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  • SERVIOS

    Cortes, acabamentos, revestimentos, decapagem, oleamento,

    jateamento, descascamento, tratamentos trmicos...

    ... so alguns dos muitos itens de

    servios oferecidos pela Aotubo.

    SERVIOS

  • Servios

    34

    Exemplos de servios sua disposio:

    DENOMINAOTIPO DE SERVIO

    Alvio de tenso

    Corte

    Decapado

    Biselamento

    Brunimento

    Processo industrial de adequao do material a ser comercia-

    lizado, s medidas especificadas pelo cliente.

    Decapagem todo o processo destinado remoo de xidos e

    limpeza de impurezas inorgnicas, de categorias do tipo: carepas

    de recozimento e de laminao, camadas de ferrugem, cascas

    oriundas de fundio, incrustaes superfciais, alm de poeiras e

    demais resduos oriundos de processos industriais.

    Chanfro realizado em extremidades de tubos destinados

    operao de soldagem, conforme normas de aplicao (API 5L ou

    ASME B16.25).

    O brunimento um processo de usinagem por abraso aps

    mandrilhamento, torneamento, fresamento, retificao interna

    etc, proporcionando uma geometria precisa do furo e bom

    acabamento superficial.

    Recozimento do tipo sub-crtico, destinado a eliminao de

    tenses internas sem modificao fundamental das propriedades

    existentes, realizados aps a deformao a frio, tratamento

    trmico, soldagem, usinagem, etc.

    Decapado e

    Oleado

    Idem ao processo decapado, acrescentando superfcie do

    material uma fina camada de leo protetivo, inibindo-o do

    processo de oxidao ou precipitao de ferrugem.

    Descascamento

    e Desbaste

    Operao de remoo de material da superfcie da barra

    laminada quente, objetivando a obteno de um melhor acaba-

    mento ou ainda, eliminar eventual camada de descarbonetao

    superficial. Neste processo, no ocorrero alteraes nas

    caractersticas mecnicas do produto laminado quente.

    Endireitamento Este processo mecnico tem por finalidade executar o

    alinhamento na superfcie do material sem danific-lo, ou seja,

    garantir sua retilineidade, dentro da classe de tolerncias

    dimensionais permissveis; Em geral, so aplicveis em materiais

    que sofreram tratamento trmico de alguma natureza.

  • DENOMINAOTIPO DE SERVIO

    35

    Ensaios

    Destrutivos

    Ensaios destrutivos obtidos partir de um corpo de prova

    extrado do material em poder, no qual sero encaminhados um

    laboratrio qualificado para as respectivas anlises.

    Dividem-se em:

    * Ensaios de trao: Visa avaliar os limites de resistncia

    mecnica (ruptura) do material.

    * Ensaios Mecnicos: Avalia o conjunto de propriedades

    mecnicas que definiro os valores quanto sua resistncia,

    em funo dos limites impostos ao projeto ser executado.

    Neste ensaio, sero fornecidos os valores de trao,

    escoamento, alongamento e estrico.

    * Ensaios de Impacto (Charpy): So ensaios realizados em

    uma faixa ampla de temperaturas, visando determinar a

    temperatura de transio frgil-dtil do material.

    Ensaio de

    Dureza (HB)

    Ensaio do tipo no destrutivo. Consiste na aplicao de uma carga

    conhecida atravs de um penetrador de geometria conhecida e na

    medio da profundidade de penetrao.

    Este grau de dureza pode ser convertido em vrias classes e escalas

    de padro, de acrdo com a especificao prevista em cada projeto.

    Galvanizao O processo de galvanizao um processo eletroltico, que

    consiste em revestir superfcies de peas metlicas atravs da

    aplicao de outros metais, digamos mais nobres; Este processo

    tem por objetivo proteger uma pea contra corroses, alm de

    conferir-lhe melhores condies de acabamento, seja esttico ou

    decorativo.

    Galvanizao

    Eletroltica

    A Galvanizao eletroltica consiste em uma deposio de ligas

    de Zinco em um material base, atravs de corrente eltrica. Ou

    seja, atravs desta corrente fornecida por redes de distribuio

    transformadas de alternada para contnua (utilizando-se de

    retificadores), para que possa ocorrer esta separao da corrente

    em duas partes, a positiva e a negativa (nodo e Catodo). No

    nodo aplicaremos o zinco, que por sua vez se diluir em uma

    soluo eletroltica, sendo conduzido at o tubo que estar em

    contato com o Catodo. Devido a alta corrente aplicada (cerca de

    2.000 A), este zinco depositado nesta superfcie, permanecendo

    ali, mesmo sob condies severas de dobras e tores,

    eventualmente aplicadas neste tubo.

    Servios

  • 36

    DENOMINAOTIPO DE SERVIO

    Jateamento Processo utilizado para a remoo de xidos e impurezas

    inorgnicas, incluindo-se nestas categorias: carepa de

    recozimento e de laminao, camadas de ferrugem, etc;

    Neste precesso (ao contrario da decapagem), sua remoo

    realizada por atritos de contato, podendo ser por granalha de ao

    ou micro gros de xidos abrasivos.

