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Jornal Tribuna do Pará

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  • Belm, 20 a 26 de fevereiro de 2010

    Governo do Estado acumula dvida de mais de R$ 400 mi

    Karina Bacchi quer virar apresentadora

    A dupla Kris & Tchelo com o sertanejo eletrnico e batidas de viola invade a capital paraense. Confira na pgina 19.

    SEGURANA

    ECONOMIA

    ATUAlIdAdES

    INTERNACIONAl

    Clubes do interior buscam classificao Belm organiza comrcio informalMulheres esto h 28 anos na Polcia

    Bancos privados formam super rede

    Mames tero 60 dias a mais em casa

    Vov do rock vira dJ nas boates da Frana

    O guia de Marab, o Independente de Tucuru e o So Raimundo de Santarm correm atrs de carimbarr o passaporte para as semifinais do Campeonato Paraense 2010. Remo e Paysandu esto garantidos. Pgina 21

    Camels da avenida Presidente Vargas vo ocupar o primeiro shopping popular da Amaznia, criado pela Prefeitura de Belm. O Espao Palmeira, no centro da cidade, ser um complexo de compras e servios. Pgina 6

    A primeira turma da PM feminina do Estado comemorou no apenas as quase trs dcadas de sua formatura, mas o fato de estarem todas vivas.

    Santander, Bradesco e Banco do Brasil se uniram para oferecer servios em 11 mil dos 15 mil caixas eletrnicos. O melhor: sem cobrar nada dos clientes.

    Depois de vencer o Reality Show da Record, A Fazenda, a bela atriz s quer saber de mudar de profisso e conquistar um programa na TV brasileira.

    Licena-maternidade agora ser de seis meses. o que est no projeto que foi aprovado pelo Senado. Prazo para empresas demitirem tambm foi ampliado.

    Ruth Flowers uma velhinha simptica que aos 69 anos arrasa nas pick ups. Ela pe a galera para ferver nas badaladas pistas de dana de Paris, a capital francesa.

    Preo R$ 1,00

    13

    20

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    8

    15

    As dvidas com o custeio e manuteno da mquina pblica esto estimadas em R$ 150 milhes. Outros 300 milhes seriam de dbitos com empreiteiras que executaram servios, mas ainda no teriam visto a cor do dinheiro. A ordem apertar os cintos e promover um enxugamentos dos gastos como ocorreu em 2009. Tudo na pgina 11.

    Ano I Edio 23

    Foto

    s Jad

    er Paes

    Fotos Jader Paes

    VARIEdAdES

  • Belm, 20 a 26 de fevereiro de 2010 Opinio2

    A ecumnica Campanha da Fraternidade 2010 coloca sociedade uma reflexo importante - Fraternidade e Economia - vocs no podem servir a Deus e ao dinheiro. Est no Evangelho de Mateus, captulo 6, versculo 24 e chega um ano aps a grave crise econmica que atingiu todos os pases no mundo.A ideia colaborar na promoo de uma economia a servio da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforo conjunto das Igrejas Crists e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construo do bem comum em vista de uma sociedade sem excluso. Na teoria, a campanha prope o que o prprio Cristo ensinou, a partilha.

    Mas na prtica, o Par um dos Estados que mais tem miserveis em situao de pobreza extrema, ou seja, aqueles que vivem com at metade de um salrio mnimo.O Brasil um pas que no sabe combinar eficincia econmica, justia social e prudncia ecolgica, percebendo a relao e a importncia do meio ambiente nas atividades de desenvolvimento econmico, social e cultural. Servir a Deus e a Mamon tarefa rdua, mas a Campanha da Fraternidade quer que faamos a escolha entre os valores do plano de Deus e a rendio diante do dinheiro, porque o dinheiro, embora necessrio, no pode ser o supremo valor dos nossos atos

    nem o critrio absoluto das decises dos indivduos e dos governos.O texto-base fala que o dinheiro deve ser usado para servir ao bem comum das pessoas, na partilha e na solidariedade. Na histria humana, marcada por ambies, exploraes, injustias e ganncia, a Bblia se volta decididamente para a defesa dos pobres. No mbito social, a Bblia nos mostra profetas acusando reis e gente poderosa que enriquece custa do povo e no cuida bem daqueles a quem deveriam servir (Is. 3,13-15; Jr 5, 27-29: Ez 34, 2-4 etc.). s ler e atestar que a histria no mudou. Apenas os personagens.

    Populao fica sem nibus em AnanindeuaCerca de 50 mil pessoas ficaram sem transporte coletivo durante aproximadamente cinco horas na manh de sexta-feira (12). Os rodovirios de Ananindeua paralisaram as atividades em protesto s demisses de dois funcionrios da empresa Forte. Agora questiono os empresrios, o que a populao tem que haver com problemas internos das empresas? Absolutamente nada, mas como costumeiramente ocorre populao mais prejudicada, se j no bastassem s pssimas condies de nibus, aumento de tarifa incoerente ao transporte prestado, agora temos que aturar a incompetncia da m administrao das empresas. Posso apenas concluir neste contexto geral, que realmente o transporte coletivo na Regio Metropolitana de Belm foi falncia, pois o acumulo alarmante de diversos entraves poderia justificar a falncia, entraves esses que perpetuam das mais variadas formas que vo desde: nibus sucateados at cobradores e motoristas sem o mnimo de preparo para lidar com o pblico. Lucas Gabriel Corra NogueiraRua dos Pariquis, passagem Paulo VI

