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  • XV A GRANDE BATALHA

    Para entender Pietro UbaldiJUNHO DE 2009

  • ONDE ESTAMOS Grandes Mensagens (1931) A Grande Sntese (1933) As Nores (1936) Ascese Mstica (1939) Histria de um Homem (1941) Frag.de Pensamento e de Paixo (1942/44) A Nova Civilizao do 3. Milnio (1945) Problemas do Futuro (1948) Ascenses Humanas (1949) Deus e Universo (1951)

    Obra Italiana

    1. Trilogia

    2

    3

    2

  • ONDE ESTAMOS Comentrios (1955) Profecias (1955) Problemas Atuais (1956) O Sistema (1956) A Grande Batalha (1957)

    Obra brasileira

  • SOBRE A GRANDE BATALHA

    15. Volume da obra Ubaldiana, Ainda redigido em italiano 10 Captulos; 282 pginas.

    4

  • I - EVOLVIDO E INVOLUDO

    5

    SelvagensCriminosos

    Homem Comum SantosGnios

  • I - EVOLVIDO E INVOLUDO

    6

    SelvagensCriminosos

    Homem Comum SantosGnios

    Involudo Evolvidoou Evoludo

  • I - EVOLVIDO E INVOLUDO

    7

    Homem Comum

    SantosGnios

    Involudo Evolvido ou Evoludo

  • INVOLUDO

    Sujeio aos instintos;

    Animalidade / lei do mais forte;

    Agride por medo ou por anseio de conquista;

    Desconhecimento das leis universais;

    Tentativa e erro;

    Desperdcio de energia;

    Frustrao no alcance da to sonhada felicidade.

  • EVOLVIDO

    Domnio dos instintos;

    Amorosidade / esprito de auto-superao;

    Conhecimento das leis universais;

    Liberdade;

    Vontade ativa;

    Verdadeira felicidade.

  • I - EVOLVIDO E INVOLUDO

    Biologicamente o Evangelho representa o futuro.

    O Evangelho, na sua substncia, eleva-se, assim, ao valorde fenmeno biolgico universal que haver de verificar-se,no somente entre este ou aquele povo, mas em todo lugaronde haja vida.

  • II - ENCONTRO DE LEIS E PLANOS DE VIDA

    Involudo Maioria Mais ao e menos

    reflexo Mais velocidade / agitao Indisciplina Individualismo / Egosmo Astcia Discurso evanglico (para

    os outros) Adaptao da tica

    superior

    11

    Evoludo Minoria Mais reflexo e menos ao Mais calma / ponderao Ordem Coletivismo/ Organicidade /

    Altrusmo Honestidade Vivncia evanglica (para si) Fidelidade tica superior

  • II - ENCONTRO DE LEIS E PLANOS DE VIDA

    12

    (Neste confronto) os dois planos biolgicos tocam-se e interpenetram-se. (...) Acentuam-se, desse modo, cada vez mais, as qualidades dos planos mais elevados, e atenuam-se as dos planos mais baixos. A exceo vai ganhando terreno e normaliza-se cada vez mais.

    Avizinhamo-nos, assim, sempre mais dos estados futuros, at tornarem-se presente. As antecipaes encaminham-se a tornar-se realidade; a exceo a transformar-se em regra; a minoria, maioria; a tentativa, qualidade assimilada; o esboo uma forma definitiva.

    Ento os princpios do Evangelho coincidiro com as qualidades instintivas das massas...

  • II - ENCONTRO DE LEIS E PLANOS DE VIDA

    13

    Um dia, h dois mil anos, desceu na terra um Ser que no pertencia raa humana... Pg. 68

    passo a passo, no tempo, com a evoluo e a adaptao, aumenta a percentagem com que o Evangelho vivido. (pg.69)

    A que serve nesse ambiente o pertencer a este ou quele grupo humano, quando os homens que os constituem so mais ou menos iguais? (...) A que serve, ento mudar de partido, de religio, de ideais? (pg.78)

    Uma das maiores obras da evoluo humana a redeno da mulher. (pg. 84)

  • III - O VERDADEIRO TRIUNFO

    GRANDE BATALHA

    14

  • III - O VERDADEIRO TRIUNFO

    GRANDE BATALHA

    15

    ATAQUE X DEFESA

  • III - O VERDADEIRO TRIUNFO

    GRANDE BATALHA

    16

    ATAQUE X DEFESA

    INVOLUDO X EVOLUDO

  • III - O VERDADEIRO TRIUNFO

    17

    NEGATIVIDADE

  • III - O VERDADEIRO TRIUNFO

    18

    NEGATIVIDADE

    POSITIVIDADE

    PERDOSe verdadeiro que o mal deve ser destrudo, no o , entretanto, que possa ser destrudo acrescentando-lhe um mal maior. O fogo apaga-se com a gua e no com outro fogo. pg. 90

  • III - O VERDADEIRO TRIUNFO

    x

  • III - O VERDADEIRO TRIUNFO

    x

    LEI DE DEUS

  • III - O VERDADEIRO TRIUNFO

    x

  • III - O VERDADEIRO TRIUNFO

    Somente a ignorncia dos primitivos pode supor que o sistema doEvangelho deixe o indivduo sem defesa e que, que este no recorre aosseus prprios meios, est abandonado e perdido. Isto pode acontecer nosplanos inferiores, onde reina a desordem, mas no nos superiores ondereina a ordem e a justia. (Pgs. 87 e 88)

