árvores de cupuaçu los Pouco solos férteis de e acidos (Argissolos de e Latossolos) da Bacia Amazônica. EntreTanto, a baixa Qualidade da liteira de cupuaçu PODE influênciara liberação de N fazer adubo verde ea Mineralização dEste sem solo. Neste Estudo FORAM comparados o N mineral, N total, EO N da biomassa microbiana soluço Árvores de cupuaçu cultivadas los Dois Sistemas Agroflorestais, AO norte de Manaus, Brasil, como cais Quais d'Orsay receberam Diferentes Aplicações de Adubo Verde soluço SUA liteira naturais Durante Sete Anos. Pará Testar como Interações Entre Ø Adubo Verde eA liteira de cupuaçu, Folhas secas de gliricídia de e ingá FORAM misturadas COM como Folhas senescentes de cupuaçu, distribuidas na superficie de hum de solo Latossolo Vermelho, e incubadas em Casa de Vegetação Durante 162 dias. A decomposição das Folhas, a liberação de N e Mineralização não N Sem sozinho FORAM periodically mensurados nn Tratamentos de Mistura de liteira de Diferentes Espécies e comparados com a Aplicações de liteira de apenas UMA especie. O Efeito da biomassa de leguminosas e da liteira de cupuaçu sem N mineral fazer aditivo de solo FOI, indicando Que o USO de adubação verde los Plantas de cupuaçu PODE serviços baseado na Dinâmica fazer N los CADA especie USADA Como adubo verde. De Os Resultados demonstraram Que a Qualidade faça Resíduo, e Localidade: Não a QUANTIDADE, FOI o Fator diretor Opaco influenciou a taxa de liberação de N das Folhas ea Mineralização dEste sem solo, los Ambiente Controlado. No campo, o Complexo Ciclo fazer N e To Us Link fatores Tais Como, a fauna não solo, Raízes E os efeitos do microclima, tiveram UMA Influência Mais forte na disponibilidade de N no solo de que a Qualidade Que fazer Resíduo vegetal. PALAVRAS-CHAVE: Theobroma grandiflorum, gliricídia , Sistemas Agroflorestais, N mineral, adubação verde INTRODUÇÃO Podas de árvores leguminosas fornecem uma de nitrogênio (N) fonte orgânica acessível para os agricultores

Upload: msbarcio4433

Post on 22-Oct-2015

8 views

Category:

Documents


2 download

TRANSCRIPT

Page 1: Acta Amazonica.pdf

AGRONOMIA

Solo mineral N dinâmica sob misturas de folhas de leguminosas e árvoresfrutíferas em Amazônia Central multi-camadas agroflorestas

Dinâmica do nitrogênio mineral no solo de los Misturas de Folhas de leguminosas arbóreas e de fruteiras los SistemasAgroflorestais multiestratificados na Amazônia Central

Carol Melanie Schwendener 1 , Johannes Lehmann 1 * , Marco Rondon 2 , Elisa Wandelli 3 , e Erick Fernandes 4

1 909 Bradfield Hall, Departamento de Agricultura e Ciências do Solo, Cornell University, Ithaca, NY 14853, EUA. e-mail: [email protected] * Autor correspondente: [email protected] , (1) 607 254-1236

2 Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT), AA 6713, Cali, Colômbia, m.rondon @ cgiar.org , (57) 2 445-0000

3 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) - Amazônia Ocidental, CP 319 69011-970 Manaus-AM, Brasil,[email protected] , (55) 92 621-0412

4 Agricultura e do Desenvolvimento Rural, Banco Mundial, 1818 H Street, Washington, DC 20433,[email protected], (1) 202 473-1292

RESUMO

Aplicações de longo prazo de leguminosas como adubo verde podem aumentar o nitrogênio (N) mineralizável sobárvores de cupuaçu nos Argissolos ácidos inférteis e Latossolos da Bacia Amazônica. Entretanto, a baixa qualidade daliteira de cupuaçu pode interferir com adubo verde N liberação e mineralização de N no solo. Este estudo comparoumineral N, N total e N da biomassa microbiana sob árvores de cupuaçu cultivadas em dois sistemas agroflorestais, aonorte de Manaus, Brasil, após sete anos de diferentes taxas de aplicação usada como adubo verde. Para testar asinterações entre o adubo verde ea liteira de cupuaçu, folhas secas de gliricídia e ingá folhas foram misturadas com asfolhas senescentes de cupuaçu, na superfície de um solo Latossolo Vermelho, e incubados em estufa para 162 dias. Adecomposição das folhas, N liberação e mineralização de N no solo foram medidos periodicamente nos tratamentosmaca espécies mistas e em comparação com aplicações de uma única espécie. O efeito da biomassa de leguminosas elixo cupuaçu no N mineral do solo foi aditivo, indicando que o uso de adubação verde em plantas de cupuaçu pode serbaseada na dinâmica do N da espécie usada como adubo verde. Os resultados demonstraram que a qualidade doresíduo, e não a quantidade, foi o principal fator que influenciou a taxa de liberação de N a partir de folhas e no solo Nmineralização em um ambiente controlado. No campo, o complexo ciclo do N e outros fatores, incluindo a fauna dosolo, raízes e os efeitos do microclima, tiveram uma influência mais forte em N disponível no solo do que a qualidade doresíduo.

