ultimo elemento. o recomeço

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Um CROQUI de uma estória que estou começando a escrever, ainda no inicio, posta aqui a parte BRUTA dela procurei focar apenas nas falar e pouca descrições do lugar para este inicio, o enredo onde se passa a estória esta em construção ainda

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  • 1. ltimo Elemento O Recomeo Elielton Souza Silva
  • 2. UM NOVO RECOMEO, UM NOVO RECARREGO HORA DEREPENSAR OS PRINCIPIOS DE RECRIAR SONHOS DEREALIZAR DESEJOS DE MAIS UMA VEZ TENTAR SER FELIZTALVEZ UM RECOMEO, UM RECOMEO PARA CRIARNOVOS AMIGOS ABRAAR OS ANTIGOS DE UM NOVOCARREGO, RECARREGAR AS BATERIAS QUE MOVE AS VEIASDO CORPO QUE FAZ, TRANSFORMA O INANIMADO EMREAL ... PRECISO MESMO DESSE RECARREGO DESSAREVITALIZAO DE ESTA DO LADO DAS PESSOAS QUE O RecomeoAMAMOS UM NOVO RECOMEO UM NOVO RECARREGOHORA DE REPENSAR OS PRINCIPIOS DE RECRIAR SONHOS 01/03/2011DE REALIZAR DESEJOS DE MAIS UMA VEZ TENTAR SER Elielton Souza SilvaFELIZ TALVEZ UM RECOMEO, UM RECOMEO PARACRIAR NOVOS AMIGOS ABRAAR OS ANTIGOS DE UMNOVO CARREGO, RECARREGAR AS BATERIAS QUE MOVEAS VEIAS DO CORPO QUE FAZ, TRANSFORMA OINANIMADO EW REAL ... PRECISO MESMO DESSERECARREGO DESSA REVITALIZAO DE ESTA DO LADO DASPESSOAS QUE AMAMOS UM NOVO ANO UM NOVORECOMEO UM NOVO RECARREGO UM NOVORECOMEO, UM NOVO RECARREGO HORA DE REPENSAROS PRINCIPIOS DE RECRIAR SONHOS DE REALIZAR DESEJOSDE MAIS UMA VEZ TENTAR SER FELIZ TALVEZ UM 2RECOMEO, UM RECOMEO PARA UM NOVO RECOMEO,UM NOVO RECARREGO HORA DE REPENSAR OS
  • 3. 3
  • 4. Dedico esse livroprimeiramente a Deus todopoderoso, a meus amigos quefizeram e faz cada dia daminha vida vale apena aminha famlia que sempreesteve a meu lado. 4
  • 5. Guerra Havia amanhecido e pela primeira vez no ouvi cantos de pssarosnaquela manh de vero, o vento trazia brisa do mar tornando o clima midoas pessoas j estavam trabalhando e eu teria um dia cheio. Vestir a primeiraroupa que encontrei no guarda-roupa lentamente no teria ningum meesperando para tomar o caf da manh, meu pai me abandonar quando nascie minha me morrer quando completei um ano de vida. Fui criado por ciganose hoje moro sozinho numa cabana velha mais arrumada, no tenho amigos nemparentes no que eu conhea, precisava descer para tomar caf e sair emdireo ao campo para minha obrigao de tomar conta de ovelhas. Est atrasado gritou Jos outro garoto que trabalhava comigo. Eu sei respondi. Que tal sairmos hoje para tomar algo, nos encontrar com algumasgarotas. O que acha? Se no tiver exaurido. respondi dando-lhe as costas. O dia no demorou a passar comeou a ventar frio o dia ficou estranho eno tardaria a anoitecer at que uma guia pousou, era uma ave maior que eu eo Jos, branca de olhos azuis, bico amarelo, e antes de pousar perto de mimpercebemos que embaixo de suas asas era verde com as pontas vermelhas. a guia do Dreylfuss, o mago. ... Eu sei. O que ele quer com voc? No sei. No sabia que voc o conhecia? Nem eu estava mim irritando tantas perguntas Tem algo no bico dela o Jos apontava para o bico da ave. Ela se se curvou ate mim, estendi a minha mo em direo a seu bicopara pegar o pedao de pergaminho que segurava no seu bico que deixou cairem minhas mos e bateu suas longas asas em retirada. 5
  • 6. O que tem escrito no pergaminho? perguntou o Jos curioso. No sei. respondi abrindo mais curioso que ele, o que um mago queriacom um cuidado de ovelhas? Um garoto como eu? O que eu tinha de especial? para de se fazer tantas perguntas falei isso a mim mesmo abrindopergaminho estava escrito: Venha at o morro norte que fica a 13 km do vilarejo. Siga pela estrada at encontrar uma figueira, venha sozinho estarei esperando voc At mais M. D Estava dobrando o pergaminho quando o Jos mim perguntou se queriacompanhia No respondi. O mago saberia se levasse algum. Enquanto seguia para o local do encontro passaram mil idias na minhacabea uma, mas maluca que a outra. O que aquele velho senhor sbio dovilarejo queria comigo. A idia mais lgica e que ele poderia ter resposta paraalgumas de minhas respostas ou sabia do paradeiro do meu pai. Depois de tantotempo o que meu pai queria comigo? Eu tentei esquiva daqueles pensamentos,tentei pensar que horas seria aquelas e quanto tempo mais andaria at chegarao local desejado. Deveria ser meio dia em ponto j que o