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  • Temas para a AV2, continuaoLuci Bonini

  • GLOBALISMO, MERCADOS E GLOBALIZAO

  • Globalizao e diversidadeGlobalizao expanso do capitalismoNovos plos de poder blocos geopolticos

  • Iugoslvia

  • Tchecoslovquia

  • Unio sovitica

  • Muro de Berlim

  • Blocos geopolticos

  • Foras produtivas bsicas o capital, a tecnologia, a fora de trabalho e a diviso transnacional do trabalhoProcesso civilizatrio que desafia, rompe, subordina, mutila, destri ou recria outras formas sociais, de vida e de trabalhoNovos modos de pensar, ser, agir, sentir e imaginar

  • Fbrica de produtos esportivos de marca mundialmente conhecida

  • GLOBAL X REGIONALQuando h interesses globais o regional prevalece - integrao no mbito da globalizao apenas. S h interesse casos de repercusso internacional caso Jean Charles morto no metr em Londres confundido com um terrorista

    Ex: Rede Globo e suas afiliadas, Rede Bandeirantes e suas afiliadas.... E mais uma srie de meios de comunicao de massa

  • Mercado GlobalBens materiais tangveisBens simblicos intangveisMercado Real e virtual diversas formas de capital e contratosContratos virtuaisPublicidadeAlianas estratgicasGrandes fusesFora de trabalho barata

  • Globo terrestre o nicho ecolgico de todo o mundoFauna, flora, gua, ar, recursos minerais, camada de oznio diz respeito a todos

  • VIOLNCIA, TERRORISMO E CIDADANIA

  • Homem condenado por agredir a ex-mulherA Justia do Distrito Federal condenou um homem a pagar R$ 20 mil de indenizao por danos morais ex-mulher. Ele j havia sido condenado criminalmente por agredir a vtima. O juiz da 2 Vara Cvel de Braslia afirmou que, aps condenao criminal, no se pode mais questionar a existncia do fato, ou seja, das agresses contra a mulher. Cabe recurso da deciso.

  • Na ao, a mulher afirmou que foi submetida durante anos a surras, ameaas e torturas e que foi privada pelo ex-marido de ver os filhos. Ela pediu indenizao de R$ 200 mil por danos morais.Em contestao, o ex-marido afirmou que os filhos passavam frias com ele em sua casa e, ao final do perodo, no encontrou a ex-mulher. O homem alegou ainda que procurou assistncia jurdica e o conselho tutelar. Sobre a condenao criminal, ele afirmou que est completamente arrependido. O ru foi condenado a custear um plano odontolgico para tratamento da ex-mulher, aps discutir com ela e empurr-la.

  • Lei Maria da PenhaLEI N 11.340, DE 7 DE AGOSTO DE 2006.Cria mecanismos para coibir a violncia domstica e familiar contra a mulher, nos termos do 8odo art. 226 da Constituio Federal, da Conveno sobrea Eliminao de Todas as Formas de Discriminao contra as Mulheres e da Conveno Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violncia contra a Mulher; dispe sobre a criao dos Juizados de Violncia Domstica e Familiar contra a Mulher; altera o Cdigo de Processo Penal, o Cdigo Penal e a Lei de Execuo Penal; e d outras providncias.

  • Violncia contra o idoso

  • Violncia contra a criana

  • Violncia no mundo

  • Violncia Domstica

  • Falhas na Justia do Ir resultam julgamentos injustosIr: morte por apedrejamento, um castigo cruel e inaceitvel.Numa cultura em que nove mulheres e dois homens aguardam execuo por apedrejamento, no Ir, a Anistia Internacional apela s autoridades daquele pas para abolirem a morte por apedrejamento e que decretem uma moratria imediata a esta prtica cruel, especialmente pensada para aumentar o sofrimento das vtimas.No novo relatrio publicado, a organizao apela urgentemente reviso do Cdigo Penal do pas e para assegurar, entretanto, a total adeso moratria aos apedrejamentos emitida pelo responsvel mximo da justia em 2002.

  • Anistia Internacional ...A AI congratula-se com as recentes movimentaes no sentido das reformas e com os relatos de que o parlamento iraniano est a discutir alteraes ao Cdigo Penal que permitam a suspenso da sentena, pelo menos em alguns casos de apedrejamento, em casos em que seja considerado conveniente, disse Malcom Smart, Diretor do Programa para o Mdio Oriente e Norte de frica na AI.Mas as autoridades devem ir mais longe e devem dar os passos necessrios para assegurar que o novo Cdigo Penal no permita o apedrejamento nem outro tipo de execues para punir o adultrio.O Cdigo Penal iraniano descreve a morte por apedrejamento. Chega mesmo a recomendar o tamanho das pedras para que estas causem dor, mas no causem a morte imediata.

  • Atentados a torres gmeas fazem nove anosA construo de uma mesquita e um centro de cultura islmica no Marco Zero, local do ataque a Nova York em 2001, e tambm a ameaa de um pastor protestante do estado da Flrida de queimar o Alcoro, livro sagrado do Isl causou polmica em todo o mundo. A notcia do portal G1.

