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  • TRABALHOS CIENTFICOS ESTRUTURA E NORMAS ESTRUTURA E NORMAS CITAES CITAES
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  • ESTRUTURA E NORMAS Para que a estrutura e formatao seja adequada preciso que siga as normas preestabelecidas pela Para que a estrutura e formatao seja adequada preciso que siga as normas preestabelecidas pela Associao Brasileira de Normas Tcnicas (ABNT)
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  • CONFORME NBR 14724:2005 Elementos pr-textuais Elementos textuais Elementos ps-textuais Elementos formais de apresentao do trabalho que antecedem o contedo. (Capa, folha de rosto, folha de aprovao, resumo, lista de abreviaes, lista de tabelas, siglas, sumrio etc.) Considerados os mais importantes no trabalho acadmico - compreendem a Introduo, o Desenvolvimento e a Concluso do trabalho. ( a razo de ser do trabalho) Representados pelas partes que vm logo aps a parte textual. So as Referncias (e no mais Referncias Bibliogrficas), Glossrio, Apndices, Anexos etc.
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  • Elementos ps-textuais APNDICE Apndices so documentos complementares ao trabalho acadmico, elaborados pelo autor. De uso opcional, apndices so nomeados com letras maisculas em seqncia que respeite a ordem alfabtica, seguidas de travesso e o ttulo do mesmo. EXEMPLO: APNDICE A Avaliao do sistema financeiro internacional ANEXO Um anexo uma pgina que constitui um tipo de informao de suporte enciclopdico, comportando informao relacionada com os artigos, mas que no um artigo em si e tem como objetivo apoiar os artigos principais. Geralmente so listas. Estes tipos de pginas utilizam o domnio especfico Anexo: Um anexo, por definio, tem que estar sempre ligado ao texto principal, seno no tem razo de existir. GLOSSRIO 1 Livro ou vocabulrio em que se d a explicao de palavras obscuras ou desusadas. 2 Dicionrio de termos tcnicos de uma arte ou cincia. 3 Resenha alfabtica.
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  • Apresentao dos trabalhos - Apresentao dos trabalhos - Conforme NBR 14724:2002 Formato da pgina papel A4 (21,0 cm x 29,7 cm) Espaamento ou espacejamento entre linhas 1,5 (um e meio) Exceo - citao com mais de trs linhas - espao simples Tipos de letras (fontes) e tamanho Times New Roman (fonte 12) ou Arial (fonte 10)
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  • Margens Papel A4 Texto 3 cm 2 cm
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  • UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARING (Nome da Instituio opcional) NEUZA CORTE DE OLIVEIRA (Nome do autor - obrigatrio) Aplicabilidade do custeio ABC em uma sericicultura (Ttulo - obrigatrio) Maring (Local obr.) 2010 (Ano obr.) Capa
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  • NEUZA CORTE DE OLIVEIRA Aplicabilidade do custeio ABC em uma sericicultura Maring 2010 Folha de Rosto Projeto apresentado para avaliao parcial da disciplina INPEC, sob a orientao da Prof MSc. Neuza Corte de Oliveira...
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  • NEUZA CORTE DE OLIVEIRA Aplicabilidade do custeio ABC em uma sericicultura Folha de Aprovao Trabalho de Concluso de Curso, aprovado no Curso de Cincias Contbeis, da Universidade Estadual de Maring, como parte dos requisitos para obteno do ttulo de Bacharel em Cincias Contbeis. Aprovado em: Dezembro/2010 BANCA EXAMINADORA _________________ ___________________ Prof. MSc. Carlos Prof. Dr. Paulo _________ ______________________________ Orientadora: Prof MSc Neuza Corte de Oliveira Universidade Estadual de Maring
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  • Nas intensas discusses sobre as transformaes que afetam as atividades e a economia de uma regio ou de um setor a informao parece ser o elemento comum para o estabelecimento e a sustentao de solues. Em especial, no agronegcio, em razo da migrao da agricultura de subsistncia para a agricultura de mercado, que exige dos produtores uma gesto alinhada com as exigncias da agroindstria e do ambiente econmico. Diante desse quadro, o estudo utiliza-se da viso dos scios-cooperados para estabelecer uma anlise crtica do sistema de informao que subsidiam as decises dos cooperados enquanto administrador. A pesquisa qualitativa de carter exploratrio e descritivo. Realizada sob o formato de estudo de caso unitrio em uma cooperativa agroindustrial. A relevncia est na doutrina especfica, que conflita em alguns casos com a gesto administrativa. O foco a disseminao das informaes tcnicas, econmicas, administrativas e contbeis, pela cooperativa. Abrangendo diferentes meios e recursos, para suprir as necessidades informacionais dos scios-cooperados. A constatou- se que a cooperativa dissemina informaes tcnicas, econmicas, administrativas e contbeis atravs de diferentes meios. Porm, apesar das informaes tcnicas e econmicas, atenderem as caractersticas de til, em tempo hbil e agregar valor, verificou que as informaes administrativas e contbeis, so ainda insuficientes para a tomada de decises relacionadas s unidades produtivas. RESUMO Resumo PalavrasChave: Organizao cooperativa ; sistemas de informao.
