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Olho Vivo na criminalidade da R. Nordeste/BH

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  • Ano VI - Edio N. 65 - Belo Horizonte, 29 de abril a 24 de maio, de 2013

    Basta de hipocrisia, de falcias e discursos vazios - Editorial..............................................................................................Pgina 2Opinio

    www.tribunabh.com.br

    Arquivo Trib

    Mineiro preocupa ALPgina 7

    Dicas contra o crimePgina 8

    XII Econtro de Educao

    B. Unio pede SocorroPgina 9

    Pgina 6

    Regio ter 190cmeras do Olho Vivo

    Regio ter 190cmeras do Olho Vivo

    H vrios anos o jornalTribuna e a comunidadeda regio Nordeste deBH exigem a instalaode cmeras de vigiln-

    cia do Projeto Olho Vivo, principal-mente nos eixos de maiores fluxosde pessoas e veculos, como na re-gio da Feira dos Produtores; nasavenidas Cristiano Machado eJos Cndido da Silveira; e nas

    ruas Ilacir Pereira da Silva, Dr. JlioOtaviano Ferreira e Alberto Cintra.Com a implantao do TransporteRpido sobre nibus, o BRT, estetipo de vigilncia se faz, ainda, maisimprescindvel.

    Em 2009, os editores do jornalacompanharam a diretoria da AoSocial Cidade Nova, associao dobairro, ao Copom Comando doPoliciamento da Capital , oficiali-

    zando, atravs de requerimento, opedido do Olho Vivo. Agora, o novoSecretrio Regional Nordeste daPBH, Geraldo Magela da Silva, ga-rante que est previsto a instalaode 190 cmeras de vigilncia empontos estratgicos da RegioNordeste, garantindo, assim, maissegurana para a populao.

    Mas a comunidade local queruma discusso prvia com as au-

    toridades para se definir os locaisideais para instalao das respec-tivas cmeras. O Secretrio tam-bm sinalizou com vrias inter-venes que prometem novosrumos na Regio Nordeste da Ca-pital. Vejam nesta edio estas eoutras informaes na entrevistacom o novo Secretrio regional.

    Pginas 3 e 4.

    TCN homenageado na Cmara Municipal

    Em concorrida solenidade realizada na CmaraMunicipal de Belo Horizonte, a Ordem dosCavaleiros da Inconfidncia Mineira promo-veu a entrega da Medalha da Liberdade adiversas personalidades. Presentes a Dra. ZairaPrado, Dr. Herbert Abreu, Dr. Pier Giorgio SenesiFilho e o jornalista Eugnio Oliveira, que tambm re-cebeu a honraria em nome do jornal Tribuna da Ci-dade Nova.

    A Ordem dos Cavaleiros da Inconfidncia Mineira uma instituio cvica, filantrpica e cultural quetem como pilar do seu objetivo social um dos maisimportantes movimentos scio/culturais e histricosde Minas Gerais, a INCONFIDNCIA MINEIRA. Temna sua essncia uma das mais importantes premia-es ao reconhecimento de pessoas fsicas e jurdi-cas que prestam comprovados servios histria, a

    Dra Zaira Prado, Dr. Herbert Abreu, Dr. Pier Giorgio SenesiFilho, jornalista Eugenio Oliveira, do jornal TribunaBH

    O Gro-Mestre Celso Rafael promoveu a entrega dashonrarias e recebeu justas homenagens pelo reconhe-cido trabalho frente Ordem dos Cavaleiros

    Fotos: Divulgao

    issuu.com/tribucity

    twitter.com/tribunaBH

    www.tribunabh.com

    Acesse o Tribunapelas redes sociais.

  • TRIBUNA DA CIDADE NOVAEDIO N. 65

    Editores:Luiz Lucas MartinsReg. Prof. MG 02485 JPEugnio Luiz OliveiraReg. Prof. MG 03478 JPFotografia: Santos Filho

    Colaboradores: Guilherme Ave-lar, Rodrigo Denbila.Redao:Rua Irmos Kennedy, 114/06Cidade Nova - Belo Horizonte M.Gerais - 31170-130 Telefax: (31)3484 0480 e (31) 9955 8447.E-mail Redao:tribunabh@gmail.com

    Site: www.tribunabh.comTwitter: @tribunabhEdio Digital:www.issuu.com/tribucityO Tribuna da Cidade Nova uma publicao da Logos EditoraLtda. Registrado no CartrioJero Oliva, documentao arqui-vada naquela Serventia em

    12/09/2007, no Registro n 1.143,no Livro A. Logos Editora Ltda.Reg. na JUCEMG sob o n3120431497 - CNPJ25.712.977/0001-62. InscrioEstadcual n 62.881.449.00-81.Circulao:O jornal distribudo de casa emcasa, na Parquia de Santa Luzia,

    na Feira dos Produtores da CidadeNova, bancas de revistas, pada-rias, lojas e empresas dos bairrosCidade Nova, Silveira, Nova Flo-resta, partes da Renascena, Ipi-ranga, Unio e adjacncias.

    Periodicidade:29 de abril a 24 de maio de 2013.

    Este jornal foi editado seguindoa Nova Ortografia da Lngua

    Portuguesa.

    Os artigos assinados no es-pelham, necessariamente, aopinio do jornal, sendo deinteira responsabilidade de

    seus autores.

    POLTICA & OPINIO Belo Horizonte, 29 de abril a 24 de maio, 2013 - Edio N. 65

    www.tribunabh.com2

    Em setembro de2012, Marcos Valrio - opublicitrio travestidode comerciante devotos , j condenadopelo Supremo TribunalFederal por sua atuaono que ficou conhecidocomo mensalo pe-tista, alterou seus anti-gos depoimentos epassou a dizer que Lulano apenas sabia de todo o esquema, como at seteria beneficiado diretamente dos recursos pblicospor meio dele escoados.

