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1º ano 3º bimestre

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  • 1. Vrus e Doenas Associadas
  • 2. Vrus e Doenas Associadas
    Definio
    Os vrus so agentes infecciosos acelulares que, fora das clulas hospedeiras, so inertes, sem metabolismo prprio, mas dentro delas, seu cido nuclico torna-se ativo, podendo se reproduzir.
    2) Caractersticas Gerais
    Possuem um envoltrio protico que protege o material gentico denominado capsdeo.
    O capsdeo pode ou no ser revestido por um envelope lipdico derivado das membranas celulares.
    Possuem um nico tipo de cido nuclico, DNA ou RNA.
    Existem vrus com DNA de fita dupla, simples, RNA de fita dupla ou simples.
    So parasitas intracelulares obrigatrios.
    Multiplicam-se dentro de clulas vivas usando a maquinaria de sntese das clulas.
    No possuem metabolismo. Toda energia que utilizam provm da clula hospedeira.
  • 3. Vrus e Doenas Associadas
    Caractersticas Gerais
    Tamanho dos vrus
    Tamanho dos vrus
    300 nm
    225 nm
    90 nm
    Hemcia
    10.000 nm
    24 nm
    150 nm
    1.000 nm
    E. Coli
    (bactria)
    nm = nanmetro
  • 4. Vrus e Doenas Associadas
    2) Caractersticas Gerais
    Os vrus so organismos vivos?
    A vida pode ser definida como um complexo de processos resultantes da ao de protenas codificadas por cidos nuclicos. Os cidos nuclicos das clulas vivas esto em constante atividade.
    Dessa maneira, os vrus no so considerados organismos vivos porque so inertes fora das clulas hospedeiras.
    No entanto, quando penetram em uma clula hospedeira, o cido nuclico vitral torna-se ativo e funcional.
    Sob este ponto de vista, os vrus esto vivos quando proliferam dentro da clula hospedeira infectada
  • 5. Vrus e Doenas Associadas
    3) Estrutura dos vrus
    Vrion= Partcula viral completa (cido nuclico + capsdeo protico).
    Serve como veculo na transmisso de um hospedeiro para o outro.
    Os demais so exemplos de vrus no envelopados.
    O vrus da gripe um exemplo de vrus envelopado.
    Existem vrus de diferentes formas geomtricas (helicoidais, polidricos, icosadricos, cilndricos...)
    Podemos classificar os vrus em dois grandes grupos: o grupo dos vrus Envelopados e o dos no Envelopados.
    No grupo dos vrus envelopados o capsdeo coberto pelo envelope que formado quando o vrus exocitado da clula hospedeira.
    Dessa maneira, o envelope formado por uma poro da membrana citoplasmtica da clula hospedeira.
    No grupo dos no envelopados o capsdeono se encontra envolvido pelo envelope, dessa maneira dizemos que o vrus nu.
  • 6. Vrus e Doenas Associadas
    4) Quem so os hospedeiros dos vrus?
    Praticamente todos os organismos vivos podem ser infectados pelos vrus.
    Os vrus podem infectar clulas de animais, vegetais, fungos, bactrias e protistas.
    Protozorio
    Vrus
    Clula Animal
    Fungo
    Clula Vegetal
    Bactria
  • 7. Vrus e Doenas Associadas
    5) Reproduo Viral
    • Os vrus s se reproduzem no interior de uma clula hospedeira.
    • 8. O cido nuclico dos vrus possui somente uma pequena parte dos genes necessrios para a sntese de novos vrus.
    • 9. As demais enzimas necessrias para a sntese protica, sntese de ribossomos, RNAt, RNAm e ATP so fornecidas pela clula hospedeira.
    • 10. Portanto, os vrus necessitam da via metablica da clula para replicarem-se.
    Para estudarmos a reproduo viral vamos analisar a reproduo do bacterifago, parasita intracelular de bactrias.
    Bacterifago
  • 11. Vrus e Doenas Associadas
    5) Reproduo Viral
    • Os bacterifagos possuem dois tipos de reproduo:
    Ciclo ltico: Termina com a lise e a morte da clula hospedeira.
    Ciclo lisognico: A clula hospedeira permanece viva.
  • 12. Vrus e Doenas Associadas
    6) Ciclo Ltico
  • 13. Vrus e Doenas Associadas
    6) Ciclo Ltico
  • 14. Vrus e Doenas Associadas
    6) Ciclo Ltico
  • 15. Vrus e Doenas Associadas
    6) Ciclo Ltico
  • 16. Vrus e Doenas Associadas
    6) Ciclo Ltico
  • 17. Vrus e Doenas Associadas
    6) Ciclo Ltico
  • 18. Vrus e Doenas Associadas
    7) Ciclo Lisognico
    O processo semelhante ao ciclo ltico, porm o DNA do fago se insere ao DNA bacteriano.
    O vrus agora chamado de profago.
    Toda vez que a bactria replicar seu cromossomo o DNA do profago tambm replicado, permanecendo latente nas clulas filhas.
    Genoma viral
    Genoma viral
    Porm, o DNA viral pode ser removido do cromossomo bacteriano e iniciar um ciclo ltico
    Cromossomo bacteriano
    Genoma viral
    No ciclo lisognico as clulas no morrem e os vrus neste caso so chamados de temperados.
    Ciclo Ltico
  • 19. Vrus e Doenas Associadas
    Ciclo Ltico e Lisognico
    Ocasionalmente, o profago solta-se do cromossomo bacteriano e inicia um ciclo ltico
    DNA do fago
    As sucessivas divises celulares geram uma populao de bactrias portadoras do profago
    Cromossomo bacteriano
    Ciclo lisognico
    Ciclo ltico
    A clula lisada liberando os fagos
    Ou
    Genoma viral
    A bactria se reproduz normalmente, copiando o profago e transmitindo-o s clulas-filhas
    O fago multiplica-se na bactria hospedeira
  • 20. Vrus e Doenas Associadas
    7) Conseqncias do ciclo lisognico
    Genoma viral
    Clulas contendo o genoma viral (profago) so imunes reinfeco por um fago da mesma espcie.
    As clulas hospedeiras podem vir a apresentar novas caractersticas. Ex: A toxina produzida pela bactria causadora do botulismo Clostridiumbotulinum, codificada por um gene de um profago.
    Permite a transduo bacteriana (tipo de reproduo sexuada em bactrias)
  • 21. Vrus e Doenas Associadas
    7) Vdeo mostrando ao do vrus bacterifago T4
  • 22. Vrus e Doenas Associadas
    8) Retrovrus - HIV
    Ateno: Para ser considerado retrovrus, no basta possuir RNA necessrio a presena da enzima transcriptase reversa.
    • Vrus Envelopado.
    • 23. Possui duas fitas idnticas de RNA.
    • 24. Possui a enzima transcriptasereversa.
    • 25. O HIV um retrovrus pois possui a capacidade de produzir DNA a partir de RNA.
    Envelope Lipoprotico
    Capsdeo
    2 molculas de RNA
    Enzimas transcriptaseReversa
  • 26. Vrus e Doenas Associadas
    8) Ciclo de um Retrovrus - HIV
  • 27. Vrus e Doenas Associadas
    9) Principais Viroses
    Hespes Bucal
    Agente Etiolgico: Herpes simplex tipo I
    Forma de transmisso: Vias areas (oral e respiratria); contato pessoa-pessoa; contato com objetos contaminados com o vrus.