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  • Figura 1 Organograma Bsico de uma Cooperativa Figura 2 O Ambiente complexo de uma Organizao Cooperativa Figura 3 Fonte de Sistemas de Informaes Figura 4 Estrutura das Comisses LISTA DE FIGURAS
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  • Quadro 1 Organograma Bsico de uma Cooperativa Quadro 2 O Ambiente complexo de uma Organizao Cooperativa Quadro 3 Fonte de Sistemas de Informaes Quadro 4 Estrutura das Comisses LISTA DE QUADROS
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  • Tabela 1 Organograma Bsico de uma Cooperativa Tabela 2 O Ambiente complexo de uma Organizao Cooperativa Tabela 3 Fonte de Sistemas de Informaes Tabela 4 Estrutura das Comisses LISTA DE TABELAS
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  • ACI - Aliana Cooperativa Internacional DMS - Departamento de Mtodos e Sistemas DVD - Disco de Vdeo Digital EMBRAPA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuria LISTA DE ABREVEATURAS E SIGLAS
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  • SUMRIO 1 INTRODUO................................. 01 1.1CONTEXTUALIZAO................. 01 1.2 OBJETIVOS..................................... 02 1.2.1 Objetivo geral............................. 02 1.2.2 Objetivo especifico..................... 02 2. ORGANIZAO COOPERATIVA03 2.1 GESTO COOPERATIVA............. 03 3 METODOLOGIA.............................. 04 3.1 Perguntas da pesquisa....................... 04 4 O CASO COCARI............................ 05 4.1 HISTORICO DA COOPERATIVA.. 05 6 CONCLUSES.................................. 06 7 REFERNCIAS................................. 07
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  • Indicativos de sees e numerao de ttulos Indicativos de sees e numerao de ttulos NBR 6024:2003 Seo primria 1 (um) nmero antes do ttulo e escrito em MAISCULAS e em negrito. Seo primria 1 (um) nmero antes do ttulo e escrito em MAISCULAS e em negrito. 1 EDUCAO SUPERIOR E O TRABALHO Seo secundria 2(dois) nmeros antes do ttulo e escrito em letras MAISCULAS e sem negrito Seo secundria 2(dois) nmeros antes do ttulo e escrito em letras MAISCULAS e sem negrito 1.1 A EDUCAO SUPERIOR DIANTE DAS MUDANAS NO MUNDO DO TRABALHO Seo terciria - 3(trs) nmeros antes do ttulo e escrito em letras minsculas e em negrito. Somente a primeira letra da frase em letras maisculas. Seo terciria - 3(trs) nmeros antes do ttulo e escrito em letras minsculas e em negrito. Somente a primeira letra da frase em letras maisculas. 1.1.1 Integrao e flexibilidade na produo
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  • REFERNCIAS Referncias - informaes indispensveis identificao do documento (NBR 6023:2002). alinhadas margem esquerda (sem recuo) e cada documento identificado de maneira individual; espao simples e separado entre si por dois espaos simples; espao simples e separado entre si por dois espaos simples; lista de referncias so geralmente apresentadas no final do texto. lista de referncias so geralmente apresentadas no final do texto.
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  • MODELO DE REFERNCIAS (mais usuais) a)no livro todo 1(um) autor 1(um) autor MEDEIROS, Joo Bosco. Redao cientfica: a prtica de fichamentos, resumos e resenhas. 3. ed. So Paulo: Atlas, 2003. MEDEIROS, Joo Bosco. Redao cientfica: a prtica de fichamentos, resumos e resenhas. 3. ed. So Paulo: Atlas, 2003.
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  • 2(dois) a 3(trs) autores Separados apenas por ponto-e-vrgula (;) BOOTH, W.C.; COLOMB, G.G.; WILLIAMS, J.M. A arte da pesquisa. 2. ed. So Paulo: Martins Fontes, 2005. GERALDI, J. W.; ALMEIDA, M. J. de. O texto na sala de aula. So Paulo: tica, 1997.
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  • Mais de 3(trs) autores Mais de 3(trs) autores apenas o primeiro autor e acrescenta-se a Indica-se apenas o primeiro autor e acrescenta-se a expresso et al que significa (NBR 6023:2002) expresso et al que significa mais de um autor (NBR 6023:2002) FAVERO, H. L. et al. Contabilidade: teoria e prtica. v. 1 So Paulo: Atlas, 1995. FAVERO, H. L. et al. Contabilidade: teoria e prtica. v. 1 So Paulo: Atlas, 1995. SANTOS, Lucy et al. Cincia, tecnologia e sociedade: o desafio da interao. Londrina: IAPAR, 2002. SANTOS, Lucy et al. Cincia, tecnologia e sociedade: o desafio da interao. Londrina: IAPAR, 2002. Observao: DMITRUK, Hilda B. (org.) Cadernos metodolgicos: diretrizes do trabalho cientfico. 6. ed. rev. ampl. e atual. Chapec: Argos, 2008.
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  • Parte de livro ou captulo ANDERY, M. A.P. A.; MICHELETO, N.; SRIO, T. M. de A. P. O mundo tem uma racionalidade, o homem pode descobri-la. In: ANDERY, M. A. P. A. et al. Para compreender a cincia: uma perspectiva histrica. 12. ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2003. p. 33-56. ANDERY, M. A.P. A.; MICHELETO, N.; SRIO, T. M. de A. P. O mundo tem uma racionalidade, o homem pode descobri-la. In: ANDERY, M. A. P. A. et al. Para compreender a cincia: uma perspectiva histrica. 12. ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2003. p. 33-56. Publicaes peridicas REVISTA DE ADMINIST

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