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  • MAGNETISMO e

    ESPIRITISMO

    Sociedade Esprita Os Mensageiros da Paz

    Departamento Doutrinrio

    GRUPO de ESTUDO

    ANO 3 2016

    AULA 13

  • O Evangelho segundo o Espiritismo

    Cap. 5 Instrues dos Espritos

    Deve-se por um fim s provas do prximo?

    (...) Resumindo: todos estais na Terra para

    expiar; mas, todos, sem exceo, deveis

    empregar todos os vossos esforos para

    suavizar a expiao dos vossos semelhantes,

    de acordo com a lei de amor e caridade.

    Bernardino, Esprito protetor.

    (Bordeaux, 1863.)

  • O Livro dos Mdiuns Cap. II

    15. (...) Do mesmo modo que o magnetismo, ele

    (o Espiritismo) nos revela uma lei, se no desco-

    nhecida, pelo menos mal compreendida; ou, mais

    acertadamente, de uma lei que se desconhecia,

    embora se lhe conhecessem os efeitos, visto que

    estes sempre se produziram em todos os tempos,

    tendo a ignorncia da lei gerado a superstio.

    Conhecida ela, desaparece o maravilhoso e os

    fenmenos entram na ordem das coisas naturais.

  • 16. Os fenmenos espritas, assim como os

    fenmenos magnticos, antes que se lhes

    conhecesse a causa, tiveram que passar por

    prodgios. Ora, como os cticos, os espritos

    fortes, isto , os que gozam do privilgio

    exclusivo da razo e do bom-senso, no

    admitem que uma coisa seja possvel, desde que

    no a compreendam, de todos os fatos

    considerados prodigiosos fazem objeto de suas

    zombarias. (...)

  • A Gnese Cap. XIII Caracteres dos milagres

    13. (...) Do mesmo modo que o magnetismo, ele

    revela uma lei, seno desconhecida, pelo

    menos mal compreendida; ou, melhor dizendo,

    conheciam-se os efeitos, porque eles em todos

    os tempos se produziram, porm no se

    conhecia a lei e foi o desconhecimento desta

    que gerou a superstio. (...)

  • O Cu e o Inferno 1 parte Cap. X

    10. (...) Os Espritos no podem guiar

    descobertas nem investigaes cientficas. A

    Cincia obra do gnio e s deve ser adquirida

    pelo trabalho, pois por este que o homem

    progride. Que mrito teramos ns se, para tudo

    saber, apenas bastasse interrogar os Espritos?

    Por esse preo, todo imbecil poderia tornar-se

    sbio. (...)

  • - (...) Do mesmo modo que o magnetismo, ele nos

    revela uma lei, seno desconhecida, pelo menos

    incompreendida, ou ento, para melhor dizer,

    efeitos de todos os tempos conhecidos, pois que

    de todos os tempos se produziram, mas cuja lei

    se ignorava e de cuja ignorncia brotava a

    superstio. Conhecida essa lei, desaparece o

    maravilhoso e os fenmenos entram para a

    ordem das coisas naturais.

  • Revista Esprita outubro de 1859

    Os milagres

    (...) Os fenmenos espritas, do mesmo modo que

    os fenmenos magnticos, antes que se lhes

    conhecesse a causa, puderam, pois, passar por

    prodgios (...)

    Revista Esprita setembro de 1860

    O Maravilhoso e o Sobrenatural

    Os fenmenos espritas, do mesmo modo que os

    fenmenos magnticos, antes que se lhes conhe-

    cesse a causa, devem ter passado por prodgios...

  • A Gnese Cap. XV

    9. Nada apresentam de surpreendentes estes

    fatos, desde que se conhea o poder da dupla

    vista e a causa, muito natural, dessa faculdade.

    Jesus a possua em grau elevado e pode dizer-se

    que ela constitua o seu estado normal, confor-

    me o atesta grande nmero de atos da sua vida,

    os quais, hoje, tm a explic-los os fenmenos

    magnticos e o Espiritismo.

  • O sistema que me conduziu descoberta do

    magnetismo animal no foi obra de um dia.

    Mesmer

  • Tem responsabilidade direta

    sobre as funes psicolgicas,

    cerebrais e espirituais; cabe a

    ele a gerncia do processo de

    interao e intercmbio entre

    os demais centros

    CENTRO de FORA CORONRIO

  • O correspondente

    do centro

    coronrio, em

    termos de

    glndulas, a

    pineal ou epfise.

