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A experincia da Estao de Tratamento de

Esgoto de Itabira e sua contribuio em

pesquisa e monitoramento e aprimoramento em

parceria com UFMG

J.M. Borges - SAAE - Itabira

UFMG/DESA - Universidade Federal de Minas Gerais

- Departamento Engenharia Sanitria

SAAE Itabira - localizao

Instituio fundada em Itabira, no dia 20 de Maio de 1955, com a finalidade de operar os sistemas de abastecimentos de gua

e esgotamento sanitrio do municpio. O SAAE uma Autarquia Municipal com autonomia administrativa e financeira,

cumprindo seu objetivo primrio, ou seja, captar, tratar e distribuir gua (420 l/s ) a praticamente 100% da populao urbana e

mais dois distritos (Senhora do Carmo e Ipoema), como tambm recolher 98% do esgoto domstico, (tratando 70%)

Itabira, Capital da Poesia, terra natal de Carlos Drummond de Andrade, cidade do Circuito do Ouro e da Estrada

Real, localizada no corao de Minas Gerais, na regio Sudeste do Brasil, tem como vias de acesso as rodovias BR

381/262 MG 120/129, atualmente possui 110.000 habitantes e sua regio contem no total 1254,49 Km em

abrangncia, e tem como atividade principal, a extrao de minrio de ferro, extrado pela maior empresa de

minerao diversificada das Amricas, a Vale do Rio Doce.

SAAE ITABIRA

(Autarquia Municipal 58 anos)

O Municpio de Itabira:

INTRODUO

Valho-me da presente para informar que o SAAE de Itabira vem

desenvolvendo trabalhos de pesquisa em parceria com a UFMG desde o

primeiro Edital do PROSAB, no final da dcada de 90, ocasio em que

apoiou ativamente a implantao e a operao de unidades

experimentais junto ETE Nova Vista, em Itabira. Os resultados das

pesquisas desenvolvidas em parceria com a UFMG tm possibilitado

impulsionar a questo do tratamento de esgoto em nosso municpio e

dando contribuies para meio cientfico

Temos utilizados os reatores UASB para o tratamento de esgotos

domsticos no municpio de Itabira desde 1995 sabendo que:

Tecnologia consolidada principalmente para regies de clima

quente

Entretanto temos convico que:

Aprimoramentos: no monitoramentos e nos projetos e na operao so

ainda necessrios

Tratamento preliminar

Reatores UASB

Filtros Biolgicos Percoladores

Decantadores Secundrios

Desaguamento de lodo

Laboratrio

Caracteristicas

ETE Laboreaux

Reatores

UASBFiltros percoladores*

Popualo Equivalente (hab) 70.000 (123.000)

Vazo (m.s-1) 0,170 (0,313)

TDH (h) 8,0 -

COV (kgDBO.m-.d-1) 0,80 0,60 0,70

Carga hidrulica (m.m-.d-1) - 14,0

Nmero de reatores 8 (16) 2 (4)

Configurao Retangular Circular

Dimenses (m) 21,70 6,20 D = 22,50

Altura til (m) 4,50 2,50

Volume til (m3) 1.210,9 56,25

Desaguamento do lodo Filtro prensa

METODOLOGIA

OBJETIVOS

Apresentar os aprimoramentos que foram desenvolvidos e os que esto

em estudos juntos com SAAE de Itabira e a UFMG/DESA, associados a

reatores UASB aplicados ao tratamento de esgotos domsticos,

Demonstrar que estamos conseguindo com essa parceria,

contribuies para o aprimoramentos de projetos e as operaes de

reatores UASB baseados na literatura cientfica e em experincia

prticas obtidas.

Foto da ETE de Ipatinga

(COPASA)

Pop. 400.000 habitantes

Corroso na Laje de Cobertura

Quando necessrio mudar? Antes que seja necessrio

Aplicao de revestimento protetivo de

poliuretano elastomrico flexvel na

superfcie de concreto. Polibrid

Unidades Reatores Aprimoramentos - Fases

CASE 1 Gradeamento fino instalado Antes de operao

CASE 2 Teste de vazamento biogs

na partida do reator. Antes partida operacional ETE

Case 3: Gerenciamento do lodo Partida unidade desidratao

(Filtro Prensa).

