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Introduo

Todos os msicos a dada altura do seu percurso quiseram aprender msicas de outras bandas ou artistas. E se por um lado tentar descobrir os acordes por meio prprio um timo meio de progresso, pode ser frustrante deixar de tocar uma msica s porque se est encalhado em determinado ponto, ou porque no se sabe fazer este ou quele acorde. Alm disso ter uma tablatura ou partitura serve sempre pelo menos como meio de confirmao.

Ns em Anaquim no somos exceo. Por isso decidimos fazer este livro para que as pessoas possam aprender as nossas msicas da maneira que elas foram gravadas em disco. Claro que isto no invalida que faam as vossas prprias verses dos nossos temas, mudando os ritmos ou as progresses harmnicas. O que interessa ter a coragem de as interpretar. Afinal de contas as msicas nascem por obra de uns quantos, mas vivem por obra de muitos mais.

De resto, divirtam-se!

Jos Rebola

Prefcio

Todos

os

msicos de outras

a

dada bandas

altura ou

do

seu

percurso E se

quiseram um

aprender tentar est

msicas

artistas.

por

lado

descobrir os acordes por meio prprio um timo modo de progresso, pode ser frustrante deixar de tocar uma msica s porque se encalhado em determinado ponto ou porque no se sabe fazer este ou aquele acorde. Alm disso ter uma tablatura ou partitura serve sempre, pelo menos, como meio de confirmao. Ns em Anaquim no somos exceo Por isso decidimos fazer este livro, para que as pessoas possam aprender as nossas msicas da maneira que elas foram gravadas em disco. Claro que isto no invalida que faam as vossas prprias verses dos nossos temas, mudando os ritmos ou as progresses interpretar. harmnicas. Afinal de O que interessa as msicas ter nascem a coragem obra de de as uns contas, por

quantos, mas vivem por obra de muitos mais. Divirtam-se!

ANAQUIM

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ndicendice Consideraes As Vidas dos Outros Horas Vagas Ldia Lusadas Chama-me Vida Na Minha Rua O Meu Corao Balalaikas Bocados de Mim Monstros Saltimbanco Vampiros Metamorfose Pobre Velho Louco A Morte Saiu Rua Tom Sawyer 3 4 5 10 13 18 21 24 28 32 38 41 46 50 54 58 62 64

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ConsideraesOs acordes (ou cifras) encontram-se no sistema anglo-saxnico, cuja correspondncia com o nosso a seguinte:

A L

; B Si ; C D ; D R ; E Mi ; F F ; G Sol

Os diagramas dos acordes so apenas sugestes, havendo sempre formas alternativas de os fazer.

Pressupe-se alguma familiarizao com as tablaturas de guitarra. Em caso de dvida, consultem, por exemplo, os seguintes sites:http://alunos.lis.ulusiada.pt/11064601/comolertab.htm

(em portugus)http://www.ultimateguitar.com/lessons/for_beginners/guide_to_tab_notation.html?no_takeover

(em ingls) Apresentam-se aqui as harmonias originais mas elas podem, em alguns casos, ser simplificadas. Como exemplo, acordes de stima (C7) ou nona (C9) podem ser simplificados por acordes maiores normais (C).

Nota para os acordes diminutos, cuja representao feita por dim ou pelo smbolo correspondente , sendo as duas formas equivalentes.

Confiem nos vossos ouvidos mas, para esclarecimento dvida, no hesitem em contactar-nos via facebook https://www.facebook.com/anaquimbanda

de

qualquer

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As Vidas dos OutrosIntro (VER TABLATURA):B7 E E C C E E C# C# F#9 C7 B7 E C#7 F#9 B7

F#9 C7 B7

Verso:E A B Eu sou to bom a falar das vidas dos outros E Am B H sempre um conselho a dar p'rs vidas dos outros G#m F# Nada eterno e se aguentarmos todo o mal tem fim E F# Am B fcil ter calma quando a alma no me di a mim Eu sou to bom a tornar todo o mal inerte Se aos outros que lhes custa que o passado aperte Mas quando a inquietude vem toda para o meu lado Deita-se desnuda e no desgruda at me ter vergado

Ponte:G#7 C#m to simples quando estou de fora G#7 C#m A ver passar as nuvens pelo ar D C#m Aplaudir, rever-me e concluir F#m G# Que eu tambm j l estive e... F#m G# C#m J soube ultrapassar G#7 C#m S a mim que ningum me entende G#7 C#m e a minha dor no tem como acabar D C#m Ai quo melhor era acordar um dia F#m G# A B E E ter as vidas dos outros todas em meu lugar

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Refro:E C As vidas dos outros, nunca me soam mal E C# Vem problemas no que no fundo normal F#9 C7 B7 Ai se eles soubessem como viver assim E C#7 F#9 B As vidas dos outros so to simples para mim E C As vidas dos outros, nunca me soam mal E C# Vem problemas no que no fundo normal F#9 C7 B7 Ai se eles soubessem como viver assim E C#7 F#9 B As vidas dos outros so to simples para mim E C#7 F#9 B E As vidas dos outros so to simples para mim

Interldio:E A B E C#m A B E

Verso:Eu sou to bom a falar das vidas dos outros Sempre me sei comportar nas vidas dos outros Volta, revolta, o melhor est para vir Solta tudo agora, no demora tornas a sorrir Eu sou to bom a apagar qualquer mau momento Se aos outros que lhes bate porta o sofrimento Mexe, remexe, alguma coisa hs-de encontrar A soluo procurar

Paragem:E F# Eu sou to bom a falar,eu sou to bom a cantar Am B eu sou to bom a contar as vidas dos outros E F# Eu sou to bom a falar, Eu sou to bom a curar Am B7 Tudo menos o meu prprio mal

