VARIEDADES CANA DE AÇÚCAR 2009

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<p>INTEGRAO DO MANEJO VARIETAL COM O GERENCIAMENTO DA PRODUOEng. Agr. Dib Nunes Jr. Grupo IDEA</p> <p>COMO GERENCIAR A PRODUO PARA OBTER A MAXIMIZAO DE RESULTADOS?Como as variedades fazem parte do sistema?</p> <p>TIPOS DE GERENCIAMENTO1 2 3</p> <p>GERENCIAMENTO TCNICO</p> <p>GERENCIAMENTO OPERACIONAL</p> <p>GERENCIAMENTO ECONMICOTODOS OS 3 ESTO INTERLIGADOS, EMBORA POSSAM SER, MUITAS VEZES, CONDUZIDOS SEPARADAMENTE</p> <p>GERENCIAMENTO OPERACIONALPLANEJAMENTO DETALHADO DAS ATIVIDADES, CONSIDERANDO:PDCA</p> <p>Dimensionamento de equipamentos Dimensionamento da mo de obra/insumos Utilizao de recursos Coleta de informaes de campo Uso de indices de rendimentos e consumos. Estabelecimento de METAS Checagem de resultados operacionais (qualitativa e quantitativa) Providncias e redirecionamento</p> <p>PLANO ECONMICO</p> <p>A partir de planejamento operacional, elaborar o oramento de cada atividade.Expectativas de gastos (fluxo de caixa) e apurao de custos por operao. Processamento de dados. Apurao de ndices(balanced score card). Anlise da Aderncia aos resultados econmicos Providncias e redirecionamento</p> <p>PLANO TECNICO</p> <p>Trabalhar ao nvel de um Mdulo de Produo.Caracterizao do Mdulo de Produo.Identificao do ambiente de produo Melhor poca para colheita</p> <p>Escolha das melhores prticas agrcolasTipo de colheita a ser realizado Correes necessrias (fertilidade, pragas, riscos, acessos, contratos,conservao do solo etc)</p> <p>Objetivos dos Modulos de Produo</p> <p>Distinguirvisando</p> <p>diversasde as adotar</p> <p>reas</p> <p>quanto</p> <p>s</p> <p>suasmais</p> <p>particularidades</p> <p>importncia prticas</p> <p>econmica,</p> <p>agrcolas</p> <p>corretas</p> <p>que</p> <p>podero</p> <p>maximizar</p> <p>as</p> <p>suas</p> <p>potencialidades.</p> <p>PARA APRIMORAR O GERENCIAMENTO DA PRODUO DE CANA:SISTEMA DE GESTO POR MDULOS DE PRODUO (Sub diviso da lavoura) MDULO DE PRODUOSo reas colhidas ou tratadas de uma nica forma e ao mesmo tempo, ao redor de 200 hectares</p> <p>PARA GERENCIAR EM DETALHES A LAVOURA AGRUPAMENTO DE MDULOS DE PRODUO Area ADMINISTRATIVA</p> <p>APLICAO DE CONCEITOS DE MELHORIAS CONTNUAS</p> <p>MDULOS DE PRODUO</p> <p>MDULOS DE PRODUO</p> <p>QUAIS SO AS VANTAGENS DE SE CONHECER BEM O MDULO DE PRODUO DE CANA-DE-ACAR?</p> <p>SCENE</p> <p> Alocar corretamente as variedades, escolhendo aquelas que melhor se adaptem s condies do local Recomendar as correes de solo e adubaes, visando fornecer para a cana, suas reais necessidades nutricionais.</p> <p> Adotar o tipo de preparo, conservao do solo e carreadores mais adequados ao relevo da rea Escolher o tipo de colheita a ser utilizado no local, preparando-o corretamente, se o mesmo possibilitar a colheita mecanizada.