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  • 1. Gneros Literrios

2. Definio de gnero
Origina-se do latim genus-erisque significa tempo de nascimento, origem, classe, espcie, gerao, ou seja, o modo como se veicula a mensagem literria. Ex: Uma novela tem caractersticas bem diferentes de um conto, e um romance no se assemelha a uma pea de teatro.
3. Quanto a forma, a obra literria pode se expressar em:
prosa ou prosa
O contedo classificado em:
narrativa pica (feita em versos, num longo poema: a epopia)
lrico ou dramtico.
4. GNERO PICO
Neste gnero o autor descreve na epopia, fatos histricos hericos realizados pelos seres humanos. sempre um tema grandioso que retrata a vida do povo.
As epopias surgiram na civilizao ocidental e deriva detrs obras:
Ilada e Odissia (Homero)
Eneida (Virglio)
5. Gnero Lrico
Ode:poesia de exaltao;
Elegia:fala de fatos tristes;
Idlio:poesias pastoris;
Stira:poesia que ridiculariza caractersticas do comportamento humano;
Soneto:composio de 14 versos, distribudos em 2 quartetos e tercetos, rico em mtrica.
Cano:pequeno poema, popular, simples de teor variado;
Acalanto:canto destinado a embalar o sono;
Acrstico:as letras iniciais formando o nome de uma pessoa que compe o verso;
6. gnero dramtico
Neste tipo de gnero vigora a exaltao do eu, onde o autor fala de amor, da saudade, da morte, da solido, despertando o lado emocional do leitor.
O GneroDramtico se divide em:
Tragdia
Comdia
Farsa
Auto
7. GNERO NARRATIVO
O autor neste gnero pode ser um simples narrador personagem. O escritor conta uma histria de fico onde h personagens que atuam em local e tempo determinados.
As formas narrativas so:
Romance
Novela
Conto
8. SegundoPlato (428 a.C 347 a.C)
a comdia
e a tragdia
se constri por imitao;
9. Aristteles era a favor da mmesis artstica onde a tragdia apresenta homens melhores do que ns e a comdia ocupa-se de homens piores. Valoriza-se aqui as aes hericas, a solenidade pica.
10. AAntiguidade clssica
(sec. V a.C ao sec. V d.C)
caracterizada:
Antropocentrismo
Apego aos bens do mundo
Preocupao com a beleza do corpo
Liberdade de criao
Mitologia como fonte de assuntos
11. Horcio (65 a.C 8 a.C) impunha a Literatura uma funo moral e didtica, onde nela devia se juntar o prazer e a educao. Valoriza-se o ritmo, o tom, o metro, tendo como poeta somente aquele que sabe respeitar o domnio e o tom de cada gnero literrio.
12. No perodo medievalDante Alighieri (escreveu Divina Comdia) classifica os gneros em nobre mdio e humilde, situando em:
primeiro lugar epopia
segundo tragdia
ltimo - elegia.
13. A Idade Mdia (sec. XII ao sc. XV) caracterizava-se por:
- Homem voltado para o cu e para Deus
- Preocupao com a salvao da alma
- Submisso a igreja e senhor feudal
- O Evangelho fonte de inspirao artstica
14. - Sobreposio da vida eterna a terrena
- Predomnio dos sentimentos sobre a razo
- Teocentrismo
- Espiritualismo
- Predomnio das poesias trovadorescas
15. No Renascimento ou Classicismo (Sculo XVI) surge a necessidade de classificar os poemas por isso valorizam poesia dramtica, narrativa e a poesia lrica onde as obras eram compostas por reflexes do prprio poeta e na poesia pica ora falava o poeta ora falavam as personagens introduzidas.
16. As caractersticas no Renascimento eram:
- Orgulhoso esprito de independncia
- Curiosidade cientifica
- Vontade de glrias terrenas
- Exaltao das dificuldades humanas
- Clareza
17. O Romantismo (1 metade do sec.XIX (1836 a 1881)valoriza na poesiaa individualidadeautonomia de cada obra, a liberdade de criao, o que contava neste perodo era os sentimentos.
18. Caractersticas do Romantismo:
- Arte feita para o povo
- Originalidade
- Melancolia
- Cristianismo
- O universo sou eu
- Sentimentalismo doentio
- Fantasia e imaginao criadora
- O poeta se lamenta
19. O francs Brunetire(1849-1906) defende a idia que o gnero nasceria, cresceria, alcanaria a perfeio e declinaria para, em seguida morrer. J Benedetto (1886-1952) mencionava que todo conhecimento intuitivo ou lgico produzindo imagens e conceitos.
20. No sculo XX Luiz Costa Lima diz que o importante nos gneros a percepo, os traos de linguagem, expectativa do receptor bem como a obra literria capta a realidade. Segundo ele, era como se filtros se colocassem entre as obras e a realidade, selecionando-a de diferentes formas. Esses filtros no s permitiam distinguir o literrio do no literrio, mas tambm apontariam tratamentos especficos para cada gnero.
21. NorthropFrye, em sua Anatomia da crtica (1957), acrescentou aos gnero drama, pico e ao lrico um quarto: a fico, onde no drama haveria um confronto direto entre personagens e pblico, por isso se caracterizava pelo ocultamento do autor, no pico, o autor se confronta, diretamente, com a audincia e os personagens esto ocultos, j na lrica, a forma principio da apresentao.
22. Segundo Northrop quatro so tambm as modalidades de fico:

  • - O romanesco (romance)

23. - romance (novela) 24. - forma confessional 25. - stira