CASE 4 - Avaliao da biomassa nos

reatores Operacional

CASE 5 Acumulao de escuma em

separadores trifsicos Operacional

Exemplos de aprimoramentos proposto (SAAE-UFMG/DESA)

Gradeamento fino

(limpeza manual)

Tratamento preliminar

Gradeamento fino instalado aps a etapa de desarenao

(abertura 15 mm)

CASE 1 Gradeamento fino instalado

Aprimoramento Uso de peneiras e gradeamentos mdios e grosseiros

Peneiras manual (15 mm abertura)

Mantendo o gradeamento grosseiro e mdio jusante dos desarenadores

Possveis pontos de vazamento de gs: (Presso de trabalho 0,170mca)

(i) Fissuras nas cmaras de gs;

(ii) Vazamentos nas linhas de gs;

(iii)Vlvulas de alvio.

CASE 2 Teste de vazamento biogs na partida do reator

Teste de vazamento de biogs: ETE Laboreaux

Antes dos reparos Aps os reparos

Protocolo implementado para teste das cmaras de coleta gs

(i) Encher os reatores com gua;

(ii) Pressurizar os reatores com gua;

(iii) Monitorar o decaimento de presso nos compartimentos e biogs;

(iv) Verificar a perda de presso.

CASE 2 Teste de vazamento biogs na partida do reator

CASE 4 - AVALIAO DA BIOMASSA NOS REATORES

C1

C3

C4

C2

efluente

afluente

0,5 m

1,5 m

2,0 m

1,0 m

H4 = 0,75 m e V4 = 100,9 m3

H2 = 0,50 m e V3 = 67,3 m3

H4 = 0,80 m e V1 = 107,6 m3

H3 = 0,50 m e V2 = 67,3 m3

Altura e Volume de

influncia dos pontos

de amostragem

Determinao da quantidade de biomassa em um reator

Volumes correspondentes a cada

zona amostrada: V1; V2; V3; V4.

Concentraes de lodo em cada

zona amostrada: C1; C2; C3; C4.

Clculo da quantidade de

biomassa (M) em cada zona do

reator:

Zona 1: M1 = C1 x V1

Zona 2: M2 = C2 x V2

Zona 3: M3 = C3 x V3

Zona 4: M4 = C4 x V4

Clculo da quantidade total de

biomassa:

MT = M1 + M2 + M3 + M4

AVALIAO DA BIOMASSA NOS REATORES

Reator 1

0

100

200

300

400

500

600

700

800

0

2000

4000

6000

8000

10000

12000

14000

16000

18000

20000

1 20 51 76 90 107 125 136 153 167 178 195

SS

T (m

g/L

)

Mas

sa S

T (

kg)

Dias operacionais

ST

SST

0

100

200

300

400

500

600

700

800

0

2000

4000

6000

8000

10000

12000

14000

16000

18000

20000

209 235 262 287 318 342 365 392 415 440 468 493 520

SS

T (m

g/L

)

Mas

sa S

T (

kg)

Dias operacionais

ST

SST

Dificuldades de ajustes de dosagens de condicionantes

qumicos

M homogenizao antes do desaguamento

Resultado: frequentes interrupes das unidades de

desidratao do lodo e deteriorao da qualidade do efluente

Aprimoramento: Uso de tanques de homogenizao com misturadores

Case 3: Gerenciamento do lodo

Possivelmente hoje principal problema operacional em reatores UASB

Aprimoramento proposto: Remoo hidrosttica da escuma

Princpio bsico:

Reduo ou aumento da presso de biogs no interior dos

separadores trifsicos

Escoamento da escuma por canaletas instalados no interior

do compartimento de biogs

CASE 5

Acumulao de escuma em separadores trifsicos

RESULTADOS E DISCUSSO

Escuma (retirada do separador)

Compartimento

de biogs

Canaletas de

retirada de

escuma

Acumulao de escuma em separadores trifsicos

Continuao dos estudos

Aproveitamento energtico de uma ETE !!!

Deve ser considerado para:

Gerao de energia

Secador trmico do lodo

Higienizao do lodo

Aprimoramentos operacionais continuao

Descarte de escuma

CONCLUSES

Aprimoramentos operacionais e de projeto de reatores

UASB tem sido propostos com o objetivo de promover

adequaes e tornar o sistema mais eficiente

Algumas limitaes remanescentes devem ser melhor

esclarecidas e pesquisadas com o estabelecimento de

protocolos para projeto, construo e operao de

reatores UASB

A parceria com meio cientfico e acadmico e de suma

importncia para o aprimoramento operacionais nas

atividades de saneamento.

"O conhecimento o processo de acumular dados; a sabedoria reside na

sua simplificao."

(Martin H. Fischer)

Muito Obrigado

SAAE Itabira 31 38391300

Jorge Martins Borges Eng. Sanitarista jborges@saaeitabira.com.br

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