</p> <p> Monitorar riscos de acidentes ambientais e adotar medidas preventivas Identificar, com antecedncia, os problemas com plantas daninhas perenes e pragas do solo, para a utilizao de medidas especiais de controle</p> <p>QUAIS SO AS VANTAGENS DE SE CONHECER BEM O MDULO DE SCENE PRODUO DE CANA-DE-ACAR?</p> <p> Selecionar as melhores pocas para plantio e para colheita da rea Estabelecer Metas de Produtividade agrcola por corte, de acordo com as reais potencialidades da rea e com a tecnologia de produo a ser empregada</p> <p> Planejar toda a logstica de colheita e tratos culturais Administrar toda a rea de produo considerando um custo teto de produo permitido naquela distncia da usina, para nunca exceder os seus limites de viabilidade tcnico-econmica.</p> <p> Criar um novo conceito de administrao agrcola, gerenciando individualmente cada bloco ou mdulo de produo.(pacote tecnolgico)</p> <p>PLANTIO COM BASE NO MODULO DE PRODUO1. Caractersticas da reaFertilidade: CTC:35 e MO baixa , carente em Ca, K e P Distncia: 25 km da usina Relevo: suave inclinado/plano</p> <p>Tipo de solo: LV mdio arenoso -AMBIENTE CTipo de colheita: mecanizada Risco ambiental: alto, prximo cidade, queima proibida. Pragas de solo: cupins heterotermes, media alta infestao Erva daninha predominante: braquiria - alta infestao Adubao orgnica/resduos: no Acesso: difcil em estrada de terra mal conservada ( 12 km) e o restante em estradas boas</p> <p>PLANTIO COM BASE NO MODULO DE PRODUO2. Caractersticas da rea poca ideal de plantio: fevereiro/maro poca ideal de colheita: maio/junho Potencial de produtividade (t/ha) e Custo Teto (US$/ha)</p> <p>TENS Potencial Produtividade CustoTeto (US$/t)</p> <p>1 C 105 20</p> <p>2 C 88 16</p> <p>3 C 72 14</p> <p>4 C 64 12</p> <p>5 C 55 11</p> <p>PLANTIO NO MODULO DE PRODUOEscolha da Variedade</p> <p>Caractersticas desejveisColheita at junho Adaptada colheita mecanizada crua Rpido fechamento de entrelinha</p> <p>Boa densidade de colmosAdaptada solo de mdia a baixa fertilidade Boas respostas a maturadores</p> <p>ESTABELECIMENTO DE METAS</p> <p>Produtividade Maturao</p> <p>ATR por hectareMargens de contribuio</p> <p>COMO ESTABELECER AS METAS?</p> <p>BOM SENSO E EXPERINCIA LOCAL</p> <p>INDICES SUGERIDOS PELOS CONSULTORES/ PESQUISADORES BANCO DE DADOS DA EMPRESA</p> <p>APRESENTAO DE CASO DE SUCESSOUSINA SANTA F Nova Europa-SP</p> <p>PROCEDIMENTOS PARA GERENCIAMENTO DOS MDULOS Aps a colheita fechar</p> <p>rapidamente as produtividades das reas. Em reunies semanais, verificar quais foram os valores obtidos e comparlos s METAS. As reas que estiverem abaixo das metas devem ser imediatamente avaliadas atravs de visitas ao campo e pelo histrico da rea.