universidade federal de pelotas - .tabela 1 descrição dos materiais cerâmicos utilizados e os

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  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS

    Programa de Ps-graduao em Odontologia

    Dissertao de Mestrado

    Compatibilidade trmica entre cermicas infiltradas por vidro e cermicas feldspticas:

    avaliao do ngulo de contato e da resistncia de unio

    ao cisalhamento.

    Paula Benetti

    Pelotas, 2008

  • 2

    PAULA BENETTI

    Compatibilidade trmica entre cermicas infiltradas por vidro e cermicas feldspticas:

    avaliao do ngulo de contato e da resistncia de unio ao

    cisalhamento.

    Dissertao apresentada ao Programa de Ps-Graduao

    da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de

    Pelotas, como requisito parcial para obteno do ttulo de

    Mestre em Cincias, pelo Programa de Ps-graduao em

    Odontologia (rea de concentrao em Dentstica).

    Orientador: Prof. Dr. lvaro Della Bona

    Co-orientadora: Prof. Dr. Mrcia Bueno Pinto

    Pelotas, 2008

  • 3

    Banca examinadora:

    Prof. Dr. lvaro Della Bona (Professor Titular da Faculdade de Odontologia,

    Universidade de Passo Fundo)

    Prof. Dr. Guilherme Brio Camacho (Professor da Faculdade de Odontologia,

    Universidade Federal de Pelotas)

    Prof. Dr. Luiz Felipe Valandro (Professor da Faculdade de Odontologia, Universidade

    Federal de Santa Maria)

  • 4

    Dedico esse trabalho:

    Aos meus pais Flvio e Salete, ao meu irmo Julio Cesar, ao meu amor Vtor e ao meu orientador lvaro.

  • 5

    AGRADECIMENTOS

    Desejo manifestar meus agradecimentos a todas as pessoas que estiveram

    envolvidas e contriburam para o desenvolvimento do estudo. Em especial, expresso

    o meu carinho e a minha gratido:

    Aos meus pais Jos Flvio Benetti e Salete Regina Daronco Benetti, minha

    sincera gratido e meu amor por suportar a distncia, a ausncia. Sua ternura, sua

    honestidade, sua compreenso, sua fora e seu apoio incondicional foram o

    incentivo e a direo no caminho correto da vida.

    Ao meu irmo Julio Cesar Benetti, meu grande amigo. Obrigada pelo apoio,

    pela tua honestidade, pelo teu carinho e pelas corridas de Kart.

    Ao meu namorado Vtor Francisco Dalla Corte, companheiro, amigo leal e

    constante incentivador. Agradeo por acreditar em mim e apoiar-me em todos os

    momentos. Tenho um imenso amor e muita admirao por voc.

    Ao meu orientador lvaro Della Bona, a quem devoto a mais sincera

    admirao. Agradeo por compartilhar o saber, pela orientao segura, estmulo

    constante e sugestes nessa dissertao. Sua amizade, sua compreenso e sua

    postura tica contriburam grandemente para o meu desenvolvimento.

    A minha co-orientadora Mrcia Bueno, pela disponibilidade, pelo carinho e

    pelas opinies valiosas durante a execuo desse trabalho.

    Ao Ireno e Marlusa de Brito gostaria de expressar a minha sincera gratido

    pelo constante incentivo, amizade e auxlio na conduo dos trabalhos laboratoriais.

    Agradeo pelo apoio carinhoso e desinteressado.

    Renata, Sonia, Glria, Silvia e Raquel, companheiras do curso, de estudo,

    de viagens, de desabafos e de alegrias. Sua amizade e alegria animaram-me nessa

    caminhada.

  • 6

    Minha gratido sincera aos meus colegas Sinval, Giana, Rafael, Csar,

    Rodrigo, Fabrcio, Tiago, Thiago, Sandrina, Marcos, Mrcio pelo respeito ao meu

    trabalho, pelas crticas e sugestes.

    A todos os professores do Programa de Ps-graduao em Odontologia da

    Universidade Federal de Pelotas pelos ensinamentos transmitidos, em especial o

    Prof. Evandro Piva, pela liberdade concedida durante o desenvolvimento desse

    trabalho.

    professora Dileta Cecchetti da Universidade de Passo Fundo, pela

    fundamental contribuio na analise estatstica dos dados dessa dissertao.

    Ao amigo Joo Paulo De Carli pelo apoio e disponibilizao dos

    equipamentos do laboratrio da Faculdade de Odontologia da Universidade de

    Passo Fundo.

    Ao tcnico de laboratrio, Sr. Carlos Alberto Ferreira, da Faculdade de

    Odontologia da Universidade de Passo Fundo, pelo esmero na confeco dos

    aparatos necessrios para execuo desse estudo.

    Agradeo Faculdade de Odontologia e ao Programa de Ps-graduao em

    Odontologia da Universidade Federal de Pelotas pela oportunidade de realizar o

    curso, e aos seus funcionrios pela assistncia no decorrer da minha formao.

