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EXAMES LABORATORIAIS MILENA LIMA Estabelecequetodososempregadores,einstituies queadmitamtrabalhadorescomoempregados (independentedonmerodetrabalhadores),tma obrigaodeelaborareimplementaremsuaempresa oPCMSO(ProgramadeControleMdicodeSade Ocupacional),comoobjetivodepromoverepreservara sade de seus trabalhadores. Norma Regulamentadora 7 ( NR 7) - Dor abdominal (epigstrica, periumbilical, hipogstrica) - Diarria, Nuseas e vmitos - Prurido anal e Urticria - Ranger de dentes, geofilia - Perda ponderal eEsteatorria - Hepatoesplenomegalia - Sintomas respiratrios (tosse seca, dispnia, sibilos, imagem de Rx migratria, eosinofilia) - Dermatite - Eosinofilia - Anemia (microctica- hipocrmica) - Rotina pr-natal, pr-operatria, pr-admissional - Controle de cura aps parasitose tratada- Lupus eritematoso e outras doenas auto-imunes - Corticoterapia prolongada PRINCIPAIS INDICAES CLNICAS PARA EPF O exame admissional, realizado antes do empregado ser contratado pela empresa, para se estabelecer as condies de sade do funcionrio neste momento, e evitar que futuramente alegue alguma doena pr-existente. EXAME ADMISSIONAL EXAMES PERIDICOS O exame peridico realizado anualmente na empresa, e se faz indispensvel para identificao de alteraes na sade do funcionrio quando comparadas a exames anteriores. O exame demissional realizado na demisso, visa documentar as condies de sade do funcionrio neste momento. necessrio para que futuramente no alegue que foi demitido com problemas de sade, causados pelo seu trabalho. EXAMES DEMISSIONAIS EXAMES DE TROCA DE FUNO O exame de troca de funo deve ser realizado sempre que o trabalhador ficar exposto a riscos ambientais diferentes em relao funo anterior. Soexamesrealizadosemlaboratrioquecomplementamas informaes que o mdico precisa para decidir sobre a aptido da pessoa que se submete a eles. So exemplo de exames complementares. Glicemia Eletroencefalograma Eletrocardiograma Audiometria Hemograma Parasitolgico de Fezes Sumrio de Urina EXAMES COMPLEMENTARES A IL-5 (interleucina), produzida por linfcitos Th-2, estimula amedulasseaparaproduodeeosinfilos.Adecomposio dosgrnuloscitotxicosdoseosinfilosprovocammortedos Helmintos.

caractersticadasHelmintasesondehciclopulmonar (Ascaridase,EstrongiloidaselocalizadaeAncilostomase). TambmnaNeurocisticercose,naEsquistossomoseena Filarase

muito rara na Enterobase, nas Tenases, na Giardase e na AmebaseNa Estrongiloidase Disseminada, geralmente ausente A EOSINOFILIA NAS PARASITOSES PARASITOLOGIA DeacordocomOMS(1992),oshelmintosdeimportncia mdica esto divididos em trs grupos: nematdeos (scaris); cestdos (tnias); trematdeos (Shistosoma);PARASITOLOGIA Modo de transmisso: Fecal-oralatravs da ingesto de ovos contendo larvas de terceiro estgio; Penetrao ativa de larvas L3 pela pele ou mucosas; InoculaodelarvasL3atravsdapicadadeinsetos(variaoda penetrao sendo veiculada pelo artrpode). 1 - NEMATDEOSAscaris lumbricoides (ascaridase) Ancylostoma duodenale (amarelo) Necator americanus (amarelo) Strongiloides stercoralisTricuris trichiuraWuchereria bancrofti (filria) Enterobius vermicularis (oxiros) PARASITOLOGIA Ascaris lumbricoides PARASITOLOGIA Ascaris lumbricoides Aes do verme adulto no organismo: ExpoliadoraConsomemgrandequantidadedevitaminas(AeC), protenas, lipdeos, carboidratos(Desnutrio edebilitao fsica e mental.) Txica Antgenos parasitriosX Anticorposdo hospedeiro(Edema,urticria,convulsesepileptiformes,etc.) MecnicaIrritaodaperedeintestinalou enovelamento de casais ou grupos de parasitos. (Hemorragias e obstruo do tubo intestinal)

Aoectpica Vermesmigratrios podem atingir locais indevidos, tais como o canal coldoco, causando obstruo do mesmo, o canal de Wirsung,causandopancreatiteagudaoueliminaodovermepela boca.

