Sub bacia hidrográfica médio tietê

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Nossa bacia hidrogrfica essa!

Nossa bacia hidrogrfica essa!

Nossa bacia hidrogrfica essa!

Lago do Rasgo!

Nossa bacia hidrogrfica essa!

Nossa bacia hidrogrfica essa!

Nossa bacia hidrogrfica essa!http://www.sigrh.sp.gov.br/sigrh/ARQS/RELATORIO/CRH/CBH-SMT/1126/mapadedemandas.pdf

http://www.rededasaguas.org.br/comites-bacias/historia-do-cbh-smt/A implantao do CBH/SMT"Uma iniciativa da sociedade civil"Um grupo de pessoas e entidades preocupadas com a perda da qualidade ambiental na regio comeou a se reunir na Universidade de Sorocaba (Uniso) no incio de 1995, para discutir a criao dos comits de bacias, estabelecida pela Lei 7.663.At ento, apenas cinco comits de bacias haviam sido instalados oficialmente no Estado de So Paulo e outros estavam em processo de formao.Inicialmente, foram instalados os comits de bacias hidrogrficas das reas consideradas crticas do estado, em decorrncia da escassez de gua em boa qualidade. O primeiro comit instalado oficialmente, em 93, foi o dos rios Piracicaba, Capivari e Jundia, seguido dos comits do Alto Tiet, Baixo Tiet, Paraba do Sul, Serra da Mantiqueira e Mdio Paranapanema, em 94.A nova poltica e o sistema de gesto de recursos hdricos, estabelecidos pela Lei 7.663/91, despertava muito interesse em todas as regies do Estado, pois assegurava sociedade civil organizada (entidades ambientalistas, sindicatos, associaes, universidades, etc) os mesmos direitos e poderes do Estado e das prefeituras na definio de prioridades, programas e obras voltadas recuperao e manuteno dos rios, de acordo com suas bacias hidrogrficas.Embora a regio de Sorocaba/Mdio Tiet apresentasse uma situao considerada boa no tocanta disponibilidade de gua potvel e preservao dos recursos hdricos, existiam graves conflitos ligados ao uso das guas. De um lado, estavam os representantes dos setores de gerao de energia e saneamento e, de outro, os representantes de instituies pblicas e de interesses difusos, como o caso das entidades ambientalistas.Esse conflito ocorria principalmente porque a poluio do Tiet gerada na regio metropolitana e afeta a vida, a economia e o desenvolvimento das cidades ribeirinhas do Mdio Tiet. Alm disso, os projetos governamentais e estudos que at ento vinham sendo desenvolvidos pelo Estado, priorizavam a gerao de energia eltrica e o controle enchentes e deixavam a questo do saneamento, da despoluio e dos usos mltiplos da gua em segundo plano.As discusses sobre os usos da gua, os conflitos que envolviam a Billings e o Mdio Tiet, sempre despertaram o interesse da comunidade da regio e a imprensa e serviram de pano de fundo para as primeiras articulaes na bacia.Diante desse contexto, a iniciativa de reunir a sociedade e instalar o Comit de Bacia Hidrogrfica do Rio Sorocaba e Mdio Tiet (CBH/SMT) partiu dos professores do Ncleo de Estudos Ambientais (Neas) da Universidade de Sorocaba (Uniso) e de entidades ambientalistas, como o Grupo Icatu, de Cerquilho, e o Unio Pr-Tiet, de Tiet, alm da Associao Regional dos Jornalistas de Salto, Itu, Porto Feliz e Indaiatuba, que h alguns anos trabalhavam com o monitoramento da qualidade das guas dos rios Tiet e Sorocaba, atravs do projeto de educao ambiental "Observando o Tiet", da Fundao SOS Mata Atlntica.Essas entidades, lideranas regionais e alguns prefeitos estavam engajados em discusses pblicas com rgos do Estado, como o Consema - Conselho Estadual de Meio Ambiente -, por conta dos impactos