    Vamos falar de preveno!Escrevo para o Tribuna para pedir que vocs escrevam uma reportagem especial sobre os problemas do corao e como evit-los. Hoje em dia, as doenas desse tipo fazem vtimas em todo o mundo, isso ocorre devido a vrios fatores de natureza biolgica, mas creio que a falta de informao tambm contribui para a proliferao das doenas. Tambm seria interessante falar sobre cncer de pele, causado principalmente pela exposio ao sol de forma excessiva. Fica a sugesto!Maria de Ftima SouteiroRua Florianpolis, Marex, Belm

    Mortes no trnsito. At quando?Recentemente mais um acidente na BR-316 aumentou as estatsticas da violncia no trnsito. Trs pessoas morreram de uma mesma famlia, por causa da imprudncia de outro condutor, que vinha na contra mo e em alta velocidade. Nessas horas, eu me pergunto: at quando as pessoas vo continuar morrendo de forma brutal nas rodovias e estradas? no mnimo revoltante. O que falta nesse pas acabar de vez com a cultura da impunidade, que d uma sensao de liberdade aos infratores. Enquanto essa cultura continuar, vamos ter que permanecer dividindo as estradas com pessoas alcoolizadas, sem escrpulos e sem amor prpria vida.Eliana de Souza MotaBR-316, KM 06, Ananindeua

    Valorizao do Futsal paraenseGostei muito da reportagem sobre o futebol de salo, que saiu na edio passada do jornal. Quando era estudante, treinava no time da escola e sempre admirei este esporte. Hoje, incentivo meus filhos a treinarem, at porque a maioria dos craques que temos no Brasil comearam com o futsal, como Robinho, fenmeno, Ronaldinho. E um esporte que no tem muita divulgao, geralmente o futebol de campo priorizado. Por isso, achei muito boa a iniciativa do Tribuna de dar espao para o esporte amador do Par.Joo Paulo Campos da SilvaTravessa Piedade, Belm

    Editorial

    Tribuna do Par uma publicao semanal.Editado por SGP Comunicaes e Servios Ltda.CNPJ: 10955840/0001 - 61Diretor: Mrcio Barros

    Endereo: Trav. Lomas Valentina, n 1502 - MarcoCEP: 66.087-440Planto da Redao:(91) 3276.2308Mande tambm suas sugestes de pauta.E-mail: tribunadopara@gmail.comOrkut:Tribuna do Par (Comunidade)

    Reportagens: Graziella Mendona e Alexandre CunhaColaboradores: Victor Hugo Salgado.Fotos: Jader Paes.Diagramao: Arthur CostaProjeto Grfico: Jos Menezes JuniorComercial:Rodrigo Ferreiratribunadopara.comercial@gmail.com(91) 3276-2308 / (91) 8269-0872

    EXPEDIENTE

    Durante o perodo do carnaval 2010, de 12 a 17 de fevereiro, os dois Hospitais de Pronto Socorro de Belm, o HPSM Mrio Pinotti (Uma-rizal) e HPSM Humberto Maradei (Guam), atenderam juntos 2.435 pacientes, at as 13 horas desta quarta-feira de cinzas (17).

    No HPSM Mrio Pinotti, houve uma queda de 16% no numero de atendimentos em relao ao ano de 2009, quando no mesmo perodo, o Hospital atendeu a 1.481 pacientes. Em 2010, foram realizados 1.244 procedimentos nos diversos setores do Hospital. Os mais procurados foram a pediatria que atendeu 110 casos, a traumatologia com 298 ca-sos e a clnica mdica com 496 casos.

    Destes, 153 procedimentos foram prestados a pacientes vindos do in-terior do estado do Par e munic-pios prximos Regio Metropoli-tana de Belm, como Ananindeua, que enviou 54 pacientes para serem atendidos no HPSM da 14 de Maro. Segundo Tereza Cristina, diretora do Departamento de Urgncia e Emergncia da Sesma, a reduo dos atendimentos observada nos hospi-tais de pronto socorro ocorreu em razo do funcionamento das escalas completas de mdicos nas 14 uni-dades de sade que funcionam com urgncia e emergncia 24 horas, en-tre as quais as unidades do Tapan, Bengu, Marambaia, Jurunas, Sacra-

    menta e Telgrafo, entre outras. Es-sas unidades funcionaram sem prob-lemas e isso se refletiu na demanda que se dirigiu aos prontos socorros, que foi um pouco menos em rela-o ao ano passado, avalia Tereza. Segundo Orlando Garcia, Diretor do HPSM Mrio Pinotti, apesar da grande demanda de pacientes o Hospital conseguiu trabalhar sem problemas. Apesar da grande pro-cura por atendimento durante o perodo do carnaval e dos muitos ca-sos complexos e violentos que cheg-aram ao Hospital, nossa equipe reali-zou um grande esforo, trabalhando em conjunto para garantir o melhor atendimento, explicou Garcia.

    CARTAS

    Queda no atendimento mdico no carnaval

  • O projeto de lei que prorroga a licena-maternidade por mais 60 dias (PLS 281/05), passando-a dos atuais quatro meses para seis me-ses, foi aprovado por unanimidade e em deciso terminativa, pela Comisso de Direitos Humanos e Legislao Participativa (CDH). A proposta, de autoria da senadora Patrcia Saboya (PDT-CE), prev a adeso optativa nas empresas da iniciativa privada. Emendas apre-sentadas estenderam o benefcio tambm s mes adotantes e s funcionrias pblicas.

    No caso das servidoras pbli-ca