varejo moderno

Download Varejo Moderno

Post on 24-Mar-2016

277 views

Category:

Documents

60 download

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Marketing voltado para o varejo

TRANSCRIPT

  • Varejo Moderno, 21 de abril de 2011 | 1

  • 2 | Varejo Moderno, 21 de abril de 2011

  • Varejo Moderno, 21 de abril de 2011 | 3

  • 4 | Varejo Moderno, 21 de abril de 2011

    1 VOLUME DAVAREJO: O AJUSTE DO SORTIMENTO COMEA AGORA

    Focado em fornecer informa-es essenciais gesto de ca-tegorias, este primeiro volume do Guia Prtico de Sortimento GPs chega no momento em que se-lecionar corretamente o que deve ou no entrar no sortimento de cada loja se tornou crucial.

    Analise: no ano passado, 11.443 su-per/hipermercados e atacarejos fa-turaram r$ 203,9 bilhes. Para atingir esse montante, os consumidores tive-ram de realizar 8,2 bilhes de peque-nas compras nessas lojas. Na mdia,

    o consumidor foi s compras a cada 5 dias, comprando 8 produtos em cada ocasio e gastando r$ 24,80. Os oito itens adquiridos por vez variaram de loja para loja, de acordo com o perfil da clientela. Voc deve concordar: muito difcil garantir que cada cate-

    goria mantida numa loja far parte da maioria dessas pequenas compras. O primeiro desafio determinar um sor-timento de categorias alinhado aos h-bitos de seus clientes. Para fazer isso, necessrio:

    1 Conhecer essa clientela;2 saber qual o perfil do shopper de

    cada categoria. Essa a razo pela qual o Guia de Ca-

    tegorias, que agora est em suas mos, inclui informaes essenciais gesto do sortimento,como a rvore de deci-so de compra de cada categoria, as

    verses mais vendidas e a exposio indicada para vender mais.

    Ns o convidamos a conhecer os dados contidos neste guia e a enviar seus comentrios. Basta acessar o site www.sm.com.br e clicar em Fale Conosco.

    Hoje, o perfil da clientela de cada loja diferente, o que exige a adequao

    de seu sortimento aos hbitos de compra do pblico

    Carta ao Leitor

    Jos Ap. de AlmeidaEditor

    josedesignermds@gmail.com

    VarejoModerno

    uma publicao do UnICESP-Instituto Cientfico de Ensino Superior e Pesquisa,

    produzida e editada pelos alunos do curso de Produo Publicitria, na disciplina Produo

    de Arte e Editorial.

    Jornalista responsvel: Prof. Wilma Lopes. Redao e diagramao: Jos Aparecido

    Pereira de Almeida.

    Superviso de textos: Prof Denise Amorim.

    Superviso de arte: Prof. Rogrio Fernandes Guimares.

    FACULDADES INTEGRADAS DO UnICESP (www.unicesp.edu.br)

    Reitora: prof. M.Sc. Ana Anglica Gonslves.

    Coordenador do curso de Produo Publicitria: prof. Alexandre Picarelli.

    Impresso: Grfica do UnICESP.

    Tiragem: 2.000 exemplares.

    Distribuio: Braslia - DF

    E-mail: josedesignermds@gmail.com

    Contatos: (61) 3035-9500.

    Reportagens e matrias de contedo opin tavo publicados neste veculo podem ser re-produzidas, desde que citada a fonte. Artigos assinados so da inteira responsabilidade de seus autores.

    Braslia, 20 de junho, 2011.

  • Sumrio

    MARKETING SOCIETAL COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

    Pg. 18-19

    Pg. 8-9

    O MARKETING SOCIETAL COMO FATOR DE COMPETITIVIDADE: CASES DE SUCESSO DE

    ORGANIZAES BRASILEIRAS

    FIESP E CUT QUEREM RECRIAR CMARA PARA DISCUTIR POLTICA INDUSTRIAL

    CARREFOUR ESTUDA FUSO NO BRASL COM PO DE AUCAR, DIZ JORNAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PG - 6

    NOVIDADES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PG - 12

    SETOR ATACADISTA DISTRIBUIDOR RESPONDEU POR 53,3% DAS VENDAS NO VAREJO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .PG - 14

    O LIDER NA GESTO DE MUDANAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .PG - 21

    PC SISTEMAS 25 ANOS DE LIDERANA ABSOLUTA NO SEGMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . PG -22

  • 6 | Varejo Moderno, 21 de abril de 2011

    A Companhia Brasileira de Distribuio (CBD), con-troladora do Grupo Po de Acar, afirmou hoje, por meio de comunicado ao mercado, que no parte em qualquer negociao com o Carrefour e que no contratou qualquer assessor financeiro com esse fim.

    Segundo a companhia, o acionista Casino Guichard Perrachon informou CBD que desconhecia qualquer ne-gociao at sua veiculao pela mdia e que no autorizou qualquer terceiro a representar seus interesses em tais negociaes. O acionista Ablio Diniz informou que est sempre em busca de alternativas para o crescimento da

    companhia e que no h nenhum fato ou ato que justificasse uma divulgao ao mercado.

    Desde o ltimo fim de semana, o mercado est de olho em uma pos-svel negociao entre os grupos. No domingo, a imprensa francesa revelou que o Carrefour concedeu mandato ao banco de investimentos Lazard para estudar a possibilidade de fuso entre sua filial brasileira e o Grupo Po de Acar.