da poluio e das enchentes do Rio Tiet na regio. Os representantes da Uniso articularam o intercmbio desse grupo da sociedade civil com os representantes dos rgos estaduais e prefeituras para discutir a necessidade de criar o Comit de Bacia Hidrogrfica do Rio Sorocaba e Mdio Tiet (CBH/SMT).Juntos, os representantes dos trs segmentos (sociedade civil, Estado e municpios) constituram no dia 18 de fevereiro de 1995, o Grupo Executivo (GEx), que iria dar incio aos trabalhos necessrios criao do comit.Os membros do GEx sentiram a necessidade de engrossar a participao dos trs segmentos, chamando mais pessoas e instituies para as reunies de criao do Comit. Iniciou-se uma campanha de divulgao na imprensa regional, foram feitos contatos por telefone com entidades da sociedade civil, do Estado e prefeituras, convocando a todos para discutir a criao do comit.Decidiu-se que os membros da sociedade civil, dentro do GEx, iriam organizar as reunies com um maior nmero possvel de gente ligada s universidades, sindicatos, associaes, entidades ambientalistas, enfim, com as ongs (organizaes no-governamentais), que representam a sociedade civil organizada. J os membros do Estado, dentro do GEx, mobilizariam um maior nmero possvel de tcnicos dos rgos estaduais, como a Cetesb, DEPRN, Polcia Florestal, Delegacias de Ensino, Secretarias e autarquias do Estado. Os representantes dos municpios convidariam os prefeitos das ento 32 cidades da nossa bacia (hoje somos 34 municpios) para discutir o processo de criao do comit.Foi um enorme esforo conjunto para conscientizao, mobilizao e organizao social. Um verdadeiro exerccio de cidadania, justamente como prope a Lei 7.663, que cria a Poltica Estadual de Recursos Hdricos, em que a sociedade civil, Estado e prefeituras decidem, em conjunto, como preservar a quantidade e qualidade da gua que precisamos para viver.Entre fevereiro e julho de 95 os segmentos da sociedade civil, Estado e municpios realizaram vrias reunies em separado. Os membros do GEx, coordenavam esse trabalho e garantiam a articulao dos segmentos. Nessas reunies eram estudados os estatutos de outros comits que acabavam de se formar, definidas metas de trabalho, composio e atuao do CBH/SMT, bem como outros instrumentos de gesto, fundamentais para o sistema estadual de recursos hdricos, como a cobrana pelo uso da gua e a criao de agncias de bacias.Em 2 de agosto de 95 ocorreu a instalao oficial do Comit de Bacias Hidrogrficas dos rios Sorocaba e Mdio Tiet (CBH/SMT), em evento realizado no Parque do Varvito, em Itu. Seu primeiro presidente foi o ento prefeito daquele municpio, Lzaro Jos Piunti (representando o segmento dos municpios). O vice-presidente era o professor do Neas, da Uniso, Nobel Penteado de Freitas (representando a sociedade civil organizada) e, para a secretaria executiva, foi escolhido o engenheiro da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), Stimo Humberto Marangon, representando o Estado.Durante a cerimnia de instalao no Parque do Varvito, cada segmento apresentou oficialmente os dezesseis representantes da sociedade civil organizada e dos municpios. Na ocasio, o segmento do Estado, que encontrava maior dificuldade de articulao, no oficializou seus dezesseis representantes, o que aconteceria algumas semanas depois.Nos anos seguintes, dois novos municpios foram criados na bacia e o nmero de representantes do CBH foi alterado, mantendo-se a proporcionalidade entre os segmentos. Hoje somos dezessete representantes por segmento.

