Tpico 04: Sistema de Planejamento e Pblico p/ Tcnico Administrativo da Cmara dos Deputados Prof. Dr. Giovanni Pacelli Tpico 04: Sistema de Planejamento e Oramento

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  • Oramento Pblico p/ Tcnico Administrativo da

    Cmara dos Deputados

    Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    Tpico 04: Sistema de Planejamento e Oramento

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    Doutor - 2016 (UnB) e Mestre em Contabilidade - 2011 (UnB).

    Especialista em Operaes Militares - 2008 (ESAO).

    Bacharel em Administrao de Empresas - 2006 (UECE).

    Bacharel em Cincias Militares - Infantaria turma de 2000 (AMAN).

    Auditor Federal de Finanas e Controle (CGU), atualmente ocupando o cargo de Coordenador-Geral de

    Planejamento e Avaliao.

    Ordenador de Despesas.

    Aprovado em 6 concursos, dentre eles o 1 lugar no TCE-CE (2008).

    Autor dos livros AFO e Contabilidade Pblica Questes Discursivas, e AFO e Contabilidade Pblica

    Questes Comentadas, Editora Elsevier.

    Autor de diversos artigos na rea contbil e de administrao pblica.

    2

  • Itens do programa

    1 O papel do Estado e a atuao do governo nas finanas pblicas.1.1 Formas e dimenses da interveno da administrao na economia.2 Oramento pblico e sua evoluo.2.1 Oramento como instrumento do planejamento governamental.2.2 Princpios oramentrios.

    3 O oramento pblico no Brasil.3.1 Plano Plurianual.3.2 Diretrizes oramentrias.3.3 Oramento anual.3.4 Sistema e processo de oramentao.3.5 Classificaes oramentrias. 3

  • Itens do programa

    4 Programao e execuo oramentria e financeira.4.1 Acompanhamento da execuo.4.2 Sistemas de informaes.4.3 Alteraes oramentrias.4.4 Crditos ordinrios e adicionais.5 Receita pblica.5.1 Categorias, fontes e estgios.5.2 Dvida ativa.6 Despesa pblica.6.1 Categorias e estgios.6.2 Restos a pagar.6.3 Despesas de exerccios anteriores.6.4 Suprimento de fundos.

    4

  • CF/1988;

    LC 101/00 (LRF);

    Lei 4.320/1964;

    Decreto 93.872/1986;

    Decreto Lei 200/1967;

    Lei 10.180/2000 (Sistemas Organizacionais)

    Lei 13.255/2016 (LOA/2016);

    Lei 13.242/2015 (LDO 2015 para a LOA 2016);

    Lei 13.249/2016 (PPA 2016-2019);

    MTO verso 2016 e 2017;

    Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Pblico: Parte I, 6 edio.

    Fontes de Estudo

    5

  • Fontes de Estudo

    GIACOMONI, James. Oramento pblico. 16 ed. So Paulo: Atlas,

    2014.

    GIAMBIAGI, Fbio; ALM, Ana Cludia. Finanas pblicas: teoria e

    prtica no Brasil. 3 ed. Rio de Janeiro: Campus editora, 2007.

    ALBUQUERQUE, Claudiano; MEDEIROS, Mrcio; FEIJ, Paulo H. Gesto

    de Finanas Pblicas. 3 ed. Vol. 1. Braslia: Gesto Pblica, 2013.

    REZENDE; Fernando. Finanas pblicas. 2 ed. So Paulo: Atlas, 2001.

    6

  • Projeto do curso

    Tpicos Itens do programaQuantidade

    de aulas

    1 2.2 Princpios oramentrios. 2

    2

    2 Oramento pblico e sua evoluo.

    2.1 Oramento como instrumento do

    planejamento governamental.

    1

    3

    3 O oramento pblico no Brasil.

    3.1 Plano Plurianual.

    3.2 Diretrizes oramentrias.

    3.3 Oramento anual.

    4.4 Crditos ordinrios e adicionais.

    2,5

    7

  • Tpico Itens do programaQuantidade

    de aulas

    43.4 Sistema e processo de oramentao.

    4.2 Sistemas de informaes.0,5

    5

    4. Programao e execuo oramentria e financeira.

    4.1 Acompanhamento da execuo.

    4.3 Alteraes oramentrias.

    2

    6

    5 Receita pblica.

    5.1 Categorias, fontes e estgios.

    5.2 Dvida ativa.

    3.5 Classificaes oramentrias

    1,5

    76 Despesa pblica.

    6.1 Categorias e estgios.2

    Projeto do curso8

  • Tpico Itens do programaQuantidade

    de aulas

    8

    6.2 Restos a pagar.

    6.3 Despesas de exerccios anteriores.

    6.4 Suprimento de fundos.

    1,5

    9 LRF 3

    10

    1 O papel do Estado e a atuao do governo

    nas finanas pblicas.

