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  • 1. Vista area do SITEL Tratamento de Esgotoconscientizao e ao Fernando Azevedo Orth Tcnico em Saneamento

2. Fonte: Eurico Zimbres, www.meioambiente.pro.br " CICLO HIDROLGICO 3. Nascente Rio Ca, RS 4. Montenegro 5. 6. NASCENTES SEM PROTEO MARGENS SEM PROTEO LIXO JOGADO NA GUA Despejos in natura 7. Arroio Montenegro Rio do Sinos RIO CAI Captao I 8. 9. Breve histrico

  • possvel que os primeiros sistemas de gua e esgoto tenham surgido em 3000 a.C., e que a reutilizao de guas para irrigao das produes agrcolas j exista h cerca de 5000 anos.
  • At 1850, os sistemas e gua e esgoto eram muito precrios. A falta de planejamento para reutilizao da gua, aliada a falta de gua adequada para o consumo e ausncia de tratamento, resultaram em epidemias catastrficas como a clera asitica ou o tifo, que assolaram a Europa durante os anos de 1840 e 50. Na dcada de 1850, foram descobertas as relaes entre as formas de utilizao e poluio da gua disponvel e as epidemias que vinham causando grande mortalidade nas cidades.
  • O perodo de 1850 a 1950 foi marcado por intensa pesquisa sobre o assunto e desenvolvimento de novas alternativas como a progressiva introduo da filtrao da gua para o consumo e a maior utilizao de aquedutos nas cidades.
  • Aps 1960, surgiu o que alguns pesquisadores chamam de "era do reaproveitamento e reciclagem da gua", em que o aproveitamento mximo da gua disponvel uma medida j reconhecida pela legislao de vrios estados norte americanos e da Unio Europia. Atualmente, o aumento do interesse em maximizar o uso da gua uma resposta s crescentes presses da sociedade pelo consumo de gua de alta qualidade, e dependncia de gua pela agricultura e indstria.
  • Fonte-Instituto Trata Brasil, Organizao da Sociedade Civil de Interesse Pblico (Oscip)

10. Esgoto Domstico Resduos: *Slidos -Lquidos *Emisso atmosfrica ETE Corpo Receptor 11.

  • Saneamento Bsico no Brasil
    • 60 milhes de Brasileiros (9,6 milhes de domiclios) no dispem de coleta de esgoto. Localizam-se principalmente:
        • Bolses de pobreza das grandes cidades;
        • Cidades com menos de 20.000 habitantes;
        • Regies Norte e Nordeste.

Consideraes Iniciais 12. Gerenciamento de Efluentes Lquidos Domsticos

  • Saneamento Bsico no Brasil
    • Quase 75% de todo o esgoto sanitrio coletado nas cidades despejado "in natura", o que contribui decisivamente para a poluio dos cursos d'gua urbanos e das praias;
    • O esgotamento sanitrio requer, portanto, no s a implantao de uma rede de coleta, mas tambm um adequado sistema de tratamento e disposio final .

Consideraes Iniciais 13. O emissrio de Ipanema, o primeiro do Brasil, foi projetado e construdo no incio dos anos 1970. 14. Umatorrente imunda que o emissrio submarino de Ipanema lana no mar. Sem qualquer tratamento. .. Agora pense que isso vem acontecendo h mais de 35 anos. 15. Gerenciamento de Efluentes Lquidos Domsticos.

  • Efluentes Lquidos Domsticos
    • guas residurias provenientes da utilizao de gua potvel em zonas residenciais e comerciais;
    • Caracterizam-se pela grande quantidade de matria orgnica, nutrientes (nitrognio e fsforo) e microorganismos;
    • Podem conter microorganismos patognicos provenientes de indivduos doentes (propagao de doenas de veiculao
    • hdrica);

Consideraes Iniciais 16. Gerenciamento de Efluentes Lquidos Domsticos e Industriais

  • Efluentes Lquidos Domsticos
    • Composio: gua:99,9% e Slidos:0,1%
    • Slidos: Substncias orgnicas:70% e inorgnicas:30%
    • Substncias Orgnicas: protenas, carboidratos, gorduras;
    • Substncias Inorgnicas: Areia, sais e metais;

Consideraes Iniciais 17. Custo doInvestimento

  • Investir em esgoto pode significar um grande salto para o municpio, em termos da dotao da infra-estrutura requerida para a instalao das modernas empresas cada vez mais comuns nessa era da globalizao. Segundo dados do BNDES* : o custo mdio doinvestimentoem sistemas de esgoto sanitrio compostos de coleta e tratamento varia proporcionalmente ao tamanho da populao do municpio, de US$ 420.00 a US$ 840.00 por domiclio atendido. Ainda segundo a mesma fonte, os custos mdios anuais deoperaovariam de forma igualmente proporcional entre US$ 6.00 e US$ 13.00 por domiclio atendido. (*)fonte - CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA, N 1: SANEAMENTO AMBIENTAL. Banco Nacional de Desenvolvimento Econmico e Social. Rio de Janeiro.

