Venha pesquisar conosco_-_28-08-14

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UCs federais

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  • 1. Ministrio do Meio AmbienteInstituto Chico Mendes de Conservao da BiodiversidadeVenha Pesquisar Conoscounidades de conservao federais eespcies ameaadas de extino

2. Coordenao Geral de Pesquisa e Monitoramento da BiodiversidadeKatia Torres RibeiroCoordenao de Apoio PesquisaAna Elisa de Faria Bacellar SchittiniINSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAO DA BIODIVERSIDADEDiretoria de Pesquisa, Avaliao e Monitoramento da BiodiversidadeCoordenao-Geral de Pesquisa e MonitoramentoEQSW 103/104 Complexo AdministrativoBloco D 2 andar70670-350 Braslia DF BrasilTelefone: + 55 61 3341-9090http://www.icmbio.gov.br 3. Ministrio do Meio AmbienteInstituto Chico Mendes de Conservao da BiodiversidadeVenha Pesquisar Conoscounidades de conservao federais eespcies ameaadas de extinoBraslia DF2014Arquivo ICMBio Cnion Itambezinho Parna Aparados da Serra Santa Catarina e Rio Grande do Sul 4. Elaborao do contedoAna Elisa de Faria Bacellar SchittiniCaren Cristina DalmolinElizabeth Maria Maia de Albuquerque MartinsIvan SalzoKatia Torres RibeiroMaria Carolina Alves de CamargosRenata do Nascimento Sauerbronn de SouzaTatiana Rezende RosaRevisoElizabeth Maria Pereira de LucenaBernardo Brito Parna dos Campos Gerais ParanProjeto grfico, capa e diagramaoDenys Mrcio de SousaMapas e grficosDouglas Alves CargaGuilherme Fraissat Mamede FerreiraIvan SalzoFoto da capaArquivo ICMBio, Cnion Itambeziho, ParnaAparados da Serra, Santa Catarina e Rio Grandedo SulV455v Venha Pesquisar Conosco: unidades de conservao federais e espcies ameaadas deextino. Braslia: ICMBio, 2014.64p.ISBN: 976-85-61842-53-61. Pesquisa. 2. Biodiversidade. 3. reas Protegidas. 4. Manejo. I. Schittini, Ana Elisade Faria Bacellar. II. Dalmolin, Caren Cristina. III. Martins, Elizabeth Maria Maia deAlbuquerque. IV. Salzo, Ivan. V. Ribeiro, Katia Torres. VI. Camargos, Maria CarolinaAlves de. VII. Souza, Renata do Nascimento Sauerbronn. VIII. Rosa, Tatiana Rezende.IX. Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade.CDU: 574Catalogao na fonte Biblioteca do ICMBio 5. ApresentaoO Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade ICMBio autarquia do governofederal, responsvel pela gesto de 313 unidades de conservao (UC) federais, que correspondem acerca de 8,8% do territrio nacional ou a 6%, se incluirmos a zona econmica exclusiva neste clculo.So reas protegidas distribudas por todo o pas, em todos os biomas e na rea marinha, em vriascategorias de gesto e graus de proteo e uso, variando de 89 a 3,8 milhes de hectares, e que totalizam750.457 km2(CNUC)1. Refletem os mais diversos contextos, histrias, conflitos, oportunidades e desafiosinerentes magnitude de nosso pas2.O ICMBio conta ainda com 15 centros nacionais de pesquisa e conservao que vm se destacandona conservao das espcies nativas, especialmente da fauna ameaada de extino. Alm da pesquisae das avaliaes do estado de conservao das espcies, os centros se empenham na construo deestratgias de conservao e no atendimento de parte da demanda por conhecimento das unidadesde conservao3.A valorizao da pesquisa uma diretriz institucional do ICMBio, pois no possvel criar eimplementar estratgias efetivas de conservao sem as contribuies do conhecimento cientfico e semuma aproximao do dilogo entre gestores e pesquisadores. Com isso, melhoramos os processos decriao e gesto das UC e aprimoramos as estratgias de manejo das espcies e dos recursos naturais nopas, ao mesmo tempo em que se levam novas questes s instituies de pesquisa.Pesquisar as unidades de conservao conhecer a imensa diversidade geolgica, biolgica, tnica,social e cultural do pas. No que diz respeito ao manejo e conservao da biodiversidade, o desafio est empropor e realizar pesquisas que auxiliem a tomada de decises ou avaliem as medidas j implementadas,por vezes questionando paradigmas.Atualmente, o conhecimento existente sobre os diversos componentes da sociobiodiversidadeno Brasil ainda pequeno e se d de forma desigual pelas diferentes regies do pas. Esta falta deconhecimento reflete, em parte, a desigualdade no grau de implantao de nossas UC. Vrias delaspossuem boas estruturas de apoio pesquisa, enquanto outras sofrem com a precariedade de estruturae dificuldades logsticas, carecendo de condies adequadas para o apoio aos pesquisadores apesar daimensa demanda e oportunidade de pesquisa.Nesta publicao, divulgamos informaes relacionadas pesquisa em nossas UC e Centros. Comela, esperamos ampliar as parcerias e tornar ainda mais atraentes aos pesquisadores estes belos edesafiantes espaos brasileiros! 6. Sumrio1 - Unidades de Conservao no Brasil breve histrico............................ 92 - Pesquisa nas Unidades de Conservao Federais................................. 113 - A Pesquisa e as Espcies Ameaadas de Extino................................124 - Grandes Temas de Pesquisa nas Unidades deConservao Federais............................................................................174.1 - Paisagens, ecossistemas e espcies..............................................174.2 - Presses ambientais......................................................................184.3 - Espcies exticas invasoras...........................................................214.4 - Visitao......................................................................................... 224.5 - Uso sustentvel dos recursos naturais......................................... 254.6 - Sociobiodiversidade....................................................................... 264.7 - Servios ecossistmicos................................................................ 295 - Os Centros Nacionais de Pesquisa e Conservao do ICMBio...............316 - Pesquisadores do ICMBio.......................................................................417 - Infraestrutura de Apoio Pesquisa nas Unidades deConservao Federais e nos Centros.................................................... 438 - Gesto da Informao e do Conhecimento.............................................519 - Instrumentos Internos de Estmulo Pesquisa nas Unidades deConservao Federais........................................................................... 5710 - Referncias Bibliogrficas..................................................................... 59Bernardo Brito - Parna da Serra dos rgos Rio de Janeiro 7. 8 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 8. 