temas que ... nem eu sei

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1. .. .. Lis Fariae -ART-hLis Fariae -ART-h By Q.Q.By Q.Q. III_a_jan_15III_a_jan_15 ,,,obrigada,,,,,obrigada,, tenho todos os traos na palma da minha motenho todos os traos na palma da minha mo foram desenhados por mim e pela minha doaoforam desenhados por mim e pela minha doao nela que limpo e ainda sustenho o nosso rosto nela que limpo e ainda sustenho o nosso rosto a cor dos nossos cinzentos traos a lpis de cra cor dos nossos cinzentos traos a lpis de cr nas iluses de atrapalhar as brincadeiras da dornas iluses de atrapalhar as brincadeiras da dor onde formamos as nossas histrias de amoronde formamos as nossas histrias de amor crimos os arco-ris em verdes de esperanascrimos os arco-ris em verdes de esperanas sermos seres livres na mesma terra povoadasermos seres livres na mesma terra povoada aprisionados na nossa e nica palma da moaprisionados na nossa e nica palma da mo sermos infinitos na vergonha da nossa raasermos infinitos na vergonha da nossa raa petizes e adultos mas imensamente senispetizes e adultos mas imensamente senis a que um dia de gozo deu-nos ser felizesa que um dia de gozo deu-nos ser felizes 2. .. .. AfterAfter Ingo Dumreicher. Ingo Dumreicher. III_a_jan_15III_a_jan_15 ,,,obrigada,,,,,obrigada,, que as letras cansadasque as letras cansadas aguardem um banco onde seaguardem um banco onde se sentar e que no ocaso da vidasentar e que no ocaso da vida possa na paz repousar comopossa na paz repousar como um por de sol que por fimum por de sol que por fim sossegue na voz da lua e dosossegue na voz da lua e do que achar, ser uma faceque achar, ser uma face banhada na penumbra dobanhada na penumbra do olhar tombado no silncio deolhar tombado no silncio de j nada possa dizer do eco daj nada possa dizer do eco da volta no ir acontecer.volta no ir acontecer. 3. .. .. AfterAfter Hans Peter Kolb Hans Peter Kolb III_a_jan_15III_a_jan_15 ,,,obrigada,,,,,obrigada,, foste o meu fielfoste o meu fiel na balana que derreteuna balana que derreteu o oiro a po oiro a p no vento a pedrano vento a pedra feito areia no ar,feito areia no ar, na ampulheta do que tombouna ampulheta do que tombou na hora de me afagar,na hora de me afagar, minuto que me beijouminuto que me beijou travo de boca que no contotravo de boca que no conto do ocre ferro e bronzedo ocre ferro e bronze que me preencheuque me preencheu empedernouempedernou 4. .. .. AfterAfter III_a_jan_15III_a_jan_15 ,,,obrigada,,,,,obrigada,, se for para morrer que seja nas teclas das linhasse for para morrer que seja nas teclas das linhas onde nasci para dormir sossegada na cama fria de mimonde nasci para dormir sossegada na cama fria de mim ao relento do destino e do que podia ser por tiao relento do destino e do que podia ser por ti se for para morrer que seja nas linhas paralelas das teclasse for para morrer que seja nas linhas paralelas das teclas onde permaneci e at conheci o mistrio de ver a ousadia em tionde permaneci e at conheci o mistrio de ver a ousadia em ti mas para sempre guardada como no interior de mimmas para sempre guardada como no interior de mim 5. .. .. AfterAfter III_a_jan_15III_a_jan_15 ,,,obrigada,,,,,obrigada,, rumo ao mistrio e ao desconhecidorumo ao mistrio e ao desconhecido nas profundas sombras do caminhonas profundas sombras do caminho escurido completa e com fulgorescurido completa e com fulgor no alcatro petrolificado do serno alcatro petrolificado do ser no tracejado j semi acabadono tracejado j semi acabado racha do cismo que se possa verracha do cismo que se possa ver profunda greta da mo a doerprofunda greta da mo a doer frieiras no sentir a sangrarfrieiras no sentir a sangrar a dor de no mais aconchegara dor de no mais aconchegar o peito do meu doce e agreste olharo peito do meu doce e agreste olhar 6. .. .. Colin Staples LifeArt__Sensuality in Art__Colin Staples LifeArt__Sensuality in Art__ III_a_jan_15III_a_jan_15 ,,,obrigada,,,,,obrigada,, no seques a minha lgrimano seques a minha lgrima no que te dou de mim chorono que te dou de mim choro lgrima cristalina que sinto a dorlgrima cristalina que sinto a dor de te-ter parido num campo secode te-ter parido num campo seco onde nem o verde da lezria habitaonde nem o verde da lezria habita mas o cego eterno do branco puromas o cego eterno do branco puro manchado com as gotas do meu sermanchado com as gotas do meu ser em docas constantes de preto trajadoem docas constantes de preto trajado outras azul breu a querer escureceroutras azul breu a querer escurecer a cor da tua voz que me entristece a cor da tua voz que me entristece o rubor que me faz enfim gemero rubor que me faz enfim gemer o quanto o amor em ti eternoo quanto o amor em ti eterno e no meu intimo me faz doere no meu intimo me faz doer 7. .. .. Tutt'ART@ di Maria LaterzaTutt'ART@ di Maria Laterza Dorian VallejoDorian Vallejo III_a_jan_15III_a_jan_15 ,,,obrigada,,,,,obrigada,, fizeste-me o carinho de acender a lareirafizeste-me o carinho de acender a lareira