PALAVRAS-CHAVE: Theobroma grandiflorum, gliricídia , Agroflorestal, Mineral N, cobertura verde

RESUMO

Aplicações a Longo Prazo de leguminosas Como adubo verde PODEM Aumentar o nitrogênio (N) mineralizável soluçoÁrvores de cupuaçu los Pouco solos férteis de e acidos (Argissolos de e Latossolos) da Bacia Amazônica. EntreTanto,a baixa Qualidade da liteira de cupuaçu PODE influênciara liberação de N fazer adubo verde ea Mineralização dEste semsolo. Neste Estudo FORAM comparados o N mineral, N total, EO N da biomassa microbiana soluço Árvores de cupuaçucultivadas los Dois Sistemas Agroflorestais, AO norte de Manaus, Brasil, como cais Quais d'Orsay receberam DiferentesAplicações de Adubo Verde soluço SUA liteira naturais Durante Sete Anos. Pará Testar como Interações Entre Ø AduboVerde eA liteira de cupuaçu, Folhas secas de gliricídia de e ingá FORAM misturadas COM como Folhas senescentes decupuaçu, distribuidas na superficie de hum de solo Latossolo Vermelho, e incubadas em Casa de Vegetação Durante162 dias. A decomposição das Folhas, a liberação de N e Mineralização não N Sem sozinho FORAM periodicallymensurados nn Tratamentos de Mistura de liteira de Diferentes Espécies e comparados com a Aplicações de liteira deapenas UMA especie. O Efeito da biomassa de leguminosas e da liteira de cupuaçu sem N mineral fazer aditivo de soloFOI, indicando Que o USO de adubação verde los Plantas de cupuaçu PODE serviços baseado na Dinâmica fazer N losCADA especie USADA Como adubo verde. De Os Resultados demonstraram Que a Qualidade faça Resíduo, e Localidade:Não a QUANTIDADE, FOI o Fator diretor Opaco influenciou a taxa de liberação de N das Folhas ea Mineralização dEstesem solo, los Ambiente Controlado. No campo, o Complexo Ciclo fazer N e To Us Link fatores Tais Como, a fauna nãosolo, Raízes E os efeitos do microclima, tiveram UMA Influência Mais forte na disponibilidade de N no solo de que aQualidade Que fazer Resíduo vegetal.

PALAVRAS-CHAVE: Theobroma grandiflorum, gliricídia , Sistemas Agroflorestais, N mineral, adubação verde

INTRODUÇÃO

Podas de árvores leguminosas fornecem uma de nitrogênio (N) fonte orgânica acessível para os agricultores

Page 2: Acta Amazonica.pdf

agroflorestais de pequena escala no ácido Latossolo inférteis e solos Argissolo que dominam Bacia Amazônica (Sanchezet al. , 1982). No cultivo em alamedas e sistemas agroflorestais sombra N aplicado com podas pode chegar a 136-240

kg N ha -1 y -1 em solos inférteis (Kang et al. , 1981; Russo & Budowski, 1986). 37-92% do N em gliricídia (gliricídia)podas pode ser corrigido a partir de N2 atmosférico (Giller, 2001). Embora os aplicativos de podas de leguminosas podeaumentar o rendimento das culturas (Kang et al. , 1981; Haggar et al. , 1993; Mulongoy . et al , 1993) e N orgânicodo solo e mineralização do N (Isaac et al. , 2003), muitas vezes apenas 10-20%, ou menos do N nos podas érecuperada pelas primeiras culturas anuais subsequentes (Haggar et ai. , 1993; palma, 1995). Grande parte do N nãoutilizados pelas culturas permanece em materiais não decompostos ou move-se para a fracção prontamentemineralizáveis de matéria orgânica do solo (Haggar et ai. , 1993), enquanto quantidades significativas podem serlixiviados para o subsolo (Schroth et ai. de 1999), ou perdida por volatilização (Palm, 1995). Espécies de árvoresagroflorestais têm o potencial de se beneficiar de N residual ou efeitos priming de aplicações mulch longo prazo verdes(Cadisch et al. , 1998), devido a seus períodos mais longos de crescimento, sistemas radiculares mais estabelecidas euma menor necessidade de sincronia de nutrientes do que as culturas anuais.

Extensa pesquisa mostrou que as aplicações de podas de árvores leguminosas aumentar N disponíveis em sistemasagroflorestais, mas não existem estudos têm-se centrado especificamente na aplicação em sistemas de cultivo deárvores. Cupuaçu ( Theobroma grandiflorum (Wild. ex Primavera) Schumann) é uma espécie de árvores frutíferascomuns em sistemas agroflorestais na Bacia Amazônica, que produz uma ninhada de baixa qualidade (alta relação C: Ne altos teores de lignina) (McGrath . et al , 2000; Uguen, 2001). Os pedidos de podas de alta qualidade, tais comogliricídia, poderia aumentar a liberação de nutrientes da liteira de cupuaçu. Tem sido demonstrado que a liteira decupuaçu pode imobilizar P de maior qualidade lixo e diminuir o P disponível no solo (McGrath et al. , 2000), mas poucose sabe sobre se a baixa qualidade da liteira de cupuaçu diminui a mineralização do N do solo, decomposição de aduboverde e N liberar.

Adubo verde e de decomposição e taxas de mineralização de N têm sido relacionadas a várias propriedades químicasintrínsecas dos resíduos e relações dos parâmetros, incluindo o N inicial, lignina, e conteúdo de polifenóis, relação C /N (Constantinides e Fownes, 1994; Handayanto et al. , 1997; Lehmann et ai. , 1995; Mafongoya et al. , 1998a; Palm& Sanchez, 1991; Tian et al. , 1992). Estes preditores de decomposição dos resíduos e as taxas de mineralização de Npode ser alterado através da mistura de diferentes qualidades deixa de regular N release (Handayanto et al. , 1997).Apesar de muito trabalho tem sido feito sobre os parâmetros de qualidade de resíduos de prever N liberação edecomposição, poucos estudos analisaram interações de mulch multi-espécies ou de misturas de areia (Handayanto etal. , 1997; Mafongoya et al. , 1998b; McGrath et al. , 2000) e não especificamente a ninhada de baixa qualidade apartir de culturas arbóreas, como cupuaçu misturado com podas de leguminosas de alta qualidade, tais como gliricídiae ingá (Inga edulis).

