UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANA FACULDADE DE ?· organica au inorganica. ... recepyao da materia prima…

Download UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANA FACULDADE DE ?· organica au inorganica. ... recepyao da materia prima…

Post on 25-Jan-2019

212 views

Category:

Documents

0 download

TRANSCRIPT

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANA

FACULDADE DE CIENCIAS AGRARIAS

CURSO DE MEDICINA VETERINARIA

CONTROLE DE QUALIDADE

CURITIBA

2002

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANA

FACULDADE DE CIENCIAS AGRARIAS

CURSO DE MEDICINA VETERINARIA

CONTROlE DE QUALIDADE

Trabalho de conclusao de cursoapresentado ao curso de MedicinaVeterinaria da Universidade Tuiuti doParana como requisito parcial para aobtengao do titulo de MedicaVeterimlria.Orientador: Marcos Martinez do Vale

CURITIBA

2002

SUMARIO

INTROOUCAO.

1. REVISAo DE LTERATURA. 2

2. MATERIAlS E METODOS.. 4

2.1. Ponto critico de controle amostragem... 52.2. Ponto critico de controle analise fisic8.... 62.3. Ponto critico de controle analise quimica e bioquimica. 72.4. Ponto critico de oontrole amIllise microbiol6gica.. 82.5. Ponto critico de controle moega de recepc;ao.. 82.6. Ponto critico de controle armazenagem.. 92.7. Ponto critico de controle moagem.. 102.8. Ponto critico de controle mistur8... 122.9. Ponto critico de controle extrusao... 132.10. Ponto critico de controle secagem.. 142.11. Ponto critieD de controle engorduramento.. 152.12. Ponto critico de controle ensaque 152.13. Ponto critico de controle estocagem 162.14. Ponto critico de controle distribuiy1io.. 172.15. Ponto critico de contra Ie analise fisica.. 18

3.RESUL TADOS 19CONCLUsAo.......... 20

BIBLIOGRAFIA. 21

INTRODUc;:Ao

o tema desta monografia relaciona-se com 0 controle de qualidade emfabricas de ra90es.

Teve como objetivo geral a proposta de pesquisar e analisar a pn3.tica dos

pontcs crfticos de controle e tomou-se como objetivos especificos: amostragem,

analise fisica, analise quirnica e bioquimica, analise microbiol6gica, moega de

recep~o, armazenagem, moagem, mistura, extrusao, secagem, engordurarnento,

ensaque, distribuiy8.o e analise fisica.

Este tema da subsidios para analisar e consequentemente melhorar, a pratica

utilizada, objetivando uma alimentayao animal de boa procedemcia.

2

1. REVISAO DE LlTERATURA:

A preocupa~o com a qualidade existe desde as primordios das civiliza90es.

Historicamente associado a realizar;Oes de inspe90es e testes nos servi90s auprodutos acabados, 0 conceito de controle de qualidade sofreLi mudanyas

significativas com a revalucao industrial, quando ganhou mais import~ncja. A

aplicayao de teorias estatfsticas aos pianos de inspey80 e testes representa uma

nova etapa do conceita, denominada controle estatistico da qualidade. Na segunda

metade do seculo XX, a cornplexidade tecnol6gica, 0 aumento do volume de

investimentos e a necessidade de segurant;a concorreram para a amp1ia93D do

controle da qualidade. Tornou-se absolutarnente fundamental assegurar,

previamente a qualidade dos produtos, servit;Os, instalagoos e equiparnentos, 0 que

deu origem aa colltrale total da qualidade. (ALGARTE E QUINTANILHA. 2000, p. 11)

o controle de qualidade e obrigayao de todos. E urn novo modelo gerencialcentrado no controle do processo, tendo como meta a satisfayao das necessidades

das pessoas. Controle de qualidade e e)(ercer a "controleH sabre as dimens6es da

qualidade. 0 objetivo mais importante deste ~controle" e garantir a qualidade do seu

prodllto~ para 0 seu cliente externo au interno. A pratica consciente do controle de

qualidade par todas as pessoas da empresa, assumindo, a responsabilidade (fins)

sabre os resultados do "seu processo" e a 8utoridade {meios) sobre seu processo, e

a base do gerenciamento participativo e a pilar de sustentag80 do contra Ie de

qualidade total. A participa~a das passaas nila e conseguida por exartayaa, mas

3

por educa980 e por treinamento na pratica do controle de qualidade. (CAMPOS,

1992, p. 41).

A industria de rac;:6es nao foga as regras do mercado cada vez mais

competitivD, com margens cada vez menores, 0 que exige redu~o de custos sem,

no entanto, afetar a qualidade do produto final. A competic;lio intemacional,

especial mente para as industrias exportadoras de carnes, estao constantemente

submetidas a regras comerciais e barreiras de diferentes tipos. Alem dista, no

mundo inteiro, existem movimentos ambientalistas e a ISO 14000 em plena

implementacyao, pelo menDS nos paises mais desenvolvidos, 0 que exigira cada vez

mais produtos naturais e livres de contaminac;:6es. Portanto, 0 desenvolvimento de

hknicas que visem melhorar a competitividade deve S8r vista com muita aten~o e

cuidado. Neste sentido, diagnosticar as riscos e controlar as pontcs criticos no

processo de produyao e uma ferramenta indispensavel. Para fazer uma analise dos

pontos criticos, precisamos, em primeiro lugar, eSlabelecer 0 que queremos (as

objetivos) e, apos, estabelecer um plano de a98o. (KLEIN, 1999, p.1).

o controle de qualidade exercido pelas fabricas de raes tem influidodecisivamente no melhoramento da qualidade das materias-primas comercializadas

no mercado domestico. (COMPENDIO BRASILEIRO DE ALiMENTAC;;AO

ANIMAL,199B, P.5)

Uma frase comumente ouvida em nosso ambiente de trabalho e K 0 animal

nao come a f6rmula e sim a ra9~o produzida a partir delaN, Isto quer dizer que uma

dieta tecnicamente perfeita, calculada com a precisao de um computador, pode ser

totalmente prejudicada pelo uso de ingredientes fora do padrao, pesagens erradas,

moagens mal feitas, misturas inadequadas, contaminac;oes cruzadas, erros na

4

identificac;ao de produtos finais, tude issa levando-s8 a maus resultados e prejuizos,

dai a grande importimcia do controle de qualidade. (TARDIN, 1989, p. 72).

Uma boa fabrica (um bom processo). Significa que ela seja capaz de

preservar a qualidade das materias-primas e conseguir traduzir fielmente a formula

em ra980. (KLEIN, 1999, p.1).

Sistema APPCC e bastante familiar e mais conhecido par sua sigla original,em ingl~s - HACCP, au Hazard Analysis and Critical Control Paint, que, no Brasil,

ganhou 0 nome de Analise de Perigos em Pontcs Criticos de Controle au,

simplesmente, APPCC. Hi! quem observe que a versao brasileira, ja oficializada, do

HAGCP, n~o mereceu traduyao adequada, afirmando que 0 rna is correta seria

"Analise de Risco e Controle de Pontos Criticos". Independente, pon:im, da

contesta980, a verdade e que a filosofia do APPCC passou a integrar a cultura das

principais industrias do Pais, com urn desdobramento que extrapola seus objetivos

iniciais. Pais a Sistema APPCC foi original mente desenvolvido (EUA, inicio dos

anos 60) com a finalidade de assegurar a produ~o de alimentos com "defeito

zero", ou seja, dentro das melhores condic;Oes higienico-sanitarias passiveis.

(MELLO, 2002, p.1)

sistema HACCP (analise de peri gas e pontos criticos de controle) pode seraplicado em todas as eta pas de processamento e desenvolvimento de alimentos,

desde os primeiros estagios da produyao ate 0 consumo. Os principios HAeCp s~o

aplic8veis a tada e qualquer atividade relacionada a alimentos. Um plano HACCP,

entretanto, e especifico para 0 produto e 0 processo, a que explica sua restric;ao a

5

algumas eta pas, como transforma9ao e/au processos industriais. (intranet.inppaz.

org.ar/nhp/GMP/P/part3.htm - 34k)

Ponto critico de contrale: amostragem.

Riscos a serem prevenidos: amostras naD representativas.

Criterios de controle: utiliza~o de tecnicas de amostragem adequadas para cada

tipo de praduto.

Procedimento de monitoramento:

Materia prima a granel: coletar amostras 80 acaso em varios pontcs da carga.

Materia prima ensacada: verificar tipo e estado das embalagens, informac;:6es dos

r6tulos e amostras correspondentes 80 tamanho do lote.

Materia prima liquida: coletar amostras em varias niveis do recipiente.

Verificac;ao: avaliar periodicamente 0 estado dos equipamentos utilizados e sa as

procedimentos estao sendo seguidos. (analise de perigos e pontos criticos de

contrale)

o compendia brasileiro de alimentac;.3o animal afirma que por meio demedidas que sejam exatas, confiaveis e reprodutiveis. Estes resultados somente

refletirao a real composic;ao de urn produto se a colheita do material for

convenientemente efetuada.

Scundo Klein, (199~, 0.;3)E necessario ,cue se tenha um laborat6rio minimo

para checar os pontos criticos de contaminac;ao do processo. Devemos, tambem,

enfatizar que as amostras mal coletadas e/ou mal manuseadas para os objetivos

propostos, podem comprometer

todo 0 trabalho.

