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Jornal Tribuna do Pará

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  • Belm, 01 a 07 de maio de 2010.

    Estado vai responder por crime ambiental

    Acompanhe o projeto Tribuna na Copa, com tabelas exclusivas e contedo jornalstico completo sobre a competio. Pgina. 22

    inTErnACionAlPolTiCA ConCUrSoS PolTiCA CidAdES

    Mais madeira apreendida Mengo e Papo no topo

    Sabrina Sato exibe corpo sarado

    Par vai vacinar rebanho contra aftosa

    Competio escolhe o beb mais choro

    Servidor de Belm ganha aumento real

    Funtelpa realiza concurso pblico

    Jordy aprova Yamada ao governo do Estado

    CTBel inscreve para a meia-passagem

    Operao Ventania II resultou em 22 laudos de infrao em municpios como Tucuru, Placas, Uruar, Anapu e Pacaj. Pgina 8.

    Flamengo continua bem l no alto na lista dos clubes mais queridos. E o Paysandu foi o nico lembrado no Estado. Pgina 21.

    A apresentadora capa da revista Boa Forma deste ms e conta com detalhes que est malhando e correndo para tirar o flego dos homens e arrancar elogios das mulheres. Pg. 20.

    Pelo menos 18 milhes de animais devem ser imunizados no perodo de 1 a 31 deste ms em todas as regies do Estado para combater a doena. Pg. 3.

    Em Tquio, criana que abre o berro sinal de sade.

    Prefeito Duciomar Costa concede reajuste de 6,5% em abril.

    Esta a maior seleo realizada para o rgo. So 83 vagas.

    O parlamentar acredita que candidatura acaba com Re x Pa na poltica.

    O cadastro de alunos novos vai at o dia 28 de junho prximo.

    Preo R$ 1,00

    14 1117 9 6

    Moradores do conjunto Bela Vista denunciam danos ambientais causados pelo prolongamento da Independncia, como alagamentos e morte de animais . Pg. 5.

    Ano I Edio 33

  • Belm, 01 a 07 de maio de 2010 Opinio2

    O jornal Tribuna do Par, h oito meses oferecendo a palavra para o leitor, ter novo formato, novo contedo e novo projeto grfico. Nenhuma novidade at a, porque a renovao e inovao so marcas editoriais de um jornal que ganhou confiana e credibilidade da populao paraense em menos de um ano de atuao.O primeiro formato, temporrio e experimental, cumpriu o seu papel. Agora o leitor ter a mesma

    qualidade jornalstica em um projeto que privilegia quem no tem muito tempo a perder com longos textos e precisa da informao gil, direta e objetiva. No se trata de um boletim de notcias, mas um jornal revista completo, com nfase no noticirio de Esporte, Segurana Pblica, acontecimento sociais e fofocas, alm de tudo o que acontece na Cidade. De quebra, o leitor tambm ter cadernos especiais

    e projetos de responsabilidade social, sem contar com o acesso, cada vez mais fcil e disponvel.A reestruturao do jornal vai oferecer novidades como promoes e far com que o Tribuna do Par seja mais presente no dia-a-dia da populao de Belm e do Estado. Presena, alis, que nunca passou despercebida, pois o Tribuna ganhou de cara o respeito do leitor, que sabe muito bem diferenciar quando tem e quando no tem a palavra.

    Exrcito de mototxi Por unanimidade, os vereadores da Cmara Municipal de Belm, aprovaram a regulamentao da profisso de mototaxista na capital paraense. Com a regulamentao foi colocado um ponto final em uma verdadeira batalha travada h cerca de um ano. Mas a regulamentao no foi comemorada por todos, pois muitos acreditam que o catico trnsito de Belm, dever entrar em um verdadeiro colapso com as imprudncias dos mototaxistas no centro da capital. Para os que foram a favor da regulamentao, esta significa o seu meio de transporte, haja vista a ineficincia dos transportes coletivos. A favor ou contra, todos concordam que construir terminais de integrao, levando para as comunidades esquecidas transporte coletivo muito melhor do que regulamentar a profisso e abarrotar de motos o centro de Belm.Lucas Gabriel C NogueiraProfisso: BlogueiroContato 32414257/88744659

    SOS TrnsitoUm atropelamento na BR 316, bem em frente ao Castanheira, s 10h30, fez da minha vida um verdadeiro inferno. Fiquei horas dentro de um nibus quente e com precrias condies de limpeza. Por isso estou apelando a este jornal, que j ganhou a minha considerao, para que no perdoe as prefeituras de Belm e Ananindeua, que precisam resolver a situao catica do ir e vir de milhares de cidados.O que no pode acontecer um pai de famlia perder trs horas para chegar em casa, quando levava menos de 20 minutos. Estou para desistir de usar o transporte coletivo. Vou andar a p pela cidade que chego mais cedo e menos estressado no trabalho.Joo Carlos CavalcanteConjunto Jardim Tropical Ananindeua

    Combate pedofiliaPedofilia caso de polcia. No tem jeito. E na periferia a situao cada vez mais preta. Eu concordo com a delegada Socorro Maciel, da Data, que no se tem que dar trgua para esses criminosos que pegam menores para satisfao sexual. Com tanta mulher no mundo, e olha que muitas nem so to exigentes, como que o homem ainda tem coragem de aliciar uma criana de 10, 11 anos? Li a reportagem que saiu na edio passada e fiquei pensando aonde que esse mundo vai parar com tanta crueldade. Como se no bastassem os problemas da pobreza, da misria, do trfico de drogas, a infncia est sendo abalada e atingida por esse problema, que para mim um grande desvio psiquitrico ou psicolgico.Miguel do Carmo Cardoso LimaRua do Arsenal Jurunas