Os Comits de Bacias HidrogrficasOs comits de bacias Hidrogrficas so colegiados institudos por Lei, no mbito do Sistema Nacional de Recursos Hdricos e dos Sistemas Estaduais.Considerados a base da gesto participativa e integrada da gua, tm papel deliberativo e so compostos por representantes do Poder Pblico, da sociedade civil e de usurios de gua e podem ser oficialmente instalados em guas de domnio da Unio e dos Estados. Existem comits federais e comits de bacias de rios estaduais, definidos por sistemas e leis especficas.Confira os Comits de Bacias Hidrogrficas dos Rios Federais.

Os Comits de Bacias PaulistasOs comits de bacias hidrogrficas foram criados pela lei que instituiu a poltica estadual de recursos hdricos (7.663/91) para gerenciar a gua de forma descentralizada, integrada e com a participao da sociedade.Os comits so colegiados compostos por representantes de municpios (prefeitos), de rgos estaduais e de entidades representativas da sociedade civil (ongs, universidades, associaes) em igual nmero. A composio tripartite visa garantir a todos os integrantes do colegiado os mesmos direitos e o poder de deliberar na tomada de decises que iro influenciar na melhoria da qualidade de vida da regio e no desenvolvimento sustentado da bacia. Por isso, os comits de bacia so considerados "o parlamento das guas".Antes de sua criao, o gerenciamento da gua era feito de forma isolada por municpios e Estado. As informaes estavam dispersas em rgos tcnicos ligados ao assunto e os dados no eram compatveis. Era muito difcil obter acesso a informaes concretas. Isso dificultava o planejamento sobre captao, abastecimento, distribuio, despejo e tratamento da gua que consumimos e acarretava a realizao de mega obras, concebidas de forma isolada, muitas vezes com desperdcio de dinheiro pblico. A falta de polticas pblicas integradas e eficientes para manejo dos recursos naturais provocou a degradao de muitos rios.Com a criao dos comits, o estado de So Paulo foi dividido em 22 unidades de gerenciamento, de acordo com as bacias hidrogrficas e afinidades geopolticas. Cada uma dessas partes passou a se chamar Unidade de Gerenciamento de Recursos Hdricos (UGRHI).

Como Funciona um Comit Os Comits de Bacias Hidrogrficas (CBHs) so colegiados deliberativos e consultivos e atuam na rea de sua unidade de gerenciamento, ou seja, na sua bacia. Como foram definidos em lei, todos so iguais e tm as mesmas responsabilidades. Uma das principais atribuies dos CBHs aprovar o Plano de Bacias, nos quais so definidas as propostas de aplicao de recursos financeiros, alm de programas e aes que visam promover a integrao entre os usurios das guas, a manuteno e recuperao dos recursos hdricos. Para cumprir seu papel, os comits obedecem a seguinte estrutura: Cada comit de bacia tem seu prprio estatuto, no qual so definidas as regras e procedimentos para realizao das assemblias deliberativas, formas de participao, eleio e competncias. Todos os cidados podem participar. As assemblias so pblicas e os representantes, eleitos para compor o colegiado como titulares e suplentes, tm poder de voto. Os mandatos de todos os integrantes so de dois anos. Todos podem se candidatar aos cargos da diretoria e cmaras tcnicas, respeitando sempre a caracterstica tripartite. At hoje, o Estado ocupou as secretarias executivas e os prefeitos e representantes da sociedade civil ocupam as funes de presidente e vice-presidente. No h uma regra para essa composio - ela varia de acordo com o interesse dos segmentos e caractersticas de cada regio.

O Comit de Bacias Hidrogrficas dos Rios Sorocaba e Mdio Tiet abrange 34 municpios, dos quais dezesseis esto situados na sub-bacia do Mdio Tiet superior e dezoito na bacia do rio Sorocaba, com uma rea de 12.099 quilmetros quadradosA bacia do Mdio Tiet compreende o trecho do Rio Tiet, desde o Reservatrio de Pirapora at a Barragem de Barra Bonita, com extenso de 367 quilmetros e uma rea de drenagem de 6.830 quilmetros quadrados.Os principais afluentes da margem direita so os rios Jundia, Capivari e Piracicaba. O principal afluente da margem esquerda o Rio Sorocaba.O Rio Sorocaba formado pelos rios Sorocabuu e Sorocamirim. Suas cabeceiras esto localizadas nos municpios de Ibina, Cotia, Vargem Grande Paulista e So Roque. Ocupa uma rea de drenagem de 5.269 quilmetros quadrados e percorre uma distncia de 180 quilmetros em zona rural, desembocando no Rio Tiet no municpio de Laranjal Paulista.A poluio das guas ocasionada por lanamentos de esgotos domsticos e a necessidade de conservar a qualidade da gua da Represa de Itupararanga, principal manancial da sub-bacia do Rio Sorocaba so as principais metas dos integrantes do Comit de Bacia. Embora no enfrente graves problemas relacionados a escassez, existem conflitos por uso da gua entre usurios rurais e o setor de abastecimento. Alm disso, a bacia recebe impactos e grande carga poluidora da Bacia Hidrogrfica do Alto Tiet, que abrange a regio Metropolitana de So Paulo e muitos dos problemas que enfrenta com relao a qualidade e quantidade da gua esto relacionados com a bacia de montante, ou seja, a que est acima do seu limite geogrfico.Para elaborar um retrato da situao ambiental e estabelecer metas e um plano de aes, os integrantes do CBH-SMT produziram, no ano de 2000, o Relatrio de Situao e Caracterizao Geral da Bacia Hidrogrfica dos Rios Sorocaba e Mdio Tiet.