1 Unidades de Conservaono Brasil breve histricoA ideia da criao de reas protegidas no Brasil comeou a se consolidar em1876 quando Andr Rebouas publicou o artigo Parque Nacional, sugerindo acriao de dois parques no Brasil, aps analisar os resultados do estabelecimentodo Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos. Porm, somente em1934 o Cdigo Florestal introduziu na legislao brasileira a figura da Unidadede Conservao. Trs anos depois, foi criado o Parque Nacional do Itatiaia, oprimeiro do Brasil, na divisa entre Minas Gerais e Rio de Janeiro.A Constituio Federal de 1988, no intuito de assegurar um meio ambienteecologicamente equilibrado (art. 225), fixou como instrumento para alcancede tal meta a definio de espaos territoriais e seus componentes a seremespecialmente protegidos. Desde ento, o Brasil passou a dar maior ateno criao e regulamentao das reas protegidas. Em 1989, foi criado o InstitutoBrasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renovveis (IBAMA), queconcentrou a gesto das reas protegidas federais e dos recursos naturais.Em 2000, o Sistema Nacional de Unidades de Conservao (SNUC) foi institudo(Brasil 2000). Esta lei unificou critrios e normas para a criao, implantaoe gesto das unidades de conservao. Alm de promover a conservao dabiodiversidade e dos recursos naturais, o SNUC deixa evidente a importnciada pesquisa em todas as categorias de unidades de conservao. Em 2007, foicriado o Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade (ICMBio), queassumiu a responsabilidade de administrar as unidades de conservao federais.Ao ICMBio coube ainda a elaborao e articulao da estratgia de conservaodas espcies ameaadas da fauna brasileira, gesto da pesquisa para o manejo,promoo da proteo e conservao da biodiversidade e do uso sustentvel dosrecursos naturais pelas populaes tradicionais nas unidades de conservao.Bernardo Brito Parna da Serra dos rgos Rio de JaneiroVenha Pesquisar Conosco 9 9. Como realizar o cadastro no Sisbio?O Sisbio Sistema de Autorizao e Informao em Biodiversidade umsistema de atendimento distncia que permite a pesquisadores solicitaremautorizaes para coleta de material biolgico e para a realizao de pesquisa emunidades de conservao federais e cavernas. Veja abaixo o procedimento pararealizar uma solicitao no Sisbio:Acesse o site do Sisbio(www.icmbio.gov.br/sisbio).Faa seu cadastro.Inclua uma solicitao.Preencha os formulrioseletrnicos (disponveis nomenu solicitao) e, em casode dvidas, acesse o manualdo Sisbio em www.icmbio.gov.br/sisbio/manual.html.Ao final do preenchimento,submeta a solicitao paraanlise.Acompanhe o andamento desua solicitao acessando oextrato da solicitao.Em at 45 dias teis, vocreceber sua autorizao peloe-mail cadastrado no Sisbio.Para tirar dvidas sobre osistema, o ICMBio possui um ende-reode e-mail exclusivo para con-tatocom os pesquisadores (atendi-mento.sisbio@icmbio.gov.br).10 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 10. 2 Pesquisas nas Unidadesde Conservao Federais dados do SisbioA pesquisa e a gesto do conhecimento esto entre os principais instrumentospara o manejo das unidades de conservao, e a gesto desta atividade tem sefortalecido com a implantao, em 2007, do Sistema de Autorizao e Informaoem Biodiversidade o Sisbio4. O sistema tem como objetivo autorizar as atividadesdesenvolvidas em unidade de conservao federais ou cavernas, que envolvam acoleta de material biolgico. Proporciona celeridade e transparncia na anlisedas solicitaes de pesquisa e no recebimento dos resultados, otimizando agesto da informao. Os dados do Sisbio tm contribudo para o planejamento deaes de gesto e de conservao, incluindo a identificao de lacunas espaciais etemticas de conhecimento.Todas as unidades de conservao federais possuem pesquisas solicitadas.Entre maro de 2007 e abril de 2013, o Parque Nacional da Serra dos rgos (RJ)foi a UC mais pesquisada, seguido pelos Parques Nacionais da Serra do Cip (MG)e do Itatiaia (RJ/MG).Dentre os principais resultados obtidos por meio do Sisbio destacamos:30.623 pesquisadores cadastrados; 10.878 autorizaes concedidas para atividadescientficas ou didticas; 5.728 autorizaes para realizao de pesquisa em 313unidades de conservao federais; 1.310 solicitaes para pesquisa envolvendoespcies ameaadas de extino; 1.186 licenas permanentes emitidas para coletade espcimes da fauna; e 2.328 comprovantes de registro para coleta de materialbotnico, fngico e microbiolgico.O mdulo que viabiliza a insero do relatrio de pesquisa est disponveldesde agosto de 2011. Os relatrios tm fortalecido o dilogo entre pesquisadorese gestores e a construo de um banco de dados com informaes dos projetos,resultados das pesquisas autorizadas e recomendaes para o manejo. Atabril de 2013, o sistema contava com 8.251 relatrios de pesquisa submetidos,com 171.678 registros de ocorrncia de txons, sendo 50.737 em unidades deconservao federais.Quer conhecer mais sobre o Sisbio?Acesse nosso sitewww.icmbio.gov.br/sisbioWilliam QuatmanVenha Pesquisar Conosco 11 11. 3 A Pesquisa eas EspciesAmeaadas deExtinoO Brasil abriga cerca de 9,5% do total deespcies descritas no mundo. Estima-se a biotaconhecida no pas entre 170 e 210 mil espcies(Lewinsohn & Prado 2005)5. Os dados revelam que opas responsvel pela gesto do maior patrimniode biodiversidade do mundo: so mais de 100 milespcies de invertebrados, aproximadamente 8.200espcies de vertebrados (713 mamferos, 1.826 aves,721 rpteis, 875 anfbios, 2.800 peixes continentais e1.300 peixes marinhos)6 e cerca de 46 mil espciesde plantas.Esto classificadas como ameaadas deextino no territrio nacional 472 espcies de plantase 627 espcies da fauna, alm das 36 espcies depeixes classificadas como sobreexplotadas. Dentreelas esto smbolos do pas como o pau-brasil, aaraucria, o lobo-guar, as tartarugas marinhas, opeixe-boi-marinho, o mico-leo-dourado, tamandu-bandeira,entre outros (MMA 2003, MMA 2004, MMA2005, MMA 2008).12 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 12. O ICMBio atua para a melhoria do estadode conservao das espcies da fauna brasileirautilizando, alm da criao e gesto de reasprotegidas, trs ferramentas integradas: 1 aavaliao cientfica do risco de extino das espcies7;2 a identificao de cenrios de perda e deoportunidade de conservao da biodiversidade, quepermite identificar as reas de maior vulnerabilidadepara a perda de espcies ou suas populaes; 3 a definio e implementao de Planos de AoNacionais8 (PANs), em que se busca identificar asaes com mais importncia para a conservaodas espcies ameaadas de extino, em frunsmulti-institucionais, onde as aes de pesquisa sopensadas e priorizadas junto com outras aes dediversas naturezas.Atualmente, das espcies que integram aLista das Espcies da Fauna Brasileira Ameaadasde Extino, cerca de 50% esto presentes em UCfederais e 45% esto contempladas por polticas deEstado organizadas em Planos de Ao