Ponto critico de controle: analise fisica.

6

Riscos a serem prevenidos: produtos contaminados, danificados e com excaSSD de

umidade. Presenc;a de contaminantes.

Criterios de controle: analise macrosc6pica, analise granulometrica, peso especifico

e determinayao do tear de umidade, microscopia.

Procedimentos de monitoramento: determinar as caracterfsticas fisicas da materia

prima, lais como cor, odor, textura, granulavao, umidade, focos de produtos

empedrados e densidade. Contaminantes atraves de microscopia.

Verifica

7

Procedimentos de monitoramento: determinagao de macro e micro nutrientes como:

proteina, aminoacidos, extrato etereo, acidos graxos, fibra bruta, pH, Indice de

peroxido, brix, solubilidade, materia seca e digestibilidade entre Qutros.

Verificayao: avaliar as metodos analiticos de controle de alimentos para usa animal e

sua concordimcia com 0 manual. (analise de perigos e pontcs criticos de control e)

A analise dos alimentos e um dos principais pontcs a serem observados no

setor de nutriyao animal. 0 objetivo principal da analise e de S8 conhecer acornposi~o quimica, alam de verificar a identidade e pureza, sejam elas de natureza

organica au inorganica. (Silva, 1981, p. 1)

A capacidade de nos aproximarmos da qualidade nos processos quimicos

depende da habilidade em medirmos as variilveis acuradamente, principalmente se

o processo de controle de qualidade se basear nesses resultados.

Ponto critico de controle: analise microbiologica.

Riscas a serem prevenidos: presenya de toxinas, fungos e bacterias.

Criterios de controle: analise atraves de contagem das co16nias, isola menta e

seler;ao, cramatagrafia e ensaio imuna-enzimatico.

Procedimentos de monitoramento: determina~~o do numero de col6nias par gramas

do produta, isolamento, identifica~o e quantifica98o.

Verificac;aa: avaliar os metodos analiticos de controle de alimentos para usa animal.

(analise de perigos e pontos criticos de contrale)

Normalmente, em alimentos, sao muita enfatizadas os peri gas de natureza

biol6gica em detrimenta dos demais tipas de perigas. Ista S8 explica pelo fata dos

inddentes de natureza biol6gica (principalmente os devidos a bacterias patagenicas

ou suas toxinas) serem de ocorrencia rna is frequente; no entanto, em muitos

8

produtos, perigos de natureza fisica (par exemplo, fragmentos metalicos, pedac;os de

vidro, etc) au quimicos (par exemplo, residuos de antibioticos, pesticidas, meta is

pesados, etc) podem ser tao au mais importantes

Toxinas comumente procuradas sao: aflotoxina, que e urn subproduto dofungo aspergillus fane que e urn dos mais potentes carcinogenicos conhecidos, a

zearalenona que e produzida par urna especie de fusarium, a presenc;:a dazearalenona causa entre outros problemas a diminuig80 da fertilidade e libido.

(catalogo).

Ponto critieD de controle: moega de recepyao.

Riscos a serem prevenidos: contamina

9

Portanto, a capacidade e a qualidade do beneficiamento das maquinas de limpeza

sao pontcs criticos. A quirela, para a aera98o, e urna impureza. (Klein, 1999, p. 4)Ponto critieD de controle: armazenagem.

Riscos a serem prevenidos: perdas qualitativas e quantitativas.

Criterios de controle: acondicionamento em armaz!ns au silos com condic;Oes de

aeraryao e assepsia.

Procedimentos de monitoramento: higienizaryao e sanitizay~o dos armazens e silos.

Manutent;ao da temperatura e umidade ern niveis aceitaveis.

Verifica~o: avallar periodicamente as condi96es de armazenagem.

(analise de perigos e pontos criticos de controle)

o assunto e por dernais extenso para nos aprofundarmos nele. Algumasnormas gerais a serem seguidas sao:

Manter todas as areas de armazenagem limpas, livres de goteiras e umidade nos

pisos;

Contrelar insetos, roedores e passares;

Emblocar as materias primas e rac;6es sobre estrados;

Nao encostar lotes nas paredes, permitindo a circula9Ao de ar e de pessoas entre

as lotes;

ldentificar e dat8r as lotes de materias prima facilitando a rota~o dos lotes e

evitando usos errados na produ~o;

Identificar claramente as raes armazenadas. Na realidade, rac;6es nao sao

feitas para serem armazenadas. Em principia, quanta mais frescas (novas), mais

palatilveis serao, gerando melhores resultados.

10

Colocar term6metros em lotes de farinha de came, peixe, penas e visceras,

fareta de arroz gordo e ler diariamente a temperatura, Sua elevayao significa

atividade biologica no lote. (Tardin, 1989, p. 79)

Ponto critico de controle: moagem

Riscos a serem prevenidos: granulometria inadequada provocando

comprometimento da mistura.

Criterios de controle: regulagem e tipo de moinho e peneiras compatlveis com a

granulometria desejada.

Procedimentos de monitoramento: ajustar a rotayao diametro dos furos da peneira,

tipo e area da abertura da peneira, distanda entre martelos e peneiras, numeras de

rnartelos, fluxo de moagem.

Verifica9flo: avaliar a mistura periodicamente.

(analise de perigos e pontos criticos de controle)

Os ingredientes que necessitam passar por urn processamento de moagem

sao os grao de cereais como: milho, sorgo, triticale ou ainda ingredientes peletizados

como farelo de soja e algodao. Muita aten

11

mantenham uma uniformidade na produ~ao. (Boletim de informa~o Nuvital, 2002, p.

02).

Segundo Zanotto et al. (1996, p. 19) 0 milho participa normal mente de 60% a70% na composi

12

tempo de mistura esla estreitamente ligado ao tipo de equipamento utilizado na

operac;ao. Em geral, as fornecedores do equipamento deveriam efetuar estudos e

orientar as usuarios em seus folhetos tecnicos. A definic;llo mais precisa do tempo

mistura pode ser feita com 0 uso de provas de laboratorio. Os dados de tempo

podem sofrer varia,Oes em fun,lio da geometria do misturador (altura e diametro),

inclinac;:ao das alatas, estado de conserva~o das roscas, potEmcia, numero de

rota

13

Verifica\'ilo: avaliar 0 produto em periodos preestabelecidos.

(analise de perigos e pontos criticos de controle)

Em termos simples, extrus~o e urn processo de cozinhar sob pressao,umidade e temperatura elevada. Entre as func;68s que urn extrusor fornece estao

incluidas a moagem, hidrata~o, tosquia, homogeneizac;ao, mistura, tratamento

termico, gelatinizac;ao, desnaturac;tio proteica, destrui

14

determina~o da presen.ya de fungos na rac;ao enos seus ingredientes. Par isse,

torna-S8 muito importante a determinac;ao do grau de umidade desses produtos,

inclusive na ra~o final.

Ponto critieo de controle: engorduramento.

Riscos a serem prevenidos: adicyao maior au menor do que 0 desejitvel, afetando a

palatabilidade au favorecendo ao desenvolvimento de fungos, bacterias e producyao

de toxinas.

Criterios de controle: adi~o de produtos adequados e nas dosagens recomendadas.

Procedirnentos de monitoramento: limpar 0 equipamento e regular a dosagem de

produto em rela980 a quantidade de ra~o.

Verificacyao: avaliar as operayOes regulagens.

(analise de perigos e pontos criticos de controle)

Durante as ultimos anos vem-S8 realizando uma exaustiva pesquisa dos

metodos e produlos para !impeza, em virtude das maiores exigencias de todos as

c6digos alimenticios do munda relativamente a higiene. Isso resulta em uma

complicac;ao na hera de fazer a escolha, e tambem exige pessoal experimentada no

ass unto, e que saiba tamar as decis6es mais acertadas para cada case (Madrid,

1988, p. 569)

Ponto critico de controle: ensaque.

Riscos a serem prevenidos: contamina9ao, sacaria defeituosa e fechamento

inadequado.

Criterios de controle: assepsia, utiliza'YBo de embalagens adequadas e manutenyao

da maquina.

Procedimentos de monitoramento: treinar 0 pessoal de opera9Bo e manuten9Bo da

maquina de ensaque.

Verificac;:ao: avaliar periodicamente as operat;:oes.

(analise de perigos e pontos criticos de controle)

BERGEROT (1980, p. 63) define embalagem como um meio de manter as

condit;:6es ideais exigidas para cada produto, isolanda-o total ou parcialmente do

ambiente que 0 cerca. 0 autor apresenta suas quatro funt;:oes: contenyao, proteyao,

trans porte e venda do produto. Destaca ainda a exist~ncia de urn acentuado

entrela9amento entre elas, de tal sorte que, ao se projetar uma embalagem todas

deverao se levadas em conta.

A embalagem, em decorrencia, cria urn micro-ambiente no seu interior, que

sofrera maior ou menor influencia do macro-ambiente em funyAo do material

utilizado. Em se tratando de alimentos enlatados, a luz, 0 oxigenio e a umidade

relativa extern a, nenhuma influencia exercerao no produto. No entanto, este estara amerce das oscilay6es de temperatura urna vez que os materiais de embalagem, na

sua grande maioria nao sao isolantes termicos. No que se refere ao micro-ambiente,

a umidade relativa do espayo livre sera alta, ideal para a manutenyao da qualidade

de alimentos tratados termicamente. (Kramer, 1975, p. 256).

