universidade tuiuti do paranÁ - .conhecido como cisto ósseo simples, cisto ósseo hemorrágico,

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  • UNIVERSIDADE TUIUTI UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANDO PARAN

    ESPECIALIZAESPECIALIZAO EM O EM RADIOLOGIA RADIOLOGIA

    ODONTOLODONTOLGICA E GICA E IMAGINOLOGIAIMAGINOLOGIA

  • CISTO CISTO SSEO TRAUMSSEO TRAUMTICOTICO

    ORIENTADO: ORIENTADO: lvaro Moreira de Sousa lvaro Moreira de Sousa FilhoFilho

    ORIENTADORA: Ana ClORIENTADORA: Ana Cludia Galvudia Galvo de o de Aguiar KoubikAguiar Koubik

  • INTRODUINTRODUOO

    O cisto O cisto sseo traumsseo traumtico, tambtico, tambm m conhecido como cisto conhecido como cisto sseo simples, cisto sseo simples, cisto sseo hemorrsseo hemorrgico, cisto gico, cisto sseo solitsseo solitrio, rio, cisto de extravazamento cisto de extravazamento uma cavidade uma cavidade benigna, vazia ou contendo fluido nos benigna, vazia ou contendo fluido nos ossos, que possui tecido conjuntivo em ossos, que possui tecido conjuntivo em seu interior, e seu interior, e livre de revestimento livre de revestimento epitelial (nepitelial (no o considerado cisto considerado cisto verdadeiro). Castro e Paro (2002). verdadeiro). Castro e Paro (2002).

  • OBJETIVOSOBJETIVOS

    GERAIS:GERAIS:

    -- Realizar uma revisRealizar uma reviso de literatura a o de literatura a respeito do cisto respeito do cisto sseo traumsseo traumtico. tico.

    ESPECESPECFICOS: FICOS: -- Descrever a etiologia, caracterDescrever a etiologia, caractersticas sticas clclnicas e radiogrnicas e radiogrficas, diagnficas, diagnstico e stico e tratamento da patologia.tratamento da patologia.

  • REVISREVISO DA LITERATURAO DA LITERATURA

    Silva E. N. (1997) elaborou uma pesquisa Silva E. N. (1997) elaborou uma pesquisa sobre o cisto sobre o cisto sseo traumsseo traumtico( COT ), tico( COT ), com os objetivos de : Estabelecer a com os objetivos de : Estabelecer a epidemiologia da amostra estudada, epidemiologia da amostra estudada, quanto o gquanto o gnero, ranero, raa faixa eta faixa etria, histria, histria ria clclnica, localizanica, localizao e confirmao e confirmao da o da imagem radiogrimagem radiogrfica, discutindo as fica, discutindo as possibilidades de cura espontpossibilidades de cura espontnea da nea da doendoena e sugerindo crita e sugerindo critrios para a rios para a proservaproservao po ps cirs cirrgica. rgica.

  • A autora tambA autora tambm comenta a respeito da m comenta a respeito da posspossvel relavel relao de etiopatogenia entre o de etiopatogenia entre pacientes tratados ortodonticamente, e o pacientes tratados ortodonticamente, e o acontecimento da patologia. Foram utilizadas acontecimento da patologia. Foram utilizadas 2 amostras, uma contendo 28 casos, e outra, 2 amostras, uma contendo 28 casos, e outra, contendo 8 casos,contendo 8 casos, dede 956956 pacientes pacientes tratados ortodonticamente. Os resultados tratados ortodonticamente. Os resultados obtidos foram que : na amostra numero 1, obtidos foram que : na amostra numero 1, nno houveram difereno houveram diferenas na prevalas na prevalncia do ncia do COT em relaCOT em relao ao go ao gnero, o COT ocorreu nero, o COT ocorreu predominantemente na rapredominantemente na raa branca, 22 casos a branca, 22 casos apareceram em pacientes na segunda dapareceram em pacientes na segunda dcada cada de vida, 69,23% dos pacientes apresentavam de vida, 69,23% dos pacientes apresentavam histhistria de tratamento ortodria de tratamento ortodntico e 30,77% ntico e 30,77% de trauma, a principal localizade trauma, a principal localizao da leso da leso foi o foi o corpo mandibular com imagens o corpo mandibular com imagens radiogrradiogrficas uniloculares de forma oval. ficas uniloculares de forma oval.

  • Os resultados referentes a amostra Os resultados referentes a amostra numero 2 mostraram uma alta prevalnumero 2 mostraram uma alta prevalncia ncia do COT em pacientes tratados do COT em pacientes tratados ortodonticamente, sendo que 50% dos ortodonticamente, sendo que 50% dos casos foram casos foram detectados na documentadetectados na documentao inicial. Desta o inicial. Desta forma a autora pode concluir que com o forma a autora pode concluir que com o maior acesso da populamaior acesso da populao ao tratamento o ao tratamento odontolodontolgico especializado permite a gico especializado permite a detecdeteco de leso de leses, ates, at entento o consideradas raras, comentando sobre o consideradas raras, comentando sobre o importante papel do ortodontista no importante papel do ortodontista no diagndiagnstico do cisto stico do cisto sseo traumsseo traumtico ( tico ( COT ).COT ).