Nacionais9(Nascimento & Campos 2011).Em uma anlise de 36 destes planos, observou-seque 694 ou quase 30% das aes referiam-sea demandas de pesquisa distribudas por temasconforme a Tabela 1. Entre as aes de pesquisa,ao menos 25 envolvem busca de inovao, comopor exemplo, alternativas aos conflitos entre asprticas econmicas humanas e a sobrevivncia dasespcies.Neste desafio o ICMBio conta com os CentrosNacionais de Pesquisa e Conservao, que realizama mobilizao e coordenao dos diversos atores einstituies envolvidos em cada PAN, na forma deredes, realizando desde pesquisas a aes diretasde manejo e gesto.Edson Souza Lima Cachorro-Vinagre gua Boa Mato GrossoVenha Pesquisar Conosco 13 13. PLANO DE AO NACIONALPARA CONSERVAODAS TARTARUGAS MARINHASSSrriiee EEssppcciieess Ameeaaaaddaass nn 2255PLANO DE AO NACIONAL PARAA CONSERVAO DOS CERVDEOSAMEAADOS DE EXTINOSrie Espcies Ameaadas n 22PLANO DE AO NACIONAL PARA ACONSERVAO DOS LEPIDPTEROSAMEAADOS DE EXTINOSrie Espcies Ameaadas n 13PLANO DE AO NACIONAL PARA A CONSERVAODO PATRIMNIO ESPELEOLGICO NAS REASCRSTICAS DA BACIA DO RIO SO FRANCISCOSrie Espcies Ameaadas n 2714 Instituto Chico Mendes de Conservao da BiodiversidadePLANO DE AO NACIONAL PARAA CONSERVAO DAS CACTCEASSrie Espcies Ameaadas n 24 14. Tabela 1: Linhas de pesquisa identificadas e priorizadas em 36 planos de ao paraespcies ameaadas da faunaLinhas de pesquisa Nmero de aesEstudos populacionais monitoramento, estudos especficos 208Distribuio geogrfica ampliao dos inventrios 114Conflitos com prticas humanas 83Ecologia das espcies alvo 66Gentica e taxonomia 45Estudos de paisagem lato sensu 43Poluio 35Mapas temticos 34Medicina da conservao 27Conservao ex situ, reintroduo 19Estudos sociais e econmicos 17Turismo em relao a espcies alvo 12Impacto de espcies exticas 9Etnoconhecimento 7Arqueologia, Paleontologia 3722Arquivo TAMAR / ICMBio Tubaro-marteloVenha Pesquisar Conosco 15 15. 16 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 16. 4 Grandes Temas dePesquisa nas Unidadesde Conservao Federais4.1- Paisagens, ecossistemas e espciesPaisagens As espcies nativas vivem em ambientes progressivamentemais fragmentados, o que leva necessidade de gesto conjunta das unidadesde conservao em diferentes categorias e considerao da paisagem na tomadade deciso. So cada vez mais importantes os estudos que abordem a perspectivade paisagem, considerando sua estrutura e dinmica, efeitos pregressos eperspectivas.Ecossistemas Os ecossistemas tambm podem ser considerados emsuas especificidades. Diversos deles esto confinados ou ameaados por fatorescomo mudanas nos regimes de variados processos. A preocupao com apreservao da representatividade dos ecossistemas tem crescido no s porseu valor intrnseco mas tambm como forma de preservao das espcies edos processos ecolgicos. Como muitas ameaas so insidiosas, desafiando adeteco remota, preciso aprofundar o monitoramento, a avaliao do estadode conservao e o entendimento da riqueza de ecossistemas do territrionacional e das unidades de conservao.Espcies Nas paisagens e nos ecossistemas, algumas espciesrequerem uma ateno especial para que sua persistncia seja viabilizada,como por exemplo, espcies ameaadas pelo trfico, afetadas por doenasagudas ou sensveis a certos empreendimentos, entre outros. Alm dos estudoscom espcies e populaes j sob alerta, fundamental ampliar os inventriosnas unidades de conservao, com nfase em reas ainda mal ou muito malconhecidas, e ampliar o entendimento das dinmicas temporais e espaciais daspopulaes. Essas informaes so fundamentais para aprimorar as estratgiasde conservao focadas em espcies.Leonardo Milano Parna Nascentes do Rio Parnaba Piau, Maranho e TocantinsVenha Pesquisar Conosco 17 17. 4.2 Presses ambientaisDistrbios naturais como enchentes, incndios e deslizamentos de terrafrequentemente afetam as unidades de conservao e outras reas preservadas.A exposio a estes fatores ao longo da evoluo faz com que os ecossistemas emuitas das espcies tenham capacidade de responder aos distrbios. No entanto,o regime com que ocorrem vem se alterando progressivamente em funo dasaes humanas, tornando-se um desafio para a conservao. So exemplos oslargos incndios capazes de queimar inteiramente uma unidade de conservao emum nico evento, as alteraes profundas nos regimes hdricos dos rios causadospelos barramentos, os desabamentos provocados por obras de infraestrutura,entre outros.O fogo um importante instrumento de manejo em diversos ecossistemas,no mundo todo. No Brasil, a elevada frequncia de incndios tornou-se umgrande desafio para a conservao de diversos ecossistemas, assim como umfator preocupante para o clima global. necessrio implementar, monitorare estudar estratgias de manejo integrado do fogo (senso Myers 2006) queassegurem tanto a conservao dos ecossistemas quanto a subsistncia dosseres humanos. O manejo do uso do fogo como forma de conservao do Cerradoe dos Campos Sulinos10 um grande desafio.As grandes e pequenas alteraes na dinmica dos rios so outro tema queexige grande aprofundamento do conhecimento. A interrupo do fluxo hdrico, atransformao em ambientes lnticos, a alterao nas pocas de cheia e vazante,a facilitao para o estabelecimento de espcies exticas trazem consequnciasseveras sobre a biota aqutica nativa; algumas delas passveis de mitigao semelhor conhecermos os sistemas com que lidamos. fundamental ampliar os esforos de monitoramento e pesquisa paramais bem compreender os sistemas, as formas de manejo, e a retroalimentaode discusses e decises. O aprofundamento das pesquisas para o manejo essencial e trar uma enorme contribuio conservao de nossabiodiversidade.18 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 18. Venha Pesquisar Conosco 19Bruno Souza Arquivo ICMBio 19. 20 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 20. 4.3 Espcies exticas invasorasDe acordo com a Conveno sobre Diversidade Biolgica CDB, espcieextica toda espcie que se encontra fora de sua rea de distribuio natural.Espcie Extica Invasora, por sua vez, aquela que ameaa ecossistemas,hbitats ou espcies. Essas espcies, por suas vantagens competitivas efavorecidas pela ausncia de predadores e pela degradao dos ambientesnaturais, dominam os nichos ocupados pelas espcies nativas, ocasionando oempobrecimento dos ambientes, a simplificao dos ecossistemas e a prpriaextino de espcies nativas.As espcies exticas invasoras representam um srio problema globale requerem respostas em todos os nveis. No Brasil, os estudos sobre invasobiolgica em reas protegidas ainda so escassos. Mesmo assim, um grandenmero de espcies exticas, invasoras ou no, j foram identificadas em UCfederais, como a Lithobates catesbeianus (r touro), Melinis minutiflora (capimgordura), Limnoperna fortunei (mexilho dourado), Bubalus bubalis (bfalo), Susscrofa (javali), Oncorhynchus mykiss (truta), Eucalyptus spp. (eucalipto), entretantos outros. As estratgias de controle e erradicao destas espcies podemenvolver mtodos polmicos, pouco adaptados s condies do pas e sua biota;consequentemente, eventuais impactos no so bem conhecidos. expressiva ademanda por pesquisas voltadas identificao das espcies exticas invasorase a investigao de meios eficazes para controle, monitoramento, mitigao dosefeitos e, se possvel, erradicao dessas espcies.Celso Costa Santos Jnior - Bfalos Rebio do Guapor RondniaVenha Pesquisar Conosco 21 21. 