Ponto cntico de controle: estocagem

Riscos a serem prevenidos: vazamento de embalagens, ataque de roedores e

insetos e contaminayao par rnicroorganismos.

Criterios de controle: desinfe~o, limpeza e controle da temperatura da area de

estocagem e elimjna~o de possiveis pontos de goteiras na cobertura

Procedimentos de monitoramento: manuten~o da limpeza.

15

16

Verificagao: avaliar as condiy6es de estocagem.

(analise de perigos e pontos criticos de control e)

Os alimentos nao pereciveis podem ser estocados a temperatura ambientesem que acorra cresci menta microbiano em escala tal que imp Iique em deteriora

17

Procedimentos de monitoramento: verificar validade de cada late e identificar

embalagens defeituosas.

Verificac;ao: avaliar as condiyOes de estocagem.

(analise de peri gas e pontcs crftioos de controle)

Os alimentos, quer sejam industrializados ou nao, mantem-se em constante

atividade biologica, manifestada par alteraes de natureza qui mica, fisica,

microbiol6gica ou enzfmica, e que as levam a deteriora9Bo da qualidade durante aestocagem. Fica evidente, portanto, que a express~o "intervalo de tempo~ S8 aplica avida dos alimentos, muito embora requeira uma redefiniyao de parAmetros, porque,

nesse case especffico, a atividade biol6gica nao cessa quando as mesmas naG mais

S8 prestam ao consumo. A este "intervalo de tempo~, para produtos alimenticios, edado 0 nome de vida util ou vida-de-prateleira. (Cabral, 1980, p. 371-479).

Ponto critico de controle: analise ffsica.

Riscos a serem prevenidos: presen98 de vitaminas e aditivos declarados, au nao

contaminantes.

Criterios de contra Ie: analise micro-quimica e microscopia.

Procedimentos de monitoramento: determinar as caracterlsticas fisicas baseadas na

reac;ao calorimetrica e presenya de ingredientes indesejaveis.

Verificac;.ao: avaliar periodicamente as procedimentos.

(analise de perigos e pontos crfticos de controle)

19

Procedimento de monitoramento: determinar as caracterfsticas f1sicas baseadas na

rea

20

CONCLusAo

Analisando as pontos criticos de centrale, observa~se que poueD foi feito

nestes anos todos.

As quest6es norteadoras deste trabalho contribuiram para observar e reparar

cartas acomodac;:6es.

Oiante do exposto aeirna, se faz necessaria que as medicos veterinarios se

conscientizem do seu papel se transformadores. Para isso precisamos deixar as

falsas teorias e exercitar as novas praticas, quero dizer as boas praticas de controle

de qualidade.

21

BIBLIOGRAFIA

1. ALGARTE E QINANILHA A Hist6ria da qualidade e 0 programa brasieiro da

qualidade e produtividade. INMETRO/SENAI, 2000

2. BERGEROT FILHO, JEAN. Embalagens Convertidas- apresentado no

seminario de embalagens flexiveis para a alimenta~ao. Ital, 1980

3. CABRAL, AC.D e FERNANDES. MHC. - Aspectos gerais sobre a vida de

prateleira de produtos alimenticios. Ital, Qutldez, 1980.

4. CABRAL, A.C.D. e FERNANDES. M.H.C.- embalagem para produtos. Ital.

janlmar.1982

5. CAMPOS, VICENTE FALCONI. TOC: Controle de qualidade total (no estilo

japones). Rio de Janeiro: ed. Bloch, 1992.

6. COMPENDIO BRASILEIRO DE ALIMENTACAO ANIMAL: Sindira

22

11.MELLO, ROSSANA VALENTE. Controle de Qualidade. Disponivel em: www.

Avisite.com.br. Acesso em 15/0512002.

12.TARDIN, AsiLiO CEZAR - Manejo de Frangos de Corte Curso de

Atualiza~ao: Apinco,1989.

13. SILVA, DIRCEU JORGE DA. Analise de alimentos, 1981.

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANA

FACULDADE DE CIENCIAS AGRARIAS

CURSO DE MEDICINA VETERINARIA

RELATORIO DO ESTAGIO

CURITIBA

2002

MARCELA COSTA ITIBER!: DA CUNHA

RELATORIO DO ESTAGIO

Trabalho de conclusao de cursoapresentado ao curso de MedicinaVeterimiria da Universidade Tuiuti doParana, como requisito parcial para aobtengao do titulo de Medica Veterinaria.Orientador: Prof. Marcos Martinez do Vale

CURITIBA

2002

APRESENTAc;:iio

Esse trabalho de conclusao de curso apresentado ao curso de Medicina

Veterinaria, e constituido de duas partes: 0 relatoria final de estagio curricular e a

monografi8. Que dentre as diversas atividades desenvolvidas no estagio, foi eleito

um tema (controle de qualidade), e, sabre esse tema, foi desenvolvido um estudo

bibliografico.

Este trabalho e dedicado a minha doce av6, Enyr C. Itiber,; daCunha, com todo amor e carinho.

Por seu amor e dedicacao imensuraveis que me inspiram a ser 0

melhor que posso. E e por acreditar em mim que isso tudo foi passivel.

Agrade

RESUMO

No estagio curricular obrigat6rio realizado na Nuvital Nutrientes,

instalada na estrada da Ribeira municipio de Colombo/PR. Observou-se

que 0 setor de suprimentos (aquisi

LlSTA DE ILUSTRAr;:OES

TABELA 1 - Niveis de urease e solubilidade proteica .. 11

TABELA 2 - Necessidades nutricionais para bovinos de corte em

confinamento.. 40

TABELA 3 - Composi9~O quimica e valor energetico da silagem de milho.. 40

TABELA 4 - Resumo das lormula90es por lase.. 44

TABELA 5 - Considerac;6es de umidade.. 45

TABELA 6- Resumo das 10rmulac;6es por lase com silagem de grao umido.. 46

SUMARIO

DEDICATCRIA..

AGRADECIMENTOS .. iii

RESUMO ..

LISTA DE ILUSTRAC;OES

INTRODUC;AO ..

DESCRIC;Ao DO LOCAL DO ESTAGIO ..

1. LABORATCRIO DE ANALISES BROMATOLCGICAS ..

iv

2

3

1.1. Analises Realizadas .. 3

1.1.1. Determina,ao de Umidade.. 31.1.2. Determina,ao de Extrato Etereo.. 41.1.3. Determina,ao de fibra Bruta.. 51.1.4. Determina

2.1. Classifica,8o dos Premixes .. 18

2.1.1. Baixa inclusaa ..2.1.2. Media inclusao ..2.1.3. Alta inclusao .

181819

2.2. Matimas Primas Utilizadas.. 19

2.2.1. Vitaminas.. 19

2.2.2. Minerais.. 20

2.2.3. Aditivos.. 202.2.3.1. Pro-Nutriente.. 212.2.3.2. Coadjuvantes de elabora",o.. 222.2.3.3. Profilaticos.. 22

2.2.3.4. Microingredientes de Alimenta",o.. 222.2.3.4.1. Acidificantes.. 232.2.3.4.2. Adsorventes.. 232.2.3.4.3. Aglutinantes 232.2.3.4.4. Antifungicos.. 232.2.3.4.5. Antioxidantes.. 242.2.3.4.6. Aromatizantes.. 242.2.3.4.7. Conservantes 252.2.3.4.8. Corantes.. 252.2.3.4.9. Enzimas 252.2.3.4.10. Pigmentantes.. 262.2.3.4.11. Probi6ticos.. 262.2.3.4.12. Promotores de crescimento.. 26

2.2.4. Veiculos.. 26

2.3. Controle de Qualidade.. 27

2.4. Ra,oes Peletizadas e Extrusadas.. 292.4.1. Peletiza",o.. 292.4.2. Extrusao.. 30

3. FABRICA. 313.1. Recep",o das Materias Primas.. 31

3.1.1. Armazenamento a granel._ 323.1.2. Arrnazenamento de Materias Primas Ensacadas 33

3.3. Produ",o de Suplementos e RayOes.. 34

3.3.1. Processamento de Ingredientes ..

3.3.1.1. Pesagem e Mistura ..3.3.1.2. Controle na Produgao de Premixes ..3.3.1.3. Controle na Produc;;ao de Rac;;ao..

3.4 Expedic;ao de Produtos ..

4. FORMULACAo ..

4.1. Formulac;ao 1..

4.2. Formulagao 2 .

CONCLusAo ..

34

34353738

40

40

44

48

INTRODut;Ao

Este relat6rlo refere-s8 ao 85ta910 curricular realizado na Nuvital Nutrientes

Ltda., no periodo de 18 de fevereiro a 19 de abril de 2002.

o estagio motivou-se principalmente pelo conhecimento dos processos

industriais , rotina de trabalho , praticas e desenvolvimento do controle de qualidade

na produyao de ra96es, premix, sal mineral, etc.

o objetivo geral do estagio foi 0 de utilizar as conceitos de controle de

qualidade. Esses conceitos foram aplicados com base em laudos de analise

bromatologica.

