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Todos os contedos apresentados so propriedade dos referidos autores

Retirado de:

Comunidade On-line de Enfermagem

www.forumenfermagem.org

Escola Superior de Enfermagem da Cruz Vermelha Portuguesa de Oliveira De Azemis 5 Curso da Licenciatura em Enfermagem 3 Ano - 1 Semestre

Dossier TeraputicoEnfermagem de Sade Mental e Psiquitrica

Trabalho Realizado por:Brbara Andrade, N. 311 Bruno Moreira, N. 293 Joana Almeida, N. 306 Mara Lestre, N. 298 Pedro Ferreira, N. 315 Tnia Ferreira, N. 300

Arnes, Maro de 2008

Escola Superior de Enfermagem da Cruz Vermelha Portuguesa de Oliveira De Azemis 5 Curso da Licenciatura em Enfermagem 3 Ano - 1 Semestre

Dossier TeraputicoEnfermagem de Sade Mental e Psiquitrica

Trabalho realizado no mbito da Unidade Curricular Ensino Clnico IV, do 3 ano do 1 Semestre do 5 Curso de Licenciatura em Enfermagem.

Trabalho Realizado por:Brbara Andrade, N. 311 Bruno Moreira, N. 293 Joana Almeida, N. 306 Mara Lestre, N. 298 Pedro Ferreira, N. 315 Tnia Ferreira, N. 300 Arnes, Maro de 2008

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Dossier Teraputico

RESUMOO presente projecto surge no mbito da Unidade Curricular Ensino Clnico IV, do 1 semestre, 3 Ano do 5 Curso de Licenciatura em Enfermagem da Escola Superior de Enfermagem da Cruz Vermelha Portuguesa de Oliveira de Azemis. Durante a nossa integrao, sentimos uma necessidade crescente em conhecer a farmacologia psiquitrica, por essa razo, um dos nossos objectivos iniciais era a realizao de um dossier teraputico, que conteria os frmacos mais utilizados neste servio. Com a realizao deste dossier pretendemos ir mais alm na identificao e conhecimento destes frmacos, bem como facilitar a procura da informao destes frmacos, aos restantes colegas estagirios que futuramente estaro nesta instituio, bem como aos profissionais de sade, caso necessitarem.

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Dossier Teraputico

SUMRIO 1. INTRODUO . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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2. ADMINISTRAO DE UM FRMACO 2.1.Princpios Gerais . 2.2.Frmacos . . . . . . . .

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ACAMPROSATO . . . . ACETILCISTENA . . . . CIDO ACETILSALICLICO . . CIDO FLICO . . . . ALFUZOSINA . . . . . ALOPURINOL . . . . . ALPRAZOLAM . . . . . AMINOFILINA . . . . . AMOXICILINA . . . . AMOXICILINA + CIDO CLAVULNICO ATENOLOL . . . . . BUTILESCOPOLAMINA . . . CAPTOPRIL . . . . . CARVEDILOL . . . . . CIPROFLOXACINA . . . . DIGOXINA . . . . . DILTIAZEM . . . . . DOMPERIDONA . . . . DUTASTERIDA . . . . ENALAPRIL . . . . . ESPIRONOLACTONA . . . FINASTERIDA . . . . . FLUCONAZOL . . . . . FLURAZEPAM . . . . . FUROSEMIDA . . . . . HIDROXIZINA . . . . . IBUPROFENO . . . . . LACTULOSE . . . . . LISINOPRIL . . . . . LOSARTAN . . . . . METILDIGOXINA . . . . METOCLOPRAMIDA . . . NIFEDIPINA . . . . . NITROGLICERINA . . . . OMEPRAZOL . . . . . PANCREATINA + DIMETICONE . .

Dossier Teraputico

PANTAPRAZOL PARACETAMOL PENTOXIFILINA PERINDOPRIL . PROPANOLOL . POLIVITAMINICO . RANITIDINA . SERENOA REPENS SINVASTATINA TANSULOSINA TICLODIPINA . TRAMADOL . TRIMETAZIDINA

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3. SISTEMA NERVOSO CENTRAL . 3.1 Antiparkinsnicos . 3.1.1 Anticolinrgicos . . . . . . . . .

BIPERIDENO . . . SELEGILINA . . . TRIHEXIFENIDILO . . 3.1.2 Dopaminomimticos .

CARVIDOPA/LEVODOPA . .

3.2 Antiepilpticos e anticonvulsivantes . 3.2.1 Barbitricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

CIDO VALPRICO . CARBAMAZEPINA . . FENOBARBITAL . . 3.2.2 Benzodiapezinas . . BUSPIRONA . . . CLONAZEPAM . . DIAZEPAM . . . LORAZEPAM . . . VALPROATO DE SDIO . 3.2.3 Fenitona . FENITONA . . . . . .