</p> <p> Detectados os problemas,</p> <p>verificar:</p> <p>Quais podero ser corrigidos na soqueira Quais s podero ser redirecionados na reforma</p> <p>PRODUTIVIDADES MDIAS OBTIDAS DE 2004 A 2008 CORTE X AMBIENTE DE PRODUOUSINA SANTA FEstgio de CorteDados A 512,70 53.721,73 104,78 420,74 38.481,58 91,46 409,99 31.835,03 77,65 102,45 8.259,22 80,62 123,48 10.696,25 86,62 403,67 52.510,17 130,08 223,48 23.319,16 104,35 392,97 35.204,27 89,59 2.589,48 254.027,41 rea Corte 2 Total Toneladas TCH Mdio rea Corte 3 Total Toneladas TCH Mdio rea Corte 4 Total Toneladas TCH Mdio rea Corte 5 Total Toneladas TCH Mdio rea Corte 6 Total Toneladas TCH Mdio rea Corte 18 m Total Toneladas TCH Mdio rea Corte Inv. / Ano Total Toneladas TCH Mdio rea Corte Outros Total Toneladas TCH Mdio rea Corte Total Toneladas Geral Ambiente de Produo C 1.382,72 3.041,53 135.900,47 296.955,79 98,28 97,63 1.098,02 2.759,34 89.387,90 233.655,53 81,41 84,68 1.012,89 1.868,03 75.143,96 141.473,32 74,19 75,73 608,14 847,38 43.784,17 64.468,49 72,00 76,08 156,36 372,45 11.705,23 26.570,97 74,86 71,34 1.005,36 2.508,33 129.723,77 318.718,09 129,03 127,06 871,69 1.047,17 94.480,25 112.301,45 108,39 107,24 367,68 265,04 31.345,57 22.127,53 85,25 83,49 6.502,86 12.709,27 611.471,32 1.216.271,18 B</p> <p>Geral (mdias de todas as safras)D 3.695,12 361.515,91 97,84 3.566,24 293.528,90 82,31 2.495,81 193.387,96 77,49 1.277,43 92.732,68 72,59 739,19 50.910,60 68,87 2.447,90 298.790,25 122,06 685,35 62.868,15 91,73 447,66 43.928,56 98,13 15.354,70 1.397.663,01 E 692,85 56.243,10 81,18 549,27 38.202,68 69,55 356,04 23.912,33 67,16 200,85 11.889,74 59,20 95,65 6.090,91 63,68 574,75 59.993,05 104,38 193,50 19.414,94 100,34 35,04 3.165,11 90,33 2.697,95 218.911,86 Total geral 9.324,92 904.337,01 96,98 8.393,61 693.256,59 82,59 6.142,76 465.752,59 75,82 3.036,25 221.134,30 72,83 1.487,13 105.973,95 71,26 6.940,01 859.735,34 123,88 3.021,19 312.383,95 103,40 1.508,39 135.771,05 90,01 39.854,26 3.698.344,78</p> <p>TCH Mdio</p> <p>98,10</p> <p>94,03</p> <p>95,70</p> <p>91,03</p> <p>81,14</p> <p>92,80</p> <p>INFLUNCIA DE CLIMA E DA POCA DE CORTE NO ESTABELECIMENTO DAS METAS</p> <p>Fonte: Copersucar</p> <p>METAS INICIO DE SAFRAAMBIENTES DE PRODUO ESTGIO 18 MESES INVERNO 2 CORTE 3 CORTEA A/B B C D D/E E</p> <p>140 121 110 96 91 90 92 110</p> <p>134 113 107 92 86 83 81 99</p> <p>129 105 103 89</p> <p>124 102 98 88</p> <p>115 89 94 85</p> <p>112 88 92 84</p> <p>108 86 90 82</p> <p>4 CORTE5 CORTE 6 CORTE MDIAS</p> <p>8075 71 93</p> <p>7874 69 90</p> <p>7673 66</p> <p>7571 65 83</p> <p>7469 63 82</p> <p>86</p> <p>METAS MEIO DE SAFRAAMBIENTES DE PRODUO ESTGIO 18 MESES INVERNO 2 CORTE 3 CORTEA A/B B C D D/E E</p> <p>147 126 107 94 82 75 72 100</p> <p>139 123 103 89 80 73 70 97</p> <p>127 119 99 83</p> <p>120 110 96 82</p> <p>116 104 90 78</p> <p>106 98 84 74</p> <p>95 92 78 70</p> <p>4 CORTE5 CORTE 6 CORTE MDIAS</p> <p>7871 68 92</p> <p>7570 67 89</p> <p>7368 62 84</p> <p>7064 59 79</p> <p>6860 56 