texto base campanha da fraternidade 2014

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  • 1. CNBB

2. Campanha da Fraternidade 2014 para a liberdade que Cristo nos libertou 3. Estrutura Social injusta e desigual; No houve mudana na estrutura fundiria e tributria; Brasil assumiu uma conduo econmica com a marca de um liberalismo perifrico. Incluso social via consumismo; Criminalizao do movimento social; Tem crescido a violncia no Brasil juventude ameaada. Em termos polticos teremos mais do mesmo 4. Identificar as prticas de trfico humano em suas vrias formas e denunci-lo como violao da dignidade e da liberdade humana, mobilizando cristos e a sociedade brasileira para erradicar esse mal, com vista ao resgate da vida dos filhos e filhas de Deus. 5. 1 Identificar as causas e modalidades do trfico humano e os rostos que sofrem com essa explorao; 2 Denunciar as estruturas e situaes causadoras do trfico humano; 3 Cobrar dos poderes pblicos, polticas e meios para a reinsero na vida familiar e social das pessoas atingidas pelo trfico humano. 6. 4 Promover aes de preveno e de resgate da cidadania das pessoas em situao de trfico. 5 Suscitar, luz da Palavra de Deus, a converso que conduza ao empenho transformador dessa realidade aviltante da pessoa humana. 6 Celebrar o mistrio da morte e ressurreio de Jesus Cristo, sensibilizando para a solidariedade e o cuidado s vtimas desse mal. 7. Campanha da Fraternidade 2014 para a liberdade que Cristo nos libertou 8. Trfico humano uma chaga social; As migraes tornam as pessoas vulnerveis; Preocupao da Igreja com a problemtica; A mobilidade humana no pode ser motivo de explorao social, de perpetuao de injustias;O amor de Deus se manifesta na defesa dos injustiados. 9. Compreendido como um dos problemas mais graves da humanidade; Segundo o Papa Francisco: O trfico de pessoas uma atividade ignbil, uma vergonha para as nossas sociedades que se dizem civilizadas! O Trfico Humano gera outras atividades igualmente perniciosas contra a dignidade humana. 10. Campanha da Fraternidade 2014 para a liberdade que Cristo nos libertou 11. Campanha da Fraternidade 2014 para a liberdade que Cristo nos libertou 12. crime organizado estrutura sofisticada e capilarizada, favorecendo os servios; Usa rotas existem vrias rotas internas e internacionais - costumam sair do interior dos estados em direo aos grandes centros urbanos ou s regies de fronteira internacional; Invisibilidade um crime que no se evidencia vitimas no denunciam 13. Utiliza o aliciamento e a coao uma prtica comum abordagem sobre a esperana de melhoria de vida camuflam outras atividades ilegais; Perfil dos aliciadores conhecido da vtima, poder de convencimento por vezes tambm vitima atraem com proposta de emprego. No caso do trabalho escravo temos o gato. Perfil da Vtimas - normalmente, encontram-se em situao de vulnerabilidade, na maioria dos casos, por dificuldades econmicas ou por estarem em mobilidade; 14. Campanha da Fraternidade 2014 para a liberdade que Cristo nos libertou 15. Principais Pases: ndia 14 milhesChina 3 milhes Paquisto 2,1 milhes Nigria 705 milEtipia - 650 milAtividades: Trabalho escravo; Explorao sexual; Casamento forado. 16. Modalidades: Trabalho Forado: 14,4 milhes Explorao Sexual: 4,5 milhes Trafico de rgos e adoo ilegal 17. Campanha da Fraternidade 2014 para a liberdade que Cristo nos libertou 18. A migrao num mundo globalizado fragiliza os trabalhadores e cria precarizao das relaes de trabalho; Em processo de migrao, as pessoas tornam-se mais vulnerveis. Faz-se necessrio olhar para as realidades da mobilidade e do trabalho no atual contexto, influenciado pelo fenmeno da globalizao. 19. Nunca houve tantos escravos na histria da humanidade como hoje: so as vtimas contemporneas do trfico humano. A prtica perversa de explorar algum em condies degradantes, permanece nos modernos esquemas da economia global. 20. A escravido um problema antigo; A Escravido Indgena;Trfico e escravido de negros; A luta contra o Trfico e a Escravido; Da Escravido aos preconceitos raciais; 21. TRFICO DE PESSOAS SIMILITUDES & DIFERENAS IN:ESCRAVO, NEM PENSAR! - UMA ABORDAGEM SOBRE TRABALHO ESCRAVO, 2012; REPRTER BRASIL 22. Campanha da Fraternidade 2014 para a liberdade que Cristo nos libertou 23. Ao longo da Histria alguns marcos foram estabelecidos na preservao da dignidade humana, como o Protocolo de Palermo; As presses das organizaes sociais levaram o Estado a firmar convenes para a superao do trfico e do trabalho escravo. 24. Os elementos fundamentais, segundo a ONU, para a identificao desse crime so: os atos, os meios e a finalidade de explorao. Os atos mais comuns -> Entre as aes mais usuais esto: o recrutamento; o transporte; a transferncia; o alojamento; o acolhimento de pessoas. Os meios que configuram o trfico -> Os principais meios so: ameaa; uso da fora; outras formas de coao; rapto; engano; abuso de autoridade; situao de vulnerabilidade; aceitao de pagamentos ou benefcios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre a outra. 