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Jornal Tribuna do Pará

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  • Ano I Edio 11Belm, 21 a 27 de novembro de 2009

    Briga acirrada entre PT e Justia do Par

    Na briga contra as ofensivas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Par, o Tribunal de Justia do Estado divulgou em nota oficial que deve tomar providncias contra a Executiva Estadual do PT, caso a legenda volte a ofender as prerrogativas constitucionais do Poder Judicrio, depois que o PT se manifestou contra a priso de lideranas do movimento. Pgina 11

    Mauricio de Sousa, o pai da Turma da Mnica, conta sua histria e faz sucesso entre os fs de Belm Pgina 17

    CARREIRAESPORTE CIdAdES VARIEdAdESInTERnACIOnAl

    Comunidade cobra Prefeitura de Ananindeua Estrada nova sonha com obras do Portal

    IBGE abre 350 vagas de nvel superior

    Comea primeira fase do Parazo 2010

    Greve ameaa o Ophir loyola

    Vida noturna fervilha em Belm

    Faltam comida e remdios em Honduras

    Moradores do residencial Olga Benrio fizeram mais um protesto contra as promessas no cumpridas de asfalto e saneamento pela Prefeitura de Ananindeua, que respondeu com um novo pedido de pacincia comunidade. Pgina 9

    Moradores da Estrada Nova aguardam pelas mudanas na cara do bairro com as obras de macrodrenagem e a construo da avenida da orla do Rio Guam, que fazem parte do conjunto de obras do Portal da Amaznia. Pgina 6

    So vagas para cargos com salrios que variam de R$ 5,7 a R$ 7,4 mil mensais. Inscries vo at o dia 6 de Dezembro.

    Os times j comearam a entrar em campo nessa primeira fase, que vai at o dia 20 de Dezembro.

    Alm do caos que leva os pacientes para outros Estados, servidores ameaam fazer greve.

    A cidade ganhou novos points, dignos das grandes metrpoles. Alguns deles funcionam durante toda a semana.

    Pobres esto sem comida e tambm faltam remdios. Bancos internacionais cortaram apoio financeiro ao pas.

    Preo R$ 1,00

    7 14 182116

  • Belm, 21 a 27 de novembro de 2009 Opinio2

    O cidado que paga imposto na compra de qualquer bem, seja ele uma caneta ou uma lata de sardinha, no pode ser tratado como indigente no momento em que precisa de atendimento mdico especializado nos hospitais pblicos do Par.No se pode conceber que um Estado to rico tenha tantas dificuldades em manter o funcionamento mnimo de hospitais regionais e os de referncia. O caos vivido atualmente por hospitais como o Ophyr Loyola e a Santa Casa nos faz questionar onde que tudo isso vai parar. Fazer um exame para identificar tumores j

    uma misso impossvel. Pacientes aguardam, com a pesada angstia da morte iminente, at quatro meses por um leito, por um diagnstico e at uma consulta. E quando no h dinheiro para custear todas essas despesas, o jeito se submeter ao martrio da espera. Porque toda energia deve ser poupada para a cura ou o repouso, da que no se v grvidas em gestao de risco ou portadores de cncer protestando por direitos no ofertados pelo Estado.Por outro lado, o governo estadual que deveria fazer a regulao do sistema de sade tambm no oferece e nem cobra melhores condies da ateno bsica nos municpios.

    Se os investimentos prediletos dos prefeitos quando o assunto sade continua sendo a compra de ambulncias, estaremos mais do que acostumados a ver a confuso e o corre-corre nas portas dos Prontos Socorros da capital. l que desguam toda sorte de doentes, que no conseguem o mnimo de atendimento mdico em suas cidades de origem.O que se espera que em 2010, mais um ano eleitoral, a situao ultrapasse a fronteira das promessas para as solues efetivas, porque o povo tem necessidade e o direito de viver com dignidade. E muito pouco o Estado oferta para que sade seja, efetivamente, um direito difuso e coletivo.

    Marqus de Herval, um sonhoGostaria de dizer que acho muito bom o trabalho que a Prefeitura de Belm est desenvolvendo na avenida Marqus de Herval, com a praa praticamente pronta e iluminada agora s falta terminar a calada para pedestres e cadeirantes, assim como a Avenida Duque de Caxias, que um modelo de rua na cidade. Espero que outras ruas de Belm sejam pavimentadas com o mesmo projeto, pois facilita o trnsito e o trfego das pessoas, principalmente os deficientes fsicos que sofrem com subidas e descidas de caladas.Antonia Pereira de CastroPedreira

    Mais segurana na feira do livroA Feira do Livro deste ano s no foi perfeita por causa da segurana, pois no ltimo final de semana alguns visitantes foram alvos da bandidagem, que agiu justamente s para roubar as pessoas na sada do evento. No prximo ano, o governo do Estado deveria se preocupar mais com a segurana nas imediaes do Hangar, porque a cada ano que passa o fluxo de gente cada vez maior, e a feira do livro s tem a ganhar, j que um evento de grande porte na questo cultural no s pra ns paraenses, mais pra outras pessoas que vm de outros Estados e at de outros pases.Adelaida NunesTelgrafo