As seguintes atividades fcram desenvolvidas, segundo metodologias pr6prias

da industria:

A) Analises em laborat6rio bromatol6gico

B) Estudos teoricos

C) Desenvolvimento de formula90es de ragDes

2

o ESTAGIO

Estagiaria: Marcela Costa ltiber~ da Cunha

Orientador da empresa: Dr. Almira Renei Bauermann

Orientador (professor): Marcos Martinez do Vale

Area e atua,ao: Nutri~o animal

lnicio do estagio: 18/02/2002

Termino do estagio: 19/02/2002

Empresa: Nuvital Nutrientes Ltda

A EMPRESA

HISTORICO

A Nuvital foi fundada em 1975 com objetivo na area de nutri~o animal. Hoje,

instalada no municipio de Colombo - PR.

FUNDADORES

Dr. Alaar Gemael, foi professor de Nutri~o e Alimentac;ao Animal dos cursos

de Agronomia e Veterinaria da Universidade Federal do Parana. Fai assessor da

Organizat;:aD Mundial de Saude, prestando consultorias para varios parses da

America Latina.

Dr. Jose Milton Andriguetto, mais de 30 anos de experiencia no setor. E

professor catedratico da disciplina de Nutri980 e Alimenta~o Animal na UFPR.

3

1. LABORATORIO DE ANALISES BROMATOLOGICAS

1.1. ANAuSES REAUZADAS

Durante a permanimcia no Laborat6rio de Analises Bromatol6gicas (18 a 22

de fevereiro de 2002), os seguintes metodos descritos fDram realizados par

Alesandro Jose Pereira (Tecnico) e por Evelin dos Santos (Quimica).

1.1.1. Determinayao de Umidade

E de grande importancia, uma vez que a preserva~ao do alimento pode

depender do tear de umidade presente no material e, al8m disso, quando sa

compara 0 valor nutritivQ de dois ou mais aliment OS, temas que levar em

considerac;ao as respectivQs teores de materia seca. Per Dutro lado, S8 desejarmos

comparar a resultado de 8ni31ises realizadas em diferentes epocas, locais au regi6e5,

sempre fazemos essa comparac;ao em base da materia saca, isto e, como S8 0

alimento contivesse 100% de materia seca. ( SILVA, 1981)

Para a analise as vidrarias e equipamentos utilizados foram: astuta a 1050 C,

cadinho de aluminio, dessecador, balanya analitica 0,1 mg.

Pasar cadinho previa mente seeo a 105 C em estufa par uma noite, anotar 0

peso. Pesar exatamente 2 gramas da amostra e introduzir no cadinho, leva-Io aestufa 105 C per uma noite. 0 ultimo passe e retirar em dessecador, resfriar e

pesar.

4

A diferen"" de peso, multiplicada por 100 e dividida palo peso da amostra em

gramas, obtendo assim 0 resultado da analise.

Diferenca de Peso x 100P

1.1.2. Determina~ao de Extrato Etereo

As gorduras ou lipidios sao substancias insoluveis em agua, mas soluveis no

ater, doroformio, benzene e Qutros solventes org~nicos chamados de extratores.

Assim, 0 ater e usado no processo sendo aquecido ate tornar-S8 volatil a, ao

condensar-se, passa sabre a amostra em analise arrastando toda a fra~o

gordurosa e demais substancias SOlUV8is em eter OU Dutro solvente orgimico. Este e

recuperado em Dutro recipiente, enquanto a gordura extraida e calculada par

diferen""s de pesagens. (SILVA,1981)

Para a analise as vidrarias e equipamentos utilizados fcram: balan~ analitica

0,1 mg, papel de filtro comum, extrator de soxlet completo, estufa a 105' C,

dessecador e perolas de vidro.

Pesar balilo de extra.,ao soxlet com 3 perolas de vidro, pre-secado a 105' C e

anotar 0 peso, pesar em papel de filtro, aproximadamente 2 gramas e dobrar 0 papel

de mane ira que forme um cartucho fechado. Introduzir 0 cartucho no extrator e aste

no balao. Adicionar ao balao, volume suficiente de cloroformio ate permitir

recirculayao. Acoplar 0 conjunto ao aparelho soxlet, elevar a temperatura e deixar

recirculando por 4 horas, ao final do tempo, recuperar a solvente, secar 0 batao em

estufa a 105 C por no minima 2 horas

Retirar em dessecador, resfriar e pesar.

5

A porcentagem de extrato etereo e a diferen"" de peso multiplicada por 1~O,

dividido pelo peso da amostra em gramas.

% EE; Dif.Peso.100P

1.1.3. Determina~ao de Fibra Bruta

Sob 0 terma de Fibra Brula, encontram-se as fra96es de celulose,

hemicelulose e de lignina insoluvel. Fibra Bruta e a parte dos carboidratos resistenteao tratamento sucessivQ com acido e base dilufdos, representando a grande parte

da frayao fibrosa dos alimentos. A maior frayao da fibra bruta , a celulose , e bem

aproveitada pelos ruminantes , uma vez que as microorganismos do rumem sao

capazes de desdobra-Ia, formando aodos graxos Yolateis, que sao fOAtes de energia

para esses anima is. Ela tambem e respons8vel pelo born funcionamento dos

intestinos, estimulando seus movimentos peristalticos. (SILVA,1981)

Para a analise as vidrarias e equipamentos utilizados fcram: becker de 400 ml,

balan"" analitica 0,1 mg, funil de Buchner, papel de nitro faixa preta, kitazato, bomba

a vacuo, tela de 200 meSh, cronometro, digestor e dessecador.

Para a determinayao da fibra bruta deve-se preparar alguns reagentes, 0

acido sulfurico 1,25 % (Diluir 12,5 ml de acido sulfurico p.a em balao de 1000 ml e

completar 0 volume com agua destilada), 0 hidroxido de s6dio 1,25 % (dissolver 12,5

9 de hidr6xido de sodio p.a em balao de 1000 ml e completar 0 volume com agua

destilada)

6

N8 sec'fLiencl8 beve-s8 pesar apro;(]mabamerite"'L 9 ba arnoStra em'DetKer be

400 ml, adicionar 100 ml de acido sulfurico 1,25 %, levar ao aparelho e deixar em

ebulis;ao exatamente 30 minutos. Ap6s 0 tempo, filtrar em funil de Buchner com 0

auxilio da tela de 200 mesh e lavar 0 residuo varias vezes com agua destilada, voltar

o residuo para a mesma becker lavando com 100 ml de hidr6xido de s6dio 1,25 %.

Acoplar ao digestor e deixar em ebulic;ao por exatos 30 minutos. Pesar juntamente

com 0 funil de Buchner urn papel de tiltra de maneira que este cubra todos as

orificios do funil (pre-secados a 105" C).Com a ajuda de urn kitazato accplado a

bomba a vacuo, iniciar a filtra~o lavando 0 residuo com agua destilada e depois

com alcoa] comum, levar a funil it estufa a 105 C durante 4 haras, tirar da estufa,

levar ao dessecador, resfriar e pesar

A porcentagem de fibra bruta e a diferen", de peso multiplicada por 100,

dividido pelo peso da amostra em gramas.

% FB = Dif.Peso. 100-P--

1.1.4. Determina~ao de Proteina Bruta

o termo proteina bruta envolve um grande grupo de substancias comestruturas semelhantes, porem com funt;:6es fisiologicas muito diferentes. Devido a

presencyaquase constante de 16% de nitrogenio na proteina e que se faz a

determina9BOdo nitroglmio e com isso estima-se a proteina.

7

A partir do metoda de Kjeldahl, que e mais usado, determina-se 0 nitrogenio

contido na amostra, incluindo 0 nitrog~nioproteico e Qutros compostos nitrogenados

n:'o proh~icos, tais como: aminas, amidas, lecitinas, nitrilas e aminoacidos, par issa 0

resultado determinado e dado como proteina bruta.(SILVA, 1981)

As vidrarias e Equipamentos utilizados foram: tuba digester, balanya analftica

0,1 mg, suporte para tubas de ensaio, Erlenmeyer 125 ml, bureta 50 ml, destilador

de nitrogenio, pipeta volumetrica 10 ml, pipeta graduada 5 ml, bloco digestor.

Os reagentes utilizados fcram a mistura digestiva (pesar 7,2 gramas de

selenito de sOdio, 8,0 gramas de sulfato de cobre e 42,7632 gramas de sulfato de

sodio em cepo de becker de 2000 ml, acrescentar 350 ml de agua destilada e

cuidadosamente 400 ml de acido sulfurico p.a), acido borice 2 % (Dissolver 40 g de

acido b6rico em 2000 ml de agua destilada, adicionar 30 ml de verde de

bromocresol, solu~o alco61ica a 0,1 % e 12 ml de vermelho de metila, solut;iio

alco61ica a 0,1 %), hidr6xido de s6dio 18 N (dissolver 720 gramas de hidr6xido de

s6dio, completando 0 volume para 1000 ml com agua destilada) e acido sulfurice

0,05 N.