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Refro:As vidas dos outros, nunca me soam mal Vem problemas no que no fundo normal Ai se eles soubessem como viver assim As vidas dos outros so to simples para mim As vidas dos outros, nunca me soam mal Vem problemas no que no fundo normal Ai se eles soubessem como viver assim As vidas dos outros so to simples para mim

Final:E A B E

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Horas VagasIntro:Bm Bm Em Bm A A D D F F F# F# Em Bm Bm Bm B F Bm Bm Em Bm A A D D F F F# F# G Bm G F# G F# Bm Bm

F# F F# G F# A7

Verso:D Pus as mos frente pra no perceber D Tentei que o segredo fosse esconder Bb A D Que h quem diga que a vida dos outros, esto loucos Mas no evito que essa ideia cresa em mim Eu prprio j pensei que fosse assim Tudo um grande embuste de quem chora, agora

Ponte:Bb A D Temo que a razo se escape a quem teimar em no mudar Bb A D E Filhos da caverna que outros ajudaram a povoar Gm A F# Bm De um irrespirvel ar, que canta e dana e entretm quem vem C# Mas sempre insiste, que s ele existe, G F# Bm e ai de quem negar t-lo por rei A7

Verso:Saibam que eu nem sempre fui um escravo fiel Noutros tempos tive o meu papel De Messias estereotipado, moldado Mas nada reneguei por me julgar sozinho, Seno ainda me perdia plo caminho que as indicaes so pouco claras, e raras

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Ponte:S nas horas vagas eu desperto e vejo, o que desejo S nessas horas vagas novas sombras so cativa iluso De uma outra criao, que canta e dana e entretm quem vem E ainda que teime, que s ela reine, de bom grado a aceito como lei

Interldio:Bm C# Mas no vou conseguir, se no chegar a entender Em F# Bm Se m vontade ou simples tradio sofrer Bm C# Eu no vou muito longe, nesta incerta viagem Em F# Bm Se o combustvel for minha coragem Encosto-me a dormir e a aceitar o que nego Qualquer paisagem serve a um olhar cego E melhor esquecer que j tive outra prece, Que a vida bem premeia quem merece

Final:Bm C# Como animais, como animais, Em F# Bm vou-me curar do vcio de querer sempre mais Bm C# Em F# Bm Como animais, como animais, enquanto ainda no tarde de mais Bm C# Como animais, como animais, Em F# Bm curei-me do desejo de querer sempre mais Bm C# Em F# Bm6 Bm Como animais, como animais, enquanto ainda no tarde de mais

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LdiaIntro: (VER TABLATURA)Dm E Dm/F E x4 Dm E Dm/F E Dm Dm E Dm/F E Dm E Dm/F Dm/F E E Dm/F Dm/F E Dm E Dm/F E Dm Dm E Dm/F E Dm E A A A Dm A

Parte 1:Dm Gm A Quem te falou em escolhas certas mentiu-te Dm Gm A Quem te apontou caminhos sem os percorrer Dm Gm C F Quem te mostrou suas aguarelas nas telas pintadas Bb E A por uma s forma de ver Dm Gm A Quem te falou numa verdade enganou-te Dm Gm A H mais verdades escondidas por a Dm Dm

Dm Gm A Somos volteis somos feitos de contrrios Dm Gm A Dm Somos todos santos somos todos mercenrios

Ponte:Dm E Dm/F E Dm E Dm/F E Sa- cri - fi - co minha vontade, Dm E Dm/F E Dm E A A por um tiro no escuro que nos deixa ss Dm E Dm/F E Dm E Dm/F E Custa ver que na realida-de Dm E Dm/F E Dm A Dm o tiro no foi no escuro o tiro foi em ns No pretendo no fazer erros, vou aprendendo com o mal que trago em mim E se aprendo sinto-me gente, que s gente quem consegue ser assim

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Refro:Dm Bb E Algum, A Dm que vendo o mal nunca est bem E Bb E

A Dm Bb Que vendo o mal nunca est bem, A Dm que vendo o mal nunca est bem Dm Bb E Algum,

Bb E A Bb E

A Dm que vendo o mal nunca est bem E

A Dm Bb Que vendo o mal nunca est bem, A que vendo o mal nunca est Dm E Dm/F E Dm bem E Dm/F E

Dm E Dm/F E Dm

A

Dm

Parte 2:Dm Algum me disse que a vida passa a correr Gm Dm E A E eu fui na corrida sem sequer me aperceber Dm Algum me disse que a vida passa a correr Gm Dm A Dm E eu fui na corrida sem parar pra abastecer Dm C Bb F A vida so dois dias disse um homem j maduro Gm Dm E A Tive um ontem e hoje o mais certo no ter futuro Dm C Bb F O velho do Restelo diz que a vida so dois dias Gm Dm A Dm E entre o choro e o riso eu no deixei horas vazias

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Parte 3:Dm A7 Dm Ldia enlacemos as mos vamos ficar ento A7 somente a ver passar o rio Dm A7 Dm Ldia joguemos xadrez faamos isso em vez A7 de dar guerra o nosso brio Dm A7 Dm Ldia, sejamos alheios aos desgostos feios A7 de quem j no quer quem tem Dm A7 Dm Mas Ldia,eu sinto-me vazio a ver passar o rio, A sem te ter nem fazer por ser

Refro:Algum, que vendo o mal nunca est bem Que vendo o mal nunca est bem, que vendo o mal nunca est bem Algum, cuja maldio afinal Est nessa fraqueza carnal, de querer o bem e