  • Never Forget

  • POLTICAS PBLICAS: EDUCAO, HABITAO, SANEAMENTO, SADE E SEGURANA

  • As chamadas polticas pblicas deveriam ser as aes de governo nas reas de educao, habitao, sade, segurana, meio ambiente e distribuio de renda atingindo diretamente a vida de um conjunto de cidados.

  • O horrio poltico eleitoral est a todo vapor. Comum em todos os discursos, a poltica pblica social, como a sade, educao, segurana, habitao e transporte, preenche completamente o espao gratuitamente destinado aos candidatos na televiso e no rdio. Precisamos ter cuidado com o 'canto da sereia' para no sermos facilmente seduzidos. As propostas vazias de contedos, muitas vezes, nos remetem ao 'Pas das Maravilhas', um lugar onde tudo possvel.

  • Os jornais nos alertam e nos deixam a par dessas enxurradas de contradies. Ao contrrio do que constantemente a ns exposto, a sade, a educao, transporte, habitao e segurana so aes que necessitam de planejamento e de estudo. O 'como eu vou fazer' e 'de que maneira eu vou fazer' raramente aparece no discurso eleitoral.

  • A realidade posta para todos os brasileiros bastante evidente. Todos os dias nos deparamos com notcias como greve de professores, balas perdidas que matam inocentes, bandidos invadindo um hotel de luxo, pacientes morrendo na porta de hospitais, entre outros problemas. Se o velho Marx fosse cidado do nosso tempo, ao invs de debater as lutas de classes e os conceitos de ideologia e falsa conscincia, seguramente pesquisaria sobre a arte de fazer poltica e de camuflar as realidades usando sempre os mesmos argumentos. De modo semelhante s crises do capital, no campo eleitoral, porm, a freqncia se d de quatro em quatro anos.

  • Educao

  • Analfabetismo: ndices 2005 UNESCO

  • Matrculas no ensino superior

  • HABITAO

  • SEGURANA

  • SADE

  • Doao de rgos

  • REDES SOCIAIS E RESPONSABILIDADE: STOR PBLICO, PRIVADO E TERCEIRO SETOR

  • O QUE UMA REDE SOCIALRede Social uma das formas de representao dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres humanos entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mtuos.Uma estrutura em rede (...) corresponde tambm ao que seu prprio nome indica: seus integrantes se ligam horizontalmente a todos os demais, diretamente ou atravs dos que os cercam. O conjunto resultante como uma malha de mltiplos fios, que pode se espalhar indefinidamente para todos os lados, sem que nenhum dos seus ns possa ser considerado principal ou central, nem representante dos demais. No h um chefe, o que h uma vontade coletiva de realizar determinado objetivo. (Withaker, 1998)

  • SOLIDARIEDADE

  • Terceiro setor uma terminologia sociolgica que d significado a todas as iniciativas privadas de utilidade pblica com origem na sociedade civil. A palavra uma traduo de Third Sector, um vocbulo muito utilizado nos Estados Unidos para definir as diversas organizaes sm vnculos diretos com o Primeiro setor (Pblico, o Estado) e o Segundo setor (Privado, o Mercado). Apesar de vrias definies encontradas sobre o Terceiro Setor, existe uma definio que amplamente utilizada como referncia, inclusive por organizaes multilaterais e governos.

  • Pastoral da criana

  • Dentro das organizaes que fazem parte do Terceiro Setor, esto as ONGs(Organizaes No Governamentais), entidades filantrpicas, OSCIP (Organizao da Sociedade Civil de Interesse Pblico, organizaes sem fins lucrativos e outras formas de associaes civis sem fins lucrativos. No mbito jurdico, no Brasil, em estudo intitulado As Fundaes Privadas e Associaes sem Fins Lucrativos no Brasil 2002, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica - IBGE e pelo Instituto de Pesquisa Econmica Aplicada IPEA, em parceria com a Associao Brasileira de Organizaes No-Governamentais - ABONG e o Grupo de Institutos, Fundaes e Empresas GIFE, foram identificadas mais de 500 mil instituies no Terceiro Setor.

  • REDES SOCIAIS NA WEB

  • ARTE E FILOSOFIA

  • REVOLUO DA ALMA

    Aristteles, filsofo grego,escreveu este texto " Revoluo da Alma no ano 360 A.C. e eterno.

  • Ningum dono da sua felicidade, por isso no entregue sua alegria, sua paz sua vida nas mos de ningum, absolutamente ningum. Somos livres, no pertencemos a ningum e no podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.

  • A razo da sua vida voc mesmo. A tua paz interior a tua meta de vida, quando sentires um vazio na alma, quando acreditares que ainda est faltando algo, mesmo tendo tudo, remete teu pensamento para os teus desejos mais ntimos e busque a divindade que existe em voc. Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de voc.

  • No coloque objetivo longe demais de suas mos, abrace os que esto ao seu alcance hoje. Se andas desesperado por problemas financeiros, amorosos, ou de relacionamentos fami