    1.1 Formas e dimenses da interveno da

    administrao na economia.

    1

    TOTAL 17

  • Sistema de Planejamento e

    Oramento

    Prof. Msc. Giovanni Pacelli

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    11

    Gesto organizacional da contabilidade pblica no Brasil

    Sistema organizacional

    rgo central do sistemaSistema

    estruturante

    Planejamento eOramento

    Ministrio do Planejamento Oramento e Gesto (MPOG)

    SIOP

    Administrao Financeira

    Secretaria do Tesouro Nacional (STN)/Ministrio da Fazenda

    SIAFI

    ContabilidadeSecretaria do Tesouro Nacional (STN)/Ministrio da Fazenda

    SIAFI

    Controle Interno Controladoria Geral da Unio (CGU)Utiliza todos os

    sistemas

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    12

    Sistema organizacional rgo central rgo setorial rgo especfico

    Planejamento eOramento

    MPOG

    Unidades de planejamento e oramento dos Ministrios, da Advocacia-Geral da Unio, da Vice-Presidncia e da Casa Civil da Presidncia da Repblica.

    Aqueles vinculados ou subordinados ao rgo central do Sistema, cuja misso est voltada para as atividades de planejamento e oramento.

    Administrao Financeira STN

    Unidades de programao financeira dos Ministrios, da Advocacia-Geral da Unio, da Vice-Presidncia e da Casa Civil da Presidncia da Repblica.

    No possui

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    13

    Sistema organizacional rgo central rgo setorial rgo especfico

    Contabilidade STN

    -Unidades de gesto interna dos Ministrios e da Advocacia-Geral da Unio (lei 10.180/2001).-Unidades de gesto interna dos Ministrios, da Advocacia-Geral da Unio, do Poder Legislativo, do Poder Judicirio e do Ministrio Pblico da Unio, responsveis pelo acompanhamento contbil no Sistema Integrado de Administrao Financeira do Governo Federal - SIAFI de determinadas unidades gestoras executoras ou rgos (Decreto 6976/2009).-O rgo de controle interno da Casa Civil exercer tambm as atividades de rgo setorial contbil de todos os rgos integrantes da Presidncia da Repblica, da Vice-Presidncia da Repblica, alm de outros determinados em legislao especfica (Lei 10180/2001 e Decreto 6976/2009).

    No possui

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    14

    Sistema organizacional rgo central rgo setorialrgo

    especfico

    Controle Interno CGU

    -Os rgos setoriais so aqueles de controle interno que integram a estrutura do Ministrio das Relaes Exteriores, do Ministrio da Defesa, da Advocacia-Geral da Unio e da Casa Civil.-O rgo de controle interno da Casa Civil tem como rea de atuao todos os rgos integrantes da Presidncia da Repblica e da Vice-Presidncia da Repblica, alm de outros determinados em legislao especfica.

    No possui

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    Viso Especfica do sistema de Planejamento e Oramento

    15

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    Sistema de Planejamento e Oramento

    16

    Lei 10.180/2001TTULO IIDO SISTEMA DE PLANEJAMENTO E DE ORAMENTO FEDERALCAPTULO IDAS FINALIDADESArt. 2 O Sistema de Planejamento e de Oramento Federal tem por finalidade:I - formular o planejamento estratgico nacional;II - formular planos nacionais, setoriais e regionais de desenvolvimento econmico esocial;III - formular o plano plurianual, as diretrizes oramentrias e os oramentosanuais;IV - gerenciar o processo de planejamento e oramento federal;V - promover a articulao com os Estados, o Distrito Federal e os Municpios, visando acompatibilizao de normas e tarefas afins aos diversos Sistemas, nos planos federal,estadual, distrital e municipal.

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    Sistema de Planejamento e OramentoArt. 3 O Sistema de Planejamento e de Oramento Federal compreende as atividades de elaborao,

    acompanhamento e avaliao de planos, programas e oramentos, e de realizao de estudos e pesquisas scio-

    econmicas.

    Art. 4 Integram o Sistema de Planejamento e de Oramento Federal:

    I - o Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto, como rgo central;

    II - rgos setoriais;

    III - rgos especficos.