Os objetivos desta pesquisa foram: 1) determinar se a qualidade verde mulch e quantidade aumento de N mineral dosolo sob cupuaçu em um ambiente controlado e em um sistema agroflorestal, 2) para avaliar se liteira de cupuaçudiminui solo N mineralização e liberação de N pelo adubo verde.

MATERIAL E MÉTODOS

DESCRIÇÃO DO SITE

O projeto está localizado na Amazônia central na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Centro da PesquisaAgroflorestal (EMBRAPA-CPAA) estação de pesquisa 53 km ao norte de Manaus, no Brasil ao longo da rodovia BR-174.O solo é um bem, isohipertérmico, Xanthic Latossolo Vermelho (Pesquisa de Solo EUA Staff, 1998) ou Ferrasol (FAO-UNESCO, 1990). A média de precipitação anual é de 2500 mm por ano, com uma estação seca de 2-3 meses, eatemperatura média anual é de 26 ° C. Entre 1991 e 1992, três de 50 mx 60 m parcelas cada um de um sistemaagroflorestal com base de palma (agrosilviculturais I - ASI) e um sistema de horta base de frutos-tree(agrosilviculturais II - ASII) foram estabelecidas com abandonados, pastagens degradadas. Os detalhes sobre apreparação do local e estabelecimento podem ser encontrados em Fernandes et ai. (submetido). A composiçãoespecífica de cada sistema é mostrada na Figura 1 .

Ambos os sistemas foram fronteira com cerca de 90 árvores de gliricídia espaçados de dois metros de distância econsorciado com plantas de cupuaçu. Em ASII, as árvores de cupuaçu foram plantadas em duas fileiras de 13 árvoresem seis por dois metros de espaçamento, para um total de 26 árvores de cupuaçu com 25 consorciados ingazeiros,igualmente espaçados de seis por dois metros de distância. Sistema agrosilviculturais eu tinha 99 árvores de cupuaçuespaçados de seis por dois metros de distância e consorciado com açaí (Euterpe oleracea) ou somente com açaí ecapoeirão (Colubrina glandulosa) árvores ( Figura 1 ). Gliricídia podas foram aplicadas duas a três vezes por ano paraárvores de cupuaçu em ambos os sistemas por sete anos. Em ASII, inga podas foram aplicadas às árvorescupuaçueiros além dos gliricídia podas duas a três vezes por ano, durante sete anos. A menor densidade de árvores decupuaçu em ASII e semelhante a poda total de biomassa gliricídia resultou em árvores individuais em ASII recebendomaiores taxas de gliricídia podas de árvores do que em ASI. A adição de inga podas de árvores em ASII aumentouainda mais a diferença na adubação verde entre os dois sistemas. A entrada de nitrogênio por hectare foi de 1,46

vezes maior em ASII que no ASI (16,8 e 24,5 kg ha -1 y -1 para ASI e ASII, respectivamente) (EMBRAPA-CPAA, 1997),

ou 5,6 vezes maior por cupuaçu árvore (aproximadamente 0,17 e 0,94 kg árvore -1 para ASI e ASII, respectivamente).Na época da colheita, as árvores de cupuaçu foram 10 anos de idade e adubação verde vinha ocorrendo há sete anos.

AMOSTRAGEM

Podas de gliricídia frescos foram aplicados a quatro árvores de cupuaçu selecionados aleatoriamente (excluindoárvores de borda) em cada bloco ASI e ASII. Podas foram aplicados a uma taxa de 10 kg de peso fresco por árvore (3folhas kg, sete ramos kg), ramos colocados em cima para segurar as folhas no lugar, dentro de um raio m dos troncosde árvores 0.5. A taxa de aplicação e método era semelhante às aplicações anteriores em sistemas agroflorestais.

Page 3: Acta Amazonica.pdf

Uma semana após a aplicação, durante o qual pelo menos uma precipitação ocorreram, os melhores 0-10 cm de solofoi amostrado a 0,2 m e 1 m a partir da base da árvore. A distância de 0,5 m representou a área que sempre recebeuinga e / ou gliricídia podas, enquanto que a 1 m localização foi principalmente coberto com liteira de cupuaçu e umpouco de lixo a partir de espécies adjacentes. O solo foi amostrado em dois locais para cada distância de cada árvoree composta para cada distância para cada tratamento e replicam, resultando num total de 12 amostras (doistratamentos, dois distâncias, três repetições). As parcelas foram amostrados em julho de 2001, no final da estaçãochuvosa e, novamente, em novembro de 2001, no final da estação seca.

INCUBAÇÃO ESTUFA

O substrato terra foi a mesma Xanthic Latossolo Vermelho (Ferrasol), no qual foram estabelecidos os sistemasagroflorestais, mas foi coletada debaixo de uma velha floresta secundária de 8 anos ao lado das parcelas ASI e ASII. Osolo foi coletado de 7,5 centímetros a 15 cm de profundidade e as grandes raízes e pedaços de carvão foram excluídospara minimizar o teor de matéria orgânica inicial e facilitar a detecção dos efeitos do tratamento. Os agregadossuperiores a 2 cm foram quebrados para aumentar a homogeneidade do solo, sem a destruição completa de macro-

agregação no solo. O solo tinha as seguintes características: pH (em água) 4,2; 1,6 g kg -1 de N (Kjeldahl), 21,2 g kg-1 C (Walkley-Black), 1,8 g kg -1 de P disponível (Mehlich-1), 18,3 g kg -1 disponível K (KCl 1M), 22,7 g kg -1 Ca (1M

KCl), e 11,2 g kg -1 Mg (1M KCl).