4.4 VisitaoNos ltimos anos, houve um crescimento significativo da visitao em reasnaturais no Brasil. Muitas delas encontram-se no interior de UC. Ainda que, emrelao a outras regies do mundo, seja incipiente a intensidade de visitao, estadeve ser planejada para que as UC cumpram os objetivos de sua criao. Atividadesrealizadas de forma desordenada podem trazer consequncias negativas do pontode vista social, econmico e ambiental.Algumas UC passaram a implementar o turismo de base comunitria.Suas aes visam fortalecer os arranjos locais relacionados cadeia do turismoe promover a utilizao sustentvel dos recursos naturais, contribuindo com odesenvolvimento econmico e social das comunidades locais.Neste amplo contexto territorial, v-se a necessidade de estudos queverifiquem a adequao das prticas em diversos aspectos. necessrio avaliaros impactos das abordagens em curso e potencializar a aproximao da sociedadecom a natureza. A recreao e a interpretao ambiental podem aumentar oentendimento sobre o patrimnio natural e cultural brasileiro e fortalecer o apoiopblico para conservao das reas protegidas.O desafio consiste em subsidiar o desenvolvimento de programas deuso pblico integrados ao potencial das UC, diversidade sociocultural, aosconhecimentos tradicionais e conservao da biodiversidade.22 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 22. Venha Pesquisar Conosco 23Arquivo Parna do Iguau / ICMBio Foz do Iguau Paran 23. 24 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 24. 4.5 Uso sustentvel dos recursos naturaisOs recursos naturais tm sofrido fortes presses, resultando em perdas debiodiversidade, por um lado, e de reduo na disponibilidade s pessoas que delesdependem para sobrevivncia e reproduo cultural. As unidades de conservaode uso sustentvel possuem como um de seus objetivos a compatibilizaoentre conservao da biodiversidade e o uso sustentvel dos recursos, com aperenidade dos estoques e dos processos ecolgicos, de forma socialmentejusta e economicamente vivel. Nas ltimas dcadas, houve grandes avanos noentendimento dos processos ecolgicos, sociais e econmicos relativos ao usodireto dos recursos da biodiversidade, mas ainda substancial a demanda deconhecimentos novos e sistematizao dos conhecimentos existentes, sobre osimpactos das prticas em diversas esferas bem como os efeitos das mudanasterritoriais, culturais e ambientais.Nesse contexto, as Reservas Extrativistas e as Reservas de DesenvolvimentoSustentvel, principalmente, mas tambm as Florestas Nacionais e as reas deProteo Ambiental so excelentes locais para se conhecer e monitorar o usosustentvel dos recursos. Muitas unidades de conservao de proteo integraltm tambm moradores com variado conhecimento e necessidades diversas deuso dos recursos, em que pertinente e necessrio o registro, o monitoramentoe o apoio para aprimoramento ou readequao e novos contextos das formas deproduo.Existem muitas propostas de pesquisa nesse sentido, mas como emtodos os outros temas a variao entre as unidades muito grande, bemcomo a necessidade de maior integrao dos estudos com as decises demanejo e gesto.Miguel Von Behr Resex Mata Grande MaranhoVenha Pesquisar Conosco 25 25. 4.6 SociobiodiversidadeO Brasil um pas com elevada diversidade cultural e tnica. As unidadesde conservao federais, de uso sustentvel ou de proteo integral, incluemterritrios, rea de uso ou locais de referncia e reverncia de muitos povostradicionais, incluindo povos indgenas, agroextrativistas, caiaras, comunidadesde fundo de pasto, comunidades de terreiro, comunidades quilombolas, faxinais,geraizeiros, pantaneiros, pescadores artesanais, pomeranos, povos ciganos,povos indgenas, quebradeiras de coco babau, retireiros, seringueiros, dentretantos outros grupos sociais. Estas populaes tradicionais contam com umapoltica especfica, a Poltica Nacional para Povos e Comunidade Tradicionais(Brasil 2007).Em levantamento feito em 2011, o CNPT11 identificou as seguintes principaislinhas de pesquisa sobre a sociobiodiversidade nas unidades de conservaofederais, em curso ou demandadas12:1 Processos de gesto participativa e comunitria de recursos deuso comum estudos sobre formas de organizao, participaoe mobilizao comunitria, pesquisas acerca de associativismo ecooperativismo, onde se inclui o turismo de base comunitria.2 Territorialidade e identidade, incluindo o mapeamento dos territriosde povos e comunidades tradicionais, e o mapeamento e entendimentode conflitos socioambientais.3 Prticas tradicionais e sustentabilidade sistemas de manejo derecursos, etnoconhecimento, estudos de sustentabilidade das atividadestradicionais (pesca, caa, agricultura, etc), alternativas de renda eaprimoramento de processos produtivos, entre outros.4 Patrimnio material e imaterial pesquisas acerca de aspectos culturaise histricos de modo geral.5 Tecnologias sociais estudos que preveem a utilizao do conhecimentotradicional para soluo alternativa a, por exemplo, questes relativas agua, alimentao, educao, energia, habitao, sade, entre outros.26 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 26. Venha Pesquisar Conosco 27Miguel Von Behr Resex Mata Grande Maranho 27. 28 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 28. 