74</p> <p>METAS FINAL DE SAFRAAMBIENTES DE PRODUO ESTGIO 18 MESES INVERNO 2 CORTE 3 CORTEA A/B B C D D/E E</p> <p>160 96 93 88</p> <p>146 92 91 85</p> <p>122 88 90 81</p> <p>118 85 88 79</p> <p>110 82 83 78</p> <p>103 81 82 76</p> <p>97 80 80 74</p> <p>4 CORTE5 CORTE 6 CORTE MDIAS</p> <p>8073 69 94</p> <p>7872 67 90</p> <p>7670 65 85</p> <p>7368 60 82</p> <p>7167 56 78</p> <p>6963 54 75</p> <p>6860 51 73</p> <p>COMPARATIVO DO DESEMPENHO COMERCIAL DE VARIEDADES DE CANA DE ACAR</p> <p>AMBIENTE A e B</p> <p>COMPARATIVO DESEMPENHO COMERCIAL VARIEDADES CANA DE ACAR AMBIENTE A e BVARIEDADES</p> <p>18 m 188</p> <p>Inverno</p> <p>CTC 02 CTC 04 RB72 454 RB83 5054 RB83 5486 RB85 5036 RB85 5156 RB85 5453 RB85 5536 RB85 5598 RB86 5230 RB92 5345 RB93 5925 RB93 5940 RB94 5961 RB94 6015 RB95 6903 RB96 6928 SP80-1816 SP80-3280 SP81-3250 SP91-1049</p> <p>1 TRIMESTRE At 30/06/2008 2 C 3 C 4 C 5 C 149 101 117 76 123 119</p> <p>6 C</p> <p>95</p> <p>USINA SANTA F</p> <p>93 105 63130 117</p> <p>6994</p> <p>77 82 74 8771</p> <p>73</p> <p>9588 65 66 95 95 96 132 131 134 71 80 105 94 82 93</p> <p>129</p> <p>COMPARATIVO DESEMPENHO COMERCIAL VARIEDADES CANA DE ACAR AMBIENTE A e BVARIEDADES</p> <p>CTC 02 CTC 06 CTC 15 IAC87 3396 RB72 454 RB83 5486 RB85 5036 RB85 5453 RB85 5536 RB86 7515 RB92 5211 RB93 5744 RB94 5961 RB96 5911 RB96 6928 SP80-1842 SP80-3280 SP81-3250 SP91-1049 SP91-1285</p> <p>18 m 109 143 120</p> <p>Inv</p> <p>2 TRIMESTRE At 30/09/2008 Bisada 2 C 3 C 4 C</p> <p>5 C</p> <p>6 C</p> <p>USINA SANTA F</p> <p>81 67 88 113 115 104 67 65 101 84 124 92 73 58 78 67 77</p> <p>127119 148 115 84 70</p> <p>69</p> <p>98 99</p> <p>58</p> <p>75</p> <p>159</p> <p>METAS</p> <p>139</p> <p>123</p> <p>-</p> <p>103</p> <p>89</p> <p>80</p> <p>73</p> <p>70</p> <p>COMPARATIVO DESEMPENHO COMERCIAL VARIEDADES CANA DE ACAR USINA SANTA FVARIEDADES</p> <p>AMBIENTE A e B</p> <p>3 TRIMESTRE At 15/12/2008 18 m Inv Bisada 2 C 3 C 4 C 93 77 67 99 198 124 5 C 6 C</p> <p>RB85 5036</p> <p>RB85 5453RB85 5036 RB86 7515 RB92 5345 RB93 5744 SP80-3280 SP81-3250 186</p> <p>166105 122 78 77 101</p> <p>SP87-365SP91-1285</p> <p>METAS</p> <p>146</p> <p>92</p> <p>91</p> <p>85</p> <p>78</p> <p>72</p> <p>67</p> <p>COMPARATIVO DO DESEMPENHO COMERCIAL DE VARIEDADES DE CANA DE ACAR</p> <p>AMBIENTE C</p> <p>COMPARATIVO DESEMPENHO COMERCIAL VARIEDADES CANA DE ACAR AMBIENTE CVARIEDADES CTC 02 CTC 06 IAC87 3396 RB72 454 RB83 5486 RB83 5744 RB85 5156 RB86 7515 RB94 5961 RB94 6015 RB94 6022 RB96 6928 SP80-1842 SP80-3280 SP81-3250 SP83-2847 SP87- 365 120 103 112 74 98 87 127 133 121 1 TRIMESTRE At 30/06/2008 Inv 2 C 3 C 4 C 5 C</p> <p>USINA SANTA F6 C</p> <p>18 m 134 159</p> <p>82</p> <p>110 79</p> <p>75 128 62</p> <p>58</p> <p>79</p> <p>106123 130</p> <p>9595</p> <p>METAS</p> <p>124</p> <p>102</p> <p>98</p> <p>88</p> <p>78</p> <p>74</p> <p>69</p> <p>COMPARATIVO