  • Sistema Nervoso Central: 3 NVEIS embriolgicos

  • SNC Sistema Nervoso Central = Encfalo

    DIENCFALO Pineal = Epfise

    (Sistema lmbico) Tlamo

    Hipotlamo

    Hipfise - Pituitria

  • Vista superior do crebro

    O crebro humano representa

    apenas 2% do peso do corpo,

    mas, apesar disso, recebe

    aproximadamente 25% de todo

    o sangue que bombeado pelo

    corao.

    Divide-se em dois

    hemisfrios: esquerdo e o

    direito.

    um conjunto distribudo

    de milhares de milhes de

    clulas que se estende por

    uma rea de mais de 1 metro.

    Fissura longitudinal

  • LOBO FRONTAL

    LOBO PARIETAL

    LOBO TEMPORAL

    LOBO OCCIPITAL

  • O hemisfrio dominante em 98% dos humanos o

    hemisfrio esquerdo, responsvel pelo

    pensamento lgico e competncia comunicativa.

    Enquanto o hemisfrio direito, responsvel pelo

    pensamento simblico e criatividade, embora

    pesquisas recentes comprovem que existem

    partes do hemisfrio esquerdo destinados a

    criatividade e vice-versa.

    Nos canhotos as funes esto invertidas.

  • Crebro

    Vista lateral direita

    Hemisfrio direito Vista lateral esquerda

    Hemisfrio esquerdo

  • O hemisfrio esquerdo

    diz-se dominante, pois

    nele localiza-se 2 reas

    especializadas: a rea

    de Broca (o crtex

    responsvel pela

    motricidade da fala), e a

    rea de Wernick, o

    crtex responsvel pela

    compreenso verbal.

  • O crtex motor responsvel pelo controle e

    coordenao da motricidade voluntria. Traumas

    nesta rea causam fraqueza muscular ou at

    mesmo paralisia.

    O crtex motor do hemisfrio esquerdo controla

    o lado direito do corpo, e o crtex motor do

    hemisfrios direito controla o lado esquerdo do

    corpo.

  • Cada crtex motor

    contm um mapa da

    superfcie do corpo:

    perto da orelha, est a

    zona que controla os

    msculos da garganta e

    da lngua, segue-se depois a zona dos dedos, mo

    e brao; a zona do tronco fica ao alto e as pernas e

    ps vm depois, na linha mdia do hemisfrio.

  • Clula do SNC: NEURNIO

  • Catecolaminas adrenalina

    noradrenalina

    dopamina

    (Produzidas nas

    suprarrenais) Endorfinas (hipfise)

    Monoaminas catecolaminas

    serotonina (tronco cerebral)

  • MENINGES

  • VENTRCULOS: por onde circula o

    lquido crebro espinhal

    ou cefalorraquidiano (LCR)

  • CORTE FRONTAL do ENCFALO

    1 substncia cinzenta

    2 substncia branca

    3 ventrculo lateral

    4 corpo caloso

    5 septo pelcido

    6 ncleo caudado

    7 putamen

    8 lobo temporal

    Ressonncia magntica

    Corte frontal

    3 ventrculo

    ventrculo lateral

  • Hipertenso craniana

    Hidrocefalia

  • CONGESTO FLUDICA

    a concentrao indevida de fluidos num centro

    vital ou de fora (tamponamento). Causas:

    - Mau funcionamento do centro vital por falta de

    espiritualizao e de desapego, mentalizaes

    negativas, descuido com o corpo (alimentao,

    drogas, outros vcios, ausncia ou excesso de

    exerccios, repouso ineficiente);

    -Absoro de fluidos incompatveis;

    -Usinar fluidos e no exterioriz-los .

  • DISPERSIVOS LONGITUDINAIS - lembrete

    O circuito de energias do corpo fsico

    descendente na regio frontal e retorna, a partir do

    chacra bsico, que bomba os fluidos para cima,

    em circuito ascendente, at o coronrio. Mas

    podem ficar resduos, acumulando-se nos

    membros inferiores, como num sifo.

    Se o paciente no melhora com os dispersivos

    comumente realizados, lembrar de dispersar seus

    membros inferiores, com dispersivos longitudinais.

  • SIFO

  • O melhor magnetizador aquele que possui um

    bom temperamento, um carter ao mesmo tempo

    firme e tranquilo, o grmen de paixes vivas sem

    ser subjugado por elas, uma vontade forte sem

    entusiasmo, a atividade reunida pacincia, a

    faculdade de concentrar sua ateno sem

    esforos, e que magnetizando se ocupe

    unicamente do que faz.

    Deleuze