4.7 Servios ecossistmicosOs servios ecossistmicos so os benefcios diretos e indiretos obtidos pelohomem a partir dos ecossistemas, tais como a proviso de alimentos e gua, aregulao climtica, a formao do solo, ecoturismo e recreao (De Groot et al.2002, MA 2003).O Brasil destaca-se mundialmente por seus recursos naturais, em boaparte protegidos pelas unidades conservao. Estas reas protegidas assumempapel fundamental para a reproduo da vida e como base para o desenvolvimentoe mesmo crescimento econmico do pas, mesmo em regies delas muitodistantes, tendo em vista os imensos benefcios associados aos bens e serviosecossistmicos, usufrudos por grande parte da populao brasileira, inclusivepelos setores econmicos em contnuo desenvolvimento (Medeiros et al. 2011).As UC no constituem espaos sem utilidade para o crescimento econmico.Pelo contrrio, fornecem direta e/ou indiretamente bens e servios que satisfazemvrias necessidades da sociedade brasileira e desempenham um papel crucial naproteo de recursos estratgicos para o desenvolvimento nacional.Em 2011, Medeiros et al. realizaram uma anlise sobre o impacto e o potencialeconmico de cinco (dentre os inmeros) dos bens e servios ecossistmicosprovisionados pelas unidades de conservao para a economia e sociedadebrasileiras: potencial de extrao de produtos florestais, uso pblico, preservaode estoques de carbono, conservao dos fluxos hdricos e repartio de receitastributrias. Mesmo com um conjunto restrito de servios analisados, o estudorevelou que a proteo destas reas gera contribuies econmicas que superamsignificativamente valores monetrios destinados pelas administraes pblicas manuteno do Sistema Nacional de Unidades de Conservao da Natureza (SNUC).O estudo dos servios ecossistmicos subsdio importante para definio de reasinsubstituveis, de avaliao de impactos mitigveis ou no e para desenvolvimentode mecanismos financeiros de suporte s reas protegidas e, quando for o caso, spopulaes residentes.Arquivo APA de Guaraqueaba / ICMBio ParanVenha Pesquisar Conosco 29 29. 30 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 30. 5 Os Centros Nacionais dePesquisa e Conservao doICMBioOs Centros Nacionais de Pesquisa e Conservao vinculados ao ICMBio tm a misso de produzir,sistematizar, analisar e promover aes e o conhecimento necessrio conservao da biodiversidade,do patrimnio espeleolgico e da sociobiodiversidade associada a povos e comunidades tradicionais.Os centros so responsveis pela coordenao da execuo dos planos de ao nacionais para faunaameaada. Estes centros especializados so apresentados a seguir:Centro Nacional de Pesquisa e Conservao da BiodiversidadeAmaznica CEPAMObjetivo: realizar pesquisas cientficas e aes de manejo para conservao e recuperao de espciesameaadas e para o monitoramento da biodiversidade do bioma Amaznia e seus ecossistemas, assimcomo auxiliar com pesquisa no manejo das Unidades de Conservao federais do bioma amaznico.Principais linhas de pesquisa desenvolvidas: Coordenao dos Planos de Ao Nacionais Flora do Xingu e Fauna do Xingu; Levantamento e integrao de informaes sobre os primatas em Unidades de Conservao daAmaznia; Ordenamento do turismo com botos nas UC da Amaznia; Ecologia, alimentao e caracterizao do ambiente do peixe-boi no mosaico de Unidades deConservao do rio Negro; Avaliao do estado de conservao das espcies de peixes da Bacia Amaznica.Centro Nacional de Pesquisa e Conservao da Biodiversidade doCerrado e Caatinga CECATObjetivo: realizar pesquisas cientficas e aes de manejo para conservao e recuperao deespcies ameaadas e para o monitoramento da biodiversidade dos biomas Cerrado e Caatinga, comnfase nas espcies da flora, invertebrados terrestres e polinizadores, assim como auxiliar com pesquisasno manejo das Unidades de Conservao federais nestes biomas.Principais linhas de pesquisa desenvolvidas: Coordenao dos Planos de Ao Nacionais para Lepidpteros, Cactceas, Morceguinho-do-Cerrado e Semprevivas; Estudos para subsidiar a conservao da biodiversidade nos biomas Cerrado e Caatinga; Recuperao das espcies do Cerrado e da Caatinga constantes das listas oficiais nacionais deameaas de extino; Estudos de mtodos de combate a espcies exticas invasoras.Conhea mais sobre os nossos Centros de Pesquisa e Conservao em:http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/centros-de-pesquisa.htmlMarcelo Desrzi Vidal Boto-vermelho Prna de Anavilhanas AmazonasVenha Pesquisar Conosco 31 31. Centro Nacional de Pesquisa e Conservao daSociobiodiversidade Associada a Povos e ComunidadesTradicionais CNPTObjetivo: promover a pesquisa cientfica e a gesto do conhecimento sobremanejo e conservao de ambientes e territrios utilizados por povos e comunidadestradicionais, sobre seus conhecimentos, modos de organizao social e formas de gestodos recursos naturais, em apoio ao manejo das Unidades de Conservao federais.Principais linhas de pesquisa desenvolvidas: Coordenao do Plano de Ao Nacional dos Manguezais; Etnoconhecimento; pagamento por servios ambientais; diagnsticosocioambiental; conservao da sociobiodiversidade associada a povos ecomunidades tradicionais; avaliao dos impactos sociais das unidadesde conservao.Centro Nacional de Pesquisa e Conservao de AvesSilvestres CEMAVEObjetivo: realizar pesquisas cientficas e aes de manejo para conservao erecuperao de espcies de aves ameaadas, assim como atuar na conservao dasespcies migratrias, na conservao da biodiversidade dos biomas continentais,marinhos e costeiros e auxiliar no manejo das Unidades de Conservao federais.Principais linhas de pesquisa desenvolvidas: Coordenao dos Planos de Ao Nacionais do Mutum-do-Sudeste, Albatrozese Petris, Pato-Mergulho, Arara-Azul-de-Lear, Aves de Rapina, Galiformes,Mutum-de-Alagoas, Formigueiro-do-Litoral, Arainha-Azul, Soldadinho-do-Ara-ripe,Papagaios da Mata Atlntica, Aves Limcolas, Passeiriformes dos CamposSulinos, Aves da Caatinga, Aves da amaznia e Aves do Cerrado e Pantanal; Desenvolvimento de pesquisas de campo, especialmente voltadas para omonitoramento de aves em Unidades de Conservao, para a conservaode aves ameaadas de extino e de aves migratrias; Avaliao do estado de conservao das aves brasileiras.Centro Nacional de Pesquisa e Conservao deCavernas CECAVCoordenao do Plano de Ao Nacional para conservao das cavernas doSo Francisco.Objetivo: realizao e articulao de pesquisas cientficas e de aesde gesto e manejo para conservao dos ambientes caverncolas e espciesassociadas, assim como auxiliar no manejo das Unidades de Conservao federaiscom ambientes caverncolas.Principais linhas de pesquisa desenvolvidas: Inventrio anual do patrimnio espeleolgico nacional e avaliao dapotencialidade de ocorrncia de cavernas; Atualizao do Mapa Brasileiro de Potencialidade de Ocorrncia deCavernas e delimitao das Regies Crsticas do Brasil; Monitoramento e avaliao de impactos sobre o patrimnioespeleolgico.32 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 32. Venha Pesquisar Conosco 33Cristiano Ferreira CECAV / ICMBio Caverna do Diabo So Paulo 33. 