Pesar 0,1 grama de amostra e transferir para tuba digestor, adicionar 5 ml da

mistura digestiva, deixando em digest:3o par 4 heras a 3500 C, adicionar ao tuba

digestor frio, aproximadamente 20 ml de agua destilada, acoplar 0 tubo ao destilador

de nitrogenio. No canal de recept;iio do destilador, colocar Erlenmeyer de 125 ml

contendo 10 ml de acido b6rice 2 % (a saida do canal deve estar mergulhada no

acido b6rico). Adicionar ao tuba digestor 10 ml de hidr6xido de s6dio 18 N e Iigar 0

aparelho para iniciar a destilat;iio, destilar ate aproximadamente 75 ml (Verificar com

papel de tornassol 0 final da destila~o, se 0 papel mudar de cor, continuar a

8

destila

9

s6dio 0,125 N (Dissolver 5,15 9 de hidr6xido de s6dio p.a em balao volumetrico de

1000 ml, eompletando 0 volume com agua destilada), vermelho de metila 0,1 %(

dissolver 0,1 9 de vermelho de metila em 100 ml de alcool etilieo p.a), catalisador(

pesar 475 9 de sullato de s6dio anidro p.a e 25 9 de sullato de eobre p.a, triturar e

homogeinizar com a auxilio de almofariz e pistilo).

Pesar aproximadamente 2 9 da amostra em erlenmeyer de 250 ml, adicionar

100 ml de hidr6xido de potassio 0,2 %, agitar em agitador magnetico com 0 auxilio

da barra magnetica, deixar em agitaQllo par 20 minutos, transferir a sobrenadante

para 0 tuba de ansaio da centrifuga e centrifugar par 10 minutos na rota~o 3000

rpm. Tomar uma aliquota de 25 ml do sobrenadante, deposita-Ia no balao kjeldhal

que ja dave center aproximadamente 10 9 de catalisador, adicionar 25 ml de Beido

sullurieo p.a., eoloear em digestao no aparelho kjeldhal, eontar 1 hora, ap6s a

soluyEio tar ficada verde, ap6s esse tempo, desligar 0 aparelho e deixar resfriar.

Medir em proveta, 400 ml de agua destilada e adicionar aD balao, adicionar ainda

100 ml de hidr6xido de sadio 50 % e 3 granulos de zinco granulado. Acoplar 0 bal~o

na parte superior do aparelho kjedhal, send a que no canal receptor deve estar 0

becker contendo 25 ml de acido sulfurico 0,25 N com aproximadamente 1 gotas devermelho de metila 0,1 %, 0 canal receptor deve estar imerso no acido, deixar que a

solugiio destile ate aproximadamente 250 ml (Verilicar com papel de tornassol, 0

papel nao deve mudar de cor), titular 0 conteudo do becker com hidr6xido de s6dio

0,125 N, com agitador magnetiro e barra magnetica, ate que a coloraQClo mude de

vermelho para amarelo. Anotar volume 9asto, fazer junto uma prova em branco.o calOJlo utilizado e 0 seguinte:

10

% Solubilidade = (Vb - Va) . N . Fc . 87 5 . 100 = X500

% Solubilidade =;>

11

becker de 10 ml, medir 0 pH. Fazer junto uma prova em branco. A cada medic;ao

realizada, a temperatura da solu

12

volume do balao com aQua destilada. Em becker de 250 ml, adicionar aliquota de 5

ml da solu~ao do balao, 100 ml de agua destilada e aproximadamente 10 ml de

trietanolamina 50 %, 10 ml de hidr6xido de s6dio 30 %, e indicador calcon. Titular

imediatamente com EDTA 0,05 M ate a mudan~a da colora~o rosa para verde,

anotar 0 volume de EDTA 0,05 M gasto.

o volume gasto de EDTA 0,05 M multiplicado por molaridade e dilui~o vezes100dividido pelo peso da amostra em gramas. Eo 0 resultado da porcentagem de

calcic.

% Ca = v. 004008. M. D. 100P

1.1.8. Determina~ao de Ctoretos em Ctoreto de Sadio

As vidrarias e equipamentos utilizados para a analise fcram: balanc;a analitica

0,1 mg, becker de 400 ml, funil, balao volumetrico de 1000 ml, pipeta volumetrica de

20 ml, espatula, banho-maria, chapa aquecedora, bureta de 25 ml pipeta graduada

de 10 ml, cronometro,

Os reagentes utilizados foram 0 acido nltrico 1 3, carbonato de calcio p.a a

nitrato de prata 0,02 N e 0 cromato de potassio 5 %

Pesar aproximadamente 2 9 de amostra, adicionar 10 ml de acido nitrico 1:3 e

aproximadamente 30 ml de agua quente, reeeber em balao volumetrico de 1000 ml,

completando 0 volume com agua destilada, agitar. Transferir aliquota de 20 ml para

becker de 400 ml, adicionar pequena por~ao de carbonato de calcio p.a, completar 0

volume de 50 ml do beck.er com agua destilada, agitar. Levar ao banho-maria

13

fervente por 15 minutos, ap6s 0 tempo, retirar e deixar resfriar. Titular com nitrate de

prata 0,02 N, usanda 5 gatas de cromato de potassio 5 % como indicador. ate

mudanc;:ada cor amarela para acre. Anotar 0 volume ga5to.

o Volume gasto do titulante lTlultiplicado pelo fator de corre9~0 do nitrato deprata 0,02 N, Normalidade do nitrato de prata (0,02), Dilui~o (50) vezes 0,0585

dividido par 100/P

% CI em NaCI ; V , F , N , 00585, 0, 100P

1.1.9, Determina980 de F6sforo

o f6sforo da solu~o mineral, reagindo com 0 molibdato de am6nio, produzamoniofosfomolibdato. Este e reduzido pel a vitamina C que nao produz efeita sobreo molibdato de amonio, que nao reagiu dentro da solu~o, (SILVA 1981),

As vidrarias e equipamentos utilizados para esta determinayao fDram: pipeta

volumetrica 5 ml, pipeta volumetrica 50 ml, pipeta graduada 10 ml, b,icker de 250 ml,

chapa aquecedora, proveta, cadinho de pJaca parasa 104, bornba a vacuo, estufa,

dessecador, balanya anaHtica 0,1 mg.

Os reagentes utiJizados faram 0 acido nftrico 1: I (medir em proveta, 500 ml de

acido nitrico p,a e 500 ml de agua destilada), quimociac (Pesar 140 g de molibdato

de s6dio p,a em becker de 600 ml e adicionar 300 ml de agua destilada, agitar, em

becker de 2000 ml, pesar 120 g de acido citrico p,a e acrescentar 300 ml de agua

destilada e 170 ml de acido nitrico p.a, agitar, misture as duas soluc;6es no becker de

2000 ml e agitar, em proveta, adicionar 200 ml de agua destilada, 70 ml de acido

nitnco p,a e 10 ml de quinolina, misturar no copo de 2000 ml, deixar em repouso por

14

uma noite. Filtrar corn papel de filtro fai)(a preta em balao volumetrico de 2000 ml,

adicionar 560 ml de acetona p.a e completar 0 volume do bal~o com agua destilada)

Pipetar aliquota de 5 ml (para amostras de larinha de carne, larinha de peixe,

farelo de arroz e minerais) e de 50 ml (para as demais amostras), de me sma solu9~O

mae usada na determinat;:llo de calcio, transferir para bEkker de 250 ml e diluir para

100 ml com agua destilada, juntar 10 ml de acido nftrico 1:1 e levar a fervura,adicionar 50 ml do reativa quimociac e esperar novamente a fervura, contar 1 minutoe retirar deixar esfriar a temperatura ambiente. Filtrar em cadinho de placa parasa

previa mente seeD e tarado, levar a estufa por no minima 2 horas. Retirar emdessecador e pesar 0 cadinho contendo 0 resIdua de fosfomolibdato de quinolina

o calculo a ser leito depende da quantidade ern gramas por ml:5 gem 500 rnl = difpeso 28 (aliquota de 5 ml)

3 9 em 250 ml = dil.peso 23,333 (aliquota 5 ml)

3 9 em 250 ml = difpeso 2,333 (aliqucta 50 ml)

1.2. EQUIPAMENTOS

No laborat6rio e analises bromatologicas da Nuvital Nutrientes sao ulilizados

as seguintes equipamentos:

Destilador e Digestor Kjeldhal: usado para protelna soillvel, proteina

digestivel e proteina bruta macro.

Chapa aquecedora com resfriamento superior: usado para fibra bruta, fibra

detergente acido e fibra detergente neutro.

15

-Uestllaao(de Nltrogenlo: usado para prbteina bruta.

Extrator de Gordura tipo SOXLET: usado para extrato etereo e para

extra,8o de gordura para indiee de Peroxido.

Mufla: usado para incinera~o de residua mineral.

Blaca Digestor de Nitrogenio e Proteina Bruta

Banho Maria: usado para proteina digestivel e atividade ureatica.

Ultra X: usado para analise de umidade em tempo habil.

Centrifuga: usado para proteina soluvel.