    Ontem, o Valor mostrou que as con-versas para uma fuso na rea de su-permercados e hipermercados no Bra-sil comearam h cerca de um ms.

    Nesta quarta-feira, o jornal ainda apontou que o dilogo, mesmo que inicial, pode azedar a relao entre os co-controladores do Po de Acar, a rede varejista francesa Casino e o em-presrio Ablio Diniz.

    Segundo reportagem do Valor, o Ca-sino no foi informado pelo scio brasi-leiro a respeito do incio das tratativas. De acordo com pessoas envolvidas nas negociaes, somente no domingo noite Ablio Diniz enviou uma breve comunicao ao scio afirmando que as informaes que circulavam na im-

    CARREFOUR ESTUDA FUSO

    NO BRASL COM PO DE AUCAR, DIZ JORNAL

    prensa francesa eram verdadeiras.O Casino se mostrou decepcionado

    com a negligncia do Po de Acar - de no informar sobre o dilogo com a rival tambm francesa Carrefour - e est disposto a no aprovar uma even-tual transao, caso haja sucesso no dilogo.

    O Po de Acar ressaltou hoje que manter seus acionistas e o mercado devidamente informados em relao a qualquer operao, nos termos da le-gislao aplicvel.

    Questionado sobre o assunto, o sr Sussumu Honda, Presidente da Abras (Associao Brasileira de Supermercados) disse:

    Uma eventual fuso do Grupo Po de Acar com o Carrefour significaria um processo maior de concentrao, mas acho que o mercadose adaptaria rapidamentea ele.

    Por: Daniele Madureira

    Notcias Gerais

    NA AVALIAO DOS ESPECIALISTAS, UM ACORDO DO TIPO

    LEVANTARIA PROVAVELMENTE

    OPOSIES DA CONCORRNCIA

    Tudo que acontece no mercado

    supermercadista

  • Varejo Moderno, 21 de abril de 2011 | 7

  • 8 | Varejo Moderno, 21 de abril de 2011

    FIESP E CUT QUEREM RECRIAR CMARA PARA DISCUTIR POLTICA INDUSTRIAL

    O ESPAO REUNIRIA REPRESENTANTES DOS EMPRESRIOS, DOSTRABALHADORES E DO

    GOVERNO PARA DEBATER MEDIDAS DE INCENTIVO AO SETOR NO BRASIL

    Entre as aes sugeridas esto a reduo da Selic e a desonerao da folha de pagamento

    Empresrios e sindicalistas vo propor ao governo a recria-o de uma cmara tripartite para discusso de polticas de incentivo indstria nacional. Essa

    cmara deve reunir representantes dos industriais, dos trabalhadores e do governo para elaborar medidas de

    proteo de empresas brasileiras e dos empregos gerados por elas.

    A ideia de recriao da Cmara Se-torial da Indstria foi divulgada hoje (23) por representantes da Federao das Indstrias do Estado de So Paulo (Fiesp), da Central nica dos Trabalha-dores (CUT), da Fora Sindical e de sin-dicatos de metalrgicos da capital e do ABC Paulista. A proposta para a monta-gem do grupo deve ser apresentada ao vice-presidente da Repblica, Michel Temer, em um seminrio programado para quinta-feira (26), em So Paulo.

    Segundo empresrios e sindicalistas, a ideia que a cmara siga um modelo j adotado em 1992, na poca da cri-se das montadoras do ABC. Naquela poca, a discusso entre trabalhado-res, empresrios e o governo ajudou a encontrar solues para a reduo da produo de automveis no pas e para os cortes de empregos nas em-presas.

    Desta vez, de acordo com o presiden-te da Fiesp, Paulo Skaf, a preocupao so os ataques indstria nacional pelos importados. Ele afirmou que a produo nacional est ameaada pela concorrncia estrangeira e defendeu que o governo federal adote medidas para proteg-la.

    Entre as aes sugeridas esto a re-duo da taxa bsica de juros, a Selic, a desonerao da folha de pagamento, o fim da guerra fiscal entre estados, a limitao da entrada de capital estran-geiro especulativo no pas e medidas de estmulo inovao. Sindicalistas e empresrios tambm defendem o reajuste do limite de iseno do Im-posto de Renda e o no recolhimen-to de impostos sobre valores rece-bidos como Participao nos Lucros e Resultados (PLR).

    Por: Daniele Madureira

    Notcias Gerais

  • Prdio da Fiesp onde houve a reunio do empresrios e sindicalistas.

    Para o presidente da Fora Sindi-cal, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), essas medidas incentivariam o setor produtivo e o ajudariam a se manter competitivo ante a concor-rncia estrangeira, produzindo itens com mais tecnologia e valor agregado. Quando voc olha o pas por cima, ele est muito bem. Mas quando voc olha a indstria, a situao grave, afirmou. Estamos virando um pas de aperta-dores de parafuso.

    Sergio Nobre, presidente do Sindi-cato dos Metalrgicos do ABC e repre-sentante da CUT, tambm afirmou que a indstria brasileira precisa evoluir tecnologicamente. S assim, segundo ele, os empregos gerados pelo setor sero mantidos nos prximos anos.

    Nobre disse que, por falta de tec-nologia e de polticas de incentivo indstria nacional, o Brasil tem impor-tado cada vez mais produtos manufa-turados. Essa importao tem fechad