34 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 34. Centro Nacional de Pesquisa e Conservao deMamferos Aquticos CMAObjetivo: realizar pesquisas cientficas e aes de manejo para conservaoe recuperao de espcies ameaadas de mamferos aquticos, assim comoatuar na conservao de espcies migratrias, na conservao da biodiversidadedos ecossistemas recifais, estuarinos e de manguezais, e auxiliar no manejo dasUnidades de Conservao federais marinhas, costeiras e da bacia Amaznica.Principais linhas de pesquisa desenvolvidas: Coordenao dos Planos de Ao Nacionais da Toninha, Grandes Cetceose Pinpedes, Pequenos Cetceos e Sirnios; Conservao de sirnios; pequenos e grandes cetceos e de ambientesestuarinos, manguezais e recifais; educao ambiental; polticas pblicasrelacionadas conservao de mamferos aquticos; Avaliao do estado de conservao dos mamferos aquticos e seus habitats.Centro Nacional de Pesquisa e Conservao deMamferos Carnvoros CENAPObjetivo: realizar pesquisas cientficas e aes de manejo para conservaoe recuperao de espcies ameaadas de mamferos carnvoros ameaados deextino, assim como atuar na conservao de seus habitats naturais no Brasil eauxiliar no manejo das Unidades de Conservao federais.Principais linhas de pesquisa desenvolvidas: Coordenao dos Planos de Ao Nacionais do Lobo-guar, da Ona-pintada,Ariranha, Cervdeos, Cachorro-vinagre e pequenos felinos; Desenvolvimento de pesquisas em Ecologia aplicada conservao demamferos carnvoros, Ecologia de paisagens e Manejo de conflitos; Avaliao do estado de conservao dos carnvoros e ungulados brasileiros.Centro Nacional de Pesquisa e Conservao de PeixesContinentais CEPTAObjetivo: realizar pesquisas cientficas e aes de manejo para a conservaoe recuperao de espcies ameaadas de peixes continentais, assim como atuarna conservao da biodiversidade aqutica dos biomas continentais e auxiliar nomanejo das Unidades de Conservao federais com ecossistemas dulccolas.Principais linhas de pesquisa desenvolvidas: Coordenao dos Planos de Ao Nacionais do Paraba do Sul, MogiPardo e Grande, Rivuldeos e Fauna Aqutica do So Francisco; Pesquisas voltadas qualidade ambiental, ao manejo e ao uso racionaldos recursos genticos de peixes tropicais e ao desenvolvimento detecnologias; Pesquisas para subsidiar a gesto da biodiversidade de peixes continentaise seu papel no funcionamento e na manuteno dos ecossistemasaquticos continentais.Fbia Luna Peixe-boi Marinho CMA / ICMBio Itamarac PernambucoVenha Pesquisar Conosco 35 35. Centro Nacional de Pesquisa e Conservao dePrimatas Brasileiros CPBObjetivo: realizar pesquisas cientficas e aes de manejo para conservaoe recuperao de espcies ameaadas de primatas brasileiros, assim como atuarna conservao das espcies ameaadas de mamferos terrestres, na conservaoda biodiversidade do bioma Mata Atlntica e auxiliar no manejo das Unidades deConservao federais.Principais linhas de pesquisa desenvolvidas: Coordenao dos Planos de Ao Nacionais dos Muriquis, Mamferosda Mata Atlntica Central, Sauim-de-coleira, Primatas do Nordeste ePrimatas do Extremo Oriente da Amaznia; Desenvolvimento de pesquisas e aes de manejo para a conservaodas 26 espcies de primatas constantes na Lista de Espcies da FaunaBrasileira Ameaada de Extino; Pesquisas para subsidiar o manejo de populaes invasoras de primatas. Avaliao dos efeitos do surto de febre amarela sobre os primatas em UCfederais e estaduais do Rio Grande do Sul e seu entorno; Avaliao do estado de conservao dos primatas brasileiros.Centro Nacional de Pesquisa e Conservao de Rpteise Anfbios RANObjetivo: realizar pesquisas cientficas e aes de manejo para conservaoe recuperao de espcies ameaadas de rpteis e anfbios, assim como atuar naconservao dos biomas continentais, costeiros e marinhos e auxiliar no manejodas Unidades de Conservao federais.Principais linhas de pesquisa desenvolvidas: Coordenao dos Planos de Ao Nacionais de Conservao daHerpetofauna Insular, do Espinhao, do Sul e do Nordeste; Manejo e uso sustentvel de quelnios e crocodilianos; Conservao das espcies ameaadas, deficientes de dados eindicadoras de qualidade ambiental; Controle de espcies de rpteis e anfbios invasores; Gesto do conhecimento sobre a herpetofauna.Centro Nacional de Pesquisa e Conservao deTartarugas Marinhas TAMARObjetivo: realizar pesquisas cientficas e aes de manejo para conservaoe recuperao de espcies ameaadas de tartarugas marinhas, assim como atuarna conservao da biodiversidade marinha e costeira, com nfase nas espcies depeixes e invertebrados marinhos ameaados, e auxiliar no manejo das Unidadesde Conservao federais marinhas e costeiras.Principais linhas de pesquisa desenvolvidas: Coordenao do Plano de Ao Nacional para Conservao das TartarugasMarinhas; Pesquisas para subsidiar a conservao e recuperao de espciesameaadas de tartarugas marinhas, assim como para a conservao dabiodiversidade marinha e costeira, com nfase nas espcies de peixese invertebrados marinhos ameaados, e para auxiliar no manejo dasUnidades de Conservao federais marinhas e costeiras.36 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 36. Venha Pesquisar Conosco 37Val Campos Mico-estrela-de-tufo-branco Arquivo CPB / ICMBio Paraba 37. Em setembro de 2013, quatro Centros de Recursos Pesqueiros ligados estrutura do IBAMA foram transferidos ao ICMBio. Atualmente, esses centrosencontram-se em processo de reestruturao e planejamento para compatibilizaocom os objetivos estratgicos do ICMBio, e estaro com suas atividades focadasem conservao marinha.Centro de Pesquisa e Gesto de Recursos Pesqueirosdo Litoral Nordeste CEPENECentro de Pesquisa e Gesto de Recursos Pesqueirosdo Litoral Norte CEPNORCentro de Pesquisa e Gesto de Recursos Pesqueirosdo Litoral Sudeste e Sul CEPSULCentro de Pesquisa e Gesto dos Recursos PesqueirosLagunares e Estuarinos CEPERG38 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 38. Venha Pesquisar Conosco 39Ricardo Maia CEPENE / ICMBio Tamandar Pernambuco 39. 40 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 40. 6 Pesquisadores do ICMBioO Instituto Chico Mendes dispe de um corpo de servidores qualificado,constitudo por analistas ambientais com mestrado, doutorado e ps-doutorado.Estes servidores, lotados tanto nos Centros Nacionais de Pesquisa e Conservao,Unidades de Conservao e Coordenaes, desenvolvem atividades de pesquisanas unidades de conservao federais em todo o pas.Os analistas ambientais do ICMBio esto cotidianamente integrando atividadesde gesto e conservao da biodiversidade. Temos o desafio de desenvolver earticular a realizao de estudos que tragam as respostas necessrias ao manejodos ecossistemas, conservao da biodiversidade brasileira e gesto das reasfederais protegidas.Informaes sobre nossos pesquisadores e as linhas de pesquisa quedesenvolvem esto disponveis em:http://www.icmbio.gov.br/portal/o-que-fazemos/pesquisa-e-monitoramento/nossos-pesquisadores.htmlArquivo CEMAVE ICMBioVenha Pesquisar Conosco 41 41. 42 Instituto Chico Mendes de Conservao da BiodiversidadeLeonardo Milano Parna de Saint-Hilaire/Lange Paran 42. 