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  • www.ssoar.info

    Arquitetura e servios para EaD no SBTVD comescalabilidadeMendes, Carlos Otvio Schocair; Leo, Jorge Lopes de Souza; Pedroza,Aloysio de Castro Pinto

    Verffentlichungsversion / Published VersionZeitschriftenartikel / journal article

    Empfohlene Zitierung / Suggested Citation:Mendes, Carlos Otvio Schocair ; Leo, Jorge Lopes de Souza ; Pedroza, Aloysio de Castro Pinto: Arquitetura eservios para EaD no SBTVD com escalabilidade. In: ETD - Educao Temtica Digital 12 (2011), esp., pp. 174-197.URN: http://nbn-resolving.de/urn:nbn:de:0168-ssoar-243718

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    ETD Educao Temtica Digital, Campinas, v.12, n.esp., p.174-197, abr. 2011 ISSN: 1676-2592.

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    CDD: 371.3944

    Arquitetura e servios para EaD no

    SBTVD com escalabilidade

    Carlos Otvio Schocair Mendes1 Jorge Lopes de Souza Leo2

    Aloysio de Castro Pinto Pedroza3

    RESUMO A TV est presente em 95,7% dos lares brasileiros, mostrando

    ser um importante instrumento de comunicao de massa,

    diante da proposta do governo brasileiro de promover a incluso

    social por meio de cursos, usando a TV Digital interativa. Por

    outro lado, um nmero excessivo de usurios poderia

    comprometer o funcionamento do sistema, tornando o problema

    no escalvel. Durante o desenvolvimento deste trabalho, foram

    discutidas as formas de viabilizar o Ensino a Distncia,

    utilizando como tecnologia o Sistema Brasileiro de TV Digital.

    Neste artigo, como contribuio, so apresentados uma

    arquitetura e servios escalveis.

    PALAVRAS-CHAVE EaD; SBTVD; Escalabilidade; SGA distribudo; Objeto de

    aprendizagem

    1 Docente do Centro Federal de Educao Tecnolgica Celso Suckow da Fonseca (CEFET-RJ) Coordenao de Informtica, Campus Maracan. Pesquisador do Laboratrio de Novas TecnologiasAplicadas Educao

    (Lantec ) Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). E-mail: schocair@gmail.com Brasil. 2 Docente da Universidade Federal do Riode Janeiro (UFRJ). Instituto Alberto Luiz Coimbra de Ps-Graduao e Pesquisa de Engenharia (COPPE). Programa de Engenharia Eltrica (PEE). Grupo de Teleinformtica e

    Automao (GTA). E-mail: jorge.leao@ufrj.br Brasil. 3 Docente da Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ). Instituto Alberto Luiz Coimbra de Ps-Graduao e Pesquisa de Engenharia (COPPE) Programa de Engenharia Eltrica (PEE) Grupo de Teleinformtica e

    Automao (GTA). E-mail: aloysio@gta.ufrj.br Brasil.

    mailto:schocair@gmail.commailto:jorge.leao@ufrj.br

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    Architecture and services

    for scalable distance learning based on the SBTVD

    ABSTRACT Television is present in 95, 7% of Brazilian households, proving

    to be an important instrument of mass communication, given

    the Brazilian government project to promote social inclusion

    through courses using interactive Digital TV. Nevertheless, an

    excessive quantity of users could adversely affect the operation

    of the system, making it a non scalable problem. During the

    development of this work, it was discussed how to make

    distance learning easier, using as the core technology the

    Brazilian Digital TV System. The technologies involved were

    studied in this research and, as a contribution, a scalable

    architecture and service model was presented.

    KEYWORDS Distance learning; Brazilian Digital TV System; Scalable;

    Distribution LMS; Learning object

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    INTRODUO

    A TV, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatsticas IBGE (2010),

    estava presente em 95,7% dos lares brasileiros, com potencial para servir como instrumento

    de comunicao de massa para promoo do Ensino a Distncia (EaD).

    Este artigo mostra a aplicao EaD na TV Digital com interatividade,

    apresentando solues tanto para o problema da escalabilidade4, sob o ponto de vista

    tecnolgico da arquitetura da TV Digital, como tambm sob a tica dos recursos humanos

    necessrios para o bom andamento de um curso nessa modalidade.