Senescentes folhas de cupuaçu, coletados durante as quatro semanas antes da aplicação, e gliricídia fresca e ingafolhetos foram cortados em pedaços 1 cm2, os entrenós de gliricídia e ingá a 2 cm, secas até peso constante a 55-65º C, e armazenados em condições secas. As taxas de aplicação incluído entrenós e as folhas na mesma proporção

encontrada nas folhas das plantas. Conteúdo inicial de C e N das folhas de gliricídia foram 33,6 mg g -1 N, 421 mg g -1

C, para inga 28,4 mg g -1 N e 436 mg g -1 C e cupuaçu para 10,1 mg g -1 N e 361 mg g -1 C.

Exactamente 150 g de solo fresco foram pesadas em copos de plástico de 500 ml, resultando em uma área desuperfície de 50 cm3. Cuidado foi tomado para evitar o ressecamento do solo. As amostras foram colocadas em umdelineamento em blocos casualizados em estufa protegida da chuva e do sol direto. Os solos foram deixadas emrepouso durante três semanas antes da aplicação de tratamentos de areia para permitir a actividade microbiana, aestabilizar. Temperatura do solo durante o dia uma média de 32-36 º C. A umidade do solo foi mantida em 66% dacapacidade de campo, exceto aos 12 dias anteriores a cada coleção, quando uma chuva simulada e do teor deumidade foi elevado para 80% da capacidade de campo. Esta descarga de água foi destinado a facilitar o movimentode N através da camada de areia para o solo.

Os tratamentos consistiram de aplicações de serapilheira de espécies únicas e mistas e um controle de solo nu.Gliricídia, ingá, cupuaçu e foram aplicados separadamente, como uma única espécie. Vários tratamentos espéciesforam compostos das seguintes combinações: gliricídia + inga, cupuaçu + gliricídia, cupuaçu + gliricídia (high rate),cupuaçu + + gliricídia inga e cupuaçu + + gliricídia inga (high rate). Gliricídia e ingá folhas foram aplicados a uma taxabaixa em todos os tratamentos, exceto aquelas indicadas como alto índice. As altas e baixas taxas de gliricídia e ingá,

2 Mg ha aplicação -1 (1,0 g copo -1 ), 10 Mg ha -1 (5,0 g copo -1 ) e 2,6 Mg ha -1 (1,3 g copo -1 ) 13 mg kg -1 (6,5 g

copo -1 ), respectivamente, foram seleccionadas para alargar a gama das taxas de aplicação no campo. A taxa de

pedido de cupuaçu ninhada de 4 Mg ha -1 (2,0 g copo -1 ) baseou-se em pé liteira de cupuaçu e produção de liteiraem sistemas agroflorestais similares a ASI (Uguen, 2001). O total de N aplicada por copo como lixo diferente para cadatratamento da seguinte forma: 20,2 mg (cupuaçu), 33,6 mg (gliricídia), 36,9 mg (Inga), 70,5 mg (gliricídia + inga),53,8 mg (cupuaçu + gliricídia, baixa taxa de ), 188,2 mg (cupuaçu + gliricídia, alta taxa), 90,8 mg (cupuaçu + +gliricídia inga, baixa tarifa), e 372,8 mg (cupuaçu + + gliricídia inga, alta taxa). Todas as combinações de folhas forammisturadas e aplicadas à superfície do solo com uma quantidade de água equivalente ao peso de água perdida durantea secagem. Houve cinco repetições de cada tratamento e controlo. Solo e lixo foram amostrados destrutiva aos 7, 29,50, 98 e 162 dias após a aplicação de areia.

Análises Laboratoriais

Solos de campo e estufa de incubação foram analisadas para N mineral, N total e C, e amostras de solo de campotambém foram analisadas para biomassa microbiana C e N. Mineral N foi extraído de 25 g de solo fresco dentro de duashoras após a coleta, com 75 mL de KCl 1N durante 0,5 horas num agitador horizontal a uma velocidade maior. Após adecantação, o sobrenadante foi pipetado e armazenado abaixo de 0 ° C, até que foi analisado para o nitrato deamónio e de um analisador de fluxo contínuo Skalar. Os resultados são apresentados por peso seco de solo, apóssecagem a 105 º C por 24 horas. Efeitos interativos líquidos em decomposição, lixo liberação de N, e N mineral do soloforam estimadas somando-se os valores para os tratamentos de uma única espécie e compará-los estatisticamenteaos valores equivalentes baixa taxa mistos de espécies de tratamento. O mineral do solo controle N valor foi subtraídotodos os tratamentos para descontar o N mineralizado no solo que não foi um resultado direto da aplicação da cama.Da biomassa microbiana foi medida por clorofórmio fumigação-extração (Brookes et al. , 1985) adaptado para solosácidos. O solo remanescente foi seco e moído a 2 mm antes de N e C análise. Restante material vegetal foi limpa porescovagem suave, secou-se durante 48 horas a 65-70 ° C, pesado, moído e analisado como uma mistura de N e C.planta e do solo N foram analisados pelo método Kjeldahl, e carbono foram analisados pela método Walkley-Black(Silva, 1999).