7 Infraestrutura de Apoio Pesquisa nas Unidadesde Conservao Federaise nos CentrosInformaes acerca dos meios e das condies de acesso a 312 das 313UC geridas pelo ICMBio e a infraestrutura que dispem para apoio pesquisaforam reunidas e consolidadas a partir de diversas fontes, alm de confirmadase complementadas pelas equipes das UC. Estas informaes foram entoespacializadas em mapas com a distribuio das UC federais por regio geogrficado pas, permitindo assim visualizao das condies de acesso e estrutura deapoio pesquisa.Detalhes de infraestrutura, logstica e oportunidades para realizao depesquisas nas UC federais, alm do contato com as equipes das UC para obtenode informaes mais especficas, so disponibilizados tambm em:http://www.icmbio.gov.br/portal/o-que-fazemos/pesquisa-e-monitoramento/venha-pesquisar-conosco.htmlArquivo CENAP ICMBioVenha Pesquisar Conosco 43 43. 50 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 44. 8 Gesto daInformao e doConhecimentoA gesto de unidades de conservao e de espciesameaadas dialoga com as mais diversas reas doconhecimento. A gesto da informao fundamental paraaprimoramento de todos os processos, mas no tarefafcil. So muitos os sistemas de informao geridos peloICMBio. So exemplos o Sisbio, j mencionado, o Sagui,sobre primatas, o Sistamar, sobre tartarugas marinhas,o Sismam, sobre mamferos aquticos, o Cani, sobrecavidades naturais subterrneas, entre outros.Alm dos sistemas, o ICMBio possui entre suasestratgias de gesto da informao os seminrios de pesquisae as publicaes, alm de instrumentos de planejamentocomo os planos de manejo e os planos de ao nacionais.Desde 2009, foram promovidos cinco seminrios depesquisa e encontros de iniciao cientfica. Trata-se deocasies aonde so levadas as experincias pioneiras deinterface entre a pesquisa desenvolvida em parceria coma academia e o manejo de unidades de conservao e dabiodiversidade, proporcionando condies propcias aoaprendizado. Os trabalhos so documentados em anais,que ficam disponveis para consulta em: http://www.icmbio.gov.br/portal/o-que-fazemos/pesquisa-e-monitoramento/seminarios-de-pesquisa.html.Venha Pesquisar Conosco 51Arquivo TAMAR ICMBio Tartaruga-oliva 45. No mbito do ICMBio so publicados cinco peridicos cientficos:Biodiversidade Brasileira, voltada ao manejo de unidades de conservao e avaliao do estado de conservao da fauna.Ornithologia, focada em pesquisas com avesRevista Brasileira de Espeleologia, na rea de estudos espeleolgicosRevista CEPSUL, voltada para pesquisas com a biodiversidade aqutica naregio SulBoletim Tcnico-Cientfico do CEPENE, voltada para pesquisas com abiodiversidade aqutica na regio NordestePor reunirem sob uma mesma gide grande diversidade de conhecimentosmerecem destaque na gesto da informao os momentos de elaborao deplanos de manejo de unidades de conservao e de planos de ao nacionais paraa conservao de espcies ameaadas.Capa da ltima edia da Revista Ciantfica daBiodiversidade Brasileira52 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 46. Capa das seis primeiras edies da Revista Cientfica da Biodiversidade BrasileiraLeonardo Milano - Parna do Jamanxim ParVenha Pesquisar Conosco 53 47. Capas dos Anais dos Seminrios de Pesquisa e Iniciao Cientfica do ICMBio54 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 48. Fruns de discusso cientfica voltada ao manejoOs numerosos fruns para discusso sobre pesquisa e manejo so aindainsuficientes, dados os imensos desafios de gesto para a conservao e adimenso dos territrios, bem como as lacunas de conhecimentos e a necessidadede construo local, regional e nacional de conhecimentos e solues.Alm do Seminrio anual do instituto, diversas unidades de conservao vmrealizando seus seminrios locais, entre as quais destacamos o Parque Nacionalda Serra dos rgos/RJ que em 2013 realizou seu 11 Seminrio. Os Centros depesquisa, por sua vez, tm se envolvido tanto nos seminrios relacionados sunidades de conservao como na srie de fruns relacionados avaliao doestado de conservao das espcies e elaborao dos planos de ao nacionais.Enfatizamos ainda a importncia crescente dos Conselhos Consultivosou deliberativos das unidades de conservao federais, como fruns quepropiciam a discusso e apropriao dos resultados de pesquisa e organizaoe legitimao da demanda de conhecimento no mbito de cada unidadede conservao, sendo fundamental na disseminao para a sociedade doconhecimento produzido na UC e na articulao entre pesquisa e manejo.Capa dos Anais do V Seminrio de Pesquisa eV Encontro de Iniciao Cientfica do ICMBioArquivo ESEC de Marac-Jipioca AmapVenha Pesquisar Conosco 55 49. 56 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 50. 9 Instrumentos Internosde Estmulo Pesquisanas Unidades deConservao FederaisO ICMBio tem avanado no estmulo a pesquisas nas unidades de conservaofederais alm da maior divulgao das potencialidades do instituto e atrao depesquisadores, promoo do entrosamento entre gestores de UC, pesquisadores,conselheiros e sociedade local, tem se empenhado no desenvolvimento demecanismos mais diretos de apoio e fomento a projetos de pesquisa priorizadospelo corpo de pesquisadores do Instituto, com parcerias diversas.Descrevemos a seguir alguns dos mecanismos de estmulo pesquisa nasunidades de conservao federais que o Instituto tem desenvolvido:Chamada Interna de ProjetosDesde 2010, a pesquisa nas unidades de conservao federais tem sidoinstitucionalmente e continuamente fortalecida por meio do lanamento anual deuma Chamada Interna de Projetos. At o momento foram apoiados 212 projetosde pesquisa e monitoramento, desenvolvidos por analistas ambientais das nossasunidades de conservao e de nossos centros de pesquisa e conservao.Em 2013, a Chamada Interna de Projetos da DIBIO/ICMBio propiciou a seleode 45 projetos de pesquisa e monitoramento para serem financiados no correnteano, totalizando R$ 1,1 milho disponibilizado para fomento direto pesquisa nasunidades de conservao federais.Marcello Loreno Parna Marinho dos Abrolhos BahiaVenha Pesquisar Conosco 57 51. Recursos de Compensao Ambiental paradesenvolvimento de PesquisasOs recursos financeiros provenientes de compensao ambiental deempreendimentos que causam significativo impacto ambiental (Brasil 2000)podem ser aplicados no desenvolvimento de pesquisas necessrias para o manejode unidades de conservao federais e reas de amortecimento (Brasil 2002).Neste mbito, a Coordenao de Apoio Pesquisa do ICMBio coordenaa execuo de recursos de compensao ambiental destinados realizaode pesquisas nas UC federais. Atualmente esto sendo executados recursosprovenientes de dois grandes empreendimentos:1- Projeto de Integrao do Rio So Francisco com Bacias Hidrogrficas doNordeste Setentrional (Ministrio da Integrao Nacional) cuja execuo dosrecursos (R$ 3,4 milhes) est sendo realizada atravs de edital lanado via CNPq a Chamada CNPq/ICMBio n 13/2011.2- Gasoduto Cacimbas Catu (Petrobrs Gs S.A.) cujos recursos (R$ 2milhes) foram destinados ao financiamento de