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APOSTILA DE LNGUA PORTUGUESA PARA

ESCRITURRIO DO BANCO DO BRASILEncontre o material de estudo para seu concurso preferido em

www.acheiconcursos.com.brContedo: 1. Interpretao de textos 2. Tipologia textual 3. Parfrase, perfrase, sntese e resumo 4. Significao literal e contextual de vocbulos 5. Processos coesivos de referncia 6. Coordenao e subordinao 7. Emprego das classes de palavras a) Substantivo b) Adjetivo c) Artigo d) Numeral e) Pronomes f) Verbo g) Advrbio h) Preposio i) Interjeio 8. Estrutura, formao e representao das palavras 9. Ortografia oficial 10. Pontuao 11. Concordncia nominal 12. Regncia verbal e nominal

INTERPRETAO DE TEXTOSORIENTAO PARA AS QUESTES DE TEXTO 1. Ler duas vezes o texto. A primeira para ter noo do assunto, a segunda para prestar ateno s partes. Lembrar-se de que cada pargrafo desenvolve uma idia. 2. Ler duas vezes o comando da questo, para saber realmente o que se pede. 3. Ler duas vezes cada alternativa para eliminar o que absurdo. Geralmente um tero das afirmativas o so. 4. Se o comando pede a idia principal ou tema, normalmente deve situar-se no primeiro ou no ltimo pargrafo - introduo ou concluso. 5. Se o comando busca argumentao, deve localizarse nos pargrafos intermedirios - desenvolvimento. 6. Durante a leitura, pode-se sublinhar o que for mais significativo e/ou fazer observaes margem do texto. Texto 1 Sinh Vitria falou assim, mas Fabiano resmungou, franziu a testa, achando a frase extravagante. As aves matarem bois e cabras, que lembrana! Olhou a mulher, desconfiado, julgou que ela estivesse tresvariando.(GR. Vidas Secas.)

1. Com relao tipologia e estrutura textuais, julgue os itens abaixo. a) Trata-se de um texto predominantemente narrativo. b) No h quaisquer ndices de descrio. c) H no texto a presena do narrador externo ou com viso exterior, apenas. d) Percebe-se no texto a presena do discurso indireto livre. e) O vocbulo tresvariando traduz a idia de inferioridade. Leia os textos seguintes. Pausa Potica Texto 2 Sujeito sem predicados Objeto Sem voz Passivo J meio pretrito Vendedor de artigos indefinidos Procura por subordinada Que possua alguns adjetivos Nem precisam ser superlativos Desde que no venha precedida De relativos e transitivos Para um encontro voclico Com vistas a uma conjugao mais que perfeita E possvel caso genitivo(S.P)

Texto 3 Sou divorciado - 56 anos desejo conhecer uma mulher, desimpedida, que viva s, que precise de algum muito srio para juntos serem felizes. 800.0031 (discretamente falar com Astrogildo)(O Popular. Goinia, 25/9/99.)

2. Com base na leitura dos textos 2 e 3, julgue os itens subseqentes. a) No texto 2, o eu-lrico usa da metalinguagem para caracterizar o sujeito e o objeto de sua procura. b) Nos dois textos percebemos a utilizao do aspecto descritivo. c) H no texto 3 a presena da funo referencial da linguagem. d) A expresso meio pretrito, do texto 2, fica explicitada cronologicamente na linguagem referencial do texto 3. e) Na leitura dos dois textos, pode-se afirmar que ambos expressam a mesma viso idealizada e potica do amor. 3. Ainda em relao leitura dos textos 2 e 3, julgue os itens. a) A expresso "Desde que no venha precedida de relativos e transitivos", no texto 2, tem seu correlato em "mulher desimpedida, que viva s", do texto 3. b) No texto 2 tem-se a presena ela linguagem metafrica. c) O vocbulo por (texto 2) estabelece idia de causalidade. d) A funo potica da linguagem est presente apenas no texto 3. e) A expresso "desde que" (texto 2) estabelece idia de causalidade.

Leia o texto a seguir e faa o que se pede. Texto 4 A proteo dos inocentes No limiar do sculo 21. as crianas e as mulheres integram a maioria esmagadura das vtimas da pobreza e da violncia cm todo o mundo. As afrontas aos direitos das crianas podem variar de regio para regio. Nos pases pobres, elas caracterizam-se pela desnutrio, pela carncia de cuidados com a sade e educao, ou pela ausncia absoluta de outros indicadores de desenvolvimento humano. No sei se, para ventura ou desventura dos brasileiros, o Brasil . um pas de contrastes. Figura entre as dez maiores economias do mundo, e. no entanto. no distribui coar equanimidade a sua renda interna. Sua Constituio tida como mais avanada no que diz. respeito aos direitos sociais. No obstante, seus indicadores ele desenvolvimento humano, revelam que ocupa apenas o 72 lugar no escalo dos 174 pases pesquisados, sendo pouco satisfatrios os ndices relativos aos atendimentos que nele so dispensados aos direitos da infncia e da adolescncia. O Estatuto da Criana e do Adolescente hoje reconhecido internacionalmente como uma legislao de superior qualidade. Mas no posso deixar de enfatizar a exigidade desses avanos em confronto com a magnitude da dvida social elo brasileiro para com suas crianas e adolescentes... ( ... )(Reginaldo de Castro, Presidente nacional da Ordem elos Advogados do Brasil.)