DESEMPENHO COMERCIAL VARIEDADES CANA DE ACAR AMBIENTE CUSINA SANTA FVARIEDADES IAC87-3396 RB72 454 RB83 5486 RB85 5156 RB85 5453 RB85 5536 RB86 7515 RB93 5744 RB94 5961 RB96 6928 SP80-1842 125 132 133 135 100 117 134 70 96 80 73 67 48 154 67 47 70 97 70 101 124 92 79 124 125 61 72 67 55 85 18 m Inv 2 TRIMESTRE At 30/09/2008 Bisada 2 C 3 C 4 C 90 5 C 6 C</p> <p>7789 73 95 74 67</p> <p>SP80-3280SP81-3250 SP83-2847 SP87-365 SP91-1285</p> <p>METAS</p> <p>120</p> <p>110</p> <p>-</p> <p>96</p> <p>82</p> <p>75</p> <p>70</p> <p>67</p> <p>COMPARATIVO DESEMPENHO COMERCIAL VARIEDADES CANA DE ACAR AMBIENTE CUSINA SANTA FVARIEDADESCT93-1574 IAC87 3396 PAV94-09 RB72 454 RB85 5036 RB85 5453 70 82 131 114 94 56 83 18 m Inv 88 94 67 87 88 87 83 88 3 TRIMESTRE At 15/12/2008 2 C 3 C 4 C 5 C 6 C</p> <p>157</p> <p>76</p> <p>RB85 5536RB86 7515 RB92 5268 RB92 5345 RB92 8064 RB93 5744 RB94 5961 150 124 119 105 161 119 88 86 82 81 82 112</p> <p>17087</p> <p>RB94 6903SP80-3280 SP81-3250 SP86-42</p> <p>METAS</p> <p>118</p> <p>85</p> <p>88</p> <p>79</p> <p>73</p> <p>68</p> <p>60</p> <p>COMPARATIVO DO DESEMPENHO COMERCIAL DE VARIEDADES DE CANA DE ACAR</p> <p>AMBIENTE D e E</p> <p>COMPARATIVO DE DESEMPENHO COMERCIAL VARIEDADES CANA DE ACAR</p> <p>AMBIENTEVARIEDADESCTC 02 IAC87-3396 RB72 454 RB83 5486 RB85 5156 RB85 5453 18 m 144 Inv</p> <p>DeE</p> <p>USINA SANTA F5 C 6 C</p> <p>1 TRIMESTRE At 30/06/2008 Bisada 2 C 3 C 4 C</p> <p>128</p> <p>101 90 77 60</p> <p>102</p> <p>106 127 60 90 102 78</p> <p>55</p> <p>77</p> <p>RB85 5536RB86 7515 RB92 5345 RB93 5744 RB93 5940 RB94 5961 SP80-1816 106</p> <p>60</p> <p>11965 71 125 101 96 108 80 97 83</p> <p>SP81-3250SP83-2847</p> <p>SP91-1049 METAS</p> <p>112</p> <p>88</p> <p>92</p> <p>100 84</p> <p>75</p> <p>71</p> <p>65</p> <p>COMPARATIVO DESEMPENHO COMERCIAL VARIEDADES DE CANA DE ACAR</p> <p>AMBIENTEVARIEDADES CT94- 1209 IAC87 - 3396 IAC91-5035 18 m Inv</p> <p>DeE2 TRIMESTRE At 30/09/2008 Bisada 2 C 3 C 4 C</p> <p>USINA SANTA F5 C 6 C</p> <p>113153 76 52</p> <p>RB72 454RB83 5486 RB85 5453 RB85 5536 RB86 7515 RB92 5345 RB93 5744 143 97 131 126 94 120 93 96 142 97</p> <p>8584 59 74</p> <p>87</p> <p>67</p> <p>67</p> <p>71</p> <p>82</p> <p>RB94 5961RB96 6928 SP80-1842 SP80-3280 SP831-3250 SP83-2847</p> <p>126123</p> <p>86 61</p> <p>74103</p> <p>83</p> <p>68</p> <p>74</p> <p>METAS</p> <p>106</p> <p>98</p> <p>84</p> <p>74</p> <p>70</p> <p>64</p> <p>59</p> <p>COMPARATIVO DESEMPENHO COMERCIAL VARIEDADES CANA DE ACAR</p> <p>AMBIENTEVARIEDADES CT93-1574 CTC14 (CT93 1250) IAC87-3396 PAV94-09 RB83 5486 RB84 5210 18 m Inv 88 118 Bisada</p> <p>DeE2 C 3 C 4 C</p> <p>3 TRIMESTRE At 15/12/2008</p> <p>USINA SANTA F5 C 6 C</p> <p>9972 88 92 79</p> <p>RB85 5453RB85 5598 RB86 7515 RB92 8064 RB93 5744 RB93 5940 RB94 5961 119 124 94</p> <p>9987 87 111 88 102 108 105 91 92 92 85 