    A diferena est no fato de o involudo considerar os seus problemasisolados dos outros, enquanto o evolvido os considera todos fundidos, cadaum como parte do mesmo problema de todos. Este diversssimocomportamento dos dois tipos o que traz a consequncia de no poderemcompreenderem-se (Pgs. 91 e 92)

    Dir-se-, entretanto: como possvel que este ltimo (o evoludo), sendo naterra uma exgua minoria, seja organicamente unitrio (...)? Precisamosrecordar no s que a terra no o universo todo e que as formasterrestres de vida no so todas as formas de vida, mas tambm, que oevolvido um exilado na terra, pertencendo a outros grupos tnicos,situados em outros planos. (Pg. 92)

  • III - O VERDADEIRO TRIUNFO

    23

    A DESCIDA DOS IDEIAIS

    interessante observar como acontece ofenmeno da descida dos ideiais na terra:(...)Trata-se de um processo que lembra o dafecundao, pelo qual sempre o elementopositivo, mais poderoso porque est testa docaminho da evoluo, que agarra e arrasta consigoo elemento negativo que, como mais fraco arrastado e dessa forma conduzido para frente.Evolvido e involudo so os dois termos destaunio. (pgs. 97 a 99)

  • III - O VERDADEIRO TRIUNFO

    24

    1) No confronto entre as duas partes, a primeiraprovidncia do involido de ELIMINAR oevolvido;

    2) Depois, percebendo vantagem (poder) narecomendao da virtude aos outros, apropria-sedo discurso daquele mesmo que eliminou,dirigindo-o aos que esto ao seu redor:

    3) Estes, por sua vez, sabem que o ideal na terra loucura e a ele adaptam-se, fingindo observ-lo,atravs de exterioridades, mas sem acreditarnele, no seu ntimo.

    4) Por este meio o ideal se perpetua e sedissemina, qual rvore que espalha suassementes ao vento esperando a estao certapara florescer...

    A DESCIDA DOS IDEIAIS

  • IV - INVERSO DE VALORES

    Quando os ideais do evolvido caem na mo do involudo, este o usa paraos seus fins. (...) assim, o homem levado a procurar nas regras da tica geralaquela norma que aprove, justifique e valorize o seu eu e, ento, enaltece estaparte, pondo-a em foco e silenciando sobre todas as outras. (Pg. 116)

    25

    O temperamento dinmico dir: Trabalhai

    O preguioso procurar esconder a sua preguia atrs da sua honestidade;

    Se frgido, tornar-se- propugnador da pureza;

    Se for sentimental sustentar as virtudes do amor...

    A VIRTUDE MAIS IMPORTANTE AQUELA QUE EU J POSSUO...O JOGO MAIS INTERESSANTE AQUELE QUE EU J DOMINO...

  • IV - INVERSO DE VALORES

    Outra tcnica do involvido, diante da virtude, a da imitao superficial:H quem possa crer que a santidade de S.Francisco constitui-se no dormir no cho

    e vestir-se de saco e h quem creia que seja possvel alcanar a santidade imitando-onisto.(pg. 117)

    Uma (outra) forma de inverso dos ideais a podemos encontrar num tipo decaridade em moda na sociedade moderna: a beneficincia. Em vez de dar de si mesmo,diretamente, em obras e sentimento, irmanando-se para ajudar, organizadores, repletosde santo altrusmo, com a ajuda da propaganda, do-se nobre indstria dorecolhimento de fundos. Alcanam-se assim diversas utilidades, que constituem acausa da divulgao destes sistemas:

    1) Descarrega-se o nobre esforo da virtude de caridade sobre os ombros alheios,antes que sobre os prprios;

    2) Formando muito barulho para o bem do prximo mostra-se a prpria virtude,satisfazendo o orgulho;

    3) Com a santa pregao dos ideais e o sacrifcio obtido dos outros, declarandodoar,consegue-se, em vez, receber, o que, no terreno prtico deste mundo, sempreconsiderada a coisa mais importante. (pgs. 118 e 119)

    26

  • IV - INVERSO DE VALORES

    A f de olhos escancarados muito mais slida do que a de olhosfechados. (pg. 123)

    preciso compreender a significao de todas as foras que agem navida, para chegar a uma moral sem iluses, aderente realidade,honestamente utilitria e por isso no redutvel mentira. necessrioalcanar uma moral biolgica, racional, cientfica, que no possa ser invertida,que tenha base no em sanes penais, mas na compreenso e convico,que no asfixie, mas que, em vez de obrig-la a rebelar-se, encoraje a vida asubir. (...) Esta ser a moral do porvir. (pg.130)

    27

  • V - O PODER DO ALTO

    28

    a resposta natural do involudo a crucificaodo evolvido. (Pg.134)

    O prprio Cristo teve de submeter-se a esta lei(idem)

    Cristo, pois, quis ser um pioneiro neste durocaminho da dor, porque sendo este um meio deevoluo, tambm um meio de redeno.(pg.135)

    Ele, inocente, aceitou a dor necessria paraevolver, dor que no pertencia a Ele, que noera um decado (idem)

    Cristo sofreu a fim de se realizar a evoluoalheia (idem).

  • V - O PODER DO ALTO

    29

    Depois, (...) pela preguia do mundo,achou-se mais cmodo acreditar queCristo houve tomado sobre Si osnossos pecados para pag-los emnosso lugar. Isto, entretanto, lesaria ajustia da lei de Deus e estaria emcontradio com as leis da vida.

    (...)

    Para ser nossa a evoluo, h dehaver uma paixo nossa. (pgs. 135e 136)

  • V - O PODER DO ALTO

    30

    Que papes desempenhamInvoludo e Evoludo nestesencontros crticos, onde o Evoludotem

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