    Lquido

    Penetrante

    O ensaio por Lquido Penetrante (LP), um mtodo de ensaio no

    destrutivo (END) utilizado unicamente para detectar

    descontinuidades que estejam abertas para a superfcie como

    trincas, dobras, poros, etc. Esse mtodo de simples aplicao,

    requerendo do inspetor analtico, verificao das normas

    aplicveis neste ensaio.

    Normalizao Tratamento trmico caracterizado por remover tenses devidas

    aos processos de fundio e conformao mecnica, visando

    ajustar seu tamanho do gro, obtendo como resultado uma

    estrutura mais fina; seu resfriamento uniforme ao ar, sem

    restringi-lo ou aceler-lo, at a temperatura ambiente.

    O Ensaio No Destrutivo por Partculas Magnticas (PM) ou

    magnetic particle testing (MPT), constitui-se em uma modalidade

    de Ensaios No Destrutivos, que decorre da produo de campos

    magnticos homogneos em forma de linhas de fluxo do tipo

    magntico em materiais ferromagnticos; sua finalidade

    detectar a constatao de eventuais imperfeies internas,

    oriundas nos processos de tratamento e usinagem.

    Partculas

    Magnticas

    Proteo anticorrosiva externa de tubos de ao, tubulao area

    (ambientes midos ou secos), orla martima e ambientes industriais.

    Finalidades: Em conduo de gs, leos, gua, minrios, entre outros.

    Pintura Epxi

    Polimento Processo mecnico de usinagem por abraso (rebolos

    abrasivos), com a finalidade de melhoria nos requisitos de

    acabamento, inclusive quanto aos aspectos visuais do material.

    Seu objetivo principal tem como conseqncia remover tenses

    devidas aos processos de fundio e conformao mecnica, a

    quente ou a frio, reduzindo a dureza do ao e melhorando sua

    ductilidade, alm de ajustar o tamanho do gro, produzindo uma

    estrutura definida, eliminando os defeitos causados por deformao

    mecnica ou tratamentos trmicos a que o material fora submetido.

    Recozimento

    Servios

  • 37

    DENOMINAOTIPO DE SERVIO

    Retificao Trata-se da obteno da bitola final por ao de rebolos (abrasivos),

    aps uma pr-calibrao da barra laminada (via trefilao ou

    descascamento), visando a eliminao de ovalizao, evitando-se

    danos ao material processado e ao equipamento. Os benefcios

    deste processo resultam numa melhor qualidade de acabamento

    superficial e tolerncias dimensionais mais rigorosas.

    Revenimento Aplicado nos aos temperados, imediatamente aps a tmpera,

    resultando em modificao na estrutura obtida; Esta alterao

    estrutural resulta em melhoria na ductilidade, ou seja, alm de

    aliviar ou eliminar as tenses internas, o ao adquire melhores

    condies de usinabilidade.

    Revestimento

    em Polietileno

    Proteo anticorrosiva externa de tubos de ao, tubulao enterrada

    (ambientes midos ou secos) ou submersa (em guas doce ou

    salgada). Conduo de gs, leo, minrios, gua e outros.

    Temperatura de operao: 40C a 65C (baixa densidade), 40C a

    70C (mdia densidade) e 40C a 80C (alta densidade).

    Rosca tipo BSP As rscas do tipo BSP, so executadas em tubos recomendveis

    conduo de gua para uso comercial, industrial, residencial,

    hidrantes e sprinklers (combate a incndio), leos ou combustveis

    lquidos, gs natural , GLP e ar comprimido.

    Rosca tipo NPT As rscas do tipo NPT, so utilizadas em tubos destinados

    conduo de gua para instalaes industriais de mdia e alta

    presso, instalao de vapores, gs natural e e GLP (tubulaes de

    distribuo e centrais de GLP), ar comprimido, refinarias de

    petrleo, leos ou combustveis lquidos.

    Tamponamento Processo manual de colocao de tampes plsticos em tubos,

    visando proteger as rscas efetuadas em suas extremidades ou

    assegurar sua proteo interna contra poeira, lquidos em geral

    (como gua, produtos qumicos, leos, etc).

    Recomendvel para estocagem e no transporte de materiais.

    Tmpera o tratamento trmico mais importante do ao, em especial aos

    usados na construo mecnica; este processo promove

    modificaes estruturais to intensas no ao, que acabam por

    resultar num grande aumento em sua dureza, resistncia ao

    desgaste e trao, ao mesmo tempo em que suas propriedades

    relacionadas com a ductilidade diminuem, originando tenses

    internas (estruturais e trmicas) em grande intensidade.

    So exigidos para correo destes inconvenientes, um processo

    posterior denominado de revenimento.

    Servios

  • 38

    DENOMINAOTIPO DE SERVIO

    Tmpera e

    Revenimento

    com ATC

    Idem ao processo de tmpera e revenimento, utilizando-se de

    processos com atmosfera cuja composio contr

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