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Tarifas decolam no aeroporto de Confins

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  • Regio Norte de BH, Confins, Jaboticatubas, Lagoa Santa, Pedro Leopoldo, Santa Luiza e Vespasiano

    www.tribunabh.com / issuu.com/tribucity Ano 1 - N. 4 - RMBH - 15, maio a 20, junho de 2015

    O Aeroporto Internacional de Con-fins foi o quinto pior de um total de 15 grandes aeroportos brasilei-ros avaliados no primeiro trimestre de 2015. Motivos so as altas tarifas praticadas e as interminveis obras que se arrastam e prejudicam a mo-

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    Atualmente a sala de embarque do Aeroporto Internacional de Confi ns no apresenta esta tranquilidade devido s obras que reduziram o espao

    Quando escrito em chins a palavra crise compe-se de dois caracteres: um representa perigo e o outro representa oportunidade. com o esprito de no se deixar afetar por es-peculaes econ-micas que o Colgio M2, tricampeo nos resultados do Enem no Vetor Nor-te, tornou-se um exemplo dessa ousadia. No adianta ficar recla-mando do governo, de tudo e de todos. Podemos vencer qualquer crise com mais criatividade e bus-car melhorar a qualidade de pro-

    Tarifas decolam no aeroporto de Confins

    bilidade do passageiro. O arrocho mais recente contra os passageiros e usurios do aerdromo foi a taxa do estacionamento que deu um sal-to de 100%, passando de 30 para 60 reais. No prximo dia 11 de ju-nho, com autorizao da Agncia

    Nacional de Aviao Civil (ANAC), as tarifas de embarques domsti-cos vo subir 8,89%, passando de R$ 23,37 para R$ 25,45. A tarifa para o embarque internacional au-mentou de R$ 83,78 para R$ 87,46. Estes reajustes anuais nas tarifas

    aeroporturias so valores pagos pelas companhias areas pelos procedimentos de conexo, pou-so, permanncia, armazenagem e capatazia BH Airport, concessio-nria que administra o aeroporto de Confins. Detalhes na pgina 3

    Receita contra a crise:qualidade e criatividade

    dutos oferecidos, afirma o diretor geral Emiro Barbini. A escola regis-trou um aumento de 40% em suas matrculas em 2015, e agora se pre-para para inaugurar seu berrio, um dos mais modernos e bem equi-pados do Estado. Pgina 2

    Serra do Cip: convite para curtir a natureza

    Parte da Serra do Espinhao foi trans-formada no Parque Nacional da Ser-ra do Cip na dca-da de 1980, e englo-ba terras de Santana do Riacho, Jabotica-tubas, Morro do Pilar, Itabira e Itamb do Mato Dentro. A cria-o do Parque con-seguiu frear a devastao que se apresentava na regio e a preser-var uma reserva da biosfera re-conhecida pela Organizao das Naes Unidas ONU. A Serra do Cip ainda apresenta matas pre-servadas, pssaros, animais de

    grande porte como o Lobo-gua-r e dezenas de cachoeiras que encantam os visitantes. Quem sai de Belo Horizonte vence os 100 km de distncia passando por Lagoa Santa. Veja detalhes na pgina 8

    Cachoeira do Cornelio, Serra do CipoSegundo especialistas, investir em educao fundamental para evitar crises futuras

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    Por uma regio metropolitana de verdade

    Pgina 2

    Conhea as rdiosde Lagoa Santa

    Pgina 4

    Em Sociedade,com Janana Viana

    Pgina 6

    O limite vencendo a pirraaPgina 4

    vetor_norte.indd 1 21/05/2015 14:59:02

  • Crise se vence com qualidade e criatividade

    Em meio a baixas perspectivas para 2015, Colgio M2 mostra que possvel enfrentar a crise com mais investimento

    Enquanto a maior parte das pessoas e empresas ficam temerosas em situaes de crise e fazem de tudo para cortar in-vestimentos e custos, outras enxergam oportunidades de crescer com criativida-de. O ex-presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, imortalizou a anlise de um momento de crise com sua clebre frase: quando escrito em chins a pala-vra crise compe-se de dois caracteres: um representa perigo e o outro representa oportunidade. com o esprito de no se deixar afetar por especulaes econ-micas que o Colgio M2, tricampeo nos resultados do Enem no Vetor Norte, tor-nou-se um exemplo dessa ousadia. No adianta ficar reclamando do governo, de tudo e de todos. Ns podemos vencer qualquer crise com mais criatividade e buscar melhorar a qualidade de produtos oferecidos, afirma o diretor geral Emiro Barbini. A escola registrou um aumento de 40% em suas matrculas em 2015 e agora se prepara para inaugurar seu berrio, um dos mais modernos e bem equipados do Estado. Tambm investimos no que chamamos de Arena M2, com quadra po-liesportiva em tamanho oficial conjugada com um palco para apresentaes cul-turais, afirma Barbini. Na esteira dos in-vestimentos, tambm se encontram uma nova biblioteca, alm de vrios servios de tecnologia e melhoria pedaggica.

    O segredo de tanto investimento em uma poca desacreditada por econo-mistas garantir a qualidade e abusar da criatividade. Qualquer pai dos nos-sos alunos espera o melhor da escola. Nosso investimento, principalmente em tecnologias, faz com que no exista cri-se que afete a nossa qualidade, ressal-ta. Servios e aplicativos conectados ao mundo virtual foram contratados pela escola para facilitar a vida dos pais e alunos, manter a instituio mais prxi-ma do estudante, facilitar a comunicao com os pais e aprofundar o processo de ensino e aprendizagem.