25. A principal finalidade-> A explorao da pessoa humana o objetivo primordial do crime de trfico. O Consentimento -> importante frisar que, para a configurao do crime de trfico humano, o consentimento da vtima irrelevante. 26. Campanha da Fraternidade 2014 para a liberdade que Cristo nos libertou 27. Linha 1: aperfeioamento do marco regulatrio; Linha 2: Integrao e fortalecimento das polticas pblicas e das redes de atendimento s vtimas; Linha 3: Capacitao para o enfrentamento ao trfico de pessoas; Linha 4: Produo de informao e conhecimento sobre trfico de pessoas. Linha 5: Campanhas e mobilizao para o enfrentamento ao trfico de pessoas. 28. Campanha da Fraternidade 2014 para a liberdade que Cristo nos libertou 29. Importncia da atuao dos rgos Pblicos; Iniciativas de formao e preveno; Iniciativas de Reinsero de trabalhadores libertos; Limitaes: trip misria, ganncia, impunidade; Limitaes legais: 30. Campanha da Fraternidade 2014 para a liberdade que Cristo nos libertou 31. Igreja est intimamente solidria com as pessoas em situao de trfico humano; Comprometida com a defesa da dignidade humana, dos direitos fundamentais e com a erradicao do crime; uma negao radical do projeto de Deus para a humanidade. 32. Campanha da Fraternidade 2014 para a liberdade que Cristo nos libertou 33. A criao como fundamento da dignidade humana: Deus liberta e mostra o caminho O Cdigo da Aliana protege os mais vulnerveis Exlio e sofrimento de um Povo O Profetismo da esperana e da Justia 34. Campanha da Fraternidade 2014 para a liberdade que Cristo nos libertou 35. Em Jesus Cristo cumprese o evento decisivo da ao libertadora de Deus. A revelao em Cristo do mistrio de Deus tambm a revelao da vocao da pessoa humana liberdade. Jesus entende que seu ministrio um ministrio de libertao. 36. Gestos de Jesus a favor da dignidade humana e da liberdade: Marca da Compaixo e misericrdia; O anuncio trazia uma prtica consequente; Resgate da dignidade da mulher; Aquele que nos chamou liberdade; 37. Campanha da Fraternidade 2014 para a liberdade que Cristo nos libertou 38. A compreenso atual da dignidade e dos direitos humanos uma referncia fundamental para o enfrentamento das situaes de injustia a exemplo do trfico humano e trabalho escravo.DIREITOSHUMANOS Antiguidade: dignidade dependia da posio social que a pessoa ocupava; 39. No sculo XX - Declarao dos Direitos Humanos, em 1948, cujo artigo primeiro diz: Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. So dotados de razo e conscincia e devem agir em relao uns aos outros com esprito de fraternidade. So universais, inviolveis e inalienveis; 40. Dizer que a dignidade inerente a cada pessoa significa que todos tm sua dignidade garantida individualmente, e implica no respeito dignidade do outro. 41. Campanha da Fraternidade 2014 para a liberdade que Cristo nos libertou 42. O Ensino social da Igreja adotou a dignidade humana como uma de suas referncias fundamentais, considerando-a sob a tica da experincia crist de fraternidade. 43. Bases: A criao, fonte da dignidade e igualdade humanas A dignidade do corpo e da sexualidade As agresses dignidade humana so agresses a Cristo O trfico humano agresso minha pessoa Jesus A dignidade a e a liberdade da pessoa humana; Reino de Deus, evangelizao e compromisso social; Proclamar a fora libertadora do amor; 44. Campanha da Fraternidade 2014 para a liberdade que Cristo nos libertou 45. Referncias: O Trabalho no mercadoria; O trabalho muito superior aos outros elementos da economia O trabalho um ato pessoal e todo o trabalhador um criador; O Trafico humano uma ofensa a Igreja povo de Deus; Somos discpulos e agentes de libertao; 46. Campanha da Fraternidade 2014 para a liberdade que Cristo nos libertou 47. O conhecimento da realidade do trfico humano e suas finalidades; o Julgar esta a situao sob a Luz da Palavra de Deus e da DSI convida a um terceiro passo: as propostas de ao. Nossa misso: agir para que a sociedade se organize para garantir a conscientizao e a preveno; a denncia e reinsero social; e a incidncia poltica, como eixos essenciais do processo de enfrentamento ao trafico. 48. Conscientizao e preveno; Denncia; Reinsero social; Incidncia Poltica. 49. Voltada para as dimenses estruturantes da ao evangelizadora da Igreja: pessoa; comunidade; sociedade; Princpio: Ajudar as pessoas a superar a condio de Lzaro e assumir a condio de Bartimeu. 50. Campanha da Fraternidade 2014 para a liberdade que Cristo nos libertou 51. J existe um histrico de mobilizao das pastorais da Igreja, atuando em diferentes vertentes no enfrentamento do Trafico Humano. Desde sua criao, em 1975, a CPT, entre seus focos de ao, veio se dedicando crescentemente questo do trabalho escravo no campo. 52. Iniciativas: Campanha de Olho aberto para no virar escravo 1997; Aes do Setor da Mobilidade Humana Pastoral do Migr