PH metro: usado para atividade ureatica

1.3. COLETA DAS AMOSTRAS

A coleta de amostras constitui a primeira rase da anatise do produto. As

amostras de produtos alimenticios destinados a analise poder~o ser colhidas nos

locais de fabricacao, prepare, deposito, acondicionamento, transporte e exposic;:ao a

venda. A colheita tera que ser feita com observancia das condic;:oes tecnicas

prescritas par estas normas gerais; 56 quando a colheita da amostra tiver side

cercada de lodas as precaues e que a analista poderc~ emitir 0 laudo anaHticocorrespondente. A quanti dade da amostra devera ser suficiente para a realiza~o da

analise. Apes Ter sido colhida, a amostra devera ser colocada em um recipiente

capaz de identificar e resguardar contra qualquer altera~o, e conservada em boas

condi96es durante 0 transporte, entre local da colheita e 0 laboraterio. A amostra,

identificada e rotulada, sera acompanhada de um relat6rio consignando 0 local, data

16

e 'nora aa cdlnelta, 0 metoao seguloo para a cdlneit8, a CI8sse e 0 numero 08

unidades que constituem 0 late QU partida, com indica~o das marcas de

identificac;ao da partida e 0 numero de unidades colhidas. As amostras facllmente

deterioraveis dever~o ser conservadas. A analise sera processada 0 mais

rapidamente passive!. Devera haver sincronismo entre 0 servi90 de col he ita de

amostras e a capacidade do laboratorio em poder realizar as analises. Dai a

necessidade de que a apreensao seja previamente planejada, nao 56 no que S8

refere a quantidades das amostras a serem apreendidas, mas tambem com rela~o

a especie e a quantidade do produto a ser analisado. Dentro do conceitofundamental de que a analise comega com a colheita de amostras faga parte

integrante do proprio laborat6rio de analise. No laudo analitico , 0 analista devera

consignar todas as circunstancias ligadas a colheita, ao transporte, e ao prazo que

decorreu entre a apreensao da amostra e inicia e term ina da na analise. 0

amostrador devera ser autoridade sanitaria que tenha recebido ensinamentos, tanto

na parte tecnal6gica quanta na parte analitiea. 0 treinamenta tecnal6gico deste

amostradar, no que se refere a industrializac;ao do produto alimentrcio, possibilitara

que possa fornecer informa

17

Inspecione cada amostra, anotando marcas c6digos, r6tulos e Qutros fatores

de identifica

18

Como sugestao, a instalac;ao de lim maior numero de exaustores, e urna

abertura para 0 lado externo Oll ate mesma a elevar;,ao do pe direito para que nao

haja eleito estula.

2. CONHECIMENTOS TEORICOS NECESsARIOS PARA 0 ESTAGIO

NA FAsRICA

Na Nuvital Nutrientes os premixes sao divididos ern media, baixa e alta

inclusao.

2.1. Classificacr:io dos premixes

2.1. Baixa inclusao

Vitaminico: Pode conter em sua formula somente as vitarninas necessarias

por especie. Entram nas raC;:Oesna dosagem de 1,0 Kg! toneiada de rac;:ao.

Mineral: Contain em sua f6rrnula somente microminerais necessarios par

especie. Entram nas rac;:oes na dosagem de 0,5 Kg! tonelada de ra

19

2.1.3. Alta inclusao

Estes 5uplementos sao conhecidos no mercado como nucleos. Entram nas

raes na dosagem de 25 a 400 Kg! toneladade ra,ao. Conlem em sua formula

vitaminas, microrninerais, aditivos, amino.kidos e macrominerais

2.2. MATERIAS PRIMAS UTILIZADAS (VITAMINAS, MINERAlS, ADITIVOS,

VEiCULOS)

2.2.1. Vitaminas

As vitaminas sao substflncias de natureza orgflnica, cujas estruturas e

propriedades sao mais au menos, facilmente destruidas pelos agentes fisicos e

qufmicos. Estas substancias, que a organismo animal nao pade elaborar, sao

indispensaveis a vida dos seres superiores. Sua ausencia (avitaminose) causadisturbios caracteristicos geralmente mortais. Sua 8980 e especifica, nao sendo asvitaminas substituivel uma pelas Qutras au par substllnclas vizinhas. As quantidades

diariamente necessarias sao muito pequenas e nao sao utilizadas nem como materia

energetica, nem como aiimento plastico. Sua a980 e catalitica dos processos

celulares.(ANDRIGUETTO ET AL)

Podemos classificar as vitaminas em dois grupos:

20

Podemos classificar as vitaminas em dois grupos:

Vitaminas lipossoluveis, au seja, aquelas soluveis em lipidios extraiveis par

solventes organicos - vitamina A, 0, E e K

Vitaminas hidrossoluveis, que compreendem 0 compJexo B e a vitamin a C.

Observac;ao: A classificaryao aeima e valida apenas para vitaminas contidas nosalimentos naturais, pois hoje a moderna tecnologia sintetiza vilaminas para a

5uplementayao de ra90es, sintese que modificam 0 aspecto de sol ubi Iidade.

2.2.2. Minerais

Segundo 0 COMPENDIO BRASILEIRO DE ALiMENTACAo ANIMAL (1998),

as minerais utilizados na nutri~o animal s~o:

2.2.3.Aditivos

Um "aditivo' (atualmente chamados de microingredientes) pode ser definido

como urna substancia adicionada a Dutra, em pequenas quantidades, para

intensificar as propriedades desejaveis e suprir as indeseji3veis.

Microingredientes na alimenta

21

quarilO a sua ncfIureza e ~tunc;:aocleri((Tlca na mJtrl

22

quariIloaaes e que promovem os v~loresH11hnsecos be uma mlslura be nt.hhentes

em uma dieta animal.

2.2.3.2. COADJUVANTES DE ELABORA

23

2.2.3.4.1. Acidificantes (pr6-nutrientes, coadjuvantes de elaborac;iio, profilaticos)

Sao acidos organicos au inorganicos adicionados it dieta, visando reduzir 0 pH

do trato digestivo rom 0 objetivo de facilitar a digestao e controlar a flora microbiana

A quanti dade de acidificante a ser adicionada 11rac;iio dependera do seu pH e sua

capacidade tampon ante.

2.2.3.4.2. Adsorventes (pro-nutrientes, coadjuvantes de elaborar;:c3o, profilaticos)

Os adsorventes sao substtmcias que n~o sao absorvidas no trato

gastrintestinal, ligando-se as micotoxinas de modo a transporta-Ias total au

parcialmente para fora do trato digestiv~ 8, consequentemente, impedindo que

ocorra intoxic8yao.

2.2.3.4.3. Aglutinantes (pr6-nutrientes, coadjLlvantes de elaborac;iio)

sao substancias natura is eu aliificiais que auxiliam e aumentam a capacidade

de peletiza~ao dos ingredientes, rnelhorando a qualidade do pelete, aurnentando a

produtillidade e propiciando 0 usa de 61eos e gorduras nas formulac;:oes de produtos

prensados.

2.2.3.4.4. AntifLJngicos (pr6-nutrientes ,profilaticosj

24

Sao subslfmcias utilizadas com a finalidade de orevenir au eliminar a

presenya de fungos em materias primas e ratyOesdestinadas a alimentac;ao animal,evitando que haja produyao de micotoxinas, assim como perdas em valor nutritivD.

2.2.3.4.5. Antioxidantes (pro-nutrientes, coadjuvantes de elabora.,ao, profilaticos)

Sao substancias que visam evilar a auto-oxida9BD dos alimentos,

conservando as suas qualidades. A oxida~o de gorduras e 61eos provoca 0

desenvolvimento de odor e paladar desagradaveis e torna as alimentos menes

nutritivos. Alern das gorduras e 6leos, varios outros ingredientes da alimentay:io

como os pigmentos e as vitaminas, ficam extrema mente expostos a oxida~o em

cantata com 0 ar.

2.2.3.4.6. Aromatizantes/ Palatabilizantes (pr6-nutrientes, coadjuvantes de

elabora.,ao)

Aromatizantes: sao substancias que conferem aroma ao produto destinado a

alimenta9~o, melhorando a sua aceita.,ao e, conseqOentemente, estimulando seu

con sumo pelo animal. Provocam as atividades de secreyao das glandulas,

fornecendo 0 aproveitamento do alimento pelo organismo.

25

"'PZllalaorIiZantes: ~ao sLJoSianclas que mEHnoram 0 palaaar bas proaLltosdestinados a alimentatyao animal, estimulando seu consumo.

Observa

26

2.2.3.4.10. Pigmentantes (pro-nutrientes)

Sao substancias adicionadas aos produtos destinados a alimentayao animalcom a finalidade de intensificara colorayao dos produtos animais para 0 consumo.

Podem ser naturais OU sinteticos.

2.2.3.4.11. Probi6ticos (pro-nutrientes)

Sao cepas especificas de cada esptkie de rnicroorganismos que ag8m como

auxiliares na recomposi~o da flora intestinal dos animais, diminuindo a concorrencia

dos rnicroorganismos patog~niocos DU indesejaveis.

2.2.3.4.12. Promotores de cresci menta e/ou eficilmcia alimentar (pr6-nutriente)

Sao substancias administradas em pequenas quantidades aos produtos

destinados

crescimento.

alimenta9BO animal, com a finalidade de melhorar a taxa de

2.2.4. Vel cui os

Urn veiculo pode ser definido como uma materia prima alimentar, na qual os

ingredientes sao acrescentados para facilitar a incorporavao uniforme dos mesmas,

27

posteriormente, nas racy6es. As particulas ativas sao absorvidas, impregnadas au

revestidas para dentro au sabre 0 veiculo de tal maneira que conduza os

ingredientes aditivDS.