    Fundao Coordenao de Aperfeioamento de Pessoal de Nvel Superior

    (CAPES) pela concesso da bolsa de estudos.

    Meus agradecimentos ao Laboratrio de Prtese Dentria Coral (Passo

    Fundo) por disponibilizar seus equipamentos para a realizao dessa pesquisa.

  • 7

    LISTA DE FIGURAS

    Figura 1 Esquema grfico representativo do ngulo de contato () formado pela superfcie de um slido e pela tangente da interfacelquido/vapor. Baseado em Della Bona, 2005b, p.104........................

    22

    Figura 2 Representao grfica da moldeira metlica bipartida utilizada para confeco dos CP para o teste de cisalhamento. (A) Local de acoplamento do disco de cermica de IE. (B) Local para condensao da cermica feldsptica...............................................

    29

    Figura 3 Representao do processo de fabricao dos corpos de prova para ensaio de resistncia de unio ao cisalhamento........................

    30

    Figura 4 Fotografias digitais do corpo de prova formado por disco de IZ e cilindro de cermica de cobertura V7 (a) antes e (b) depois da sua sinterizao........................................................................................

    31

    Figura 5 Imagem fotogrfica digital do CP formado por disco de IA e cilindro de cermica de cobertura V7 (a) antes da sinterizao, (b) aps a primeira queima com acrscimo de 30 min e (c) depois da segunda queima da cermica de cobertura .....................................................

    33

    Figura 6 Posicionamento da cmera fotogrfica digital em relao ao CP. (a) cmera fotogrfica digital Nikon Coolpix 5700, (b) estante de fixao da cmera digital, (c,e) primeira tomada fotogrfica, cmera posicionada em ngulo reto em relao ao longo eixo do cilindro de cermica, (d,f) segunda tomada fotogrfica, cmera posicionada acompanhando o longo eixo do cilindro de cermica .......................

    34

    Figura 7 Grfico de disperso: teste de correlao entre as mdias de c e diferenas entre os CET das cermicas de IE e cobertura (r= - 0,76).................................................................................................

    37

    Figura 8 Grfico de disperso. Gerado a partir da correlao entre as mdias de c e do das cermicas de IE e cobertura (r= - 0,70)......

    38

    Figura 9 Grfico de disperso. Anlise de correlao entre as mdias do e do valor da diferena entre os CET das cermicas de IE e cobertura (r= 0,93)..............................................................................

    38

    Figura 10 Imagens do CP 5 do grupo A13. (a) cmera posicionada perpendicular e (b) paralelamente superfcie do disco cermico. As setas indicam linhas de fratura evidenciadas na cermica de cobertura............................................................................................

    43

  • 8

    LISTA DE TABELAS TABELA 1 Descrio dos materiais cermicos utilizados e os respectivos

    coeficientes de expanso trmica (CET)....................................

    26

    TABELA 2 Ciclo de queima das cermicas IA e IZ no forno Inceramat (Vita)..........................................................................................

    27

    TABELA 3 Processo de queima das cermicas de cobertura....................................................................................

    30

    TABELA 4

    Mdias dos valores obtidos pelo teste de resistncia de unio ao cisalhamento, modo de falha e mdia do ngulo de contato dos diferentes grupos................................................................

    36

  • 9

    LISTA DE ABREVIATURAS, NOMENCLATURAS E SMBOLOS

    %

    C

    IECcm

    A

    ANOVA

    CAD-CAM

    CET

    cm

    CP

    DP

    E

    erg

    F

    GPa

    IA

    IE

    ISO

    IZ

    J

    JPEG

    K

    m

    Megapixel

    Percentagem

    Graus

    Graus Celcius

    Diferenas entre os CET

    Valor do CET da cermica de infra-estrutura

    Valor do CET da cermica de cobertura

    cut-off

    Micrometros

    rea

    Anlise de varincia

    Computer-aided designing and computer-aided

    manufacturing

    Coeficiente de expanso trmica

    Centmetro

    Corpos de Prova

    Desvio padro

    Mdulo de elasticidade ou mdulo de Young

    Unidade de energia (g.cm2/s2)

    Carga mxima de fratura

    Gigapascal

    In-Ceram Alumina

    Infra-estrutura

    International Organization for Standardization

    In-Ceram Zircnia

    Joule

    Extenso de arquivo de computador (Joint

    Photographic Experts Group)

    Kelvin

    Metro

    Unidade de medida que corresponde a um milho de

    pixels, que a abreviao do termo elemento da

  • 10

    min

    mm

    MPa

    N

    n

    r

    Ra

    s

    tet

    T

    Tg

    V13

    V7

    V9

    c

    figura (Picture Element)

    Minuto

    Milmetro

    Megapascal

    Newtons

    Nmero

    Coeficiente de correlao

    Mdia de rugosidade superficial

    Segundo

    Tempo de elevao de temperatura

    Tempo

    Temperatura

    Temperatura de transio vtrea

    Vita VM13

    Vita VM7

    Vita VM9

    ngulo de contato