ANÁLISE ESTATÍSTICA

A análise estatística dos dados foi realizada com regressões e 1-way e 2-way ANOVAs em Minitab 13 (Minitab, 2000).Quando P <0,05, as médias foram comparadas utilizando menos testar diferença significativa de Fisher.

RESULTADOS

Page 4: Acta Amazonica.pdf

INCUBAÇÃO ESTUFA - decomposição da serapilheira

A gliricídia deixa aplicada isoladamente decomposição mais rápida e completamente de todas as ninhadas espéciesúnicas e mistas como uma percentagem do peso seco aplicado. A maca de cupuaçu aplicado isoladamentedecomposta o mais lento durante o período experimental de 162 dias ( Figura 2 ). Entre as misturas múltiplas espéciesde folha, o cupuaçu + gliricídia folhas aplicadas a uma taxa elevada decomposto significativamente mais rápido e ummaior grau do que outras espécies de ninhadas mistas. As misturas de folhas com altas taxas de adubo verdedecomposto significativamente mais rápido do que misturas equivalentes com baixas taxas de aplicação usada comoadubo verde, no entanto, somente a alta e baixa taxa de cupuaçu misturas + gliricídia folha diferiu significativamenteem decomposição total, com a elevada taxa de decomposição, em maior medida durante o período experimental.Decomposição total da folha de espécies aplicados em conjunto, não foi significativamente diferente da decomposiçãototal das espécies quando aplicado isoladamente.

INCUBAÇÃO ESTUFA - N LIBERAÇÃO DE MACA

A gliricídia deixa liberado por cento a mais alta de todas as ninhadas N espécies únicas e mistas, enquanto que ocupuaçu e inga deixa lançou a menos cento N ( Figura 3A ). A porcentagem de liberação de N por inga só foisignificativamente maior do que o percentual N liberado pelo cupuaçu aos 50 dias após a aplicação. O cupuaçu +gliricídia (alta taxa de) Mistura folha inicialmente imobilizada menos de 1% do azoto antes de libertar mais rapidamentedo que 60% e, em seguida, cerca de 10% de imobilização N até 162 dias após a aplicação ( Figura 3b ). Este padrãode liberação era diferente da do outro cupuaçu e misturas verdes maca mulch, que teve uma rápida liberação de Ninicial de nivelamento em ou antes de 162 dias. Ambos os tratamentos com cupuaçu + + gliricídia inga deixa de Nliberada mais lentamente do que os tratamentos com apenas cupuaçu + folhas de gliricídia. Apesar de diferentespadrões de libertação, não houve diferença significativa entre as misturas de N total libertado 162 dias após aplicaçãoda cama.

ESTUFA INCUBAÇÃO - SOLO N

O acúmulo de N mineral no solo foi melhor correlacionada com a quantidade de gliricídia N aplicada (r = 0,498, n = 219,p <0,001) do que planta total de N aplicada (r = 0,204, n = 219, p <0,001). Tratamentos com a taxa de aplicaçãogliricídia superior tinham significativamente maior os níveis de N mineral do solo do que os tratamentos com menosgliricídia aplicada ( Fig. 4 ). Cumulativa N mineralizado como um percentual do N aplicado na mistura serapilheira foimenor nos cupuaçu + + gliricídia tratamentos inga em comparação com os de cupuaçu + tratamentos gliricídia quandoaltas e baixas taxas de aplicação foram em média ( Figura 4 , inserir). Cálculos para determinar interações líquidas nãoapresentaram diferenças significativas em N mineral do solo, quando as folhas foram aplicados separadamente ou emcombinação. A presença de cupuaçu deixa com inga e / ou folhas de gliricídia não reduziu N mineral do solo em relaçãoaos tratamentos idênticos sem cupuaçu. O mineral N na gliricídia + tratamento inga não foi significativamente diferentedo tratamento apenas com folhas de gliricídia. Não houve efeito do tratamento em solo de N total durante o períodoexperimental de 162 dias.

Mineral N, N total, e da biomassa microbiana C e N não diferiu entre ASI e ASII em qualquer distância do árvorescupuaçueiros, contudo, o nitrato foi maior em ASII, devido aos níveis mais elevados de nitratos 0,20 m a partir dabase da árvore. Em ambos os sistemas, N mineral do solo foi maior em 0,2 m a partir da árvore do que em 1 m dedistância, mas não teve efeito sobre N totais ou biomassa microbiana C ou N.

DISCUSSÃO

Como esperado, a qualidade do resíduo, definida pela relação C: N, foi o principal fator que influenciou a taxa deliberação de N a partir de folhas e no solo N mineralização nas incubações de efeito estufa. Isto foi mostrado pelacorrelação positiva forte entre gliricídia N aplicada e N mineral do solo do que entre mulch N total aplicado eo solomineral N. Outra evidência foi o mais rápido, mas não maior, N liberação de misturas de areia com folhas de gliricídia.Mineralização do nitrogênio no solo como uma porcentagem do N aplicado na cobertura diminuiu significativamentequando ninhada de qualidade inferior (inga) foi incluído no adubo verde adicionado ao cupuaçu. Além disso, inga ecupuaçu deixa aplicados separadamente não aumentou N mineral do solo acima dos valores do solo nu, e misturas defolhas com inga não aumentou N mineral do solo acima do de misturas semelhantes sem inga. Isto sugere que, duranteo período experimental, 162 dias, e ingá cupuaçu não aumente ou diminua N mineral do solo, como é esperado para asespécies de lixo com meias-vidas de decomposição maior do que o período de estudo (mais de 1 ano para cupuaçu(McGrath et ai. , 2000) e 39 semanas para inga seco ao ar (Palm e Sanchez, 1990).