    1 Os rgos setoriais so as unidades de planejamento e oramento dos Ministrios, da Advocacia-Geral da

    Unio, da Vice-Presidncia e da Casa Civil da Presidncia da Repblica.

    2 Os rgos especficos so aqueles vinculados ou subordinados ao rgo central do Sistema, cuja

    misso est voltada para as atividades de planejamento e oramento.

    3 Os rgos setoriais e especficos ficam sujeitos orientao normativa e superviso tcnica do rgo

    central do Sistema, sem prejuzo da subordinao ao rgo em cuja estrutura administrativa estiverem

    integrados.

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    Sistema de Planejamento e Oramento

    18

    4 As unidades de planejamento e oramento das entidades vinculadas ou subordinadas aos

    Ministrios e rgos setoriais ficam sujeitas orientao normativa e superviso tcnica do rgo

    central e tambm, no que couber, do respectivo rgo setorial.

    5 O rgo setorial da Casa Civil da Presidncia da Repblica tem como rea de atuao todos os

    rgos integrantes da Presidncia da Repblica, ressalvados outros determinados em legislao

    especfica.

    Art. 5 Sem prejuzo das competncias constitucionais e legais de outros Poderes, as

    unidades responsveis pelos seus oramentos ficam sujeitas orientao normativa do

    rgo central do Sistema.

    Art. 6 Sem prejuzo das competncias constitucionais e legais de outros Poderes e rgos da

    Administrao Pblica Federal, os rgos integrantes do Sistema de Planejamento e de Oramento

    Federal e as unidades responsveis pelo planejamento e oramento DOS DEMAIS PODERES

    realizaro o acompanhamento e a avaliao dos planos e programas respectivos.

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    Atribuies: Planejamento

    19

    Art. 7o Compete s unidades responsveis pelas atividades de planejamento:

    I - elaborar e supervisionar a execuo de planos e programas nacionais e setoriais de

    desenvolvimento econmico e social;

    II - coordenar a elaborao dos projetos de lei do plano plurianual e o item, metas e

    prioridades da Administrao Pblica Federal, integrantes do projeto de lei de diretrizes

    oramentrias, bem como de suas alteraes, compatibilizando as propostas de todos os Poderes,

    rgos e entidades integrantes da Administrao Pblica Federal com os objetivos governamentais e

    os recursos disponveis;

    III - acompanhar fsica e financeiramente os planos e programas referidos nos incisos I e II deste

    artigo, bem como avali-los, quanto eficcia e efetividade, com vistas a subsidiar o processo de

    alocao de recursos pblicos, a poltica de gastos e a coordenao das aes do governo;

    IV - assegurar que as unidades administrativas responsveis pela execuo dos programas, projetos

    e atividades da Administrao Pblica Federal mantenham rotinas de acompanhamento e avaliao

    da sua programao;

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    20

    Art. 7o Compete s unidades responsveis pelas atividades de planejamento:

    V - manter sistema de informaes relacionados a indicadores econmicos e sociais, assim como

    mecanismos para desenvolver previses e informao estratgica sobre tendncias e mudanas no

    mbito nacional e internacional;

    VI - identificar, analisar e avaliar os investimentos estratgicos do Governo, suas fontes de financiamento

    e sua articulao com os investimentos privados, bem como prestar o apoio gerencial e institucional

    sua implementao;

    VII - realizar estudos e pesquisas socioeconmicas e anlises de polticas pblicas;

    VIII - estabelecer polticas e diretrizes gerais para a atuao das empresas estatais.

    Pargrafo nico. Consideram-se empresas estatais, para efeito do disposto no inciso VIII, as empresas

    pblicas, as sociedades de economia mista, suas subsidirias e controladas e demais empresas

    em que a Unio, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.

    Atribuies: Planejamento

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    Atribuies: Oramento

    21

    Art. 8o Compete s unidades responsveis pelas atividades de oramento:

    I - coordenar, consolidar e supervisionar a elaborao dos projetos da lei de diretrizes oramentrias e da

    lei oramentria da Unio, compreendendo os oramentos fiscal, da seguridade social e de

    investimento das empresas estatais;

    II - estabelecer normas e procedimentos necessrios elaborao e implementao dos oramentos federais,

    harmonizando-os com o plano plurianual;

    III - realizar estudos e pesquisas concernentes ao desenvolvimento e ao aperfeioamento do processo

    oramentrio federal;

    IV - acompanhar e avaliar a execuo oramentria e financeira, sem prejuzo da competncia atribuda a

    outros rgos;

    V - estabelecer classificaes oramentrias, tendo em vista as necessidades de sua harmonizao com o

    planejamento e o controle;

    VI - propor medidas que objetivem a consolidao das informaes oramentrias das diversas esferas

    de governo.