18. CIDADE ESGOTO SANITRIO GRAVIDADE OU RECALQUE TRATAMENTOPRELIMINAR TRATAMENTOPRIMRIO TRATAMENTO SECUNDRIO TRATAMENTOTERCIRIO CORPORECEPTOR VISO GERAL DO SES SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITRIO ETA 19. Gerenciamento de Efluentes Lquidos Domsticos e Industriais

  • Coleta

20. Lei Federal 11.445/07

  • A nova Lei de Saneamento (Lei Federal 11.445/07) estimula a utilizao de alternativas diferenciadas para a prestao de servios de saneamento ao prever: o fomento ao desenvolvimento cientfico e tecnolgico, a promoo de alternativas de gesto que viabilizem a auto-sustentao econmica e financeira dos servios e a utilizao de tecnologias apropriadas, considerando a capacidade de pagamento dos usurios, a adoo de solues graduais e progressivas, bem como a difuso dos conhecimentos gerados de interesse para o saneamento bsico.
  • www.mananciais.org.br

21.

  • CAPTULO VI
  • DOS ASPECTOS ECONMICOS E SOCIAIS
  • Art. 29. Os servios pblicos de saneamento bsico tero a sustentabilidade econmico financeira assegurada, sempre que possvel, mediante remunerao pela cobrana dos servios:
  • I - de abastecimento de gua e esgotamento sanitrio: preferencialmente na forma de tarifas e outros preos pblicos, que podero ser estabelecidos para cada um dos servios ou para ambos conjuntamente;

22. Fonte:Pesquisa do Instituto Methodus julho 2009 23. TRATAMENTO DE ESGOTO

  • A questo a seguir foi aplicada a todos os usurios da CORSAN da Unidade de Montenegro.
  • Apesar de considerarem importante o tratamento de esgoto (questo anterior), 55,6% dos usurios no se dispem a pagar pelo servio.
  • Considerando a importncia que voc d para o tratamento de esgoto, quanto estaria disposto a pagar para ter seu esgoto tratado?
  • 40% do valor da conta de gua9936,7%
  • 50% do valor de sua conta de gua134,8%
  • 60% do valor de sua conta de gua31,1%
  • 70% do valor de sua conta de gua10,4%
  • 80% do valor de sua conta de gua00,0%
  • 90% do valor de sua conta de gua00,0%
  • 100% do valor de sua conta de gua41,5%
  • No pagaria nada15055,6%
  • Total 270Fonte:Pesquisa do Instituto Methodus julho 2009

24. TECNOLOGIAS PARA TRATAMENTODE ESGOTOS SANITRIOS

  • No campo de tecnologias para o tratamento de esgotos sanitrios, a escolha entre as diversas alternativas disponveis ampla e depende de diversos fatores, dentre eles, podem ser citados:
  • rea disponvel para implantao da ETE;
  • Topografia dos possveis locais de implantao e das bacias de drenagem e esgotamento sanitrio;
  • Volumes dirios a serem tratados e variaes horrias e sazonais da vazo de esgotos;
  • Caractersticas do corpo receptor de esgotos tratados;
  • Disponibilidade e grau de instruo da equipe operacional responsvel pelo sistema;
  • Disponibilidade e custos operacionais de consumo de energia eltrica;
  • Clima e variaes de temperatura da regio;
  • Disponibilidade de locais e/ou sistemas de reaproveitamento e/ou disposio adequados dos resduos gerados pela ETE.
  • Fonte: (CETESB, 1988)

25.

  • Enquadramento dos corpos d gua
    • Resoluo CONAMA N 0357 de 17/03/2005: estabelece as condies e padres de lanamento de efluentes e classifica os corpos d gua de acordo com seus respectivos usos; ( hoje em partes do rio Ca - Classe 3)
    • O controle do lanamento de efluentes deve ser feito de maneira que os corpos receptores mantenham-se dentro das condies estabelecidas pelas respectivas classes; (futuramente classe 2)

Lanamento de Efluentes 26. Sistemas de tratamentoexistentes na Corsan - Decanto-digestores- Lagoas aeradas e de estabilizao - Lodo ativado - Disposio no solo 27. Tratamento Preliminar:So retirados do esgoto os slidos grosseiros, como lixo e areia. Processo:Utiliza processos fsicos, como gradeamento, peneiramento e a sedimentao. Nveis do Tratamento 28. Grade e caixa de areia Tratamento preliminar 29. Limpezacaixa de areia 30. Nveis do Tratamento

  • Tratamento Primrio:Reduz parte da matria orgnica presente nos esgotos removendo os slidos em suspenso sedimentveis e slidos flutuantes. Processo:O esgoto ainda contm slidos em suspenso, no grosseiros, que so mais pesados que a parte lquida. Esses slidos se sedimentam, indo para o fundo dos decantadores, formando o lodo primrio bruto. Esse lodo re