trabalho reserva extrativista

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  • 1. ACADMICOS: Diony Rauly;Fabio K;James Pinho.Reserva Extrativistado Baixo JuruDOCENTE: Dany Marques GA 211

2. Regulamenta o art. 80, incs. XVI e XVII e oart. 219, incs. I, II, III e V da ConstituioEstadual, que dispem sobre o uso sustentveldas Florestas Estaduais e Reservas Extrativistasdo Estado de Rondnia, e d outrasprovidncias.2 3. Art. 1o. objetiva estabelecer critrios e normas para controle, uso egesto das Florestas Estaduais e Reservas Extrativistas do Estado deRondnia atendidos os seguintes princpios: I uso dos recursos naturais de forma sustentvel, garantindo obem estar da gerao presente e resguardando o das geraesfuturas; II desenvolvimento scio econmico que busca a valorizao doser humano, assegurando o trabalho digno e a melhoria daqualidade de vida em harmonia com o meio ambiente; III incentivo ao estudo e ao desenvolvimento de tcnicas quepromovam o uso sustentvel dos recursos ambientais; IV mitigao dos impactos advindos da explorao dos recursosnaturais; V planejamento e fiscalizao dos usos dos recursos naturais; VI fomento educao ambiental, em todos os nveis, com oenvolvimento de toda a coletividade.3 4. I - unidade de conservao: espao territoriale seus recursos ambientais, incluindo asguas jurisdicionais, com caractersticasnaturais relevantes, legalmente institudopelo Poder Pblico, com objetivos deconservao e limites definidos, sob regimeespecial de administrao, ao qual se aplicamgarantias adequadas de proteo;4 5. SNUC - SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DECONSERVAO LEI No 9.985, DE 18 DEJULHO DE 2000. Regulamenta o art. 225, 1, incisos I, II, III e VII da ConstituioFederal, institui o Sistema Nacional deUnidades de Conservao da Natureza e doutras providncias.5 6. I - rgo consultivo e deliberativo: o Conselho Nacional do MeioAmbiente - Conama, com as atribuies de acompanhar aimplementao do Sistema; II - rgo central: o Ministrio do Meio Ambiente, com a finalidadede coordenar o Sistema; e III - rgos executores: o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente edos Recursos Naturais Renovveis - Ibama, os rgos estaduais emunicipais, com a funo de implementar o SNUC, subsidiar aspropostas de criao e administrar as unidades de conservaofederais, estaduais e municipais, nas respectivas esferas de atuao. Pargrafo nico. Podem integrar o SNUC, excepcionalmente e acritrio do Conama, unidades de conservao estaduais e municipaisque, concebidas para atender a peculiaridades regionais oulocais, possuam objetivos de manejo que no possam sersatisfatoriamente atendidos por nenhuma categoria prevista nestaLei e cujas caractersticas permitam, em relao a estas, uma claradistino.6 7. IV - recurso ambiental: a atmosfera, as guasinteriores, superficiais e subterrneas, osesturios, o mar territorial, o solo, o subsolo, oselementos da biosfera, a fauna e a flora; VIII - manejo: todo e qualquer procedimento quevise assegurar a conservao da diversidadebiolgica e dos ecossistemas; X - uso direto: aquele que envolve coleta euso, comercial ou no, dos recursos naturais;7 8. XI - uso sustentvel: explorao do ambientede maneira a garantir a perenidade dosrecursos ambientais renovveis e dosprocessos ecolgicos, mantendo abiodiversidade e os demais atributosecolgicos, de forma socialmente justa eeconomicamente vivel; XII - extrativismo: sistema de exploraobaseado na coleta e extrao, de modosustentvel, de recursos naturais renovveis;8 9. XVII - plano de manejo: documento tcnicomediante o qual, com fundamento nos objetivosgerais de uma unidade de conservao, seestabelece o seu zoneamento e as normas quedevem presidir o uso da rea e o manejo dosrecursos naturais, inclusive a implantao dasestruturas fsicas necessrias gesto daunidade; XVIII - zona de amortecimento: o entorno deuma unidade de conservao, onde as atividadeshumanas esto sujeitas a normas e restriesespecficas, com o propsito de minimizar osimpactos negativos sobre a unidade;9 10. So legalmente institudas pelo poder pblico comobjetivo de conservao de espaos ambientaisespeciais. Principais categorias: Parque Nacional, EstaoEcolgica , Reserva Biolgica, ReservaEcolgica, rea de Proteo Ambiental, ReservaExtrativista e rea de Relevante Interesse Ecolgico. No nvel federal, a atribuio de realizar estudospara a criao, monitorar e administrar as unidadesde conservao pertence ao IBAMA InstitutoBrasileiro do meio Ambiente.10 11. Presena de espcies smbolos, geralmente degrande porte, que sensibilizam o pblico, em geral, eas autoridades: Alta concentrao de espcies endmicas, ou seja, deespcies que possuem uma distribuio geogrficabastante restrita. Alta concentrao de espcies consideradas comoameaadas de extino. Diversidade de ecossistemas e espcies. Grau das Presses humanas sobre a rea. Situao fundiria ou viabilidade de regularizaofundiria. Valor histrico, cultural, antropolgico e beleza cnica.11 12. Unidade de proteointegralPreservar a natureza, sendoadmitido apenas o uso indireto dosseus recursos