onde me convidas sesta a noite inteiraonde me convidas sesta a noite inteira como prova de que o cho em ns existecomo prova de que o cho em ns existe em tbua rasa de madeira que lustramosem tbua rasa de madeira que lustramos sobre o pergaminho do que germinamossobre o pergaminho do que germinamos num ranger de lpis na cor que pintamosnum ranger de lpis na cor que pintamos suave carcia que nos lbios prendemossuave carcia que nos lbios prendemos desejos nas vozes que s sussurramosdesejos nas vozes que s sussurramos dedilhando-nos nas sombras do prazerdedilhando-nos nas sombras do prazer contando as voltas dos vultos do lumecontando as voltas dos vultos do lume incitando-nos a no pensar o nosso viverincitando-nos a no pensar o nosso viver ir sonhando devagar at alcanar o cumeir sonhando devagar at alcanar o cume do que nos faz ainda suspirar e serdo que nos faz ainda suspirar e ser 8. .. .. AfterAfter Elena Shumilova Elena Shumilova III_a_jan_15III_a_jan_15 ,,,obrigada,,,,,obrigada,, senti o silnciosenti o silncio gemia na solidogemia na solido ouve! o silncio! est a chegar!ouve! o silncio! est a chegar! no! so s as folhas a danar!no! so s as folhas a danar! ouve! digo-te que o silncio aouve! digo-te que o silncio a vir!vir! no! o pombo a voar!no! o pombo a voar! ouve! estou-te a dizer! o silncioouve! estou-te a dizer! o silncio a falar!a falar! no! o vento a soprar!no! o vento a soprar! ouve! presta ateno! o silncioouve! presta ateno! o silncio est a sorrir!est a sorrir! sim! a natureza do silncio desim! a natureza do silncio de amar!amar! senti a solidosenti a solido gemer no silnciogemer no silncio 9. .. .. Yuka Imamura FINE ART TOKYOYuka Imamura FINE ART TOKYO "touch""touch" III_b_jan_15III_b_jan_15 ,,,obrigada,,,,,obrigada,, momento secomomento seco nada mais agradvelnada mais agradvel do que te ver sorrirdo que te ver sorrir alegre gentil e amvelalegre gentil e amvel sfrego no teu sentirsfrego no teu sentir que bom e saudvelque bom e saudvel no todo que em ti douno todo que em ti dou no pouco que se amouno pouco que se amou bem gasto em amizadebem gasto em amizade num eterno de saudadenum eterno de saudade 10. .. .. III_b_jan_15III_b_jan_15 ,,,obrigada,,,,,obrigada,, troquei as horas por minutostroquei as horas por minutos e numa concha de segundose numa concha de segundos ouvi-te o grito da procuraouvi-te o grito da procura nos tempos descritosnos tempos descritos momentos de loucuramomentos de loucura troquei o cinzento da tempestadetroquei o cinzento da tempestade pelos raios de ti em harmoniapelos raios de ti em harmonia por agoras de felicidadepor agoras de felicidade em horas de imenso prazerem horas de imenso prazer eternos segundo no meu vivereternos segundo no meu viver troquei o castanho terratroquei o castanho terra pelo azul do marpelo azul do mar na arqueologia de amarna arqueologia de amar os anos da histriaos anos da histria que se ir eternizarque se ir eternizar troquei o verde das esperanastroquei o verde das esperanas pelas memrias futuras de crianaspelas memrias futuras de crianas a aprenderem a serem felizesa aprenderem a serem felizes nestes mundos em desavenasnestes mundos em desavenas numa crena de sermos petizesnuma crena de sermos petizes troquei e troco tudo e mais que hajatroquei e troco tudo e mais que haja numa troca to abundante e de coragemnuma troca to abundante e de coragem continuar a suspirar o ar que me entrarcontinuar a suspirar o ar que me entrar pela janela nica do meu olharpela janela nica do meu olhar e sempre que te ver, sentir irei amar!e sempre que te ver, sentir irei amar! AfterAfter Tomasz Alen Kopera Tomasz Alen Kopera 11. .. .. III_b_jan_15III_b_jan_15 ,,,obrigada,,,,,obrigada,, j no sou criana noj no sou criana no mas que tenho eu a ver com issomas que tenho eu a ver com isso se em mim da criana precisose em mim da criana preciso que venha at mim bom e soque venha at mim bom e so para qu dizer que te amopara qu dizer que te amo se me olhas sem sorrirse me olhas sem sorrir no mundo que em ti clamasno mundo que em ti clamas ser teu sem eu intervirser teu sem eu intervir que venha no meu abraoque venha no meu abrao largado sem o meu quererlargado sem o meu querer igualmente no te amarigualmente no te amar mas s em mim eu sermas s em mim eu ser a criana que ainda soua criana que ainda sou e como a amo a sorrire como a amo a sorrir na entrega de me douna entrega de me dou sem voltar a pedir,sem voltar a pedir, David Ho un artista digital. ___ Diferent art____ David Ho un artista digital. ___ Diferent art____ 12. .. .. FINE ART TOKYOFINE ART TOKYO Photo by Takashi Suzuki.Photo by Takashi Suzuki. III_a_jan_15III_a_jan_15 ,,,obrigada,,,,,obrigada,, em nome de...em nome de... amar o maior erroamar o maior erro que a humanidade cometeque a humanidade comete amar sem revs de saberamar sem revs de saber o que faz mal ou bemo que faz mal ou bem lutar pela melhor formalutar pela melhor forma de melhor viver e estarde melhor viver e estar n

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