67 72 89 81</p> <p>88</p> <p>RB94 6022SP80-3280 SP81-3250 SP83-2847</p> <p>SP87-365 METAS</p> <p>103</p> <p>81</p> <p>82</p> <p>76</p> <p>69</p> <p>63</p> <p>54</p> <p>Evoluo da TCH - USINA SANTA F</p> <p>TCH</p> <p>Srie 1; 1998; 82,9 Srie 1; 1999; 68,3 Srie 1; 2000; 51,6</p> <p>Srie 1; 2007; 86,9 Srie 1; 2006; 84,3 Srie 1; 2005; 83,9 Srie 1; 2004; 85,3 Srie 1; 2009*; Srie 1; 2008; 95,8 98 Srie 1; Srie 1; 2002; 70,8 2003; 67 Srie 1; 2001; 58,9</p> <p>Acompanhamento das produtividades e teor de sacarose Usina Santa FSAFRA2004/05 2005/06 2006/07 2007/08</p> <p>TCH85,3 83,9 84,3 86,9</p> <p>ATR ( c + q)140,9 145,47 145,92 140,96</p> <p>TAH12,0 12,2 12,3 12,3</p> <p>CANA CRUA (1000 t)554,0 644,7 877,3 1.045,8</p> <p>2008/09</p> <p>95,8</p> <p>131,33</p> <p>12,6</p> <p>965,2</p> <p>Obs: 67% de Ambientes D e E</p> <p>POTENCIAL DE PRODUTIVIDADE DA USINA SANTA FCom 67% DE AMBIENTES D e E 16% de AMBIENTE C, o potencial de produtividade estimado era de, no mximo, 78 t/ha com idade media de 3,1 cortes. COM APLICAO DE ADEQUADAS TECNOLOGIAS DE PRODUO E RENOVAO DO PLANTEL VARIETAL j SUPEROU a casa das 90 t/ha desde 2008.</p> <p>ATR NA CANA CRUA X CANA QUEIMADA (Kg/t)USINA SANTA FSAFRA 2004/05 2005/06 2006/07 2007/08 2008/09 MDIA CRUA 138,05 144,17 144,58 142,68 131,10 140,12 QUEIMADA 144,17 149,05 146,13 14053 132,72 142,52 DIFERENA -6,12 -4,88 -1,55 -2,15 -1,62 -2,40</p> <p>REDUO DA DIFERENA</p> <p>ACOMPANHAMENTO DOS BLOCOS DE COLHEITAResultados da safra 2009/2010AMBIENTE POCA CORTE TCH META REAL DIF. META ATR REAL DIF.</p> <p>FRENTE 1</p> <p>BLOCO</p> <p>CORTE</p> <p>15</p> <p>B</p> <p>2</p> <p>AGO</p> <p>103</p> <p>115</p> <p>12</p> <p>137</p> <p>151</p> <p>14</p> <p>VARIEDADES RICAS : RB96 5911 e RB85 5453</p> <p>REA: 290 hectaresOBS:- Blocos = Modulos</p> <p>METAS ATRMESESABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO</p> <p> USINA SANTA FMDIAS122 129 135 140 151 158 153</p> <p>Mdias mensais obtidas de 2004/05 a 2008/09A M B I E N TE S A 122 126 135 142 143 156 158 B 119 129 136 143 149 159 152 C 124 129 134 141 151 159 154 D 122 128 135 138 150 158 151 E 126 129 137 145 159 162 152</p> <p>NOVEMBRODEZEMBRO MDIAS</p> <p>138129 136</p> <p>135130 139</p> <p>139126 143</p> <p>138129 140</p> <p>138127 145</p> <p>138128 141</p> <p>Estabelecimento de metas por modulo de produoTeores de sacarose poca de corteToneladas de ATR por hectare</p> <p>Margens de contribuio por t de canaCusto de produo por t de cana Nmero mnimo de cortes Valor justo a ser pago pelo arrendamento</p> <p>USINA ESTERPOTENCIAL DE PRODUTIVIDADEAmbientes rea (ha) A BC D E TOTAL</p> <p>Mdia 5 C 98,2 89,282,0 76,4 70,0 84,6</p> <p>2.364 5.9173.134 1.307 2.734 15.457</p> <p>Obs: Desde 2003 a TCH superior a 92 t/ha. Ganhos devidos gesto e aplicao de tecnologia</p>

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