  • Ram S.S. et al. (2002) realizaram um Ram S.S. et al. (2002) realizaram um estudo utilizando um caso clestudo utilizando um caso clnico a nico a respeito do cisto respeito do cisto sseo traumsseo traumtico.tico. O O cisto cisto sseo traumsseo traumtico tico uma lesuma leso o ssea ssea rara, muitas vezes diagnosticada durante rara, muitas vezes diagnosticada durante os exames radiogros exames radiogrficos de rotina ficos de rotina realizados antes do tratamento realizados antes do tratamento ortodortodntico. Eles raramente sntico. Eles raramente so o descobertos pelo exame cldescobertos pelo exame clnico, devido nico, devido sua incapacidade de causar sua incapacidade de causar expansexpanso cortical. o cortical.

  • Relatamos um caso raro de cisto Relatamos um caso raro de cisto sseo sseo traumtraumtico foi descoberto por acaso tico foi descoberto por acaso durante exames radioldurante exames radiolgicos realizados gicos realizados antes do inantes do incio do tratamento cio do tratamento ortodortodntico.O caso tem como objetivo ntico.O caso tem como objetivo fornecer uma visfornecer uma viso geral doso geral dos cistos cistos sseos traumsseos traumticos, sendo que sticos, sendo que so uma o uma entidade patolentidade patolgica relativamente rara .O gica relativamente rara .O Paciente relatou histPaciente relatou histria de trauma menor ria de trauma menor no arcono arco inferior,inferior, 2 anos atr2 anos atrs, e ns, e no o procurou mas nenhuma atenprocurou mas nenhuma ateno mo mdica. dica.

  • ApAps um exame cls um exame clnico completo, uma nico completo, uma ortopantomografia foi feita. A ortopantomografia foi feita. A rea rea radiolradiolcida, unilocular, bem delimitada, no cida, unilocular, bem delimitada, no corpo da mandcorpo da mandbula do lado direito foi bula do lado direito foi notada. (Fig. 1). A lesnotada. (Fig. 1). A leso se estendia desde o se estendia desde o o pice da raiz do segundo prpice da raiz do segundo pr--molar molar mandibularmandibular a superfa superfcie da raiz mesial cie da raiz mesial anterior do segundo molar do lado direito. anterior do segundo molar do lado direito. Nenhuma evidNenhuma evidncia de reabsorncia de reabsoro o radicular externa ou deslocamento radicular externa ou deslocamento dentario foram observados. Teste de dentario foram observados. Teste de vitalidade dos dentes do mesmo lado vitalidade dos dentes do mesmo lado Revelado uma resposta normal. Uma Revelado uma resposta normal. Uma tomografia computadorizada foi realizada, tomografia computadorizada foi realizada, comprovando a expanscomprovando a expanso das corticais o das corticais sseas. (Fig. 2 , 3 e 4). O caso foi tratado sseas. (Fig. 2 , 3 e 4). O caso foi tratado com curetagem circom curetagem cirrgica.(Fig. 5). rgica.(Fig. 5).

  • Fig. 1. Ortopantomografia

  • Fig. 2 . TC em corte axial, demonstrando a extenso da leso.

  • Fig. 3. Ct em corta axial.

  • Fig. 4. Reconstruo 3D do caso

  • Fig. 5. Explorao cirurgica.

  • Castro e Paro (2002) relataram um caso Castro e Paro (2002) relataram um caso de cisto de cisto sseo traumsseo traumtico localizado na tico localizado na regiregio do corpo mandibular esquerdo, em o do corpo mandibular esquerdo, em contiguidade com a raiz distal do segundo contiguidade com a raiz distal do segundo molar, em pacientes do sexo feminino molar, em pacientes do sexo feminino com 15 anos de idade. Com auscom 15 anos de idade. Com ausncia de ncia de sinais clsinais clnicos, o nicos, o nico dado contributivo nico dado contributivo ao diagnao diagnstico foi o radiogrstico foi o radiogrfico sendo fico sendo que, pela ausque, pela ausncia do germe do terceiro ncia do germe do terceiro molar, aventoumolar, aventou--se a hipse a hiptese diagntese diagnstica stica diferencial de ceraticisto, aldiferencial de ceraticisto, alm de se m de se considerar tambconsiderar tambm a possibilidade de m a possibilidade de cisto radicular apical, lescisto radicular apical, leso de co de clulas lulas gigantes central, ameloblastoma, cisto gigantes central, ameloblastoma, cisto sseo aneurismsseo aneurismtico e cisto tico e cisto sseo sseo traumtraumtico. tico.

  • ApAps puns puno aspirativa da leso aspirativa da leso, obtendoo, obtendo--se razose razovel quantidade de material vel quantidade de material sanguinolento, foi proposto o diagnsanguinolento, foi proposto o diagnstico stico clclnico de cisto nico de cisto sseo traumsseo traumtico. O tico. O tratamento proposto foi a enucleatratamento proposto foi a enucleao o circirrgica, quando se constatou no rgica, quando se constatou no transoperattransoperatrio ausrio ausncia de lesncia de leso o celularizada ou de contecelularizada ou de contedo cdo cstico, stico, evidenciandoevidenciando--se uma nse uma ntida cavidade com tida cavidade com paredes paredes sseas de aspecto sseas de aspecto ntegro, o que ntegro, o que orientou o diagnorientou o diagnstico no sentido de stico no sentido de tratartratar--se de cisto se de cisto sseo traumsseo traumtico. Aptico. Aps s seis meses de curetagem cirseis meses de curetagem cirrgica, o rgica, o aspecto radiograspecto radiogrfico evidenciou fico evidenciou satisfatsatisfatria repararia reparao o ssea cicatricial ssea cicatricial

  • Azevedo et al. (2002) vie