    Com o Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD), o governo federal espera

    atender o maior nmero de lares, tornando-o um meio de comunicao importante na

    promoo da incluso social por meio de cursos a distncia.

    A proposta do governo consiste em promover tambm o acesso Internet atravs

    da TV. Com isso, torna-se necessria a implantao do canal de interatividade ou retorno.

    Dentro dessa perspectiva, foram desenvolvidos uma arquitetura e servios que

    levem em considerao a escalabilidade do sistema, ou seja, a possibilidade de levar o ensino

    distncia, estendendo-se aos aspectos tecnolgicos e de recursos humanos, de tal sorte que

    se evite o colapso, e considerando a TV como instrumento de massa, tendo em conta seu

    alcance e o nmero possvel de participantes em cursos EaD.

    Diante dessa perspectiva, o EaD na TV Digital surge como uma alternativa

    importante, sobretudo para as camadas sociais mais pobres, com a possibilidade de criao de

    cursos de capacitao, os quais o aluno poderia acompanhar e com eles interagir, atravs da

    prpria TV, por meio de emissor de contedo ou de um tutor on-line para tirar dvidas, alm

    de resolver exerccios interativos durante e depois da aula.

    4 Entenda como escalabilidade a possibilidade de oferecimento de servios com qualidade, sem

    comprometimento tecnolgico (hardware e software), e de recursos humanos at o seu limite mximo.

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    Para a realizao do curso, necessrio suporte tecnolgico, por parte das

    geradoras de TV e das instituies de ensino, capaz de faz-lo chegar at o aluno.

    Sero apresentados, neste artigo, uma arquitetura e servio escalveis que

    permitam a incluso do maior nmero de alunos nos cursos na modalidade EaD, usando a TV

    Digital.

    O SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL (SBTVD)

    O Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD) utiliza o meio de radiodifuso

    terrestre5 para propagao do sinal da TVD. Por isso, em diversos artigos e textos tcnicos,

    encontrada a sigla SBTVD-T, includa a letra T. A TVD pode ser dividida em blocos,

    conforme a Figura 1.

    FIGURA 1 Diagrama de Blocos da TV Digital Terrestre6

    5Existem discusses em torno da ideia de adotar o padro SBTVD para outros meios, como, por exemplo, a

    IPTV. Ainda possvel estender esse sistema para cabo e satlite. 6 FONTE elaborada pelos autores. As demais figuras que aparecem neste trabalho tambm.

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    A definio do funcionamento de cada bloco valida para qualquer sistema de

    TV Digital terrestre descrito a seguir:

    codificador/decodificador (CODECs) de udio e vdeo - o codificador

    corresponde codificao e compactao dos fluxos elementares de udio e vdeo, no lado

    do transmissor, e o decodificador produz o caminho inverso no lado receptor. Cada padro de

    TVD determina o algoritmo do CODEC a ser usado;

    datacasting - tambm chamado de fluxo de dados, corresponde s aplicaes

    que so transmitidas e permitem a interatividade;

    multiplexao/demultiplexao de Transporte - permite que os fluxos

    elementares (udio, vdeo e datacasting), agrupados por servio ou programa7, sejam

    unificados em nico fluxo de transporte e encaminhados ao transmissor. No lado do receptor,

    so recebidos pelo demodulador e demultiplexados, ou seja, o fluxo de transporte

    novamente dividido nos seus fluxos elementares (udio, vdeo e datacasting);

    modulador/demodulador e transmissor/receptor - na modulao, prepara o sinal

    multiplexado de acordo com a frequncia base ou portadora (canal) da emissora de TV. No

    transmissor, o sinal modulado da TV Digital amplificado e enviado por radiodifuso;

    receptor/demodulador - no lado do receptor, o sinal digital captado pela

    antena e sintonizado de acordo com seleo da frequncia (canal) escolhida pelo

    telespectador. No demodulador, retira-se a frequncia da portadora da informao, e o sinal,

    contendo somente a informao, passa ao demultiplexador;

    interfaces - representam as sadas para a Televiso. Recebem os sinais

    provenientes do decodificador de udio e do decodificador de vdeo. Outras interfaces

    possveis so: a controladora USB, que p