Ao elegerMse urna substancia como vefculo, alam das propriedades fisico~

quimicas, deve-se certificar -S8 de sua disponibilidade constante, emprego

economica, estabilidade, possibilidade de rancificayao, presen

28

Constru~o da fabrica;

Instalayao dos equipamentos;

Estabelecimento de especificaes (minimas) para os ingredientes;

Seleyao de fornecedores de ingredientes;

Estabelecimento das f6rmulas de ra8s (indices minimos);

Armazenagem de ingredientes alimenticios na granja au nos fornecedores;

Recebimento de ingredientes alimentfcios na fabrica;

Armazenarnento de ingredientes alimenticios na fabrica;

Sele.,ao de fornecedores de micro ingredientes (fornecimento anotadol

idoneidadel qualidade do produto);

Armazenagem dos micro-ingredientes na fabrica;

Checagem da qualidade dos ingredientes alimentfcios (analises laboratoriais);

Checagem da qualidade dos micro-ingredientes. Produto de alto Gusto;

Checagem da homogeneiza~o das pre-misturas (analise de urn

componente);

Ensacamento e armazenagem das pre-misturas. Pesagens corretas;

Misturas de concentrados e suplementos vitaminicos;

Checagem da qualidade das pre-misturas;

Checagem da qualidade dos concentrados e suplementos vitaminicos;

Mistura dos alimentos. Estar seguro da "homogeneiza.,ao de todos os

produtos participantes";

Peletiza~o e/ou triturayao da ra~o. 0 processo de peletiza~o e muito caro,

dai a necessidade de controles;

Ensacamento dos produtos acabados (ra.,ao e concentrados).Pesagens;

29

Armazenamento dos produtos acabados no nivel de fabrica;

Checagem da qualidade nos alimentos terminados;

Manuten

30

Ra

31

3. FABRICA

3.1. RECEP

32

6. Peso bruto dos sacos! tonelagem

7. Numero do lote

8. Assinatura do responsavel pela coleta

9. Comentarios relativQs a qualidade

Procedimentos eficientes na rece~o, com niveis de garantia do fornecedor,

permite 80 nutricionista mini mizar as problemas com ingredientes de baixa

qualidade ou fora do padrao

3.1.1. ARMAZENAMENTO A GRANEL

A estocagem de produtos a granei dave ser muito bern control ada, evitando-

sa misturas de ingredientes com caracteristicas de qualidade diferenciada ou

produtos diferentes, entre Qutros como:

Presenya de impurezas, pois estas afetam a comportamento da massa de

graos dentro dos silos. Por isto a sua remo~o e vital para que a aera~o,

por exemplo, funcione bern. Partanto a qualidade do beneficiamento das

maquinas de limpeza sao pontos criticos.

Umidade, existem limites bem conhecidos de tolerancia para 0 teor de

umidade para 0 armazenamento em func;ao da situa9E1o e da condiyao

especifica. Monitorar e observar estes limites e fundamental. Outroaspecto critico, em rela9E1o a umidade, e a secagem. Embora todossaibam disto, na pratica, muitos nao respeitam os limites maximos de

temperatura de secagem de 110 a 120' C.

33

Presen~ de roedores, passaros, insetos e microorganismos. Elimina-los

e praticamente impasslvel, mas devemos ter padr6es e urn plano decontrole para eles.

Ensilamento: A mistura de matarias primas e muito mais frequente do queS8 imagina. Se 0 fluxo e acertado, automaticamente, os riseas S8

reduzem, portanto 0 f1uxo deve ser bern sinalizado

Controle da termometria e aerayao: A leitura da temperatura deve ser

automatica e, preferencialmente, todo 0 sistema. A aeravao, mesma

sendo manual, deve respeitar a area psicometrica.

Acumulo de pO e equipamentos desalinhados. Estes dais fatores sao

importantes para evitar explosao de po.

Goteiras e infiltray6es: Silos, moegas e po90s mal vedados, assim como

coberturas (telhados) mal feitos, sao desastrosos.

Quanta menor 0 tempo de estocagem melhor, pois 0 tempo de estocagem

varia em funyao das condiQ6es de armazenamento e da qualidade da

materia-prima.

Pessoas respons8veis: e fundamental que as pessoas que cuidam da

estocagem tenham conhecimento (preferencialmente alguma formayao

tecnica).

Organizaryao e limpeza: condiqAo essencial, para que haja espirito de

coopera980 e para que os demais pontcs criticos sejam observados.

3.2. ARMAZENAMENTO DE MATERIAS-PRIMAS ENSACADAS

34

Devern reeeber maiores cuidados OL.janto a identificac~o dos r6tulos e lotes. ,emespecial produtos medicamentosos, aditivos e microminerais, que devem ser

cuidadosamente catalogados para evitar 0 usa indevido, principalmente quanta as

suas concentraes.

A estocagem de ensacados eo uma opera9~o relativamente simples e segura,

mas nunca e demais lembrar alguns pontcs criticos que devem ser observados: Tudo deve ser colocado em estrados com ventilayao par baixo;

As pilhas devem ser bern identificadas para evitar tracas no ensilamento;

Deve haver urn controle rigaraso de roedores e passaros;

A organizar;ao e limpeza das pilhas e fundamental; As pilhas devem estar afastadas das paredes no minima 50 centimetres;

0 primeira que entra e a primeiro que sai.

3.3. PRODu/;:AO DE SUPLEMENTOS E RA

35

corretamente pes ados e, que depois de misturados, tarnem-S8 urn produto

homogeneo.

A uniformidade da mistura, e muito mais importante porque nao e passivel

obtermos performances zootecnicas rnaximas S8 0 alimento foi mal misturado.

Misturas pobres afetam a produtividade do animal.

3.3.1.2. Controle na produyao dos premixes (suplementos vitaminicos,

minerais e aditivos)

Tecnicamente e recomendavel que na produvao de ray6es no nivel de granja,

o premix deva ser 0 mais completo passivel, para evitar-s8 erras que poderao trazer

serios preju[zQs econ6micos.

No case da produc;ao dessas pre-misturas no nivel de propriedade, devem ser

lomadas as seguintes precauy08S:

Diluenle do premix deve ter moagem fina e homogenea, permitindo a dilui~o

das pequenas particulas de todos os compostos, para evitar segrega9i3o na

mistura;

Pesagem - todos os ingredientes utilizados devem ser pesados

individualmente em balany8s demonstrados com precisao minima de 50

gramas, na quanti dade exata da formulal'~o ,

A balan9B deve ser aferida diariamente com peso padrao;

Ap6s a pesagem do ingrediente a ser utilizado, assina-Ia na f6rmula. Reunir

todos as ingredientes em urn tambor e considerar para a pre~rnistura, urn

36

peso nunca inferior a 10 Kg e apes a pesagem verificar S8 0 peso total e igual

a soma dos parciais. Casa n~o confira, verificar 0 erro;

0 misturador adequado para a mistura dessas pre-misturas e 0 misturadorhorizontal ou duplo conieo de 8

37

Durante a produ~o, 0 profissional que estiver manipulando as drogas deve

tamar precauy6es para evitar exposic;6es desnecessarias, pois as pre-misturas

medicadas podem causar efeitos indesejaveis ao manipulador.

o cantata com a pele, olhos e mucosas deve sar evitado, usanda-sa roupasprotetoras, luvas e mascaras.

Ap6s a manipula9Bo e aconselhavel lavar-sa completamente com agua e

sabao.

3.3.1.3. Controle na produ9ao de ra9ao:

Os ingredientes determinados na formulayao devem sar analisados

previamente e apes liberados para usa de algumas regras basi cas devem sar

observadas:

1. Verificar a moagem, granulometria e homogeneizac;ao do milho, faralo de soja

e farinha de carne.

2. Evitar 0 usa de ingredientes empelotados, pois as grumos sao causadas

geralmente par umidade em excesso, ocasionanda a formac,;ao de fungos e

como consequimcia a presenc;;a de substancias indesej8.veis, tais como as

micotoxinas.

3. Pesar os ingredientes separadamente e coloca-Ios em ordem de mistura.

4. Verificar de 0 premix a ser utilizado corresponde ao da formula a ser

fabricada.

5. Ap6s cada batida lim par 0 local junto ao misturador.

6. Se a misturador for vertical de uma rosca, misturar p~r 15 a 20 minutos, se for

rosca-dupla, misturar de 5 a 10 minutos. Quando 0 misturador for horizontal, 0

38

tempo poden; variar de 2 a 5 minutos dependendo do tipo da formula ser

preparada. Durante 0 processamento das raes, as maiores cuidados devem

ser tornados com a pesagem dos ingredientes, com a sequencia de entrada

dos mesmas no misturador e com tempo correto da mistura.

7. A adiyao de liquidos deve ser efetuada diretamente no misturador e as

cuidados principais a serem tornados sao: a quanti dade de liquido que nao

deve ultrapassar 5% em relat;ao 80 tamanho da batida; a sua inclusao, que

deve sar efetuada atrav8S de aspersores ou injetores com alta pres sao no

contra f1uxo do produto. Os sistemas de dosagem dos liquidos podem sar par

peso au volume. Quantidades maiores de processamento, sando os sistemas

e quantidades dependentes do projeto da fabrica e dos produtos a serem

elaborados.