naturais, comexceo dos casos previstos na lei. Estao Ecolgica. Reserva Biolgica. Parque Nacional. Refgio de vida Silvestre. Monumento Natural.Unidades de uso sustentvelCompatibilizar a conservao da naturezacom o uso sustentvel de parcela dosrecursos naturais. rea de Proteo Ambiental. rea de Relevante InteresseEcolgico. Floresta Nacional. Reserva Extrativista. Reserva de Fauna. Reserva de DesenvolvimentoSustentvel. Reserva Particular do PatrimnioNatural.12 13. Categoria de manejo Tipos de visitaes permitidasEstao Ecolgica Objetivo EducacionalReserva Biolgica Objetivo EducacionalParque NacionalEducao, Interpretao Ambiental eRecreao em contato com a Natureza.rea de Proteo Ambiental Nas reas de domnio Pblico, sodefinidas pelo rgo Gestor.Reserva ExtrativistaCompatveis com interesses locais e deacordo com o disposto no plano demanejo.Reserva de DesenvolvimentoSustentvelCompatveis com interesses locais e deacordo com o disposto no plano demanejo.Reserva Particular do PatrimnioNaturalObjetivo Turstico, Recreativo eEducacional. 13 14. As Reservas Extrativistas so espaos territoriaisdestinados explorao auto-sustentvel econservao dos recursos naturaisrenovveis, por populaes tradicionais. Em taisreas possvel materializar o desenvolvimentosustentvel, equilibrando interesses ecolgicos deconservao ambiental, com interesses sociais devalorizao da cultura local e melhoria de vida daspopulaes que ali habitam. Existem duasmodalidades de Reservas Extrativistas: Florestaise Marinhas.14 15. OBJETIVOS ESPECFICOS DA UNIDADE -valorizao scio-cultural da populaotradicional local e garantindo a exploraoauto-sustentvel dos seus recursos naturais.15 16. PRINCPIOS: Participao comunitria para aconservao e Integrao entre o conhecimentoecolgico tradicional e o conhecimento ecolgicocientfico. Construo da sociedadesustentvel, que vive integrada natureza e estcentrada no pleno exerccio da cidadania, com adistribuio eqitativa da riqueza que gera efavorece condies dignas de vida para asgeraes atuais e futuras.16 17. 17 18. O estado do Amazonas historicamente teve como grande foraeconmica o extrativismo. A partir de meados do sculo XIX, aborracha se consolidou como principal produto da economiaamazonense, trazendo um grande capital para o estado. Os ciclos da borracha tambm consolidaram a colonizao daregio, trazendo trabalhadores da regio Nordeste para o trabalhonos seringais um grande aporte de mo-de-obra barataincentivado pelo Estado brasileiro. Alm da borracha tambmpodemos ressaltar as especiarias, com a exportao regular decravo, cacau, baunilha, canela, resinas aromticas e plantasmedicinais. O controle sobre esse processo se dava por parte dosmissionrios, dispondo da alta produtividade da mo-de-obraindgena.18 19. A Reserva Extrativista do Baixo Juru umarea utilizada por populaes extrativistastradicionais, cuja subsistncia baseia-se noextrativismo, na agricultura de subsistncia e nacriao de animais de pequeno porte, e tem comoobjetivos bsicos proteger os meios de vida e acultura dessas populaes, e assegurar o usosustentvel dos recursos naturais da unidade.(Lei n 9.985, que institui o Sistema Nacionalde Unidades de Conservao da Natureza Snuc, de 18 de julho de 2000, artigo 18.)19 20. LocalizaoA Reserva Extrativistado Baixo Juru estlocalizada em suatotalidade no estadodo Amazonas, nasegunda sub-regio, doTringulo Juta-Solimes-Juru, compreendendoparte dos municpios deJuru e Uarini, com reaaproximada de cento eoitenta e oito milhectares (188.000 ha)(Figura 3.1).(Figura 3.1).20 21. (No alto, esq.) Rio Juru na poca seca, evidenciando suas praias emeandros; ( direita) rio Copac na poca da cheia; (abaixo) vistaarea do rio Andir e seus lagos na seca. Fotos: W. Quatman.21 22. O conhecimento do nmero e tipos de espciesque compem a biota local importante para agesto efetiva de uma rea legalmente protegida.Contudo, determinar a riqueza total de espciesda fauna da Resex praticamente impossvel.Assim, a opo mais vivel foi levantar apenasalguns grupos taxonmicos que integram oambiente, na tentativa de construir uma visogeral sobre toda a biota. Taxonmicos - que define os grupos deorganismos biolgicos, com base emcaractersticas comuns.22 23. Na Resex do Baixo Juru foram registradas, at omomento, 362 espcies de aves sendo 54 apenas naregio do rio Copac.A maioria das espcies foi registrada em florestas deterra firme ou nas reas de transio entre terra firme evrzea ou igap, quadro comum entre ambientesAmaznicos.23 24. Em levantamentos realizadosna Resex em 2005, 2006 e2007, foram registradas 115espcies de rpteis e anfbios).24 25. Mamferos25 26. AtividadesEconmicasAs principais atividadeseconmicas dascomunidades da Resex doBaixo Juru so: agriculturafamiliar(roa), pesca, produoartesanal, extrativismo deprodutos florestais, criaode pequenosanimais, pecuria empequena escala e servios.26 27. 27 28. Ser permitida a criao de animais de pequeno emdio porte, como galinha, pato,porco, entre outros.A criao se dar em local adequado, de acordo comas r

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