PARASITOLOGIA Ascaris lumbricoides desconforto abdominal (clicas); dor epigstricae m digesto; nuseas,perda de apetite; emegrecimento; irritabilidade, sono intranquilo; ranger dos dentes noite; manchas branca na pele;

MANIFESTAES CLNICAS Crianassubnutridas:oaumentoexageradodovolume abdominal (abdome proeminente), debilitao fsico, palidez e tristeza. PARASITOLOGIA AncilostomasAncylostoma duodenale eNecator americanus PARASITOLOGIA AncilostomasPATOGENIA E MANIFESTAES CLNICAS Ao Mecnica: Causalesescutneasnazonade penetrao das larvas, Devidosuaaonointestino,causa dispepsia("indigesto,dor,eructao (arrotos),empachamento,peso,pirose (queimao), nusea ou saciedade precoce) Leva a anemia por perdas intestinais AoTxica:devidosecreodeumasubstncia anticoagulantecomumaocorrnciadehemorragiada mucosa. PARASITOLOGIA Strongiloides stercoralis PARASITOLOGIA Strongiloides stercoralis Dor abdominal, diarria e urticria, com eosinofilia; Pele:alergiarecorrente,erupeseritematosas,papulosase pruriginosas no local de penetrao da larva; Migraodelarvas:sintomasprimriospulmonares;pneumonia brnquica verminosa; Intestino:dorabdominal,diarriaeconstipao,vmitos,perdade peso, anemia varivel, eosinofilia, perda protica enteroptica.; Freqentementeassintomticaeminfecesleves;emgeral,noh leses extensas; intestino edematoso e congesto em infeces pesadas; PATOGENIA E MANIFESTAES CLNICAS PARASITOLOGIA Tricuris trichiura PARASITOLOGIA Tricuris trichiura Maioria dos casos assintomticos Ocorreumprocessoirritativodasterminaesnervosas locais,estimulandooaumentodoperistaltismoedificultando a reabsorodelquidosnonvelde todoo intestino grosso. PATOGENIA E MANIFESTAES CLNICAS Infeces moderadas: Colite associada tricurase; Dores abdominais; Disenteria crnica; Sangue e muco nas fezes Infeces intensas e crnicas:(Principalmente em crianas) Dor abdominal; Disenteria; Sangramento; Tenesmo ; Prolapso retal; PARASITOLOGIA Tricuris trichiura Alteraes sistmicas : Perda de apetite; Vmito; Eosinofilia; Anemia; M nutrio; Retardamento do desenvolvimento. PARASITOLOGIA Enterobius vermicularis PARASITOLOGIA Enterobius vermicularis Na maioria dos casos assintomtico. Prurido anal (noturno Perda de sono e nervosismo) Enterite catarral (Ligeiracongestoecontedoamarelado,mucosoemuito fludo); Presena nos rgos genitais femininos: vaginite, ovarite , salpingite ( inflamao plvica das trompas de Falpio) MANIFESTAES CLNICAS PARASITOLOGIA 2 CESTDOSTenia sp (Tenia solium ,Tenia saginata e Cisticercose) Diphilobotrium latum Heminolepys sp O modo de transmisso dos cestodos se da atraves da insgesta de alimentos contaminados como carne bovina, suna, peixe etc. ^Tenaseainfecointestinalhumanacausadapor helmintos adultos da Taenia saginata e Taenia solium. ^Cisticercosehumanacaracterizadapelapresenadalarvada Taenia soliumno homem (olhos, msculos e crebro). Cisticercose ocular, Cisticercose muscular e Neurocisticercose. PARASITOLOGIA Tenia sp. PARASITOLOGIA Tenia sp. Tenase Freqentemente assintomtica Dor abdominal, nuseas e perda de peso Diarria ou constipao Cisticercose Convulses Distrbios do comportamento Distrbios visuais Cefalia e nuseas (hipertenso intracraniana) PATOGENIA E MANIFESTAES CLNICAS PARASITOLOGIA Tenia sp. PARASITOLOGIA Tenia sp. PARASITOLOGIADiphyllobothriumlattum 5-6 sem: verme 2sem PARASITOLOGIADiphyllobothriumlattum Maioria das infeces: assintomtica Sintomas (10 dias aps consumo do peixe): Distenso abdominal, Flatulncia, Dor epigstrica, Anorexia, Nuseas, vmitos, Fraqueza,Perda de peso,Eosinofilia Diarria Anemiaprincipalmenteemgeneticamentesusceptveis(escandinavos) por depleo de vitB12PATOGENIA E MANIFESTAES CLNICAS PARASITOLOGIA 2 TREMATDEOSSchistosma mansoni (Esquistosomose) O modo de transmisso atravs da penetrao ativa da cercaria pela pele do indivduo PARASITOLOGIASchistosoma mansoni ESQUISTOSSOMOSE AGUDA Fase pr-postural: 10 a 35 dias aps infeco: Assintomtica ou inaparente Mal estar, febre, tosse, hepatite aguda