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    Papis desempenhados pelos rgos especficos

    22

    Decreto 7675/2012

    Art. 11. Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratgicos compete:

    I - coordenar o planejamento das aes de governo, em articulao com os rgos setoriais integrantes do Sistema de

    Planejamento e de Oramento Federal;

    II - estabelecer diretrizes e normas, coordenar, orientar e supervisionar a elaborao, implementao, monitoramento e avaliao

    do plano plurianual, e a gesto de risco dos respectivos programas e do planejamento territorial;

    III - disponibilizar informaes sobre a execuo dos programas e aes do Governo federal integrantes do plano plurianual,

    inclusive relativas aos seus impactos socioeconmicos;

    IV - realizar estudos especiais para a formulao de polticas pblicas;

    V - identificar, analisar e avaliar os investimentos estratgicos governamentais, inclusive no que diz respeito ao seu impacto

    territorial, suas fontes de financiamento e sua articulao com os investimentos dos demais entes federativos e com os

    investimentos privados; e

    VI - exercer a superviso da Carreira de Analista de Planejamento e Oramento, em articulao com a Secretaria de Oramento

    Federal, observadas as diretrizes emanadas do Comit de Gesto das Carreiras do Ministrio do Planejamento, Oramento e

    Gesto.

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    Papis desempenhados pelos rgos especficos

    23

    Art. 17. Secretaria de Oramento Federal compete:

    I - coordenar, consolidar e supervisionar a elaborao da lei de diretrizes oramentrias e da proposta

    oramentria da Unio, compreendendo os oramentos fiscal e da seguridade social;

    II - estabelecer as normas necessrias elaborao e implementao dos oramentos federais sob sua

    responsabilidade;

    III - proceder, sem prejuzo da competncia atribuda a outros rgos, ao acompanhamento da execuo

    oramentria;

    IV - realizar estudos e pesquisas concernentes ao desenvolvimento e ao aperfeioamento do processo

    oramentrio federal;

    V - orientar, coordenar e supervisionar tecnicamente os rgos setoriais de oramento;

    VI - exercer a superviso da Carreira de Analista de Planejamento e Oramento, em articulao com a Secretaria

    de Planejamento e Investimentos Estratgicos, observadas as diretrizes emanadas do Comit de Gesto das

    Carreiras do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto;

    VII - estabelecer as classificaes oramentrias da receita e da despesa; e

    VIII - acompanhar e avaliar o comportamento da despesa pblica e de suas fontes de financiamento, bem como

    desenvolver e participar de estudos econmico-fiscais, voltados ao aperfeioamento do processo de alocao de

    recursos.

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    Papis desempenhados pelos rgos especficos

    24

    SECRETARIA DE ORAMENTO FEDERAL

    Essa misso pressupe uma constante articulao com os agentesenvolvidos na tarefa de elaborao das propostas oramentriassetoriais das diversas instncias da Administrao Pblica Federal edos demais Poderes da Unio.

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    Papis desempenhados pelos rgos especficos

    25

    Art. 6o Ao Departamento de Coordenao e Governana das Empresas Estatais compete:

    I - coordenar a elaborao do programa de dispndios globais e da proposta do oramento de

    investimento das empresas estatais, compatibilizando-os com o Plano Plurianual e com as metas de

    resultado primrio fixadas, bem como acompanhar a respectiva execuo oramentria;

    II - promover a articulao e a integrao das polticas das empresas estatais, propondo diretrizes e parmetros

    de atuao, inclusive sobre a poltica salarial e de benefcios e vantagens e negociao de acordos ou

    convenes coletivas de trabalho;

    III - processar e disponibilizar informaes econmico-financeiras encaminhadas pelas empresas estatais;

    IV - manifestar-se sobre os seguintes assuntos relacionados s empresas estatais:

    a) criao de empresa estatal ou assuno, pela Unio ou por empresa estatal, do controle acionrio de

    empresas;

    b) operaes de reestruturao societria, envolvendo fuso, ciso ou incorporao;

    c) alterao do capital social e emisso de debntures, conversveis ou no em aes, ou quaisquer outros

    ttulos e valores mobilirios;

    d) estatutos sociais e suas alteraes;

    e) destinao dos lucros e reservas;

    [...]