Solo mineral N níveis eram aditivo nas misturas taxa mais baixa, e, ao contrário das expectativas, não houveinterações entre o cupuaçu, gliricídia e inga ninhadas ocorreu. A presença de cupuaçu não diminuir a liberaçãomineralização líquida de N ou N na taxa de adubação verde mais baixos. O efeito aditivo da biomassa de leguminosas eliteira de cupuaçu no N mineral do solo implica que o uso de adubação verde em plantas de cupuaçu pode ser baseadana dinâmica do N da espécie usada como adubo verde e culturas N exigências. N mineral do solo quantidades,contudo, não podem ser extrapolados a partir de taxas de aplicação mais baixas, porque o aumento do mineral no soloN não foi proporcional ao aumento em N. aplicada Isto pode ser devido a uma camada de areia maiores, com taxas deaplicação mais elevadas, o que reduziu o contacto com o solo as folhas e, consequentemente, de decomposição lenta(Henriksen e Breland, 2002; Wilson . et al , 1986). A ausência de interações líquidos não impede interações brutasentre liteira de cupuaçu N e adubo verde N, que não foram estudados. Schwendener et al. (dados não publicados)também não encontraram interações entre o cupuaçu e folhas de gliricídia, mas com o uso de 15N foram capazes deconfirmar que as interações brutos, incluindo a imobilização temporária de cupuaçu de N liberado pela gliricídia, foramocorrendo. A compreensão das interações entre brutas liteira de cupuaçu, adubo verde eo solo poderia facilitar agestão do lixo e palha N condições verdes de campo para agricultores dinâmica.

Page 5: Acta Amazonica.pdf

Em um solo homogêneo e ambiente controlado, maiores quantidades de lixo de alta qualidade (ou seja, gliricídia)aumentou N mineral do solo, em condições de campo no agroflorestas, no entanto, outros fatores tiveram um efeitomaior sobre o N mineral do solo do que a qualidade do adubo verde. Solo mineral e N total do solo N eram esperadospara ser maior em ASII devido ao acúmulo de N prontamente mineralizável fração de matéria orgânica do solo duranteos sete anos de adubação verde mais elevados, mas o solo mineral N, N da biomassa microbiana e N total não diferiuentre os dois sistemas agroflorestais. Variabilidade temporal de N mineral eo curto período de amostragem desteestudo tornou difícil para examinar N taxas de mineralização que pode ter melhor reflete o maior acúmulo de umafração mineralizável N, como resultado de adubação verde de longo prazo (Haggar et al. , 1993 ). Outros factorespresentes no campo e ausentes em uma experiência controlada, tais como a fauna do solo (Hofer et al. , 2001; Tianet al. , 1992; Vohland e Schroth, 1999), raízes (Lehmann et ai. , 2001; Schroth et al. , 1999) e os efeitos domicroclima, tais como o aumento da sombra e umidade (Giller, 2001; Rao . et al , 1997), pode ter tido efeitos maioressobre N mineral do solo do que a aplicação de adubo verde e pode ter afetado N mineral do solo de forma diferente emque em ASI ASII. Por exemplo, a macrofauna pode ter sido mais abundante no ASI, devido à proximidade de cupuaçu apupunha e, conseqüentemente, aumento da decomposição do lixo de qualidade superior (Vohland e Schroth, 1999).Alternativamente, a adição de N adicional gliricídia para ASII poderia ter sido removido do sistema através do aumentoda exportação de frutas (que foi superior em ASII (Wandelli, pers. Com.)) Ou perdido através de lixiviação do nitratopara o subsolo (Schroth et ai. , 1999). Superior N mineral mais perto do tronco para os dois sistemas sugere que, emadição a maiores taxas de gliricídia podas nesse local, o aumento da sombra e mais espessa camada de lixo contribuirpara um microclima favorável e aumentou a mineralização (Babbar e Zak, 1994).

A forte influência da gliricídia no solo a mineralização no estudo estufa demonstra a importância da qualidade de Naplicado, em vez da quantidade de N, aplicada como cobertura para solo de curto prazo da disponibilidade de N. Ao sereferir apenas a uma maior qualidade de cobertura morta, a quantidade também é significativa para o aumento damineralização do N. A baixa qualidade inga mulch e liteira de cupuaçu não interferiu com a decomposição e liberaçãolíquida de N de gliricídia mulch e mineral N acumulação no solo mulched com gliricídia solo. Embora o inga de baixaqualidade e slow-decomposição e folhas de cupuaçu não contribuiu para o solo N mineral no curto prazo, que poderiambeneficiar a fertilidade do solo em formas não estudados neste trabalho, fornecendo uma camada de areia para afauna do solo, reduzindo a erosão, aumento da disponibilidade de umidade do solo e controle de plantas daninhas. Osestudos de laboratório em solo N disponibilidade estão limitados a recomendações verdes manejo da palhada comrelação a disponibilidade de N no solo. Recomendações finais de adubação verde deve ser baseada em testes decampo, que incluem as fontes de N e pias, que contribuem para o complexo de ciclismo N em sistemas agroflorestais.

AGRADECIMENTOS

Esta pesquisa foi financiada pelo (LBA-Eco) projeto Atmosphere-Ecologia da NASA Large Scale Biosphere (ND-04). Osautores agradecem a EMBRAPA e INPA Solo e Laboratórios de plantas para a sua assistência com as análises de solo eplanta.

LITERATURA CITADA

Babbar, LI; Zak, DR 1994. Ciclagem de nitrogênio em agroecossistemas cafeeiros: net mineralização do N e nitrificaçãona presença e ausência de árvores de sombra. Agricultura, Ecossistemas e Ambiente, 48 (2): 107-113.