    Outra soluo para a Senador LemosA CTBel deveria encontrar uma soluo para melhorar o trnsito na avenida Senador Lemos, que uma das principais avenidas de Belm, j que a ltima mudana no facilitou a vida das pessoas que se deslocam para l, no sentido Dr. Freitas, sendo assim, aqueles que precisam estudar , trabalhar e fazer outras obrigaes tm que descer do nibus em alguma parada da Avenida Pedro lvares Cabral, e seguir um longo caminho at chegar na avenida Senador Lemos, que sentido nico para os nibus que vm do centro. No gostei do binrio e peo que a CTBel reveja a situao.Cleber TavaresAv. Dr. Freitas

    Um outro local para ambulantesQuando chega essa poca de final de ano e outras datas comemorativas, onde o fluxo de gente aumenta no comrcio, aquele vai-vm de pessoas fica complicado. So vendedores de DVDs, camels e ambulantes por toda parte. Enfim, um caos. Est certo que eles precisam arrumar um trocado, mas no precisa atrapalhar o trfego das pessoas que vo fazer compras. Assim como foi feito na avenida Presidente Vargas, a Secon precisa remover esses vendedores ambulantes para um outro local, pois eles ocupam quase toda parte da calada e rua Santo Antonio, mais as travessas do centro comercial.Priscila MonteiroBairro da Condor

    Visconde abandonada Infelizmente a avenida Visconde Inhama est abandonada no s por falta de reformas, pois a praa est sendo local para jovens se drogarem e no so poucos. Eles chegam em grupos e ocupam vrios bancos da praa cheirando e fumando todo tipo de droga sem a menor vergonha. Acho que a polcia deveria tomar uma atitude, pois quando a viatura passa eles s fazem olhar e vo embora, sem contar com os assaltos que acontecem tanto de dia quanto noite, j que uma rua deserta, um lugar perfeito para os bandidos. Os policias deveriam agir com mais eficincia e usar a autoridade para espantar esses adolescentes da praa.Mnica CarvalhoTravessa Piraj

    Editorial

    Tribuna do Par uma publicao semanal.Editado por SGP Comunicaes e Servios Ltda.CNPJ: 10955840/0001 - 61Diretor: Mrcio Barros

    Endereo: Trav. Lomas Valentina, n 1502 - MarcoCEP: 66.087-440Planto da Redao: (91) 3276.2308Mande tambm suas sugestes de pauta.E-mail: tribunadopara@gmail.comTwitter: @tribunadopara

    Orkut:Tribuna do Par (Comunidade)Blog: www.tribunadopara.blogspot.comReportagens: Graziella Mendona e Alexandre CunhaColaboradores: Victor Hugo Salgado.Fotos: Jader Paes.Diagramao: Arthur CostaProjeto Grfico: Jos Menezes Junior

    EXPEDIENTE

    O nico hospital de referncia em doenas infecto-contagiosas, o Hospital Universitrio Joo de Bar-ros Barreto est pedindo socorro. Pacientes reclamam de absoluta-mente tudo - roupa de cama suja, banheiros sujos, apartamentos sem ar condicionado ou ventilador, pa-cientes com doenas contagiosas dividindo o mesmo espao com outros que fazem tratamentos mais simples.

    Pacientes com tuberculose foram alocados no mesmo quarto que uma senhora que fazia tratamento de clculo renal. A falta de higiene tambm est evidente. As colchas

    de cama s foram trocadas duas vezes em cinco dias. Um nico banheiro no andar para todos os pacientes e acompanhantes sem-pre sujo. E a cadeira de rodas para transportar idosos avariada, sem uma das rodas.Para o acompan-hante, o tratamento tambm no nada vip. Todos so obrigados a dormir em cadeira de bar e no tm direito a lenol. Isso, para os premi-ados e sortudos, porque nem todos tinham direito cadeira.

    No Barros Barreto, apenas um dos quatro elevadores est funcio-nando. O prdio tem cinco andares e isso dificulta a locomoo dos pa-

    cientes, principalmente os que pos-suem doenas mais graves e tm que ser atendidos nos andares mais altos. O nico elevador em funcio-namento passa por manuteno peridica o dia inteiro. O equipa-mento at despencou do 1 andar para o subsolo enquanto transpor-tava algumas pessoas, entre elas, o ex-diretor do hospital, Luiz Moraes.

    A quantidade de enfermeiros no hospital insuficiente para a de-manda. Os profissionais deveriam atender de quatro a cinco pacientes por planto, mas acabam se re-sponsabilizando pelo atendimento de um nmero superior a doze.

    CARTAS

    Atendimento precrio no hospital Barros Barreto

  • Novembro o ms dedicado ao combate ao diabetes, sendo o dia 14 a data que marca o Dia Mundial do Diabetes. A data foi criada para mobilizar as pessoas portadoras da doena a tratarem a doena da forma adequada, assim como para ajudar as no portadoras a se prevenir contra a doena, j que, de acordo com a Federao Inter-nacional do Diabetes (IDF -sigla em ingls), a doena j atinge 250 milhes de diabticos no mundo, 12 milhes s no Brasil, e que esse nmero pode chegar a 380 mi-lhes nos prximos 15 anos.

    A doena, que se chama dia-betes mellitus uma sndrome decorrente da falta de insulina ou da incapacidade da insulina exercer suas aes, causando conseqncias a todo o orga-nismo. Os dois tipos mais co-muns so o diabete tipo 1 (in-fanto ju