3.3 Antipsicticos .

Dossier Teraputico

AMISULPRIDE . . . CIAMEMAZINA . . . CLORPROMAZINA . . . CLOZAPINA . . . . HALOPERIDOL . . . HALOPERIDOL DECANOATO . LEVOMEPROMAZINA . . OLANZAPINA . . . QUETIAPINA . . . RISPERIDONA . . . RISPERIDONA DECANOATO SULPIRIDA . . . TIAPRIDA . . . ZIPRAZIDONA . . . 3.4 Antidepressores MIRTAZEPINA . SERTRALINA . TRAZADONA . . . . . . . . .

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4. CONCLUSO 5. BIBLIOGRAFIA

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Dossier Teraputico

1. INTRODUODossier Teraputico um instrumento pessoal, que denota uma extrema importncia no dia-a-dia de qualquer profissional de sade. (RIOPELLE) Este Dossier Teraputico tem como objectivo primordial a clarificao e esclarecimento de dvidas relativas teraputica administrada diariamente na prtica de Enfermagem, bem como numa aquisio de conhecimentos que sero a base da nossa actividade, enquanto alunos de Enfermagem e futuros profissionais de sade.. Com este, pretendemos realar indicaes farmacolgicas, bem como as possveis reaces adversas que o frmaco pode causar e ao modo como deve de ser administrada. Denota-se assim, uma extrema importncia, que o enfermeiro saiba todos estes parmetros, j que lhe compete a ele avaliar o estado do utente antes, durante e aps a toma. Ao longo deste trabalho, iro ser descritos pormenorizadamente todos os medicamentos administrados, abrangendo as suas propriedades farmacolgicas, as situaes para as quais est indicado, os efeitos secundrios, as vias de administrao e os cuidados de enfermagem caractersticos a ter, na administrao desse frmaco.

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Dossier Teraputico

2. ADMINISTRAO DE UM FRMACO2.1. Princpios gerais: Existem diversos princpios a ter em considerao aquando a administrao de um frmaco, j que s atendendo a todos eles, se pode ter a certeza de que o medicamento foi correctamente administrado e no vai comprometer o estado de sade do utente em causa. Para potenciar ou no interferir com a aco esperada do frmaco, temos que: Conhecer as caractersticas do frmaco a administrar: - Dose teraputica; - Aco teraputica; - Efeitos adversos; - Contra-indicaes; - Via de administrao preferencial; - Cuidados de Enfermagem especficos desse frmaco. Saber como calcular a dose a administrar e, no caso de Endovenosos, a velocidade de perfuso: - Comparar a folha teraputica com a medicao a ser preparada e, se estiver correcta, colocar um visto nessa mesma folha. Verificar as cinco regras bsicas de administrao de teraputica: - Doente certo; - Droga certa; - Horrio certo; - Dose certa; - Via de administrao certa. Para despistar/evitar o aparecimento de efeitos secundrios: Verificar a validade da medicao;

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Atender consistncia, cor e cheiro dos frmacos a administrar, recusando-os se alterados; No administrar teraputica preparada por outra pessoa; Esclarecer todas as dvidas do utente antes da administrao da medicao, referindo sempre o nome e a finalidade do frmaco; Verificar a existncia de alergias ao princpio activo do frmaco; Explicar ao doente possveis reaces adversas que podem ocorrer e a importncia de serem comunicadas; Aguardar junto do utente at que este tome a medicao; Verificar a presena de reaces anormais durante e aps a administrao de medicao.

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2.2. Frmacos:

ACAMPROSATONome comercial: Campral

Vias de Administrao: PO.

Propriedades do Frmaco: Tratamento de intoxicaes por lcool.

Situaes em que est indicado: Manuteno da abstinncia na dependncia do lcool.

Contra-indicaes: Continuao de consumo de lcool; Insuficincia heptica; Insuficincia renal grave; Gravidez e aleitamento.

Efeitos Secundrios: Diarreia; Nuseas; Vmitos; Dor abdominal; Prurido; Ocasionalmente rash macupapular; Raramente reaces cutneas bolhosas; Flutuao da lbido. 10

Dossier Teraputico

Cuidados de Enfermagem: Avaliar o grau e as manifestaes de ansiedade antes e periodicamente durante a teraputica; O Acamprosato no parece causar dependncia ou tolerncia fsica ou psicolgica. Contudo, os utentes com histria de abuso de medicamentos devem ser avaliados quanto tolerncia e dependncia, devendo ter acesso restrito aos medicamentos.

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Dossier Teraputico

ACETILCISTENANome comercial: Fluimucil

Vias de Administrao: PO.

Propriedades do Frmaco: Antitssico e expectorante; Tratamento de intoxicaes iatrognicas.

Situaes em que est indicado: O Fluimucil est indicado no tratamento de processos patolgicos do aparelho respiratrio, agudos ou crnicos, que evoluem com hipersecreo e mucoestase tais como bronquite aguda, enfisema, bronquite crnica, bronquite asmtica, bronquiectasia; Tambm est indicado como fluidificante das secrees mucosas e mucopurulentas em casos de otites catarrais, catarros tubricos, sinusites, rinofaringites, laringotraquetes. Profilaxia e tratamento das complicaes obstrutivas e infecciosas por traqueotomia, preparao para broncoscopias, broncografias