Brookes, PC; Landman, A.; Pruden, G.; Jenkinson, DS 1985. Clorofórmio fumigação ea liberação de nitrogênio no solo:um método de extração direta rápida para medir nitrogênio da biomassa microbiana em solo. Biologia e Bioquímica doSolo, 17 (6): 837-842.

Cadisch, G.; Handayanto, E.; Malama, C.; Seyni, F.; Giller, KE 1998. Recuperação de N a partir de podas deleguminosas e efeitos priming são regidos pela qualidade do resíduo. Planta e do solo, 205: 125-134.

Constantinides, M.; Fownes, JH 1994. Mineralização do nitrogênio das folhas e serapilheira de plantas tropicais:relação ao nitrogênio, lignina e concentrações de polifenóis solúveis. Biologia e Bioquímica do Solo, 26 (1): 49-55.

EMBRAPA-CPAA. 1997. Dinâmica do solo, da Vegetação e efeitos Ambientais soluço Sistemas Agroflorestais lospastagens degradadas. Relatório anual sub-Projeto 1. EMBRAPA-CPAA, Manaus, Brasil.

FAO-UNESCO. 1990. Mapa de solos do mundo, a lenda revisto. Food and Agriculture Organization das Nações Unidas,em Roma.

Fernandes, ECM; Perin, R.; Wandelli, E.; Souza, SG de; Matos, JC; Arco Verde, M.; Ludewigs, T., Neves, A. 1999Sistemas agroflorestais para reabilitar pastoreland abandonado na Amazônia brasileira. In: Jiménez, F.; Beer, J. (eds.).Proceedings Simpósio Internacional de Multi-Strata sistemas agroflorestais com culturas perenes, Turrialba (CostaRica) 22-27 fevereiro 1999, p. 24 26.Giller, KE 2001. Fixação de nitrogênio em sistemas agrícolas tropicais. 2nd ed.CABI Publishing, New York. 423pp.

Haggar, JP; Tanner, EVJ; Beer, JW; Kass, DCL 1993. Dinâmica de nitrogênio de sistemas agroflorestais tropical esistemas agrícolas anuais. Soil Biology & Biochemistry, 25 (10): 1363-1378.

Handayanto, E.; Giller, KE; Cadisch, G.. 1997. Regulação N liberação de podas de árvores leguminosas por resíduos demistura de qualidade diferente. Bioquímica e Biologia do Solo, 29 (9/10): 1417-1426.

Henriksen, T.; Breland, T. 2002. Mineralização do carbono, o crescimento de fungos e bactérias, e enzima atividadescomo afetada pelo contato entre os resíduos vegetais e do solo. Biologia e Fertilidade de Solos, 35: 41-48.

Hofer, H.; Hanagarth, W.; Garcia, M.; Martius, C.; Franklin, E.; Rombke, J.; Beck, L. 2001. Estrutura e função da fauna

Page 6: Acta Amazonica.pdf

do solo em comunidades da Amazônia antrópica e os ecossistemas naturais. European Journal of Soil Biology, 37 (4):229-235.

Isaac, L.; Wood, CW; Shannon, DA 2003. Influência do manejo de poda sobre o carbono do solo e nitrogênio para acultura do contorno-sebes com Leucaena leucocephala (Lam.) De Wit em terrenos inclinados no Haiti. Ciclagem denutrientes em Agroecossistemas, 65 (3): 253-263.

Kang, BT; Wilson, GF; Sipkens, L. 1981. Aléias de milho (Zea mays--L) e leucena (Leucaena leucocephala, Lam) no sulda Nigéria. Planta e do solo, 63 (2): 165-179.

Lehmann, J.; Schroth, G.; Zech, W. 1995. Decomposição e liberação de nutrientes das folhas, galhos e raízes de trêsleguminosas arbóreas alley-cultivadas em Central Togo. Sistemas Agroflorestais, 29: 21-36.

Lehmann, J.; Muraoka, T.; Zech, W. 2001. Padrões de atividade de raiz em um sistema agroflorestal amazônico comárvores de fruto determinados por 32P, 33P e aplicações de 15N. Sistemas Agroflorestais, 52: 185-197.

Mafongoya, PL; Nair, PKR; Dzowela, BH 1998a. Mineralização do nitrogênio da decomposição de folhas das árvorespolivalentes como afetados pela sua composição química. Biologia e Fertilidade de Solos, 27: 143-148.

Mafongoya, PL; Giller, KE; Palma, CA 1998b. Decomposição e padrões de podas de árvores e lixo liberação denitrogênio. Sistemas Agroflorestais, 38 (1-3): 77-97.

McGrath, D.; Comerford, N.; Duryea, M. 2000. Dinâmica de serapilheira e as flutuações mensais na disponibilidade defósforo no solo em um sistema agroflorestal da Amazônia. Forest Ecology and Management, 131: 167-181.

Minitab Statistical Software. 2000. Solte 13.1.

Mulongoy, K.; Ibewiro, EB; Oseni, O.; Kilumba, N.; Opara-Nadi, AO; Osonubi, O. 1993. Efeito das práticas de gestão nautilização alley-cropped milho do nitrogênio derivado de podas em um Luvissolo degradado na Nigéria sul-ocidental, In:Mulongoy, K., e Merckx, R. (Eds). Dinâmica da matéria orgânica do solo e sustentabilidade da agricultura tropical. JohnWiley and Sons, Chichester. p. 223-230.

Palma, CA 1995. Contribuição de árvores agroflorestais para as necessidades de nutrientes de plantas consorciadas.Sistemas Agroflorestais, 30: 105-124.