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    Papis desempenhados: rgo Setorial

    26

    O rgo setorial desempenha o papel de articulador no mbito da sua estrutura, coordenando o

    processo decisrio no nvel subsetorial (UO). Sua atuao no processo oramentrio envolve:

    -estabelecimento de diretrizes setoriais para elaborao e alteraes oramentrias;

    - definio e divulgao de instrues, normas e procedimentos a serem observados no mbito do rgo

    durante o processo de elaborao e alterao oramentria;

    - avaliao da adequao da estrutura programtica e mapeamento das alteraes necessrias;

    - coordenao do processo de atualizao e aperfeioamento das informaes constantes do cadastro de

    programas e aes;

    - fixao, de acordo com as prioridades setoriais, dos referenciais monetrios para apresentao das propostas

    oramentrias e dos limites de movimentao e empenho e de pagamento de suas respectivas UO;

    - anlise e validao das propostas e das alteraes oramentrias de suas UOs; e

    - consolidao e formalizao da proposta e das alteraes oramentrias do rgo.

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    Papis desempenhados: UO

    27

    A UO desempenha o papel de coordenao do processo de elaborao da proposta oramentria no seu mbito de

    atuao, integrando e articulando o trabalho das suas unidades administrativas, tendo em vista a consistncia

    da programao do rgo.

    As UOs so responsveis pela apresentao da programao oramentria detalhada da despesa por

    programa, ao e subttulo. Sua atuao no processo oramentrio compreende:

    - estabelecimento de diretrizes no mbito da UO para elaborao da proposta e alteraes oramentrias;

    - estudos de adequao da estrutura programtica;

    - formalizao, ao rgo setorial, da proposta de alterao da estrutura programtica sob a responsabilidade de suas

    unidades administrativas;

    - coordenao do processo de atualizao e aperfeioamento das informaes constantes do cadastro de aes

    oramentrias;

    - fixao dos referenciais monetrios para apresentao das propostas oramentrias e dos limites de

    movimentao e empenho e de pagamento de suas respectivas unidades administrativas;

    - anlise e validao das propostas oramentrias das unidades administrativas; e

    - consolidao e formalizao de sua proposta oramentria.

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    Esquema Geral

    28

    rgos Especficos

    Orgo Setorial 1: SPOA

    (tambm so UO)

    Orgo Setorial 2: SPOA

    (tambm so UO)

    rgo Central: MPOG

    SPI SOF DEST

    PPALDO +

    OF e OSSOI

    UO 1.1 UO 1.2 UO 2.1 UO 2.2

    UA

    1.1.1

    UA

    1.1.1

    UA

    1.2.1

    UA

    1.2.2

    UA

    2.1.1

    UA

    2.1.2

    UA

    2.2.1

    UA

    2.2.2

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    Questes 1 e 2

    1. (INMETRO/Cespe/2009/Analista Executivo em Metrologia e Qualidade/

    Contador) A Secretaria do Tesouro Nacional o rgo central do Sistema de

    Contabilidade Federal.

    2. (Cespe/2011/TCU/AFCE) O rgo central do sistema de contabilidade federal

    tambm exerce as funes de rgo central do sistema de administrao

    financeira federal.

    291. Gabarito: Certo2. Gabarito: Certo

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    3. (Cespe/IPEA/2008) Na estrutura de planejamento da Unio, a unidade de

    planejamento de uma universidade federal se caracteriza como um rgo setorial.

    4. (Cespe/2013/ANTT) No processo de elaborao da proposta oramentria, a

    Secretaria de Oramento Federal coordena, consolida e supervisiona a elaborao da

    LDO e da proposta oramentria da Unio, compreendendo o oramento fiscal e o

    oramento da seguridade social.

    5. (Cespe/2013/Min. Int) A Secretaria de Oramento Federal participa de todas as

    etapas do processo de elaborao da proposta de LOA.

    30

    3. Gabarito: Errado

    4. Gabarito: Certo

    5. Gabarito: Errado

    Questes 3 a 5

  • Prof. Dr. Giovanni Pacelli

    Questo 6

    6. (Cespe/Cmara dos Deputados/2014) A atuao do rgo setorial no processo oramentrio envolve formalizar as alteraes oramentrias do rgo.

    31Gabarito: Certo

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    WWW.FACEBOOK.COM/PROFESSORGIOVANNIPACELLI

    pacelli@3dconcursos.com.br

    @GIOPACELLI

    @GIOVANNIPACELLI

    WWW.YOUTUBE.COM/C/PROFGIOVANNIPACELLI

  • FRASE DE REFLEXO

    33

    Unidos somos mais fortes!!!

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