    J explicitei em outra oportunidade que achomuito difcil Lula no ter nem ao menos percebido quealgo de podre havia correndo pelos corredores e salasdo Palcio do Planalto.

    A facilidade com que seu governo ento nascenteagregou vasta maioria congressual, inclusive paraaprovar com extrema rapidez temas espinhosos, bas-taria para acender a luz amarela em sua inteligncia eacuidade privilegiadas.

    Independentemente dessa inevitvel percepopor Lula do que corria por debaixo de seus ps nomnimo isso, pois tambm plenamente provvel queele efetivamente soubesse e mesmo aprovasse o es-correr da tica por entre os dedos do PT em prol dadita governabilidade , independentemente de ambasessas alternativas no de todo excludentes entre si, ofato que dar ouvidos a um delator a destempo, enada confivel diante da multiplicidade de suas ver-ses, por demais estranho.

    Apesar disso, a Procuradoria da Repblica no Dis-trito Federal decidiu abrir seis procedimentos para in-vestigar as acusaes feitas por aquele incrvelempresrio, a partir do depoimento por ele prestadono j longnquo ms de setembro do ano passado.

    Foi pouco, ou mesmo nada, informado se essadeciso se baseou s no agora dito por Marcos Val-rio ou se levou em considerao eventuais novos fa-tores, indcios ou provas.

    Se tais elementos surgiram, provindos de fontesefetivamente confiveis, tudo bem, mesmo caso denovas investigaes e, talvez, dependendo do que seapurar, novas aes de responsabilizao; agora, sea deciso do Ministrio Pblico Federal apenas em-prestou confiabilidade ao depoimento extemporneo,a, entendo eu, se trata de postura descabida.

    Ningum, absolutamente ningum, est acima dequalquer suspeita e, portanto, da necessidade de veraveriguados seus atos, em especial quando envolveinteresses pblicos.

    Mas a sociedade merece e precisa de estabilidadeinstitucional, e um caso por demais rumoroso, que es-gara as emoes pblicas, no pode ser conduzidoexclusivamente por um facnora que se mostrou men-tiroso contumaz.

    O Direito, sabe-se agora com muita firmeza, punetambm sob indcios que tenham uma lgica condu-tora razoavelmente consistente; ao menos, assim de-cidiu o Supremo Tribunal Federal em relao a algunsdos acusados do chamado mensalo petista.

    Tal alargamento conceitual no deve, no entanto,servir para manter em aberto por toda uma eternidadepoltica um caso qualquer, apenas para dar aparnciade iseno ou seja l o que tenha inspirado a decisoinvestigatria.

    Creio que o Ministrio Pblico Federal deveria ex-plicar melhor para a sociedade as razes de sua de-ciso, e isso no por envolver um ex-presidente daRepblica, pois ele cidado como outro qualquer;tal dvida esclarecedora se deve por aquela necessi-dade de se encerrar concreta e definitivamente umcaso j julgado e que est para se ultimar com os re-cursos cabveis e depois, espera-se, a aplicao dassentenas definidas por quem de direito.

    Lula e o mensaloPor Guilherme NunesAvelar Advogado

    Sociedade condenadaFicou muito boa a paginao nainternet do jornal viu... Vai a umahistorinha para vocs publicarem.Frase da filsofa russo-americanaAyn Rand (judia, fugitiva da revo-luo russa, que chegou aos Es-tados Unidos na metade dadcada de 1920), mostrando umaviso com conhecimento decausa:

    Quando vocperceber que,para produzir, pre-cisa obter a autori-zao de quemno produz nada;quando compro-var que o dinheiroflui para quem ne-gocia no combens, mas com fa-vores; quando per-ceber que muitosficam ricos pelosuborno e por in-fluncia, mais quepelo trabalho, e que as leis nonos protegem deles, mas, pelocontrrio, so eles que esto pro-tegidos de voc; quando perce-ber que a corrupo recompensada e a honestidade

    se converte em autossacrifcio,ento, poder afirmar, sem temorde errar, que sua sociedade estcondenada.- Marcos MaracanApresentador da Rede RecordMinas

    BASTA!Arquivo Trib

    Asociedade brasileira est chegando aoslimites dos desmandos, da impunidadee, mesmo assim, nossas autoridades principalmente o Judicirio que quemd a ltima palavra , fingem que tudo estindo muito bem. Priorizam sempre os proces-sos eleitorais, as reeleies os acertos corpo-rativos. Enquanto isso, os cidados continuamrefns de um sistema perverso, trancados den-tro de suas prprias residncias, torcendo paraque o pior no acontea.

    A breve manifestao para chamar a aten-o para a impunidade que reina e que est solta, com registros de casos absurdos: bandi-dos colocando fogo em pessoas j dominadas;executando pessoasa queima-roupa, namaioria das vezes pormotivos banais e comrequintes de brutali-dade, a violncia e acovardia em altograus; famlias assis-tindo a vida de seusentes queridos sendoceifada por marginaisde menor e outrosde maior, em suamaioria esmagadoracom extensa ficha po-licial e que foi colo-cado nas ruas poruma Justia que lavaas mos para punir a incompetncia do Go-verno, seja ele federal ou estadual. E quemsofre a populao, desprotegida e desar-mada.

    No h punio exemplar no Brasil. Quandoum crime sacode a opinio pblica e vira temadirio da grande mdia, a Justia pune exem-plarmente o criminoso. Mas, depois, ao sefazer as contas da chamada progresso dapena, to