    PM e aparelhagensA Polcia Militar ou algum precisa fazer alguma coisa em dias em que as aparelhagens tocam na cidade. A rea toda vira um verdadeiro inferno, porque junta um monte de gente que est disposta no apenas a se divertir, mas a brigar, puxar faca, tocar o terror. Assim como vo pessoas de bem, vo pessoas interessadas em roubar e fazer o mal. Acho que a cultura popular, essa caracterstica de Belm de arrastar povo, muito legal, mas acredito que as autoridades policiais precisam dar segurana a quem mora perto, quem passa perto, e quem est nessas festas, porque sempre tem muita pancadaria, mortes e assaltos. Sandro Renato Silva SantosAv. Pedro lvares Cabral Telgrafo

    Editorial

    Tribuna do Par uma publicao semanalEditado por SGP Comunicaes e Servios Ltda.CNPJ: 10955840/0001 - 61

    Diretor Executivo: Mrcio BarrosDiretor Geral: Gustavo BentoDiretor Administrativo: Leandro RochaEdio: Clo Soares e Micheline FerreiraEndereo: Trav. Lomas Valentina, n 1502 - MarcoCEP: 66.087-440Fale com a gente:(91) 3276.2308 tribunadopara.comercial@gmail.com

    E-mail: tribunadopara@gmail.comBlog: www.tribuna-do-para.blogspot.comTwitter: www.twitter.com/tribunaparaReportagens:Graziella Mendona e Alexandre CunhaColaboradores: Victor Hugo SalgadoFotos: Alessandra SerroDiagramao: Arthur CostaProjeto Grfico: Jos Menezes Junior

    Mande suas sugestes de pautas para nossa Redao!

    EXPEDIENTE

    A falta de pelo menos quatro medicamentos do coquetel contra a Aids, inclusive de droga utilizada por crianas, levou movimentos sociais que defendem portadores do HIV a realizar manifestaes em diferentes Estados.

    Alm do abacavir e da lamivu-dina, cujo desabastecimento foi informado recentemente, esto em falta, segundo o Ministrio da Sade, a nevirapina e a associao entre lamivudina e zidovudina (AZT). Organizaes no-gover-namentais (ONGs) que defendem os pacientes apontam ainda de-sabastecimento do efavirenz, o que o ministrio diz desconhecer. O programa nacional de combate

    Aids considerado um dos me-lhores do mundo por organismos internacionais.

    Segundo o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do ministrio, problemas na assinatu-ra de contratos com laboratrios pblicos dos Estados explicam o desabastecimento da lamivudina e da zidovudina, usados por 172 mil pessoas. No caso da nevirapi-na e do abacavir, utilizados por 4,1 mil, entre elas 400 crianas, o n foi em um contrato internacional em que o governo adquire as dro-gas de um laboratrio indiano por meio do Unicef, rgo das Naes Unidas para a infncia, diz o minis-trio.

    o desmanche de um progra-ma considerado referncia. E o presidente Lula ainda quer fazer acordos de cooperao para a produo de drogas com outros pases. A falta de remdios pode aumentar a resistncia ao HIV, disse William Amaral, secretrio do frum de ONGs no Rio de Janeiro.

    No Estado, a lamivudina dis-tribuda para pessoas com hepa-tite foi remanejada para quem vive com o HIV. Pela quarta ou quinta vez na dcada, somos obrigados a sair s ruas para exi-gir sobriedade das gestes fede-ral e estaduais, disse Luiz Alberto Volpe, que vive com o HIV e pre-side a ONG Hipupiara.

    CARTAS

    Falta de coquetel contra Aids gera protestos no pasA falta de remdios contra a Aids gera revolta no pas considerado uma das referncias mundial no combate doena

  • O ltimo relatrio da Defesa Civil Estadual - sobre os 13 mu-nicpios monitorados com rela-o ao nvel dos rios e o risco de cheias no Par - aponta para sete municpios em estado de alerta, trs em emergncia e outros trs que ainda aguar-dam ava liao de danos. Os dados foram divulgados nesta semana. Ao todo, mais de mil e qui nhentas famlias foram atingidas.

    Os municpios onde houve mais atingidos foram: Marab, onde a cheia dos rios prejudi-cou 589 famlias, sendo que 324

    delas ficaram desalojadas e, 265 desabrigadas; Peixe-boi , com quatrocentas famlias atingidas por enxurradas, mas nenhu-ma desalojada ou desabrigada.

    Na capital paraense j so 300 famlias que sofreram as conse-qncias das chuvas, mas sem desalojados ou desabrigados, apenas com prejuzos materiais.No municpio de Parauapebas 120 famlias ficaram desabriga-das e 90 desalojadas, num total de 210 atingidos.

    J em Novo Progresso 128 famlias foram atingidas. En-quanto que, em Tucuru, foram

    88 famlias que sofreram com as enchentes. Destas 58 ficaram desabrigadas e 30 desalojadas.

    O municpio de Itaituba foi o que menos teve atingidos pelas cheias dos rios, com apenas 10 famlias prejudicadas, mesmo assim, nenhuma desabrigada ou desalojada. Enquanto isso outros quatro municpios j de-cret