Fase aguda: 50 a 120 dias aps a infeco: Disseminaomiliardeovos,provocandoa formao de granulomas,caracterizando a forma toxmica

FormatoxmicaSudorese,calafrios,emagrecimento, fenmenosalrgicos,clicas,hepato-esplenomegaliadiscreta, alteraes das transaminases, etc. PARASITOLOGIASchistosoma mansoni Ao espoliadora Consomem 2,5 mg de ferropor dia ESQUISTOSSOMOSE CRNICA

PARASITOLOGIASchistosoma mansoni Formaodenumerososgranulomas (presenadegrandenmerodeovosnum determinado ponto)Diarria,dorabdominal,tenesmo (cont. musc. lisa) emagrecimento, etc. Fibrosedaalaretossigmide,doperistaltismoe constipao constante (priso de ventre). Forma intestinal A maioria benigna Casos crnicos graves PARASITOLOGIASchistosoma mansoni ESQUISTOSSOMOSE CRNICA Forma heptica Noincio: fgadoaumentadoe doloroso palpao. Os ovos prendem-se nos espaos porta, com a formao de numerosos granulomas. Obs:osovosficamretidosnoscapilares dos espaosporta do fgado. PARASITOLOGIA Os protozoarios de importancia mdica so: O modo de transmisso depende do protozorio em questo Giardia lamblia Entamoeba sp.(E. hystolitica e E. coli) Trypanossoma cruzi Trichomonas vaginalis PARASITOLOGIA Giardia lamblia 1. Mecanismo de transmisso -ingesto de guas no tratadas, alimentos contaminados com gua de esgoto - alimentos contaminados por vetores mecnicos- mos contaminadas com fezes - transmisso sexual PARASITOLOGIA Giardia lamblia PARASITOLOGIA Giardia lamblia PATOGENIA E MANIFESTAES CLNICAS Leso da mucosa (atapetamento) sndrome de m absoroB12,A,D,E,K,Ferro,gorduras,etc.Diarriacom esteatorria A maioria assintomtica QuandosintomticaDesconfortoabdominal,clicas, diarria aquosa com odor ftido PARASITOLOGIA Entaboeba sp PARASITOLOGIA Entaboeba sp clicas abdominais, nuseas, vmitos, Anemia emagrecimento e fadiga muscular, Diarria sanguinolenta,

-Necrose da mucosa intestinal (lceras) -Pouca infiltrao inflamatria -Formaspatognicaspodemultrapassarmucosa instalando-se no fgado, pulmo e crebro -Dermatiteamebianaocorreporcontatodiretona fase intestinal PATOGENIA E MANIFESTAES CLNICAS: Ciclonopatognico:aamebavivecomocomensalna luzdointestinosealimentandodosnutrientesqueno absorvemos I