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    Tribunal de Contas do

    Municpio do Rio de Janeiro

    Acompanhamento das Obras Pblicas

    no Municpio do Rio de Janeiro

    Rio de Janeiro2004

    Rua Santa Luzia n 732 - Sala 505 - CentroTel: (21) 3824-3625 / 3824-3748

    Fax: (21) 2240-9854

    Correio Eletrnico: 2ige.tcm@pcrj.rj.gov.br

    Visitas Tcnicas

    Secretaria de Controle Externo- 2 Inspetoria Geral -

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    ndice

    Apresentao . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5

    1 - Introduo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5

    2 - Origem do Acompanhamento Simultneo . . . . . . . 6

    3 - Amparo Legal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7

    4 - Objetivos Gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7

    5 - Metodologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8

    6 - Fluxograma das Visitas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9

    7 - Roteiros de Verificao para Visitas em Obra . . . . 10

    7.1 - 1 Visita . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10

    7.2 - Visitas Complementares . . . . . . . . . . . . . . 11

    8 - Elaborao do Relatrio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11

    9 - Resultados das Visitas Tcnicas . . . . . . . . . . . . . . 12

    9.1 - Irregularidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12

    9.2 - Registro Fotogrfico das Visitas Realizadas . 13

    Anexos

    a - Papis de trabalho resultantes dos roteirosde verificao para visita em obras . . . . . . . . . . . 18

    a.1 - 1 visita . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18

    a.2 - Visitas Complementares . . . . . . . . . . . . . . 24

    b - Modelos de Relatrio de Visita Tcnica . . . . . . . . 29

    b.1 - 1 Visita Tcnica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29

    b.2 - Visitas Complementares . . . . . . . . . . . . . . 31

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    Apresentao

    At 2003, as visitas s obras ocorriam cerca de duas vezes por ano em cadajurisdicionada, por ocasio das Inspees. O tempo necessrio tramitao processualdos relatrios impossibilitava a regularizao tempestiva das impropriedadesverificadas, que freqentemente se repetiam nos novos contratos.

    O acompanhamento simultneo dos contratos de obras pblicas ainda nafase de execuo permite a interferncia imediata, e a conseqente correodas insuficincias. Por meio de visitas tcnicas peridicas, verifica-se ocumprimento do cronograma fsico-financeiro, as exigncias ambientais e acompatibilidade entre o projeto, as medies e o executado, constituindo-seainda em um cadastro fotogrfico sempre atualizado.

    Com uma viso geral e mais realista das obras em andamento, pode oTribunal avaliar melhor os termos aditivos e aprofundar as inspees ordinrias,especialmente na seleo dos contratos e na investigao de eventuaisirregularidades.

    O procedimento apresentado neste Manual, desenvolvido em meados de2003 pelo Tribunal de Contas do Municpio do Rio de Janeiro, inaugura a fasede fiscalizao concomitante com a execuo das obras. A nova experinciaidentificou algumas imperfeies reincidentes nos diversos contratos analisados,tais como a medio incompatvel com o oramento ou com o executado, execuoda obra em atraso ou em desacordo com o Projeto Executivo e ausncia demecanismos de controle em geral.

    A iniciativa da 2a Inspetoria Geral de Controle Externo de efetuar as visitasdemonstrou a importncia da medida, bem como a necessidade de materializar seusresultados neste manual que, desde j, colocado a disposio dos interessados nocontrole externo, devendo ser objeto de permanente aperfeioamento.

    1 INTRODUO

    A responsabilidade pelas aes de controle externo na estrutura do Tribunal deContas do Municpio do Rio de Janeiro, quanto aos aspectos tcnicos, incumbe 2 Inspetoria Geral que detm os encargos referentes ao desenvolvimento detodas as aes que competem ao controle de gastos na execuo de obras nomunicpio do Rio de Janeiro.

    O acompanhamento da execuo dos contratos de obras pblicas possibilita ainterferncia imediata, corrigindo irregularidades e inibindo a prtica de medies

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    incompatveis com o realizado.Com a adoo deste procedimento, amplia-se a viso geral das obras municipais

    em andamento, constituindo importante instrumento de anlise de termos aditivose permitindo direcionar a seleo de contratos a serem analisados e o foco deinvestigao das inspees.

    Os critrios de seleo de contratos consideram o vulto das obras, indcios desuperposio de objeto detectados em anlise processual e contratos com escopossemelhantes, que totalizem um valor significativo.