sol estava torando minhacabea, nem a brisa vinda do litoral amenizava o calor, depois de umas horasandando encontrei o morro cansado de andar e com sede descansei na primeirarvore que encontrei. Sentei recuperei o flego e comecei a subir o moro, jestive l antes, sempre que preciso pensar logo estaria chegando figueira. Aalguns metros do local indicado vi um homem barbudo, pequeno com a idadeavanada sentado meditando fui-me aproximando aos poucos, pensei em falarmais a garganta tinha secado e os dentes impediam que minha lngua segesticulasse para formar as palavras, nada, no conseguia sair uma nicapalavra, me aproximei o suficiente e no impulso empurrei as primeiras palavras. 6
  • 7. Ol Mago Dreylfuss era um menino que apresentava ter dezoito anos,magro alto cabelos lisos e castanhos, pele escura, olhos verde, usava umaroupa verde com a mesma tonalidade de seus olhos o que chamava maisateno est tudo bem com o senhor? Esta sim meu rapaz esta tudo nos conformes respondeu o magosorridente. O garoto olhou desconfiado para o rosto do mago em busca de algumgesto no rosto do mago que o entregasse, mais era intil, ele era abio e a nicaforma na sua face era confortadora, mais algo estava errado era possvel sentirno ar e seja l o que fosse o mago sabia, mas continuava sentado, caladoolhando de cima daquele morro a vila ao longe. Eu estava em p ao lado deleolhando duas borboletas que brincava naquela tarde de vero. Aron? no susto desviei rapidamente meus olhares das borboletas paraaquele senhor pequeno sentado do lado de uma figueira Sim, senhor. ele continuava imvel pode falar senhor. Voc deve esta se perguntando por que lhe trouxe aqui a esta hora datarde ele parou esperando que falasse algo, mas eu continuei em p calado a curiosidade um grande forte da humanidade Aron, mim surpreendo por noesta curioso. Mais uma vez ele calou-se por alguns segundos s era possvel ouvi obarulho do vento batendo nas copas das rvores, ele continuou. O sol j vai se por no vou tomar muito mais seu tempo Ele ergueu sua mo a frente falou umas palavras que no fazia amnima idia do que significava no mesmo instante a terra estava se movendo,uma caixa comeou a aparecer o seu contorno me lembrava pele de umacascavel listras negras quadriculadas toda de metal tinha uns 60 centmetros. Acontea o que acontecer no volte para o vilarejo proteja esta caixa parano cair em mos erradas a mantenha aberta e quando os cristais apareceremfeche-a sete desenhos apareceram em sequncia na tampa um para cadaescolhido, a chave ser o dedo polegar seu e dos outros. 7
  • 8. Outros? Dedo polegares, desenhos? No estou compreendendo? Entender quando chegar a hora certa garoto assim como voc mais seisescolhidos nasceram com um desenho no dedo polegar a caixa s abrirnovamente quando os sete estiverem unidos novamente. Uma guerra comeoue estou muito velho para vencer-los vou aprision-los e quando hora chegarter que terminar o que comecei Aron tem que acabar com esta guerra Mas como? perguntei assustado Para vencer a unio tem que acontecer, quando houver esta unio umnovo elemento haver de nascer com esse novo elemento que vai vencer astrevas. J vai escurecer Eu continuava sem entender, mas confiava nele, fiquei em silencio poralguns instantes estava confuso, minha mente tentava ligar as coisas que ouviranessa tarde to estranha mais um barulho ensurdecedor me fez cair para trazem um tremendo susto, levantei rapidamente procurando o epicentro do barulhoencontrei uma cortina de fumaa escura e densa que vinha do vilarejo algoestranho estava acontecendo, me virei para olha para o mago mais ele haviasumido a caixa estava l aberta era acolchoada com um pano de veludo branco. Queria correr at a l para saber o que estava acontecendo mais omago me fez prometer que no voltaria para o vilarejo e precisava espera atque os cristais aparecessem. Lembrei dele falando que da curiosidade humanadeveria saber que ficaria atiado em ir at o vilarejo. No tardou muito anoitecercontinuava l andando de um lado para o outro ouvindo de tempos em temposum barulho mais forte que o outro meus ouvidos j estavam adaptados aaqueles barulhos, ento me sentei no mesmo local onde antes o mago estava jera noite quando levei outro susto j era o terceiro daquele dia deveria estaacostumado, uma luz branca subiu no ar em direo aos cus e parou a