Palma, CA; Sanchez, PA 1990. Decomposição e Padrões de liberação de nutrientes das folhas de três leguminosastropicais. Biotrópica, 22 (4): 330-338.

Palma, CA; Sanchez, PA 1991. Liberação de nitrogênio das folhas de algumas leguminosas tropicais como afetados porsua lignina e polifenóis. Biologia e Bioquímica do Solo, 23 (1): 83-88.

Russo, RO; Budowski, G. 1986. Efeito da Pollarding Frequency na biomassa de Erythrina-poeppigiana como uma sombraCoffee Tree. Sistemas Agroflorestais, 4 (2): 145-162.

Sanchez, PA, Bandy, DE; Villachica, JH; Nicholaides, JJ 1982. Amazon Basin solos: gestão de produção agrícolacontínua. Ciência, 216 (4548): 821-827.

Schroth, G., Silva, LF da; Seixas, R.; Teixeira, WG; Macedo, JLV; Zech, W. 1999. Acumulação subsolo de nitrogêniomineral em plantações de policultura e monocultura de pousio, floresta primária e em um solo de terra firme daAmazônia ferralíticos. Ecossistemas Agricultura e Meio Ambiente, 75 (1-2): 109-120.

Silva, FCD 1999. Manuais de Análises Químicas de Solos, Plantas e Fertilizantes, Embrapa Communicação parágrafoTransferência de Tecnologia, Brasília, DF. 370pp.

Tian, G.; Kang, BT; Brussard, L. 1992. Efeitos biológicos de resíduos vegetais contrastantes composições químicas sobcondições tropicais húmicas - decomposição e liberação de nutrientes. Biologia e Bioquímica do Solo, 24 (10): 1051-1060.

Uguen, K. 2001. Influência des Arbres sur la matière organique et l'azote du sol dans un système agroforestier enAmazonie centrale. Tese de Doutorado, Instituto Nacional Agronomique Paris-Grignon, Paris. 158pp.

Levantamento do Solo EUA Staff. 1998. Chaves para a taxonomia do solo. 8th ed. Departamento de Agricultura dosEUA, Serviço de Conservação de Recursos Naturais, Washington, DC

Vohland, K.; Schroth, G. 1999. Padrões de distribuição da macrofauna de serapilheira em plantios agroflorestais emonocultura na Amazônia central como afetados pela espécie vegetal e de manejo. Ecologia Aplicada do solo, 13 (1):57-68.

Wilson, GF; Kang, BT; Mulongoy, K. 1986. O cultivo em alamedas - árvores como fontes de adubação verde ecobertura morta nos trópicos. Agricultura Biológica e Horticultura, 3 (2-3): 251-267.

Recebido los 17/06/03 Aceito em 26/02/07

Page 7: Acta Amazonica.pdf

Figura 1.Localização do cupuaçu ( Theobroma grandiflorum ), gliricídia ( Gliricidia sepium ) e ingá ( Inga edulis ) nosdois sistemas agroflorestais implantados em pastagens abandonadas perto de Manaus, Brasil.

Figura 2.Decomposição de cupuaçu ( Theobroma grandiflorum ), gliricídia ( Gliricidia sepium ) e ingá ( Inga edulis ),deixa após a aplicação superficial em um Latossolo Vermelho perto de Manaus, Brasil. Aplicações maca única espécie

são indicadas por linhas tracejadas. Alto e baixo referem-se a gliricídia e taxas de aplicação inga (2 e 10 Mg ha -1 para

gliricídia e 2,6 e 13 Mg ha -1 para inga). Cupuaçu foi aplicada em 4 Mg ha -1 em todos os tratamentos. As barrasrepresentam o erro padrão e DDL de Fisher (p <0,05, n = 5).

Page 8: Acta Amazonica.pdf

Figura 3. Porcentagem N restante em folhas seguintes aplicações de superfície de uma única espécie ou mistos decupuaçu ( Theobroma grandiflorum ), gliricídia ( Gliridicia sepium ) e ingá ( Inga edulis ) em um Latossolo Vermelhoperto de Manaus, Brasil. Tratamentos de espécies mistas com cupuaçu são mostrados na Figura 3b e espéciesindividuais e usada como adubo verde apenas tratamentos na Figura 3A. Alto e baixo referem-se a gliricídia e taxas de

aplicação inga (2 e 10 Mg ha -1 para gliricídia e 2,6 e 13 Mg ha -1 para inga). Cupuaçu foi aplicada em 4 Mg ha -1 emtodos os tratamentos. As linhas tracejadas representam os tratamentos com altas taxas de aplicação usada comoadubo verde. As barras indicam erros padrão e LSDS de Fisher (p <0,05, n = 5).

Figura 4. Cumulativa mineralização de N no solo na sequência de pedidos de superfície de uma única espécie ou mistosde cupuaçu ( Theobroma grandiflorum ), gliricídia ( Gliridicia sepium ) e ingá ( Inga edulis ) em um Latossolo Vermelhoperto de Manaus, Brasil e um controle de solo nu. As linhas tracejadas indicam tratamentos espécies misturadas. Aquantidade de N aplicado com folhas é mostrado entre parênteses (em mg por vaso). Inserir mostra cumulativo Nmineralizado como uma porcentagem do N aplicado nas folhas, as altas e baixas taxas de aplicação usada como aduboverde foram calculados para o cupuaçu + gliridia e cupuaçu + + gliricídia misturas inga. As barras indicam erros padrãoe LSDS de Fisher (p <0,05, n = 5, n = 10 para a inserção).