Esse documento, chamado deRelatrio Zerorene os dados e informaes tcnicas produzidos sobre a bacia e subsidia a elaborao do Plano de Bacias que est em fase de fechamento e apresentao pblica no mbito do Comit.A qualidade da gua na baciaO mapa acima apresenta os principais rios dessa unidade de gerenciamento de recursos hdricos, chamada de UGRHI 10.A variao de cores dos rios ilustrados acima representa a qualidade de suas guas, de acordo com o IQA - ndice de Qualidade da gua, obtido com base no monitoramento realizado por entidades da sociedade civil que integram o CBH-SMT e que atuaram no projeto de educao ambiental e classificao de bacias hidrogrficas por percepo, denominado Observando o Sorocaba e Mdio Tiet.Dados oficias da qualidade da gua dos rios da bacia podem ser consultados no ndice de Qualidade das guas Interiores elaborado e divulgado pela Cetesb.Confira.Cobertura FlorestalA conservao dos remanescentes florestais fundamental para manuteno da qualidade e quantidade das guas, bem como do solo, do clima e de atividades de desenvolvimento sustentvel.A diversidade do relevo, tipo de solo e clima da bacia hidrogrfica resultavam em uma grande diversidade com exuberante cobertura florestal. A bacia reune formaes florestais como florestas ombrfilas e estacionais e os cerrados e reas de tenso ecolgica, ou transio, entre a mata atlntica e o cerrado. Toda sua rea est inserida no domnio da mata atlntica.Para acompanhar o que ainda resta da cobertura florestal original, a Fundao SOS Mata Atlntica disponibiliza atravs desta rede de informaes, com apoio do Fehidro, o Atlas de Remanescentes Florestais da Mata Atlntica que pode ser consultado por bacia hidrografia, ou municpios.Acesse os mapas. A maior parte da cobertura florestal da bacia foi suprimida em decorrncia da cultura da cana-de-acar e do caf que se desenvolveu na regio da depresso perifrica e dos processos de urbanizao e industrializao.Alguns fragmentos de mata atlntica e cerrado foram conservados e mantidos em bom estado a partir da implantao de unidades de conservao nas dcadas de 80 e 90 . A bacia conta com APAs-reas de Proteo Ambiental Estaduais,municipais e uma FLONA - Floresta Nacional.Indicadores e o Plano de BaciasPara integrar os estudos que faro parte do Plano de Bacias do CBH-SMT o Comit contratou o IPT - Instituto de Pesquisas Tecnolgicas do Estado de So Paulo, responsvel por reunir e organizar os dados tcnicos e indicadores existentes, atualiz-los e submet-los a consulta publica .Com o objetivo de ampliar a participao da sociedade que reside e atua na bacia para construo desse trabalho e disponibilizar contedos que possibilitem a identificao da qualidade ambiental da bacia hidrogrfica, a Rede das guas passa a difundir, por captulos, os documentos que vem sendo produzidos para o CBH-SMT.Esses documentos e o trabalho de reviso do Relatrio Zero esto sendo acompanhados por um grupo tcnico, composto por representantes do Comit de Bacias, denominado UGP - Unidade de Gerenciamento de Projetos.Acompanhe e participe da elaborao do Plano de Bacias dos Rios Sorocaba e Mdio Tiet.A viso da sociedade civilA metodologia de caracterizao ambiental por percepo que vem sendo desenvolvida pela Fundao SOS Mata Atlntica, com grupos de monitoramento da qualidade da gua, tem possibilitado levantar o "retrato" da qualidade ambiental da bacia hidrogrfica, de acordo com indicadores apontados pela sociedade que reside e atua na bacia.Esse trabalho desenvolvido como ferramenta de educao ambiental permite comparar se a percepo e atuao da sociedade coincide com as metas e analises produzidas pelos rgos de comando e controle ambiental e pelos integrantes do prprio Comit de Bacias.Observando o Sorocaba e Mdio Tiethttp://rededasaguas.org.br/comites-bacias/o-cbh-smt/

ftp://geoftp.ibge.gov.br/mapas_estatisticos/censo_2010/mapa_municipal_estatistico/sp/aracariguama_v2.pdfftp://geoftp.ibge.gov.br/mapeamento_sistematico/topograficos/escala_50mil/tif/santana_de_parnaiba27673/

FTP Directory: ftp://geoftp.ibge.gov.br/mapeamento_sistematico/topograficos/escala_50mil/tif/cabreuva27664/raster

http://mapas.ibge.gov.br/bases-e-referenciais/bases-cartograficas/cartas

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