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4. Com base na leitura do texto e informaes nele contidas, julgue os itens a seguir. a) H no texto o predomnio de linguagem dissertativa-argumentativa. b) Verifica na leitura a presena do ndice de subjetividade. c) O Brasil figura entre as dez maiores economias do mundo, visto que distribui com igualdade a sua renda interna. d) Das 174 pesquisas realizadas, o Brasil figura no setuagsimo segundo lugar em indicadores de desenvolvimento humano. e) A expresso no obstante estabelece a idia de oposio.

Texto V ARC* e o dio Entre os Povos Arc, o marciano, andou lendo que "os povos judeu e palestino se odeiam". - Como dois povos podem se odiar se nem todos se conhecem de um lado e do outro? - Como assim ? 5 - Todos os palestinos odeiam todos os judeus? - Claro que no, marciano. At porque VEJA disse que so 7 milhes de palestinos de um lado e 6 milhes de judeus do outro. - Que absurdo dois povos se odiarem sem se 10 conhecer! Como que se pode odiar algum que no se conhece? - Essa no, marciano. Tem umas pessoas que eu no conheo pessoalmente, mas no gosto nada delas... 15 - Tudo bem, mas voc sabe alguma coisa delas, pela imprensa, porque lhe contaram. No o caso dos judeus e dos palestinos. - Como assim? - Como assim? Como que se pode odiar al20 gum que voc nunca viu, que podia ser seu amigo mas voc no sabe nem o nome? 5. Com base na leitura do texto e informaes nele contidas, julgue os itens. a) O texto apresenta o dilogo entre Arc, o marciano, e os palestinos. b) Percebe-se no texto a presena do discurso direto. c) correta gramaticalmente a re-escritura do trecho: "Arc, o marciano, lera que os povos judeus e o palestino se odeiam..." d) Mantm-se o sentido e a correo gramatical a re-escritura das linhas (13 a 15). Essa no marciano. Tm pessoas que eu pessoalmente no conheo, mas nada delas eu gosto. e) A progressividade da argumentao do texto marcada por elementos lingsticos como: "Como assim? Claro que no, marciano; Essa no, marciano; Tudo bem".

Texto VI Helicptero da Operao Vero ficar em Santa Catarina Tera, 12 de maro de 2002, 19h 16. O helicptero de resgate areo da Polcia Rodoviria Federal permanecer em Santa Catarina durante todo o ano, mesmo aps o trmino da Operao Vero. A necessidade foi comprovada Administrao Geral em Braslia, tendo como base o relatrio de atendimentos. No perodo de 5 de dezembro do ano passado at o ltimo dia 7 de maro, a equipe de resgate areo foi acionada 110 vezes e atendeu acidentes de trnsito, casos clnicos e afogamentos. Neste vero, foram registrados 2.409 acidentes nas estradas federais de Santa Catarina, que deixaram 1.637 feridos e 123 mortos, 20% a menos do que na ltima temporada.(JB On-Line.)

6. Com base nas estruturas morfossintticas e semnticas, julgue os itens a seguir. a) Na parfrase: O relatrio de atendimentos foi comprovado pela Administrao Geral em Braslia, tendo como base a necessidade, houve manuteno do sentido original. b) O elemento coesivo "mesmo estabelece idia de confirmao. c) Na releitura: Acionaram 110 vezes a equipe de resgate areo, atenderam acidentes de trnsito, casos clnicos e afogamentos, houve a manuteno do sentido original. d) A expresso do que" restabelece idia de comparao. e) Verifica-se ao longo do texto o uso da funo referencial.

Leia o texto abaixo e faa o que se pede.

Texto VII Lngua morta Uma nova ameaa paira sobre a lngua portuguesa. Depois de os economistas e cientistas polurem a ltima flor do lcio com termos estrangeiros de necessidade duvidosa, vm agora os especialistas em informtica com expresses como "deletar", "ressetar (com um ou dois esses?), "backup" et cetera. Por que no usar os simples e portugueses equivalentes "apagar", "religar" e "cpia de segurana"'? evidente que as lnguas evoluem recebendo influncias umas das outras. De outro modo. o prprio portugus no existiria, e ns ainda estaramos falando o indo-europeu. Sem cair no extremo xenfobo dos franceses que, por fora de lei, pretendem eliminar os anglicismos, h que se reconhecer que devem existir certos limites para a incorporao de termos de outros idiomas. Em primeiro lugar, preciso que no exista um equivalente vernculo, ou seja, que a nova palavra de fato enriquea a lngua e no a deturpe dando-lhe apenas um sotaque estrangeiro. No se trata de purismo ou amor incontido pelo passado, mas sim de preservar um lxico que permita a comunicao entre os mais variados setores da sociedade. Quem chegar a um trabalhador rural, por exemplo, e pedir-lhe que "delete alguma coisa, certamente no se far compreender. J o bom e velho "apagar" termo conhecido de todos os que dominam minimamente o portugus. Tentar preservar a lngua adquire, assim, um carter socializante. A batalha contra o "inforrmatiqus" deve ser travada enquanto tempo, ou o idioma portugus correr o srio risco de tornar-se a mais viva das lnguas mortas.(Folha de S. Paulo)

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7. Com base na leitura do texto e informaes nele contidas, julgue o