pesquisas em 15 unidades deconservao federais distribudas desde Pernambuco at o Paran.No momento, encontra-se em negociao recursos de outrosempreendimentos para serem destinados realizao de pesquisas em nossasUC federais.Programa PIBIC-ICMBio/CNPqEm parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientfico eTecnolgico/CNPq, o Instituto Chico Mendes executa o Programa Institucionalde Bolsas de Iniciao Cientfica PIBIC-ICMBio/CNPq, que visa contribuir coma formao de alunos de graduao na rea da pesquisa em temas ambientais,incentivar a consolidao da poltica de pesquisa e desenvolvimento cientfico etecnolgico do ICMBio e contribuir para a expanso e renovao do quadro deservidores atuantes na produo de conhecimento.Desde 2008 j foram envolvidos no programa 120 estudantes de graduao.E os alunos que concluram ou esto realizando o estgio de iniciao cientfica nombito do PIBIC-ICMBio encontram-se distribudos em todo o territrio nacional,desde a ESEC Juami Japur, no extremo oeste amazonense, at a APA da BaleiaFranca (SC), a ESEC Taim (RS) e os centros nacionais de pesquisa e conservaoCEMAVE e CPB [PB] e o CEPSUL [SC].Mais informaes podem ser obtidas em:http://www.icmbio.gov.br/portal/o-que-fazemos/pesquisa-e-monitoramento/iniciacao-cientifica.html58 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 52. Venha Pesquisar Conosco 59Miguel Von Behr Rio Manguaba APA da Costa dos Corais Alagoas e Pernambuco 53. 60 InstituItnos tCithuitcoo C Mheicnod eMs edned Ceso dnese Crvoanseor vdaa Boio ddai vBeirosdidivaedresidade 54. 10 RefernciasBibliogrficasBrasil, 1988. Constituio da Repblica Federativa do Brasil de 1988, de 05 de outubro de1988. Dirio Oficial da Unio, 05/10/1988: 1 (ANEXO).Brasil, 2000. Lei 9.985 de 18 de julho de 2000. Regulamenta o art. 225, 1o, incisos I, II, IIIe VII da Constituio Federal, institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservao daNatureza e d outras providncias. Dirio Oficial da Unio, Seo 1, 138, 19/07/2000: 1-6.Brasil, 2002. Decreto n 4.340 de 22 de agosto de 2002. Regulamenta artigos da Leino 9.985, de 18 de julho de 2000, que dispe sobre o Sistema Nacional de Unidades deConservao da Natureza - SNUC, e d outras providncias. Dirio Oficial da Unio, Seo1, 163, 23/08/2002: 9-11.Brasil, 2006. Ministrio do Meio Ambiente. Secretaria de Biodiversidade e Floresta.Diretoria de reas Protegidas. Diretrizes para Visitao em Unidades de Conservao.Ministrio do Meio Ambiente. Braslia, 2006. 61p. . (Acesso em: 13/04/2013).Brasil, 2007. Decreto n 6.040 de 7 de fevereiro de 2007. Institui a Poltica Nacional deDesenvolvimento Sustentvel dos Povos e Comunidades Tradicionais. Dirio Oficial daUnio, Seo 1, 28, 08/02/2002: 316-317.Brasil, 2007. Lei 11.516 de 28 de agosto de 2007. Dispe sobre a criao do Instituto ChicoMendes de Conservao da Biodiversidade - Instituto Chico Mendes; altera as Leis nos7.735, de 22 de fevereiro de 1989, 11.284, de 2 de maro de 2006, 9.985, de 18 de julho de2000, 10.410, de 11 de janeiro de 2002, 11.156, de 29 de julho de 2005, 11.357, de 19 de outubrode 2006, e 7.957, de 20 de dezembro de 1989; revoga dispositivos da Lei no 8.028, de 12de abril de 1990, e da Medida Provisria no 2.216-37, de 31 de agosto de 2001; e d outrasprovidncias. Dirio Oficial da Unio, Seo 1, 166-A (Edio extra), 28/08/2007: 1.Brasil, 2008. Ministrio do Meio Ambiente. Instituto Chico Mendes de Conservaoda Biodiversidade. Ministrio do Turismo. EMBRATUR. Programa de Turismo nosParques. 44p. 2008. . (Acesso em: 13/04/2013).De Groot, R.S.; Wilson, M.A. & Boumans, R.M.J. 2002. A typology for the classification,description, and valuation of ecosystem functions, goods and services. EcologicalEconomics 41, 393-408.Lewinsohn, T. M.; Prado, I. P. 2005. Quantas espcies h no Brasil? Megadiversidade, v. 1,n. 1, p. 36-42.Lindenmeyer, D.B. & Likens, G.E. 2009. Adaptive monitoring: a new paradigm for long-termresearch and monitoring. Trends in Ecology and Evolution, 24: 482-486.Medeiros, R.; Young; C.E.F.; Pavese, H.B. & Arajo, F.F.S. 2011. Contribuio das unidadesde conservao brasileiras para a economia nacional: Sumrio Executivo. Braslia: UNEP-WCMC,44p.Millennium Ecosystem Assessment (MA), 2003. Ecosystem and Human Well-Being: aframework for assessment. Island Press, Washington, DC.MMA (Ministrio do Meio Ambiente), 2003. Instruo Normativa n 3 de 27 de maio de 2003.Dirio Oficial da Unio, Seo 1, 101, 28/05/2003: 88.Leandro Bugoni Albatrz-de-nariz-amarelo-do-AtlnticoVenha Pesquisar Conosco 61 55. MMA (Ministrio do Meio Ambiente), 2004. Instruo Normativa n 5 de 21 de maio de 2004.Dirio Oficial da Unio, Seo 1, 102, 28/05/2004: 136.MMA (Ministrio do Meio Ambiente), 2005. Instruo Normativa n 52 de 08 de novembrode 2005. Dirio Oficial da Unio, Seo 1, 09/11/2005.MMA (Ministrio do Meio Ambiente), 2008. Instruo Normativa n 6 de 23 de setembro de2008. Dirio Oficial da Unio, Seo 1, 185, 24/09/2008: 75.Myers, R.L. 2006. Convivendo com o Fogo: Manuteno dos Ecossistemas e Subsistnciacom o Manejo Integrado do Fogo. Traduo de Margaret Batalha. The Nature Conservancy- Iniciativa Global para o Manejo do Fogo. Tallahassee, USA.Nascimento, J.L. & Campos, I.B. 2011. Atlas das espcies ameaadas de extino em unidadesde conservao federais. Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade. . (Acesso em: 12/04/2013).1 http://www.mma.gov.br/areas-protegidas/cadastro-nacional-de-ucs/dados-consolidados2 http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/unidades-de-conservacao/biomas-brasileiros.html3 http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/centros-de-pesquisa.html4 Sisbio foi regulamentado por meio da Instruo Normativa n 154/20075 http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/fauna-brasileira/2741-lista-de-especies-ameacadas-saiba-mais.html6 http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/fauna-brasileira.html7 http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/fauna-brasileira/avaliacao-do-risco-de-extincao.html8 http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/fauna-brasileira/planos-de-acao-nacional.html?start=309 http://www.icmbio.gov.br/portal/comunicacao/publicacoes.html10 Nmero temtico BioBrasil Manejo do fogo em reas protegidas http://www.icmbio.gov.br/revistaeletronica/index.php/BioBR/issue/view/15/showToc.11 CNPT Centro Nacional de Pesquisa e Conservao da Sociobiodiversidade Associada a Povos eComunidades Tradicionais.12 Responderam ao levantamento: 162 unidades de conservao federais, sendo 96 deuso sustentvel e 66 de proteo integral, de um universo de 312 UCs (175 de US e137 de PI).62 Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade 56. Venha Pesquisar Conosco 63Leonardo Milano Parna do Pantanal Matogrossense Mato Grosso