3.4. EXPEDICAO DE PRODUTOS

Quando um produto de qualidade e produzido. nao queremos em hipotesealguma que e5SB qualidade seja comprometida par urn transporte inadequado

durante a entrega atraves dos graneleiros. Portanto e muito import,ante que 0

produto seja transportado em caminhOes que nao comprometam a qualidade dos

peletes au da ra

39

ensacaaos, ClUaaaOS espeaEIlS bevem ser' [Omahas, pi"lnbpalmer'ne quanho

transportados a longas distancias, devendo ser protegidos par lonas, quando

transportados ern caminhoes abertos, para evitar absof(;~o de umidade em casas de

intemperies e sacos dos produtos que fiearn na superficie, devem sar as primeiros a

serem utilizados, sendo a descarga, portanto, monitorada para que estas

embalagens sejam as ultimas do bloco de estocagem.

Alguns pontos criticos na expedi\'1io:

1. Ensilamento;

2. Trocas de produtos: a troca de produto nos silos deve ser feita usanda-s8

algum sistema formal, (par escrito) para evitar traca de silos, e par

conseqGencia, erras na expedir;ao;

3. Silos au pilhas de ra\'1io mal identificadas;

4. Ordens de carregamento mal preenchidas au trocadas;

5. Silos de expediyao naG cobertos: e desastroso 0 que acontece em silos de

ra9ao mal cobertos, espedalmente em regi6es frias. A ra9ao entra no silo

com 300 a 4DoC, as vezes, 8 temperatura ambiente externa , esta proxima de

DOC. Neste caso a condensa~o na parte superior e inevitavel, e as

conseqOencias disto tambem;

6. Limpez8, organizayao e desinfecc;ao: como qualquer outra parte da fabrica,

os elementos de expedj~o tambem precisam ser limpos e desinfetados

periodicamente. E sempre born lembrar que, no caso de silos, a parte

superior e sempre muito crftiC8 sob 0 ponto de vista da microbiologia.

40

Formula~ao 1

Fazer urna dieta para bovinos em confinamento, utilizando como volumoso a

silagem de milho, Calcular as seguintes par~metros para apas calcularmos a rac;:ao

no programa de formula,ao: proteina bruta, NOT, Calcio e F6sforo. Sao utilizados

quatro parametres, pais sao as rna is usados e mais importantes neste tipo de dieta.

Dados:

o ganho de peso esperado par dia para estes animais e de 1 Kg;

o peso inicial dos animais e de 300 Kg.TABELA 2 - Necessidades nulricionais ara bovinos de corte em confinamentoPMoO Vi\')I GP dil IMS NOT~ PB "" Co, P,

JOOKg/I.00~ 7,540 4.020 O~!lO 32.000 17.000

350~/l.00~ '.~ 5,520 0,932 31,000 1&.0004OOKQ/I.00~ 9.300 0,110 a,on 31,000 lQ,OOO450~'1.001

Cillculos

300 Kg _ 270 - 320 Kg

IMS = 7,540 (conforme tabela acima)

Silagem de milho = 4,34 10,3=14,46 Kg

NOT = 4,920 - 2,96 = 2,23 Kg

PB = 0,890 - 0,304 = 0,586 Kg

Ca = 32 -14,76 = 17,24

P = 17 - 8,246 = 8,754

rIOT Protein. Brut. C'k;i:l F6of"..

2.23 I '.2 0 I 3.2 17.2.1 I 3200 11,754 I 3200X I 100 X I 100 X I 100 X I 100

_!)(:Z:08,ee. I X=I8.,31' I Xq),5JO I x"o.~

350 Kg _ 320 - 370 Kg

IMS = 8,460 (conforme tabela acima)

Ragao = 3,4

Silagem de milho = 5,06/0,3 =16,866 Kg

NOT = 5,520 - 3,137 = 2,383 Kg

PB = 0,932 - 0,354 = 0,586 Kg

Ca = 31-172,04 = -141,04 (suficienle)

41

P = 18 - 96,14 = - 78,14 (suficienle)

NOT ProteinaBrut.

2,= I 3.' O.57!1 I 3.4X I 100 X I 100I X'70,_ j X=1:r..

400 Kg _ 370 - 420 Kg

IMS = 9,360 (conforme labela acima)

Ra.;ao = 3,6

Silagem de milho = 5,76/0,3 =19,2 Kg

NDT = 6,110 - 3,571 = 2,539 Kg

PB = 0,972 - 0,403 = 0,569 Kg

NOT Protein!ll Bruh Cii,cio

2,5J\l I 3,' 0,_ I ". 11 ..416 ! JOOO1 \Co X 1100 X I 100!X=70,S2" lX-"5.eo. I X::O,317,.

450 Kg _ 420 - 470 Kg

IMS = 10,220 (conforme labela acima)

Silagem de milho = 5,761 0,3 =19,2 Kg

F~foro

',"'" I JOOOx I 100

I X=O,zn

42

NDT = 6,110 - 3,571 = 2,539 Kg

PB = 0,972 - 0,403 = 0,569 Kg

tlOT ProteioJ Bruhl CaJda F6aloro

2," I M 0,562 I 3~ sun I >eOO ,.tm. I 3000X I 100 X I 100 X I 100 X I 100I X-70,re . IX-1".78 I X.o(),2t4' 1 XoO.205"

500 Kg _ 470 - 520 Kg

IMS = 11,060 (conforme tabela acima)

Ra,ao = 4,0

Silagem de milho = 7,06/ 0,3 =23,53 Kg

NDT = 7,220 - 4,377 = 23,53 Kg

PB = 1,048 - 0,494 = 0,554 Kg

Ca = 31- 24 = 7

P = 21 -13,414 = 7,586

~IDT Prol.ir.JBruh Cilcio Fo.foro

2.8

44

Formula~ao 2

TABELA 4 - Resumo das lormulal'oos por lase.

NUVITAL NUTRIENTE,S LTOA. Rnumo de f6rmulas por grupo 02104102

Clienle: 54 MOIre.tJ Rauwinos

GRUPO : SUINOS R;w;:6 5rlnicill.l e.

45

TABELA 5 ::-J;.onsideras:6es da umidade nos seguintes alimentos:Milho 13 %Silagem deGraos de Milho 35 %Farelo de Trigo 10 %Farelo de Soja 10 %NLlcleo I Premix 5 %Fonte: Nuvital Nutrientes, 2002.

Ccilculos:

Inicial CrescimentoMilho 839 687 Milho 897,435 730Fo. Trigo --- --- Fo. Trigo --- ---Fo Soja 338,889 278 Fo. Soja 288,888 235Nucleo 42,105 35 NLicleo 42,105 35Total 1220,737 1000 Total 1228,428 1000

Termina ao Gesta aoMilho -987,179 796 Milho 743,589 616Fo. Trigo Fo. Trigo 277,777 230Fo. Soja 222,222 179 Fo. Soja 144,444 119Nucleo 31,578 25 Nucleo 42,105 35Total 1240,979 ~ITotal 1207,915 1000

Gest.Marri!s j Lacta9i!0Milho 826,923 678 !Milho 89{02s 725Fo. Trigo 66,666 55 Fo. TrigoFo. Soja 283,333 232 Fo. Soja 294,444 240

\Nucleo 42,105 35 Nlkleo 42,105 35~tal 1219,027 1000 Total 1227,574 1000

Pre-I act.Milho 801,282 659Fo. Trigo 100,000 82Fo. Soja 272,222 224Nucleo 42,105 35Total 1220,737 1000

46

TABELA 6 - Resumo das lormulaes por lase com silagem de grao umido.

UUVITAL 14UTR'Ef4TES lTDA. Resurno de fOrlllulas IIOf'grupo 02/04/02

Clltntt: MJifCel.a ~""'n1GRUPO: SUlltOS ..... $-1n;e;,,1 8-Creec;. i-Iermin II-God. ..... g...ll!lcl~k O-La,000 315.000 :5,000 35,000 35,000 3O,COO >S,COO

PeloTotal 1000,000 1000,0:,10 1000,000 1000,000 1000,000 1000,000 1000,000

CUSIO/kg 0,103 0,117 0,000 0,112 0,147 0.1-4.' 0,123

tlive., ~Iutricion.i'

E.M.lIJinOC41:/ KQ_C:'IMcI Z.4~,2'el 2.442,810 2,421.520 2.3M,..\'ZO J.446.010 2.-4-4-1,11$ 2.-4-17,:3-45

Protein"Snna "-" H:tS4 1-4,UZ8 12.7fll 12,i(lO 15,35~ 15.114 1$,32.3C01!;lo. .............. _'JIo 0,505 0,723 o.e13 O.oU~ O,D31 O,g27 0,760

F'o" ,\. ................. _. D,,.. 0501 0,-43115 0,0'" 0, 0,50.1 0,551lJmidadt ............... _.. ,-,,02tI 27,SIIU-4 31,n2 5,320 20,7044 27,871 2'5,197Filln,SluliI. ............. _'lIo ~.31;) 3,021 2,557 -4,414 3,4n 3,0

47

Deste result ado, utilizamos apenas 0 valor ap6s a vlrgula ( no primeiro casa

14 e no segundo 20) que e 0 valor em porcentagem de ra9iio a ser dada a mais,pais 0 tear de umidade agora esta descontado.

48

CQNCLUSAO

Este relatorio de estagio curricular , foi de grande aprendizado pois,

alem de avaliar 0 desenvolvimento do plano de estagio e seus

desdobramentos, pode-se avaliar no nivel de preparo para 0 exercicio

da profissao, pode ser utilizado como um instrumento de avalia9ao do

processo de aprendizagem, da estrutura curricular e do proprio curso.

Recommended

View more >