    Dentre as novidades tecnolgicas, um aplicativo para o celular que permite uma comunicao rpida e direta com os pais dispensa as antigas circulares trazidas pelos alunos na mochila. Tambm insta-lamos o Tuneduc, uma plataforma online que acompanha e indica melhoras dos alunos no Enem, faz grficos e compa-rativos e mostra os caminhos de se apri-morar mais o estudo para o exame, res-salta Barbini. Alm dele, o XD Education, a chamada sala 3D, traz objetos de

    TRIBUNA VETOR NORTEAno I - N. 4 Maio, 2015

    EDITORES:Eugnio Luiz Oliveira - R. Prof. MG 03478 JPLuiz Lucas Martins - R. Prof. MG 02485 JP

    FOTOGRAFIA: Santos Filho

    COLABORADORES: Beatris Neves Braga, Janana Viana

    REDAO: Rua Irmos Kennedy, 114/06 Cidade Nova - Belo Horizonte - M. Gerais - 31170-130 - Telefax: (31) 3484 0480, (31) 9955 8447 e (31) 8491 7780.ENDEREOS DIGITAIS: vetornorte@tribunabh. com www.tri-bunabh.com, Twitter: @tribunabh e Edio Digital: www.issuu.com/tribucity

    CIRCULAO: O Tribuna Vetor Norte distribudo junto

    aos comerciantes e moradores de parte da Regio Norte de Belo Horizonte e nos municpios de Confins, Jaboticatu-bas, Lagoa Santa e Vespasiano; tem como base de partida o bairro Cidade Nova, devido ao principal eixo de ligao com a regio norte de Belo Horizonte, a Linha Verde.

    PERIODICIDADE: 15, maio a 20, junho de 2015.

    O TRIBUNA VETOR NORTE uma publicao da Logos Edito-ra Ltda., registrada na JUCEMG sob o n 3120431497 - CNPJ 25.712.977/0001- 62. Inscrio Estadual n 62.881.449.00-81 e Inscrio Municipal: 0108809/001-7

    Este jornal foi editado seguindo a Nova Ortografia da Lngua Portuguesa.

    Os artigos assinados no espelham, necessariamente, a opinio do jornal, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

    Por uma regio metropolitana

    de verdade

    aprendizagem em trs dimenses para que os estudantes possam assimilar os conhecimentos adquiridos em salas de aula com atividades completamente inte-rativas e modernas. O Weduc, tambm instalado recentemente na escola, um servio de aprendizagem pela web e a escola ainda conta com o sistema TOTVS no pedaggico, secretaria e financeiro enumera Barbini.

    O berrio, que ser inaugurado no fim de maio, ter um amplo e moder-no espao para atender os bebs, com acompanhamento de pediatras, babysis-ters e servio de enfermagem. Para os alunos um pouco mais velhos, da Educa-o Infantil, o M2 tambm inaugura uma extensa biblioteca, para que os peque-nos possam desenvolver o gosto pela lei-tura de forma ldica e alegre. Os alunos at o Ensino Mdio ainda contam com o K12, um famoso sistema de ensino biln-gue em que o estudante sai formado com um diploma brasileiro e outro vlido pa-ra universidades norte-americanas. Com tantos investimentos fsicos e pedaggi-cos, a to falada crise de 2015 promete passar despercebida pela escola. Todo esforo de melhoria depende da gente mesmo. No adianta esperar pelo outro, seja ele governo, empresa, qualquer coi-sa. A qualidade da escola se relaciona com o nosso compromisso com a educa-o e a criatividade depende da nossa observao aguada por tudo que est ao nosso redor, afirma Barbini.

    O Vetor Norte uma das portas de entrada de par-cela significativa da Regio Metropolitana de Belo Horizonte; em funo disso, podemos dizer com toda a tranquilidade, que essa parcela da capital mineira um dos smbolos geogrficos da regio, algo em tudo amplificado com a instalao, ali, da centralida-de poltico governamental do Estado a denominada Cidade Administrativa.

    A reflexo sobre essa realidvade, no entanto, colo-ca sob luzes uma verdade bem diferente. Da mesma forma como as regionais em Belo Horizonte so uma fico, na medida em que seus gestores tm relati-vamente nenhuma autonomia efetiva nos elementos centrais de deciso, visto que os temas de maior re-levncia permanecem concentrados nas secretarias temticas, tambm as regies metropolitanas so apenas um esboo de boa vontade sem eco algum na vida das pessoas.

    Por bvio que a ideia por trs das regies metropoli-tanas muito boa: problemas comuns a vrias cidades devem ser enfrentados de forma compartilhada, racio-nalizando esforos e recursos, otimizando os esperados resultados.

    O problema que tudo ficou no discurso, e isso uma realidade praticamente desde que as regies me-tropolitanas foram criadas no Brasil h certa de meio sculo.

    As leis que as instituram, com certa pompa e cir-cunstncia, deu-lhes organicidade at invejvel, com um amontoado de entidades representativas das cida-des metropolitanas, mas, por outro lado, no lhes con-feriu competncia concreta alguma e, pior ainda, no lhes outorgou recursos prprios.

    Ou seja, as regies metrop