    Tendo em vista a busca de celeridade no resultado, as visitas tcnicas sorpidas e semanais, ensejando relatrios sucintos, com fotografias numeradas edescrio do que foi observado pelo tcnico, registrando as medidas essenciais parauma comparao breve entre o projetado e o executado.

    Neste Manual so apresentados inicialmente a origem do acompanhamentosimultneo, o amparo legal e os objetivos gerais. A seguir, expe-se a metodologiautilizada, incluindo a preparao prvia e os critrios de seleo dos contratos; ofluxograma das visitas; os Roteiros de Verificao e os procedimentos para elaboraodo Relatrio de Visita Tcnica.

    No Anexo A, como exemplo, incluram-se os resultados das visitas tcnicas: asirregularidades comuns aos contratos e o registro fotogrfico das visitas.

    Os modelos de Relatrio de Visita Tcnica encontram-se no Anexo B.

    2 ORIGEM DO ACOMPANHAMENTO SIMULTNEO

    At o final de 2002, a verificao da execuo dos contratos de obras ocorriadurante as Inspees Ordinrias e Especiais realizadas uma ou duas vezes emcada jurisdicionada, de acordo com a programao anual, aprovada em SessoPlenria.

    A amostra era extremamente reduzida, considerando o elevado nmero decontratos de obras celebrados pelo Municpio do Rio de Janeiro.

    A tramitao processual dos Relatrios de Inspeo muitas vezesimpossibilitava a regularizao tempestiva das impropriedades levantadas, quese repetiam nos novos instrumentos.

    Tornou-se, portanto, imprescindvel o acompanhamento mais dinmico eabrangente das obras pblicas municipais, e a facilidade geogrfica viabilizou osprocedimentos descritos no presente trabalho, uma vez que a rea territorialsob jurisdio de aproximadamente 1200 km, o que permite o acesso imediatode seus tcnicos a quaisquer obras ou rgos sujeitos fiscalizao do Tribunalde Contas do Municpio do Rio de Janeiro.

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    3 AMPARO LEGAL

    As Visitas Tcnicas foram aprovadas em Sesso Plenria de 12/02/2003,paralelamente programao anual de Inspees Ordinrias para o exerccio de2003 e fundamentam-se nas disposies do artigo 5 da Lei n 289 de 25 denovembro de 1981(Lei Orgnica do Tribunal de Contas do Municpio do Rio deJaneiro).

    Art. 5 Tribunal de Contas, como rgo jurisdicional e deinformao tcnica Cmara Municipal, exercer, em auxlio mesma,o controle externo da administrao financeira e oramentria doMunicpio do Rio de Janeiro, acompanhando, tambm a execuo doscontratos e dos planos de ao e programas de trabalho, bem comoavaliando os resultados alcanados pelos administradores.

    4 OBJETIVOS GERAIS

    Implantar um sistema de fiscalizao que iniba a eventual prtica demedies incompatveis com o servio realizado;

    Verificar a existncia fsica das intervenes, principalmente quando oprojeto prev realizao de itens do Sistema de Custos para Obras eServios de Engenharia - SCO-RIO, sem definio exata dos locais;

    Habituar os tcnicos a visualizar as intervenes, aps leitura do projeto,e ampliar sua viso geral das diversas obras em andamento na cidade;

    Conhecer o pessoal tcnico das jurisdicionadas, solicitando relao dasobras em andamento e das recentemente concludas, ainda em fase deaceitao;

    Verificar a compatibilidade dos projetos encaminhados com a obra executada(de uma forma rpida e sem a preciso empregada em uma inspeoordinria, que acontecer normalmente, a despeito deste trabalho);

    Manter um cadastro fotogrfico, de medies e cronogramas fsico-financeiros recentes, que dever ser consultado quando da anlise determos aditivos, avaliando sua real necessidade;

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    Detectar indcios de irregularidades, visando principalmente a fornecersubsdios para as inspees ordinrias, quer na escolha dos contratos paraverificao da execuo, quer na seleo do foco de investigao;

    Evitar danos potenciais ao errio, uma vez que o sistema permite aonumericamente mais abrangente de intervenes e resultados mais cleres.

    5 METODOLOGIA

    Seleo de Contratos de acordo com os seguintes critrios:

    Impreciso do objeto contratos que prevejam intervenes urgentese/ou ocasionais, escolhidos dentre os cadastrados na Inspetoria, em funodo grau de impreciso do objeto;

    Relevncia do custo contratos que impliquem vultosos recursos,escolhidos no QDD (Quadro de Detalhamento de Despesa);

    Superposio do objeto q

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